Doadores da campanha da ANDA ganham vale-compras em sorteio

A campanha #ResistênciaAnimal chega ao seu 27º dia e agradecemos a todos que colaboraram e estão colaborando para a reconstrução do site da ANDA, destruído após a ação de hackers, e também pela construção a construção de um mundo mais compassivo, pacífico e livre. A campanha está sendo realizada com o apoio do Sítio do Bem, um e-commerce incrível especializado em produtos para quem é apaixonado por animais.

Semanalmente, todos que colaborarem na campanha podem ter a chance de ganhar um vale-compras no valor de R$50,00 para ser usado no Sítio do Bem. Lembrando que os sorteios são semanais e apenas os doadores daquela semana podem concorrer, então você tem a chance dobrada de faturar este prêmio, além, é claro, de ajudar a reestruturar o maior site de notícias sobre direitos animais.

Em entrevista à ANDA, a diretora do Sítio do Bem, Sonia Grisolia, explica que solidarizou imediatamente ao saber dos ataques ao site da ONG. “Sabia que precisava fazer algo para ajudar a manter ativo este importante canal jornalístico que dá voz aos animais. O Sítio do Bem é um site especializado em atender clientes que são simpatizantes da causa animal com produtos temáticos, em especial camisetas com estampas de cães, gatos e outros animais. Acompanhamos o trabalho maravilhoso que a ANDA fez ao longo dos anos e ficamos muito preocupados diante da possibilidade desse canal calar a voz de quem defende os animais. Foi natural e óbvio nos juntarmos a Campanha #ANDAResistênciaAnimal”.

Veja abaixo a lista dos primeiros vencedores da campanha e fique atento às datas dos próximos sorteios:

Doadores de 06/05 a 12/05 – Sorteio realizado em 13/05 – Ganhador Carlos Gutierrez

Doadores de 13/05 a 19/05 – Sorteio realizado em 20/05 – Ganhadora Kátia Bello

Doadores de 20/05 a 26/05 – Sorteio em 27/05

Doadores de 27/05 a 02/06 – Sorteio em 03/06

Doadores de 03/06 a 09/06 – Sorteio em 10/06

Doadores de 10/06 a 16/06 – Sorteio em 17/06

Doadores de 17/06 a 23/06 – Sorteio em 24/07

Doadores de 24/07 a 30/07 – Sorteio em 01/07

Doadores de 01/07 a 07/07 – Sorteio em 08/07

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A ANDA lançou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Vakinha com o objetivo de arrecadar R$33 mil até o dia 07 de julho de 2019. Deste valor, R$28 mil serão destinados exclusivamente à reconstrução do site, enquanto os R$5 mil restantes serão usados para cobrir taxas e outras despesas.

Para premiar os colaboradores, o Sítio do Bem, e-commerce especializado em camisetas temáticas para quem é apaixonado por animais, sorteará cupons de compras no valor de 50 reais entre os doadores, que poderão ser resgatados em produtos no site. Ao final da campanha, todos os doadores receberão um agradecimento público no novo site da ANDA.

Para doar acesse: http://vaka.me/563625

Também é possível colaborar realizando depósitos diretamente na conta corrente da ANDA e enviando o comprovante para o e-mail faleconosco@anda.jor.br:

Agência de Notícias de Direitos Animais
CNPJ: 12.164.456/0001-76
Banco Itaú
Ag. 00367 c/c 82489-3

Sentient Media noticia o ataque de hackers sofrido pelo site da ANDA

Foto: Sentient Media

Foto: Sentient Media

A Sentient Media publicou uma matéria denunciando os ataques de hackers que atingiram e destruíram o site da ANDA em artigo divulgado ontem (10) no site da organização.

A ANDA agradece ao Sentience Media pelo apoio e a solidariedade.

Veja abaixo a nota da íntegra:

Hackers atacam o principal site de notícias sobre direitos animais do Brasil

Desde a eleição do ano passado, o site tem sido derrubado por hackers pró-Bolsonaro várias vezes. O tempo mais longo em que a página ficou fora do ar foram 30 dias.

A ANDA é o principal site de notícias sobre direitos animais do Brasil, publicando mais de 40 conteúdos originais sobre direitos animais todos os dias, ou pelo menos era, até que o site da agência de notícias se tornasse alvo de grupos de hackers de direita que dominaram as eleições gerais no Brasil no ano passado.

Na época, o candidato de direita, Jair Bolsonaro, estava granjeando apoio para as próximas eleições com a ajuda do poderoso lobby do agronegócio do país. Ele já havia se distanciado dos ativistas dos direitos animais, ambientalistas e progressistas, anunciando seus planos para expandir o agronegócio na Amazônia.

Ao longo de sua campanha e em seu atual governo, ele propôs políticas que ameaçavam diretamente os animais e o meio ambiente, o que a ANDA julgou necessário, e totalmente dentro de seu direito de imprensa livre, de responder. Bolsonaro não concordou.

Nos últimos oito meses, segundo informações, a ANDA teria sofrido uma série de cyber-ataques de hackers brasileiros e internacionais, que o grupo suspeita terem sido orquestrados pelo governo Bolsonaro.

“A ANDA se posicionou contra o governo e criticou as ações de Bolsonaro”, disse Antonio Pasolini, um repórter ambiental e ativista dos direitos animais no Brasil de longa data, “e desde que fizemos isso os ataques começaram”.

Ataques ao jornalismo são ataques à liberdade de expressão

A partir de julho de 2018, a ANDA publicou uma série de artigos denunciando as políticas do Presidente Bolsonaro (na época apenas candidato) e sua postura contra os animais e o meio ambiente. A série centrou-se em questões de polêmicas no Brasil como a caça, o desmatamento e o uso de pesticidas, os quais Bolsonaro apoiou, tanto na retórica de campanha quanto depois de eleito, com a política praticada atualmente, enquanto a ANDA se colocou totalmente contra essa postura.

O primeiro artigo da ANDA da série que critica as políticas de Bolsonaro foi publicado em 2 de julho de 2018, em concomitância com um relatório sobre a proposta de proibição do candidato presidencial à venda de produtos orgânicos nos principais supermercados do país.

Os hackers começaram seu ataque no dia em que o primeiro artigo foi publicado. O tráfego do site caiu drasticamente de 1,5 milhão de usuários por mês para 250 mil após o pior dos ataques em julho passado.

A manchete de outro artigo, publicado em 25 de julho de 2018, dizia: “Jair Bolsonaro defende a caça e não tem propostas para os animais”.

“O agronegócio, os caçadores e todo um estilo americano de uma mentalidade de direita maluca se instalaram aqui”, disse Pasolini. “Nós nunca fomos um país de caça. Isso não é um hobby que anunciaríamos em uma mesa durante o jantar”.

Nem é aquele que a ANDA achava que o governo federal deveria apoiar.

Três dias depois, a ANDA publicou um artigo abordando especificamente um projeto de lei que facilitaria a aprovação de pesticidas proibidos no Brasil. Como parte de uma proposta maior apelidada de “pacote do veneno”, a administração Bolsonaro autorizou o uso de 152 novos pesticidas. O Brasil já é o maior usuário de pesticidas do mundo, substâncias nocivas que ameaçam matar populações inteiras de abelhas e prejudicar a saúde das comunidades rurais.

Cada um desses artigos foi invadido logo após ser publicado e todos eles tiveram que ser removidos para que o site pudesse ficar online.

Então, há apenas 15 dias, no que parece ser outro ataque coordenado lançado por grupos pró-Bolsonaro de direita, o site da ANDA foi completamente bloqueado por hackers.

Tentando (e falhando) silenciar os defensores dos animais 

De acordo com a fundadora e presidente da ANDA, Silvana Andrade, será preciso um grande esforço para consertar isso. Toda vez que os hackers entram no código que suporta o site WordPress da ANDA, a formatação no front-end (página principal) fica sem controle.

Em termos leigos, quando os leitores chegam à home page da ANDA depois de um ataque de hackers, eles não conseguem ler o que está lá. O site perde sua função e a ANDA perde sua capacidade de publicar jornalismo independente sobre direitos animais.

Desde a eleição do ano passado, o site da ANDA foi derrubado por hackers pró-Bolsonaro várias vezes. O tempo mais longo que site ficou fora do ar foi de 30 dias.

O site está atualmente operando no modo básico de visualização, o que significa que perdeu a maioria de suas funcionalidades, mas mantém seu compromisso firme de dar voz aos animais através do veículo da liberdade de expressão – mesmo enfrentando oposição do mais alto cargo do país.

A ANDA é considerada a primeira agência de notícias do mundo dedicada exclusivamente a cobertura dos direitos animais. Nos últimos 10 anos, os defensores dos direitos animais usaram a ANDA como uma plataforma para falar livremente sobre o bem-estar dos animais e do meio ambiente antes que fosse socialmente aceitável fazê-lo.

“Quando começamos, toda a ideia de direitos animais estava apenas começando a ser conhecida”. Pasolini disse que a organização foi fundamental para tornar os direitos animais um nome familiar e conhecido no Brasil.

Mas agora, os ativistas dos direitos animais no Brasil temem que Bolsonaro retroceda com a maior parte do progresso que eles fizeram. A administração Bolsonaro até ameaça o ativismo em seu sentido mais básico. Propostas de mudanças nas leis antiterrorismo estão ameaçando o direito de ativistas como Pasolini e outros de protestar, e os laços estreitos de Bolsonaro com o agronegócio só complicam as coisas.

Os protestos pacíficos e não violentos contra a crueldade com os animais serão chamados de “atos terroristas”? Sob as leis anti-terroristas propostas, eles poderiam muito bem ser classificados dessa forma.

“Basicamente, eles venceram as eleições com notícias falsas. Eles têm muitos hackers trabalhando para eles ”, disse Pasolini. E por “eles”, vamos esclarecer, o ambientalista e repórter fala do presidente do quinto maior país e a oitava maior economia do mundo.

A ameaça existencial de Bolsonaro para o Brasil e o planeta

Bolsonaro tem o apoio da “ bancada BBB” no parlamento brasileiro. Os três B’s representam bala, bíblia e bife (ou boi). A maioria dos pontos de discussão de Bolsonaro começa com um dos três B’s e continua por uma longa e escura estrada de retórica pró-negócios e anti-ambiental.

Em suma, ele quer menos restrições do governo, de modo que o agronegócio possa continuar se desfazendo na Amazônia. E como apontou a ANDA em um dos artigos hackeados que a agência de notícias foi forçada a tirar do ar para que o site pudesse se estabilizar, Bolsonaro não tem absolutamente nenhum plano para melhorar o bem-estar dos animais de criação.

No Brasil, mais do que em quase todos os outros países, a intersecção entre humanos, animais não humanos e meio ambiente é bastante clara.

O país abriga cerca de 42 mil espécies de plantas e quase 140 mil espécies de animais – mais vida animal do que qualquer outro país do planeta – e há humanos, que representam menos de 1% da vida na Terra e são responsáveis por quase toda a destruição ambiental no país.

“Somos a casa da Amazônia”, disse Pasolini. “Somos também um país cuja maior fonte de emissões não vem do carvão, mas do desmatamento”.

Este ano, o desmatamento na Amazônia atingiu a maior alta em uma década, em grande parte por causa do aumento da demanda por soja para alimentar animais de criação industrial e das políticas ambientais frouxas (para colocar em termos leves) do governo Bolsonaro.

“Jair Bolsonaro está transformando o Brasil em um ‘exterminador do futuro’”, disse a ativista e política brasileira Marina Silva ao The Guardian. Ela foi uma das oito ex-ministras que advertiram na quarta-feira “que o governo de Bolsonaro estava sistematicamente tentando destruir as políticas brasileiras de proteção ambiental”.

Direitos animais na mira do extremismo de direita

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e, apesar dos intensos esforços da bancada BBB, 80% dela ainda esta lá. Agora é a hora de salvar as árvores, não cortá-las. Por que, então, Bolsonaro e sua gangue de hackers de direita estão de olho em um site de notícias sobre direitos animais?

Os movimentos internacionais de direita estão se tornando semelhantes a uma embalagem conjunta, diz Pasolini. Quando todas as coisas ruins se juntam – como o agronegócio, a caça e o desmatamento – a oposição, neste caso, a ANDA, se torna um alvo brilhante e perfeito para o abuso político desenfreado dos saqueadores no poder.

“Especialmente na América, eu acredito que as pessoas não saibam muito sobre o que realmente acontece aqui”, disse Pasolini. Ele disse que tem sido um inferno para os progressistas no Brasil desde a eleição, e se o último ataque à ANDA é algum tipo de mensagem, Bolsonaro quer continuar da mesma forma.

A fundadora da ANDA está fazendo o que pode para garantir que ele não tenha sucesso nisso, migrando o site da ANDA temporariamente para uma versão manual após cada invasão. Ela disse que às vezes isso pode levar algumas horas, outras vezes pode chegar a levar alguns dias. Uma vez que o site já chegou a ser derrubado até por um mês inteiro. Quando consegue colocar o site no ar de novo, ela continua publicando 40 itens de conteúdo de direitos animais genuínos todos os dias.

Por favor, considere apoiar ANDA em seu esforço para construir um novo site. A meta de financiamento da ANDA é de cerca de US $ 8.500 (cerca de 33 mil reais).

ANDA lança campanha coletiva para reconstruir site após ser atacada por hackers

Divulgação

A ANDA, em parceria com o e-commerce Sítio do Bem, lançou hoje (08) uma campanha de financiamento coletivo (veja aqui) para reconstruir o site após ser atacada por hackers e ter toda a estrutura do portal destruída. Há aproximadamente um ano, o site vem sofrendo uma série de invasões e ataques que comprometeram o portal da ONG.

Os ataques tiveram início em julho de 2018, após a ANDA publicar uma série de matérias denunciando a política contra os animais e o meio ambiente do então candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) e também sobre os agrotóxicos (relembre aqui). Desde então os ataques se tornaram frequentes e mais agressivos. Contas nas redes sociais da ONG foram invadidas e bloqueadas. Há cerca de 15 dias, o site foi invadido e teve toda a sua estrutura quebrada, funcionando atualmente em um modo de visualização básica, mantendo seu compromisso de dar voz à causa animal.

A resiliência da equipe da ANDA de continuar trabalhando sete dias por semana, publicando 40 notícias checadas e produzidas pela redação vem incomodando grupos contrários à defesas dos direitos animais e do meio ambiente, que através do Facebook fizeram comentários levianos, acusações e ameaças (veja foto abaixo). Grande parte dos haters (pessoas que postam comentários com discurso de ódio no ambiente virtual) se identificam em seus perfis como médicos veterinários e acusam a ANDA de ser uma organização criminosa por defender a compaixão, o veganismo e um mundo livre de violência contra todas as espécies.

Reprodução | Facebook

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A ANDA lançou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Vakinha com o objetivo de arrecadar R$33 mil até o dia 07 de julho de 2019. Deste valor, R$28 mil serão destinados exclusivamente à reconstrução do site, enquanto os R$5 mil restantes serão usados para cobrir taxas e outras despesas.

Para premiar os colaboradores, o Sítio do Bem, e-commerce especializado em camisetas temáticas para quem é apaixonado por animais, sorteará cupons de compras no valor de 50 reais entre os doadores, que poderão ser resgatados em produtos no site. Ao final da campanha, todos os doadores receberão um agradecimento público no novo site da ANDA.

Para doar acesse: http://vaka.me/563625

Também é possível colaborar realizando depósitos diretamente na conta corrente da ANDA e enviando o comprovante para o e-mail faleconosco@anda.jor.br:

Agência de Notícias de Direitos Animais
CNPJ: 12.164.456/0001-76
Banco Itaú
Ag. 00367 c/c 82489-3

Para mais informações basta enviar um e-mail para faleconosco@anda.jor.br.