Os bombeiros de Tatuí (SP) resgataram um gato que ficou preso em uma árvore a cerca de 20 metros de altura na última semana.
Foto: Arquivo Pessoal/Lauri Camargo
Nas imagens enviadas à reportagem do G1 e da TV TEM é possível ver o momento em que um caminhão dos bombeiros está no local, e a equipe coloca a escada na árvore para resgatar o animal.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma equipe foi acionada para resgatar o animal que estava em uma árvore, na Praça da Matriz. O resgate durou aproximadamente 15 minutos.
Segundo informações dos bombeiros, alguns moradores relataram que o gato ficou três dias preso na árvore. Ele não apresentava ferimentos.
As voluntárias da ONG Gatos da Lagoa, que tem sede dentro do Parque da Lagoa do Taquaral, em Campinas (SP), estão desesperadas atrás de Bartolomeu, um manso e querido gatinho preto que vivia há cinco anos no Parque e era considerado símbolo da entidade. Uma série de depredações à sede da ONG têm ocorrido nas últimas semanas, com extravio de fios de eletricidade e lâmpadas e, no dia 3 de fevereiro, ao que tudo indica, levaram Bartolomeu que não foi mais visto em nenhuma parte do Parque.
O gatinho adotou a sede da ONG como seu lar e vivia ali nos arredores fazendo papel de guardião do lugar. “Todos o conhecem e gostam dele. É um gato muito sociável, que se aproxima das pessoas, pede carinho e acompanha nossas reuniões dentro do Parque. Estamos pedindo que as pessoas que tenham qualquer notícia dele ou que tenham pistas de quem o capturou nos contatem”, comenta Heliet, uma das voluntárias.
Ela conta que o vandalismo frequente na sede da ONG, que já se encontra endividada, resultou na perda de muitas vacinas que eram mantidas sob refrigeração: “Com o corte da eletricidade perdemos tudo, mas nossa maior perda é o Bartolomeu. Pedimos que não façam mal a ele e o devolvam para o Parque”.
Foto: ONG Gatos da Lagoa
A ONG cuida de cerda de 300 gatinhos castrando, vacinando e buscando adoção. É um trabalho conhecido como CED – Captura, Esterilização e Devolução para o local de origem – método eficiente e ético de controle populacional de gatos e que é aplicado com sucesso em outros parques como o Ibirapuera, também em SP e em locais como as ruínas do Coliseu de Roma.
Mesmo assim, há períodos em que os gatinhos do Taquaral são atacados e mortos. A índole mansa e ingênua de Bartolomeu, que estava acostumado a confiar nas pessoas, pode ter facilitado a ação de pessoas com má intenção. Quem tiver qualquer informação sobre o Bartolomeu ou queira ajudar a ONG pode entrar em contato com o whats (19) 98779-7509 e também pela página da ONG no Facebook.
Donos de uma personalidade forte e cheia de mistérios, os gatos são seres encantadores e divertidos a sua própria maneira.
Imagens feitas durante uma casamento em Xangai, na China, mostram um pequeno felino amarelo e branco brincando com a cauda de um vestido de noiva. O simpático animal não parece se preocupar com a plateia e acaba se tornando o centro das atenções.
Quando a noiva puxa o tecido que está embaixo do animal com um rápido movimento, o gato corre para pegá-lo novamente.
Durante o vídeo, os convidados do casamento também se divertem vendo a alegria do animalzinho em “perseguir” os recém-casados.
Enquanto o casal caminha pela festa, o gato continua a brincar e pode ser visto se contorcendo em cima da barra do vestido. A noiva encantada continua andando e sem tirar seus olhos do adorável gatinho.
Segundo relatos, ele foi levado após a festa por parentes dos noivos. As informações são do Daily Mail.
O divertido vídeo foi filmado em 9 de junho do ano passado.
Eles amam casamentos
Não é a primeira vez que um animal rouba a cena em uma cerimônia.
Em 2017, um cãozinho que dormia na porta de uma igreja, em Laranjal Paulista (SP), deitou no véu do vestido da noiva logo após ela entrar no local.
Foto: Acervo pessoal | Felipe Paludetto
O vídeo viralizou na internet e ele, felizmente, foi adotado pelo casal.
A noiva havia perdido sua cadelinha há pouco tempo e percebeu que o aparecimento daquele carente animal em seu casamento não era em vão.
“Sempre morei com gato, cachorro, coelho, tartaruga, hamster, peixe… Eu sou a louca dos bichos”, conta Marília, cuja coelhinha de estimação, Lolla, faleceu pouco antes do casamento. “Estava muito triste, mas depois lembrei do acontecido e pensei: ‘Acho que é a Lolla voltando”.
A recém-casada foi em busca do cachorro, sem sucesso. Até que uma senhora que o alimentava quando passava pela rua ficou sabendo de sua história e a ajudou a reencontrar Snoop, que agora integra a família.
“Fiquei encantada com a inocência dele ao deitar no meu véu, achei uma belezinha”.
Um incêndio em uma casa na zona sul de Marília (SP) terminou com um salvamento que emocionou até mesmo a equipe do Corpo de Bombeiros.
Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
A equipe de resgate foi chamada para controlar as chamas em uma casa de fundos localizada na Avenida João Ramalho e, durante os trabalhos de rescaldo, encontrou o gato da dona do imóvel já desacordado e bastante debilitado devido à inalação de fumaça.
Ao se deparar com a situação, o sargento Marcos Fernando Alves pegou o cilindro de oxigênio e iniciou o atendimento ao animal, adaptando no focinho do felino a máscara do cilindro projetada para ser usada em humanos.
O fogo foi controlado rapidamente e, como a dona da casa havia saído para trabalhar, nenhuma pessoa se feriu. Logo após reanimar o gato, os bombeiros o levaram para uma clínica veterinária da cidade.
Foto: Clínica Vale Verde/Divulgação
Segundo a médica veterinária Juliana Guarnieri, o gato, um macho jovem, chegou à clínica em bom estado, apenas um pouco “zonzo” por conta da intoxicação pela fumaça. O animal não teve ferimentos.
Segundo a médica veterinária, a decisão rápida dos bombeiros em oferecer oxigênio foi “fundamental” para a sobrevivência do gato.
Um gato encontrado doente nas ruas de Palm Beach, na Flórida (EUA), abriu os olhos meses após ter sido resgatado. Algodão, como passou a ser chamado, provavelmente teria morrido se não tivesse sido salvo.
Foto: Reprodução/Facebook/Carmen Morales Weinberg
“Quando encontramos Algodão, ele não conseguia enxergar. Os ácaros estavam tão infestados que não deixavam ele abrir os olhos. Deve ter sido assustador para ele não conseguir enxergar”, contou Carmen Weinberg, responsável por resgatar o gato e idealizadora de um programa de resgate de animais. “Ele estava magro porque não conseguia encontrar comida”, completou. As informações são do portal R7.
Após ser limpo, alimentado com dieta especial, o gato recebeu medicamentos e teve as pulgas retiradas de seu corpo. “Com o tempo, o corpo dele começou a relaxar. Ele finalmente conseguia descansar sem precisar se coçar o tempo todo”, disse.
Em condição crítica, o animal precisava ser resgatado para que pudesse sobreviver. “Gatos como o Algodão necessitam de pessoas para melhorar, porque eles não conseguem pedir ajuda”, afirmou. “Muitas pessoas ignoraram sua condição, mas tudo que ele queria era uma chance”, acrescentou.
Foto: Reprodução/Facebook/Carmen Morales Weinberg
Apesar de apresentar evolução no quadro clínico, Algodão passou meses sem abrir os olhos. “Pensamos que ele era cego, que iria ficar cego para sempre”, revelou Carmen. No entanto, para a surpresa dela, tempos depois o gato abriu os olhos. “Foi um momento lindo e uma surpresa incrível. Os olhos dele são incríveis”, afirmou.
Com os olhos abertos, Algodão finalizou o período de recuperação e, agora, está completamente saudável. Devido aos cuidados que dispensou ao gato, Carmen criou um forte laço de afeto com o animal. Ela recebeu diversas propostas de adoção de diferentes pessoas, mas decidiu ficar com Algodão. “Percebi a conexão que criamos e não queria fazer ele passar por outra mudança. Ele já passou por coisas demais”, concluiu.
Joule, uma cadela que foi resgatada há quatro anos por sua tutora, Brenna Eckert, sofre de ansiedade e tem medo de ficar sozinha. Para sua sorte, Kelvin, um gato que também foi adotado por Brenna, fica ao seu lado e dá a Joule todo o apoio emocional de que precisa.
Foto: Instagram | Reprodução
“Joule teve muita ansiedade quando a adotamos pela primeira vez”, disse Eckert ao The Dodo. “Nós trabalhamos com um especialista em comportamento de cães para ajudar a resolver alguns de seus problemas.”
“Ela é certamente um grude”, disse Eckert. “Quando estamos em casa, ela sempre precisa estar perto de nós.”
Pouco depois de Joule se juntar à família, Eckert adotou outro animal: um gatinho malhado laranja que ela chamou de Kelvin. Joule e Kelvin se deram muito bem desde o começo.
“Os abrigos de animais deram a cada um deles um nome temporário antes de adotá-los”, disse Eckert. “O nome de Kelvin era Socks (que quer dizer ‘meias’ em inglês) e o nome de Joule era Sandals (sandálias). É tão irônico que meias e sandálias combinem tanto desse jeito!”
Mas Eckert nunca poderia ter previsto o quão profunda seria a relação entre a cadela e o gato – até o dia em que ela decidiu instalar câmeras de segurança em de sua casa para monitorar as coisas enquanto ela estava no trabalho.
Quando Eckert assistiu a filmagem, ela não podia acreditar no que viu. Seu gato descontraído estava docemente consolando seu cachorrinha tensa. Não apenas por um momento, mas durante todo o dia.
“Percebemos que Kelvin e Joule estavam no sofá juntos quase todos os dias”, disse Eckert. “Mudei a câmera para ter uma visão mais próxima do sofá e fiquei impressionada ao ver que eles não estavam apenas compartilhando o sofá, mas eles estavam se aconchegando um no outro”.
Eckert ficou tão emocionada que ela postou um dos vídeos no Reddit com o comentário: “Isso acontece literalmente todos os dias da semana durante as 8 horas em que eu estou trabalhando”.
Mas Joule não é a única que se beneficia desse arranjo de carinho. Kevin também se sente sozinho quando Eckert está fora – e Joule preenche esse vazio perfeitamente.
“A personalidade de Kelvin é muito suave e doce”, explicou Eckert. “Ele adora dormir e ser carinhoso, e ele pode aconchegar-se à Joule durante o dia inteiro.”
Se Eckert nunca tivesse instalado as câmeras, esse relacionamento especial teria permanecido apenas entre Joule e Kelvin. Mas Eckert está feliz em saber que alguém está cuidando da sua filhote ansiosa enquanto ela está longe, mesmo que Joule nem sempre demonstre gratidão ao Kelvin.
“Eles só se abraçam assim quando não estamos por perto”, disse Eckert. “Se estamos em casa, Joule quer estar conosco, então ela basicamente ignora o gato.”
A única exceção é se Eckert deitar no sofá, então toda a família se aninha.
Um gato teve uma vértebra quebrada após ser agredido com um chute em São Luís, no Maranhão. O caso é denunciado por entidades de proteção animal. A agressão foi registrada por câmeras do condomínio Eco Space, no bairro Anil.
(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)
No vídeo, o gato é visto caminhando e, em seguida, some atrás de uma parede. Depois, o animal aparece se contorcendo de dor e mancando. Um homem é registrado pela câmera, atrás da parede, com uma criança, enquanto o gato é socorrido. O crime de maus-tratos aconteceu na última semana, no dia 23.
A ONG Cães e Gatos de Rua SLZ contou que o gato, chamado Mimi, foi atendido por pessoas que estavam no local. De acordo com a entidade, o agressor riu para os que decidiram prestar socorro ao animal. A suspeita é de que o homem more no condomínio. Um Boletim de Ocorrência foi registrado pelos tutores do gato, com a ajuda da ONG, na Delegacia do Meio Ambiente (DEMA).
Apesar de ter sido socorrido pelas pessoas, o gato ficou dias sem ir ao veterinário porque os tutores não tinham condições financeiras de arcar com os gastos. Após mobilização da entidade, o animal foi atendido por um veterinário no último sábado (26).
“Ele [Mimi] fraturou uma vértebra. O veterinário entrou em contato comigo e disse que a cirurgia é muito complicada e cara, por conta do tamanho do animal, sendo que ele ainda está em fase de desenvolvimento e irá crescer mais. O animal não defeca desde o dia do ocorrido por estar sentindo dores fortes e não consegue se posicionar para defecar”, contou ao G1 Sylvia Mello, uma das diretoras da ONG.
A presidente da Comissão de Defesa e Proteção dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Camila Maia, afirmou que providências estão sendo tomadas.
“Nós tomando as providências para enviar o ofício para a DEMA (Delegacia do Meio Ambiente). O B.O já foi feito, foi solicitado as imagens, o morador já foi identificado. Assim que tivermos mais informações, vamos comunicar à sociedade”, disse.
De acordo com Camila, a pena para o agressor será pequena porque o crime de maus-tratos a animais é considerado de menor potencial ofensivo.
“O flagrante já passou, mas mesmo que tivesse, a pena para este caso é de três meses a um ano. Infelizmente, é um crime de pequeno potencial ofensivo que a gente luta para que tenha uma majoração para essa pena”, concluiu.
Adolescente joga filhote de gato do outro lado da rua em Ipuã, SP — Foto: Reprodução
A atitude das irmãs gêmeas de arremessar um filhote de gato do outro lado da rua causou revolta entre os moradores de Ipuã (SP) e também é criticada por entidades protetoras de animais. Um vídeo com a ação passou a circular no WhatsApp e chegou até à Polícia Civil.
As adolescentes, de 15 anos, e um terceiro menor que também participou da suposta brincadeira prestaram depoimento e devem responder por ato infracional análogo ao crime de maus-tratos a animais. O caso foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.
“Isso é crueldade com os animais. As pessoas não pensam que é um ser vivo também. É sem noção, a pessoa não tem um pingo de amor ao próximo, nem aos animais”, diz a estudante Daiane Martins Leandro.
Em depoimento, as menores disseram que não tinham a intenção de ferir ou matar o gatinho, mas queriam saber se o felino cairia de pé, ao ser jogado para cima. O vídeo foi gravado por uma das irmãs, enquanto a outra arremessou o animal do outro lado da rua.
“É um pouco revoltante. Se a pessoa não gosta de determinado animal, primeiro, não tenha. Se encontrar o animal e não gosta, ignora, passa longe, mas não fazer uma atitude daquela”, afirma o faturista Wagner Donizete de Melo.
Voluntária da ONG Focinhos S.A., de Ribeirão Preto (SP), Daniela Morelli dos Santos Paiva explica que a atitude poderia causar ferimentos graves ao animal, como fratura de patas, do quadril, ou deslocamento de vértebras.
“Muitas vezes, os animais podem ser vistos como um objeto. É um filho, que é dado como presente e naquele primeiro momento a criança fica entusiasmada, brinca e, às vezes, não sabe brincar, mas por falta de orientação dos pais”, afirma.
Para Daniela, antes de adquirir um animal doméstico, as famílias precisam buscar orientações sobre todos os cuidados necessários, assim como explicar às crianças quais são os limites, além de supervisionar as brincadeiras.
“Eles precisam supervisionar o comportamento das crianças com os animais, explicando, orientando, até onde a criança pode ir, mostrando certo limite, porque, afinal, a educação a gente só não fala, a gente pratica”, destaca.
O psicólogo Carlos Eduardo Lopes concorda com a afirmação da protetora de animais, destacando que a aplicação de medidas socioeducativas às adolescentes é mais eficaz do que penas punitivas.
“Acredito que ela não tinha plena consciência do ato que estava fazendo. Pode ser até que tenha uma percepção de que aquilo não era legal fazer, mas não tinha plena consciência do ato, porque o adolescente está ainda construindo”, afirma.
Lopes destaca que é comum os adolescentes exagerarem nas atitudes, porque estão buscando entender os limites para cada caso. Nesse sentido, cabe à família e à sociedade orientá-los, estando próximos a eles em todos os momentos.
“Para a percepção dos adolescentes, aquilo não passava de uma brincadeira, porque penso que não tinham a plena consciência do ato que estavam cometendo. É uma fase da vida onde o adolescente está buscando um contorno, uma forma, construindo uma identidade”, diz.
Um gato ficou preso a um cano da rede fluvial de um condomínio residencial em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O acidente aconteceu na tarde da última quarta-feira (23).
Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Ao perceber que o animal havia entrado no cano e não conseguia sair sozinho, a tutora do gato acionou o Corpo de Bombeiros, que enviou uma equipe ao local. As informações são do portal G1.
De acordo com os militares, o resgate foi delicado porque o gato é frágil e estava preso em um dos canos. Não se sabe como o animal foi parar dentro da tubulação.
Devido às circunstâncias, o gato estava bastante assustado quando foi resgatado. Três bombeiros trabalharam em conjunto para salvar o animal que, apesar do susto, não se feriu.
O resgate durou mais de meia hora. Após ser salvo pelos bombeiros, o gato foi entregue em segurança à tutora.
O gato das fotos é o Márcio. Ele foi encontrado abandonado, caído no chão, bastante debilitado, em Campinas (SP). Resgatado, ele foi levado para uma clínica veterinária e está internado. O caso dele é crítico e as pessoas que o resgataram precisam de ajuda financeira para que consigam continuar com o tratamento dele. Qualquer quantia é aceita.
Até o momento, foi feita uma cirurgia para castrá-lo e inserir uma sonda nele. Márcio foi diagnosticado com FIV e lipidose hepática. Ele precisa, ainda, realizar outros exames, como ultrassom.
“O Marcinho é um gato muito forte, diversas vezes em que a Dra Cynthia achou que ele não suportaria, ele nos surpreendeu e seguiu firme nessa batalha! Por sinal, ela tem nos ajudado muito e nos feito valores melhores pela nossa ação, isso faz com que ela seja mais uma alma que se tornou um anjo para ele nessa caminhada!”, disse Carolina, que resgatou o gato com a ajuda de Solange.
Até o momento, os gastos com o tratamento do Márcio foram os seguintes: R$675,00 com exames, daycare e cuidados e R$40,00 com alimentação. Além da comida, o gato tem precisado também de tapetes higiênicos, suplementos e exames. Por isso, outros gastos virão. Para que o tratamento tenha continuidade, as responsáveis por Márcio pedem ajuda financeira.
Após a fase de tratamento, Márcio será disponibilizado para adoção. Ele já sofreu muito na rua. Pessoas interessadas em oferecer lar temporário para ele ou em adotá-lo, mudando assim a vida de um animal que aparenta nunca ter vivido no conforto de um lar, já podem demonstrar interesse em levá-lo para casa.
Interessados em colaborar financeiramente com qualquer quantia ou em oferecer lar temporário ou adoção para Márcio devem entrar em contato com Carolina através do telefone 19 99692-7733. Pelo WhatsApp, é possível solicitar contas bancárias para realização de transferências de valores que irão ajudar a salvar a vida do Márcio.