Câmera flagra jovem arremessando gato em direção a cachorro em SP

Uma jovem foi flagrada por uma câmera de segurança enquanto jogava um gato na direção de um cachorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. O caso de maus-tratos aconteceu na segunda-feira (22) no bairro Jardim Simus.

Foto: Reprodução/TV TEM

O vídeo mostra dois jovens caminhando com um cachorro na rua quando a mulher vê um gato na calçada. Ela para, segura o animal no colo, faz carinho nele e, em seguida, o joga na direção do cão, que aparenta ser da raça rottweiler.

O cachorro avança na direção do gato, mas é segurado pelo rapaz, que quase é arrastado pelo animal. Assustado, o gato foge enquanto a dupla segue andando pela rua. As informações são da TV TEM.

Foto: Reprodução/TV TEM

Submeter um animal a uma situação de risco, causando sofrimento psicológico a ele, configura maus-tratos, crime previsto na Lei Federal nº. 9.605/98, com pena de até um ano de detenção, além de multa.

Denúncias sobre maus-tratos a animais, em situação emergencial ou de flagrante, devem ser feitas à Polícia Militar (190) ou à Guarda Civil Municipal (153).


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Gato rejeitado por ter deficiência faz amizade com menino que o visita diariamente

Um gato rejeitado pela maioria das pessoas por não ter um olho foi acolhido por um garotinho que se encantou por ele. O animal tem um lar, mas as crianças da vizinhança costumam fugir quando o encontram por temerem a deficiência dele. Com o menino, no entanto, o desfecho foi outro.

Foto: YouTube/Norma Maikovich

Ace, como é chamado o gato que foi resgatado da rua, perdeu um dos olhos por causa de uma infecção que sofreu. A deficiência, no entanto, não o impede de viver normalmente, nem de ser um gato doce e carinhoso. As informações são do portal I Love My Dog.

Os tutores de Ace o amam, mas sempre souberam que as pessoas costumam estranhar a aparência dele, especialmente as crianças. Por essa razão, eles ficaram surpresos ao assistir as imagens da câmera de segurança da residência onde vivem e notar que um menino visita o gato com frequência e fica brincando com ele.

Foto: Norma Maikovich

E o carinho que o menino sente por Ace é recíproco. A amizade que eles criaram é tão especial que o gato passou a sentar em frente à casa onde mora para esperar o garoto chegar. Quando ele aparece, Ace corre na direção dele.

A família do gato ficou tão feliz ao saber da interação do menino com o animal que procurou o garoto e disse que ele é sempre bem-vindo na casa, deixando claro que ele não precisa se esconder para fazer carinho em seu amigo de quatro patas.

Nota da Redação: apesar da linda mensagem presente na notícia acima, é importante ressaltar que animais domésticos não devem ter, em hipótese alguma, acesso à rua. Deixar que eles saiam sozinhos de suas casas, mesmo que para ficar apenas em frente a elas, os submete a riscos. Eles podem contrair doenças, ser vítimas de envenenamento e atropelamento ou ainda, no caso dos que não são castrados, procriar, contribuindo para o aumento do abandono com o nascimento de filhotes na rua. Por isso, a ANDA recomenda aos leitores que mantenham cachorros em quintais com muros e portões altos e que coloquem telas no portão, quintal ou janelas para impedir a saída dos gatos e dos cães de porte pequeno ou daqueles que ainda são filhotes e conseguem passar pelas grades do portão.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Animais dão exemplo de amizade e lealdade aos seres humanos

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

O Dia do Amigo é comemorado em 20 de julho, a data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro (1924-2008) em 1999, que considerou a chegada do homem à Lua como um símbolo de união entre todos os seres humanos.

Por meio das campanhas de divulgação realizadas por Febbraro, aos poucos, o Dia do Amigo celebrado também como Dia Internacional da Amizade, passou a ser comemorado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países festejam esta data.

E quem disse que a amizade precisa se restringir às relações humanas? Alguns dos exemplos mais belos e sinceros de amizade estão entre os animais: cabras órfãs adotadas por cachorras, bezerrinhos cegos guiados por pit bulls solidários, potrinhos órfãos adotados por cães altruístas, gatos protegidos por cães, ambos em situação de rua, patas e gatinhas sendo companheiras de brincadeira uma da outra e tantos outros exemplos pelo mundo todo.

Foto: Funny Pets

Foto: Funny Pets

Capazes de um amor incondicional e de uma entrega incomparável, os animais ensinam lições preciosas ao seres humanos, mantendo sua lealdade mesmo depois que seus tutores faleceram, como no caso do famoso cão japonês Hachiko que ganhou uma estátua em homenagem à sua lealdade na cidade de Shibuya.

O cão da raça akita esperou todos os dias durante anos em uma estação de trem, pelo retorno de seu tutor que havia falecido de hemorragia cerebral durante o trabalho e nunca mais voltou pra casa. Mas isso não impediu Hachiko de se manter fiel e nem o fez perder as esperanças. Até o dia de sua morte.

Assim como ele muitos outros exemplos de cães dedicados e fiéis chegam ao nosso conhecimento todos os dias. Assim como gatos, vacas, cavalos, esquilos e tantos outros animais que criam vínculos verdadeiros entre si, com outras espécie e com humanos também.

Foto: Tail and Fur

Foto: Tail and Fur

Sempre dispostos a perdoar, companheiros em todo tipo de aventuras, esses seres sencientes são capazes de decodificar nossas emoções, sentir quando estamos tristes e oferecer uma “pata” amiga a qualquer momento.

Diferentes dos seres humanos, os sentimentos de inveja, ganância, prepotência ou qualquer outro que ameace uma amizade verdadeira estão longe do coração dos animais que apenas oferecem seu amor e carinho, sem nada pedir em troca.

Foto: List25

Foto: List25

Celebremos o Dia da Amizade com nossos amigos animais e se você ainda não teve essa experiência maravilhosa, adote um animal, há muitos cães, gatos e outros bichos à espera de um lar para compartilhar sua vida e sua amizade. Basta dar o primeiro passo.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Gata e seu tutor se reencontram após ele sofrer um derrame

Por Rafaela Damasceno

Tony tinha uma vida maravilhosa ao lado de Little Angel, sua gatinha, quando sofreu um derrame e teve que ficar internado. Ele sabia que, mesmo depois que tivesse alta, não poderia cuidar dela da mesma forma. Um de seus vizinhos foi designado para encontrar um novo lar para Little Angel.

Tony se reencontrando com sua gatinha

Foto: Amanda Hassam

Amanda Hassan tinha seu nome em listas de espera de alguns abrigos de animais pela cidade, aguardando ser aprovada, quando viu o post que o vizinho de Tony fez no Facebook. Ele explicava sobre sua missão de encontrar uma família nova para Little Angel, e não demorou para que Amanda se apaixonasse pela gatinha. Ela logo fez os arranjos necessários para ganhar a tutela de Little Angel, que foi rebatizada e agora se chama Chicken Little.

“Resolvemos chamá-la assim porque ela fala muito”, explicou ao The Dodo.

Depois que Tony recebeu alta, foi morar em uma casa de repouso para que pudesse receber toda a assistência que precisasse. Amanda sabia que, mesmo que a gatinha estivesse feliz em seu novo lar, ela deveria sentir falta de sua primeira família. Com a ajuda do vizinho de Tony ela organizou uma visita especial para reunir os dois.

Tecnicamente, animais não eram permitidos na casa de repouso, mas todos os funcionários do local se empenharam em fazer o reencontro acontecer. “A equipe de enfermagem finge que não vê”, contou Amanda.

Chicken Little ficou um pouco tímida quando entrou no local, insegura com o ambiente desconhecido. Mas foi só ver Tony que ela correu ao seu encontro, recebendo prontamente carinhos e afagos. Os dois ficaram muito felizes em se reunir.

Tony abraçando sua gatinha na casa de repouso

Foto: Amanda Hassam

Tony e a gatinha se abraçaram muito durante a visita, e quando a hora de ir embora chegou, permaneceram animados por muito tempo. Amanda quer manter as visitas regulares, determinada a deixar os dois felizes.

“Queremos levá-la a cada duas semanas. Esperamos manter seus corações quentinhos com os encontros”, completou.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Gato é resgatado após cair em poço desativado em Limoeiro de Anadia (AL)

Um gato caiu dentro de um poço desativado nesta terça-feira (16). O acidente sofrido pelo animal aconteceu no Povoado Genipapo, localizado na cidade de Limoeiro de Abadia, no agreste de Alagoas.

Foto: GBM/AL

Ao perceber que o gato havia se acidentado, os tutores do animal prontamente acionaram o Corpo de Bombeiros, que esteve no local. As informações são do portal Alagoas 24 Horas.

Cinco militares se deslocaram até o povoado, com a viatura ABS 11 do 7º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), e realizaram o resgate do animal.

Após ser retirado do poço em segurança, o gato foi devolvido aos tutores.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cão e gato que viviam juntos nas ruas não se largam mesmo depois de resgatados

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Algumas pessoas dizem que cães e gatos nunca serão os melhores amigos – mas Morticia e Gomez conseguiram convencer todos ao seu redor do contrário, em apenas um dia.

No início desta semana, uma pessoa que passava pela rua viu um pequeno cachorro e um gatinho preto um ao lado do outro, escondidos entre dois banheiros químicos móveis no estádio de futebol Hampton Soccer Park, em Hampton, Virgínia (EUA).

O transeunte decidiu chamar a atenção para o par incomum, postando uma foto da dupla na rede social privada Nextdoor. Alguns amantes de animais correram para o complexo de futebol e encontraram o par colado um no outro ainda encolhido na grama, congelando no mesmo lugar onde a foto foi tirada.

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Conseguir levar os dois com segurança, no entanto, não seria tão fácil quanto seus salvadores pensavam. Gomez, um chihuahua de 2 anos de idade, insistia em proteger o pequeno gatinho a qualquer custo e não aceitava se separar dele.

“Totalmente ligados um ao outro, o cachorro rosna se chegarmos perto demais, então notificamos o controle dos animais e estamos esperando por eles”, escreveu um dos resgatantes em um post de mídia social. “Três de nós estão monitorando os dois agora.”

Os dois acabaram sendo levados para um abrigo local onde foi dado um tempo para que seu tutor se apresentasse. Uma foto da dupla foi compartilhada no grupo do Facebook Lost & Found Pets, de Hampton Roads, VA, onde o post fez com que Turkan Ertugrul, diretora da ONG Saver of Souls Pet Rescue, parasse tudo o que estava fazendo no minuto em que viu a foto.

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

“Eles pareciam tão assustados na imagem que nos tocou o coração”, disse Ertugrul ao The Dodo. “Nós tendemos a favorecer os assustados porque eles simplesmente não entendem quando você está tentando ajudar.”

Ertugrul não conseguia tirar os animais grudados um no outro de sua mente, especialmente porque sabia que eles provavelmente seriam mantidos separados no abrigo.

“Na maioria dos abrigos, é contra a política de colocar cães e gatos juntos por segurança e nós sabíamos que eles seriam separados”, disse Ertugrul. “A situação deles estava nos deixando acordados à noite, preocupados sobre como estavam separados um do outro.”

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Foto: Saver of Souls Pet Rescue

Ertugrul sabia que havia mais apenas segurança física com animais que estão ligados – a saúde psicológica também é importante. E, pior ainda, ela sabia que o abrigo não seria capaz de garantir que o filhote de 10 meses e seu gatinho protegido iriam para a mesma casa.

“A maioria dos abrigos não pode garantir que os pares ligados sejam adotados juntos”, disse Ertugrul. “Eles estão lá para salvar vidas, e segurar um par de animais que pode levar muito tempo para ser adotado junto, colocaria em risco a vida dos outros.”

Então ela decidiu trazer o gatinho e o cachorro para viver na ONG assim que eles poderiam ser soltos no ambiente e encontrar um lar que acolhesse os dois juntos.

Felizmente para Gomez e Morticia, os funcionários do abrigo também não queriam separar o par e organizavam encontros para o casal inter espécie em uma sala onde eles podiam brincar e os dois sempre ficavam felizes de se verem.

Agora, vivendo felizes juntos em um lar temporário, fica claro o quão profunda é a ligação entre os animais. “Gomez correu até os gatos pretos do guardião inicialmente, pensando que um deles era Morticia e você podia ver sua decepção quando percebeu que não era ela”, disse Ertugrul.

Enquanto os dois são doces e amorosos para com as pessoas, suas personalidades borbulhantes brilham quando finalmente estão juntos. “Gomez é tímido em torno das pessoas quando as vê pela primeira vez, mas ele se solta rapidamente. Só que quando Morticia está por perto ele se liberta completamente”, acrescentou Ertugrul. “Eles são mais felizes e extrovertidos quando juntos do que quando conhecem novas pessoas individualmente.”

Uma vez que os dois tenham sido castrados e vermifugados, eles começarão a procurar uma casa que os manterá juntos para sempre. E está claro que nada neste mundo os tornaria mais felizes.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Caso raro: gato diagnosticado com raiva morre no interior de MG

Um gato morreu após ser contaminado pela raiva em Itaú de Minas (MG). O diagnóstico veio dias após a morte do animal. Antes disso, a tutora havia encaminhado o gato para uma clínica veterinária ao notar que ele estava agressivo, salivava em excesso e tinha dificuldades de locomoção – mas o animal foi liberado pelo veterinário e voltou para casa, sem diagnóstico fechado.

A mulher, que foi arranhada pelo gato, e o marido dela, que teve contato com a saliva do animal, receberam medicação. O caso é acompanhado pela prefeitura. Casos de raiva em gatos não eram registrados na cidade há mais de 16 anos. Na capital do estado não há registro da doença em gatos desde 1984 e último caso notificado em cães foi em 1989.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

“O gatinho faleceu em 19 de junho e as amostras de sangue foram enviadas ao Instituto Mineiro de Agropecuária. É raríssimo aparecer casos de raiva em felinos, há mais de dezesseis anos não temos um aqui. Para tentar resolver, fechamos o cerco na zona rural. O protocolo pede que todos os animais da região onde o animal morreu sejam presos por dez dias, para observamos o comportamento”, explica Maria Pimenta de Jesus, coordenadora do Programa de Saúde da Família e do Pronto Socorro Municipal de Itaú de Minas, em entrevista ao portal O Tempo.

Todos os animais da região onde o gato vivia receberam novas doses da vacina contra raiva. Um cachorro que vivia na zona rural também apresentou quadro sintomático semelhante ao da raiva. “Os moradores prenderam o animal para vigiá-lo, mas ele acabou fugindo nesse fim de semana. Nós achamos que o cachorro já deve ter morrido”, comenta Pimenta.

De acordo com a coordenadora do programa, o gato não foi vacinado na última campanha. “A tutora nos contou que ele ainda não tinha 90 dias quando aconteceu a campanha e animais com menos de três meses não podem receber a dose. Depois que passou a campanha, ela não procurou a rede privada para vaciná-lo. Às vezes passa despercebida a necessidade da prevenção, as pessoas às vezes acham que, por não haver muitos casos da doença, ela foi erradicada”, explica.

O fato de poucos gatos apresentarem a doença não significa que eles são mais resistentes a ela, segundo a professora de doenças virais da escola de Medicina Veterinária da UFMG, Maria Isabel Guedes. “Nós temos um bom controle da raiva urbana graças a uma taxa de cobertura vacinal acima de 80% nos últimos anos. É o sucesso da campanha de vacinação que garante a diminuição da transmissão da raiva nos municípios”, afirma.

Segundo ela, é preciso que a vacinação continue sendo realizada anualmente. “Estamos vendo um aumento no aparecimento de casos de morcegos no ambiente urbano, morcegos que se alimentam de insetos e de néctar que podem transmitir o vírus da raiva. Pode acontecer de o morcego se infectar e cair morto ao chão. Assim, cães e gatos por instinto podem querer brincar com ele e mordê-lo. Se o animal não estiver vacinado, ele pode vir a óbito”, comenta.

Morcegos hematófagos – que se alimentam de sangue – transmitem a raiva nas zonas rurais ao morder bovinos e equinos. “A raiva é invariavelmente fatal. Se o vírus chega ao sistema nervoso central, o ser humano ou o animal vem ao óbito. Existe apenas dois casos na literatura médica brasileira de pessoas que sobreviveram ao vírus”, alerta a professora.

“No início da doença, o animal apresenta alterações em seu comportamento. Se era mansinho, pode se tornar mais agressivo, atacar pessoas. Ele também apresenta salivação extrema e começa a espumar mesmo, dificuldade respiratória e falta de apetite. Mais para o final, o animal apresenta muita confusão mental e dificuldade para se locomover, muitos não conseguem mesmo andar”, explica Guedes.

É importante, portanto, vacinar os animais e levá-los para o veterinário caso sintomas apareçam. No caso dos morcegos encontrados mortos, a recomendação é acionar o Centro de Controle de Zoonoses para recolhê-los.

“O animal deve ser vacinado anualmente e, no caso dos filhotes, é preciso que estejam protegidos já aos quatro meses de vida. É importante que as pessoas se lembrem que não estamos livres da doença”, defende Guedes.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Mais de 20 cães mortos são encontrados em estrada e dentro de rio em MT

Ossadas de animais e corpos de mais de 20 cachorros mortos foram encontrados às margens da MT-208 e dentro do rio que abastece a cidade de Alta Floresta, em Mato Grosso. A descoberta foi feita por moradores na terça-feira (9).

Corpos de cães foram encontrados dentro de rio (Foto: Daiane Carvalho/ Arquivo pessoal)

De acordo com a Associação Amamos Animais, moradores que vivem em chácaras nas proximidades do rio estão incomodados com o mau cheiro e preocupados com a qualidade da água.

“Eles disseram que há um mau cheiro há dias na estrada e resolveram entrar na mata para ver o que estava acontecendo, foi quando encontraram os animais”, informou ao G1.

A Secretaria de Meio Ambiente de Alta Floresta (Sema) afirmou não ter recebido nenhuma denúncia sobre o caso. A companhia de água que abastece a cidade e a Polícia Civil foram contactadas pelo G1, mas não se posicionaram até a publicação desta reportagem.

Há animais e ossadas em sacos de lixo e outros a céu aberto.

Mortes por envenenamento

Em janeiro, aproximadamente 30 animais foram encontrados mortos com sinais de envenenamento em Alta Floresta. Os tutores deles afirmaram que os animais não apresentavam sintomas de doença e tiveram convulsões antes de morrer, além de terem apresentado uma baba espessa branca na boca na hora da morte.

Foram confirmadas 29 mortes de cachorros e de um gato. Porém, o número pode ter chegado a 40, segundo a presidente da Associação Amamos Animais, Leir Ribeiro.

Não se sabe ainda se os corpos e ossadas encontrados na rodovia e no rio têm relação com os casos de mortes registrados no início de 2019.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Gatinho resgatado que nasceu com 4 orelhas e perdeu olho vence o abandono e encontra uma família

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Este é Frankie, seu nome é uma abreviação de Frankenkitten (Gato Frankestein). Como as fotos mostram, Frankie é um pouco diferente dos demais gatos. Ele nasceu com quatro orelhas e teve que remover um de seus olhos.

No entanto, se alguém dissesse a ele que ele não se encaixava na norma, Frankie provavelmente não entenderia nada. Depois de passar por tudo o que o destino reservou para ele, o gatinho se adaptou a viver no mundo cheio de desafios a ele e mais tarde sua família adotiva para ajuda-lo quando ele fica um pouco sobrecarregado.

“Frankie nasceu em casa suburbana de uma mãe selvagem”, disse o tutor de Frankie, Georgi Anderson, ao Bored Panda. “Ele foi encontrado com um irmão vivo, mas pode ter havido mais gatinhos na ninhada que não sobreviveram.

As pessoas que encontraram os gatinhos, acolheram Frankie e seu irmão por várias semanas para socializá-los e cuidar deles antes de trazê-los para o abrigo para cuidados médicos e adoção”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Suas quatro orelhas são a primeira coisas que as pessoas veem nele. “Ele também tem uma mandíbula superior (mordida) muito grande que dá ao seu rosto uma aparência muito angulosa.

O gatinho entrou no abrigo de animais com dois olhos, mas um olho se rompeu e precisou ser removido. A remoção do olhos permitiu que ele sobrevivesse, já que se a infecção se tornasse séptica, ela o mataria.

Frankie também tem problemas nas articulações das patas traseiras – os joelhos (rótulas) não ficam fixados no lugar, então ele anda de pernas abertas e os joelhos muitas vezes entram e saem do lugar.

“Por causa da sobre mordida, seus caninos inferiores estavam perfurando o céu de sua boca. Ele também precisa que seus joelhos sejam operados para estabilizar as articulações, mas estou economizando o dinheiro para isso, é muito caro”, disse Georgi.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele também precisa fazer tratamento odontológico para cortar seus caninos inferiores a apenas alguns milímetros acima da linha da gengiva.”

Sua mãe conta que trabalhava no abrigo de animais na época em que Frankie chegou lá: “Eu também era uma cuidadora e oferecia lar temporário, então pediram que eu o abrigasse por uma semana enquanto ele se recuperava da remoção do olho”.

“Não foi tanto o seu visual único que o ligou a mim – foi o seu comportamento doce, a maneira como ele explorou o seu entorno, e buscou conforto de mim”

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Fui vê-lo antes de seu procedimento e imediatamente fiquei impressionada com o quão doce ele era. Depois de apenas algumas horas em que ele estava em casa para sua recuperação, eu sabia que ele era especial de uma forma que eu não conseguia descrever”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“O aspecto físico de sua condição tem algum impacto em sua vida cotidiana. As pequenas orelhas frontais afetam levemente sua audição direcional, já que elas quase funcionam como pequenos protetores de ouvido em seus ouvidos. Ele se ajustou bem com apenas com um olho, mas posso dizer que a visão noturna dele não é tão boa quanto a dos outros gatos. Suas pernas o fazem andar de pernas abertas, mas não causam dor ou afetam a maneira como ele brinca ou pula. Sua boca provavelmente é o maior fator físico de incômodo – ele se esforça para comer ração úmida porque não consegue mastigar muito bem. Ele está em uma dieta só de comida seca e aprendeu a pegar a ração com a língua e trazê-la até sua boca ao invés de usar os dentes”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Sua tutora conta que um dia normal para Frankie envolve escolher lugares diferentes para se aconchegar e dormir, emboscando ela todas as manhãs enquanto faz o café da manhã.

“Ele gosta de tentar subir na minha perna e depois sair correndo como um lunático”

“Frankie adora brincar com seu irmão Lucius Malfoy e irritar seus irmãos mais velhos, Minako e Toothless”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

“Ele dorme um pouco mais e então irrita os cachorros. Ele é um gatinho muito atrevido”, conta ela.

“Sua personalidade é muito agitada, mas ele se sai bem porque também é muito doce. Ele não é excessivamente inteligente, o que tem sido um traço observado em alguns outros gatos com 4 orelhas. Duvido que ele se saísse bem do lado de fora. Ele via um carro e achava que era algo para brincar. Mas Frankie é tão amoroso e carinhoso e parece sentir quando tive um dia difícil. Eu quase poderia dizer que ele tem uma personalidade de cachorro”.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Frankie é a prova viva de que a beleza de um animal está dentro dele, cada um tem a sua. Ele e seus humanos têm sorte de ter um ao outro e logo ele vai terminar seus tratamentos médicos e tudo vai ficar bem.

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Foto: frank_n_kitten/Instagram

Muitas pessoas já se apaixonaram por Frankie, incluindo suas perfeitas imperfeições, ele tem vários seguidores em suas redes sociais que se desmancham em elogios quando sua tutora posta suas fotos de suas aventuras.

Esse gatinho realmente, nasceu para brilhar.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Gatinho sem um olho e com lábio leporino vence o preconceito e encontra um lar

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Cricket nasceu nas mãos de uma criadora que planejava vender a ela e a todos os seus irmãos, mas quando a exploradora de animais viu o olho perdido, lábio leporino e queixo torto do gatinho, ela decidiu que não conseguiria vendê-la.

A criadora não queria que ninguém soubesse que ela era a responsável por um gato “imperfeito” – e decidiu que ia matá-lo. Mulher contou a alguém sobre seus planos, e essa pessoa sabia que tinha que tentar salvar o pequeno Cricket – então ela rapidamente encontrou alguém que poderia ajudar.

Quando Megan Boehm ouviu o que a criadora estava planejando fazer, ela imediatamente disse que ficaria com Cricket. Ela não sabia praticamente nada sobre ele na época, mas sabia que não poderia deixá-lo morrer.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

A criador concordou então em deixar Megan pegar o gatinho e, de repente, ela se tornou a nova mãe de Cricket.

“Não foi nem uma decisão”, disse Megan ao The Dodo. “Eu nem tinha visto uma foto dele, mas assim que ouvi sua história, soube que tinha que salvá-lo. Não havia nenhuma possibilidade de eu deixar um gatinho com algumas pequenas deficiências ser morto porque ele nasceu diferente. E quando o vi, foi amor à primeira vista”.

Quando Megan primeiro levou Cricket para casa, ele estava um pouco confuso. A criadora claramente o havia negligenciado, e ele estava doente e severamente desnutrido.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Megan, uma estudante universitária, ficou em casa depois da aula no primeiro dia casa do Cricket, para que ela pudesse cuidar dele e garantir que ele estivesse bem. Com alguns dias de amor e carinho, Cricket ficou mais forte e começou a se curar, e depois de ser examinado por um veterinário, parecia que o gatinho ia ficar bem.

“Cricket parecia estar realmente em casa quando chegou aqui”, disse Megan. “Ele queria se aconchegar o dia todo! Depois que ele ganhou algum peso e percebeu que meu amor era incondicional, ele entrou no caminho da recuperação completa”.

Desde o início, Megan sabia que Cricket era um pouco diferente e provavelmente teria alguns desafios, mas isso nunca a incomodou. Para ela, Cricket é apenas um gato e, como resultado, o Cricket nunca notou que ele é diferente também.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

Ele só pode comer ração úmida por causa de sua mandíbula torta e fenda labial, mas em todo o resto, ele é como qualquer outro gato.

Enquanto Cricket definitivamente parece muito diferente de um gato típico, ele também é completamente adorável e sua mãe o amaria de qualquer maneira que fosse.

Foto: Megan Boehm

Foto: Megan Boehm

“Cricket honestamente me deu um propósito”, disse Megan. “Eu fico ansiosa para vê-lo todos os dias. Mal posso esperar para chegar em casa do trabalho ou da aula para que eu possa me aconchegar com ele. Quando estou estressada, triste ou até com raiva, Cricket sempre me faz melhorar. Eu olho para ele e vejo o que ele teve que superar e eu sei que posso superar qualquer desafio da vida”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.