Fotógrafa tira fotos de cães idosos abandonados para incentivar adoção

A fotógrafa Gabriela Delcin Pires criou um projeto chamado “Olhar Curupira”, por meio do qual fotografa animais idosos abandonados para incentivar a adoção. A ideia de fazer as fotos veio após a cadela Tutu, que viveu quase 19 anos com Gabriela, morrer.

Foto: Gabriela Delcin Pires

“O Projeto Olhar Curupira foi criado depois que minha cachorra Tutu, que ficou comigo por quase 19 anos, se foi, e durante os últimos anos da vida ela ficou senil, a idade fez com que ela não enxergasse mais, não ouvisse mais, no último ano tínhamos que escalar aqui em casa quem “dormiria” com ela, pois ela latia assustada durante a noite, tínhamos que tapar qualquer lugar que ela pudesse se enfiar, dar alimento na boca… às vezes ela não nos reconhecia, mas não tinha problema, nós sabíamos quem ela era e ela já tinha dado amor demais para gente”, contou a fotógrafa. “Até que um dia ela não conseguia mais levantar, comia apenas quando dávamos comida na boca dela, e começou a sentir dor, foi então que decidimos que deveríamos deixar ela ir, e foi quando levamos ela para a clínica”, completou.

Gabriela lembra com carinho do tempo que viveu ao lado da cadela. “Talvez eu não me lembre de como era a vida antes dela, daquele amor puro e sincero, e quando senti o último batimento de seu coração eu sabia que ela continuaria comigo para sempre, ela faz parte de quem eu sou”, disse ao portal Razões Para Acreditar.

Foi então que a fotógrafa começou a escrever sobre tudo o que ela julgava que a cadela havia tentado lhe ensinar, “sobre como o amor deveria ser algo leve, simples e puro, sobre como levar uma vida de cachorro”.

Foto: Gabriela Delcin Pires

Gabriela percebeu que “existem muitas Tutus, que foram abandonadas em abrigos, confusas por não entenderem o que fizeram para estar lá. Mesmo dando amor uma vida inteira, foram abandonadas pela família”.

“Resolvi então registrar esses animais para conscientizar as pessoas que eles existem, que animais envelhecem, mas que eles vão dar muito, muito, muito amor, mas chega uma hora que temos que retribuir, e que tem muitos que estão sob cuidado de lugares lindos e por protetores maravilhosos, mas que talvez nunca mais encontrem um lar, e passem o resto da vida deles lá, mas que precisam de cuidados e amor, e de certa forma sinto que o coração da Tutu continua batendo dentro do coração deles”, concluiu.

Gabriela lembra que os animais que vivem nos abrigos precisam de amor e que o intuito dela com o projeto é fazer as pessoas entenderem que se elas não puderem adotar, podem “entrar em contato com os abrigos para apadrinhar ou até mesmo visitar esses animais”.

Gabriela tem um site onde divulga seu trabalho como fotógrafa e criou um perfil no Instagram para publicar as fotografias do “Olhar Curupira”.

Confira mais fotos:

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Foto: Gabriela Delcin Pires

Fotógrafo registra luto de gorilas após morte de membros da família

Um fotógrafo registrou um momento de luto vivenciado por gorilas após a morte de membros da família no Parque Nacional dos Vulcões, em Ruanda, na África. As imagens mostram a dor do grupo após uma fêmea e um macho do grupo morrerem.

Foto: Reprodução / Hypeness

Os gorilas cheiraram, manipularam, lamberam e se sentaram ao lado dos corpos, como numa espécie de ritual de despedida. Os animais morreram em decorrência de uma doença. As informações são do portal Hypeness.

De acordo com os cientistas da Dian Fossey Gorilla Fund, instituição que protege gorilas e seus habitas, esses animais constroem laços afetivos e sociais reconhecíveis diante da morte. Segundo eles, quanto mais forte o laço com os animais mortos, mais intensa e duradoura é a interação com os cadáveres. É possível, inclusive, que a despedida dure mais de um dia.

No caso dos animais do Parque Nacional dos Vulcões, o filho da gorila fêmea tentou mover a cabeça dela e até mesmo mamar, apesar de já ter passado do período do desmame há bastante tempo.

Foto: Reprodução / Hypeness

Não é a primeira vez que gorilas realizam um ritual de luto junto de familiares mortos. É comum, inclusive, que eles gritem e batam no próprio peito enquanto assimilam a morte de um integrante do bando.

A preocupação dos cientistas, no entanto, é que, em caso de morte por doenças, como aconteceu com os gorilas do parque em Ruanda, os animais vivos acabem se contaminando e adoecendo após entrar em contato com os corpos para se despedir dos companheiros.

Ensaio fotográfico garante novos lares para cães acolhidos por ONG

Um ensaio fotográfico garantiu um final feliz para a vida de muitos cachorros de uma ONG nos Estados Unidos. A Humane Society of Utah (Sociedade Humana de Utah, em tradução livre), abrigo para animais nos Estados Unidos, decidiu tentar sensibilizar possíveis adotantes através de fotos encantadoras. E a tentativa funcionou.

Nero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

O abrigo trabalha especialmente com o resgate de cachorros e, por isso, precisa sempre encontrar novos tutores para os cães salvos de maus-tratos e do abandono. As informações são do Portal do Animal.

Como nova tática para encontrar lares para os animais, o abrigo decidiu apostar em um ensaio fotográfico. O trabalho resultou em belas fotos que chamaram a atenção dos internautas após serem divulgadas na internet.

O projeto contou com a ajuda do fotógrafo profissional Guinnevere Shuster. Foram feitas imagens fofas, curiosas e até mesmo engraçadas, que cativaram os possíveis novos tutores.

No entanto, apesar de dezenas de cães terem sido adotados graças às fotografias, outros ainda aguardam por adoção no abrigo.

Confira mais fotos abaixo:

Kenai: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Angel: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Spot: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Hero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Dug: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Fido: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Artimus: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Russo: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Roxy: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Droopie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Annie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Os irmãos, CJ e Badger: adotados (Foto: Guinnevere Shuster)

Chip: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Lacey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bit O’Honey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bandit: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Little Bear: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Jax: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Rhino: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Floyd: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

 

Ativistas veganos documentam o sofrimento animal pelo mundo

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Os ativistas e fotógrafos embarcaram no projeto há 10 meses, quando deixaram suas vidas em Londres (Inglaterra) para documentar a situação dos animais explorados e abusados em todo o mundo.

O casal de ativistas veganos lançou um arquivo de livre acesso e gratuito contendo fotografias e filmagens da exploração de animais, chamado Moving Animals, em uma tentativa de conquistar um progresso efetivo no movimento pelos direitos animais.

A ferramenta, que será alimentada continuamente, contém atualmente mais de 500 imagens que foram acumuladas nos últimos 10 meses em todo o Sri Lanka, Índia e Reino Unido.

O arquivo foi criado pelos ativistas e fotógrafos Amy e Paul, que se conheceram enquanto trabalhavam para a PETA UK. Eles começaram a documentar a exploração animal em todo o mundo depois de receber apoio da Culture and Animals Foundation.

Eficácia comprovada

De acordo com o casal, as imagens e filmagens já foram divulgadas por algumas das mais importantes plataformas de notícias, instituições de caridade para animais e canais de mídia social, incluindo nomes como UNILAD, The Independent, PETA e Mail Online.

“Acreditamos que imagens poderosas e narrativas eficazes têm o poder de mudar a mentalidade das pessoas e, assim, cada acesso que recebemos traz consigo a promessa de tornar o mundo um lugar melhor para os animais, um ser humano de cada vez”, afirmaram os ativistas em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Temos a esperança que nossas fotografias e filmagens ajudem a contar as histórias dos animais que são forçados a permanecer em silêncio”.

O arquivo esta disponível aqui – todo o conteúdo é gratuito para organizações, ativistas, grupos de discussão de mídia e plataformas de mídia social, mas a utilização das imagens deve ser creditada à Moving Animals.

Tutor usa câmera escondida para filmar seu gato durante a noite

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Gatos são famosos por adorarem passeios externos. Eles costumam cochilar em pequenos períodos durante o dia, chegando a dormir de 12 a 16 horas no total – mas é a noite que a ação realmente acontece. Pode não ser uma informação muito conhecida, mas os gatos são na verdade animais noturnos.

Claro que eles ajustam um pouco seus padrões de sono para combinar com os de seus tutores, mas em geral a noite é o horário em que eles gostam de sair e brincar.

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

O tutor de um gato na Tailândia, curioso para saber exatamente que tipo de travessuras seu companheiro felino realizava à noite, montou uma câmera escondida para gravar o gato enquanto ele (tutor) dormia.

Como já se pode imaginar, ele filmou uma atividade anormal de “ronronar” demonstrando carinho e ternura, enquanto seu companheiro peludo observava seu sono com atenção.

Lomphonten Lomphontan, tutor do gato e também usuário do Facebook postou algumas fotos de imagens capturadas pela câmera noturna no grupo tailandês “Cat Lovers Club” na rede social. Como pode se ver pelas imagens, ele foi capaz de flagrar alguns dos momentos mais bonitos e carinhosos entre ele e o felino.

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Os gatos são descendentes do gato-selvagem-africano – um animal prioritariamente noturno. A domesticação de gatos tornou seus padrões de atividade mais diurnos como os humanos, no entanto, a maioria dos gatos ainda acorda pelo menos duas vezes ou mais por noite, como pode ser visto nas imagens.

Lomphonten não é o único usuário do Facebook que tem curiosidade em saber o que os felinos fazem à noite. Pesquisadores da Universidade da Geórgia colocaram pequenas câmeras em 55 gatos na região de Atlanta e, em seguida, estudaram mais de 37 horas de filmagem para identificar tendências.

Assim como seus ancestrais, 44% desses gatos ao ar livre caçavam procurando por pequenos animais selvagens, 85% dessas capturas ocorreram durante as estações mais quentes.

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Sejam eles são internos ou externos, aqueles que dividem a casa com um gato provavelmente já os ouviu fazendo mais barulho à noite, com miados compridos, parecidos com uivos.

Esses choramingos podem acontecer por uma série de razões: velhice, estresse, problemas médicos ou simplesmente tédio (isso acontece especialmente com gatos que ficam dentro de casa e que não tiveram tempo suficiente para brincar).

Se o seu gato está atrapalhando seu sono à noite, há várias sugestões diferentes possíveis. Assim como é feito com as crianças, uma boa opção é tentar cansar o gato quando for chegando a noite, com sessões de brincadeiras. Alimentar o gato antes de dormir, é outra boa ideia, pois eles geralmente tendem a dormir depois de comer uma saborosa e farta refeição.

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

Foto: Lomphonten Lomphontan/Facebook

É importante ressaltar que, mesmo o gato amando seu tutor, ele pode causar ferimentos não intencionais durante a noite. O gato pode perceber um olho se movendo embaixo da pálpebra e ao tentar pegá-lo pode acabar golpeando o rosto do tutor em um movimento brincalhão.

Sejam ele mais noturnos ou diurnos, os gatos seduzem por seu carisma inquestionável, sua independência e o amor incondicional que proporcionam àqueles que tem o prazer de desfrutar de sua companhia.

Prepare-se para ficar apaixonado pelas galinhas mais lindas do mundo

Os dois amigos fotógrafos começaram o projeto que retrata um dos animais terrestres mais consumidos no mundo. Juntando esforços, eles querem mostrar o quão bonitas são as galinhas. A coleção apresenta mais de 200 fotos de espécies de frangos encontrados em todo o mundo.

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

Infelizmente, segundo um relatório da Agropec Consultoria, o consumo de carne de frango nos próximos dois anos deve crescer e se tornar a proteína mais consumida em todo o planeta.

“Nenhuma dessas belezas foi prejudicada, forçada ou presa”, observaram os fotógrafos em sua página no Kickstarter, onde já levantaram quase € 144.000 para o projeto. As informações são do Live Kindly.

Os fotógrafos “deram vida a esses filhotes”, observa a página do Kickstarter. “Você não vai acreditar, mas tudo que eles usaram foi apenas um simples conjunto de luzes, nada mais era necessário: esses meninos e meninas tomaram o centro do palco”.

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

 

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

Tranchellini começou a se interessar por frangos há vários anos, quando procurava por um animal doméstico. Um fazendeiro o apresentou às galinhas, nascendo ali o amor pelos pássaros. Esse sentimento é compartilhados por Monti e os dois decidiram começar a tirar fotos das aves em vários momentos.

“Nós sentimos que as galinhas estavam esperando por seu momento como o centro das atenções”, explicou a dupla em sua campanha no Kickstarter.

Dezenas de bilhões de frangos atualmente no planeta vivem principalmente em galpões escuros e lotados, com dezenas de milhares de outras aves, em péssimas condições de vida, de higiene e saúde para serem mortas pela indústria de corte ou viverem exploradas como galinhas poedeiras.

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

 

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

 

Foto: Moreno Monti e Matteo Tranchellini

Felizmente, essa terrível realidade está mudando. Mesmo que ainda lentamente, os consumidores estão deixando de lado a carne e seus derivados. Carnes veganas estão disponíveis na maioria dos grandes supermercados internacionais. A Just Foods da Bay Area está recriando carne de frango em um ambiente de laboratório – cultivando frango a partir de células animais ao invés de animais inteiros – e também está vendo sucesso com seu ovo baseado em feijão mungo vegano.

O livro de Monti e Tranchellini pode ajudar a desestigmatizar estes animais como apenas formas fontes de proteína com penas – que têm personalidades individuais e emoções assim como as pessoas.

A série britânica “Travel With a Goat” descobriu depois que começou a ser exibida que um em cada seis ingleses que a assistiram disseram que queriam reduzir a ingestão de carne.

Fotos comoventes revelam drama de animais vítimas da tragédia de Brumadinho (MG)

Antes e depois do rompimento da barragem | Foto: Divulgação

O rompimento de uma das barragens da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de BH, não para de fazer vítimas. Até o momento 34 pessoas foram encontradas mortas, 296 estão desaparecidas e milhões de animais morreram tragicamente neste que está sendo considerado um dos maiores crimes ambientais já cometidos no país.

Muitos animais, domésticos e silvestres, ainda estão no local, atolados nos rejeitos de minérios, aguardando socorro. Infelizmente, a maioria deles não sobreviverá, pois a prioridade de resgate é das vítimas humanas. Uma série de iniciativas estão sendo realizadas para minimizar o sofrimento desses seres indefesos.

Membros dos grupos Veterinários da Estrada e Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA) informaram que não medirão esforços para ajudar a salvar os animais. O CRMV de Minas Gerais também está organizando uma força-tarefa de médicos veterinários para atuar no local, aguardam apenas a autorização para começar os resgates.

O deputado estadual Noraldino Junior, presidente da Comissão de Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, anunciou que entrará com pedido de liminar exigindo que a Vale resgate os animais vítimas do rompimento da barragem. “Nós temos que garantir que todas as vidas sejam salvas”, disse.

Pontos de coleta estão sendo organizados em todo o país para receber doações de medicamentos, alimentos e produtos de limpeza e higiene. para conferir a lista clique aqui. Veja abaixo uma série de imagens  registradas por fotojornalistas que mostram o drama e o sofrimento dos animais que aguardam silenciosamente o socorro:

Lucas Prates/Hoje em Dia

Reprodução/TV Record

Giazi Cavalcante

Fernando Moreno/Futura Press

Xinhua/Rodney Costa/Eleven/Agência Estado

Eduardo Anizelli/ Folhapress

Adriano Machado/Reuters

Fábio Barros/Agência Estado

Fábio Barros/Agência Estado

Paulo Fonseca/EFE

Giazi Cavalcanti

Foto: Mauro Pimentel/AFP

Leo Drumond/Agencia Nitro via AP

Foto: Mauro Pimentel/AFP

AFP/Douglas Magno

 

 

 

 

 

Fotógrafa regista imagens encantadoras de 2 bebês elefantes brincando

Dois filhotes de elefante foram vistos brincando no Kruger National Park, na África do Sul.

Um dos jovens elefantes se deita enquanto o outro sobe nele.

 

As fotos alegres mostram amor e carinho entre os dois jovens elefantes enquanto brincam.

Os bebês subiam um no outro, faziam carinho e andavam juntos alegremente.

Eles pareciam ignorar a presença do carro nas proximidades e continuavam brincando.

Inez Allin-Widow, 32 anos, estava visitando o parque quando se deparou com os dois filhotes e parou para fazer os encantadores registros.

A fotógrafa disse que as fotos mostram que os elefantes estavam se divertindo.

 

Ela disse que a queda dos elefantes a fez rir enquanto tirava a foto.

 

Uma das fotos mostra os jovens elefantes caminhando juntos pelo parque nacional.

A fotógrafa holandesa disse: “Nós nos deparamos com uma manada de elefantes e esses dois bebês”.

“Eu gosto de observar elefantes, especialmente os jovens, pois eles sempre me fazem rir – então eu sabia que eles deveriam olhar para a câmera.

“Eles não se importaram em nos ver no carro e continuaram brincando. Acho que as fotos mostram perfeitamente que os elefantes estavam se divertindo muito”. As informações são do Daily Mail.

Eles se depararam com uma manada de elefantes, incluindo os dois jovens.

“A queda deles realmente me fez rir. Eu senti muito calor, amor, carinho e alegria”.

“Tenho muito respeito e amor por eles e essas fotos mostram exatamente o porquê eu os amo”.

 

 

Golfinhos são colocados fora d’água em nome das “selfies” na Indonésia

Uma família de quatro pessoas – um homem, uma mulher e seus dois filhos pequenos – posa para uma foto com dois golfinhos em um piso de plástico seco ao lado de uma piscina.

Foto: Movement to End Animal Circuses in Indonesia

Quando termina, dezenas de outras famílias estão esperando para também fazer o lamentável registro.

Segundo o The Dodo, um investigador do Movimento pelo Fim dos Circos de Animais na Indonésia recentemente filmou as cenas em um dos notórios circos itinerantes da Indonésia , que se apresentava na cidade de Tangerang, em 9 de dezembro.

Nesses circos, que são administrados por várias empresas diferentes na Indonésia, os golfinhos são forçados a fazer truques em pequenas piscinas temporárias cheias de água clorada – e isso pode ter consequências desastrosas para a saúde dos golfinhos .

Foto: Movement to End Animal Circuses in Indonesia

“Eles ficam cegos”, Femke Den Haas, fundador da Jakarta Animal Aid Network (JAAN), disse ao The Dodo. “É como quando você entra na piscina, e depois de uma hora, seus olhos doem porque você está exposto a cloro o tempo todo. E eles têm doenças de pele e também têm úlceras porque o cloro entra em seu corpo “.

Quando o show termina em uma cidade, os golfinhos são carregados em macas e embalados em caixas para que possam ser transportados para o próximo local.

“Acho que ter de viajar o tempo todo nas macas causaria irritação na pele”, disse Lincoln O’Barry, coordenador de campanhas do Projeto Dolphin de Ric O’Barry.  Os golfinhos também estão acostumados a viver na água – seus órgãos estão acostumados a esta condição sem peso. Tenho certeza de que passar tanto tempo fora da água também afeta sua fisiologia. ”

Mas esses não são os únicos problemas associados a esses circos – os golfinhos são alimentados com comida ruim e geralmente não recebem cuidados médicos adequados. Não só isso, mas os golfinhos foram roubados da natureza, e muitas vezes morrem prematuramente devido ao estresse do cativeiro .

Foto: Movement to End Animal Circuses in Indonesia

“Todos os animais de circo sofrem e são maltratados, dia após dia” , disse Namira Annisa, porta-voz do Movimento para o Fim dos Circos de Animais na Indonésia, que faz parte da Fundação Flight .

“Eles definham nesses circos, longe de seus habitats naturais. Mas esses circos argumentam que o uso de animais é “educação”. É isso? O público foi erroneamente informado.”

Em muitos desses shows, os golfinhos são treinados para sair da piscina para que os membros da audiência possam tirar fotos com eles e até mesmo beijá-los. Mas manter os golfinhos fora da água por qualquer período seria muito estressante para os animais, segundo Naomi Rose, cientista de mamíferos marinhos do Animal Welfare Institute (AWI). As informações são do The Dodo.

“Isso é como estar encalhado e os corpos dos golfinhos provavelmente respondem pelo menos parcialmente (menos o medo e o estresse emocional, já que eles foram treinados para fazer isso e sabem que não é permanente) como se estivessem presos”, disse Rose.

“É estressante, como uma simples questão de fisiologia – não importa o que as instalações que conduzem esses encontros digam, é uma questão de fato, não de opinião”, acrescentou Rose.

“Corpos de cetáceos não aguentam estar fora da água por longos períodos, o que é relativo a eles – mais do que alguns segundos é longo demais para um mamífero totalmente aquático.”

Foto: Movement to End Animal Circuses in Indonesia

Os golfinhos não são os únicos animais usados ​​nesses circos – animais como lontras, ursos-do-sol e cacatuas também são forçados a se apresentar. Estranhamente, os treinadores incentivam os golfinhos a sair da água durante as apresentações dos outros animais.

“Eu acho que os golfinhos são mantidos fora da água apenas … para que o público possa ver todo o corpo do golfinho”, disse Annisa.

Essa exibição cria ainda mais preocupações para Rose.

“O golfinho não deve ficar assim, enquanto um mamífero terrestre está se apresentando ao lado dele”, disse Rose. “Além do estresse sobre a fisiologia do animal, permanecendo fora da água por um período prolongado, não é higiênico – estar ao lado de um mamífero terrestre como este não é natural e, portanto, de uma perspectiva de criação não é sábio.”

Felizmente, há esperança de que esses circos itinerantes acabem fechando ou, pelo menos, parem de usar golfinhos. Um circo itinerante – o Indonésio Oriental Circus – parou de usar animais em seus espetáculos de circo , e Annisa espera que outros façam o mesmo.

“Isso criou um precedente importante e esperamos que muitos outros circos se sigam”, disse Annisa.