Golfinho em luto carrega seu filho morto pelas águas

Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Uma imagem comovente que mostra uma mãe carregando seu filhote golfinho morto pelas águas, surgiu nas redes sociais. Segundo as autoridades marinhas australianas o bebê teria ficado preso em uma armadilha em forma de rede para capturar caranguejo que não foi recolhida por pescadores.

A foto foi tirada em Perth, na Baia de Claremont, na Austrália e foi compartilhada no Facebook pela Departamento de Parques e Vida Selvagem da Austrália Ocidental na terça-feira.

“Uma morte tão triste para um filhote golfinho tão jovem e cheio de vida pela frente”, dizia o post.

A mãe, chamada de Moon, estava nadando e carregando o filhote morto com o bico quando os dois foram avistados pelo Serviço de Parques e Vida Selvagem na segunda-feira, depois do episódio ter sido denunciado por um residente local.

“O bebê golfinho morto foi então libertado da armadilha de caranguejo, mas os oficiais o deixaram na água com a mãe, enquanto ela passa pelo luto ocasionado pela perda recente”.

Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Os golfinhos são criaturas altamente inteligentes, com capacidade de percepção e resposta admiráveis, são frequentes os episódios documentados desses animais permanecendo com seus filhotes por um período de tempo após a morte.

Esses animais sencientes, são comprovadamente sensíveis e capazes de amar e sofrer, eles precisam do tempo do luto para superar a perda e voltar a responder normalmente à vida em sociedade.

“Vamos continuar a monitorar o par e remover o filhote quando for apropriado, revela o oficial responsável pelo monitoramento da situação. “Pedimos às pessoas que fiquem bem longe da mãe golfinho e de seu filhote morto durante este tempo”, esclarece ele.

Os usuários das mídias sociais ficaram sensibilizados pela imagem, sendo que algumas pessoas lutavam consigo mesmas para conseguir olhar para a foto, tamanho o seu impacto.

Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

“Terrível e tão triste. Devemos limpar nosso lixo sempre para que isso não aconteça”, disse uma pessoa em um comentário no post.

“Perda trágica deste bebê! Vergonha de que um ser humano tenha causado essa morte cruel porque eles estavam com preguiça de remover o equipamento do rio! Espero que algo seja feito para evitar outra tragédia”, dizia outro comentário.

“Não, eu não posso nem olhar – é de partir o coração – você pode sentir a dor da mãe só de olhar para a foto. Tão injusto e desnecessário”, concluiu outro usuário.

Mais uma morte causada pela irresponsabilidade humana, que inadvertidamente invade os oceanos para saquear e roubar a vida marinha. Não contentes em capturar os caranguejos indefesos, deixam a armadilha pra trás, causando com isso um rastro maior ainda de morte e dor, iniciado por sua insensatez assassina.

Onda de calor ameaça golfinho do Indo-Pacífico, alertam cientistas

Um grupo de cientistas alertou que uma onda de calor marinha em 2011 reduziu a taxa de natalidade e sobrevivência do golfinho do Indo-Pacífico na baía de Shark, na costa oeste da Austrália, ou seja, isso poderia colocar a longo prazo em risco a existência nessa região de um dos animais mais inteligentes do mundo, conforme um artigo publicado na revista científica Current Biology.

Foto: AFP 2019 / Toshifumi KITAMURA

No início de 2011, uma onda de calor marinha produziu uma massa de água quente que elevou as temperaturas das costas ocidentais da Austrália em quatro graus centígrados acima da média. O número destes cetáceos diminui em 12%, enquanto a quantidade de crias por fêmea também foi reduzida devido ao fenômeno natural ocorrido há oito anos.

Com isso, é possível notar que a onda de calor foi devastadora e que ela afetou negativamente as pradarias marinhas e as populações de peixes.

“Nossos resultados sugerem que os fenômenos meteorológicos extremos podem ser demasiadamente prejudiciais […] o que gera um impacto negativo a nível de população”, afirmou Simon Allen, pesquisador associado da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Bristol (Reino Unido) e coautor do artigo.

Allen enfatizou que as ondas de calor geralmente estão relacionadas com a mudança climática, o futuro do “ecossistema em geral” está em risco a longo prazo.

Além disso, o estudo examinou informações demográficas de mais de 5.000 indivíduos deste tipo de golfinho entre 2007 e 2017, sendo que os pesquisadores especificaram que a diminuição da espécie causada pela onda de calor afetou diretamente a alimentação das crias do golfinho do Indo-Pacífico e os expondo aos predadores, já que seus progenitores ficavam mais tempo longe em busca de alimentos, o que contribuiu para o aumento da mortalidade das crias deste animal.

Fonte: Sputnik News

Golfinho ferido encalha após afogamento e é resgatado no litoral de SP

Um golfinho-pintado foi encontrado encalhado na praia da Enseada, em Guarujá, no litoral de São Paulo, na tarde do último domingo (31).

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Uma equipe do Instituto Gremar esteve no local. Durante 3 horas, os profissionais permaneceram na praia, aplicando medicamentos emergenciais e tentando estabilizar o animal para soltura. As informações são do portal G1.

“Mesmo após esse atendimento ele não conseguia voltar [para o mar]. Notamos que ele ainda estava bastante debilitado, então o levamos para tratamento. O animal ainda é jovem”, diz a bióloga Andrea Maranho, coordenadora de projetos do Instituto.

De acordo com Maranho, o golfinho estava machucado, provavelmente por ter ficado preso em uma rede de pesca. No entanto, segundo ela, o agravante foi o animal ter se afogado e aspirado água. A profissional disse ainda que o golfinho encalhou por volta das 13 horas no Canto da Tortura e que banhistas tentaram devolvê-lo ao mar, mas sem sucesso.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Devido à situação, o golfinho foi levado para o Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Marinhos (Cetas) da cidade, onde seguirá em tratamento.

Segundo a bióloga, os profissionais estão submetendo o golfinho a uma série de exames para avaliar o quadro de saúde dele e as condições de seu pulmão. Tratamentos de suporte também foram providenciados.

Vídeo mostra bebê golfinho solitário nadando a deriva em parque aquático

Foto: Peter Fuller

Foto: Peter Fuller

Golfinhos são uma das espécies mais complexas e inteligentes do planeta. Capazes de criar laços sociais e emocionais profundos com os demais membros de seu bando, eles são extremamente autoconscientes. O vínculo entre uma mãe e um filhote de golfinho é um dos mais fortes da Terra. Somando-se à beleza desses animais está o fato de que eles também têm cérebros grandes e desenvolvidos que lhes permitem aprender e se ajustar ao ambiente. Os golfinhos demonstraram até mesmo a capacidade de imitar a fala e as vocalizações humanas. Mas, apesar das qualidades e da beleza dos golfinhos, os humanos ainda insistem em mantê-los em cativeiro nos parques aquáticos.

O vídeo acima captura a tristeza e a solidão de um golfinho que nascido para ser livre, conviver com os seus iguais, nadar quilômetros no oceano, é mantido cativo em um ambiente artificial. Este bebê golfinho vive atualmente no Loro Parque na Espanha.

Na descrição do vídeo postado no YouTube, as pessoas que filmaram o golfinho explicam: “Filmamos esse filhote de golfinho, depois de um show, por mais de 10 minutos, até que nos pediram para sair. Quando questionamos os treinadores sobre o por que desse golfinho ter sido deixado sozinho por tanto tempo no calor, sem sombra, eles se tornaram extremamente defensivos e agressivos, afirmando que o golfinho não estava sozinho – o que vai contra as imagens do vídeo – fomos então conduzidos para fora do local pela segurança”.

O que vemos é um animal sem propósito, balançando-se indiferente na superfície da água, ansiosamente esperando por atenção, sinais que revelam indiscutivelmente severo sofrimento mental. O tédio e a frustração da vida preso em um tanque leva os golfinhos a terem comportamentos compulsivos, como nadar em círculos repetitivamente, balançar a cabeça em atitude “bicante” indefinidamente e ficar imóveis na superfície ou no chão do aquário por longos períodos de tempo. Muitos golfinhos também são vistos batendo-se contra as paredes laterais dos tanques. Em desespero absoluto, esses animais também podem decidir parar conscientemente de respirar e acabar com suas próprias vidas.

Ao se recusar a contribuir com essa indústria cruel onde a dignidade desses animais, tão distintos por sua inteligência e sensibilidade é ferida dia após dia em favor de um suposto “entretenimento” humano, é um passo dado em favor dos golfinhos.

Ao trazer o assunto à discussão, compartilhar vídeos como este, e disseminar a conscientização sobre o que realmente acontece nesses “shows” é outro movimento em prol desses animais tão violentamente escravizados.

Golfinho chora ao ser capturado para ser morto para consumo humano

Um golfinho da espécie Toninha, ameaçada de extinção, chorou ao ser capturado para ser morto para consumo humano na China. O animal foi capturado após ser confundido com um golfinho comum. Ele tinha uma feição triste e lágrimas nos olhos.

Foto: Reprodução / Hypeness

Testemunhas perceberam que o animal chorava e identificaram a espécie dele enquanto ele era arrastado preso à traseira de um carro na região de Xuwen. Duas pessoas, comovidas com a situação, decidiram intervir. As informações são do portal Hypeness.

Para salvar a vida do golfinho, Cheng Mingyue e Cheng Jianzhuang decidiram comprá-lo. A dupla pagou 720 reais pelo animal. “Ele chorou durante todo o caminho”, afirmaram.

Após comprar o animal, Mingyue e Jianzhuang levaram-o de volta para o local onde foi capturado e o libertaram no mar, onde ele pôde voltar a nadar e viver em paz.

Foto: Reprodução / Hypeness

homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Vídeo mostra homem tentando salvar golfinho encalhado na praia

Paul Gardiner, de 45 anos, avistou o animal se contorcendo em agonia enquanto corria perto de uma praia em Kleinemond, no Cabo Oriental da África do Sul.

homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Foto: Caters News Agency

Gardiner, que atualmente vive em Surrey e trabalha na Academia de Sobrevivência Bear Grylls, disse que só pensava no bem-estar do golfinho quando foi salvá-lo, embora a costa onde o animal estava encalhado fosse extremamente perigosa.

Após passar 90 minutos desesperadamente tentando levar o golfinho de volta para a água, os maiores esforços de Gardiner não foram suficientes visto que o animal infelizmente morreu de exaustão.

“Eu estava a cerca de seis quilômetros da minha corrida quando notei o golfinho encalhado na areia. O tempo estava muito tempestuoso, então presumi que foi o causou o infeliz acontecimento e achei que estava morto.”

“Mas quando subi e vi que ainda estava vivo, foi meu instinto natural ajudá-lo apesar dos perigos potenciais.

“Apenas 20% dos animais selvagens continuam a viver depois de encalhados na praia. Eu cresci em torno de animais, então fico facilmente ligado a eles. Eu fiquei muito emocionado quando não consegui, foi muito difícil ir embora.”

Rainer Schimpf, da AB Marine and Expert Tours, ouviu falar do caso infeliz e aplaudiu os esforços de Gardiner para salvar o golfinho.

Ele disse: “Paul fez o melhor que pôde, mas segurança para humanos é sempre o número um – ele teria colocado sua própria vida em perigo se tivesse nadado com o golfinho mais fundo na água.”

“Este vídeo mostra que existe uma conexão entre os golfinhos e os seres humanos e que podemos sempre tentar fazer o nosso melhor ajudando uns aos outros.”

golfinho morto

Golfinho é encontrado morto em praia com sinais de ingestão de plástico

Imagens chocantes mostram o corpo de um golfinho em decomposição em uma praia da Cornualha, na Grã-Bretanha. A repercussão das imagens causou um debate sobre a gravidade da poluição plástica.

golfinho morto

Foto: SWNS

O animal foi encontrado por Simon Heester, que disse que o golfinho estava enrolado em uma corda e mostrava sinais de ingestão de plástico.

Heester o encontrou na praia de Pentewan, perto de St. Austell, na Cornualha. Acredita-se que seja o 31º golfinho encontrado morto na região somente neste ano. Outros animais mortos foram encontrados em lugares como Par, Porthtowan e a Península de Rame.

Ruth Williams, gerente de conservação marinha da Marine Stranding Network, disse que os números são chocantes, mas não sem precedentes.

O comitê de auditoria ambiental do Parlamento do Reino Unido alerta sobre o lixo plástico, esgoto não tratado, fertilizantes e metais pesados ​​despejados nos oceanos. Ele disse que a Grã-Bretanha pode fazer muito mais para impedir que o plástico termine no oceano através de rios e esgotos. Cerca de 80% dos resíduos despejados no oceano vêm da terra.

No início deste mês, remadores encontraram um bezerro flutuando na água perto de Kingsand, na Cornualha, em 17 de janeiro. A Rame Peninsula Beach Care descreveu a descoberta como “devastadora”.

Outro golfinho foi encontrado na praia de Long Rock, em Penzance, na Cornualha, com uma gravata de plástico presa em sua cauda.

Dee Kellow, de Newlyn, fotografou o animal e disse: “Eu estava andando no caminho do litoral esta manhã, quando vi o coitadinho. É tão triste.”

Um golfinho também foi encontrado morto este mês em Jersey por Sandra Hilton, com um anel de plástico preso em seu focinho.

Golfinho é resgatado em praia de Pitangui (RN)

O animal marinho estava bem próximo à beira-mar quando foi visto por um pescador que trabalhava no local. Foto: Cipam/Divulgação

Um golfinho ferido foi encontrado em Pitangui, distante 30 quilômetros do centro de Natal, por banhistas que estavam na praia. O animal marinho estava bem próximo à beira-mar quando foi visto por um pescador que trabalhava no local. O homem fez os primeiros socorros e acionou a Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam).

De acordo com o policial da Cipam Alisson Alves, o golfinho possui dois ferimentos na região da barriga. “Nós identificamos os ferimentos na parte inferior do animal. Provavelmente, os cortes foram causados quando ele tentava escapar de um ataque de tubarão, em alto-mar”. Biólogos do Projeto Cetáceos da Costa Branca estão na praia para auxiliar nos cuidados do animal.

Os biólogos aplicaram soro, remédios e vitaminas para ajudar na recuperação rápida do mamífero. Eles devem permanecer com o animal até que ele esteja preparado para voltar ao mar. A espécie de águas profundas chegou à encosta do litoral para que recebesse cuidados. Ainda de acordo com Alisson Alves, o grupo em que o golfinho pertence está a um quilômetro esperando o retorno do animal.

Todo o cuidado está sendo realizado dentro do mar. Essa medida auxilia na recuperação eficaz do golfinho. “A equipe de resgate está dentro do mar realizando os procedimentos com o animal. Isso ajuda porque assim ele não fica estressado”, declarou Alisson.

Fonte: OP9

Golfinho é encontrado morto em praia de Florianópolis (SC)

Golfinho foi encontrado morto na Praia Brava em Florianópolis — Foto: Alisson Zoleti/R3Anim

Um golfinho foi encontrado morto na Praia Brava, em Florianópolis. Conforme a Associação R3 Animal, do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), a causa da morte ainda será investigada.

Segundo pesquisadores, o animal era um macho, juvenil e da espécie golfinho-nariz-de-garrafa. Ele tem cerca de 2 metros e 150 quilos.

Ainda de acordo com a equipe da R3 Animal, o animal passa por necropsia no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM).

Neste ano, nenhum golfinho do tipo foi achado morto na orla da cidade. Segundo a R3 Animal, a espécie costuma nadar pela região.

Fonte: G1

Golfinho é achado em pedaços em praia de Feliz Deserto (AL)

Golfinho foi encontrado em pedaços em feliz Deserto, AL — Foto: Divulgação/Biota

Um golfinho da espécie Sotalia foi encontrado morto esquartejado em Feliz Deserto, Litoral Sul de Alagoas.

O animal foi encontrado por um dos voluntários do Instituto Biota, que monitora a vida marinha naquela região.

Partes do animal, incluindo as vísceras, foram encontradas em alguns pontos da praia. Todas elas foram recolhidas por veterinários do Biota.

Ainda segundo o Biota, o golfinho é jovem, mas não é possível determinar o sexo, porque o órgão genital foi levado, assim como carne e gordura do corpo.

O instituto acredita queos cortes foram feitos por alguém acostumado a isso, e que levou partes do animal para alimentação e também para servir como isca. Essa pessoa, no entanto, não foi identificada.

No corpo do animal também foi possível identificar marcas de machucados, possivelmente feitos por redes de pescadores e lâminas.

Esse é o segundo caso do tipo em menos de um mês no estado. Em dezembro de 2018, um pescador tentou esquartejar um boto cinza, que estava morto. Ele havia conseguido tirar uma nadadeira do animal, e foi surpreendido quando tentava cortá-lo ao meio.

À época, o presidente do Biota, Bruno Stéfanis, explicou que esse tipo de ocorrência tem se tornado comum no litoral do estado, principalmente por pescadores que fazem isso para não danificar as redes.

Fonte: G1