Cachorrinha especial viaja pelo mundo após ser adotada

Foto: Instagram/hotrodmel

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Mel, uma Pit Bull de oito anos, pode precisar de uma cadeira de rodas para se locomover, mas isso não a impede de viajar pelo mundo todo com seu pai, Tom Dilworth.

Dilworth foi ao abrigo Yonkers Animal Shelter para ver outro cachorro, mas acabou adotando Mel. Dilworth aproximou-se de Mel, que deitou a cabeça em sua perna e, naquele momento, ele soube que precisava levá-la para casa.

Foto: Instagram/hotrodmel

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Logo depois de adotar Mel, Dilworth percebeu que ela tinha problemas com seu equilíbrio que continuaram a piorar com o tempo. Dilworth acabou descobrindo que Mel tinha uma doença neurológica que afeta seu equilíbrio.

Foto: Instagram/hotrodmel

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A doença causava a dor de Mel. Ela tinha dificuldade em andar sozinha. Com a ajuda de Eddie Wheels for Pets, Dilworth colocou Mel em uma cadeira de rodas para ajudá-la a se locomover.

Dilworth é fotógrafo profissional e adora viajar, mas nunca vai a lugar algum sem a sua fiel parceira canino.

Foto: Instagram/hotrodmel

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Mel começou a conhecer e explorar novos e incríveis lugares com seu pai e está amando sua segunda chance na vida.

Clique aqui para acompanhar as aventuras de Mel no Instagram.

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Casal refloresta 600 hectares de área para abrigar 500 espécies sob risco de extinção

Um casal brasileiro reflorestou 600 hectares de área em Minas Gerais para abrigar 500 espécies ameaçadas de extinção. O famoso fotógrafo Sebastião Salgado e sua esposa decidiram plantar as árvores após retornar ao local onde ele viveu na infância e encontrar um cenário de devastação que comprometia a existência de diversos animais.

Foto: Reprodução / Portal do Animal

“A terra estava tão doente quanto eu – tudo foi destruído. Apenas 0,5% da terra estava coberta de árvores. Então eu e minha esposa tivemos a ideia desafiadora de replantar a floresta. E quando começamos a fazer isso, aos poucos, todos os insetos, pássaros e peixes retornaram; graças ao aumento do número de árvores, eu também renasci como pessoa”, disse Salgado, segundo informações do jornal britânico The Guardian.

Pouco tempo depois, Salgado criou, com o apoio da família, o Instituto Terra e ele e sua esposa plantaram mais de dois milhões de árvores em um período de 20 anos. Segundo o portal Science Insanity, a primeira muda foi plantada em dezembro de 1999. No início, cerca de 24 trabalhadores foram contratados para ajudar no trabalho de reflorestamento. No entanto, logo que a notícia sobre a ação do casal repercutiu, dezenas de pessoas se ofereceram para ajudar de forma voluntária. O casal também recebeu uma doação de 100 mil mudas de árvores.

Foto: Reprodução / Portal do Animal

Com o passar dos anos, as árvores da região começaram a florescer e deram origem a uma floresta densa, que resultou no aumento pluvial da região, além de propiciar um clima ligeiramente mais frio. As informações são do Portal do Animal.

“As florestas são essenciais. Precisamos de árvores nativas para coletarmos os frutos que utilizamos para nos alimentar, assim como os herbívoros. Sem elas, não há ciclo da vida”, disse Salgado. “Precisamos ouvir o que os nativos falam sobre a mãe terra. Extraímos muito da natureza, e precisamos devolver isso de alguma forma. A mãe terra necessita de algum tipo de retorno espiritual. Temo que seremos comprometidos se não olharmos com mais amor para a natureza”, completou.

A área reflorestada pelo casal conta atualmente com 293 espécies de árvores e rejuvenesceu uma área equivalente a 1,5 mil acres de floresta tropical.

Foto: Reprodução / Portal do Animal

Fotógrafo registra luto de gorilas após morte de membros da família

Um fotógrafo registrou um momento de luto vivenciado por gorilas após a morte de membros da família no Parque Nacional dos Vulcões, em Ruanda, na África. As imagens mostram a dor do grupo após uma fêmea e um macho do grupo morrerem.

Foto: Reprodução / Hypeness

Os gorilas cheiraram, manipularam, lamberam e se sentaram ao lado dos corpos, como numa espécie de ritual de despedida. Os animais morreram em decorrência de uma doença. As informações são do portal Hypeness.

De acordo com os cientistas da Dian Fossey Gorilla Fund, instituição que protege gorilas e seus habitas, esses animais constroem laços afetivos e sociais reconhecíveis diante da morte. Segundo eles, quanto mais forte o laço com os animais mortos, mais intensa e duradoura é a interação com os cadáveres. É possível, inclusive, que a despedida dure mais de um dia.

No caso dos animais do Parque Nacional dos Vulcões, o filho da gorila fêmea tentou mover a cabeça dela e até mesmo mamar, apesar de já ter passado do período do desmame há bastante tempo.

Foto: Reprodução / Hypeness

Não é a primeira vez que gorilas realizam um ritual de luto junto de familiares mortos. É comum, inclusive, que eles gritem e batam no próprio peito enquanto assimilam a morte de um integrante do bando.

A preocupação dos cientistas, no entanto, é que, em caso de morte por doenças, como aconteceu com os gorilas do parque em Ruanda, os animais vivos acabem se contaminando e adoecendo após entrar em contato com os corpos para se despedir dos companheiros.

Esquilo enfrenta águia com o dobro do seu tamanho e sai vitorioso

Foto: Roger Stevens Jr.

Foto: Roger Stevens Jr.

Um fotógrafo especializado em imagens da natureza testemunhou uma virada inesperada no reino animal na segunda-feira (11), quando um esquilo saiu vitorioso em uma batalha com uma águia enorme.

Roger Stevens Jr. estava passando por uma loja da Rite Aide em Lincoln, Maine (EUA), quando olhou pela janela do carro e viu uma águia careca empoleirada no topo de uma árvore.

Notando que o pássaro estava agindo estranhamente, Stevens – que nunca sai de casa sem sua câmera – saiu do carro para tirar algumas fotos da belíssima ave.

Foto: Roger Stevens Jr.

Foto: Roger Stevens Jr.

Quando ele se aproximou, avistou outra criatura, um pequeno esquilo cinzento, sentado em um galho paralelo, olhando para o pássaro que se aproximava dele.

Nos 10 minutos seguintes, os adversários improváveis se enfrentaram em uma batalha épica, com o esquilo aparentemente não se abalando com o olhar ameaçador do predador enorme.

O esquilo ficava apenas testando o quão próximo ele poderia chegar da águia sem ser pego. Isso foi percebido pela ave, que não tirava os olhos dele, enquanto o esquilo continuava apenas provocando de forma ousada, conta Stevens ao Bangor Daily News.

“Aquele esquilo esperto parecia saber o quão perto ele poderia chegar da águia para realmente deixá-la louca”, disse ele.

Correndo para cima e recuando, bem na frente da águia, entre avanços e retornos, o esquilo parecia determinado a afastar o pássaro de seu território.

Em certo ponto, o roedor pareceu perder terreno no duelo, quando foi obrigado a procurar abrigo em uma cavidade no tronco da árvore, depois que a águia abriu suas asas em sinal de alerta.

Foto: Roger Stevens Jr.

Foto: Roger Stevens Jr.

Mas notavelmente, a criatura teimosa emergiu mais uma vez e aumentou seus esforços para insultar e confrontar a águia.

Stevens diz que o esquilo subiu pela árvore três ou quatro vezes e ficou cara a cara com a águia.

E incrivelmente, a persistência da pequena criatura foi recompensada quando a ave de rapina se submeteu ao ataque do esquilo e finalmente voou para longe, desistindo do território.

Acreditando que a batalha representasse a versão da natureza de Davi e Golias, Stevens compartilhou uma série de imagens no Facebook.

“É como o garotinho mais novo enfrentando o grandalhão mais forte”, disse ele à CBS. “Isso é um tipo de comportamento que você simplesmente não vê com frequência”.

Stevens acrescentou que o esquilo estava realmente agindo para proteger seu lar do pássaro.

Fotógrafo há 21 anos, Stevens descreveu o evento como um encontro raro, “coisa de uma vez na vida inteira”. Ele tem sete livros publicados e um oitavo sobre águias, que contará com essas imagens, a ser lançado em breve.

 

Nota da Redação: Ressaltamos que a águia estava apenas seguindo seu instinto, o que é muito natural sendo ela uma ave territtorialista. Não há vilões nessa história, pois a natureza equilibra e resolve as situações de convivência entre as espécies sozinha e sempre da melhor forma, desde que não haja interferência humana.

Fotógrafo registra últimos momentos de vida de animais ao lado de tutores

O fotojornalista e professor-assistente da Universidade do Colorado (EUA), Ross Taylor, registra há duas décadas situações traumáticas vividas por famílias. Na mais recente foto-série realizada pelo fotógrafo e intitulada “Last Moments” (Últimos Momentos, em tradução livre), ele registrou os últimos instantes de vida de animais ao lado dos tutores. As fotos carregam muita sensibilidade, dor e emoção.

Foto: Ross Taylor

“A minha esperança é que esse trabalho documental ajude a desenvolver a empatia em relação aos outros, fornecendo mais informações sobre as condições que algumas pessoas compartilham”, disse Ross ao portal BuzzFeed News.

Com autorização prévia de tutores e veterinários, Ross teve acesso à rotina de dezenas de famílias e capturou com as lentes de sua câmera momentos dramáticos entre tutores e animais. As imagens mostram os laços de amor e companheirismo entre humanos e animais.

“O foco do Last Moments, em parte, é ajudar aqueles que passam por este processo a saber que não estão sozinhos, e que sua dor não deve ser negligenciada, nem minimizada pelos outros. É real e doloroso,” explicou Ross.

Foto: Ross Taylor

Apesar de toda dor sentida durante o ensaio fotográfico, Ross garante que este foi um dos trabalhos mais incríveis que ele já teve a oportunidade de fazer. Diz ainda que as fotos o ajudaram a enxergar e admirar o trabalho dos veterinários.

Segundo o fotógrafo, a tristeza das famílias que perdem um animal é tão grande que, no momento do ensaio fotográfico, elas se esquecem da câmera, choram e soluçam bastante. Os tutores, segundo Ross, também demonstram profunda gratidão aos veterinários, por terem feito o melhor pelos animais.

“Há uma imagem particular de uma mulher que está angustiada e grita em voz alta a perda seu cachorro, apenas momentos depois que percebeu que ele havia morrido. Essa senhora passa a mão carinhosamente no rosto de seu cãozinho, enquanto seu marido e o veterinário, Dr. Dani McVety, estendem a mão para consolá-la. Foi um dos primeiros casos que presenciei e teve um impacto profundo em mim. Foi nesse momento que percebi a importância de documentar a intensidade do vínculo”, concluiu Ross.

Confira mais fotos:

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Foto: Ross Taylor

Turista espanta chita usando câmera fotográfica e é massivamente criticado pela internet

Foto: Wonders of Africa/Instagram

Foto: Wonders of Africa/Instagram

Um fotógrafo filmado espantando de forma agressiva uma chita curiosa, que tentava subir a bordo do jipe de turismo em que ele estava, foi “surrado” online.

O vídeo, que foi postado no Instagram da Wonders of Africa, mostra duas chitas curiosas enfiando as cabeças sobre a lateral do veículo e logo em seguida o homem – não identificado – começa a empurrá-las, atacando-as com a câmera fotográfica.

Além de terem seu território invadido por turistas, os animais, selvagens por natureza, ainda tem que tolerar serem enxotados quando se aproximam dos estranhos.

Os animais confusos se afastaram não sem antes rosnar para o homem, que continuou a espantar as chitas investindo com a câmera em sua direção.

O episódio continuou por vários segundos antes que o guia da excursão ligasse o veículo e as chitas se afastassem lentamente.

Nas mídias sociais, o fotógrafo, o guia e o motorista foram severamente criticados pela forma como lidaram com a situação.

Alguns comentários de usuários, reproduzidos abaixo, evidenciam o desagrado e contrariedade com que o ato do fotógrafo foi recebido pelo público.

Um usuário do Instagram disse: “Deixe o idiota com a câmera inconsciente e empurre-o para fora do veículo após remover todos os seus pertences”.

“Vamos ver como eles se sai frente a frente com a chita, mão contra pata, depois de provocá-las empurrando uma teleobjetiva no rosto das onças, por que existem pessoas assim?”.

Outro disse usando a ironia: “Ah, claro, provoque a chita mesmo. Isso com certeza terminará bem. O guia deveria ser orientado a não deixar isso chegar tão longe – até o ponto em que eles estão quase entrando no carro”.

“Eu acabei de voltar de um safári, e sei que de maneira nenhuma um guia responsável deixaria isso acontecer. Você pode até se aproximar respeitando o espaço e o território dos animais, mas nada além disso. Não há nada engraçado sobre este post”.

Um outro acrescentou: “Ele deveria ligar o carro e sair logo, evitando assim que o animal subisse nele … O ideal mesmo é evitar esse hábito de chegar tão perto dos animais, pois ele está transformando nossos grandes felinos em animais domésticos”.

E outro disse: “Você tem sorte que a chita não reagiu ao seu “xôôô”’. Acho que a buzina teria sido uma boa ideia ou outro ruído agudo.

“A chita deveria ser bem mansa ou acostumada a visitantes se elas foram corajosas o suficiente para subir no jipe. Mas isso poderia ser evitado”.

E outro acrescentou: “O homem estava golpeando a pobre criatura … suas ações não estavam corretas e eram agressivas, o que sem dúvida causou a reação da chita”.

Animais não são fantoches para desempenhar papéis coreografados perante uma audiência humana, ao invadir seu habitat assume-se o risco de ter que arcar com suas naturezas predatórias, no caso das chitas.

O respeito ao espaço alheio e ao meio ambiente evita acidentes provocados por leviandade e ignorância.