Câmera flagra mulher jogando gato violentamente contra uma porta

Foto: SWNS

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As imagens mostram o momento em que um gato foi arremessado a sete metros de distância contra uma porta por uma mulher.

Câmeras de vigilância flagraram April Hawes, de 38 anos, jogando Shadow, um gato de oito meses de idade, na porta da casa de seus vizinhos, enquanto gritava descontrolada “eu vou acabar com ela”.

A mulher alega que estava furiosa porque o gato continuava entrando em seu jardim. O gato aterrorizado pousou na calçada e sofrendo danos nos tecidos moles (ligamentos).

Hawes compareceu ao tribunal do condado de King’s Lynn, em Norfolk, Inglaterra, onde admitiu ter pego o gato e arremessado o animal na casa de seu vizinho.

O tribunal ouviu sua confissão de culpa e admissão do crime crueldade ao causar sofrimento a um animal protegido em 1 de março, em uma audiência anterior.

Imagens de vídeo mostraram Hawes gritando que ela esperava que os tutores do gato, Kevin Yarham, 33, e sua parceira Sophie Baker, 26 anos, pudessem ver a cena nas câmeras.

Kevin, que é ajudante de loja de Dereham, Norfolk disse: “April Hawes jogou Shadow contra a porta não uma, mas duas vezes. Ela pegou o gato pela nuca e atirou-o violentamente duas vezes. Você pode ouvi-la gritando enquanto fazia isso”.

O tribunal ouviu de Hawes que ela estava estava irritada porque os gatos continuavam entrando em sua casa.

Mas em uma entrevista, Hawes disse que não queria causar sofrimento ao gato e ficou com remorso de seus atos, foi dito à corte.

Kevin acrescentou: “Shadow estava farejando perto de sua casa. Os gatos fazem o que fazem, são animais que exploram e estão em liberdade de circular. Ela acabou de pegá-lo e já o jogou com toda força enquanto ele estava apenas farejando – eu não tenho ideia do por que ela fez isso”.

Kevin disse que após a agressão Shadow sofreu danos nos tecidos moles (ligamentos) e agora está “muito nervoso quando fica próximo de mulheres”.

Magistrados condenaram Hawes a uma sentença comunitária de 12 meses com 30 dias de atividade de reabilitação.

Ela também foi condenada a pagar £ 85 em custos e uma sobretaxa de vítima de £ 85.
Kevin disse: “Eu descreveria essa condenação como um insulto a todos os tutores de animais, é uma desgraça e muito fraca”.

“É um insulto a todas as pessoas que amam animais, não há desculpa para o que ela fez”.

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Tutores colocam placa de aviso na porta para prevenir escapadas de gatinho fujão

Foto: Laci Reamer

Foto: Laci Reamer

Quando a família de Hubert o adotou de um abrigo local há três meses, eles perceberam imediatamente que o gatinho era cheio de personalidade e coragem.

“Nós sempre descrevemos sua personalidade como a de um velho rabugento que secretamente ama e precisa de atenção”, disse Laci Reamer, a mãe de Hubert, ao The Dodo.

Foto: Laci Reamer

Foto: Laci Reamer

O gato de 8 anos de idade se estabeleceu em sua nova casa imediatamente – e fez todos saberem, desde o início, que ele é absolutamente obcecado em tentar ir para a rua.

Apesar do abrigo ter dito que ele sempre foi um gato de interior (dentro de casa), Hubert tem um fascínio intenso em ficar ao ar livre, e mesmo que ele ame tanto sua nova vida confortável e sua família, isso não o impediu de fugir e ir brincar na rua cada oportunidade que aparece.

Foto: Laci Reamer

Foto: Laci Reamer

“Ele tenta escapar diariamente”, disse Reamer. “Ele até conseguiu uma vez fugie. Nós não notamos nada até que vimos ele andando pela calçada! Como você pode não perceber um gato de 14 quilos escapando pelas suas pernas na porta? Sim, você leu certo! Ele tem 14 quilos. Ele é corpulento, mas corajoso (ele está de dieta)”, diz sua tutora.

"Por favor não deixe o gato sair, não importa o que ele faça" | Foto: Laci Reamer

“Por favor não deixe o gato sair, não importa o que ele diga” | Foto: Laci Reamer

Chegou a um ponto em que, a cada vez que alguém novo chegava à porta, Hubert tentava convencê-los de que Hubert podia sair – e, por fim, sua família teve que colocar uma placa no quintal.

“Nós fizemos a placa porque para que qualquer pessoa que ele olhe com aqueles olhos grandes e pidões como se dissesse: ‘Por favor, me ajude. Eu tenho coisas para ver e fazer lá fora. Se você abrir a porta, eu vou passar por você’, a pessoa vai cader”, disse Reamer. “Ele é muito bom em implorar, então queríamos conscientizar as pessoas. Nós vivemos em uma rua movimentada e não queremos que ele se machuque”.

Foto: Laci Reamer

Foto: Laci Reamer

Até agora, a placa tem feito maravilhas em manter Hubert em segurança dentro de casa, e como um bônus, todos que a vêem ficam muito contentes e admirados com o aviso.

Graças à placa e a atitude amorosa de sua família, os elaborados planos de fuga de Hubert não são mais bem sucedidos – mas, para ajudar com seu intenso amor por sair às ruas, sua família está trabalhando em uma surpresa divertida que lhe permitirá explorar o mundo de uma maneira muito mais supervisionada e segura.

“Acabamos de mandar fazer para ele uma guia com coleira para começar suas grandes aventuras ao ar livre”, disse Reamer. “Dedos cruzados para que tudo dê certo!”

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Gato é resgatado após ficar preso em motor de carro no litoral de SP

Um gato foi resgatado após ficar preso no motor de um carro em Iguape, no litoral do estado de São Paulo. O acidente aconteceu na tarde da última quinta-feira (27).

Foto: Divulgação/Polícia Ambiental

Um motorista trafegava pela avenida Carvalho Pinto, no bairro Rocio, quando decidiu parar em uma blitz da Polícia Ambiental. Ele alegou aos policiais que ouviu barulhos estranhos vindos da parte de frente do automóvel. As informações são do G1.

Ao vistoriar o motor do veículo, os policiais encontraram o gato. Apesar do acidente, o animal não estava ferido. Bastante assustado, ele foi retirado do local e colocado em uma gaiola.

Após ser resgatado, o gato foi encaminhado para o Grupo de Apoio e Resgate de Animais de Rua de Iguape (Gaari) para receber os cuidados necessários e, depois, ser disponibilizado para adoção.


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Gatinha sobrevive milagrosamente sem um arranhão após trator passar por cima dela

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Uma pequena gatinha que foi atropelado por um trator equipado com arado escapou milagrosamente ilesa do ocorrido.

A gata preta de quatro semanas de idade apenas, batizado de Meadow por oficiais da ONG RSPCA, foi encontrado enterrado em um sulco profundo de terra feito pelo arado de um fazendeiro.

Acredita-se que ela deve ter evitado por pouco os cortadores de metal do equipamento e das rodas do trator enquanto passavam diretamente sobre a gatinha filhote em um campo em Ash Green, Hants (Inglaterra).

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Como a gatinha não tem microchip e a RSPCA está agora procurando por seus tutores.

Meadow agora está aos cuidados de Liz Wood, vice-gerente do abrigo Millbrook Animal Center em Chobham, Surrey, onde a gatinha foi acolhida.

Liz disse: “Um agricultor estava arando seu campo quando encontrou o pequeno Meadow caído no chão no meio da lama.

“O trator e o arado dele já haviam passado pela terra em que ela estava, então a gatinha deve ter ido parar diretamente embaixo da engenhoca mortal – é um milagre que ela tenha saído viva desse acidente, e muito mais ainda incólume”.

Foi publicado um post na internet onde a ONG pede que caso alguém reconhecesse Meadow, que entrem em contato com eles.

“Ela pode ser um animal em situação de rua que se separou de sua mãe, então se ninguém se apresentar como sendo a família dela, nós eventualmente vamos procurar por um novo lar para ela – uma vez que ela esteja grande e forte o suficiente”.

“Por enquanto, ela está morando comigo e minha outra gatinha adotiva, Sarah Beeny, que foi resgatada de dentro da cavidade de uma parede.

“Essas duas são um belo par de gatinhas aventureiros, com certeza”, disse Liz.

Ambos os gatinhos são muito jovens para terem sido separados de suas mães, o que significa que Liz tem que alimentá-los manualmente.

Os centros da RSPCA estão atualmente sobrecarregados com casos semelhantes, já que a “estação do gatinho” acontece de abril a setembro de cada ano, disse ela.

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Ela acrescentou: “Com uma média de 86 gatos chegando aos nossos cuidados todos os dias e um pico durante o verão, isso destaca que o país está enfrentando uma crise de abandono de gatos com tantos felinos acabando em centros de resgate.

“Pedimos aos tutores de gatos que esterilizem seus animais domésticos para evitar filhotes indesejáveis de gatinhos”.

“Não há como negar que eles são adoráveis, mas também são trabalhosos, demorados e caros”.

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Gatinho com Síndrome de Down conquista milhões de fãs no mundo todo

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

A história de Monty começou na Dinamarca, onde ele passou três anos em um abrigo esperando por uma família para adotá-lo.

Mas as pessoas costumavam rejeitá-lo porque sua aparência física era um pouco diferente dos demais gatos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Até que um dia, Mikala Klein e Michael Bjorn se apaixonaram pelo gatinho assim que o viram e decidiram torná-lo parte de sua família. Ele parecia muito especial e muito doce e eles não hesitaram um segundo em adotá-lo.

Os dias passaram e eles perceberam que algo estranho estava acontecendo, o gatinho não conseguia controlar seus esfíncteres enquanto dormia e urinava com frequência.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Eles então o levaram ao veterinário para examiná-lo e disseram-lhe que isso era normal para os gatos mais velhos, mas Monty ainda era jovem demais para que isso acontecesse com ele.

Como eles tinham mais gatos em casa e pensaram que Monty queria marcar o território em relação aos outros e depois pensaram em mandá-lo para uma casa onde ele não teria outros gatos para competir por atenção (caso esse fosse o problema).

Mas essa decisão os entristeceu muito e a casa não era a mesma sem ele.

Mas essa decisão os deixou solitarios e vazios. Então eles voltaram para procurá-lo e decidiram continuar investigando até que ele descobriu que Monty tinha um problema genético semelhante ao da síndrome de Down em humanos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Essa foi a verdadeira causa do estranho comportamento e da aparência de seu rosto.

Monty é muito brincalhão, sempre expressa sua alegria e se sente feliz com sua família.
Toda noite ele quer dormir perto de Michael, porque ele lhe dá muita segurança.

Desde que eles compartilharam sua história na internet, o gatinho se tornou um fenômeno das mídias sociais. Atualmente, Monty tem uma página no Facebook com mais de 300 mil seguidores e que pode ser visitada clicando aqui.

Monty também tem uma marca de brinquedos e outros produtos, e tudo o que é coletado na venda dos itens é destinado ao abrigo onde Monty estava antes de ser adotado.

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Gatinho sobrevive após passar uma 1h dentro de máquina de lavar ligada

Foto: Reprodução/Vídeo/Kare 11

O gatinho Felix sempre foi muito curioso. Amado por sua família, ele agora luta para sobreviver após passar por um grande susto. Durante um momento de distração, o gatinho entrou na máquina de lavar e sua tutora não viu. O eletrodoméstico foi ligado e cumpriu pelo menos 1h de programação com o animal dentro.

Lutando pela vida, Félix foi encontrado na lavadora e levado para atendimento veterinário emergencial. Ele foi colocado em um respirador e está recebendo medicação e alimentação intravenosa. A visão do gatinho já está se restabelecendo e o prognóstico de recuperação é positivo.

Foto: Reprodução/Vídeo/Kare 11

A tutora de Félix, Stefani Carroll-Kirchoff, se culpa pelo acidente e acredita que poderia ter sido evitado se ela tivesse sido mais atenta. “Devo ter virado as costas por alguns minutos para dobrar roupas e ele aparentemente entrou lá quando eu não estava olhando”, disse em entrevista à Fox News.

Ela tenta se manter forte para estar pronta para cuidar do gatinho assim que ele tiver alta. Stefani afirma que se depender dela, Félix se recuperará completamente. “Farei qualquer coisa que puder para ele continuar vivo”, disse.


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Câmera flagra gatinho confortando cachorro ansioso enquanto o tutor de ambos está fora

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

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O apoio de um amigo pode ser uma ferramenta poderosa para combater a ansiedade e a solidão – alguém que gentilmente mostra que você não está sozinho e que tudo ficará bem.

Ninguém sabe disso melhor do que Joule – um cachorrinha de natureza doce que odeia ser deixada à própria sorte.

Joule percorreu um longo caminho desde que foi resgatada há quatro anos por Brenna Eckert.

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

“Joule sentia muita ansiedade quando a adotamos pela primeira vez”, disse Eckert ao The Dodo. “Nós trabalhamos intensamente com um especialista em comportamento canino para ajudar a resolver alguns de seus problemas nervosos”.

“Ela é certamente um cão bem grudado na gente”, disse Eckert. “Quando estamos em casa, ela sempre precisa estar perto de nós o tempo todo”.

Logo depois que Joule se juntou à família, Eckert adotou outro animal doméstico: um gatinho malhado laranja que ela chamou de Kelvin. Joule e Kelvin se deram muito bem desde o começo – o que parecia ser o destino que os havia unido.

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

“Os abrigos de animais deram a cada um deles um nome temporário antes de adotá-los”, disse Eckert. “O nome do abrigo de Kelvin era Socks (Meias) e o nome do abrigo de Joule era Sandals (Sandálias). Que irônico que meias e sandálias formassem um par tão perfeito! ”

Mas Eckert nunca poderia ter previsto o quão profundo seria o laço e o vínculo que a cachorrinha e o gato formariam – até que um dia, ela decidiu instalar câmeras de segurança em sua casa toda para monitorar as coisas enquanto ela estava no trabalho.

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Quando Eckert assistiu a filmagem, ela não pode acreditar no que viu. Seu gato descontraído estava docemente consolando sua cachorra tensa. Não apenas por um momento – mas por todo o dia.

“Percebemos que Kelvin e Joule estavam no sofá juntos quase todos os dias”, disse Eckert. “Mudei a câmera para ter uma visão mais próxima do sofá e fiquei impressionada ao ver que eles não estavam apenas compartilhando o sofá, mas eles estavam se aconchegando um no outro também”.

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Eckert ficou tão emocionada que ela postou um dos vídeos no Reddit (plataforma de vídeos, mídia social) com o comentário: “Isso acontece literalmente todos os dias da semana durante as 8 horas que estamos fora de casa”.

Mas Joule não é a única que se beneficia desse arranjo repleto de carinhos. Kelvin também pode ficar sozinho quando Eckert está fora – e Joule preenche essa lacuna perfeitamente.

“A personalidade de Kelvin é muito suave e doce”, explicou Eckert. “Ele adora dormir e ficar quentinho, e ele fica aconchegado ao Joule durante o dia”.

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Foto: Instagram/ginger_cat_and_vizslas

Se Eckert nunca tivesse instalado as câmeras, esse relacionamento especial teria permanecido apenas entre Joule e Kelvin. Mas Eckert está feliz em saber que alguém está cuidando da cachorrinha ansiosa enquanto ela está longe – mesmo que Joule nem sempre pareça grata a Kelvin.

“Eles só se abraçam assim quando não estamos por perto”, disse Eckert. “Se estamos em casa, Joule quer estar conosco, então ela basicamente ignora o gato.”

A única exceção é se Eckert se deita no sofá – então toda a família se aninha junta.

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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Gato e ratinha descobrem um ao outro e se tornam os melhores amigos

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

MacKenzie Allmon da cidade de North Little Rock, no estado do Arkansas (EUA), é uma verdadeira amante dos animais – ela ama tanto gatos como cães, e como orgulhosa cuidadora de quatro ratinhos domésticos, ela é também uma ardosa amante de ratos.

Allmon diz que seus animais são tudo para ela. Mas ela mal sabia o quanto alguns de seus bichinhos se amariam, entre eles mesmos, até que um dia ela encontrou seu gato Jagger no mais inesperado dos lugares.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Jagger entrou na vida de Allmon um ano atrás, quando ele era apenas um pequenino gatinho. Na verdade, ele nasceu na garagem de Allmon.

“No nosso antigo bairro havia um mercado de pulgas por perto e as pessoas costumavam dar filhotes lá – mas no final do dia, se eles ainda tivessem algum sobrando, eles simplesmente os deixavam por ali mesmo[soltos], o que fazia com que nosso bairro fosse preenchido gatos selvagens “, disse Allmon ao The Dodo.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Um desses gatos em situação de rua era manso – e um pouco arredondado demais ao redor da cintura. “Nós a levamos e a gata, que estava grávida, acabou tendo seus gatinhos em nossa garagem”, disse Allmon.

Allmon e sua família encontraram lares e adotantes para a gata mãe e todos os seus gatinhos – com exceção de um gatinho com quem Allmon sentia uma ligação particularmente forte. “Eu simplesmente não podia desistir dele”, disse ela.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Oito meses depois, Allmon veio buscar alguns ratos domésticos frutos de resgate. Então ela pegou mais um par deles. Ela criou um habitat grande e protegido para seus quatro novos membros peludos da família, Willow, Jasmine, Eevee e Sadie – mas ela não sabia exatamente como Jagger reagiria aos novos moradores da casa.

“Desde que Jagger era pequeno ele ama outros animais, especialmente cachorros”, disse Allmon. “Mas quando eu peguei meus ratos, eu não sabia o que esperar, pois a rivalidade entre gatos e ratos é bem conhecida”.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Então, um dia, Willow conseguiu escapar do habitat dos ratos.

Allmon olhou por toda a casa e descobriu algo adorável.

“Eu encontrei ela e Jagger aconchegando-se em um caixote”, disse Allmon.

E isso não foi um acaso de uma só vez.

“Desde então, eles têm sido inseparáveis”, disse Allmon. “Eles seguem um ao outro pela casa e adoram brincar um com o outro”.

Jasmine, Eevee e Sadie também fizeram amizade com Jagger.

Mas Willow ainda ocupa um lugar especial no coração do gato.

“Eu definitivamente diria que Willow é a sua favorita”, disse Allmon. “Ela é quem começou tudo, o que saiu de sua casinha e começou a trocar carinhos com ele. Eles inegavelmente se amam”, conclui a tutora orgulhosa.

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Cachorra adota filhote de gato e cria junto com seus filhos

Foto: Jamie Myers

Foto: Jamie Myers

Nala era apenas um filhote recém-nascido quando foi abandonada sozinha em um beco sujo. Um vizinho ouviu o choro da pequena gata malhada e levou-a para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington (EUA).

A gatinha nunca tinha conhecido o amor de uma mãe, mas logo, duas mães incomuns se apresentaram para ajudá-la a crescer forte e e confiante.

Encontrada em uma idade ainda tão jovem, Nala teve que ser colocada com uma família em um lar temporário para ter mais chances de sobrevivência. Quando Jamie Myers viu um pedido de ajuda no Facebook, ela aproveitou a chance para pegar a gatinha. Ela estava cuidando (dando lar temporário) a uma gata que havia perdido recentemente alguns de seus bebês e sabia que Nala se encaixaria bem na pequena família.

Nala | Foto: Jamie Myers

Nala | Foto: Jamie Myers

“Ela era cerca de uma semana e meia mais nova que o grupo de gatinhos que eu estava cuidando, então eu disse: ‘Essa mamãe gata é maravilhosa, ela aceitou muito bem o bebê, então vamos ver se ela não pode mamar?”, Myers disse ao The Dodo. “Nala começou a mamar imediatamente e mamãe a aceitou instantaneamente. Ela começou a lambê-la, limpando-a e mostrando sua aceitação e amor”.

No momento em que a mamãe gata e seus bebês já estavam prontos para serem adotados, Nala ainda não era grande o suficiente para encontrar uma família adotiva e uma nova casa.

“Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados e, quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mãe para mamar”.

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala estava sozinha novamente – mas não por muito tempo. Myers tinha levado para casa, para dar lar temporário a uma cachorra chamada Izzy que havia tido filhotes recentemente. Os peitos de Izzy estavam cheios porque ela estava amamentando sua própria ninhada, mas ela ainda estava determinada a adotar a gatinha solitária.

“A mamãe cachorra continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela parecia pensar que Nala era um dos seus que bebês estava fora, desaparecido e voltou – ela continuava tentando colocá-lo de volta junto com os outros”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Izzy tornou-se cada vez mais insistente no fato de que Nala pertencia realmente a ela, então, eventualmente, Myers decidiu dar uma chance. “A gatinha não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la”, disse Myers. “Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”.

Para ajudar a mamãe a se acalmar, Myers colocou Nala na cama de Izzy e supervisionou suas interações. Uma mudança notável ocorreu assim que Nala se juntou ao grupo, e Myers sabia que ela tinha feito a coisa certa tanto pelo cachorro quanto pelo gatinho.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

“Assim que colocamos Nala com seus bebês, ela se acalmou e ficou feliz na hora: tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para se aconchegar e amar, e uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela tinha acabado de se encaixar com sua segunda família adotiva.”

Nala rapidamente se adaptou muito bem à sua nova rotina com sua família de cães: “Ela entrava e saía do local onde eles estavam instalados sozinha. Então, quando ela terminava de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto pra perto da mãe”, disse Myers. “Sempre que ela queria dormir, ela ia pra perto de sua família e ficava lá dormindo com eles”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Com o amor e o cuidado de suas três famílias adotivas – cão, gato e humano – Nala cresceu e finalmente estava pronta para adoção.

Mas para Izzy, Nala finalmente saindo da casa era ruim e bom ao mesmo tempo. Felizmente, Myers sabia exatamente o que fazer para acalmar Izzy novamente.

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Ela concordou em abrigar, dando lar temporário a um par de irmãs gatinhas desesperadamente necessitadas de amor e atenção. E Izzy não poderia estar mais feliz, Myers observou: “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando e criando”.

Izzy é a prova que o amor de uma mãe não tem limites – não importa a espécie.

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