Uma gata grávida ficou paraplégica após ser baleada, na semana passada, em Ipirá, na Bahia. Uma arma de pressão foi usada para ferir o animal. Encontrada se arrastando na rua, a gata foi resgatada pela Associação de Proteção dos Animais de Ipirá.
Foto: Divulgação
Não se sabe quem atirou contra o animal, que aparenta não ter tutor. “Uma amiga estava passando pelo local, fez as imagens e nos pediu ajuda. Nas imagens era possível ver o animal se contorcendo de dor e, devido ao ferimento, não conseguia se levantar, se arrastava e babava muito. De início chegamos a pensar que a gatinha tivesse sido atropelada”, comentou uma representante da entidade ao portal Tribuna da Bahia.
Socorrida, a gata foi levada para uma clínica veterinária em Feira de Santana. No local, ela foi submetida a exames de raio-x e ultrassom que constataram a presença de balas no corpo dela, além da gravidez.
O médico veterinário Erivaldo Nogueira, do Hospital Medical Pet, para onde a gata foi levada, explicou que a bala que deixou o animal paraplégico atravessou a coluna e ficou alojada dentro da lombar.
Foto: Divulgação
Na clínica, a gata recebeu o nome de Nala. Ela está se recuperando, mas ainda corre risco de sofrer uma hemorragia. Novos exames de ultrassonografia serão realizados nos próximos dias para que, depois, a gata possa ser submetida a uma cesárea, já que no estado dela o parto normal não será possível.
A entidade que resgatou Nala pede ajuda para arcar com os gastos do tratamento veterinário. A Associação de Proteção dos Animais de Ipirá aceita doações de fralda tamanho PP, sachês e ração, além de quantias em dinheiro para ajudar a quitar a dívida na clínica veterinária. A ONG sobrevive de doações e atualmente sofre com a falta de recursos para manter os animais resgatados.
Interessados em ajudar devem entrar em contato com os voluntários da entidade através do Instagram.
Foto: Divulgação
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Uma cadela resgatada grávida da rua enfrentou um difícil processo de luto ao perder seus filhotes, que morreram devido a uma infecção generalizada. No entanto, o desfecho da história, que tinha tudo para ser triste, sofreu uma transformação quando um filhote órfão foi apresentado à cadela. O caso aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos.
Foto: Reprodução/Halfway There Rescue
O resgate da cadela foi feito por fiscais do Controle de Animais de Nova York, que a levaram até o abrigo da Halfway There Rescue, uma ONG de proteção animal. No local, ela foi colocada em um quarto aconchegante e recebeu bastante comida. No entanto, nem todo o conforto e carinho que teve na entidade foram suficientes diante da dor de perceber que seus filhotes haviam morrido. As informações são do portal We Love Animals.
Sem conseguir lidar com a perda, Daya, como passou a ser chamada, começou a acolher brinquedos e meias como se esses objetos fossem seus filhos. Ao perceberem a gravidade da situação, voluntários do abrigo tiveram a ideia de levar até a cadela um filhote de cachorro órfão, que havia perdido a mãe recentemente.
Foto: Reprodução/Halfway There Rescue
A decisão dos membros da Halfway There Rescue não poderia ter sido mais acertada e Daya adotou Raisin imediatamente. Os dois adoraram a companhia um do outro e formaram um bonito laço de afeto.
Como não queria separá-los, a ONG doou os dois cães para uma mesma família. No entanto, após crescer, Raisin foi levado para outra casa. Daya, porém, soube lidar bem com a separação, provavelmente porque percebeu que Raisin já era adulto.
Atualmente, a cadela vive cercada de amor em uma família que, além de ter tutores que a amam, tem outro cachorro com o qual ela brinca e se diverte diariamente.
Foto: Reprodução/Halfway There Rescue
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Quando Grace Redmon e seu pai viram Athena pela primeira vez, a gatinha estava morando a duas casas do pai de Grace, com outra família. Ela costumava sair de casa para brincar do lado de fora e passava muito tempo no quintal do pai de Grace, observando pássaros e chamando a atenção de seu vizinho favorito.
“Ela era muito amigável e meu pai ia sempre alimentá-la e acariciá-la, então ela aparecia com mais frequência, especialmente quando ele chegava em casa do trabalho”, disse Grace. “Ela ficava do lado de fora da porta esperando ele chegar”.
Cerca de 10 meses atrás, a família de Athena recebeu dois cães que não se davam muito bem com a nova irmã gata – e então Athena foi expulsa de casa e obrigada a viver do lado de fora. Athena também estava grávida o que foi o motivo usado pelos antigos tutores para se livrarem da gatinha, mas seus vizinhos não sabiam disso até aquele momento.
Foto: Grace Redmon
Confusa e de coração partido, Athena começou a dormir sob a varanda do vizinho e logo eles começaram a notar sinais de que ela poderia estar grávida.
“Era difícil dizer, no entanto, já que ela estava muito magra”, disse Grace.
Um dia, o pai de Grace ouviu pequenos miados vindos de algum lugar debaixo de sua varanda, mas quando ele foi tentar encontrar Athena e seus gatinhos, ele não conseguiu chegar até eles. Athena os tinha guardado muito bem escondidos, e o pai de Grace estava um pouco perdido sobre o que fazer.
Foto: Grace Redmon
Depois de várias semanas, o pai de Grace foi para o quintal dele e ficou chocada ao ver Athena e três gatinhos indo dar um passeio juntos. Ele rapidamente tirou uma foto para sua filha, que é uma ávida amante de animais, e ela imediatamente se ofereceu para vir e ajudá-lo a pegá-los todos e trazê-los para dentro.
No início, o sr. Redmon estava relutante, já que ele já tinha dois gatos veteranos e não sabia como reagiriam a uma família de gatinhos. Grace não tinha espaço em sua própria casa também, mas ela convenceu o pai de que precisavam cuidar da pequena família para que pudessem ficar protegidos.
Foto: Grace Redmon
“Provavelmente no dia mais quente e mais úmido do verão, eu fui até lá e lutei com seus três gatinhos, que ficaram muito indignados por terem sido pegos e provavelmente tinham 8 semanas de idade naquele momento”, disse Grace.
“Athena nos seguiu toda feliz, e preparamos um pouco de comida para todos. Os gatinhos eram muito nervosos, mas Athena estava como sempre foi: amorosa e feliz”. Mesmo depois de tudo pelo que passara, Athena parecia completamente despreocupada com tudo e se instalou fácil e alegremente no cômodo designado para ela e seus filhos na casa de seu vizinho. Era como se, de alguma forma, ela soubesse que ali era onde ela deveria terminar o tempo todo.
Foto: Grace Redmon
Grace conseguiu a ajuda de uma ONG para que toda a família fosse esterilizada, castrada e vacinada, e ela os manteve num cômodo na casa de seu pai no início, antes de introduzi-los lentamente junto aos outros gatos da casa. Ela nomeou os gatinhos Zeus, Artemis e Apollo, e mesmo que ele não quisesse admitir, seu pai lentamente começou a se apaixonar por todos os três.
Infelizmente, Grace foi incapaz de adotar a pequena família porque ela já tinha gatos demais em sua casa, dessa forma ela sabia que a única maneira de mantê-los na família era convencer seu pai de que eles já haviam encontrado o lar a que estavam destinados.
Foto: Grace Redmon
“Inicialmente meu pai queria apenas manter Athena e colocar os gatinhos para adoção, então ele resolveu que queria manter Athena e Artemis, então no final queria manter Apollo também”, disse Redmon.
“Ele hesitou por um tempo, mas eu finalmente disse que não era justo apenas mandar Zeus embora. Evidentemente, eu coloquei um sentimento de culpa enorme nele e de forma muito forte, mas eu sabia que ele queria mantê-los e estava apenas colocando uma resistência simbólica”.
Finalmente, o pai de Grace percebeu que ele amava todas as quatro novas adições à sua casa e admitiu para si mesmo e para sua filha que haviam encontrado o lugar a que pertenciam.
Foto: Grace Redmon
A pequena família está em sua nova casa há cerca de seis meses e nenhum deles poderia ser mais feliz se tentassem. Os gatos mais velhos que já moravam na casa adoram tomar conta de seus novos netos gatinhos, e todos estão tão satisfeitos – especialmente Atena.
“Ela ainda gosta de olhar para trás para observar os pássaros, mas, por outro lado, ela costuma ficar no colo do meu pai dormindo ou seguindo-o pela casa”, disse Redmon. “Athena agora é uma gata muito feliz e saudável – ela não perdeu a simpatia em toda a transição dolorosa pela qual passou.”
Foto: Grace Redmon
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Quando Maybelle chegou ao santuário Gentle Barn, no Tennessee (EUA), uma fazenda-abrigo e refúgio para animais de criação resgatados, ela já tinha vivido oito anos sendo explorada como vaca leiteira. No santuário, Maybelle nunca mais teria que produzir leite para os humanos – em vez disso, passaria os dias pastando, dormindo e aproveitando o sol e a liberdade.
Mas a partir do momento em que Maybelle chegou ao santuário, ela ficou incrivelmente infeliz – e, a princípio, ninguém conseguia descobrir por quê.
“Ela estava chorando sem parar”, disse Andrea Burritt, gerente da fazenda onde fica o Gentle Barn’s Tennessee, ao The Dodo. “Ela apenas andava pelo pasto constantemente e não parava de chorar.”
Foto: The Gentle Barn
Burritt só tinha visto uma outra vaca agir assim antes – uma vaca que havia sido separada de seu bebê. Mas Burritt e os outros funcionários do santuário não acharam que Maybelle tivesse um bezerro.
No entanto, Maybelle continuou chorando – e insistindo.
“Foi horrível”, disse Burritt. “Ela estava implorando para nós todos. Ela olhava profundamente nos olhos de quem se paroximasse dela, e apenas mugia de forma pungente. Era óbvio que algo estava errado, e foi difícil descobrir como poderíamos ajudar e o que poderíamos fazer.”
Foto: The Gentle Barn
A família com quem Maybelle vivia antes de se mudar para o santuário não tinham telefone, então os funcionários não tinham como ligar e perguntar sobre um possível bezerro que teria ficado para trás. Jay Weiner, o cofundador do santuário, acabou dirigindo de volta para a fazenda com um trailer a tiracolo, para o caso de Maybelle ter mesmo um bebê.
Quando Weiner chegou à fazenda e explicou a situação ao dono da propriedade, o homem apenas apontou para Miles, um bezerro de 9 meses de idade. Aquele não apenas um bebê – era o bebê de Maybelle.
Miles ficava em um pasto separado de Maybelle na fazenda, mas eles sempre se viam e ouviam um ao outro, de acordo com Burritt.
Foto: The Gentle Barn
A família entregara Maybelle de bom grado ao Gentle Barn para recompensá-la por todos os anos de serviço que ela havia dedicado a eles, e logo concordaram que Miles também poderia ir para o santuário.
Weiner carregou Miles até o trailer trailer e o levou ao santuário para se reunir com sua mãe. Burritt e os outros funcionários do santuário vibraram de alegria quando souberam.
“Corremos para Maybelle e lhe dissemos: ‘Temos seu bebê, temos seu bebê'”, disse Burritt. “E ela apenas ficou no canto do pasto, até que ela viu o trailer chegar. Então ela começou a perseguir o trailer através do pasto até ele parar na porteira”.
Foto: The Gentle Barn
Enquanto Weiner chegava ao pasto, Maybelle e Miles já tinham começado a chamar um pelo o outro. Quando Miles saiu do trailer, ele correu direto para sua mãe.
“Eles se reconheceram imediatamente”, disse Burritt. “Ela o checou todinho para ter certeza de que ele estava bem, e então eles saíram andando juntos.”
Maybelle e Miles passaram o resto do dia curtindo a companhia um do outro.
“Eles ficaram juntos”, disse Burritt. “Maybelle finalmente se acalmou – ela não tinha comido muito desde que chegou, então eles se afastaram e foram pastar juntos. Então, mais tarde, naquela noite, nós os trouxemos para dormir e os mantivemos sempre juntos.”
Foto: The Gentle Barn
“Nós os colocamos na mesma barraca para que eles pudessem dormir juntos e apenas cuidar um do outro”, acrescentou Burritt.
Mas Miles não era o único bebê que Maybelle tinha que se preocupar – no fim das contas, Maybelle estava grávida quando chegou ao santuário.
Em setembro passado, Maybelle deu à luz uma menina chamada Eclipse.
Foto: The Gentle Barn
Miles não poderia estar mais feliz sendo um irmão mais velho.
“Eles cuidam um do outro e brincam uns com os outros”, disse Burritt. “É muito bonito de ver. Mas Eclipse ainda é menor, então Miles é muito gentil com ela.”
“Eclipse observa constantemente Miles, e ele ensina a ela como brincar e a se divertir”, disse Burritt. “Eles gostam de derrubar carrinhos de mão e correr pelos pastos o mais rápido que podem. São como duas criancinhas que adoram brincar.”
Foto: The Gentle Barn
Para Burritt, assim como o restante da equipe do santuário, não há melhor sensação do que ver essa família de três seres maravilhosos aproveitando a vida juntos.
“É o que queremos para eles”, disse Burritt. “Estamos trabalhando muito duro para criar um mundo mais gentil, onde as mães possam criar seus bebês, não importa as espécies que sejam, e assim suas famílias podem ficar juntas – sempre – assim como nós. É o maior presente que podemos dar eles, e nós estamos felizes em fazer parte disso, e poder oferecer um lugar onde eles possam fazer isso e estar seguros”.
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O corpo de uma foca grávida foi encontrado em um banco de lama de um rio na quinta feira última (5), autoridades da vida selvagem apuraram que o animal foi baleado no coração por um rifle.
A descoberta anterior dos corpos de outras duas focas grávidas nos remansos do Canal Walton, em Essex, na Inglaterra no início do ano, provocou indignação e um apelo público pedindo que seus assassinos fossem encontrados.
Suspeita-se que os animais foram mortos por pescadores que estavam com raiva das focas por elas estarem interferindo em sua pescaria.
Foto: SWNS
Uma recompensa de £ 3.000 (cerca de 14 mil reais) também foi oferecida pela Sea Shepherd UK, uma ONG de conservação que visa prevenir e desencorajar a matança de focas.
Agora, o grupo voluntário Essex Marine Mammal Resgate e Pesquisa anunciou as descobertas de um post-mortem – ou necropsia – no corpo de uma das focas.
Um porta-voz do grupo disse: “Em janeiro, duas focas mortas foram encontrados com o que parecia ser ferimentos de bala. “Uma das focas foi levada para o Programa de Investigação de Encalhe de Cetáceos (CSIP) para uma necropsia a ser realizada.
Foi confirmado que todas as suposições sobre a morte das focas estavam de fato corretas.
Um relatório escrito por Rob Deaville da CSIP afirma: “Esta foca adulta estava em muito bom estado nutricional na morte e também estava grávida de um feto de dois a três meses.
Foto: SWNS
“Foi relatado que ela encalhou no canal junto com outra foca e vários relatórios ligaram as mortes a tiros”.
“O exame constatou que a causa da morte era consistente com tiro, com uma única entrada da bala entre as nadadeiras”.
“A bala penetrou parte do coração e a borda do pulmão esquerdo. A bala foi recuperada durante o exame e parecia estar praticamente intacta”.
“O projétil foi provisoriamente identificado como sendo de uma arma calibre 22 e foi retida para análise”. Tony Haggis, que realiza tours pelos remansos dos canais de agua doce, encontrou as focas mortas na época.
Ele disse: “É tão triste, eu espero 12 meses para ver as mães focas darem à luz”.
“Acreditamos que quatro focas foram vistas mortos na água por pescadores, mas apenas duas foram encontradas mortas.
“Infelizmente eles não têm evidências de quem fez isso e o assunto esfriou.
Foto: Hugh Ryono
“Mas uma vez que foi tornada pública a morte das focas, quem quer que tenha feito isso sabe que todo mundo está olhando e vigiando”.
Tony disse que atualmente aparecem muitos filhotes de focas mortos nos remansos dos rios, embora ele acredite que alguns nasceram prematuros e morreram, o que ele diz ser causado por pessoas que perturbam e incomodam as mães.
Ele acrescentou: “Eu tento dizer às pessoas para manter distância e não perturbá-las, é muito importante que elas possam descansar.
“É uma atitude de respeito.”
Um porta-voz da RSPCA disse: “Aplaudimos os esforços para tentar descobrir o que aconteceu com as focas e aguardamos que os criminosos sejam pegos o quanto antes”.
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Os orgulhosos adotantes e novos pais de uma pit bull resgatada estão descobrindo só agora o quão sensível e doce sua cachorrinha, Luna, realmente é.
Luna veio ao mundo há meses atrás em uma situação muito difícil. Ela nasceu de uma pit bull grávida e desabrigada, muiro sofrida, que foi levada para um lar temporário bem a tempo de ter seus 12 filhotes.
Felizmente, várias semanas depois, a mãe pit bull, Melon e seus doze bebês começaram a ser adotados, graças à Humane Educational Society, um abrigo no Tennessee nos EUA.
Foto: Facebook/Josh Myers
Foi assim que Luna encontrou sua nova família.
Luna foi adotada por Josh Myers e Hannah Huddleston, um jovem casal que vive em Chattanooga.
O casal conta que nunca esquecerá aquela primeira volta para casa com Luna, Myers dirigindo enquanto Huddleston estava ao lado dele com a filhotinha toda enrolada e encolhida em seus braços.
Foto: Facebook/Josh Myers
Nesses meses em que Luna já faz parte da família, ela cresceu e amadureceu. E Myers e Huddleston estão conhecendo sua doce personalidade pouco a pouco.
Mas o que Luna fez outro dia realmente os surpreendeu de forma única.
Eles estavam assistindo ao desenho em animação do clássico da Disney “O Rei Leão” enquanto Luna estava na sala brincando “descontroladamente” com seus brinquedos, como estava costumada a fazer, de acordo com a página do Facebook de Myers.
Foto: Facebook/Josh Myers
Quando o filme mostrou uma cena trágica, Luna parou de repente.
“Assim que Mufasa cai morto, ela para e se vira para a TV e parece estar assistindo a cena”, escreveu Myers.
Quando o filme mostra Simba está tentando acordar seu pai na tela, Luna começou a choramingar e ganir.
“Ver ela chorando em frente a televisão foi a coisa mais doce e encantadora que eu já vi”, escreveu Myers. “Ela até se deita logo depois que Simba se deita com seu pai morto também”.
Luna não é a única que tem um lado sensível, de acordo com Brad Ladd, da família que adotou o outro irmão de Luna; ele disse que toda a ninhada de pit bulls daquele resgate é sentimental e emocional.
“A história de vida deste filhote prova que o amor se sobrepõe ao sofrimento” Lad comentou. “Eles foram amados e mimados mais do que qualquer filhote de cachorro no mundo”.
Foto: Facebook/Josh Myers
A família, conhecida como The Melon Dozen (Os 12 filhos da Melon), ainda se reúne para em datas específicas para matar a saudade e se divertir e acima de tudo para que os irmãos possam continuar interagindo enquanto crescem.
“Nós não merecemos cachorros”, acrescentou Myers. “Quatro meses de idade e ela já está mostrando empatia”.
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Uma orangotango do sexo feminino grávida, exausta e faminta se agarra a uma árvore solitária bem acima do que costumava ser uma floresta tropical intocada há milênios – até que tratores gigantes a invadiram e destruíram em dias.
Boon-Mee estava fraca e assustada demais para deixar o tronco de árvore onde procurara refúgio enquanto as máquinas destruíam sua casa na floresta em Bornéu, relata o jornal Sunday People.
Suas condições significavam que ela não conseguiria procurar alimentos – condenando a si mesma e seu bebê a uma morte agonizante.
Boon-Mee parecia condenada a compartilhar o destino de muitos orangotangos na Indonésia, onde as plantações de dendê estão destruindo os habitats tropicais dos primatas em Bornéu e Sumatra.
Foto: Press People
Centenas de macacos são abatidos todos os anos com armas e facões na busca por lucros que as empresas realizam ao destruir as florestas de dendê para extrair o óleo de palma.
Mas, na verdade, Boon-Mee teve sorte porque, no caso dela, os donos das plantações pertencem a um grupo de conservação e relataram seu caso a uma entidade beneficente International Animal Rescue.
Uma equipe do IAR – apoiada por oficiais florestais locais – saiu em seu resgate e passou horas lutando sobre árvores caídas, muitas vezes tendo que usar máscaras porque os tocos tinham sido incendiados e ainda estavam queimando.
Quando finalmente chegaram ao local, encontraram não apenas Boon-Mee, mas outros três orangotangos.
Charanya teve um bebê e estava procurando desesperadamente por comida. Kalaya estava semi-consciente e com os peitos cheios de leite, levando a equipe a pensar que ela tinha acabado de ter um bebê, que provavelmente morreu ou foi tirado dela para ser vendido como animal doméstico.
Enquanto isso, Boon-Mee estava sobrevivendo com suas últimas forças.
O oficial da IAR, Lis Key, disse: “É de cortar o coração ver o estado terrível desses animais, já que seu habitat é destruído pela indústria de dendê – eles ficam fracos pela fome.
“É um conforto mínimo que desta vez, em vez de persegui-los ou matá-los, como costumam fazer, a empresa fez a coisa certa e nos contatou”, disse Key.
Boon-Mee foi o mais complicado dos primatas a ser resgatado porque ela estava fraca demais para descer da árvore.
No final, os socorristas a tranquilizaram com um dardo e a pegaram em uma rede.
Os três adultos e o bebê foram levados para um refúgio da vida selvagem, onde Boon-Mee teve seu bebê protegida e tranquila. Ela passa bem e parto correu normalmente.
Todos os orangotangos tiveram a saúde restabelecida e depois foram liberados na selva em outra parte da floresta. Lis disse: “Apesar da condição em que estavam, eles realmente tiveram sorte em terem sido resgatados”.
“O pior é que existem centenas de orangotangos que não terão tanta sorte por causa das terríveis condições em que são forçados a tentar sobreviver”.
Especialistas temem que existam apenas 40 mil orangotangos na natureza – um número chocante se considerados que representam 20 mil a menos de apenas uma década atrás.
E o IAR avisa que o desmatamento para extração do óleo de palma é a causa número um de tantas mortes.
Foto: Press People
O óleo é usado em até metade de todos os alimentos processados, é cada vez mais usado como biocombustível e é um ingrediente-chave em itens como xampus e cosméticos.
Lis disse: “Há muitas alternativas para o óleo, mas nenhuma é tão barata”.
E os compradores muitas vezes não percebem o quanto isso é usado, porque podem ser citados nas embalagens e rótulos dos produtos como “óleo vegetal”.
Mas o plano da UE para introduzir novas regras de rotulagem começa a vigorar no próximo ano.
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A pequena Coco e seu irmão Luca, junto com a mãe Dasha, a partir de agora vão morar em um local secreto nas montanhas do Cáucaso – graças a união e aos pedidos de pessoas que juntaram suas vozes em prol desses animais
A mãe ursa parda abraça sua filha pela primeira vez na natureza depois de ser salva de uma vida atrás das grades.
Dasha esteve aprisionada por toda a sua vida, 10 anos, como enfeite e atração turística para restaurantes perto de Yerevan, na Armênia.
Foto: Mirror UK
Ela era alimentada com restos das refeições dos clientes e seus filhotes provavelmente teriam sofrido o mesmo destino.
Mas Dasha foi resgatada pela International Animal Rescue (IAR) em novembro de 2017, ajudada por doações de internautas e usuários das redes sociais, junto com seu companheiro, o urso pardo, Misha.
Tragicamente, o urso do sexo masculino morreu logo depois. Foi só depois que a ONG sediada em Sussex a libertou da pequena e estéril jaula, que a equipe percebeu que ela estava grávida. Alguns meses depois Dasha deu à luz.
Foto: Mirror UK
Desde então, a bebê de 14 meses e a mãe estiveram até agora em um ambiente (recinto de adaptação à vida na natureza) especial com mínimo contato humano, um passo crucial para sobreviver por conta própria nas colinas escarpadas.
Dasha e os filhotes serão monitorados por guardas florestais e um rastreador via satélite.
Na Armênia, os ursos pardos são freqüentemente enjaulados em condições terríveis como atração em restaurantes e shopping centers.
Foto: Mirror UK
Mas agora IAR ganhou o apoio da Fundação Armênia para a Preservação da Vida Selvagem e Ativos Culturais e vai trabalhar com seus funcionários numa ação conjunta que visa liberar até 80 ursos.
Resgate de ursos na Armênia
Todos os anos, os ursos selvagens são capturados ou presos ilegalmente por caçadores na Armênia. Uma vez capturados, muitos deles acabam em jaulas pequenas e estéreis em restaurantes e outros locais públicos explorados como entretenimento e atração turística.
Alguns são mantidos em depósitos de ônibus, outros são escondidos da vista das autoridades em adegas escuras. Muitos desses ursos são prejudicados mental e fisicamente pelo tédio e pela frustração de sua existência miserável atrás das grades.
Foto: Mirror UK
Surpreendentemente, em alguns restaurantes em áreas rurais na Armênia, a carne de urso está disponível até para aqueles que “sabem” como solicitá-la.
Os ursos da Armênia são ursos-pardos sírios (Ursus arctos syriacus), uma das menores subespécies do urso-pardo. Eles são encontrados nas áreas montanhosas do país onde se alimentam de frutos, bagas e insetos nos prados e florestas e hibernam em cavernas e cavidades de árvores. Suas prisões estéreis estão muito longe do que representa seu lar natural na floresta.
Muitos ursos estão sendo mantidos em cativeiros em condições insalubres em toda a Armênia, inclusive na capital Yerevan. Alguns foram encarcerados por anos em gaiolas apertadas com quase nenhum alimento ou água. Seu ambiente não atende a nenhuma de suas necessidades psicológicas ou físicas. Eles têm muito pouco espaço para se movimentar, recebem alimentos inadequados e insuficientes e nenhum enriquecimento ambiental para distraí-los e entretê-los.
Os ursos foram privados de sua dignidade e liberdade. Eles são forçadamente privados de tudo o que precisam para viver como a natureza pretendia.
Uma cadela grávida ficou presa na grade do portão de um imóvel na rua Mauá, no bairro João Eduardo II, em Rio Branco, no Acre. O acidente aconteceu no sábado (4).
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros do Acre
Como não conseguiu sair sozinha do local, a cadela precisou da ajuda do Corpo de Bombeiros para ser resgatada. A equipe foi acionada durante a madrugada. As informações são do portal G1.
Após ficar preso, o animal tentou voltar para dentro do quintal. No entanto, apenas a cabeça dele passou pela grade.
Apesar do acidente, após a ação dos bombeiros, a cadela foi resgatada sem ferimentos. Segundo o major do Corpo de Bombeiros Cláudio Falcão, a equipe precisou usar um desencarcerador para salvar o animal.
“Estava com a cabeça para dentro, talvez tenha tentado fugir. Gritou desesperada, não saiu de forma nenhuma e entalou”, explicou o major.
Os militares trabalharam com cautela para resgatar a cadela em segurança. “Foi fácil, não foi difícil. Tivemos o maior cuidado devido à situação dela. Fez muito esforço, mas foi tudo tranquilo. Foi às três horas e pra gente não tem hora, ainda mais em uma situação dessa”, concluiu.
O vídeo de uma cadela fazendo carinho na barriga da tutora grávida comoveu internautas. Juliana está grávida de 34 semanas e Penélope, a cadela, já ama o bebê que a tutora está gestando.
Foto: Reprodução / Facebook
Nas imagens, Juliana coloca as mãos sobre a barriga e a cadela a cutuca com as patas, deitando em cima da barriga. Ao ser publicado na internet, o vídeo viralizou e já ultrapassou 12 milhões de visualizações. As informações são do portal I Love My Dog.
A explicação para um cachorro entender que há algo de diferente com uma mulher quando ela engravida se deve aos hormônios. Eles alteram o cheiro do corpo da mulher, o que é captado pelo olfato aguçado dos cachorros.
Segundo o veterinário Dr. Rachel Barrack, muitas mulheres grávidas relatam que os cachorros ficam mais afetivos durante a gravidez.