Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Cão traumatizado come só metade da comida colocada em sua tigela

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Quem vê Otávio hoje, sorrindo e abanando o rabo como o cachorro feliz que ele é, é difícil imaginar o sofrimento e a dor que ele passou em sua vida.

Mas a sombra negra que marcou seu passado comovente ainda perdura em sua vida.

No início do ano passado, Joice Lamas e seu marido adotaram Otávio de um grupo de resgate que o salvou de uma casa onde ele e muitos outros cães estavam sendo negligenciados e abusados. Embora agora o cãozinho estivesse em segurança e as feridas em seu corpo tinham se curado, Otávio estava, no entanto, temeroso do contato humano a princípio.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Lamas soube imediatamente que ela queria ajudar Otávio.

“Desde o primeiro momento em que o vimos, nunca mais nos separamos”, disse Lamas ao The Dodo.

Nos meses que se passaram desde que Otávio foi morar na casa dela, Lamas o viu desabrochar. O tímido filhote que estremecia quando alguém o acariciava agora amava se aconchegar à sua tutora. No entanto, as cicatrizes invisíveis de seu trauma anterior são vistas de outras maneiras – particularmente em como Otávio come.

Não importa quanta comida Lamas ponha na tigela de Otávio, ele sempre deixa a metade de tudo que é colocado para ele.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Por que, exatamente, o cão tem esse comportamento não está claro, mas Lamas suspeita que isso esteja relacionado aos anos que ele passou fome quando era negligenciado.

Naquela época as refeições de Otávio podem ter sido tão pequenas e raras, que ele aprendeu a racionar o que lhe foi dado – ou, talvez, separar alguns para os outros cães famintos ao seu redor.

“É triste”, disse Lamas. “Eu sempre digo a ele: ‘Tudo bem se você comer tudo, pode comer'”.

“Espero que, com o tempo, Otávio consiga entender que o passado é verdadeiramente apenas passado”.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Sua nova família está comprometida em ajudá-lo a cada passo do caminho. “Eu não vou deixar que nada nunca mais falte a ele na vida – nem comida, nem amor”, disse Lamas.

“Nós tentamos fazê-lo tão feliz quanto possível”.

E, no geral, essa estratégia está claramente funcionando.

Cuidar de um cão salvo de uma situação de abuso pode ser um desafio, admite Lamas. Mas vê-los transformar faz tudo valer a pena.

“Eles precisam de paciência e muito amor, porque podem demorar mais para se adaptar”, disse Lamas. “Mas é notável como o amor muda os animais. Um animal resgatado é muito mais doce, mais grato e carinhoso do que os outros. Eles são simplesmente incríveis!”

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Orangotango grávida é fotografada em cima da última árvore que restou em pé na floresta

Foto: Press People

Foto: Press People

Uma orangotango do sexo feminino grávida, exausta e faminta se agarra a uma árvore solitária bem acima do que costumava ser uma floresta tropical intocada há milênios – até que tratores gigantes a invadiram e destruíram em dias.

Boon-Mee estava fraca e assustada demais para deixar o tronco de árvore onde procurara refúgio enquanto as máquinas destruíam sua casa na floresta em Bornéu, relata o jornal Sunday People.

Suas condições significavam que ela não conseguiria procurar alimentos – condenando a si mesma e seu bebê a uma morte agonizante.

Boon-Mee parecia condenada a compartilhar o destino de muitos orangotangos na Indonésia, onde as plantações de dendê estão destruindo os habitats tropicais dos primatas em Bornéu e Sumatra.

Foto: Press People

Foto: Press People

Centenas de macacos são abatidos todos os anos com armas e facões na busca por lucros que as empresas realizam ao destruir as florestas de dendê para extrair o óleo de palma.

Mas, na verdade, Boon-Mee teve sorte porque, no caso dela, os donos das plantações pertencem a um grupo de conservação e relataram seu caso a uma entidade beneficente International Animal Rescue.

Uma equipe do IAR – apoiada por oficiais florestais locais – saiu em seu resgate e passou horas lutando sobre árvores caídas, muitas vezes tendo que usar máscaras porque os tocos tinham sido incendiados e ainda estavam queimando.

Quando finalmente chegaram ao local, encontraram não apenas Boon-Mee, mas outros três orangotangos.

Charanya teve um bebê e estava procurando desesperadamente por comida. Kalaya estava semi-consciente e com os peitos cheios de leite, levando a equipe a pensar que ela tinha acabado de ter um bebê, que provavelmente morreu ou foi tirado dela para ser vendido como animal doméstico.

Enquanto isso, Boon-Mee estava sobrevivendo com suas últimas forças.

O oficial da IAR, Lis Key, disse: “É de cortar o coração ver o estado terrível desses animais, já que seu habitat é destruído pela indústria de dendê – eles ficam fracos pela fome.

“É um conforto mínimo que desta vez, em vez de persegui-los ou matá-los, como costumam fazer, a empresa fez a coisa certa e nos contatou”, disse Key.

Boon-Mee foi o mais complicado dos primatas a ser resgatado porque ela estava fraca demais para descer da árvore.

No final, os socorristas a tranquilizaram com um dardo e a pegaram em uma rede.

Os três adultos e o bebê foram levados para um refúgio da vida selvagem, onde Boon-Mee teve seu bebê protegida e tranquila. Ela passa bem e parto correu normalmente.

Todos os orangotangos tiveram a saúde restabelecida e depois foram liberados na selva em outra parte da floresta. Lis disse: “Apesar da condição em que estavam, eles realmente tiveram sorte em terem sido resgatados”.

“O pior é que existem centenas de orangotangos que não terão tanta sorte por causa das terríveis condições em que são forçados a tentar sobreviver”.

Especialistas temem que existam apenas 40 mil orangotangos na natureza – um número chocante se considerados que representam 20 mil a menos de apenas uma década atrás.

E o IAR avisa que o desmatamento para extração do óleo de palma é a causa número um de tantas mortes.

Foto: Press People

Foto: Press People

O óleo é usado em até metade de todos os alimentos processados, é cada vez mais usado como biocombustível e é um ingrediente-chave em itens como xampus e cosméticos.

Lis disse: “Há muitas alternativas para o óleo, mas nenhuma é tão barata”.

E os compradores muitas vezes não percebem o quanto isso é usado, porque podem ser citados nas embalagens e rótulos dos produtos como “óleo vegetal”.

Mas o plano da UE para introduzir novas regras de rotulagem começa a vigorar no próximo ano.

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Cão de abrigo se recusa a ser adotado sem sua tigela de comida

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver foi encontrado em situação de rua depois que ele se recusou a deixar o quintal de uma família em Memphis, Tennessee (EUA). Oficiais do departamento controle de animais foram buscá-lo, mas toda vez que um deles chegava perto dele, ele saltava por cima da cerca e saía do pátio, como se fosse um jogo.

Eles finalmente tiveram que montar uma armadilha humana para pegá-lo e levaram-no para o abrigo Memphis Animal Services.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

A partir do momento em que Oliver chegou, seus novos amigos do abrigo perceberam que ele provavelmente teve uma casa ou alguém cuidando dele em algum momento. Ele era muito inteligente e absolutamente amava comida e guloseimas de todo tipo, e sabia que se ele escutasse e fosse bem-comportado, ele seria recompensado com eles.

“Eu o conheci logo no primeiro dia em que ele chegou, e ele sentou para mim imediatamente antes mesmo de eu mostrar a ele que eu tinha petiscos”, disse Katie Pemberton, especialista em engajamento comunitário da Memphis Animal Services, ao The Dodo.

“Então, é claro, assim que os petiscos apareceram, ele ficou ainda mais ansioso para se sentar. Quanto mais ele me conhecia, mais ele se pressionava contra as barras do canil para me deixar acariciá-lo”.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver amava tanto a comida que rapidamente ficou muito apegado à sua tigela de comida – e começou a carregá-la com ele onde quer que fosse.

“Na primeira noite em que ele chegou aqui, nosso supervisor de campo passou por seu canil em nossa sala de captação de animais e notou-o com a tigela na boca”, disse Pemberton.

“O seu truque fofo foi muito eficaz porque ela deu-lhe mais comida! Então, quando ele se mudou para seu canil permanente, ele continuou fazendo isso. Ele tinha a tigela na boca a maior parte do tempo”.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

É possível que alguém do seu passado tenha ensinado Oliver a pegar sua tigela de comida como um truque divertido. Também é possível que ele tenha ficado sem comida em algum momento, e ficou preocupado que caso ele perdesse de vista sua tigela de comida, ele não poderia se alimentar novamente.

Durante toda a sua estada no abrigo, Oliver continuou carregando sua tigela de comida com ele por toda parte, e os funcionários da instituição acharam aquilo extremamente adorável. Eles começaram a tirar fotos de seu hábito peculiar e postá-los nas mídias sociais – e não demorou muito para o resto do mundo se apaixonar por Oliver também.

“Recebemos uma quantidade muito incomum de perguntas sobre Oliver depois que suas fotos se tornaram virais – eu gostaria que cada cão tivesse tantas pessoas interessadas em adotá-las”, disse Pemberton.

A obsessão de Oliver com a tigela fez com que ele fosse notados por muitas pessoas e eventualmente trouxe sua família até ele.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver foi adotado e voltou para casa com sua nova família em 16 de abril – e ficou absolutamente muito feliz quando percebeu que sua tigela de comida estava vindo com ele. E ficaria sempre cheia.

Graças ao seu hábito meigo e original, Oliver agora tem a melhor família que ele poderia desejar, onde nunca mais terá que se preocupar em ficar com fome de novo.

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Imagens flagram animais negligenciados em “pele e osso” abandonados em uma propriedade rural

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

Fotos com imagens fortes e pungentes foram divulgadas pela polícia da Flórida (EUA), em um flagrante de fome e negligência enfrentadas por quase uma dúzia de animais que viviam sem comida ou água, em uma propriedade na região.

Oficiais estavam realizando uma verificação com relação ao bem-estar animal de vários animais em Ridge Manor, ao norte de Tampa, após receber uma denúncia de que muitos deles pareciam estar em perigo.

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

A Unidade de Fiscalização de Animais da Delegacia do Condado de Hernando respondeu à chamada de denúncia.

O oficiais encarregados da investigação encontraram vários animais debilitados e em necessidade de cuidados médicos urgentes, incluindo um cavalo com os ossos do quadril, costelas e coluna a mostra sobre a pele, tamanha a sua magreza.

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

No outro extremo da propriedade, eles encontraram um porco extremamente acima do peso, juntamente com três cabras e cinco cães cujo alojamento estava coberto de fezes e mofo.

Os policiais disseram a responsável pelos dos animais, Kay Davis de 68 anos, que ela precisava limpar o alojamento dos cães imediatamente e fornecer panos e camas limpos para eles dormirem e água limpa também.

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

Davis disse que um homem estava “vindo limpar o alojamento dos cachorros” mais tarde naquele mesmo dia.

Os oficiais do bem-estar animal também informaram a Davis que ela precisaria de um veterinário para examinar tanto o cavalo quanto uma das cabras que pareciam severamente desnutridas.

Davis foi inicialmente informada de que as condições tinham que mudar no final de abril, mas parece que desde o encontro inicial os policiais se esforçaram para voltar a entrar em contato com Davis sem sucesso.

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

Enquanto isso, as condições dos animais só pioraram.

“Quando os policiais chegaram ao local, puderam observar o estado do cavalo, cuja condição parecia ter piorado desde a última visita”, afirma o relatório.

Nenhum dos animais tinha acesso a comida. Sua água estava coberta de algas e contaminada.

Foto: Hernando County Sheriff's Office

Foto: Hernando County Sheriff’s Office

“Todos os animais da propriedade foram encontrados em estado de negligência e foram resgatados e levados para o Serviço de Animais em Brooksville.”

Davis e Glen Gulvin, 64 anos, que também ajudam a cuidar dos animais, foram ambos citados e acusados por crime de crueldade contra animais.

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Cão em situação de rua salva garotinha de ser atacada e é adotado pela família

Foto: Metro uk

Foto: Metro uk

Cães que vivem em situação de rua, muitas vezes abandonados, não contam com a proteção de uma família ou de um teto sobre suas cabeças. Muitas vezes sentem fome, frio, apanham, e são enxotados.

Isso os torna defensivos, muitas vezes agressivos, por apenas conhecerem o lado ruim da vida ou do ser humano. As vezes eles expressam comportamentos violentos por estarem doentes ou com dor e não devemos julgar esses animais sem conhecer sua real história.

Foi desses cães que invadiu o quintal de uma família provavelmente em busca de alimento e vendo-se acuado e sem saída, demonstrou agressividade em defesa própria, mas outro cão, também abandonado impediu o companheiro de machucar alguém, colocando-se entre ele a criança que estava próxima a cena.

Oreo foi o nome dado ao cão em situação de rua que salvou a vida da criança, protegendo-a do possível ataque de outro cão.

O herói foi adotado pela família da menina que grata pela atitude do animal, resolveu torná-lo parte da família.

O cão é uma mistura de raças com pelo nas cores preto e branco, ele ficou de guarda ao lado de Aurora Bentley depois que outro cão invadiu o quintal da casa de sua família em Knoxville, Tennessee (EUA), e ameaçou atacá-la há duas semanas.

A bravura de Oreo fez com que ele sofresse cortes e contusões depois que o outro cão começou a atacá-lo, em vez de Aurora, de dois anos de idade.

Aurora | Foto: Metro UK

Aurora | Foto: Metro UK

Posteriormente, ele foi levado às pressas para o hospital de animais para tratamento – e a família de Aurora decidiu que seu comportamento heróico o tornava digno de um lar amoroso e protegido dos perigos e ameaças da rua.

A avó de Aurora, Sima Bentley, disse à WATE-TV: “Em seu terceiro aniversário, ela ganhou o melhor presente possível: seu cachorro-herói.

O outro cão em situação de rua havia descido do bosque vindo do sentido da montanha que fica atrás da casa, e o cão Oreo, que é o nome que ele ganhou, correu pelo quintal e se colocou entre Aurora e o outro cachorro vadio.

E o cachorro, que parecia estar fora de si segundo relatos, o atacou em vez de atacar a criança. Sima disse que depois que Oreo recebeu tratamento por seus ferimentos, ele foi colocado para adoção.

E apesar de anteriormente não ter nenhum desejo de adotar um amigo peludo, ela não pensou duas vezes antes de oferecer à Oreo uma nova casa.

Sima agora planeja dar a Oreo a vida mais luxuosa e feliz possível, dizendo: “Eu estava apenas em uma missão para salvar o cão”

“Ele vai ser um cachorro muito mimado neste momento. Ele vai para todos os lugares que nós vamos, estamos sempre juntos”.

“E ele vai morar dentro de casa e dormir na cama, e o que ele quiser, ele vai ter”.

Atos de heroísmo entre cães e demais animais são novidade, capazes de amar e criar vínculos duradouros, esses animais extremamente sensíveis e inteligentes oferecem um amor único e incondicional, incomparável a qualquer outro tipo de amor que possamos encontrar em nossas vidas.

Abandonado para morrer de fome, cachorro sobrevive comendo copos e baterias

Recentemente, um cão de raça pitbull, que os socorristas batizaram de Eric, foi deixado em uma casa para que morresse de fome. Quando as autoridades foram informadas da presença do animal na residência, eles imediatamente vieram em seu socorro e o que viram quebrou seus corações.

Foto: Reprodução / Facebook

Nina Small, uma inspetora da RSPCA, diz que nunca viu um cachorro em toda a sua vida em um estado tão lamentável como o do Eric. Ele era tão magro que quando eles entraram na casa abandonada para tirá-lo, ele mal os viu e desmaiou.

Sua fraqueza foi consequência de sua profunda desidratação. Suas unhas eram tão compridas que estavam enterradas nas patas e estavam cobertas de fezes e urina. Para piorar as coisas, eles descobriram que, para se manter vivo, o animal ingeria pedaços de vidro, bem como baterias velhas.

“Ele estava coberto de urina e suas fezes tinham pedaços de cristais, metais e baterias”, disse Nina à imprensa.

Foto: Reprodução / Facebook

A situação em que encontraram Eric foi tão horrível, que foi necessário sujeitá-lo a uma série de exames intensivos, para determinar o estado de sua saúde.

O cão foi submetido a uma dieta especial e gradualmente ganhou peso. Mas ainda não pode ficar de pé por muito tempo, porque a sua fraqueza é evidente.

As autoridades estão pedindo as pessoas que souberem mais informações sobre os responsáveis por este crime que os informe. Também estão pedindo que todas as pessoas que têm animais que os identifique corretamente com um microchip.

Fonte: Zoorprendente

Elefante que passava fome se revolta e mata tratador

Foto: Fineart America

Imagem ilustrativa | Foto: Fineart America

Afastados de seu habitat natural e de sua família, explorados na indústria do turismo, carregando turistas e fazendo truques antinaturais, obrigados a carregar adereços nas celebrações religiosas do país e cargas pesadas no transporte cotidiano, os elefantes suportam todos os tipos de agressões e violências submetidos à surras, correntes e espancamentos com ganchos e paus.

Mas ao ser privado da alimentação, o mínimo necessário para sua sobrevivência, este elefante que vive em Kerala, na Índia, se revolta e perde o controle. Para assistir ao vídeo clique aqui (cenas fortes).

O elefante conhecido como Rajasekharan, havia participado recentemente de uma procissão para um festival anual que acontece no templo de Chirayil Devi, no sudoeste da Índia, antes dos ataques.

Segundo a polícia o incidente aconteceu por volta das 4 da tarde de sexta-feira. O proprietário de Rajasekharan, Shaji, chegou ao local e começou a alimentá-lo. Foi quando Baiju o tratador responsável chegou perto do elefante. Assim que ele estava ao seu alcance, o animal usou suas presas e o pegou pela tromba, sacudiu-o violentamente e o jogando-o no chão segundo informações do The Indian Times.

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Imagem ilustrativa | Foto: Wild Animal Awareness

Segundo relatos o elefante estava faminto e matou o manipulador jogando-o como uma boneca de pano poucas horas depois de outro ataque que deixou o chefe da vítima no hospital, nesse último testemunhas alegam que o elefante estava ao lado do templo que receberia a procissão e se assustou com o barulho de uma motocicleta.

Sensíveis e selvagens, elefantes não estão acostumados aos ruídos urbanos e muito menos a carregar adereços em procissões religiosas cercados de multidões barulhentas.

Membros da equipe responsável pelos animais disseram à ONG Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) que o mahout bebia muito, dormia e esquecia de alimentar o elefante frequentemente.

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Imagem ilustrativa | Foto: twoeggz

Reportagens da mídia local afirmam que o animal de 40 anos já havia mostrado sinais de agressividade durante o dia.

Inicialmente, o chefe dos funcionários de 50 anos, Satheeshan, foi hospitalizado antes que seu empregado de 45 anos, Bajiu, fosse morto.

Imagens da cena mostram o elefante faminto e explorado jogando o tratador no ar como uma boneca de pano com seu tronco e presas.

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Imagem ilustrativa | Foto: World Animal Protection

Não está claro o que vai acontecer com o elefante após a morte do manipulador.

Faminto e maltratado

Especialistas da ONG SPCA chegaram ao local do ocorrido para tranquilizar o animal após o ataque.

O porta-voz da SPCA, Dr. B. Aravind, disse à imprensa local: “Nós suspeitamos que os ataques foram uma manifestação de sua raiva de ser submetido à fome.”

Cães ameaçados que vivem nos porões de orfanato no Haiti recebem uma oportunidade nos EUA

Foto: Haiti Children

Foto: Haiti Children

Chapéu: Nova chance

Título: Cães ameaçados que vivem nos porões de orfanato no Haiti recebem uma oportunidade nos EUA

Olho: A região assolada por tragédias como terremotos e desmoronamentos sofre de fome e escassez de recursos, o que leva os moradores a verem os animais como competidores por alimentos e os matarem

Cães que vivem nos porões do orfanato Haiti Children, no Haiti, correm o risco de ser mortos caso não sejam retirados rapidamente de seu lar. Foi oferecida uma oportunidade aos animais ameaçados no Aspen Animal Hospital em Aspen, no Colorado, EUA, porém os recursos para transferi-los são altos e ainda estão sendo arrecadados.

As condições extremas de fome, as gangues e a violência política aumentaram na área rural em torno do orfanato, e enquanto os moradores da instituição estão seguros, infelizmente, não ocorre o mesmo com os cães. Muitos deles já foram envenenados e mortos por moradores revoltados que os viam como competidores por comida.

A situação é especialmente desoladora porque, por nove anos, os cães do orfanato têm sido um marco na vida das 162 crianças residentes na instituição. Os animais são parte da família dessas crianças, ensinando-as sobre responsabilidade, respeito e compaixão.

Como os cães convivem com as crianças desde cedo são bem socializados, dóceis e sem traços de agressividade, conforme informações da diretora do orfanato, Susie Krabacher.

Krabacher trabalha com órfãos haitianos há 25 anos conta ela. O orfanato recebeu seu primeiro cachorro após o terremoto de 2010 e eles se tornaram uma parte muito amada da vida no campus segundo a diretora.

Contudo, muitos moradores da área onde fica o orfanato, conhecida como Williamson, não conseguem entender que os cães recebem alimentos que os humanos não poderiam comer, como rações e petiscos, disse Krabacher.

Assim, os animais de estimação são cada vez mais vistos como uma ameaça. Como o orfanato abre o campus para a comunidade quando as remessas de arroz e feijão chegam, e também para a realização de exames médicos e serviços religiosos pessoas transitam dentro das instalações esses dias.

Krabacher acredita que foi durante um culto na igreja em janeiro de 2018 que um aldeão, a quem ela descreveu como praticante de vodu, alimentou com seis dos cães carne de rato envenenada. Cinco não sobreviveram.

A mesma coisa aconteceu novamente em janeiro e dois cães foram mortos.

Em outro exemplo contado por ela, uma mulher idosa jogou uma pedra em um cachorro que estava vindo em direção a sua comida e o animal não sobreviveu.

Essas fatos combinados com o aumento da violência política devido a conflitos envolvendo milicianos que dominaram a área e estão trabalhando para um grupo governamental de oposição, Krabacher decidiu que era hora de tirar os cachorros de lá.

As crianças e os funcionários do orfanato estão bem e protegidos, enfatizou ela, mas com tantas pessoas entrando e saindo e com atitudes culturais difusas em relação aos animais, a segurança dos cães não pode ser garantida, disse a diretora.

“Tem sido difícil para as crianças, que passaram a amar os cães, mas eles reconhecem que os cães estão em risco”, disse Krabacher. A idéia dos cães serem transferidos para uma área como Aspen se tornou atraente para as crianças, disse a diretora.

A realidade é que os cães precisam de ajuda urgente e até mesmo as crianças do orfanato, que os amam e sofrerão ao perdê-los, entendem o perigo da situação e aceitam que precisam realocar seus animais de estimação para salvar suas vidas.

Conforme informações do Aspen Daily News, Susie Krabacher, CEO da Haiti Children, e Anne Cooley do Aspen Animal Hospital estão arrecadando doações para pagar um voo de um jato particular que leve os 22 cães, incluindo oito que são filhotes de 7 meses de idade até os EUA.

Lares adotivos em Aspen e áreas vizinhas também serão necessários para os cães resgatados que são descritos como uma “versão menor de uma mistura entre um pastor alemão e um labrador.” A maioria dos cães viveu suas vidas inteiras no orfanato e receberam cuidados veterinários, todos documentados, com exceção dos filhotes que ainda não foram imunizados.

Uma vez realocados com segurança, o Hospital de Animais de Aspen informou que doará “todas as necessidades médicas iniciais, incluindo vacinas para os filhotes, procedimentos de castração e esterilização contra parasitas e exames de saúde”.