Gatinha idosa conquista coração da futura tutora com um gesto de carinho

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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A gatinha Lynette Baguette foi encontrada vagando pelas ruas de Nova Jersey, nos Estados Unidos, sozinha e desamparada. A felina idosa foi levada pela ONG Monmouth County SPCA (MCSPCA), e apesar de sua artrite e da sua falta de dentes, ela era incrivelmente carinhosa e doce com todos os seus novos amigos do abrigo desde o início.

“Desde o momento em que chegou ao abrigo, ela era uma velhinha simpática e feliz”, disse Nina Lucow, gerente de adoção do MCSPCA, ao The Dodo. “Descobrimos rapidamente que ela não era uma grande fã de outros gatos e que ela era uma daquelas gatas ‘que ficam na sua’. Ela lhe daria um tapa (com a pata) ou uma mordidela com o dente que lhe restara se não estivesse disposta a receber afeição ou atenção.

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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O mau humor ocasional de Lynette tinha a ver principalmente com a dor que sua artrite estava causando, e uma vez que os funcionários do abrigo conseguiram controlar todos os seus sintomas, ela ficou tão contente que começou a dormir o dia todo – o que provou ser um problema em termos de tentativas. para conseguir um lar para a gatinha.

“Depois que conseguirmos controlar a dor que a artrite provocava a Lynette Baguette com medicação, fisioterapia e acupuntura, ela se sentiu tão bem que só dormiu o tempo todo e nunca foi notada por adotantes em potencial”, disse Lucow.

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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Uma vez que a maioria dos outros gatos no abrigo se aproximava de possíveis famílias para brincar e se aconchegar, Lynette foi negligenciada todas as vezes. O abrigo queria desesperadamente proporcionar para a doce gatinha idosa uma casa o mais rápido possível para que ela pudesse desfrutar de seus anos dourados em paz, e então eles finalmente decidiram tentar algo um pouco diferente.

O MCSPCA inscreveu Lynette no programa Cat Pawsitive do The Jackson Galaxy Project, que visa ajudar gatos “difíceis de adotar” a serem notados pelo corpo docente e voluntários como implementar treinamento de reforço positivo que ajudará esses gatos a sair de suas cascas. Como Lynette era uma gata veterana que esteve no abrigo por um tempo e precisava ser o único animal doméstico em sua nova casa em potencial, ela era considerada um caso difícil de adotar, e todos esperavam que o programa ajudasse as pessoas a verem a gata doce e incrível que ela realmente era.

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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O programa funcionou melhor do que qualquer um imaginava – tudo por causa das patinhas especiais de Lynette.
Desde o início de seu tempo no programa para sair de sua concha, a gatinha estava tão ansiosa para aprender e participar, e estava super animada em ver Lindsay, sua treinadora, toda vez que elas trabalhavam juntos. Uma vez que Lindsay descobriu a brincadeira favorita de Lynette, as coisas ficaram ainda mais fáceis, e na verdade foi ideia da própria Lynette aprender como dar a patinha.

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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“Lynette foi quem começou a levantar a pata para chegar até as guloseimas e Lindsay foi capaz de moldar isso em um gesto de carinho”, disse Lucow. “Rapidamente o gesto se tornou a coisa favorita das duas.”

Além de suas novas e adoráveis habilidades com a patinha, o programa fez exatamente o que foi projetado para fazer e ajudou Lynette a sair de sua concha. Era como se ela fosse de repente um gato completamente diferente, quando na verdade, ela estava finalmente confiante e confortável o suficiente para deixar sua verdadeira personalidade aflorar.

“Uma vez que ela começou a participar do programa, Lynette setornou muito mais interativa, não só com sua professora, mas com voluntários e potenciais adotantes”, disse Lucow. “Ela passou a aceitar outros gatos e até a brincar com eles. Ela deu um passo à frente e se levantou para cumprimentar sua professora quando ela veio treiná-la e se envolver mais com os potenciais adotantes. As pessoas começaram a notar Lynette Baguette porque ela realmente se envolvia com elas, em vez de apenas dormir”.

Foto: GreaterGood.org/Monmouth County SPCA

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Mesmo com o passar do tempo, todo mundo no abrigo ainda estava encantado e hipnotizado pelos adoráveis gestos com a patinha que Lynette fazia, como se os chamasse. Eles começaram a postar sobre ela e suas habilidades nas mídias sociais, que fois como sua nova família finalmente a encontrou.

“Os novos pais de Lynette viram o vídeo que publicamos na página do Facebook da SPCA de Monmouth County mostrando seu charme”, disse Lucow. “Eles se apaixonaram por ela pelo vídeo e foram ao abrigo especificamente para adotá-la!”

Depois de conhecerem Lynette, seus novos pais sabiam que ela deveria ser sua gata e oficialmente decidiram adotá-la. Depois de passar mais de um ano no abrigo passando completamente despercebida, todo mundo estava absolutamente encantado com a doce e meiga Lynette, que finalmente encontrou seu lar.

Agora, Lynette passa seus dias se aconchegando com sua nova família e olhando por uma enorme janela, observando as pessoas e apreciando o mundo ao seu redor. Ela ainda adora dar a patinha, e sua tutora fez questão de estocar suas guloseimas favoritas. Ela está amando tudo sobre sua nova vida, e todo mundo no abrigo está muito empolgado que ela conseguiu chegar à melhor casa do mundo pela melhor maneira possível.

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Mulher de 79 anos é condenada à prisão por alimentar gatos abandonados

Uma mulher de 79 anos foi condenada à prisão por alimentar gatos abandonados em Ohio, nos Estados Unidos. Nancy Segula passou a cuidar de gatos quando dois deles foram abandonados por seu vizinho, após o homem se mudar do bairro. Segundo ela, os gatos se sentem bem ao serem alimentados e fazem bem para ela, ajudando-a a combater a solidão após a morte do marido, que faleceu em 2017.

Foto: Pixabay

O ato generoso de Nancy foi denunciado quatro vezes e julgado pelo juiz Jeffrey Short, do Tribunal do Condado de Garfield Heights, que decidiu condená-la a dez dias de prisão, segundo informações da Fox 8 Cleveland.

“Havia entre seis a oito gatos adultos e agora estão nascendo gatinhos”, disse Segula ao portal Cleveland. “Sinto falta dos meus gatos. Morreram, o meu marido morreu. Sinto-me só. Os gatos e gatinhos ajudam-me”, completou.

A condenação gerou polêmica e levou a juíza Jennifer Weiler, que foi substituída por Short no dia do julgamento, a decidir ouvir depoimentos de Nancy e de seu advogado, além do procurador e de um representante do setor de controle animal para decidir se a pena de prisão é adequada.

“Vou tentar perceber o que se está acontecendo e tomar uma decisão que faça sentido nestas circunstâncias”, disse Weiler.

Foto: Reprodução/YouTube/WKBN27

Nancy já foi multada em mais de US$ 2 mil – o equivalente a cerca de R$ 7,6 mil – por alimentar gatos abandonados. Na época, ela alegou não ter conhecimento sobre uma lei municipal que proíbe a alimentação de animais.

“Os gatos continuam vindo a minha casa. Sinto-me mal e por isso dou-lhes algo para comer”, afirmou a mulher.

Dave Pawlowski, filho de Nancy, criticou a decisão do juiz de levar sua mãe à prisão. “Tenho a certeza que as pessoas sabem das coisas que se passam naquela cadeia. E vão deixar a minha mãe de 79 anos ir para lá?”, disse Dave, em entrevista ao Fox 8.

Nancy tem que se apresentar à prisão do Condado de Cuyahog no dia 11 de agosto.


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Cachorrinha resgatada das ruas com 16 anos finalmente encontra uma família

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ruthie foi encontrada em péssimo estado, doente e abandonada, vivendo nas ruas de Abilene, no Texas (EUA), e foi levada para um abrigo local. A cachorrinha idosa mista de chihuahua de 16 anos estava muito abatida quando chegou ao veterinário, e os funcionários do abrigo temeram que ela não iria conseguir se recuperar.

A cachorrinha estava severamente abaixo do peso e com infestação de pulgas, sofria de uma infecção ocular, infecções de pele e doenças nas gengivas. O abrigo a mantinha isolada porque estava tendo dificuldade em lidar com a vida no local, além de seus problemas de saúde, e não queriam que ela ficasse mais estressada do que já estava.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ninguém parecia ter muita fé que Ruthie iria aguentar – até que a ONG Forgotten Friends descobriu a cachorrinha idosa e imediatamente soube que ela merecia uma chance.

Depois de ser retirada do abrigo pela ONG, Ruthie foi colocada em um lar temporário. Suas novas amigas na ONG começaram a lidar com seus muitos problemas médicos, inclusive com os dentes podres infeccionados.

Muitas vezes é mais difícil encontrar casas para animais idosos, especialmente cães de 16 anos, e ainda assim não demorou muito para que a família perfeita descobrisse Ruthie e se apaixonasse por ela.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Jen Ramey e seu marido estavam planejando uma festa de aniversário para seu cachorro Buttercup e decidiram usar a festa para arrecadar dinheiro para a ONG Forgotten Friends (entidade que resgatou Ruth).

A ONG então decidiu trazer alguns de seus cães para a festa, incluindo Ruthie, e assim que o casal conheceu a chihuahua idosa, eles souberam que ela deveria ser o mais novo membro de sua família.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

“Eu pensei na hora que ela era a cachorrinha mais doce que eu já tinha visto, e honestamente não achava que poderíamos ter com outro cachorro, mas não conseguia parar de pensar nela”, disse Ramey ao The Dodo. “Quando meu marido sugeriu adotá-la, se ninguém manifestasse interesse nela até o final do mês (uma semana após a festa de Buttercup), eu apresentei o formulário on-line e nós a pegamos no dia seguinte!”

Ramey e seu marido estavam cientes dos problemas médicos de Ruthie, e estavam preparados para lidar com eles, assim como com todos os outros desafios que surgem ao adotar um cão idoso.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Depois de tudo o que ela passou e tudo o que ela estava lidando em termos de tratamentos médicos, eles assumiram que Ruthie seria o tipo de cão sênior que era incrivelmente maduro e só ia querer relaxar o tempo todo – mas assim que ela chegou em sua nova casa, Ruthie foi rápida em provar que eles estavam errados.

“Logo de início, ela queria que Buttercup (a cachorrinha que já vivia com a família) soubesse que ela estava aqui para ficar”, disse Ramey. “Nós esperávamos que ela fosse uma velhinha fria, mas não era exatamente o caso”.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Desde o começo, Ruthie estava cheia de energia e não teve problemas em acompanhar sua irmã mais nova. Ela adora estar envolvida em tudo que sua família faz e não pode suportar ficar de fora dos passeios e atividades. Ela gosta de todas as pessoas que conhece e não deseja nada além de ser abraçada, acariciada e adorada por todos ao seu redor.

“Ela adora comer e roubar os brinquedos de sua irmã”, disse Ramey. “Nós pensamos que ela estaria sempre cansada e relaxada o tempo todo, mas ela é realmente super corajosa agora, o que é muito inesperado, considerando sua idade e seus problemas médicos.”

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

A condição geral de Ruthie melhorou muito desde que ela foi adotada, mas ela ainda tem muitos problemas para lidar. Ela tem dificuldade em ganhar peso e sofreu de uma obstrução de traqueia. Ela também tem pulmões com cicatrizes de bronquite crônica, doença das vias aéreas inflamadas e uma hérnia inguinal inoperável.

No entanto, nada disso a atrapalha, e ela não parece ligar com todos esses detalhes com base em sua personalidade despreocupada. Quando Ruthie chegou ao abrigo, ninguém achou que a cachorra de 16 anos iria sobreviver. Agora ela é praticamente um filhote novamente, amando cada minuto de sua nova família e sua segunda chance.

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Cachorrinha idosa resgatada do abandono se acalma ao ganhar um brinquedo

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Nicole Marie Wasieleski não tinha intenção de adotar outro cão do abrigo onde ela é voluntária, a Liga de Resgate de Animais de Iowa nos Estados Unidos. Mas quando ela viu uma cachorrinha idosa e sozinha no canil, Wasieleski não conseguia tirar a imagem do cachorro da cabeça dela.

“Quando a vi no abrigo, pensei que ela parecia uma velha loba e queria conhecê-la”, disse Wasieleski ao The Dodo. “Ela era tão quieta e gentil.”

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Aos 10 anos de idade, Kairi passou por bastante coisas nos últimos anos. Ela perdeu sua primeira família de repente e, apesar de encontrar uma nova casa com Wasieleski, Kairi estava tendo problemas para se ajustar a todas essas mudanças. Wasieleski se dedicar totalmente à cachorrinha – algo que poderia ajudá-la a se sentir segura e protegida.

Então, ela levou Kairi em um passeio especial para uma loja de animais, onde a cachorra idosa poderia escolher um brinquedo próprio, só dela. E Kairi sabia exatamente o que ela queria.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Ela escolheu esse engraçado dinossauro cor-de-rosa e nós estávamos rindo e continuamos tentando fazer com que ela aceitasse brinquedos mais normais”, disse Wasieleski. “Ela os ignorou e levou o dinossauro por toda a loja e até o caixa”.

O “Dino” era baratinho, feito de tecido de rosa e azul e recheado de espuma, mas Kairi não deixa que ele nunca saia de sua vista.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

“Desde então, ela vem carregando, jogando com ele e aconchegando-o”, disse Wasieleski. “Ela vai deixar meus outros cachorros jogarem cabo-de-guerra com isso, mas eles sabem que não podem destruí-los como se destruíssem todos os outros brinquedos.”

Kairi sofre de ansiedade de separação, e sua forma de mostrar a sua nova mãe e seu pai que ela não está satisfeita com eles, é mastigando os tapetes da casa. Para ajudá-la a se sentir mais segura, a mãe começou a tentar ensiná-la a ficar sozinha e é aí que Dino realmente começou a se mostrar muito mais do que um brinquedo.

“Estávamos muito preocupados porque ela latia muito e coçava o corpo todo e não queríamos que ela se machucasse”, disse Wasieleski. “Mas quando Dino está com ela, ela fica em silêncio”.

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Foto: Nicole Marie Wasieleski

Kairi está se ajustando lentamente à sua nova casa e, com frequência, coloca uma de suas grandes patas cinzas no braço de sua mãe, mostrando-lhe o quão grata ela está pela segunda chance.

“Nós realmente não podemos acreditar em quanta energia ela tem para a idade dela”, disse Wasieleski. “Ela brica de lutar com meus outros cães de 2 anos de idade e depois quer descansar e se aconchegar comigo ou com seu dinossauro”.

Embora Kairi esteja se tornando mais independente, sua família ainda tem um plano alternativo, caso Dino desapareça.

“Já tratamos de voltar a loja para pegar outro dinossauro”, disse Wasieleski. “Caso algo aconteça com este”.

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Cadela idosa é resgatada após viver 15 anos acorrentada

Uma cadela foi resgatada após viver 15 anos acorrentada. O descaso e a negligência dos tutores que a mantinham presa era tamanho que ela nunca teve um nome. Tratada como um objeto, ela vivia jogada no quintal.

Foto: Reprodução / YouTube

Viktor Larkhill foi o responsável por resgatá-la. Quando a encontrou, ela estava com os pelos embaraçados e tinha um grande volume, semelhante a tumor, no corpo, que, segundo Viktor, estava tão dolorido que ela chorava quando o local era tocado por alguém. Apática, ela foi levada para uma clínica veterinária. As informações são do portal Olhar Animal.

Na clínica, ela foi submetida a exames e teve que ser operada. Doente, ela passou a receber tratamento veterinário e ganhou, pela primeira vez, já na velhice, um nome: Maria.

Todo o desamor ao qual foi submetida ficou no passado e, de agora em diante, a cadela pôde passar a viver uma nova vida, cercada de respeito, amor e cuidados.

Veja o vídeo do resgate abaixo:

Polícia procura casal que abandonou cadela idosa e doente no lixo em PE

Uma cadela idosa e doente foi abandonada por um casal em um ponto de descarte de lixo em Piedade, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Câmeras de segurança registraram o crime. A polícia tenta, agora, identificar os criminosos.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Da raça rottweiler, a cadela foi deixada sob o sol. Bastante debilitada, ela foi resgatada por moradores do local, mas morreu logo em seguida. As informações são do portal OP9.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), em Água Fria, Zona Norte do Recife, onde um boletim de ocorrência foi registrado.

Testemunhas afirmam que, antes de abandonar o animal, o casal procurou uma clínica veterinária para sacrificá-lo, mas recebeu uma resposta negativa.

Nas imagens registradas pelas câmeras de segurança, é possível ver um homem e uma mulher caminhando em direção a um terreno baldio, transportando a cadela em um carrinho de mão. Ao chegar no local, o homem despeja lentamente o animal no chão e vai embora, na companhia da mulher.

A linha de investigação do caso é de maus-tratos a animais, que tem como punição até um ano de detenção, além de multa. O crime está previsto na Lei de Crimes Ambientais.

O boletim de ocorrência foi feito por um protetor de animais, na companhia da vereadora Goretti Queiroz (PSC), que é ativista da causa animal. “Vamos pedir total empenho na identificação dos criminosos. Isso é crime e queremos que a lei seja cumprida. A gente sabe que o animal tem sentimentos, ele sabe que está sendo abandonado e isso é que dói mais”, afirmou a parlamentar, que disse ainda ter ficado chocada com o caso.

Família abandona cadela de 17 anos de idade por ela estar idosa

Maddison, uma cadela de 17 anos de idade, foi abandonada pela família em um abrigo em Los Angeles, nos Estados Unidos. A justificativa dada pelos tutores para se desfazer de Maddison foi a idade avançada dela.

Foto: Pet Harbour

A cadela se dá bem com outros cães e também com gatos, é dócil, gosta de brincar e se exercitar, embora também adore ficar dentro de casa, na companhia das pessoas. Quando foi levada ao abrigo, no entanto, sua realidade mudou. E ela passou a ter apenas uma baia para viver confinada e sozinha.

A vida triste e solitária no abrigo, porém, durou pouco. Logo que a história comovente de Maddison foi divulgada, várias pessoas se dispuseram a adotá-la e ela pôde encontrar um novo lar. As informações são do portal APost.

Foto: Pet Harbour

Embora tenha vivido um traumático abandono, Maddison conseguiu ter um final feliz e encontrou uma família para cuidar dela até o final de seus dias.

O abandono sofrido pela cadela é a realidade de milhares de animais em todo o mundo. Muitos deles, sequer são deixados em abrigos. Jogados na rua, passam fome e sede, suportam frio e calor excessivo, tomam chuva, adoecem e muitas vezes morrem sem ter direito a uma segunda chance.

Tutor de cadela levada pela enxurrada no RJ tem esperança de encontrá-la

O tutor da cadela Gaia, o comerciante Claudio Cappo, não desistiu de encontrar a cadela, que desapareceu após ser levada pela enxurrada que atingiu o município do Rio de Janeiro. O animal está desaparecido desde a segunda-feira (8). Com 12 anos, a labradora já está quase surda.

Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Gaia foi levada pela água após a mureta da casa onde ela mora se romper com a força da chuva, na rua Sara Vilela, no bairro Jardim Botânico.

“Veio uma cabeça d’água do morro destruindo portão, muros, e arrastou a cachorra. Não sabemos mais nada, só a informação de uma veterinária do Jockey, que disse ter visto Gaia por volta das 2 da manhã. Ficamos a madrugada inteira até de manhã entre Jockey e Gávea, mas, por ora, é só uma testemunha”, disse Claudio, em entrevista ao blog Lu Lacerda.

Com o sumiço da cadela, o tutor iniciou uma campanha nas redes sociais para tentar ter notícias sobre o paradeiro dela. Fotos de Gaia tem sido compartilhadas incessantemente por centenas de internautas e replicadas em diversos grupos.

Apesar de algumas pessoas terem dito que a cadela foi encontrada, a informação não condiz com a realidade. Gaia permanece desaparecida. Ela está usando uma coleira com plaquinha de identificação e é um animal muito dócil.

“Confesso que achei que ela não poderia ter sobrevivido ao que aconteceu, mas, como essa pessoa é uma veterinária e tem certeza que era ela, a gente está com uma certa esperança”, afirmou o tutor.

Informações sobre o paradeiro da cadela devem ser repassadas pelo telefone (21) 9 9209-5969.

Família se muda e busca novo lar para cadela idosa com câncer em Campinas (SP)

A Pipoca está à procura de um novo lar em Campinas (SP). Ela é de porte médio e tem 10 anos. Fêmea, não castrada, com as vacinas em dia, mas está com câncer de mama. Ela é alegre, gosta de brincar, pula, sobe nas cadeiras ou pia, está sempre buscando o sol e tem medo de chuva. É dócil, gosta de criança e se dá bem com outros cachorros, com algumas exceções. Os tutores estão doando-a porque resolveram mudar para apartamento e não querem levá-la. Eles se dispõe, inclusive, a arcar com os custos da ração, das vacinas e qualquer outro gasto da cadela caso o adotante não tenha condições financeiras.

Interessados devem entrar em contato pelo telefone (19) 992157960.