Deputada denuncia que animais passam fome em zoo de Teresina (PI)

A deputada estadual Teresa Britto (PV) usou a tribuna da Assembleia Legislativa na terça-feira (23) para denunciar o Zoobotânico de Teresina, no Piauí, por maus-tratos a animais. Segundo ela, os animais mantidos em cativeiro no local estão passando fome.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

“Temos recebido notícias e denúncias de que os animais que estão no zoobotânico estão passando fome e isso é inadmissível e pode ser considerado maus-tratos aos animais, passível de ação civil pública contra o Governo do Estado”, disse Teresa.

Líder do governo, o deputado Francisco Limma (PT), nega as denúncias e afirma que os animais estão recebendo os cuidados necessários. As informações são da ALEPI.

A deputada disse que iria pessoalmente ao parque, com entidades de proteção animal, para verificar as condições dos animais.

Segundo Teresa, o Piauí precisa de uma política de proteção animal. “Nós andamos pelo estado todo e encontramos vários animais de grande e pequenos porte pelas estradas sem nenhum amparo, enquanto temos tantas áreas públicas que poderiam ser transformadas em parques de acolhimentos a esses animais”, defendeu.

Australiana dedica a vida a resgatar e salvar a vida de morcegos órfãos

Uma autoproclamada “senhora dos morcegos” gasta até mil dólares por semana para manter vivos os morcegos órfãos que resgata. A maioria deles atingidos pelo recente evento de calor no extremo norte de Queensland, Austrália.

A mulher que vive em Kuranda, Rebecca Koller, começou a cuidar das raposas voadoras no final do ano passado, quando um terço das espécies do mamífero teriam morrido durante as altas temperaturas que quebraram recordes no país.

Ela inicialmente se viu cuidando de cerca de 450 morcegos, disse Rebecca à ABC News, mas o número de animais em necessidade tem crescido desde então, aumentando significativamente para mais de 600 esta semana.

Koller disse que quase 23 mil morcegos morreram no ano passado, mas que a onda de calor foi apenas um fator na morte de tantas vítimas.

“Nós tivemos também um evento de fome; eles não tinham comida suficiente, então tivemos todos esses filhotes que nasceram desnutridos”, disse Koller.

Ela disse que a falta de comida significava que os morcegos estavam se alimentando de tudo que conseguiam, incluindo o tabaco selvagem, o que estava causando deformidades nos morcegos que nasciam.

Ms Koller disse que a situação foi agravada pela temporada do carrapato, o que contribuiu para que um terço da população de morcegos acabasse sendo eliminada.

A cuidadora da vida selvagem conta que reabilitar os animais não é apenas trabalho duro, mas também um exercício de custos elevados devido ao grande número de filhotes órfãos aos seus cuidados.

“Está custando bem mais de mil dólares por semana apenas em frutas, e estou passando de cerca de 10 caixas por noite (para consumo dos animais)”, disse ela.

Os morcegos exigem que a comida deles seja picada e cortada em cubos e, quando você multiplica isso pelo número de animais no abrigo, a operação se torna uma tarefa que exige muito”, disse ela.

Koller disse que a limpeza dos recintos onde ficam os animais pode ser cansativa, já que ela precisa esfregar as bandejas de comida todas as manhãs.

Ela acrescentou que os morcegos são muitas vezes criaturas incompreendidas, mas eles são animais adoráveis, que tem necessidade de cuidados humanos.

Koller afirma que os morcegos desempenham um papel significativo no ecossistema e sem eles as florestas tropicais deixariam de existir.

“A população desses animais agora é metade do que era quando comecei a trabalhar com eles, você ouve falar de uma espécie que pode se tornar extinta durante seu período de vida, mas realmente ver isso acontecer é definitivamente assustador”, disse ela.

Apesar de ser um trabalho fisicamente e emocionalmente desgastante, Koller disse que não faria isso de outra maneira – especialmente quando ela vê os morcegos retornarem à natureza.

“No momento em que você tem a oportunidade de assistir eles voarem livres e começarem a pular em torno das árvores e interagir com uma colônia selvagem … isso faz com que cada segundo valha a pena”, disse ela.

Cão com suspeita de cinomose sofre maus-tratos e precisa de resgate em SP

Um cachorro com suspeita de cinomose que foi abandonado na rua pelo tutor, que mudou de endereço, está passando fome e sede e sendo maltratado. Ele está vivendo na região de Guaianazes, na zona leste de São Paulo e precisa ser resgatado com urgência. O cão está com muita secreção nos olhos e no nariz e se não receber ajuda irá morrer na rua. Ele também cambaleia muito e perde o equilíbrio. Interessados em ajudá-lo devem entrar em contato com Brenda pelo telefone 11 95167-6218.

Com medo de passar fome, cão traumatizado guarda ração para depois

Um cachorro resgatado de uma casa na qual vários cães eram negligenciados e maltratados ficou traumatizado devido a tudo o que viveu. Inicialmente, Otávio, como era chamado, não conseguia aceitar nem mesmo o contato humano. Apesar de ter evoluído e passar a aceitar a aproximação da família que lhe adotou, a hora de comer revela um trauma que o cão ainda não superou: o medo de passar fome.

(Foto: Arquivo Pessoal / The Dodo)

Quando recebe ração da tutora Joice Lamas, o cachorro nunca come tudo, deixando metade do alimento na vasilha. As feridas físicas que Otávio tinha quando foi resgatado foram curadas, já as que estão dentro dele, habitando seu psicológico, perduraram, e o medo de não ter o que comer o faz racionar a comida.

“É triste”, disse Joice. “Eu sempre digo a ele: ‘Tudo bem se você comer tudo’”, completou. As informações são do jornal The Dodo.

A tutora decidiu dar um novo lar para Otávio mesmo sabendo de todos os traumas que ele carregava. No começo, ele tremia quando Joice se aproximava dele. Agora, já se aconchega no colo dela e adora receber carinho, demonstrando uma grande evolução. O próximo passo é aprender que não precisa guardar alimento para depois, pois sempre haverá ração disponível para ele.

(Foto: Arquivo Pessoal / The Dodo)

“Desde o primeiro momento em que o vimos, nunca mais nos separamos”, afirmou Joice. “Eu sei que ele nunca ficará sem nada na vida novamente – principalmente comida e amor. Nós tentamos fazê-lo tão feliz quanto possível”, acrescentou.

Joice admite que cuidar de um cachorro que foi vítima de abusos pode ser um desafio, mas vê-los se transformando no que realmente são, livres de traumas, faz todo o esforço valer a pena.

“Eles precisam de paciência e muito amor, porque podem demorar mais para se adaptar. Mas é notável como o amor muda os animais. Um animal resgatado é muito mais doce, mais grato e carinhoso do que os outros. Eles são simplesmente incríveis!”, concluiu.

(Foto: Arquivo Pessoal / The Dodo)

Cavalos raquíticos comem lixo para sobreviver em ruas de SP

Moradores denunciam que cavalos foram largados na rua e estão passando fome e sede na Zona Noroeste, em Santos.

Animais reviram lixo e correm risco de atropelamento ao andarem sozinhos em Santos. — Foto: G1 Santos

Dois cavalos extremamente magros estão deixando moradores de Santos, no litoral de São Paulo, bastante preocupados. Segundo moradores ouvidos pelo G1, os animais estão passando fome e sede, o que faz com que se alimentem de restos encontrados no lixo. Além disso, a dupla circula por avenidas e ruas com tráfego intenso de veículos, colocando a vida deles mesmos e dos motoristas em risco.

“É desumana a situação em que estão esses animais”, relata a professora, Sandra Aguiar, de 43 anos. Sandra trabalha próximo ao local que os cavalos ficam e, de acordo com ela, os animais são vistos nessa situação desde dezembro. “Cheguei a ligar para Codevida pedindo o resgate. A atendente se sensibilizou com e ficou de mandar verificarem, mas acho que não resolveram”.

Márcia Nagahiro, de 54 anos, sempre visita a irmã que mora no bairro Rádio Clube e conta que também vê os animais revirando o lixo com frequência. “Quando vi o cavalo comendo lixo, corri para fechar a tampa da lixeira com medo que eles comessem sacolas plásticas. Da dó de ver a situação, não sei se eles tem dono ou não, mas vejo que sofrem bastante”, relata.

Animais comem mato das laterais da ciclovia da cidade. — Foto: G1 Santos

A veterinária Renata Souza, de 29 anos, destaca a gravidade da situação, principalmente pelos animais estarem fora do habitat natural. “A saúde fica bastante debilitada, além de passarem fome, eles estão expostos à doenças. Percebe-se que eles estão extremamente magros. O filhote, que para crescer de forma saudável precisa de alimentação mais regrada, está sendo amamentado com o leite da mãe que consome lixo, então não tem os nutrientes necessários”, relata.

Renata também explica que o risco de atropelamento não é só para o cavalo, mas também para a pessoa que esteja no veículo que pode atingir o animal. “O impacto para quem atropela um cavalo, pelo tamanho e peso do bicho, é fatal em aproximadamente 70% dos casos. O cavalo dificilmente morre na hora, ele fica agonizando. Pode sofrer uma fratura e terá que ser eutanasiado”, afirma.

Em nota, a Prefeitura destacou que é proibido criar animais de grande porte na cidade, sobre pena de multa entre R$ 1.000 e R$ 50.000. Segundo informações, em dezembro, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMAM) demoliu 6 baias para cavalos na Zona Noroeste.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a Semam abriu licitação e já escolheu uma empresa para prestação de serviço de apreensão, transporte, estadia, alimentação e destinação de animais de grande porte. Mas, o contrato está em fase de assinatura.

A Semam, de acordo com a prefeitura, já foi ao local em que a população relatou que os cavalos estavam circulando, mas não encontrou os animais lá. Caso retornem, o recolhimento já está autorizado e o local de destino não será divulgado por questões de segurança.

Fonte: G1

Abaixo-assinado tenta impedir abertura de novo aquário na Flórida

Apesar das comprovadas crueldades cometidas contra os animais em locais como este, a SeaQuest de Fort Lauderdale está prestes a inaugurar uma nova instalação no The Galleria Mall.

Foto: Reprodução | Facebook

O passado do SeaQuest é bastante conturbado. Inspeções fracassadas, aves sem acesso à comida ou água, preguiças e capivaras importadas ilegalmente, animais armazenados em porões, enguias, arraias e polvos encontrados mortos por causa de águas maltratadas, são apenas alguns dos horrores presentes no currículo da empresa.

Manter os animais cativos é bastante estressante para eles e acrescentando abuso e negligência, é totalmente cruel. No SeaQuest em Portland , mais de 200 animais morreram de inanição, infecções, falta de energia, ataques de companheiros de tanques incompatíveis, animais presos em telas de drenagem, entre diversos outros motivos.

Segundo a página do Facebook No SeaQuest no Galleria Mall, em Fort Lauderdale, logo após ser inaugurado no mês passado, na Califórnia, o SeaQuest Folsom já tinha críticas negativas.

Além de ignorarem completamente os cuidados com esses animais, o CEO da SeaQuest, Vince Covino, e seu irmão, Ammon Covino, ambos tem total desrespeito pela lei quando o assuntos são os aquários. Vince tem um histórico de violações de investimento, e Ammon tem frequentes problemas com a lei por comprar ilegalmente animais e vendê-los a aquários.

No Facebook o grupo desabafou: O SeaQuest é um negócio que explora e abusa abertamente os animais  apenas para encher os bolsos. Precisamos impedir que outro local seja aberto!