Cachorrinho abandonado junto com poltrona velha e televisão quebrada permanece à espera do tutor

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Bem ali, entre uma poltrona velha e uma televisão quebrada, abandonadas em um descarte cladestino de lixo, havia um pequeno coração esperançoso tentando tanto não se romper.

Era um filhote que não sabia que também fora descartado.

Na manhã de segunda-feira, a agente de controle de animais, Sharon Norton, foi alertada para essa cena de tristeza absoluta ao longo de uma rua tranquila no condado de Lincoln, no Mississippi (EUA).

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Ela dirigiu para o local imediatamente – encontrando o pequeno filhote agarrado à vida em cima de uma poltrona velha, perto de onde uma TV tinha sido despejada também.

O cão estava morrendo de fome, mas evidentemente se recusou a sair, provavelmente acreditando que a pessoa que o colocou lá certamente retornaria para buscá-lo.

“Parecia que ele estava ali há cerca de uma semana”, disse Norton ao The Dodo. “Ele estava pele e ossos.”

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Norton se aproximou do pobre filhote e assegurou-lhe que ela estava lá para ajudar. Ela deu a ele sua primeira refeição em dias.

Apesar da longa vigília do filhote, mantendo a esperança de que seu tutor retornaria, a presença de alguém que realmente se importava imediatamente o deixou à vontade.

“Ele ficou muito feliz quando eu o peguei e o levei para o caminhão de controle de animais”, disse Norton. “Eu podia sentir sua cauda batendo nas minhas costas, abanando. Ele sabe que está seguro agora.”

Foto: Sharon Norton

Foto: Sharon Norton

Norton, desde então, vacinou e desparasitou o cão, e colocou-o na segurança do abrigo de animais Brookhaven Animal Rescue League, no Mississippi.

Depois disso, ele estará disponível para adoção.

Infelizmente, disse Norton, este caso de abandono não é o pior que ela já viu – mas, ao divulgar o caso e suas imagens, ela está otimista de que a justiça será cumprida.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

“Espero que alguém que reconheça o filhote e a poltrona junte dois ou dois e me envie uma mensagem para me ajudar a encontrar a pessoa que fez isso”, disse ela.

O cãozinho abandonado foi apelidado de Lazy Boy Gatson e foi adotado por um casal Dave e Sommer que dirigiram de Plymouth para encontrá-lo e levá-lo para casa. A vida de solidão de Lazy Boy finalmente chegou ao fim e ele será muito amado em seu novo lar.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

O cachorrinho abandonado da história esta seguro, protegido teve um final feliz e encontrou uma família amorosa, porém muitos outros animais são abandonados e aguardam por uma segunda chance, muitos deles vagam nas ruas sem sequer terem sido resgatados.

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Foto: Brookhaven Animal Rescue League

Ao adotar um animal adquire-se a responsabilidade sobre uma vida, um ser capaz de capaz e sofrer, assim como os seres humanos e que jamais pode ser descartado. Isso é um crime, senão perante os homens ao menos perante a consciência.

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Xingu registra desmatamento recorde com 13 milhões de árvores derrubadas

Um monitoramento feito pela Rede Xingu +, que recebeu o nome de Sirad X, concluiu que 13.865 hectares foram desmatados na região do Xingu que pertence ao estado do Mato Grosso. Desses, 78% foram destruídos ilegalmente, o que corresponde a 11 mil hectares ou aproximadamente 13 milhões de árvores.

“O alto percentual de desmatamento ilícito expressa a ineficácia dos instrumentos existentes de combate ao crime ambiental. Esse quadro pode piorar com a chegada da estação da seca, quando os números de desmatamento tendem a crescer”, alerta Ricardo Abad, especialista em sensoriamento remoto do Instituto Socioambiental (ISA).

Há municípios do estado de Mato Grosso, como Canarana, Cláudia, Gaúcha do Norte, Peixoto de Azevedo e Querência, que a taxa de desmatamento feito na ilegalidade atingiu 100% durante o período analisado. Na cidade de Feliz Natal, 68% de mata foi desmatada ilegalmente, mas o município foi o que mais desmatou em área: 1.572 hectares. As informações são do portal oficial do Instituto Socioambiental.

Ao ser questionada sobre os motivos que levam ao desmatamento ilegal, Ana Valdiones, analista do Instituto Centro de Vida (ICV), afirmou que “a percepção do risco que é muito baixa”. Segundo o ICV, 85% do desmatamento na parte amazônica do Mato Grosso, no ano de 2018, foi realizado de forma ilegal. As altas taxas são explicadas, também, pela morosidade no processo de regularização ambiental e pela falta de políticas públicas estaduais, segundo Valdiones. “No geral a ilegalidade continua presente. Sempre foi e continua presente”, lamentou.

Outros dados, apresentados pela Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (SEMA-MT), indicam que 98% das áreas desmatadas entre 2015 e 2016 no estado não tinham autorização para o desmate e que, entre 2016 e 2017, a taxa foi de 94%. Até o fechamento da reportagem, a SEMA não se pronunciou sobre o caso.

Apesar dos altos números relacionados a desmatamento ilegal, as autuações feitas pelo Ibama caíram 35% quando comparadas ao período de janeiro a maio de 2018.

No mês de março, foi registrado um aumento de 461% no desmatamento feito em Unidades de Conservação na bacia do Xingu, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A Floresta Nacional (Flona) de Altamira, de jurisdição federal, foi alvo de um aumento de 550% no desmatamento em abril, com o desmate de 242 hectares devido a garimpo ilegal.

“É preocupante que, em um momento em que o desmatamento ilegal avança, a atuação do instituto fiscalizador seja reduzida. A fiscalização e responsabilização são etapas essenciais no combate às atividades ilegais”, comentou Abad.

Valdiones afirma que é preciso haver mais transparência nos dados sobre desmatamento ilegal e a promoção de iniciativas de adequação ambiental no estado. “A transparência, aliada ao uso e produção de informações a partir desses dados públicos, deixa claro quem é quem. Fica claro quem tem passivo [ambiental]”, apontou.

As áreas protegidas da região também estão em risco. Em março e abril, o desmatamento na bacia do Xingu aumentou em 156%, quando comparado aos dois primeiros meses do ano. Foram desmatados 21.495 hectares. Desse total, 19% ocorreu em áreas protegidas, isso é, terras indígenas e unidades de conservação.

A biodiversidade do Xingu, que tem uma área de 51 milhões de hectares, com 31 terras indígenas e 21 unidades de conservação, é singular e de grande importância. No entanto, o avanço do desmatamento, da grilagem, do garimpo, do roubo de madeira e da contaminação da flora por agrotóxicos ameaça a região, que abrange mais de 60 municípios do Pará e do Mato Grosso.

Desmatamento no Rio Grande do Sul

O desmatamento não se restringe ao Mato Grosso. No Sul, o pampa gaúcho está ameaçado. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), coletados por dois satélites, mostram que, em 2016, 43,7% da vegetação nativa foi desmatada e apenas 47,3% foi preservada. Os outros 9% representam a hidrografia da região.

Um dos seis biomas brasileiros, o pampa é restrito ao Rio Grande do Sul. E de acordo com Daniel Hanke, professor da Unipampa (Universidade Federal do Pampa), que conduz uma pesquisa sobre o tema, a biodiversidade da região é imensa.

“Ao modificar um sistema que estava em equilíbrio, com os organismos trabalhando todos juntos, destruindo a vegetação, retira-se o alimento de muitos animais e o refúgio de várias espécies com funções ecológicas específicas”, explicou Hanke.

O estudo do Inpe ainda não aponta a causa do desmatamento. Hanke, no entanto, afirma que, enquanto a plantação de arroz está estabilizada e a de milho tem decrescido, o plantio de soja vem ganhando espaço. O grão é majoritariamente produzido no Brasil para alimentar animais explorados e mortos para consumo humano.

“Quando se suprime a vegetação para introduzir uma monocultura de soja, não se troca só uma planta por outra. O que se troca é um sistema que evoluiu ecologicamente para o equilíbrio por uma única vegetação”, explicou o pesquisador.

O levantamento do Inpe mostrou ainda que a maior área preserva pertence à Área de Proteção Ambiental (APA) Ibirapuitã, que foi criada em 1992 por meio de decreto federal. Outras porções preservadas, em meio a áreas desmatadas, também foram registradas.

“Essas ilhas no meio de um mar de soja aumentam a fragilidade do pampa porque a supressão começa pelas bordas. Um campo nativo de 20 hectares é menos resistente à pressão lateral do que um campo nativo de mil hectares”, comentou Hanke.

Com o desmatamento, novas estradas entre os campos são criadas. Nelas, circulam caminhões que espalham sementes do capim-annoni, que é considerado uma praga. O crescimento desse tipo de planta era controlado, no passado, por animais gigantes da pré-história, que foram extintos. Cerca de oito mil anos após a extinção deles, bois e cavalos foram trazidos ao Brasil pelos colonizadores, conforme explicam os pesquisadores Rafael Cabral Cruz, da Unipampa, e Demétrio Luis Guadagnin, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no trabalho Uma Pequena História Ambiental do Pampa, de 2010.

De acordo com Ranke, a vegetação do pampa e os bois convivem em equilíbrio, ao contrário do que acontece na Amazônia, em que grandes áreas são desmatadas para a criação de bois que, depois, serão mortos para consumo. “No pampa, não há efeitos negativos na presença desse animal. Pelo contrário, ela é desejável”, disse Hanke.

No entanto, ultimamente tem sido registrada uma queda no número de bois no pampa, o que reforça a percepção de que a soja tem tomado conta do bioma.


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A dolorosa verdade sobre os porcos na Itália

Brincar e andar livremente em campos espaçosos e dormir tranquilamente em palhas secas e limpas é a vida que todos os porcos merecem ter. Mas a realidade é bem diferente e em todo o mundos fazendas produtoras de carne torturam e maltratam esses pobres animais.

Foto: Pixabay

Milhares de suínos destinados ao mercado de presuntos na Itália – no valor de 7,98 bilhões de euros (7 bilhões de libras) no ano passado – são submetidos à penosa prática do tail-docking, entre tantas outras extremamente cruéis e desumanas. As informações são do The Guardian.

Uma recente auditoria da UE constatou que, em fazendas da Lombardia e Emilia-Romagna, as duas principais regiões de criação de suínos do país, 98% dos agricultores retiram as caudas de seus animais, uma taxa que está entre as mais altas da Europa.

O tail-docking – realizado sem anestesia quando o leitão tem três a quatro dias de idade – destina-se a evitar as lesões graves que podem ocorrer quando os porcos mordem as caudas uns dos outros. Estudos têm demonstrado que isso  causa trauma agudo e muita dor, e pode desencadear infecções, além de deixar um desconforto duradouro.

Um relatório da UE de 2014 observa que as condições superlotadas e estressantes comuns em fazendas de escala industrial, nas quais os porcos são incapazes de ter seu comportamento natural, são os principais fatores desencadeante dos surtos de contusões. O tail-docking é ilegal sob uma diretiva da UE e, embora essa legislação não seja aplicada em toda a Europa, a prática é proibida pela lei italiana. Então, por que esses regulamentos são tão amplamente desconsiderados?


Tail-docking usando um ferro quente. Foto: FareWellDock

“Em teoria, para que um veterinário pudesse cortar a cauda de um porco, eles tinham que declarar que havia lesões nas tetas da porca, nas orelhas ou cauda de outros porcos”, explica Enrico Moriconi, ex-veterinário agora o ombudsman de direitos dos animais do Piemonte.

“Mas as caudas são cortadas quando os leitões têm cinco dias de idade. É impossível saber nesse ponto se o grupo se comportará dessa maneira. É apenas uma suposição que esse tipo de criação leva o animal a morder a cauda, ​​então eles os cortam ”.

A Itália não é a única na Europa com altas taxas de tail-docking, segundo o Eurogroup for Animals. “No entanto, é um caso emblemático, porque os produtos italianos, como o presunto de Parma, estão associados à excelência”, destaca a consultora veterinária do grupo para animais de fazenda, Elena Nalon. “Os produtores estão exibindo rotineiramente requisitos legais mínimos sobre o bem-estar animal“.

O governo italiano reconhece a escala do problema. Este ano, montou um grupo de trabalho, que elaborou um plano de ação de três anos para ser implementado em cada uma das 3.000 fazendas de criação da Itália para melhorar as condições, evitando assim a necessidade do corte dos rabos dos porcos.

“É uma ação positiva”, diz Annamaria Pisapia, da Compassion in World Farming Italy. “Mas é claro que os criadores às vezes têm dificuldade em entendê-lo. Alguns deles estão dizendo que serão obrigados a fechar 30% das fazendas… Mas este é o futuro. Temos que criar animais com melhor cuidado e pagar ao agricultor preços mais altos. ”

O clima da Itália significa que o país é um caso especial, já que o calor torna a vida particularmente difícil para os porcos, diz Stefano Salvarani, representante de suinocultores da Confagricoltura, uma das principais associações de agricultores. As temperaturas do verão excedem regularmente os 35ºC, o que é problemático para os suínos, que têm uma capacidade limitada para regular a temperatura corporal. “Os animais ficam nervosos”, diz ele. “É normal que eles mordam as caudas dos seus irmãos. Não é comparável ao norte da Europa. Além disso, nossos porcos crescem mais e podem pisar na cauda um do outro ou causar lesões na espinha. ”

Foto: Shutterstock

A obsessão com o tail-docking se resume a um bloqueio psicológico para os agricultores italianos, segundo Mazzali. “Sim, você tem que organizar uma melhor gestão do esgoto, e se você tem um prédio antigo, pode ser caro, e você precisa prestar atenção extra aos animais. Mas não é nada difícil. É mais caro”, diz Pizzagalli.

“Com a palha, por exemplo, o porco se move mais e cresce mais devagar. Em vez de 2 kg de ração para 1 kg de crescimento de carne, você precisa de 3 kg. Mas existe uma lei. É como se eu ignorar o limite de velocidade a 130 km / h porque eu queria dirigir mais rápido e chegar ao meu destino mais rápido. Normalmente, eu seria multado e, se continuasse infringindo a lei, eles tirariam minha carteira de motorista”.

No entanto, sem que a lei contra o “tail-docking” seja rigorosamente aplicada, será que a Itália conseguirá banir a prática? “Mudar esta situação exigirá uma revisão do sistema, uma mudança na mentalidade dos agricultores para colocar as necessidades dos animais no centro do modelo de produção de suínos”, diz Elena Nalon, do Eurogroup for Animals. “Alguns fazendeiros já estão fazendo isso, mostrando que isso não é impossível. Precisamos torná-lo mainstream”.

A hora é certa para a mudança, diz o veterinário Giovanni Alborali, que lidera o grupo de trabalho do governo italiano. “Os criadores entendem a importância da tendência do bem-estar animal”, diz ele.

Alfândega africana apreende US $ 1,7 milhão em chifre de rinoceronte com destino a Dubai

Autoridades da alfândega da África do Sul disseram na quinta-feira (10) que apreenderam 36 chifres de rinoceronte no valor de US $ 1,7 milhão, com destino a Dubai, no aeroporto internacional de Johanesburgo.

Cerca de um quarto da população mundial de rinocerontes foi morta na África do Sul nos últimos oito anos, devido à demanda por seu chifre

Cães farejadores detectaram algo suspeito no dia anterior em oito caixas embrulhadas em bolha rotuladas como contendo “itens decorativos” em um depósito de armazenagem para carga de saída.

Em uma inspeção mais profunda, a polícia encontrou chifres pesando 116 quilos, embalados individualmente.

A África do Sul está lutando contra um flagelo da caça ilegal de rinocerontes, em alto risco de extinção, alimentada pela demanda insaciável por chifre na Ásia, onde acredita-se que cura o câncer e aumenta a virilidade – alegações para as quais não há provas científicas.

O chifre de rinoceronte é composto principalmente de queratina, a mesma substância que compõe as unhas humanas, e normalmente é vendida em pó.

A demanda colocou a África no epicentro de uma crise global de caça e tráfico.

Nos últimos oito anos, cerca de um quarto da população mundial de rinocerontes foi morta na África do Sul, onde vivem 80% dos animais restantes.

Rinoceronte africano. Foto: Pixabay

O país perdeu 1.028 rinocerontes para a caça furtiva em 2017.

O tráfico de animais na Ásia

A exploração de rinocerontes e tigres continua sendo ilegal na China e proíbe a exploração, comércio, transporte e exibição desses animais. Esta lei existe há vinte e cinco anos.

Em outubro do ano passado, ela foi revogada abrindo uma exceção que permitia o uso de partes de rinocerontes e tigres para fins medicinais. A decisão causou revolta a grupos de ativistas, como a fundação WWF e a Humane Society International.

De acordo com Huang Caiyi, porta-voz do Departamento Nacional de Gestão Ambiental, a repressão ao comércio ilegal de rinocerontes e tigres, assim como suas partes, ocorre em todo o país.

Macaco explorado Chris Brown finalmente é levado para um santuário

Depois que o cantor Chris Brown postou um vídeo em dezembro de 2017 de sua filha de três anos segurando seu novo macaco-prego , quase 89.000 pessoas assinaram uma petição Care2 pedindo a Brown que mandasse o macaco para um santuário – o que, felizmente, aconteceu.

Foto: Instagram

Um ano depois de Brown postar o vídeo, os promotores da cidade de Los Angeles finalmente acusaram Brown de manter o macaquinho, chamado Fiji, sem licença de 31 de outubro de 2017 a 3 de janeiro de 2018.

Brown será processado em fevereiro. Como sentença ele terá, no máximo, que pagar uma multa de US $ 1.000 e até seis meses de prisão.

Na Califórnia, onde vive Brown, é ilegal manter animais exóticos como macacos-prego sem permissão. Quando ativistas notificaram o Departamento de Peixes e Vida Selvagem da Califórnia (CDFW), agentes procuraram a casa de Brown, em Encino, em janeiro de 2018.

Naquela época, as reportagens disseram que um dos funcionários de Brown entregou o macaco a um agente do CDFW. Fiji está agora vivendo em um santuário não identificado do sul da Califórnia.

Alguns dos fãs de Brown, que comentam no post do Instagram, não viam nenhum problema em manter um capuchinho como animal de estimação:

“Eles problema é simplesmente louco porque eles não podem comprar um ”, escreveu kaotic_burma.

“Por um macaquinho, Chris fica seis meses na cadeia ??? É a coisa menor coisa que apenas nos prende, cara”, escreveu atpsaucegooftrop.

“Obviamente, o macaquinho é tratado com amor”, escreveu vegan, skincaretherapy. “Colocar acusações contra ele é tão ridículo. Obviamente ele ama animais e está ensinando a sua filha que os animais merecem tanto quanto as pessoas. Chris Brown Obrigado por ser um grande exemplo amoroso. ”

Brown e seus seguidores não perceberam que filhotes, como Fiji, que são vendidos como animais domésticos, são frequentemente levados de suas mães quando são muito jovens – geralmente com apenas alguns dias de vida. As informações são do Care2.

“Não é difícil imaginar o horror que tanto o bebê quanto a mãe devem sentir durante essa separação forçada”, diz o site do Jungle Mates Primate Sanctuary, uma organização sem fins lucrativos da Flórida. Pode levar meses para a mãe superar a dor.

Foto: Instagram

Não apenas isso, quando as pessoas percebem que os macacos-prego não são bons animais de domésticos, ou no caso de Brown, são de propriedade ilegal, os macacos-prego, como Fiji, acabam em um santuário, ou pior, em zoológicos.

Brown já foi preso por incidentes de agressão violenta, mais perturbadoramente por agredir Rihanna , sua namorada em 2009. Três anos depois, Brown foi preso novamente e acusado de agressão por socar um homem fora de um hotel de Washington, DC. Ele também já foi  preso em uma acusação de crime por perfurar um fotógrafo em 2016. Isso lança uma grande sombra de dúvida sobre se Brown realmente teria tratado Fiji “com tanto amor”.

Suprema Corte dos Estados Unidos defende proibição do foie gras na Califórnia

A Suprema Corte dos Estados Unidos confirmou nesta segunda-feira (07) a proibição do foie gras na Califórnia, encerrando uma longa batalha legal entre ativistas pelos direitos animais e defensores da prática abominável.

Foto: Pixabay

O mais alto tribunal dos EUA rejeitou um recurso apresentado por produtores de foie gras contra uma lei que proíbe a venda de produtos obtidos a partir de gansos ou patos forçados a uma alimentação excessiva para aumentar seu fígado. As informações são da ABS CBN News.

A lei, aprovada em 2004 pela Califórnia em nome dos direitos animais, traz uma multa de US $ 1.000.

Entrou em vigor em 2012, foi suspensa pelos tribunais em 2015 – mas depois foi confirmada em recurso em 2017.

Produtores de foie gras do Canadá e de Nova York, junto com um dono de restaurante da Califórnia, apelaram para a Suprema Corte em defesa dessa iguaria que eles chamaram de “talvez a comida mais difamada e incompreendida do mundo”.

Eles argumentaram que um estado não poderia proibir um produto autorizado pelo governo federal.

Eles tiveram apoio da França que chamou a lei da Califórnia de “um ataque à tradição francesa gastronômica e cultural”.

Foto: Pixabay

O tribunal superior descartou o recurso sem explicação. Como tal, a lei da Califórnia permanece em vigor.

“Esta vitória dos animais reflete incansáveis ​​esforços de ativistas para se opor à indústria arcaica do foie gras”, disse o grupo de defesa dos animais PETA.

“Agora que a Califórnia pode impor essa proibição, a PETA pede que as pessoas denunciem qualquer restaurante que seja pego servindo essa prato ilegal e terrivelmente produzido”, disse a presidente da PETA, Ingrid Newkirk, em um comunicado.

Saída do Japão da Comissão Internacional Baleeira pode ser uma grande vitória

Depois de anos de negação pública, o Japão retirou-se da Comissão Internacional da Baleia (IWC) no início deste mês para poder continuar suas operações comerciais de caça às baleias. É uma jogada que o grupo de conservação Sea Shepherd vê como uma vitória, praticamente eliminando a caça às baleias no Oceano Antártico.

Foto: Pixabay

“Desde 2002, a Sea Shepherd liderou inúmeras operações de caça à baleia japonesa ilegal, salvando mais de 6.000 baleias”, escreveu o grupo em um comunicado.

O Oceano Antártico ao redor da Antártida é um santuário de baleias internacionalmente estabelecido que proíbe a caça comercial de baleias; O Japão explorou uma brecha que permitia a caça às baleias para pesquisa. Agora, sua saída da IWC sinaliza o fim da caça às baleias nas águas do sul.

“Estamos muito satisfeitos em ver o fim da caça às baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico”, disse o fundador da Sea Shepherd, o Capitão Paul Watson . “Em breve teremos um Santuário de Baleias do Atlântico Sul e vamos continuar nos opondo às três nações restantes, Noruega, Japão e Islândia. A caça à baleia como indústria legal terminou. Tudo o que resta é limpar os piratas”. As informações são do Live Kindly.

Nas últimas três décadas, a “pesquisa comercial” do Japão foi pouco mais do que um ardil, diz a Sea Shepherd e outras organizações de preservação dos oceanos .

A premiada série da Planet Shepherd da Sea Shepherd, “Whale Wars”, que aconteceu entre 2008 e 2015, documentou o trabalho da organização para impedir que o Japão caçasse baleias nas águas da Antártida. De acordo com Watson, o Japão subsidia fortemente sua indústria baleeira, tornando-se uma prática lucrativa para os baleeiros.

A IWC impôs uma moratória à caça comercial na década de 1980, em um esforço para impedir o declínio das populações de baleias no mundo.

Foto: Reprodução | Instagram

“O Japão nunca parou a caça comercial. Eles se esconderam por trás da desculpa da chamada caça científica desde 1987 ”, explica Watson. “Eles continuaram a caça comercial apesar da decisão do Tribunal Internacional de Justiça de que não há justificativa legal para a chamada ‘caça científica’. Agora não pode haver fachada, o Japão juntou-se à Noruega e à Islândia em seu desafio aberto à lei internacional de conservação. Todas as três nações são nações baleeiras piratas. ”

De acordo com a Sea Shepherd, a CBI agora também pode votar para condenar toda a caça comercial de baleias, essencialmente forçando o Japão, a Islândia e a Noruega a abandonar a prática controversa.

“O Japão agora está declarando abertamente suas atividades baleeiras ilegais. Não mais pretensão de caça à baleia. Com este anúncio, o Japão se declarou como uma nação baleeira pirata ”, observa Watson. “Isso fará com que o objetivo da Sea Shepherd de acabar com esses caçadores seja muito mais fácil”.