Cão morre após ser abandonado dentro de saco de lixo em Goiânia (GO)

Um cachorro morreu após ser encontrado dentro de um saco de lixo em Goiânia (GO). Fred, como passou a ser chamado, tinha feridas repletas de larvas pelo corpo, estava quase sem pelo e desnutrido.

Foto: Protetores dos Animais de Goiânia/ Divulgação

“De ontem para hoje, foi se agravando o quadro dele. Ele tinha doença do carrapato, estava com uma carga parasitaria bastante alta”, explicou ao G1 o veterinário Rafael Naves de Abreu, que socorreu o cachorro.

Da raça shih-tzu e com idade entre 5 e 7 anos, o cachorro foi resgatado, no último domingo (2), no Setor Estrela do Sul após uma mulher ver o saco de lixo, no qual ele estava, se mexer. Ela acionou o grupo Protetores dos Animais de Goiânia, que resgatou o animal e o internou em uma clínica veterinária.

“Ele estava com miíase [larvas] abaixo da região ocular, tinha algumas no olho também. Ele chegou bem desnutrido, pesando 3 kg, sendo que a média é de 5 a 6 kg. Também estava desidratado, cheio de carrapatos e pulgas”, disse o veterinário.

Para arcar com os gastos do tratamento do cachorro, a coordenadora do grupo Protetores dos Animais de Goiânia, Morgana Fioramonte, iniciou uma mobilização. Segundo ela, o dinheiro que não foi usado, devido à morte do animal, será destinado a outros animais resgatados.

Foto: Protetores dos Animais de Goiânia/ Divulgação

“Já falamos com algumas pessoas que doaram e todas não querem o valor de volta, querem que a gente use para alimentar os animais do abrigo e para novos resgates”, explicou Morgana, que agradeceu a ajuda dos doadores.

Segundo ela, para cuidar dos animais, o grupo tem um gasto fixo de R$ 8 mil mensais. Atualmente, os Protetores de Animais de Goiânia são responsáveis por manter 80 cães e gatos, que estão abrigados, e por alimentar cerca de 70 gatos que vivem nas ruas.


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ONG pede ajuda para construir abrigo após receber ordem de despejo

Após receber uma ordem de despejo, a vendedora Mônica Aquino, fundadora da ONG Lar dos Animais, iniciou uma campanha para arrecadar, em menos de um mês, R$ 55 mil para construir um novo abrigo para 230 animais, entre cães e gatos. Mônica tem até o dia 28 para desocupar o imóvel, que será vendido pelo proprietário, em Goiânia (GO).

Quarenta e um cães da entidade já foram levados para uma chácara, que foi alugado por Mônica. O local, no entanto, não tem estrutura para abrigar todos os animais. Se não conseguir concluir a construção das baias, ela terá que manter os animais amarrados a árvores, sem proteção contra o sol e a chuva.

Foto: Paula Resende/ G1

“Preciso de R$ 55 mil, mas não consigo. Não sei o que fazer, nem dormir eu durmo e de dia corro atrás de ajuda. Eu não sei o que vai acontecer, não vou deixá-los na rua”, lamentou Mônica ao G1.

A protetora de animais recebeu a ordem de despejo no início do ano e, desde então, tem realizado uma campanha em uma rede social para a conseguir fundos para a construção da nova sede da entidade. Até o momento, porém, ela não conseguiu recursos nem para pagar o material para terminar a obra na chácara localizada no município de Aparecida de Goiânia.

Mônica conta que precisa construir um espaço coberto para que os animais fiquem protegidos das mudanças climáticas. “Precisamos de areia lavada, brita, telha de amianto, metalon, canos para fazer tubulação e cimento para a parte de alvenaria. Também precisamos de alambrado para poder fechar a chácara”, disse.

Além de construir o novo abrigo, a protetora terá que reformar a casa na qual os animais vivem atualmente, de onde os animais precisam sair até 24 de junho para que haja tempo hábil para a realização das obras.

Por não ter previsão de quando as obras da chácara serão concluídas, Mônica passou a pedir a doação de coleiras, correntes e cabos de aço para prender os animais, já que essa seria a única alternativa que impediria que eles ficassem soltos na rua e corressem riscos.

Foto: Paula Resende/ G1

Além do espaço coberto, o projeto do novo abrigo contempla uma área para atendimentos de emergência e berçários para os filhotes. Para conseguir executar os planos, a protetora precisa de doação de materiais, mão de obra e dinheiro.

Além dos gastos que surgiram devido à necessidade de transferência dos animais da sede atual da ONG, Mônica gasta ainda aproximadamente R$ 20 mil mensais para cuidar dos cães e gatos resgatados. Ela iniciou os resgates em 2016. No começo, cuidava dos animais na rua, já que morava em apartamento e não dispunha de espaço para abrigá-los. A ONG foi fundada quando Mônica decidiu alugar uma casa para abrigar os animais.

A protetora conta que é comum que pessoas resgatem animais, levem-os até o abrigo da ONG com a promessa de arcar com os custos de alimentação e tratamento, e depois sumam, deixando a responsabilidade do animal inteiramente sobre ela. Sem receber ajuda, a entidade sofre com o acúmulo de dívidas, o que já fez, inclusive, com que Mônica vendesse seu carro em 2017 para arcar com as despesas dos animais.

Interessados em ajudar com doações devem entrar em contato com Mônica através das redes sociais da ONG.


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Cavalo abandonado agoniza até a morte em Goiânia (GO)

Um cavalo agonizou até a morte em uma área de preservação ambiental no Setor Jardim Petrópolis, em Goiânia (GO). O caso será investigado pela Polícia Civil.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

A aposentada Lasara Felizardo Nunes, de 67 anos, encontrou o animal ainda com vida, bastante debilitado e desnutrido, na tarde de sábado (4). Ela afirma que tentou buscar ajuda com órgãos públicos, mas não teve sucesso. Quando retornou ao local à noite, encontrou o cavalo morto.

“Me assustei. Coitado. Jogaram ele ali para morrer sem nenhuma assistência, sem nada. É terrível. A gente fica indignada”, disse ao G1.

Segundo a aposentada, outros cavalos costumam pastar na região, mas aquele foi visto por ela pela primeira vez. Lasara acionou a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para retirar o corpo do animal do local, que afirmou ter feito o serviço no mesmo dia.

A empresa explicou que retira, por mês, cerca de 80 corpos de animais de pequeno e grande porte. Disse também que, em caso de falecimento de animais em área particular, a responsabilidade é do tutor.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

O caso será investigado pelo titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho.

“Precisamos tentar localizar o tutor. Todo cavalo tem um tutor, não existe cavalo em situação de rua. Esse animal poderia estar doente e, neste caso, se houve o abandono, é considerado um crime ambiental”, explicou.

De acordo com o delegado, em casos como este, a população deve acionar a Dema. Em nota, a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) disse que não recebeu nenhum pedido sobre o caso e que se tivesse recebido, teria acionado a Zoonose.

Cão precisa de ajuda para tratamento após ter pata dilacerada em atropelamento

Um cachorro teve a pata dilacerada após ser atropelado e precisará ser submetido à cirurgia. A família dele não tem condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, pede ajuda. O caso aconteceu no Residencial Monte Pascoal, em Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A tutora de Rex, Nielly Keslly, conta que a pata do cachorro está em “carne viva”. “Meus três cachorros fugiram quando meu pai e meu irmão chegaram em casa, mas a gente não percebeu. Quando saí para a faculdade, encontrei o Rex com a pata muito machucada. Levamos no veterinário, que explicou que precisaria fazer alguns exames e provavelmente uma cirurgia. Mas, atualmente, não temos condições de pagar o tratamento, que deve ficar em torno de R$ 3 mil. Aí só pagamos a consulta e o curativo no dia, que ficou em R$ 110”, contou ao G1.

Nielly disse que o veterinário diagnosticou o cão com fratura exposta e dilaceração na pata traseira esquerda. Desde então, a família tem feito curativos no cachorro, de 1 ano e 6 meses, mas a ferida não tem apresentado melhora.

“Trouxemos para casa, porque a gente não tinha dinheiro para deixar na clínica veterinária. De lá para cá, já gastamos mais de R$ 80 com materiais para fazer os curativos. Infelizmente, a gente não consegue bancar o custo do tratamento e da cirurgia”, afirmou Nielly.

A tutora buscou ajuda em ONGs de escolas veterinárias de universidades, mas não obteve sucesso. Segundo Nielly, a família de Rex está psicologicamente abalada com a situação. “É muito difícil para a gente ver ele assim. Está na carne viva, é um machucado muito grande. Ele parou até de se alimentar de tanta dor que está sentindo. Nem os remédios para a dor ele está querendo tomar e o machucado não melhora. Estamos psicologicamente abalados”, disse.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Para ajudar o animal, Nielly, o irmão dela, Bergsten, e os pais criaram uma campanha para tentar arrecadar R$ 3 mil para arcar com os custos de exames, cirurgia e medicamentos.

Inicialmente, a campanha foi feita de forma improvisada, pedindo dinheiro pessoalmente a parentes e amigos. Mas agora os tutores de Rex decidiram criar um perfil no Instagram com o nome “Ajude o Rex”.

Interessados em colaborar podem acessar o perfil feito para a campanha em rede social, entrar em contato com a família de Rex pelo e-mail: eurycesantana@gmail.com ou pelos telefones (62) 99266-9809 e (62) 999172-1234 para solicitar dados bancários para transferência de valores.

“Aguardamos confiantes que tudo vai dar certo”, disse Nielly.

Comissão da Câmara aprova proibição da venda de animais em pet shops de Goiânia (GO)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Goiânia (GO) aprovou um projeto que proíbe o comércio de animais em lojas agropecuárias e pet shops do município na última quarta-feira (17).

Foto: Pixabay

O projeto é de autoria do vereador Zander Fábio (Patriota). Segundo ele, a proposta não proíbe a venda de animais como um todo, já que canis e gatis registrados serão autorizados a realizar esse tipo de comércio. As informações são do portal Folha Z.

Para Zander, proibir que lojas agropecuárias e pet shops comercializem animais é uma forma de protegê-los. Segundo ele, o objetivo é impedir o sofrimento dos animais, “que muitas vezes ficam trancados nessas lojas durante todo o fim de semana”.

A proposta ainda será votada duas vezes em plenário e passará pela avaliação de uma comissão temática antes de ser encaminhada ao prefeito Iris Rezende (MDB). Caso seja aprovada nas próximas votações, ela poderá ser sancionada ou vetada pelo Executivo.

Nota da Redação: proibir que lojas agropecuárias e pet shops comercializem animais é um avanço importante, mas não suficiente. Animais não são mercadorias e enquanto forem tratados como objetos passíveis de venda, serão maltratados. Além de respeitar a dignidade do animal enquanto ser vivo que não deve ser comercializado, a autorização para que canis e gatis registrados façam a venda ao público permite que novos casos de maus-tratos aconteçam, já que os animais não são maltratados e negligenciados apenas em lojas, mas também nas mãos dos próprios criadores.

Bombeiros resgatam cachorro que ficou com cabeça presa em portão

O Corpo de Bombeiros resgatou o cachorro que ficou com a cabeça presa no portão de uma casa no Residencial Goyaz Park, em Goiânia (GO). O animal ficou com o corpo para o lado da rua e a cabeça dentro do imóvel.

Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

O resgate aconteceu na sexta-feira (5). O cachorro estava na rua e enfiou a cabeça entre o trilho e o portão, ficando preso. Os bombeiros foram acionados e fizeram uma abertura no piso para conseguir resgatar o animal.

O cão não se feriu. Após ser resgatado, ele foi entregue ao tutor.

Fonte: G1

Grupo distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua

Um grupo de voluntários distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua no setor Central, na cidade de Goiânia, em Goiás. O projeto recebeu o nome “Servindo Amor”.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O objetivo do grupo, segundo os organizadores, é levar afeto pra as pessoas e incentivar o respeito aos animais a partir da distribuição de marmitas sem ingredientes de origem animal. As informações são do portal G1.

O projeto foi idealizado por Juliana Freire. Segundo ela, a ideia de fazer marmitas veganas beneficia a saúde dos moradores de rua e os animais. Elas são preparadas por um nutricionista voluntário que elabora um cardápio diferente a cada entrega.

“Na última entrega, o cardápio contou com arroz, feijão, macarrão bolonhesa, carne de soja, beterraba, chuchu e cenoura. Além de sustentável, a marmita vegana é saudável e traz saciedade para os moradores de rua”, conta Juliana.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O projeto teve início em novembro de 2018, conta com dez voluntários e já distribuiu aproximadamente 150 marmitas. As ações são feitas de forma mensal, cada uma delas com um cardápio diferente, mas sempre sem produtos de origem animal.

“Além de diferente e gostosa, as marmitas também são sustentáveis, por serem veganas”, disse Juliana.

O cardápio pretendido para a próxima entrega é sempre publicado no início do mês nas redes sociais do grupo para que pessoas sensíveis à causa possam doar ingredientes.

Além das marmitas veganas, o grupo pretende começar a realizar ações com terapeutas voluntários para mulheres em situação de rua que sofreram abusos sexuais.

Câmara proíbe uso de veículos de tração animal em Goiânia (GO)

A Câmara Municipal de Goiânia (GO) aprovou na quarta-feira (20) um projeto de lei que proíbe o uso de veículos de tração animal no município. O projeto será, agora, analisado pelo prefeito Iris Rezende (MDB), que decidirá pelo veto ou pela sanção.

Foto: Pixabay

O objetivo da proposta é impedir que os animais sejam explorados e maltratados. “São inúmeros casos de cavalos que são utilizados para puxar cargas pesadas. Muitos deles usados de forma ininterruptas, 24 horas por dia”, explica o vereador Zander Fábio (Patriota), autor da proposta, que lembrou também de cavalos que morrem em vias públicas por não suportarem os maus-tratos.

O projeto estabelece multa para quem usar veículo de tração animal. O valor varia de acordo com a lei de maus-tratos. O animal explorado para puxar o veículo será resgatado. As informações são do portal Mais Goiás.

O texto da proposta, no entanto, define uma exceção para a Polícia Militar, que poderá continuar a explorar cavalos nas operações policiais.

O parlamentar autor do projeto considera a aprovação conseguida na Câmara uma vitória para aqueles que lutam contra os maus-tratos a animais. Como a proposta foi aprovada pela maioria dos vereadores em segunda votação, Fábio acredita que, caso o prefeito vete o texto, os parlamentares derrubarão o veto.

PL que permite entrada de animais em hospitais de Goiânia (GO) é aprovado

A Câmara Municipal de Goiânia, em Goiás, aprovou na quarta-feira (13) um projeto de lei, de autoria do vereador Romário Policarpo (PROS), que permite a entrada de animais domésticos em unidades de saúde do município para visitas a tutores internados.

Foto: Alexas_Fotos / Pixabay

“As pessoas tem demonstrando uma evolução com esse projeto, seja no quadro depressivo ou na auto-estima delas ao receber a visita do seu animal, principalmente quando relacionados a crianças e idosos”, explicou Policarpo. As informações são do portal Dia Online.

Um projeto semelhante, segundo o parlamentar, é aplicado por três alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Goiânia. “Ele tem mostrado resultados bem objetivos e bem singulares na melhora do paciente, pois a questão da auto-estima, da depressão e a vontade para voltar ao ambiente de convívio com seu animal”, disse.

O vereador explicou que o objetivo é que a prefeitura tenha uma regra específica para permitir a visitação de animais aos pacientes. A proposta prevê que a Câmara Municipal forneça autorização prévia editada e que as unidades de saúde usem das regras estabelecidas no regime interno para autorizar a presença de animais nos locais.

O projeto proíbe a entrada de animais nas áreas de quimioterapia, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), farmácias e áreas de manipulação dos hospitais.

Aprovado em primeira votação pelo plenário e pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o projeto segue para a Comissão de Saúde. Caso aprovado, volta para o plenário para segunda e última votação. Se for novamente aprovado pelos vereadores, a proposta segue para análise do prefeito Iris Rezende (MDB), que terá que decidir pela sanção ou pelo veto.

Comissão da Câmara de Goiânia (GO) aprova criação de hospital veterinário

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Goiânia, em Goiás, aprovou a criação de um hospital público veterinário e de um Centro de Acolhimento Animal na cidade, além de ter dado parecer favorável à visitação de animais domésticos a pacientes internados em hospitais. Os projetos permanecem em tramitação.

A proposta que libera a entrada de animais em hospitais para visitas aos tutores se refere aos hospitais públicos, privados, a clínicas da família, aos ambientes terapêuticos e de tratamento, além dos asilos da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). As informações são do portal Dia Online.

(Foto: Pixabay)

O vereador e presidente da Câmara, Romário Policarpo (PROS), autor do projeto, explica que a visita deverá ser agendada na administração das unidades de saúde e será feita com o acompanhamento de um responsável. O animal deverá ser levado em caixa de transporte e ter atestado de boas condições de saúde assinado por médico veterinário. O parlamentar lembra ainda que o hospital deverá oferecer local próprio para a visita.

No caso do Centro de Acolhimento Animal (CAA), o objetivo é controlar a população de animais em situação de rua e a proliferação de doenças, além de resgatar e recuperar animais abandonados, atropelados ou em estado de sofrimento. O projeto é de autoria do vereador Zander Fábio (Patriotas).

Após resgatar o animal, o CAA deverá castrá-lo, vermifugá-lo, vaciná-lo e encaminhá-lo para a adoção. O Centro de Acolhimento Animal terá sede própria separada do Centro de Controle de Zoonoses e será composto por canil, gatil e centro cirúrgico.

O hospital público veterinário, previsto em proposta aprovada pelo prefeito Iris Rezende (MDB), vai atender animais domésticos, nativos ou exóticos de todos os tamanhos, que estiverem em situação de abandono ou que sejam tutelados por famílias de baixa renda. Animais encaminhados por órgãos públicos, ONGs e protetores também serão atendidos.

A Unidade Ambiental de Saúde e Bem Estar Animal ficará no antigo prédio do Centro de Controle de Zoonoses, no Setor Balneário Meia Ponte, região Norte de Goiânia, que deverá passar por reestruturação. Para garantir os atendimentos aos animais serão usados recursos da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), segundo o prefeito, que reforçou ainda que o projeto representa o desenvolvimento humanitário na cidade.

O hospital vai funcionar como uma espécie de “SUS” para os animais. O tutor vai ter um cartão com seus dados para viabilizar o atendimento. No local, serão oferecidos atendimento hospitalar clínico, cirúrgico, reparatório e de internação, atendimento emergencial, atendimento de resgate para vítimas de acidentes, exames laboratoriais e de imagem, vacinação, castração, fisioterapia, atendimento farmacológico e adestramento, para evitar condutas agressivas, além de registro e cadastramento dos animais abandonados.