PL que permite entrada de animais em hospitais de Goiânia (GO) é aprovado

A Câmara Municipal de Goiânia, em Goiás, aprovou na quarta-feira (13) um projeto de lei, de autoria do vereador Romário Policarpo (PROS), que permite a entrada de animais domésticos em unidades de saúde do município para visitas a tutores internados.

Foto: Alexas_Fotos / Pixabay

“As pessoas tem demonstrando uma evolução com esse projeto, seja no quadro depressivo ou na auto-estima delas ao receber a visita do seu animal, principalmente quando relacionados a crianças e idosos”, explicou Policarpo. As informações são do portal Dia Online.

Um projeto semelhante, segundo o parlamentar, é aplicado por três alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Goiânia. “Ele tem mostrado resultados bem objetivos e bem singulares na melhora do paciente, pois a questão da auto-estima, da depressão e a vontade para voltar ao ambiente de convívio com seu animal”, disse.

O vereador explicou que o objetivo é que a prefeitura tenha uma regra específica para permitir a visitação de animais aos pacientes. A proposta prevê que a Câmara Municipal forneça autorização prévia editada e que as unidades de saúde usem das regras estabelecidas no regime interno para autorizar a presença de animais nos locais.

O projeto proíbe a entrada de animais nas áreas de quimioterapia, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), farmácias e áreas de manipulação dos hospitais.

Aprovado em primeira votação pelo plenário e pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o projeto segue para a Comissão de Saúde. Caso aprovado, volta para o plenário para segunda e última votação. Se for novamente aprovado pelos vereadores, a proposta segue para análise do prefeito Iris Rezende (MDB), que terá que decidir pela sanção ou pelo veto.

Comissão da Câmara de Goiânia (GO) aprova criação de hospital veterinário

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Goiânia, em Goiás, aprovou a criação de um hospital público veterinário e de um Centro de Acolhimento Animal na cidade, além de ter dado parecer favorável à visitação de animais domésticos a pacientes internados em hospitais. Os projetos permanecem em tramitação.

A proposta que libera a entrada de animais em hospitais para visitas aos tutores se refere aos hospitais públicos, privados, a clínicas da família, aos ambientes terapêuticos e de tratamento, além dos asilos da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). As informações são do portal Dia Online.

(Foto: Pixabay)

O vereador e presidente da Câmara, Romário Policarpo (PROS), autor do projeto, explica que a visita deverá ser agendada na administração das unidades de saúde e será feita com o acompanhamento de um responsável. O animal deverá ser levado em caixa de transporte e ter atestado de boas condições de saúde assinado por médico veterinário. O parlamentar lembra ainda que o hospital deverá oferecer local próprio para a visita.

No caso do Centro de Acolhimento Animal (CAA), o objetivo é controlar a população de animais em situação de rua e a proliferação de doenças, além de resgatar e recuperar animais abandonados, atropelados ou em estado de sofrimento. O projeto é de autoria do vereador Zander Fábio (Patriotas).

Após resgatar o animal, o CAA deverá castrá-lo, vermifugá-lo, vaciná-lo e encaminhá-lo para a adoção. O Centro de Acolhimento Animal terá sede própria separada do Centro de Controle de Zoonoses e será composto por canil, gatil e centro cirúrgico.

O hospital público veterinário, previsto em proposta aprovada pelo prefeito Iris Rezende (MDB), vai atender animais domésticos, nativos ou exóticos de todos os tamanhos, que estiverem em situação de abandono ou que sejam tutelados por famílias de baixa renda. Animais encaminhados por órgãos públicos, ONGs e protetores também serão atendidos.

A Unidade Ambiental de Saúde e Bem Estar Animal ficará no antigo prédio do Centro de Controle de Zoonoses, no Setor Balneário Meia Ponte, região Norte de Goiânia, que deverá passar por reestruturação. Para garantir os atendimentos aos animais serão usados recursos da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), segundo o prefeito, que reforçou ainda que o projeto representa o desenvolvimento humanitário na cidade.

O hospital vai funcionar como uma espécie de “SUS” para os animais. O tutor vai ter um cartão com seus dados para viabilizar o atendimento. No local, serão oferecidos atendimento hospitalar clínico, cirúrgico, reparatório e de internação, atendimento emergencial, atendimento de resgate para vítimas de acidentes, exames laboratoriais e de imagem, vacinação, castração, fisioterapia, atendimento farmacológico e adestramento, para evitar condutas agressivas, além de registro e cadastramento dos animais abandonados.

Porco pula de caminhonete para tentar fugir e fica preso pela pata

Um porco pulou da carroceria de uma caminhonete em Jataí, no sudoeste de Goiás, para tentar fugir, e acabou com a pata presa. O animal não estava amarrado.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Assim que o veículo parou em um semáforo da cidade, o porco tentou fugir. Porém, ao pular, uma das patas dele ficou presa à carroceria, deixando-o pendurado, com a cabeça no asfalto. As informações são do portal G1.

Ao perceber o que havia acontecido, o motorista que conduzia o veículo desceu da caminhonete para socorrer o animal e colocá-lo novamente em cima da carroceria.

A forma como o porco estava sendo transportada é considerada ilegal. Transportar animais na parte externa de veículos é infração grave. O motorista pode ser multado em R$ 195,23 e receber cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O carro também pode ficar retido até que o animal seja transferido para veículo adequado para o transporte.

Abrigo de animais abandonados faz festa para arrecadar fundos

Foto: Facebook | Reprodução

Criado para ser um centro de cuidados com animais abandonados ou feridos, o Lar Vitório inaugurou ontem (23) um gatil. O espaço feito sob medida para oito felinos foi financiado pela idealizadora, a funcionária pública Aline Machado, 45 anos, que gastou o 13º salário para a construção. Essa é a tônica do abrigo, criado há cerca de um ano e que cuida, ainda, de 42 cães: disposição e voluntariado. Mas, para sobreviver, o espaço precisa de ajuda. O evento contou com lanches, bingo, rifa e bazar para arrecadar donativos.

A ideia era antiga, mas foi posta em prática por Aline e a auxiliar de enfermagem Sandra Graciele Alves, 32, após o resgate do cão Vitório, na Estrutural. O animal foi atropelado, sofreu uma fratura na coluna e foi desenganado por veterinários. As duas se conheceram na clínica onde ele foi operado. O diagnóstico era de que ele não voltaria mais a andar e precisaria ser virado de duas em duas horas para sobreviver. Uma precisaria da outra para garantir a recuperação do bicho.

Aline conta que sempre militou como protetora dos animais e fez diversos resgates. “Os veterinários consideraram a eutanásia, mas eu quis insistir. Mas para ele sobreviver, ele precisaria de cuidados que o meu trabalho como funcionária pública não permitiria. Estávamos no auge da crise financeira e a Sandra, que estava cuidando dele na clínica, foi demitida”, lembra Aline. A solução foi pôr o sonho de criar um abrigo em prática. “Eu pedi para a Sandra me ajudar. A gente fazia um abrigo da casa dela e eu daria uma ajuda de 1.000 reais.”

Graças à parceria, Vitório voltou a andar. Aline bancava o investimento, inicialmente, do próprio bolso, enquanto Sandra não só disponibilizava o espaço como dedicava quase 100% do próprio tempo para cuidar dos primeiros animais depois de Vitório. Com o boca a boca de amigos e ajuda de alguns voluntários, o abrigo cresceu e as amigas alugaram a residência ao lado, para abrigar os cachorros maiores e menos tolerantes a outros cães. “Precisamos de ajuda. Temos espaço, mas não temos dinheiro para aumentar o projeto. Não somos Organização Não Governamental e não temos nenhum tipo de isenção”, explica Aline.

Manutenção

O cuidado com os animais, que são tratados, alimentados, castrados e colocados para a adoção é de cerca de 6.700 reais por mês. Aline desembolsa cerca de 1.800 reais. A forma com que ela e Sandra encontraram para conseguir manter o espaço foi contar com o engajamento de quem ajuda a resgatar animais e os leva para o abrigo. É preciso se comprometer e ajudar nas contas. Quem se voluntaria assina contrato e paga de 200 a 300 reais por mês dependendo do estado de saúde do bicho. Depois, decide se vai levá-lo para casa ou se ele irá para outro lar.

“No começo, levamos alguns calotes. Algumas pessoas deixavam o animal e desapareciam. Um fator que nos fez pensar nesse modelo é que temos um número certo de animais que podemos cuidar. Algumas vezes, até buscamos o animal a pedido dos voluntários. Só não podemos resgatar cães com cinomose e gatos com Aids e câncer felino, que são doenças muito contagiosas e não temos estrutura para recebê-los”, detalha a protetora de animais. Para evitar surpresas, antes de levarem os animais para os abrigos, é preciso um exame de sangue.

Sandra se apaixonou pelo trabalho e toda a família dela se envolveu. Ela é mãe de uma menina de nove anos e um menino de seis, e conta que as crianças adoram o trato com os animais. “Eu era técnica de enfermagem e deixei a profissão para cuidar dos animais. Acho que é um trabalho que nos humaniza e meus filhos estão aprendendo com isso. Até mesmo meu marido se envolveu e leva animais para o veterinário quando não posso. Virou um trabalho em família. Todo dinheiro que entra, investimos para eles (os cães e gatos)”, conta.

O próximo projeto é investir em novas obras para os canis, para conseguir separar os animais por tamanho. Segundo Aline, se não conseguirem os recursos, ela custeará os trabalhos no fim do ano, com o próximo 13º.

Fonte: Correio Braziliense

Homem é flagrado agredindo cão com rodo em rua de Goiânia (GO)

Câmeras de segurança mostram um homem agredindo um cachorro em uma rua do Parque Tremendão, em Goiânia (GO). As imagens mostram quando vários cães correm pela calçada. Ele então arremessa um rodo a atinge um dos animais. A Polícia Civil vai investigar o caso.

O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (4), na Rua Pedro Bala. O vídeo foi enviado para a TV Anhanguera por um telespectador, que preferiu não se identificar, por meio do aplicativo QVT.

Foto: TV Anhanguera/Reprodução

Antes da agressão, os cães aparecem brincando e correndo pela rua. Depois de atingido, o cachorro cai e tem dificuldades para se levantar. Ele se arrasta pelo chão. O agressor desaparece da cena.

Em seguida, duas pessoas aparecem para socorrer o cão. Segundo a pessoa que enviou o vídeo, a mulher é a tutora do animal. Ela o levou para casa.

A TV Anhanguera não conseguiu contato com o homem que aparece no vídeo.

Investigação

Segundo o delegado Luziano Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), um procedimento será aberto para investigar o caso.

Ele informou que a polícia busca identificar o suspeito, que pode ser indiciado por ter ferido o animal. O vídeo que mostra o que aconteceu pode ser considerado uma prova importante.

“Pela imagem, é muito grave. Quem tem a obrigação de proteger os animais? Somos todos nós. É a autoridade e são as pessoas. O tutor mais ainda. Ele quem tem de ter o interesse. Nós já conclamamos, procure a polícia também antes que nós iremos à casa dessa pessoa”, explica.

Fonte: G1