ONG’s francesas protestam contra tradição espanhola de colocar fogo no chifre de touros

Por Rafaela Damasceno

Várias ONG’s francesas em defesa dos direitos animais ficaram chocadas com um vídeo de um touro com o chifre em chamas. Desesperado e confuso, o animal quebrou uma cerca e caiu em um rio na Espanha, durante uma celebração de touradas.

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Segundo o prefeito da cidade de Sagunto, onde aconteceu o “toro embolado” (como é chamado a celebração), as autoridades levaram cerca de 9 horas para resgatar o touro, devido ao alto risco de machucá-lo. O prefeito, Darío Moreno, foi muito criticado por dizer que, no fim, a situação teve um bom resultado.

ONG’s francesas iniciaram uma campanha nas redes sociais, compartilhando o vídeo e pedindo pelo fim da prática com a #StopCorrida. Muitos usuários do twitter não deixaram de notar que algumas tradições das touradas também são praticadas no sudoeste da França.

Um touro com o chifre em chamas parado enquanto um homem agita os braços, provocando-o

Foto: Euronews

A Euronews tentou contatar o gabinete do prefeito de Sagunto para perguntar sobre o possível banimento das touradas, mas não obteve respostas.

No Brasil existem práticas parecidas de extrema crueldade contra os animais. A vaquejada, por exemplo, é uma prática cultural do Nordeste, onde dois homens montados a cavalo têm como objetivo derrubar um boi puxando-o pelo rabo. Há também os rodeios, onde um homem tem que permanecer por até 8 segundos em cima de um touro.

Ambas as atividades são extremamente abusivas e cruéis. Não é considerado o estresse a que os animais são submetidos, ou a humilhação e a dor. Disfarçados de tradição, cultura e esporte, os maus-tratos aos animais acontecem em todos os países e precisam acabar de uma vez por todas.


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Incêndio em pet shop mata mais de 30 cães e gatos no Japão

Um incêndio destruiu uma pet shop e matou mais de 30 animais, entre cachorros e gatos, no Japão. A loja atingida pelas chamas fica em Yashiro, na cidade de Gifu, e o caso aconteceu nesta sexta-feira (2).

Foto: Pixabay

O fogo foi descoberto por um dos familiares do proprietário da Pet Shop Amin. Morador de um imóvel localizado nas proximidades da loja, ele percebeu que o local sofria um incêndio por volta das 5h30 e acionou o Corpo de Bombeiros.

A pet shop fica em um sobrado de madeira de dois andares que foram completamente consumidos pelas chamas. As informações são da CBC TV e da CTV.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e levou cerca de uma hora para conseguir apagar o fogo. Foram localizados oito focos de incêndio na loja. Apesar da ação dos bombeiros, não foi possível salvar a vida dos mais de 30 animais que estavam no local. Não houve vítimas humanas.

A corporação acredita que o fogo tenha se iniciado no primeiro andar, já que essa foi a área da loja que sofreu maior destruição. A causa do incêndio será investigada por peritos e pelo Corpo de Bombeiros.

Os bombeiros perceberam que o primeiro andar queimou mais, por isso, levam em consideração que tenha começado nesse piso.


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Três filhotes de coruja são resgatados durante incêndio florestal no DF

Três filhotes de coruja foram resgatados na quinta-feira (18) durante um incêndio florestal no Distrito Federal. O caso aconteceu no núcleo rural Tabatinga, na chácara 102, em Planaltina.

Foto: Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal / Jornal de Brasília

Os animais silvestres foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) no período da tarde, por volta das 15h23. As informações são do Jornal de Brasília.

Cinco militares participaram da operação de combate ao incêndio. Os filhotes foram encontrados no momento em que os bombeiros combatiam as chamas.

Para se proteger do fogo, os filhotes abandonaram o ninho. Eles foram encontrados em situação de risco e resgatados pelo subtenente Mauro.

Após o resgate, a Polícia Ambiental foi chamada para acolher os animais silvestres.

Foto: Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal / Jornal de Brasília


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Madeireiros incendeiam pontes da Transamazônica em retaliação ao Ibama

Madeireiros que atuam junto à exploração ilegal de madeira incendiaram duas pontes da Transamazônica (BR-230) na segunda-feira (15). A ação, feita em retaliação a uma operação de fiscalização do Ibama, foi realizada em Placas (PA).

Foto: YouTube/reprodução

Pneus e madeira foram usados para queimar as pontes. Dezenas de pessoas participaram da ação, bloqueando a rodovia nos dois sentidos e praticamente impedindo o acesso à cidade de Placas.

Uma equipe do Ibama que estava na cidade teve que contar com escolta da Polícia Civil. As informações são do portal O Tempo.

Essa não é a primeira vez que ações do tipo são realizadas. No dia 4 de julho, um caminhão-tanque a serviço do Ibama foi queimado durante uma operação contra extração ilegal na Terra Indígena Zoró, em Espigão d’Oeste (RO). Em resposta, as 47 madeireiras da cidade foram embargadas pelo órgão. O senador Marcos Rogério (DEM) tentou retirar o embargo, mas até o momento não obteve sucesso.

Sob condição de anonimato, fiscais do órgão admitem que a fiscalização tem sido mais arriscada desde que Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito, isso porque o discurso e as atitudes do presidente incentivam retaliações ao Ibama.

Crítico do órgão, Bolsonaro acusa o Ibama de promover uma “indústria de multa”, acusação sem qualquer fundamento, visto que as multas são corretamente aplicadas para punir crimes ambientais. O presidente escolheu ainda, como ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que tem promovido, sob o aval presidencial, um desmonte da agenda ambiental do país. 


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Incêndios destroem a natureza e matam animais em Vilhena (RO)

Focos de incêndio estão sendo registrados na cidade de Vilhena, em Rondônia. O fogo tem destruído regiões de mata e tirado a vida de animais silvestres. As chamas atingem principalmente a área rural.

Foto: Reprodução / Redes sociais / Portal Rondônia ao Vivo

Na última semana, parte da área onde funcionava o Polo de Plasticultura, nas proximidades da Unir, foi atingida por um incêndio, assustando moradores e levando animais silvestres a fugir do local para procurar abrigo seguro. As informações são do portal Rondônia ao Vivo.

Uma professora que mora na cidade publicou, em rede social, uma foto de um pássaro que perdeu o ninho para o fogo e, depois, acabou morrendo. Aves, mamíferos e animais peçonhentos buscaram abrigo em casas próximas dos focos de incêndio.

Os casos tendem a aumentar nos próximos dias e, segundo o Corpo de Bombeiros, há o risco de incêndios ocorrerem após serem causados de maneira proposital.


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Casa onde viviam quase 100 animais pega fogo e 13 cães morrem

Um incêndio em uma casa onde viviam quase 100 animais levou pelo menos 13 cachorros à morte, no domingo (14), no bairro Altos de Galópolis, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Apesar da agilidade do Corpo de Bombeiros, que chegou ao local cerca de 10 minutos após ser acionado, a casa ficou destruída.

A proprietária da casa, Sheila Mendes, conseguiu se salvar porque se escondeu no banheiro, uma das poucas partes da casa que, por ser de alvenaria, não foi destruída. Ela foi encaminhada para atendimento ambulatorial.

Felipe Nyland / Agencia RBS

Na última semana, 11 cachorros foram resgatados por entidades de proteção animal. De acordo com o comandante da Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram), o tenente Claudiomiro Trindade Costa, durante averiguação anterior realizada na casa não foi constatado maus-tratos aos animais. No entanto, a tutora havia sido notificada para deslocá-los para um local mais adequado e disponibilizá-los para adoção.

Durante o incêndio, cerca de 20 animais fugiram da casa e outros 13 foram resgatados e encaminhados a lares temporários. As informações são do portal Gaúcha ZH.

As causas do incêndio são incertas. O proprietário do imóvel, o metalúrgico Jonas Luis da Silva, de 32 anos, contou que alugou a casa há cerca de um mês. “Quando aluguei a casa, ela me disse que tinha uns 50 cachorros, mas que a intenção dela era ficar apenas com 15, pois só esses eram dela. Eu nem sei o que te dizer, me mudei de casa para alugar esta, e assim ficar mais perto do meu trabalho e agora perdi a minha casa”, lamentou.

Um curto-circuito em um aparelho que estava conectado à tomada pode ter originado o fogo, segundo Silva e alguns vizinhos. Essa teria sido a explicação dada por Sheila a eles.

“Viemos aqui para fora de casa, quando meu filho veio para o pátio buscar um brinquedo. Aí meu marido viu que tinha fumaça na casa dela (Sheila)”, disse Fernanda de Carvalho, 31 anos, vizinha de Sheila. “Eu arrombei a porta da frente e logo vi que tinham chamas por toda parte. Vi sair pelo menos uns 10 cachorros e dois gatos de dentro da casa, e que fugiram pelo mato. Eu não tinha como entrar na casa, então salvei ela pela janela do banheiro”, complementa o marido, Rafael Carvalho, de 33 anos.

No porão da casa, dezenas de animais foram encontrados pelos bombeiros. Apavorados, eles fugiram. O número de animais desaparecidos é incerto.

Participaram da ação as ONGs Na Rua Nunca Mais, Dog Spa, Vagner Táxi Dog, Peludos em Apuros e SOS Peludos. Até o final do dia, a Secretaria do Meio Ambiente (Semma) não teria enviado nenhum representante ao local.

A secretária da Semma, Patrícia Rasia, disse que uma equipe especializada irá nesta segunda-feira (15) ao bairro para apurar a ocorrência e contribuir nas buscas pelos animais desaparecidos.

“Quando ocorrem situações como essa, seja perigo de vida para animais ou maus-tratos, e não for em horário comercial, de segunda a sexta, orientamos que as pessoas procurem a Patram, e, se for um local de difícil acesso, que informem ainda ao Corpo de Bombeiros”, concluiu Patrícia.

Cão salva vida de sua família ao alertar sobre incêndio

Ulisses Cocksman/Twitter

Ulisses Cocksman/Twitter

A história do Golden que salvou sua família de um incêndio se tornou viral após ser compartilhada pelo dono da casa. Segundo ele, o cão descobriu o incêndio no quintal da residência enquanto todos dormiam e avisou sobre o perigo a tempo.

O americano Ulysses S. Cocksman postou a história no Twitter, contando que sua esposa e filhos dormiam tranquilamente por volta da meia-noite de sexta-feira à noite quando o cão da família, Hank, começou a latir de forma aflita sem parar.

Cocksman, despertado pelos latidos, desceu até a sala para ver o que estava acontecendo, foi quando ele percebeu que um enorme incêndio havia começado no quintal dos fundos da casa, descrevendo a cena como “uma enorme bola de fogo laranja brilhante”.

Depois de improvisar uma evacuação às pressas das pessoas e dos dois cães, os bombeiros foram chamados e conseguiram conter o fogo – só então foi possível ver o estrago causado pelo incêndio, a casa ficou “totalmente preta e queimada na lateral”.

O tutor orgulhoso compartilhou uma foto do cachorro de seis anos atrás, no Twiter escrevendo: “Eu quero contar uma história sobre Hank, e quero que saibam que ela tem um final feliz. Este é o Hank há 6 anos”.

Ulisses Cocksman/Twitter

Ulisses Cocksman/Twitter

“Minha esposa se lembrou ontem de que, há 6 anos, Hank comeu seu tenis novinho de uma marca famosa. Olhe para a cara deste filhote de cachorro culpado”.

Ele então continuou a história, contando como aquele mesmo cachorro salvaria suas vidas dali a poucos momentos: “Poucas horas depois, à meia noite de ontem à noite, Hank começou a latir da sala de estar. Minha esposa e meus filhos estavam dormindo, eu estava cochilando enquanto terminava de ver um filme em outro quarto. Hank não parou por um minuto de latir de forma aflita”.

“Então eu me levantei e fui até a sala para fazê-lo parar. Assim que cheguei na entrada, me deparei com o pátio inteiro pegando fogo, emanando uma luminosidade cor de laranja assustadora”, conta ele.

Descrevendo a cena terrível, Cocksman prosseguiu: “O depósito estava cheio de madeira, gasolina, tinta e sabe Deus o que mais estava em chamas. Os carvalhos estavam em chamas. Folhas e brasas flamejantes sopravam por toda parte.”

“Acordamos todos imediatamente, ligamos para os bombeiros, toda a família e ambos os cães foram pra frente da casa no que pareceu alguns segundos. A cerca e o galpão da vizinha queimavam como uma tocha. Conseguimos acordá-la a tempo e levar ela, seus filhos e o cachorro para fora também, logo em seguida a equipe de bombeiros chegou”.

Admitindo que a história poderia ter tido um final muito diferente, ele disse: “O incêndio se espalhou pelos fundos de nossa casa no mesmo minuto em que os bombeiros ligaram as mangueiras. Um minuto ou dois mais, e estaríamos mortos. Em vez disso, todos estão seguros e ainda temos uma casa. Esta toda queimada e suja de um lado, mas ainda é nossa casa”.

E o tutor aliviado concluiu, agradecendo aos bombeiros: “Os bombeiros foram absolutamente incríveis. Como estava ventando, eles tiveram que conter e lidar com o fogo por dois quarteirões vizinhos. A ação foi totalmente habilidosa e eficientemente coordenada”.

Dando a Hank o crédito por salvar suas vidas, o orgulhoso tutor do cachorro compartilhou outra foto do cão, com a legenda: “Este é ele hoje, 6 anos depois de comer alguns sapatos, 15 horas depois de salvar nossa casa e família. Hank pode ter todos os sapatos e comida que quiser, e eu não mais ficar bravo com ele por latir, nunca mais ele é um herói!”

O tweet rapidamente se tornou viral, acumulando mais de 30 mil likes, retweets e respostas de seguidores elogiando a bela história, segundo informações do Daily Mail.

“Ainda bem que toda a família esta segura. Petiscos extras para Hank esta noite (sic)”, escreveu um seguidor.

Outro acrescentou: ‘Grande amor por Hank. Espero que ele ganhe sua comida preferida e um novo par de sapatos para festejar”.

Garoto de doze anos morre em incêndio ao tentar salvar seu cãozinho

Foto: Reprodução / Facebook

Hunter com seu cãozinho Pugley | Foto: Reprodução / Facebook

As causas do incêndio na residência que fica em Kentucky (EUA) ainda estão sendo investigadas, mas suspeita-se que possa ter sido causada por um curto circuito em uma lâmpada deixada acesa por acidente.

Além do menino de 12 anos, Hunter, moravam na casa seus pais e uma irmã de 5 anos. Eles teriam conseguido fugir do incêndio quebrando uma janela e escapando por ela, conta o Departamento de Polícia do Condado de Pulasky. Mas o garoto teria retornado à casa ao perceber que o cãozinho não havia conseguido sair também.

Quando a equipe da emergência chegou ao local, já era tarde demais para Hunter.

Seu corpo foi encontrado em um dos quartos dentro da casa. Além de Pugley, três outros cães morreram no incêndio.

A mãe de Hunter, Ashley, teve intoxicação por fumaça e foi levado em estado de emergência ao hospital.

O funeral de Hunter, está marcado para esta quinta-feira (07), exatamente uma semana depois do incêndio que levou sua vida. Em seu obituário consta que ele voltou por amor ao seu cãozinho e não conseguiu e agora eles “estarão, os dois juntos, ao lado de Jesus”, contam seus pais, Ralph Tyrone e Ashley Denney Wesley.

Os pais descrevem Hunter como um garoto de sorriso fácil e que adorava conversar. “A coisa que ele mais amava era o seu cãozinho Pugley, mas ele também adorava jogar seu jogo de videogame favorito, Fortnite. Ele era um garoto muito inteligente, amoroso e generoso que tinha um ótimo senso de humor e um coração de ouro”, contam eles.

Hunter com os pais e a irmã mais nova, Tylee | Foto: Reprodução / Facebook

Hunter com os pais e a irmã mais nova, Tylee | Foto: Reprodução / Facebook

Segundo os pais, Hunter adorava brincar de pega-pega com sua irmãzinha, Tylee e seu primo, Logan. Ele estava sempre brincando e fazendo as pessoas rirem: “ele foi muito especial para todos” concluem emocionados.

Os bombeiros da região contam que combateram o fogo por seis horas, o caminhão tanque de água chegou ao local as 4:40 da madrugada e a casa estava totalmente engolida pelas chamas conforme relato dos oficiais presentes no local.

“A presença de ventos fortes ajudou a espalhar o fogo”, afirma o chefe dos bombeiros responsável, Josh Chief Whitis.

Casa após o incêndio que durou mais de seis horas | Foto: WLEX

Casa após o incêndio que durou mais de seis horas | Foto: WLEX

Apesar da infelicidade da tragédia e da pouca idade de Hunter, ele nos deixa um legado de amor e sacrifício imenso, que ficará registrado e será lembrado como um exemplo de dedicação e coragem raramente visto e amplamente admirado.

Uma lição de lealdade para com seu companheiro Pugley, alguém tão importante para ele quanto a própria vida.

Cavalos são forçados a saltar sobre fogueira em chamas

Culturas e tradições milenares abusam e exploram animais em suas festividades e cultos, apoiando-se na “liberdade de crença”.  Rituais ferem e torturam inocentes criaturas que, acuadas, são obrigadas a passar pelas piores provações. Os animais são condenados ao sofrimento pela ignorância humana.

Um dos casos, é o festival Las Luminarias, na cidade espanhola de San Bartolome de Pinares, onde dezenas de moradores a cavalo cavalgavam através de fogos ardentes. Os homens, claro, ficam mais altos que as chamas e são os cavalos que suportam o calor escaldante das cinzas e do fogo.

A terrível tradição, de supostamente de 500 anos, acontece no mês de janeiro, busca a purificação e proteção do animal durante o novo ano.

 

Supostamente, o festival é uma homenagem ao santo padroeiro dos animais, Santo Antônio de Pádua, e acontece todos os anos na véspera de sua festa – 16 de janeiro.  Acredita-se que o fogo e a fumaça ajudam a purificar os cavalos e protegê-los de doenças.

Imagens aterrorizantes mostram homens mascarados abrindo caminho entre de fogueiras nas ruas estreitas da cidade. Os cavalos são levados até as chamas como parte da tradição que dura até a meia-noite, mas a bebida e a comemoração continuam até o dia seguinte.

Os aldeões afirmam que os cavalos são encharcados com água antes de entrarem nas chamas para evitar que seus casacos sejam queimados e garantem que os animais estão acostumados com isso e não sofrem. Com as imagens, essa teoria é claramente desmentida – os animais estão apavorados com fogo.

Grupos de defesa dos direitos animais criticam severamente o evento, que eles dizem ser “claro abuso de animais”.

No ano passado, o prefeito da cidade reagiu dizendo que há dois veterinários no local e que, a cada ano, é produzido um relatório independente sobre o festival. Infelizmente, ele sempre foi favorável e não aponta qualquer indício para que a prática seja banida.

Os animais e as cruéis tradições

Karnataka, no sul da Índia, é um triste exemplo de como a “cultura” escraviza e maltrata pobres animais.

O festival de Makar Sankranti é realizado com para de trazer boa sorte ao novo ano, além de marcar o advento da primavera.

Durante a cruel “festividade”, as vacas são pintadas, vestidas com guirlandas e outras decorações antes de serem forçadas a pular em uma linha de fogo com seus donos. Os hindus veem as vacas como sagradas e acreditam que o festival as protege de qualquer dano ou prejuízo.

 

 

Vacas são forçadas a pular no fogo durante festival hindu

O sofrimento ou sacrifício de animais em rituais religiosos, por vezes, são justificados pela liberdade de crença e de culto. Seres indefesos, acuados e desesperados são usados com pretextos absurdos e desumanos. Eles são fadados a tortura e a dor pela ignorância humana.

O povo de Karnataka, no sul da Índia, é um triste exemplo de como a “cultura” escraviza e maltrata pobres animais.

O festival de Makar Sankranti é realizado para de trazer boa sorte ao novo ano, além de marcar o advento da primavera.

Durante a cruel “festividade”, as vacas são pintadas e vestidas com guirlandas e outras decorações antes de serem forçadas a pular em uma linha de fogo com seus donos. Os hindus veem as vacas como sagradas e acreditam que o festival as protege de qualquer dano ou prejuízo.

Os organizadores do evento espalharam palha seca ao longo da estrada antes de acendê-la.

Um vídeo aterrorizante mostra claramente o desespero dos animais com a provação.

festival, organizado principalmente no sul da Índia e realizado em estados como Karnataka e Tamil Nadu, é criticado por organizações de bem-estar animal que pediram ao governo para acabar a cruel tradição.

Os hindus afirmam que o fogo não é grande o suficiente para ferir alguém.

As vacas são realmente sagradas na Índia?

É possível um animal ser chamado de sagrado mas ser tratado com tamanha crueldade?

Associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade.

A adoração hindu é contraditória e abusa das qualidades destes animais nos rituais, infligindo a eles sofrimento, medo, dor e desespero.

 

Segundo o hinduísmo, animal à fertilidade e a divindades como Krishna. Mas a adoração não é uma unanimidade na Índia.

Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e muçulmanos, que não cultuam a vaca o que torna a Índia um dos maiores exportadores de carne do mundo.