Vaca baleada em fuga de matadouro enfrenta policiais e tiros para tentar escapar da morte

Foto: Reprodução / Shutterstock

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Numa tentativa de escapar da morte certa em um matadouro de Kansas City (EUA), uma vaca em fuga enfrentou os tiros que os policiais disparavam em sua direção, e continuou sua escapada desesperada por 1,7 km enquanto seus perseguidores seguiam em seu encalço.

O animal acabou indo parar nos trilhos do trem e quando um policial se aproximou para tentar retirá-la do local, ela avançou para ele, o que ele alega que o teria “obrigado” a atirar nela em “defesa própria”. O policial não se feriu em nenhum momento.

O departamento de segurança pública de Valley Center postou no Facebook que respondeu ao estranho chamado de um animal desgovernado em fuga, na quinta feira última, e enviou oficiais para cuidar do caso.

A obstinação do animal era tão grande que nem os tiros dos policiais foram capazes de detê-la, e a vaca permaneceu em fuga pelos campos próximos ao local do ocorrido alcançando a distância de quase dois km.

Atingida por uma das balas e encurralada pelos policiais a vaca foi recapturada e devolvida ao matadouro Richards Cold Storage pelos policiais.

Matadouro de onde a vaca fugiu e para onde foi devolvida após ser capturada | Foto: Google

Matadouro de onde a vaca fugiu e para onde foi devolvida após ser capturada | Foto: Google

Brook Volkman, do matadouro, informou que o tiro foi de raspão e isso não teria prejudicado a comercialização da carne do animal.

Esta colocação flagra de forma clara e irrefutável a visão que alguns seres humanos compartilham de que os animais são produto de consumo, uma matéria prima ou comodite. E não vidas.

Àqueles que recorrem à desculpa de que os animais não tem sentimentos ou consciência do que ocorre com eles, para se justificar pela ingestão de carne e pelas mortes contínuas, o exemplo da vaca que arrisca tudo, até a própria vida, para escapar ao matadouro, mostra que ela sabia muito bem o destino que a esperava.

Hotel para animais é condenado a indenizar tutores por fuga de cachorro

A Justiça determinou que o hotel fazenda Bicho Campeiro, localizado em Viamão (RS), indenize um casal em R$ 5.045,06 por danos morais e materiais após a fuga de um cachorro do local. O animal retornou dias depois, com arranhões pelo corpo.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

O cachorro foi deixado no hotel em junho para que os tutores pudessem viajar para a Colômbia. Na véspera da viagem, o animal fugiu, o que fez com que o casal não viajasse. Ao ingressar com uma ação judicial, eles pediram R$ 2.952,26 por danos materiais – incluindo as passagens aéreas, multas rescisórias e diária antecipada de hotel – e R$ 3,5 mil para cada um por danos morais. As informações são do GaúchaZH.

Como o hotel reembolsou parte das despesas do casal durante a ação, a Primeira Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais Cíveis determinou que o estabelecimento pague R$ 2 mil para cada autor por danos morais e R$ 1.045,06 por danos materiais.

O hotel culpou o casal pela fuga, afirmando que os tutores não deram informações essenciais sobre o cachorro. Disse ainda que o animal fugiu apenas do cercado em que estava e retornou sem ferimentos. O estabelecimento disse ainda “a estada não poderia estar confirmada sem cumprir antecipadamente o período exigido a título de experiência do cão com o local para adaptação” e solicitou indenização por danos morais porque o casal divulgou o nome do hotel nas redes sociais. A Justiça, no entanto, considerou que o prejuízo à imagem da empresa não foi comprovado.

“A empresa ré, em face da atividade que exerce, tem o dever de garantir condições adequadas relativas à hospedagem, além de possuir o dever de guarda e vigilância, e nesse ponto é que falhou na medida em que não foi capaz de impedir a fuga do cão dos autores, e bem como assinalado na sentença, a demandada não agiu com o cuidado necessário para evitar o que era previsível, devido à alegação de necessidade de adaptação ao novo local”, diz a decisão da juíza Fabiana Zilles.

Cadela é espancada após fugir de casa em Campo Grande (MS)

Uma cadela fugiu de casa no bairro Moreninhas, em Campo Grande (MS), e foi espancada na rua. Encontrada após ficar três dias desaparecida, a cadela apresentava sinais visíveis de violência no corpo.

(Foto: Reprodução / Portal Top Mídia News)

Britney, como é chamada, era tutelada pela confeiteira Andressa Reis. Recentemente, ela foi doada a uma amiga de Andressa, que se encantou pela cadela e insistiu para adotá-la. Na última segunda-feira (21), no entanto, a antiga tutora soube do desaparecimento de Britney. Preocupada, ela iniciou as buscas. As informações são do portal Top Mídia News.

“Fui lá [no bairro Moreninhas] e procurei-a por todos os lugares”, disse a confeiteira. Após um dia inteiro de procura, a cadela foi localizada. “Ela estava toda machucada, assustada e levou quase meia hora para me deixar tocar nela”, contou.

Levada para a casa de Andressa, na Vila Almeida, Britney se recupera da agressão que sofreu. Ela foi levada para uma clínica veterinária na terça-feira (22) para ser avaliada por um profissional. Entretanto, para conseguir arcar com os gastos do tratamento da cadela, Andressa, que tutela outros quatro cães, pede ajuda.

Interessados em colaborar com o caso devem entrar em contato com Andressa pelo telefone 99231-3152.

Violência contra animais

Casos de maus-tratos contra animais são recorrentes em todo o país. No Mato Grosso do Sul, dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) indicam que, em 2018, a Polícia Civil instaurou 211 inquéritos para investigar casos de agressão cometidos contra animais. As principais vítimas são cachorros.

80% das araras monitoradas fugiram após queima de fogos da virada em MS

Quem anda pelas ruas de Campo Grande já deve ter notado a falta das araras-canindé, que antes da queima de fogos do réveillon, eram facilmente encontradas pela cidade. De acordo com o Instituto Arara Azul, responsável pelo monitoramento das aves na região, cerca de 480 delas ‘fugiram’ da capital em busca de áreas tranquilas, pois ficaram incomodadas com os fogos de artifícios.

Foto: Felipe Bastos/G1 MS

Há quatro dias, as aves ainda não retornaram, o que representa 80% das das araras monitoradas em Campo Grande. Segundo a presidente do Instituto Arara Azul e doutora em meio ambiente, Neiva Guedes, as araras-canindés têm uma audição bem desenvolvida e outros animais que vivem no perímetro urbano, também podem ter sido prejudicados pelo barulho dos fogos.

De acordo com o instituto, em 2018, 180 ninhos das araras foram monitorados. Foram contabilizados 150 nascimentos e a atualmente, a maioria dos filhotes já voaram.

Segundo Neiva, no dia 2 de janeiro deste ano, foram monitorados 21 filhotes e neste mesmo dia, os pesquisadores percorreram toda a cidade e conseguiram observar apenas 6 aves do período da manhã até o escurecer. Em dias normais, cerca de 40 animais poderiam ser vistos na capital.

A especialista ainda explica que um grupo de pesquisadores observaram desde a virada de 2018 e notaram a diminuição das aves na região de Campo Grande nesse período em que é mais comum a queima de fogos. Ela ainda ressalta que a volta desses animais deve ser gradativa, ainda nos próximos dias.

Preservação

O projeto Arara Azul começou em 1989 no Pantanal, onde atualmente 108 ninhos de arara-azul são monitorados, principalmente, durante o período de reprodução, que vai até março. Neiva ressalta que o projeto recebe ajuda de voluntários e moradores que percebem a importância de preservar a natureza e os animais, e também orienta em casos de nascimento de filhotes em casas de moradores.

Para informações, o Instituto Arara Azul atende pelo telefone (67) 3222-1205, pelo site ou pela página no facebook.

Fonte: G1

Vaca que fugiu do matadouro da à luz a um lindo bezerro em segurança

Brianna, a vaca que parou o tráfego na Interestadual 80 em Nova Jersey depois de escapar de um caminhão que estava a caminho de um matadouro fez uma surpresa ainda maior para seus salvadores: ela deu à luz um bezerro saudável.

A vaca parou o tráfego às 3 da manhã da última quinta-feira depois de pular de um caminhão de gado.

Depois que Brianna foi capturada, ela foi levada para o Skylands Animal Sanctuary e Rescue em Wantage, Nova Jersey.

De acordo com o Huff Post Brasil, Mike Stura, fundador e presidente do santuário, disse ao WCBS que depois que Brianna chegou ao santuário, ela foi examinada por um veterinário. “Ele disse que há um bezerro muito grande e que vai dar à luz na próxima semana”, disse Stura.

Foto: Reprodução | Instagram

Brianna não esperou muito, e deu à luz às 13h30 do último sábado com assistência da Stura.

Agora não há um matadouro no futuro da vaca fugitiva. Brianna e seu filhote, chamado Winter, viverão suas vidas no santuário, disse Stura.

Cadela viaja 100 km presa a carro após se esconder em veículo para fugir de fogos

Uma cadela viajou cerca de 100 quilômetros presa em um vão na carenagem de um veículo após se esconder no carro para fugir do barulho dos fogos de artifício. O caso aconteceu em Cascavel, no Paraná, no Ano Novo.

Algumas horas antes da virada de ano, a cadela se escondeu embaixo do carro e acabou ficando presa. “Ela deve ter entrado por trás do pneu, quietinha, e não percebemos”, disse o dono do automóvel, Nelson Bonetti, que viajou com a família até a cidade vizinha, Toledo, e voltou para Cascavel sem perceber que a cadela estava presa entre o para-choque e uma das rodas do carro.

Foto: Arquivo Pessoal/Nelson Bonatto

“A gente se desesperou quando, na volta, viu que ela estava presa no carro”, contou Cristina Bonatto, que estava no carro. As informações são do portal G1.

Ao perceberem que a cadela havia fugido, os tutores de Branca, como é chamada, passaram a fazer buscas por ela. “A gente procurou ela pela cidade inteira e não encontrou”, disse o tutor Júlio Cézar Raizel. Cerca de 15 horas depois, a família reencontrou Branca.

Apesar do susto, a cadela sofreu apenas ferimentos leves em uma das patas. “O nosso quintal é fechado, com grades altas e ela escalou, ela pulou. Isso mostra o estado que o animal estava de medo por causa do foguetório”, afirmou o tutor da cadela.

De acordo com veterinários, o número de fugas de cachorros triplica durante as festas com fogos de artifício. Por isso, nessas ocasiões, o recomendado é nunca deixar o animal sozinho e propiciar um ambiente seguro para ele.