Raposa viaja 150 km presa a para-choque de carro em Caldas Novas (GO)

Uma raposa ficou presa ao para-choque de um carro e viajou por cerca de 150 km dentro dele, de Goiânia a Caldas Novas (GO), conforme acredita o motorista do veículo. Ela foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

O motorista contou aos bombeiros que tinha saído de Anápolis com destino a Caldas Novas, onde trabalha como médico uma vez por semana. Ele relatou ter ouvido um barulho estranho quando passava pela BR-153, em Goiânia, mas não percebeu nada diferente no carro. As informações são do G1.

O médico contou ainda que só parou o carro no Setor São José, já na cidade de Caldas Novas. Foi nesse momento que ele descobriu que a raposa estava presa na grade do para-choque do veículo. Ele, então, acionou o Corpo de Bombeiros.

Os militares acreditam que a raposa foi atropelada. Eles tiveram dificuldade para resgatá-la. Presa ao para-choque, ela estava assustada, além de ferida e sangrando.

Após ser socorrida por um médico veterinário, a raposa está se recuperando. Ela foi medicada e deve ser solta na Serra de Caldas assim que estiver saudável.

Cavalo abandonado agoniza até a morte em Goiânia (GO)

Um cavalo agonizou até a morte em uma área de preservação ambiental no Setor Jardim Petrópolis, em Goiânia (GO). O caso será investigado pela Polícia Civil.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

A aposentada Lasara Felizardo Nunes, de 67 anos, encontrou o animal ainda com vida, bastante debilitado e desnutrido, na tarde de sábado (4). Ela afirma que tentou buscar ajuda com órgãos públicos, mas não teve sucesso. Quando retornou ao local à noite, encontrou o cavalo morto.

“Me assustei. Coitado. Jogaram ele ali para morrer sem nenhuma assistência, sem nada. É terrível. A gente fica indignada”, disse ao G1.

Segundo a aposentada, outros cavalos costumam pastar na região, mas aquele foi visto por ela pela primeira vez. Lasara acionou a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para retirar o corpo do animal do local, que afirmou ter feito o serviço no mesmo dia.

A empresa explicou que retira, por mês, cerca de 80 corpos de animais de pequeno e grande porte. Disse também que, em caso de falecimento de animais em área particular, a responsabilidade é do tutor.

Foto: Lasara Felizardo Nunes/Arquivo pessoal

O caso será investigado pelo titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho.

“Precisamos tentar localizar o tutor. Todo cavalo tem um tutor, não existe cavalo em situação de rua. Esse animal poderia estar doente e, neste caso, se houve o abandono, é considerado um crime ambiental”, explicou.

De acordo com o delegado, em casos como este, a população deve acionar a Dema. Em nota, a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) disse que não recebeu nenhum pedido sobre o caso e que se tivesse recebido, teria acionado a Zoonose.

Cão precisa de ajuda para tratamento após ter pata dilacerada em atropelamento

Um cachorro teve a pata dilacerada após ser atropelado e precisará ser submetido à cirurgia. A família dele não tem condições financeiras para arcar com os custos do tratamento e, por isso, pede ajuda. O caso aconteceu no Residencial Monte Pascoal, em Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A tutora de Rex, Nielly Keslly, conta que a pata do cachorro está em “carne viva”. “Meus três cachorros fugiram quando meu pai e meu irmão chegaram em casa, mas a gente não percebeu. Quando saí para a faculdade, encontrei o Rex com a pata muito machucada. Levamos no veterinário, que explicou que precisaria fazer alguns exames e provavelmente uma cirurgia. Mas, atualmente, não temos condições de pagar o tratamento, que deve ficar em torno de R$ 3 mil. Aí só pagamos a consulta e o curativo no dia, que ficou em R$ 110”, contou ao G1.

Nielly disse que o veterinário diagnosticou o cão com fratura exposta e dilaceração na pata traseira esquerda. Desde então, a família tem feito curativos no cachorro, de 1 ano e 6 meses, mas a ferida não tem apresentado melhora.

“Trouxemos para casa, porque a gente não tinha dinheiro para deixar na clínica veterinária. De lá para cá, já gastamos mais de R$ 80 com materiais para fazer os curativos. Infelizmente, a gente não consegue bancar o custo do tratamento e da cirurgia”, afirmou Nielly.

A tutora buscou ajuda em ONGs de escolas veterinárias de universidades, mas não obteve sucesso. Segundo Nielly, a família de Rex está psicologicamente abalada com a situação. “É muito difícil para a gente ver ele assim. Está na carne viva, é um machucado muito grande. Ele parou até de se alimentar de tanta dor que está sentindo. Nem os remédios para a dor ele está querendo tomar e o machucado não melhora. Estamos psicologicamente abalados”, disse.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Para ajudar o animal, Nielly, o irmão dela, Bergsten, e os pais criaram uma campanha para tentar arrecadar R$ 3 mil para arcar com os custos de exames, cirurgia e medicamentos.

Inicialmente, a campanha foi feita de forma improvisada, pedindo dinheiro pessoalmente a parentes e amigos. Mas agora os tutores de Rex decidiram criar um perfil no Instagram com o nome “Ajude o Rex”.

Interessados em colaborar podem acessar o perfil feito para a campanha em rede social, entrar em contato com a família de Rex pelo e-mail: eurycesantana@gmail.com ou pelos telefones (62) 99266-9809 e (62) 999172-1234 para solicitar dados bancários para transferência de valores.

“Aguardamos confiantes que tudo vai dar certo”, disse Nielly.

Comissão da Câmara aprova proibição da venda de animais em pet shops de Goiânia (GO)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Goiânia (GO) aprovou um projeto que proíbe o comércio de animais em lojas agropecuárias e pet shops do município na última quarta-feira (17).

Foto: Pixabay

O projeto é de autoria do vereador Zander Fábio (Patriota). Segundo ele, a proposta não proíbe a venda de animais como um todo, já que canis e gatis registrados serão autorizados a realizar esse tipo de comércio. As informações são do portal Folha Z.

Para Zander, proibir que lojas agropecuárias e pet shops comercializem animais é uma forma de protegê-los. Segundo ele, o objetivo é impedir o sofrimento dos animais, “que muitas vezes ficam trancados nessas lojas durante todo o fim de semana”.

A proposta ainda será votada duas vezes em plenário e passará pela avaliação de uma comissão temática antes de ser encaminhada ao prefeito Iris Rezende (MDB). Caso seja aprovada nas próximas votações, ela poderá ser sancionada ou vetada pelo Executivo.

Nota da Redação: proibir que lojas agropecuárias e pet shops comercializem animais é um avanço importante, mas não suficiente. Animais não são mercadorias e enquanto forem tratados como objetos passíveis de venda, serão maltratados. Além de respeitar a dignidade do animal enquanto ser vivo que não deve ser comercializado, a autorização para que canis e gatis registrados façam a venda ao público permite que novos casos de maus-tratos aconteçam, já que os animais não são maltratados e negligenciados apenas em lojas, mas também nas mãos dos próprios criadores.

Cavalo cai em fossa desativada e é resgatado em Senador Canedo (GO)

Um cavalo caiu dentro de uma fossa desativada em Senador Canedo (GO) na madrugada de segunda-feira (8). O tutor do animal percebeu que o animal havia se acidentado ao ouvir o barulho da queda. Ele acionou o Corpo de Bombeiros, que fez o resgate.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O tutor do cavalo, o pedreiro Fábio Ribeiro Leão, mora ao lado da fossa onde o animal se acidentou.  “Escutei o barulho e vim olhar. Era ele que estava lá dentro. Ele não vai ficar aqui também não, vai para a chácara”, disse. As informações são do portal G1.

Os bombeiros iniciaram o resgate por volta das 3h. A operação levou cerca de 20 minutos. De acordo com o sargento Wagner Júlio da Cruz, do Corpo de Bombeiros, uma espécie de rampa foi montada para fazer a retirada do animal.

O cavalo foi resgatado em segurança e, apesar da queda, não sofreu nenhum tipo de ferimento.

O sargento conta que este tipo de resgate tem sido comum em Senador Canedo devido à grande quantidade de fossas na cidade.

A corporação afirma que desde que a divulgação dos resgates de animais foi intensificada nas redes sociais, o número de solicitações para esse tipo de salvamento tem aumentado.

Filhote de gato é resgatado após cair em rede de esgoto em Goiás

Um filhote de gato caiu dentro de uma rede de esgoto no último domingo (7) em Aparecida de Goiânia (GO). O Corpo de Bombeiros foi acionado e levou cerca de 1h30 para conseguir resgatar o animal. O caso aconteceu no Setor Bela Morada.

Foto: Reprodução/G1

O resgate foi demorado porque o gato, assustado, fugia dos militares dentro do esgoto. Os bombeiros estiveram no local após serem chamados por moradores da região, que ouviram miados do animal. As informações são do portal G1.

Ao iniciar a operação, os bombeiros entraram por uma galeria pluvial a três metros de profundidade e percorreram aproximadamente 50 metros entre os túneis. O gato, no entanto, fugiu, impossibilitando o resgate.

Foto: Reprodução/G1

Diante da situação, os bombeiros mudaram o plano e tiraram a tampa do bueiro que fica na rua, por onde desceram usando uma escada. Eles, então, novamente seguiram o miado do animal e, desta vez, um dos militares conseguiu alcançar o gato e retirá-lo do esgoto.

O gato foi resgatado em segurança, sem ferimentos. A equipe dos bombeiros foi aplaudida e o filhote foi entregue a uma moradora da região.

Bombeiros resgatam cachorro que ficou com cabeça presa em portão

O Corpo de Bombeiros resgatou o cachorro que ficou com a cabeça presa no portão de uma casa no Residencial Goyaz Park, em Goiânia (GO). O animal ficou com o corpo para o lado da rua e a cabeça dentro do imóvel.

Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros

O resgate aconteceu na sexta-feira (5). O cachorro estava na rua e enfiou a cabeça entre o trilho e o portão, ficando preso. Os bombeiros foram acionados e fizeram uma abertura no piso para conseguir resgatar o animal.

O cão não se feriu. Após ser resgatado, ele foi entregue ao tutor.

Fonte: G1

Grupo distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua

Um grupo de voluntários distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua no setor Central, na cidade de Goiânia, em Goiás. O projeto recebeu o nome “Servindo Amor”.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O objetivo do grupo, segundo os organizadores, é levar afeto pra as pessoas e incentivar o respeito aos animais a partir da distribuição de marmitas sem ingredientes de origem animal. As informações são do portal G1.

O projeto foi idealizado por Juliana Freire. Segundo ela, a ideia de fazer marmitas veganas beneficia a saúde dos moradores de rua e os animais. Elas são preparadas por um nutricionista voluntário que elabora um cardápio diferente a cada entrega.

“Na última entrega, o cardápio contou com arroz, feijão, macarrão bolonhesa, carne de soja, beterraba, chuchu e cenoura. Além de sustentável, a marmita vegana é saudável e traz saciedade para os moradores de rua”, conta Juliana.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O projeto teve início em novembro de 2018, conta com dez voluntários e já distribuiu aproximadamente 150 marmitas. As ações são feitas de forma mensal, cada uma delas com um cardápio diferente, mas sempre sem produtos de origem animal.

“Além de diferente e gostosa, as marmitas também são sustentáveis, por serem veganas”, disse Juliana.

O cardápio pretendido para a próxima entrega é sempre publicado no início do mês nas redes sociais do grupo para que pessoas sensíveis à causa possam doar ingredientes.

Além das marmitas veganas, o grupo pretende começar a realizar ações com terapeutas voluntários para mulheres em situação de rua que sofreram abusos sexuais.

Câmara proíbe uso de veículos de tração animal em Goiânia (GO)

A Câmara Municipal de Goiânia (GO) aprovou na quarta-feira (20) um projeto de lei que proíbe o uso de veículos de tração animal no município. O projeto será, agora, analisado pelo prefeito Iris Rezende (MDB), que decidirá pelo veto ou pela sanção.

Foto: Pixabay

O objetivo da proposta é impedir que os animais sejam explorados e maltratados. “São inúmeros casos de cavalos que são utilizados para puxar cargas pesadas. Muitos deles usados de forma ininterruptas, 24 horas por dia”, explica o vereador Zander Fábio (Patriota), autor da proposta, que lembrou também de cavalos que morrem em vias públicas por não suportarem os maus-tratos.

O projeto estabelece multa para quem usar veículo de tração animal. O valor varia de acordo com a lei de maus-tratos. O animal explorado para puxar o veículo será resgatado. As informações são do portal Mais Goiás.

O texto da proposta, no entanto, define uma exceção para a Polícia Militar, que poderá continuar a explorar cavalos nas operações policiais.

O parlamentar autor do projeto considera a aprovação conseguida na Câmara uma vitória para aqueles que lutam contra os maus-tratos a animais. Como a proposta foi aprovada pela maioria dos vereadores em segunda votação, Fábio acredita que, caso o prefeito vete o texto, os parlamentares derrubarão o veto.

Onça é resgatada ferida após ser atropelada

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Uma onça-parda foi salva após ser vítima de um atropelamento na rodovia GO-050, em Campestre de Goiás. O animal silvestre ficou ferida e com dificuldade de locomoção.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros se deslocou até o local para efetuar o resgate. O carro que atingiu o animal fugiu do local sem prestar socorro.

A onça foi encaminhada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Goiânia, onde receberá atendimento especializado. Ainda não é possível saber se ela está apta a ser devolvida à natureza.

Uma pesquisa mostra que a cada 15 segundos, um animal morre vítima de atropelamento nas rodovias brasileiras. O levantamento do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) ainda aponta que, cerca de 475 milhões de animais são mortos dessa maneira todos os anos.

Segundo a pesquisa, os pequenos animais como sapos, cobras e aves, são as principais vítimas, representando quase 90% das mortes por atropelamento. Para os especialistas, a redução das florestas com a expansão desenfreada das cidades é a principal responsável por esse cenário crítico.

Nota da Redação: a destruição de habitats por interesses humanos força os animais a se arriscarem e áreas urbanizadas em buscas de recursos e alimentos que, anteriormente, eram facilmente encontrados. Choques entre seres humanos e animais silvestres geralmente causam a morte destes segundos, que sofrem por perderem seus habitats e não serem amparados legalmente de maneira eficiente.