Novo centro de reabilitação tem capacidade para atender até 150 animais em Guarujá (SP)

O Centro de Reabilitação e Despetrolização do Guarujá (SP), inaugurado na sexta-feira (2), tem capacidade para atender até 150 animais marinhos. A unidade é gerida pelo Instituto Gremar, responsável por monitorar a costa e executar o trabalho de resgate da fauna na orla da Baixada Santista.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

De acordo com o Instituto, o centro pode atender aves, tartarugas e mamíferos marinhos resgatados pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). O local também é destinado ao aprimoramento do atendimento veterinário à fauna marinha.

A unidade está localizada na rua João Ruiz, número 799, no bairro Jardim Las Palmas, tem 737 metros quadrados, distribuídos em três tanques de grande proporção e 22 outros recintos de menor porte para diversas espécies de animais. As informações são do portal G1.

O Centro conta com um hospital veterinário, dividido em seis alas: triagem, ambulatório, paramentação, cirurgia, descontaminação, estabilização e secagem.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Segundo o Instituto, no novo centro podem ser atendidos ao mesmo tempo 120 pinguins e, no restante do espaço, focas, leões marinhos, tartarugas e aves.

Atividades de educação e capacitação ambiental para a comunidade também devem ser oferecidas no local. O objetivo é receber estudantes e visitantes mediante agendamento prévio.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar


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Mulher é multada em mais de R$ 200 mil por maus-tratos a animais

Uma mulher de 53 anos, que mantinha animais domésticos e silvestres em situação de maus-tratos, foi multada em mais de R$ 200 mil pelos crimes ambientais. O caso aconteceu no Guarujá (SP), no bairro Jardim Virgínia, conforme informou a Polícia Militar Ambiental na quinta-feira (17). Na residência, foram encontrados cães, gatos, aves, jabutis, um cavalo e uma cobra.

Foto: Divulgação

Ainda segundo a corporação, a ação foi realizada em conjunto com o Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Fubem) após uma denúncia anônima que informou existir um imóvel em condições precárias suportando muitos animais domésticos e exóticos na Rua da Caixa D’água, no bairro Jardim Virgínia.

A dona da residência, uma podóloga, permitiu que os policiais entrassem na casa. Segundo a corporação, tratava-se de um lugar “insalubre, com muita sujeira, fezes, urina, água suja e animais desnutridos”. As informações são do G1.

Foto: Divulgação

Haviam 61 animais no local, entre vários tipos de pássaros, jabutis, coelhos, porquinhos da índia, gansos, patos, 15 galinhas, nove cachorros, três gatos, uma cobra, uma égua e um cavalo. Segundo o tenente da Polícia Militar Ambiental de Guarujá Carlos Andre, todos os animais estavam em condições de maus-tratos.

A multa, no valor de R$ 203.800,00, foi aplicada devido à prática dos crimes de maus-tratos, introdução de espécies exóticas em território nacional e manutenção de animais silvestres em cativeiro.

Os animais foram resgatados e, segundo o diretor do Fubem, Carlos Vargas, passaram por atendimento veterinário. Eles foram encaminhados para o instituto Animalia, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, um sítio em Itanhaém e para o Bem Estar Animal de Guarujá.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

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Projeto que proíbe uso de fogos barulhentos é aprovado em Guarujá (SP)

A Câmara de Guarujá, no litoral de São Paulo, aprovou um projeto de lei que proíbe a queima de fogos de artifício barulhentos na cidade. A proposta segue para análise da prefeitura, que decidirá pelo veto ou pela sanção. O objetivo do projeto é proteger animais, idosos, pessoas doentes, bebês e crianças, que sofrem com o barulho dos explosivos.

(Foto: Pixabay)

De autoria do vereador Marcos Pereira de Azevedo, o Pastor Sargento Marcos, a proposta foi aprovada na terça-feira (4) e proíbe, além da queima, o manuseio, a utilização e a soltura de fogos que produzem ruído e de qualquer outro tipo de artefato pirotécnico com efeito sonoro. As informações são do G1.

O vereador justifica que os fogos barulhentos prejudicam a saúde de quem é sensível ao barulho, como animais domésticos. O parlamentar lembrou que muitas pessoas deixam de viajar durante as datas festivas para cuidar dos animais, que ficam assustados com os fogos e, em alguns casos, morrem em decorrência de paradas cardíacas.

Se for sancionado, o projeto se tornará lei e entrará em vigor na data da publicação no Diário Oficial.

Em Santos, também no litoral paulista, uma lei semelhante foi sancionada em 2017. Os fogos barulhentos também são proibidos em São Paulo, Campinas, Registro e Ubatuba, entre outras cidades. Em São Paulo, no entanto, a lei se encontra suspensa no momento devido a uma ação de um ministro do STF.

Golfinho ferido encalha após afogamento e é resgatado no litoral de SP

Um golfinho-pintado foi encontrado encalhado na praia da Enseada, em Guarujá, no litoral de São Paulo, na tarde do último domingo (31).

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Uma equipe do Instituto Gremar esteve no local. Durante 3 horas, os profissionais permaneceram na praia, aplicando medicamentos emergenciais e tentando estabilizar o animal para soltura. As informações são do portal G1.

“Mesmo após esse atendimento ele não conseguia voltar [para o mar]. Notamos que ele ainda estava bastante debilitado, então o levamos para tratamento. O animal ainda é jovem”, diz a bióloga Andrea Maranho, coordenadora de projetos do Instituto.

De acordo com Maranho, o golfinho estava machucado, provavelmente por ter ficado preso em uma rede de pesca. No entanto, segundo ela, o agravante foi o animal ter se afogado e aspirado água. A profissional disse ainda que o golfinho encalhou por volta das 13 horas no Canto da Tortura e que banhistas tentaram devolvê-lo ao mar, mas sem sucesso.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Devido à situação, o golfinho foi levado para o Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Marinhos (Cetas) da cidade, onde seguirá em tratamento.

Segundo a bióloga, os profissionais estão submetendo o golfinho a uma série de exames para avaliar o quadro de saúde dele e as condições de seu pulmão. Tratamentos de suporte também foram providenciados.

Tartarugas-verdes reabilitadas são devolvidas ao mar

Tartarugas minutos antes de serem soltas no mar na tarde de terça-feira (15). — Foto: Divulgação/Gremar

Duas tartarugas-verdes (Chelonia mydas) resgatadas em praias da região foram devolvidas ao mar nesta terça-feira (15), em Guarujá, no litoral de São Paulo. Reabilitadas pelo Instituto Gremar em ações do Projeto de Monitoramento Praias (PMP), conduzido pelo Ibama, elas foram soltas na Praia da Enseada.

Os animais foram resgatados no dia 4 de dezembro de 2018, em praias da cidade de Bertioga (SP). O Instituto, responsável pela reabilitação e resgate de seres marinhos na região, informou que uma das tartarugas havia sido encontrada na Praia da Enseada e a outra na Praia de Riviera.

De acordo com os biólogos que cuidaram dos animais, ao serem resgatados, eles estavam com fraturas e debilitados. Após receberem cuidados diários na base de reabilitação e passarem por exames, foi comprovada a recuperação e elas foram devolvidas ao mar.

O projeto é responsável por avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos. Além disso, também realiza a necropsia dos animais encontrados mortos.

O Instituto Gremar funciona 24h e os banhistas podem acionar as equipes pelo telefone 0800-642-3341 ao localizarem animais encalhados nas praias da região.

Fonte: G1