Tutora muda de endereço e abandona mais de 10 gatos em casa vazia

Cerca de 15 gatos foram abandonados, há dois meses, em uma casa vazia no Jardim Vieira de Moraes, em Itapetininga, no interior de São Paulo. Vizinhos afirmam que a tutora dos animais mudou de endereço e deixou os gatos no imóvel.

Foto: Reprodução/TV TEM

“Abandonaram. Alugaram a casa, fecharam com os gatos e foram embora. Nesse calor eles passam sede, fome. Então, a gente tem que ficar dando comida para eles. Uns estão doentes e com sarna. É uma judiação”, diz Gilma Gomes da Silva Galão.

“A gente não sabe como é a saúde desses animais. Às vezes com sarna, às vezes com outras doenças que a gente não sabe”, diz Luiz Anunciato Leite. As informações são do portal G1.

Devido a casos como esse, o casal Adriana e Mauro Plens decidiu se dedicar aos animais abandonados. Eles estabeleceram uma parceria com a Zoonoses da cidade e atualmente cuidam de mais de 50 cães e 27 gatos.

“Sempre tem alguém cuidando deles, porque os animais podem se estranhar e brigar entre eles. E também tem a questão do barulho. Se deixarmos sozinhos o barulho é insuportável e não há vizinho que aguente”, explica Mauro.

Foto: Reprodução/TV TEM

Após serem resgatados, os animais são submetidos a atendimento veterinário, castração, vacinação e, depois, são disponibilizados para adoção.

“Hoje nossa maior dificuldade é com os gastos veterinários, porque tudo é muito caro. Não recebemos nenhum recurso público, trabalhamos com nosso próprio recurso e com arrecadações que fazemos com vendas de pizza, de bolo, de rifas. Assim como todo protetor se vira”, afirma Adriana.

O maior sonho do casal, segundo Adriana, é encontrar um lar para todos os animais. “Eu queria muito que esse canil estivesse vazio. O nosso sonho é que eles encontrem um lar de amor, um lar responsável que os ame, porque eles ainda não tiveram essa oportunidade”, diz.

Foto: Reprodução/TV TEM

O tenente Felipe José Leme lembra que abandonar animais é crime, assim como “deixar sem alimentação e atos de mutilação configuram o crime”.

“O indivíduo vai incorrer em crime na esfera penal e administrativa com multa no valor de R$ 3 mil por animal, além do crime que tem pena de três meses até um ano de detenção. E a pena é aumentada caso ocorra a morte do animal”, explica.

O setor de Zoonoses da cidade diz que o órgão não tem a função de resgatar animais, mas de cuidar de doenças que podem ser transmitidas a humanos e realizar palestras e ações na área urbana e rural para repassar informações sobre guarda responsável e dicas para que os animais tenham boa saúde.

Filhotes de gatos são torturados e mortos em testes de laboratório

Foto: Pixabay

De acordo com o White Coat Waste Project, os gatinhos têm menos de três meses de idade e são forçados a comer carne estragada. A maioria deles está perfeitamente saudável após o experimento, mas mesmo assim são covardemente assassinados, no laboratório do USDA em Beltsvill, por não serem mais considerados “úteis”. Cem filhotes são mortos a cada ano na instalação.

O Departamento de Agricultura dos EUA tentou se defender dizendo que o número de gatinhos supostamente mortos nos testes foi superestimado. Não importa o número – infectar um ou cem animais indefesos e depois matá-los e desmano.

O laboratório do USDA está localizado em Maryland, que no mês passado aprovou a “Lei da Liberdade do Beagle”, que exige que todos os laboratórios trabalhem com organizações de resgate de animais dispostas a encontrar lares para animais quando não forem mais necessários. O projeto também protege os gatos.

A Lei ainda não entrou em vigor e, por isso, ativistas criaram uma petição pedindo que o laboratório pare de assassinar os animais e os coloquem para adoção.

Os Beagles

A maior empresa de produtos químicos do mundo pôs fim aos testes de fungicida em beagles após a divulgação de imagens secretas pela Humane Society dos Estados Unidos (HSUS).

Na semana passada, uma filmagem feita de dentro do laboratório revelou métodos cruéis usados em dezenas de cães – eles eram alimentados com altas doses de fungicidas em nome da Dow AgroSciences para testar a eficácia de um novo produto.

Finalmente, na sexta-feira (22), a Dow AgroSciences (Corteva AgriScience) declarou no Twitter: “Estamos trabalhando para refinar, reduzir e substituir testes em animais. Hoje temos o prazer de anunciar que nossos esforços resultaram em uma renúncia e podemos interromper o estudo. Faremos todos os esforços para realocar os cães.”

A investigação secreta denunciou que cerca de 36 beagles estavam sendo submetidos a terríveis testes, durante um ano inteiro, apesar do fato de que a lei dos EUA exige apenas um teste oral de 90 dias para a aprovação de novos pesticidas.

 

Apaixone-se por gatos de uma maneira que você nunca viu


O trabalho de Burba, de 26 anos, da Lituânia, foi apresentado em uma exposição de gatos, em Kaunas, para o criativo projeto “Debaixo dos Gatos”.

As fotos foram feitas posicionando os animais em uma mesa de vidro contra um pano de fundo colorido. As imagens mostram gatos sorrindo, bocejando e até mesmo tentando lamber a lente da câmera. No total, são 3.840 fotografias.

“Este método de fotografar animais sempre surpreende com resultados engraçados e fofos, que não podem ser feitos de forma alguma além de tirar as fotos de baixo.”

“Eu tenho um estúdio portátil, o que significa que posso fotografar em qualquer lugar, então a primeira coisa que faço é construir meu estúdio. Uso uma mesa de vidro, coloco o fundo, preparo o raio e coloco a câmera no chão, embaixo da mesa de vidro, mas conecto a um computador para poder ver as fotos.”

“Eu brinco com os gatos, acaricio-os e tento enganá-los para que olhem para baixo. Às vezes funciona e às vezes não, mas as fotos finais ficam ótimas à sua maneira.”

“Eu gosto de olhar para as formas e poses estranhas que o animal pode criar no vidro.”

“Para mim, todas as sessões de fotos que eu faço têm um propósito – ver como os animais ficam por baixo. Eu amo o quão interessante os resultados sempre acabam sendo.”

Confira o resultado incrível do trabalho de Andrius Burba.

Projeto resgata mais de 150 cachorros e gatos em aldeia indígena

O projeto Animais das Aldeias resgatou mais de 150 animais, entre cachorros e gatos, na aldeia indígena Rio Silveira, em Boraceia, na cidade de São Sebastião, no litoral de São Paulo. Todos os animais foram vermifugados, castrados e vacinados.

Foto: Arquivo Pessoal

Entre as doenças diagnosticadas nos animais está o tumor venéreo transmissível, que precisa de tratamento quimioterápico. O indicado é, também, castrar os demais animais para que a doença não se alastre. Foram registrados também três casos de cinomose, que estão em tratamento, e muitos animais com subnutrição e bicheira.

Um dos animais encontrado extremamente subnutrido, em estado de caquexia, foi a cadela Kaila. O animal apresentava tumores e tinha parte dos ossos da parte traseira exposto. O tutor da cadela afirmou que uma aranha havia a picado, gerando a ferida, que ficou aberta e deu origem à bicheira, que são larvas de mosca que comem a carne do animal vivo. As informações são do portal O Vale.

Grávida, Kaila sentia muita dor e, assustada, escondia-se no mato, dificultando os cuidados necessários, o que agravou o quadro de saúde dela. Diante da situação, os filhotes nasceram fracos e apenas um sobreviveu. Ele e a mãe foram resgatados pelo projeto e internados em uma clínica veterinária para receber tratamento intensivo. Após o período de recuperação, eles serão disponibilizados para adoção.

Outros animais que estão saudáveis, entre cachorros e gatos, já estão à procura de novos lares. Interessados em adotá-los devem entrar em contato com os voluntários do projeto através da página no Facebook ou do perfil no Instagram. 

Mais de 60 animais são resgatados de canil clandestino no litoral de SP

A Polícia Civil resgatou 68 cachorros, três gatos e também animais silvestres que estavam em um canil clandestino no Jardim Jamaica, em Itanhém, no litoral de São Paulo. O resgate aconteceu na quinta-feira (28) durante uma ação que combateu diversos crimes nos 24 municípios da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um médico veterinário e um segundo homem, ambos responsáveis pelo canil, foram encaminhados ao 2º Distrito Policial de Itanhaém e autuados pela prática de crime ambiental. No entanto, por se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, eles foram liberados após o registro de um Termo Circunstanciado (TC). As informações são do Diário do Litoral.

A delegada Evelyn Gonzalez Gagliardi, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém, considerou que foi constatado um “efetivo descaso” com os animais no canil.

“Quando se chegou no local foi assustador”, afirmou a delegada.

Os cães e gatos ficarão sob a responsabilidade da ONG Focinhos Carentes, de Santo André. Os animais silvestres, entre eles ave e tartarugas, foram encaminhados para a Polícia Militar Ambiental, que tomará providências sobre eles.

OAB diz que empresa tem responsabilidade por ato de funcionário que agrediu gatos no RJ

O presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB do Rio de Janeiro, Reynaldo Velloso, afirmou que a empresa na qual trabalha o homem que espancou dois filhotes de gato em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tem responsabilidade civil pelos atos do funcionário.

Foto: Reprodução/Whatsapp

“Existe uma súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando que o empregador é responsável pelos atos dos seus empregados, quando os empregados agem de maneira culposa […] Querendo provocar o resultado final”, disse Velloso, que acredita que a empresa tem culpabilidade porque o funcionário estava uniformizado, durante o expediente e usando o carro da empresa enquanto agrediu os gatos tendo a intenção de provocar a morte deles.

Velloso se comprometeu a reunir outros advogados da comissão para discutir o caso. “Nem que seja para a empresa fazer uma indenização, ajudando as ONGs e abrigos. O que não pode acontecer é esse caso ser esquecido”, afirmou.

A juíza Rosana Navega discorda, porém, da opinião da OAB. Para ela, a empresa não é responsável pela agressão aos gatos. “As empresas já entraram em contato com a comissão de proteção da OAB, para viabilizar ajuda aos abrigos. É pouco! E elas não têm responsabilidade não! A súmula 341 do STF só se aplica aos crimes culposos. Se o cara mata esposa ou animais de uniforme, na hora do expediente, por maldade própria, fica excluída a culpa das empresas. A súmula do STF é clara! A menos que as empresas tenham mandado matar os gatos. Mas não é o caso! Sou totalmente contra resolver este caso só com acordo. Diz a súmula 341 do STF: “é presumida a culpa do patrão, por ato culposo do empregado ou preposto”. Gente, o ato foi doloso! O cara quis matar os gatos! Desculpem-me a sinceridade, mas por melhor que seja o acordo, este cara não pode ficar sem pena!”, disse a magistrada.

A empresa Serede, terceirizada que presta serviços para a Oi, companhia telefônica, afirmou, por meio de nota, que demitiu o funcionário e repudia atos de violência. Disse também que suas políticas de gestão e seus códigos de ética são explícitos em condenar tais atitudes e preveem medidas sancionadoras. A empresa alegou que vai acompanhar os desdobramentos do caso e “avaliar outras medidas que poderão ser adotadas para assegurar punição exemplar”.

Foto: Reprodução/Whatsapp

A Serede afirmou que “entrou em contato com a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OAB-RJ e já definiu um encontro com representantes da entidade para tratar de possíveis medidas que possam ser adotadas para contribuir com a discussão em torno da defesa dos animais, como mobilizações internas para apoiar abrigos e campanhas de adoção de animais”.

Entenda o caso

Uma testemunha filmou o momento em que um homem de 43 anos agredia dois filhotes de gato que ele havia acabado de adotar. O crime aconteceu dentro do carro da Serede, no domingo (24) e o agressor foi autuado por maus-tratos a animais.

Após a divulgação das imagens, outros casos de violência contra animais relacionados ao homem foram descobertos. “Ele já fez isso outras vezes, as pessoas estão começando a denunciar. É um serial killer de filhotes felinos. Dessa vez, ele foi filmado e vai pagar por esse crime”, afirmou o protetor de animais Domingos Galante.

Os gatos foram abandonados pelo homem em um canteiro após a agressão.

Conversas de aplicativo para celular mostram o agressor negociando a adoção dos filhotes, que foram divulgados em um site. O casal que doou os animais prestou depoimento contra o homem na 105ª Delegacia de Polícia e também prestou depoimento contra o homem.

Foto: Reprodução/Whatsapp

“Ele combinou a adoção toda ontem (domingo), pegou os gatos às 16h30 e foi para a Rua Buenos Aires achando que era um local deserto, onde praticou a ‘sandice'”, explicou o protetor.

A Polícia Civil afirmou, por meio de nota enviada ao G1, que o homem “foi identificado como a pessoa que aparecia nas imagens que estavam sendo divulgadas” e que “ao final da investigação, confirmada a autoria, o procedimento será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”.

A polícia não deu informações sobre o paradeiro dos filhotes e o estado de saúde deles. No entanto, Domingos disse que o agressor afirmou que um dos gatos morreu e foi jogado em um terreno baldio. O que sobreviveu teria sido deixado vivo no local das agressões, para onde Domingos foi, mas não obteve sucesso nas buscas.

Confira abaixo a nota na íntegra da Serede.

“A Oi e a Serede, sua prestadora de serviços, reiteram que o caso está sendo tratado na esfera criminal e que o agressor foi demitido sumariamente por justa causa. As empresas repudiam todo e qualquer ato de violência e suas políticas de gestão e seus códigos de ética são explícitos em condenar tal atitude e preveem medidas sancionadoras. A Oi acrescenta que entrou em contato com a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OAB-RJ e já definiu um encontro com representantes da entidade para tratar de possíveis medidas que possam ser adotadas para contribuir com a discussão em torno da defesa dos animais, como mobilizações internas para apoiar abrigos e campanhas de adoção de animais. A companhia entende que é uma organização que tem responsabilidades e compromissos, entre eles a promoção de ações que contribuam para a evolução de temas de interesse da sociedade, como a causa dos animais”.

Campanha pede o fim do comércio de carne de cães e gatos na China e Coreia do Sul

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

A ONG que atua em defesa direitos animais, Lady Freethinker (LFT, na sigla em inglês), com sede em Los Angeles, lançou uma campanha de conscientização na Coreia do Sul e China pedindo à população destes países que não consuma cães ou gatos e em lugar disso, os tratem como se fossem membros da família.

A campanha dá continuidade aos esforços incessantes da ONG para impedir o comércio de carne de cachorro e gato em países asiáticos.

A primeira leva de anúncios foi introduzida nos ônibus em Gimpo, na Coreia do Sul, no final do ano passado. Este mês, os anúncios começaram a ser veiculados dia 10 de fevereiro na cidade de Xita, nos pontos de ônibus do distrito de Shenyang, na China, uma área conhecida por possuir diversos restaurantes de carne de cães.

Criados em cooperação com a Save Korean Dogs, os anúncios coreanos da LFT já foram vistos por milhares de pessoas com mensagens traduzidas para o coreano como “Cães não são comida, são família” e “Por favor, não me coma”.

Enquanto isso, os anúncios colocados nas paradas de ônibus chinesas, que começaram a ser veiculados esta semana, mostram uma família em um momento de carinho com um cachorro, com a mensagem em chinês: “Cães são família, não comida”.

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

Há cerca de 17 mil fazendas de carne de cães em toda a Coreia do Sul, com cerca de dois milhões desses animais mortos para consumo humano a cada ano. A Coreia do Sul o único país do mundo com fazendas de cães em escala industrial, onde os animais são alojados em condições insalubres, sem comida, água ou cuidados veterinários adequados.

A China possui um mercado paralelo de carne de cães e gatos, em expansão, matando aproximadamente 10 milhões de cães e quatro milhões de gatos anualmente. Gangues criminosas raptam os cães de suas famílias ou os acertam nas ruas com dardos envenenados, depois enfiam os animais indefesos em gaiolas apertadas e os transportam, às vezes por vários dias, sem comida ou água, para restaurantes e matadouros.

Tanto na China quanto na Coreia, muitos dos cães são enforcados, incendiados vivos ou eletrocutados em função da crença absurda e ignorante de que a tortura torna a carne mais saborosa ou aumenta a virilidade de quem a consome.

A campanha de 2019 segue a cruzada iniciada ano passado que incluía o patrocínio de um anúncio de ônibus em Jeonju, Coreia do Sul, que pedia às pessoas que não matassem ou comessem cachorros.

Com a pressão mundial dos ativistas pedindo o fim da matança e do consumo da carne de cães, a mudança pode não esta longe. Em novembro do ano passado, o maior matadouro da Coreia do Sul foi fechado, aumentando a lista crescente de fazendas de carne e instalações de abate que deixaram de funcionar.

Além de espalhar anúncios por estes países, a ONG trabalha diretamente com equipes de resgate na China e na Coreia do Sul, ajudando no fornecimento de comida, abrigo e cuidados veterinários para cães e gatos resgatados do comércio de carnes. Somente em 2018, foram resgatados 24 cães do Yulin Dog Meat Festival, da China, sem mencionar que a contribuição para o atendimento de outras centenas de animais é fundamental.

A LFT e diversas outras ONGS e ativistas continuarão fazendo campanhas, coletando petições e unindo esforços em todo o mundo até que o comércio cruel e desumano de carne de cães e gatos termine.

‘Serial killer de filhotes’, diz protetor sobre homem que agrediu gatos no RJ

Um homem de 43 anos foi flagrado em um vídeo agredindo violentamente dois filhotes de gato que ele havia acabado de adotar. O crime aconteceu no último domingo (24), na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/Whatsapp

O agressor se apresentou na delegacia e foi autuado pelo crime de maus-tratos a animais. Ele alega que bateu nos gatos porque eles o morderam. Os animais, porém, são filhotes, o que demonstra a incapacidade deles de ferir uma pessoa. As imagens do crime foram gravadas por uma testemunha. As informações são do G1.

De acordo com o protetor de animais Domingos Galante, o homem adotou os filhotes por meio de um site na internet. Após as imagens da agressão começarem a circular pelas redes sociais, novos casos de maus-tratos provocados pelo homem foram revelados.

“Ele já fez isso outras vezes, as pessoas estão começando a denunciar. É um serial killer de filhotes felinos. Dessa vez ele foi filmado e vai pagar por esse crime”, afirma Domingos.

Nas imagens, o homem aparece dando tapas e socos nos gatos. Ele chega a pegar um dos gatos como se fosse acalmá-lo e, em seguida, dá um golpe na cabeça dele. Durante todo o espancamento, o agressor usa luvas brancas. Durante o vídeo, que tem cerca de um minuto, ele ainda aparece observando os gatos, como se quisesse conferir se eles morreram. Por fim, o homem sai do carro, pega uma caixa de papelão onde estavam os animais e os abandona em um canteiro, deixando o local no carro da empresa onde trabalha.

Há informações de que pelo menos um dos filhotes não suportou as agressões e morreu.

Após receber o vídeo, Domingos foi até uma delegacia. “Passamos tudo para um inspetor e, nesse meio tempo, o vídeo viralizou. A polícia achou a placa do carro que ele estava. Ele apareceu na delegacia com dois advogados alegando que achou os gatos na rua. Disse que os bichos atacaram e, por isso, ele bateu neles”, contou o protetor.

Conversas por aplicativo de celular mostram o momento em que o agressor combina a adoção dos gatos. Segundo Domingos, o casal que doou os filhotes prestou depoimento contra o homem na 105ª Delegacia de Polícia e também prestou depoimento contra o homem.

“Ele combinou a adoção toda ontem (domingo), pegou os gatos às 16h30 e foi para a Rua Buenos Aires achando que era um local deserto, onde praticou a ‘sandice'”, explicou o protetor.

A Polícia Civil afirmou ao G1, através de nota, que o agressor “foi identificado como a pessoa que aparecia nas imagens que estavam sendo divulgadas” e que “ao final da investigação, confirmada a autoria, o procedimento será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”.

Cães e gatos podem ser veganos?

Foto: Getty Images

À medida que as pessoas fazem a transição para uma dieta baseada em vegetais, é comum que queiram o mesmo para seus animais domésticos.

Duvidas e críticas pairam sobre essa decisão. É moral e correto alimentar seu bichinho com uma dieta sem ingredientes de origem animal?

Em uma nova pesquisa da Universidade de Guelph, 35% dos tutores demonstraram interesse em trocar a dieta típica de seus animais por uma baseada em vegetais ou vegana.

O número de canadenses que estão reconsiderando sua própria relação com a carne deu origem ao estudo. Quase 20% da população está minimizando ou eliminando totalmente a carne de suas dietas e, de acordo com uma pesquisa recente, o Canadá é hoje o lar de 1,3 milhão de vegetarianos auto-identificáveis e 466 mil veganos (sem laticínios ou ovos).

“As pessoas que evitam comer animais tendem a dividir suas casas com outros animais, e um dilema moral pode surgir quando eles se deparam com produtos animais para seus cães onívoros e gatos carnívoros”, escreveu Sarah Dodd, veterinária da Universidade de Guelph e seus co-autores na revista PLOS ONE .

Uma opção para aliviar esse ‘conflito moral’, segundo eles, é cortar também a carne da dieta de seus animais domésticos. No entanto, uma vez que nem cães nem gatos são livres para escolher seu estilo de vida, é ético?

Recentemente, tutores britânicos de gatos foram avisados que poderiam ser acusados de infringir leis de bem-estar animal por alimentar seus felinos com uma dieta vegana. Segundo a Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (RSPCA), “os gatos não podem ser vegetarianos!”

Os gatos são carnívoros obrigatórios, o que significa que eles precisam de uma dieta equilibrada e à base de carne para se manterem em forma e saudáveis, diz a RSPCA em seu site.

Wanda McCormick, uma fisiologista animal, diz que cães, teoricamente, podem viver apenas com uma dieta baseada em plantas desde que essas dietas contenham os mesmos nutrientes essenciais que os cães normalmente obteriam da carne.

No entanto, poucos estudos avaliaram a qualidade nutricional de alimentos vegetais para animais, ralados ou enlatados. Receitas caseiras podem ser arriscadas.

O novo estudo foi baseado em uma pesquisa – intitulada “Pet Feeding Practices” – que circulou online para criadores de cães e gatos, tutores e “entusiastas gerais”. No final, a amostra reuniu 3.673 respostas (2.940 para cães e 1.542 para gatos), predominantemente de tutores de animais do Reino Unido, EUA e Canadá. A maioria deles (84%) relatou comer uma dieta onívora, 6% identificada como vegana, 6% vegetariana e o restante pescetário.

A nutrição para animais domésticos realmente faz sombra sobre o que está acontecendo na nutrição humana. A maioria dos animais domésticos – 97% dos cães e 99% dos gatos – comiam alimentos que continham carne. No entanto, 10% dos cães e 3% dos gatos) também foram alimentados intermitentemente com alimentos vegetarianos.

No total, 35% dos tutores que ainda não estavam alimentando seus animais com uma dieta baseada em vegetais demonstraram interesse em fazê-lo, com pouco mais da metade dos donos dizendo que “outras estipulações precisam ser atendidas” antes de fazê-lo, incluindo evidências de suficiência nutricional.

No total, 27% dos veganos relataram ter alimentado seus animais com uma dieta exclusiva baseada em vegetais, a maioria preocupada com o bem-estar dos animais, ou com os efeitos negativos percebidos sobre a saúde da alimentação dos tecidos animais Rufus.

Em uma descoberta aparentemente contra-intuitiva, os vegetarianos eram mais propensos a manter gatos e menos propensos a ter cães.

“Considerando a fisiologia carnívora obrigatória dos gatos, pode-se esperar que os tutores de animais que evitam a carne também evitem ter aqueles que comam carne”, escreveram os autores.

Juntos, os tutores de animais vegetarianos e veganos responderam por 12% do total de tutores. Pelos cálculos dos pesquisadores, pode haver até 20 milhões de tutores vegetarianos e veganos nos EUA. As informações são do National Post.

Cães e gatos precisam de cuidados especiais no outono

Foto: VIPADO/Reprodução

Foto: VIPADO/Reprodução

Hoje, dia 20 de março, começa oficialmente o outono. Para aqueles que estavam cansados do calor constante e das temperaturas altas, a mudança de estação representa um alívio. Com a promessa de um clima mais ameno e alteração na paisagem verde, com a queda das folhas de algumas árvores, a temporada traz renovação de cenários e sensações.

Embora se por um lado a queda do calor e o tempo mais fresco sejam bem-vindos, os tutores devem ficar atentos aos cuidados com seus animais, nessa época do ano.

Animais domésticos exigem alguns cuidados especiais para evitar doenças, principalmente as respiratórias e articulares.

A estação traz consigo dias mais frios e chuvosos. Quem tem cachorro precisa ficar atento pois a mudança de temperatura, com o ar mais frio nas madrugadas e manhãs, os peludos podem ficar suscetíveis a alguns probleminhas de saúde

O outono exige cuidados especiais com os animais de estimação

Animais idosos sofrem mais com a umidade e o frio característicos da estação, esses fatores aumentam os sintomas de dor em cães e gatos, principalmente nas juntas. O tutor precisa prestar atenção e caso perceba que seu companheiro de 4 patas está sofrendo deve levá-lo ao veterinário. Um profissional vai examiná-lo, indicando assim, o melhor tratamento.

A gripe é uma das principais ameaças trazidas pela mudança de tempo. Ela pode ser prevenida com a vacinação do animal. Outras infecções também podem acontecer em virtude da queda de temperatura.

Outra boa dica é usar roupas próprias para animais, principalmente, se o cão tem pelo curto. Também é bom evitar que o animal, mesmo agasalhado, durma em locais com correntes de vento e exposto ao sereno. No caso do banho, evite os horários bem matinais ou noturnos. E importante também não deixar o animal se secar sozinho ao vento.

Alguns pontos que devem ser observados:

– Alergias de outono

É comum os cães terem erupções alérgicas na pele durante o outono. Caso o cão tenha espirrado mais que o de costume, comesse a bufar, roncar e dar sinais de coriza, ele pode estar manifestando uma alergia ou rinite. Se houver suspeita de reação alérgica, o animal deve ser levado ao veterinário o quanto antes.

– Manter o cão ativo

Nos dias mais frios, muitas pessoas passam a levar seus cães para passear com menor frequência. É importante que o cachorro mantenha o mesmo nível de atividade que tinha no verão. Se o desanimo começar no outono, há chances de piorar no inverno, o que pode prejudicar o companheiro canino. O animal pode aproveitar o clima mais brando, cheirar as folhas que caem das árvores e, principalmente, manter os níveis de exercício e lazer, que são tão importantes para ele.

– Problemas oftalmológicos

Durante essa época do ano os problemas nos olhos dos animais também aumentam. O tempo seco reduz a quantidade de lágrimas produzidas, deixando-os mais vulneráveis à poluição, aos vírus e às bactérias. É importante manter a higiene da região dos olhos sempre em dia.

– Cuidado com carrapatos

A infestação de carrapatos nos cães é outra situação típica do outono. Isso acontece porque as pastagens ficam mais secas, favorecendo, e muito, a multiplicação da população desses parasitas. Portanto é preciso prevenir essa exposição, mantendo os animais mais afastados dos campos, pelo menos nesse período.

Comprimidos e medicamentos tópicos que protegem os cães e gatos de carrapatos e demais também são uma forma de proteger os peludinhos.

Seguindo essas dicas, é possível aproveitar o tempo fresco ao lado do amigo peludo de todas as horas. O importante é sempre estar atendo ao animal, e caso qualquer alteração incomum aparecer, tratá-la o quanto antes.