Gato acolhe e abraça novos gatinhos que chegam em abrigo

Benny foi covardemente abandonado quando era apenas um recém-nascido. Ellen Carozza, uma técnica veterinária, o resgatou das ruas e o adotou, levando-o para seu abrigo particular, onde mantém centenas de animais salvos.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Quando resgatado, Benny estava doente. Ele passou por um longo processo de recuperação envolvendo medicação adequada, alimentação balanceada e a aplicação de injeções contra doenças.

Ellen afirma que, mesmo doente, Benny era um amorzinho. “Ele tinha tanto amor para dar que se tornou o pai adotivo de todos os outros animais do abrigo”, diz.

A veterinária costuma levar gatinhos recém-resgatados para casa de modo a cuidar deles até que estejam grandes e fortes o suficientes para serem encaminhados para outras famílias.

E Benny leva seu papel muito a sério ao lidar com os filhotes.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Certo dia, Ellen trouxe Winnie para casa. A pequena nasceu com apenas metade do peso normal de um gatinho. Benny não perdeu tempo e já embrulhou Winnie em seus braços, carregando-a de amor, calor e proteção!

“Quando os gatinhos não estão com Benny, eles ficam aconchegados em uma mãe artificial com um batimento cardíaco simulado para o conforto do filhote”, observa Carozza. “Mas algo artificial não ronrona. Não limpa você. Não ajuda você a ser um gato. Benny preenche essas lacunas.”

“O papel de Benny é conforto e socialização”, disse Ellen. “Ser capaz de aconchegar-se contra outro gato e não contra um bicho de pelúcia faz maravilhas para o bem-estar mental deles.”

“Ele fica muito deprimido quando não temos gatinhos. Eu gosto de pensar que ele está nos devolvendo o favor que lhe fizemos há alguns anos “, disse Ellen.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Fonte: Razões Para Acreditar

Gato entra em casa e se aninha no colo de homem recém-operado

Um gato decidiu fazer companhia para um homem recém-operado. Em um ato de amor despretensioso, ele entrou na casa do homem e se aninhou em cima dele.

Foto: Andrew Falloon

O caso foi divulgado pelo filho do homem. Andrew Falloon, que vive na Nova Zelândia, contou que o pai havia passado por uma cirurgia recente e estava descansando, deitado, quando o gato se aproximou.

O homem dormia no sofá no momento em que a esposa dele saiu e deixou a porta da casa levemente aberta. Foi por essa brecha que o gato passou. As informações são do blog Coisas de Pet.

“Meus pais não têm um gato”, disse Falloon, ao pontuar que o animal que foi encontrado dormindo com o pai dele não pertence à família.

Nas redes sociais, a história encantou internautas e alcançou grande repercussão. Já são mais de 70 mil compartilhamentos e 480 mil curtidas no Twitter.

Usuários da rede social afirmaram que o gato tem um “sexto sentido” para escolher deitar justamente em cima do homem recém-operado, que precisava de companhia por estar vivendo um momento delicado para sua saúde, e disseram também que o gato escolheu a sua família.

Gato morre após ser abandonado por motorista contratado para socorrê-lo

Um gato doente morreu após um motorista do aplicativo Uber, contratado para socorrê-lo, abandoná-lo na rua. O animal doente estava no bairro Barreiro, em Belo Horizonte (MG), quando foi encontrado pela supervisora de call center Liamara Silva, de 28 anos, na última segunda-feira (15). Comovida com o sofrimento do gato, ela entrou em contato com o técnico em zootecnia e diretor da ONG Aliança Pró Via Animal (Aprova), Arley Ferreira Fulco, de 38 anos, que indicou que ela contratasse um motorista para que ele levasse o animal até o Pet Shop Ebenézer, na rua Tupã, 55, no bairro Lagoa Azul, em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Foto: Arley Fulco/Divulgação

Devido a um erro de digitação, o motorista foi levado pelo aplicativo até o número 555, onde abandonou o gato, sem se preocupar em tentar descobrir a localização correta da clínica veterinária. O animal foi deixado sob forte chuva. As informações são do portal O Tempo.

Ao telefonar para o motorista, Liamara soube do abandono e avisou os funcionários da clínica, que, com a ajuda de clientes, procuraram o gato, que foi encontrado morto.

Arley conta que Liamara entrou em contato com ele por volta das 13 horas. “Ela disse que havia um gato caído do lado de fora da empresa, mas eu disse que estava em Belo Horizonte. Então, eu a pedi para que encaminhasse o animal para a clínica em Ibirité, para que o mesmo recebesse atendimento do veterinário. Eu falei que buscaria o animal na clínica assim que voltasse para Ibirité, ou a clínica o levaria de carro a minha casa”, contou Arley. Segundo ele, Liamara não poderia sair do serviço para socorrer o gato por conta própria, mas ligou para a clínica e combinou a entrega do animal. “Ela chamou o Uber, botou o endereço da clínica e pagou pela corrida. O percurso seria de apenas 15 minutos. Mas, depois de 30 minutos, o animal ainda não havia sido entregue”, completou.

“Liamara me telefonou preocupada. Depois, ela ligou para o motorista do Uber e foi informada por ele que o número da clínica estava errado e que ele havia largado o animal próximo ao número 555. Agora, eu pergunto: se fosse uma televisão de 50 polegadas ele deixaria na rua?”, questionou.

De acordo com Arley, o motorista deveria ter telefonado para Liamara e informado que não havia encontrado a clínica. “Como a corrida já estava paga, simplesmente largou o animal na rua, como se fosse lixo, e foi embora”, lamentou. “No dia, estava caindo um chuvão. Com muito custo, acharam o animal. Mas, ele já estava sem vida”, acrescentou.

Morto, o corpo do gato foi levado para a clínica para que um laudo fosse feito. “O animal já estava em estado de choque. Dois minutos a mais, ou a menos, fariam muita diferença. Ele poderia ter sido salvo”, disse.

Segundo Arley, uma reclamação foi feita à Uber e a resposta foi que o “objeto” de Liamara não havia sido encontrado. “É crime abandonar o animal. Se o gato não poderia ter ido sozinho de Uber, o motorista tinha que ter falado. O motorista também deveria ter voltado com o gato para a empresa onde a funcionária contratou a corrida”, reclamou Arley, que citou ainda leis de proteção animal, como a de Crimes Ambientais (9.605/1998) e a Lei Estadual (22.231/2016).

O técnico em zootecnia disse que vai buscar o laudo na clínica veterinária para registrar um boletim de ocorrência. “Vamos entrar com um processo contra a Uber para que isso não venha a acontecer de novo. Um absurdo”, explicou.

A Uber, por sua vez, disse lamentar profundamente o caso e lembrou que abandono de animais é crime. “A Uber não é conivente com esse tipo de conduta”, afirmou a empresa, que disse também que “o serviço do aplicativo é de intermediação para o transporte de pessoas, não sendo apropriado para o transporte de animais desacompanhados.”

Gato do ativista Julian Assange está em segurança, diz WikiLeaks

O WikiLeaks afirmou, no último final de semana, que o gato que era tutelado pelo ativista Julian Assange está “a salvo”. A informação foi dada para esclarecer incertezas quanto ao destino do animal após a prisão do tutor.

Foto: Peter Nicholls/Reuters

A organização disse ainda que, em meados de outubro de 2018, Assange pediu que seus advogados resgatassem o gato. As informações são do G1.

O gato foi dado a Assange pelos filhos dele em 2016. A ideia era oferecer uma companhia ao ativista na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra.

O escritor James Ball disse que o animal foi levado para um abrigo, conforme publicou no Twitter. O escritor disse ainda que se ofereceu para adotar o gato, mas não obteve sucesso na tentativa de adoção.

“Para registro: o gato de Julian Assange foi entregue a um abrigo pela embaixada do Equador tempos atrás, então não esperem uma extradição felina pelas próximas horas”, escreveu.

O WikiLeaks afirmou que espera que Assange e o gato possam se reencontrar quando o ativista estiver em liberdade.

Criado na embaixada equatoriana, gato de Julian Assange teria sido levado para abrigo

Apesar das dúvidas sobre o destino do gato de Julian Assange, preso na manhã desta-quinta (11), o escritor James Ball garante que o animal foi levado para um abrigo de animais.

O gato foi dado a Assange pelos filhos dele em 2016. A ideia era oferecer uma companhia ao ativista na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra, segundo a BBC.

Foto: Reprodução/Twitter @EmbassyCat

No entanto, segundo um dos advogados do ativista, Carlos Poveda, Michi, como é chamado o gato, foi retirado da embaixada pela polícia britânica antes que Assange, criador do Wikileaks, fosse preso.

“Pelo menos o gato se salvou. Foi entregue, não sei se a um amigo, mas saiu da embaixada semanas antes”, disse o advogado.

Não há, no entanto, informações concretas sobre a data em que o gato foi retirado do local. Algumas fontes afirmam que a polícia levou o animal em novembro, após a Embaixada do Equador afirmar que não iria mais arcar com os gastos de Michi. Assange teria permitido que o gato fosse levado para que pudesse ter uma vida mais saudável, segundo informações do jornal italiano La Repubblica.

E mesmo havendo dúvidas sobre o paradeiro do gato, inclusive por parte dos advogados de Assange, James Ball assegura que o animal foi levado para um abrigo, conforme publicou no Twitter. O escritor disse ainda que se ofereceu para adotar o gato, mas não obteve sucesso na tentativa de adoção.

“Para registro: o gato de Julian Assange foi entregue a um abrigo pela embaixada do Equador tempos atrás, então não esperem uma extradição felina pelas próximas horas”, escreveu.

Michi tinha perfis no Twitter e no Instagram com o nome “gato da embaixada”. No entanto, desde outubro de 2017 não há atualizações nas redes sociais dele.

Filhote de gato é resgatado após cair em rede de esgoto em Goiás

Um filhote de gato caiu dentro de uma rede de esgoto no último domingo (7) em Aparecida de Goiânia (GO). O Corpo de Bombeiros foi acionado e levou cerca de 1h30 para conseguir resgatar o animal. O caso aconteceu no Setor Bela Morada.

Foto: Reprodução/G1

O resgate foi demorado porque o gato, assustado, fugia dos militares dentro do esgoto. Os bombeiros estiveram no local após serem chamados por moradores da região, que ouviram miados do animal. As informações são do portal G1.

Ao iniciar a operação, os bombeiros entraram por uma galeria pluvial a três metros de profundidade e percorreram aproximadamente 50 metros entre os túneis. O gato, no entanto, fugiu, impossibilitando o resgate.

Foto: Reprodução/G1

Diante da situação, os bombeiros mudaram o plano e tiraram a tampa do bueiro que fica na rua, por onde desceram usando uma escada. Eles, então, novamente seguiram o miado do animal e, desta vez, um dos militares conseguiu alcançar o gato e retirá-lo do esgoto.

O gato foi resgatado em segurança, sem ferimentos. A equipe dos bombeiros foi aplaudida e o filhote foi entregue a uma moradora da região.

Morador pede punição a suspeito de jogar gato para ser morto por cães

Os moradores de Cândito Mota (SP) afirmam que ainda estão indignados com a morte de um gato, que foi mordido por cachorros no bairro Santa Clara 2, no sábado (30). Thiago Xavier, que foi quem ajudou a socorrer o animal, conta que deseja que o responsável seja punido.

“Ele [suspeito] tem de ser preso e receber uma punição à altura, ser punido. Espero que não seja feita justiça com as próprias mãos e que aprenda a dar uma educação diferente a seus filhos”, disse Xavier.

Foto: Thiago Xavier/Arquivo pessoal

Imagens de circuito de segurança que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o animal tenta fugir dos cães e sobe numa árvore.

Um homem que estava na companhia dos cachorros aparece no vídeo, pega um pedaço de pau e derruba o gato da árvore, que na sequência é mordido pelos dois cães.

De acordo com Thiago, o gato foi socorrido com ferimentos graves e levado a uma clínica veterinária já sem o movimento nas pernas.

“Já estava com com sinais de que ficaria paraplégico. Porém, durante o tratamento, o animal não resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira”, diz.

Investigação

Após a morte do gato e da repercussão do caso na cidade, a Polícia Civil de Cândido Mota decidiu abrir um processo de investigação do caso e registrou um boletim de ocorrência de ofício (feito pela própria autoridade policial).

O delegado Gustavo Barbosa Siqueira explica que a polícia já está levantando informações, vídeos, fotos nas mídias sociais, e vai pedir um laudo para confirmar a causa da morte do animal.

De acordo com o delegado, o homem que aparece nas imagens foi identificado e interrogado. Dependendo das motivações e circunstâncias e dos desdobramentos, será aberto um procedimento que pode gerar um termo circunstanciado ou até mesmo um inquérito policial.

Fonte: G1

Suspeito de jogar gato para ser mordido por cães presta depoimento em delegacia

O homem suspeito de jogar um gato para ser mordido por cães, em Cândito Mota (SP), foi identificado e prestou depoimento na delegacia nesta sexta-feira (4). De acordo com a Polícia Civil, ele negou a ação.

Foto: Reprodução / Portal Assis City

Imagens de circuito de segurança que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um gato tenta fugir dos cães e sobe numa árvore.

O suspeito, que estava na companhia dos cachorros, pega um pedaço de pau e derruba o felino, que é mordido pelos dois cães.

Apesar de ter sido socorrido, o gato não resistiu aos ferimentos e morreu.

Fonte: G1

Gato sobreviveu com olhos perfurados, abdômen aberto, unhas e dentes arrancados

Foto: Divulgação

Em função de tudo que passou recentemente ele recebeu o nome de Vitório, mas na verdade esse gatinho é um verdadeiro milagre! Com apenas dois anos de idade, infelizmente ilustra muito bem o “Abril Laranja”, mês da Prevenção da Crueldade Contra Animais em todo o mundo – uma campanha criada pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade Contra Animais (ASPCA).

Vitório foi resgatado há 20 dias em uma rua de SP e levado para o IAPA -Instituto Amor em Patas. No Hospital Vetmétodo, parceiro da ONG, nove profissionais precisaram unir esforços para salvar a vida dele. Cego, com unhas e dentes arrancados e rabo quebrado, Vitório tinha ainda um corte profundo no abdômen. Acompanhem o impressionante relato da veterinária Jaqueline Neratika Negrette Garcia, que contou com a ajuda dos clínicos Karinne Christine Faro dos Santos e Bruno Rigobello:

Foto: Divulgação

“Ao realizar o primeiro atendimento notei ausência dos globos oculares, de algumas garras e dentes, e uma cicatriz no abdômen (sem sinais de pontos de sutura). No abdômen, não havia musculatura. Não sei dizer o que foi que aconteceu ali, sei que não tinha músculos para fechar adequadamente o abdômen, segurando os órgãos no lugar e, por isso, todos desceram e ficaram presos apenas por um saco de pele. A bexiga também estava fora do lugar e ele não conseguia urinar sozinho”.

“Realizamos manejo clínico pré-operatório com soro, medicações contra dor e antibióticos. Após alguns dias foi possível a intervenção cirúrgica para limpeza e fechamento das pálpebras. Na cirurgia, notei que os olhos estavam lá ainda, mas ambos estavam perfurados e por isso afundaram dando o aspecto de terem sido arrancados. Ambos não tiveram possibilidade de melhora e tiveram de ser retirados. Foi preciso uso de uma tela de malha cirúrgica para reconstituir a parede abdominal dele”.

Foto: Divulgação

A veterinária explicou ainda que as mutilações e perfuração dos olhos não eram muito recentes, o que leva a crer que Vitório foi sendo torturado aos poucos e por gente com algum conhecimento médico ou veterinário: “Eu acho que existe a possibilidade de quem o abriu, saber sim o que estava fazendo. Não havia nenhum órgão danificado. Havia uma cicatriz de corte na região justamente onde incisamos para cirurgias abdominais. O que me chamou a atenção, na verdade, foi o abdômen pois a cicatriz era perfeita. Sou formada há 9 anos, já peguei tudo que é tipo de maus-tratos, mas esse gatinho me chocou”.

A situação de Vitório se assemelha a de uma vítima de psicopata que talvez o tenha mantido como cobaia por algum tempo, fazendo as mutilações em etapas. Pode ser isso ou não. O que importa não é a motivação, mas que se trata de crime com requintes de crueldade contra um animal e previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605 de crimes ambientais.

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Vitório tem se recuperado muito bem. Come, urina sozinho e já foi adotado. É um gatinho manso. Um sobrevivente de torturas e de sofrimentos impossíveis de calcular. Vários estudos internacionais comprovam que psicopatas começam matando animais antes de migrarem para vítimas humanas. Alguns escolhem profissões como de médico, enfermeiro e veterinário para justificarem suas atrocidades.

Quem decepou Vitório dessa maneira não era leigo em medicina e muito menos principiante em atrocidades. Vitório pode não ter sido a primeira vítima dele e certamente não será a última porque os psicopatas nunca param. Ele não tem a inocência de um deficiente mental e nem é uma pessoa normal. Está na fronteira entre uma coisa e outra guiado pelo prazer de fazer sofrer.

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Lamentavelmente, esse tipo de criminoso, quando descoberto, raramente é preso porque as autoridades ainda não reconhecem nele um promissor assassino de pessoas indefesas.

Ainda assim, as denúncias de maus-tratos contra animais são necessárias nas delegacias comuns e de defesa animal. Denúncias podem salvar vidas. E resgates também. Vitório só nasceu de novo há 20 dias porque alguém viu o estado dele e não o ignorou.

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*Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal