Homem recebe em casa visita de cerca de 100 maritacas diariamente

O autônomo Marcelo Mantu, de 49 anos, recebe diariamente, em sua casa em Itanhaém (SP), a visita de cerca de 100 maritacas. Para atrair as aves, que vivem em liberdade, ele coloca cerca de 15 kg de frutas e sementes, compradas por ele, nos galhos das árvores da residência.

Maritacas visitam casa de autônomo diariamente (Foto: Marcelo Mantu)

“Sou um grande admirador da natureza e os pássaros e aves me encantam. A natureza responde tudo que você a oferece. Isso me fascina”, afirmou Mantu, que alimenta aves há mais de cinco anos em sua casa, no bairro Cibratel I. As informações são do portal G1.

Mantu conta que tudo começou com uma grande quantidade de pássaros sobrevoando a casa dele. Foi então que o autônomo decidiu colocar banana e mamão no galho de uma árvore plantada em seu quintal.

“No primeiro momento desciam uns quatro pássaros. Mas, há cerca de três anos, os periquitos revoavam pela minha casa. Percebi que não tinha estrutura para todos descerem, então resolvi plantar uma árvore aroeira, que tem grandes galhos”, explicou. Foi então que todas as aves passaram a descer até o quintal de Mantu.

Mantu compra 15 kg de frutas para as aves (Foto: Marcelo Mantu)

“Tem quase 100 pássaros que revezam para se alimentar na minha casa todos os dias. É uma coisa linda, eu agradeço muito a Deus por ter essa oportunidade”, disse.

Além da aroeira, uma jabuticabeira também está plantada no quintal do autônomo, além de outras espécies de árvores. Todas foram colocadas no local para dar qualidade de vida às aves.

Maritacas comem frutas em árvore no quintal do autônomo (Foto: Marcelo Mantu)

O médico veterinário André Luis Andrade aprovou a atitude de Mantu e incentivou a prática de atrair aves, mas mantê-las em liberdade. “Se a pessoa colocar fruta, eles sempre vão lá. Ao invés de deixar o animal em gaiola, pode atrair a ave até a casa e mantê-la livre. É um bom exemplo a ser seguido”, afirmou.

“Eu fico impressionado. São diversas espécies que aparecem aqui, até mesmo sabiás. É muito gratificante”, concluiu Mantu.

Além das maritacas, outros pássaros desfrutam do quintal de Mantu (Foto: Marcelo Mantu)

Outras espécies também visitam o quintal do autônomo (Foto: Marcelo Mantu)


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Segundo pesquisa, 70% dos britânicos de 8 a 16 anos querem mais opções veganas e vegetarianas nas escolas

Por David Arioch

A conclusão é baseada em um questionário respondido por mil jovens (Foto: Getty)

Uma pesquisa conduzida pela empresa de produtos vegetarianos Linda McCartney Foods revelou que 70% dos britânicos na faixa etária de 8 a 16 anos querem mais opções veganas e vegetarianas nas escolas. A conclusão é baseada em um questionário respondido por mil jovens.

Entre os jovens que não consomem carne, 44% afirmaram que a principal motivação é ser “mais gentil com os animais”. Já 31% apontaram em primeiro lugar a preocupação com o meio ambiente, seguido por 19% que justificaram a abstenção como sendo uma questão de saúde.

A pesquisa também foi realizada com pais de alunos – 81% alegaram que não há opções vegetarianas saudáveis e saborosas o suficiente nas escolas. Além disso, 45% dos pais disseram não ver problema caso o filho queira se tornar vegetariano, desde que leve uma vida saudável.

Linda McCartney lança versão vegetariana da linguiça lincolnshire

A Linda McCartney Foods lançou no mês passado uma versão vegetariana da linguiça inglesa do tipo lincolnshire. A principal diferença é que o alimento é baseado em proteína de ervilha.

Com aroma de cebola e sálvia, o produto começou a ser comercializado hoje em embalagens com seis unidades nas lojas da Tesco no Reino Unido.

Na divulgação do lançamento do produto, a marca lembrou que a empreendedora, ativista e fotógrafa Linda McCartney fundou a empresa em 1991, com o intuito de estimular as pessoas a buscarem mais alternativas vegetais.

Equatoriano transforma frutas que seriam descartadas em sorvetes e smoothies veganos

Sabe aquelas frutas que não são comercializadas porque não atendem os padrões estéticos do mercado, que não podem ser exportadas? Estamos falando de frutas que não são consideradas bonitas, que são pequenas demais, grandes demais ou que trazem alguma pequena deformação.

Produtos são oferecidos nos sabores Goiaba, cacau, coco, café tropical, cacau com menta e green vibe (Fotos: Divulgação)

Contra o desperdício de alimentos, é exatamente esse tipo de fruta que a empresa equatoriana Takay Foods está transformando em mistura para sorvetes e smoothies veganos. Cerca de 80% da matéria-prima da Takay são frutas esteticamente indesejadas pelo mercado exportador, e que costumam ser descartadas pela indústria.

Goiaba, cacau, coco, café tropical, cacau com menta e green vibe (uma combinação de frutas e sementes que refletem a biodiversidade do Equador) são os seis sabores oferecidos pela marca até agora. A Takay também utiliza ingredientes como sementes de linhaça e chia, além de sal marinho.

Sediada em Guayaquil, a maior cidade do Equador, a empresa idealizada e fundada por Lucho Escobar já está comercializando seus produtos livres de glúten e de organismos geneticamente modificados (OGM) também nos Estados Unidos – nas redes Whole Foods, Heb, Sprouts, Gelsons e Bristol Farms.

Australiana dedica a vida a resgatar e salvar a vida de morcegos órfãos

Uma autoproclamada “senhora dos morcegos” gasta até mil dólares por semana para manter vivos os morcegos órfãos que resgata. A maioria deles atingidos pelo recente evento de calor no extremo norte de Queensland, Austrália.

A mulher que vive em Kuranda, Rebecca Koller, começou a cuidar das raposas voadoras no final do ano passado, quando um terço das espécies do mamífero teriam morrido durante as altas temperaturas que quebraram recordes no país.

Ela inicialmente se viu cuidando de cerca de 450 morcegos, disse Rebecca à ABC News, mas o número de animais em necessidade tem crescido desde então, aumentando significativamente para mais de 600 esta semana.

Koller disse que quase 23 mil morcegos morreram no ano passado, mas que a onda de calor foi apenas um fator na morte de tantas vítimas.

“Nós tivemos também um evento de fome; eles não tinham comida suficiente, então tivemos todos esses filhotes que nasceram desnutridos”, disse Koller.

Ela disse que a falta de comida significava que os morcegos estavam se alimentando de tudo que conseguiam, incluindo o tabaco selvagem, o que estava causando deformidades nos morcegos que nasciam.

Ms Koller disse que a situação foi agravada pela temporada do carrapato, o que contribuiu para que um terço da população de morcegos acabasse sendo eliminada.

A cuidadora da vida selvagem conta que reabilitar os animais não é apenas trabalho duro, mas também um exercício de custos elevados devido ao grande número de filhotes órfãos aos seus cuidados.

“Está custando bem mais de mil dólares por semana apenas em frutas, e estou passando de cerca de 10 caixas por noite (para consumo dos animais)”, disse ela.

Os morcegos exigem que a comida deles seja picada e cortada em cubos e, quando você multiplica isso pelo número de animais no abrigo, a operação se torna uma tarefa que exige muito”, disse ela.

Koller disse que a limpeza dos recintos onde ficam os animais pode ser cansativa, já que ela precisa esfregar as bandejas de comida todas as manhãs.

Ela acrescentou que os morcegos são muitas vezes criaturas incompreendidas, mas eles são animais adoráveis, que tem necessidade de cuidados humanos.

Koller afirma que os morcegos desempenham um papel significativo no ecossistema e sem eles as florestas tropicais deixariam de existir.

“A população desses animais agora é metade do que era quando comecei a trabalhar com eles, você ouve falar de uma espécie que pode se tornar extinta durante seu período de vida, mas realmente ver isso acontecer é definitivamente assustador”, disse ela.

Apesar de ser um trabalho fisicamente e emocionalmente desgastante, Koller disse que não faria isso de outra maneira – especialmente quando ela vê os morcegos retornarem à natureza.

“No momento em que você tem a oportunidade de assistir eles voarem livres e começarem a pular em torno das árvores e interagir com uma colônia selvagem … isso faz com que cada segundo valha a pena”, disse ela.

Portugal aprova fim do plástico no comércio de pão, frutas e legumes

O Parlamento de Portugal aprovou por unanimidade, na quinta-feira (11), o projeto de lei que ficou conhecido como “Os Verdes”. A proposta proíbe o uso de plástico ultraleve e cuvete – pequeno tubo circular ou quadrado, selado em uma das extremidades, feito de plástico – no comércio de pão, frutas e legumes.

Foto: Pixabay

A medida será avaliada agora pela 11ª Comissão Parlamentar, que irá discutir eventuais alterações. O objetivo é colocar o projeto em vigor em junho de 2020. As informações são do “O Jornal Econômico”.

O texto da proposta estabelece a necessidade de encontrar alternativas aos sacos plásticos. O não cumprimento da medida implicará em multas, com valores que ainda serão definidos pelo governo.

A medida proíbe o uso de “sacos de plástico ultraleves – os sacos de plástico com espessura inferior a 15 mícron, disponibilizados como embalagem primária para pão, frutas e legumes a granel” e as “cuvetes – embalagem ou recipiente descartável, geralmente envolvido em plástico ou em poliestireno expandido (esferovite), destinado a agrupar ou acondicionar pão, frutas e legumes”.

A proibição beneficia o meio ambiente e os animais marinhos, já que o plástico polui a natureza e, ao chegar aos oceanos, adoece e mata animais que o confundem com alimento e o ingerem.