Amigas criam sebo online para vender livros e ajudar animais abandonados

O amor pelos animais e o desejo de transformar a vida deles foram os responsáveis pela decisão de três amigas de organizar uma feira de livros usados e doar o dinheiro arrecadado para instituições que trabalham no resgate de animais abandonados em Teresina (PI).

As advogadas e amigas Bruna Campos, Stefanne Alencar e Helayne Sabrine decidiram em uma noite que não ficariam de braços cruzados com a situação dos animais abandonados na capital. Então, resolveram unir duas paixões que elas têm: livros e animais, criando o sebo literário Amor de Patas.

Amigas criam sebos online para ajudar no resgate de animais abandonados em Teresina — Foto: Gilcilene Araújo/G1

A feira de livros usados acontece no Instagram. Diariamente, elas postam fotos de livros adquiridos através de doação e colocam a venda ao preço de R$ 5 e R$ 10. Os compradores escolhem o exemplar que desejam adquirir e a instituição que pretendem apoiar. Para receber os livros, o comprador envia o comprovante de depósito ou de transferência para a conta da instituição.

“Nós amamos animais, durante uma noite de sábado, conversando com a Bruna, eu disse que tínhamos que fazer algo para ajudar as organizações nos resgates de animais. Então pensei e criei na mesma noite o Instagram ‘sebo literário amor de patas’. Comecei colocando disponível uma coleção de livros que tinha e enquanto eu disponibilizava outros exemplares, a Bruna falava com as organizações para fechar a parceria”, lembra Stefanne Alencar.

O Instagram começou com poucos seguidores, elas compartilharam a página com os amigos e logo houve uma corrente e em poucos horas elas já tinham milhares de seguidores.

“Foi uma corrente do bem. Nós não só tínhamos seguidores, mas pessoas que também acreditavam em nossa causa e queriam mudar a vida de muitos cães e gatos”, afirmou Bruna Campos.

Transparência

Para dar lisura à transação, as advogadas decidiram que não iriam ficar com o dinheiro e, por isso, quem compra os livros deve fazer o pagamento direto na conta das instituições que trabalham no resgate dos animais. Elas apoiam nove organizações.

“As pessoas decidem quem vai receber o dinheiro porque todas elas precisam comprar alimentação para os animais, produtos de higiene e custear as despesas com tratamento de saúde. Logo, não achamos justo indicar só uma que mereça receber esta doação”, explicou Helayne Sabrine.

A arquiteta Roxane Firmeza Rocha foi umas das primeiras pessoas que abraçaram a causa das meninas e doou livros para serem comercializados.

Amigas criam sebos online para ajudar no resgate de animais abandonados em Teresina — Foto: Reprodução/Instagram

“Eu decidi participar do projeto porque minha mãe já ajuda em muitas causas animais e eu admiro demais quem ajuda os animais a encontrarem um lar, dar cuidados, vacinas, tirá-los das ruas, etc. E eu já tinha separado muitos livros pra doar, antes mesmo de conhecer o sebo, mas que por falta de tempo, nunca fui atrás de um local que recebesse, porque a maioria dos meus livros era de ficção ou sagas, então não sabia se bibliotecas locais aceitariam, e foi aí que eu conheci o Sebo Amor de Patas, minha mãe me mandou a página e no dia seguinte já levei todos os livros para a Sthefanne”, contou.

Benefício se estende para outras pessoas

O Sebo Amor de Patas foi criado para ajudar animais maltratados em Teresina, mas com o decorrer do tempo, Bruna Campos, Stefanne Alencar e Helayne Sabrinem perceberam que também estavam ajudando os estudantes universitários a adquirir livros por preços bem acessíveis.

“Descobrimos que podemos ajudar em mais uma vertente, já que recebemos muitos livros acadêmicos que são vendidos a preço altos e eles conseguem com o sebo a um valor mais em conta. Além disso, ajudamos a Associação do Cegos do Piauí – ACEP. Eles recebem doações de papéis para reciclagem e o dinheiro da venda desse material é revertido para melhoria da instituição. Assim, alguns dos livros que estamos recebendo nas doações serão destinados a esta associação, seja porque estão muito desatualizados, como dos livros de direito anteriores a 2014, seja porque estão muito danificados ou que de alguma forma não servem para venda”, afirmou Stefanne Alencar.

Para elas, “é uma forma de sempre ter os livros bacanas para serem vendidos e ajudar os animais e ao mesmo tempo ajudar o meio ambiente, evitando que os papéis sejam descartados de forma inadequada”, destacou Bruna Campos.

Fonte: G1


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Cantor Maluma exclui Instagram após ser criticado por foto com filhote de leão

O cantor colombiano Maluma foi severamente criticado por internautas após publicar uma foto na qual ele aparece segurando um filhote de leão. As críticas irritaram o cantor, que excluiu sua conta no Instagram.

Foto: Reprodução / Instagram / @blackjaguarwhitetiger

Seguidores do cantor se indignaram ao deduzir que ele havia comprado o filhote para mantê-lo em cativeiro. Maluma foi acusado de abuso contra animais e criticado por supostamente ter tirado o leão do habitat.

O colombiano, no entanto, usou a ferramenta “story”, do Instagram, para explicar que o animal não era dele e que havia sido resgatado por uma instituição mexicana. Antes de excluir a rede social, Maluma chamou as pessoas que o criticaram de “estúpidas” e “ignorantes”.

“Eu estava assistindo os comentários do último post que eu coloquei com um leão. Eu não sei, eu não entendo porque há pessoas que são tão estúpidas para achar que seria meu animal de estimação. Eles não entendem que este animal está lá porque o resgataram? Não entendem que ele estaria morto se não tivessem resgatado?”, disse.

“Eu sempre vou ser um defensor dos animais. Não vou apoiar o tráfico de animais. Como podem pensar que eu vou ter um leão como animal de estimação? […] Não fale tanta porcaria, se você não sabe, ignorante”, concluiu.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Maluma just met Baby Malamia 🙂 #MalamiaBJWT @maluma

Uma publicação compartilhada por Black Jaguar-White Tiger (@blackjaguarwhitetiger) em

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Príncipe Harry é acusado de editar foto tirada de elefante

Foto Original publicada em 2016 | Foto: Royal.uk

Foto Original publicada em 2016 | Foto: Royal.uk

O príncipe Harry foi acusado de cortar uma foto que ele tirou ao lado de um elefante, registrada em uma visita ao Malawi, na África, para esconder a corda que prendia o animal amarrada em torno de sua perna, ao postar a imagem no Instagram.

A imagem foi compartilhada na conta da rede social, @sussexroyal, que pertence ao Duque e à Duquesa de Sussex, para celebrar o Dia da Terra.

A imagem mostra um homem tocando a presa de um elefante, o animal esta visível, exceto por suas patas traseiras.

A fotografia original, que apareceu anteriormente em um press release de 2016 do Palácio de Kensington sobre a viagem de Harry ao Malawi, mostra uma imagem mais ampla com a pata traseira do elefante amarrada por cordas.

Foto editada postada no Instagram | @sussexroyal/Instagram

Foto editada postada no Instagram | @sussexroyal/Instagram

No Instagram, a legenda refere-se ao projeto em que Harry estava trabalhando, que pretendia transferir centenas de elefantes para parques de conservação, mas não o fato de que os animais estavam sob o efeito de tranquilizantes e amarrados, como afirma o comunicado de imprensa.

A legenda dizia: “Quando uma área cercada ultrapassa sua capacidade de elefantes por perímetro, eles começam a invadir terras agrícolas causando estragos nas comunidades. Aqui, a @AfricanParksNetwork transferiu 500 Elefantes para outro parque no Malauí para reduzir a pressão sobre o conflito da vida selvagem com humanos e criar um turismo mais dispersado”.

O Duque de Sussex tem sido criticado por esconder toda a verdade sobre a imagem na plataforma de mídia social, já que ele escolheu cortar a corda do seu post no Dia da Terra.

O fotógrafo da vida selvagem, Christiaan Kotze, disse ao Mail Online: “Ele [Harry] está na linha de frente e tem acesso a imagens que pouquíssimas pessoas, incluindo fotógrafos profissionais, sonham em ter”.

“Se estas são realmente suas melhores imagens, então ele não usou a rara oportunidade a que teve acesso em toda a sua extensão.”

Uma fonte real disse que a imagem “não foi cortada deliberadamente, existe desde 2016 e é amplamente compartilhada”.

Animais selvagens tidos como “fofinhos” estão sendo criados e vendidos pelo Instagram

Foto: RSCPA/Instagram

Foto: RSCPA/Instagram

Amimais selvagens nativos de florestas tropicais e desertos estão sendo criados e vendidos como animais domésticos, graças a fotos “fofinhas” que usuários do Instagram tem postado em seus feeds nas mídias sociais.

ONGS de proteção ao bem-estar animal têm alertado que animais exóticos como os petauros-do-açúcar (Petaurus breviceps) e os fenecos ou raposas-do-deserto (Vulpes zerda) não são animais de estimação, mesmo assim eles tem sido frequentemente criados em condições cruéis por indústrias de venda de animais conhecidas como “fábricas de filhotes”.

Os petauros-do-açúcar são marsupiais onívoros, parecidos com pequenos gambás, porém eles são capazes de planar por pequenas distancias, eles vivem originalmente nas florestas, tem o pelo cinza, nariz rosado e olhar ingênuo. Atualmente há centenas de milhares de posts mostrando-os como animais de estimação no Instagram.

E outros posts mostram fenecos, animais do deserto não domesticados que possuem orelhas enormes e pontiagudas e um rosto exótico, que passaram a ser vistos pelos usuários das mídias sociais como uma alternativa atraente em lugar de um cão ou um gato. Eles também são muito populares nas redes.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Muitos sites permitem que se compre um desses animais instantaneamente, por apenas 150 libras (cerca de 700 reais), sem nenhuma educação ou informação sobre as criaturas. O Sunday Telegraph encontrou evidências on-line de petauros-do-açúcar vendidos em gaiolas apertadas e insalubres.

No entanto, a RSPCA e outros especialistas alertam que estes marsupiais não podem ser criados ou mantidos como animais domésticos, pois são selvagens e podem destruir casas e até mesmo morrer de estresse quando retirados de seu habitat natural.

Iris Ho, especialista sênior do Programa de Vida Selvagem e Política da Humane Society International, disse ao Sunday Telegraph: “A tendência de comprar animais que se tornaram virais no Intagram como fenecos e petardos-do-açucar é extremamente preocupante. Casas ou apartamentos não são ambientes adequados para esses animais selvagens.

“Comprá-los como animais de estimação também alimenta o comércio de vida selvagem, responsável por arrancar os animais da natureza ou reproduzi-los em escala para obter lucros, processo semelhante aos utilizados pelas cruéis fábricas de filhotes. Para cada feneco ou petardo comprado, muitos outros sofreram e morreram em trânsito, em instalações de criação ou por estresse e maus tratos quando capturados na natureza. O Instagram mostra uma foto “fofinha” cheia de filtros digitais, e não o tempo enorme, os esforços e recursos necessários para cuidar adequadamente desses animais, ou o sofrimento pelo qual eles passam quando mantidos como animais de estimação”.

*Petauros-do-açúcar são populares no Instagram*

O chefe de política da ONG Born Free, Mark Jones, acrescentou: “Os petauros-do-açucar podem ser encontrados em algumas regiões da Austrália, Nova Guiné e Indonésia. O transporte de animais vivos desses países para o comércio internacional pode resultar em sofrimento imenso e morte, portanto, ao comprar os animais que sobreviveram a todo esse horror, as pessoas estão contribuindo para o sofrimento de mais animais”.

“Os petauros-do-açúcar são noturnos e altamente sociais. É quase impossível proporcionar a eles um ambiente adequado ao mantê-los em uma casa como um animal de estimação, um mundo distante de seu habitat natural. Estes animais sofrerão consideravelmente como resultado e podem até morrer”.

Um porta-voz da RSPCA relatou que eles são frequentemente descartados depois que os tutores percebem que não podem atender às suas necessidades.

Foto: RSCPA/Instagram

Foto: RSCPA/Instagram

“Nós vemos esses tipos de animais dando entrada na RSPCA (no centro de acolhimento de animais) todos os dias por pessoas que os compraram sem saber ao certo o que eles eram ou quais suas necessidades específicas, movidos apenas por um fotografia no Instagram”.

Os petauros-do-açúcar vivem na Austrália, na Indonésia e na Papua Nova Guiné. Eles naturalmente passam suas vidas no alto das árvores, onde planam por 50m ou mais entre os galhos.

“As raposas feneco são nativas do norte da África, onde são adaptadas para viver em ambientes desérticos secos, se movimentando por grandes áreas e cavando tocas durante o dia para dormir com a família”, afirma o representante da RSPCA.

“Enquanto para alguns esses animais tem uma aparência “fofa”, nós encorajamos as famílias a apreciá-los como animais selvagens e belos, não como animais domésticos”, conclui ele.

Conforme orientação da ONG e se uma família realmente for dispõe do tempo e das finanças apropriadas, o ideal é adotar um cão ou gato. As ONGS, abrigos e feiras de adoção tem milhares de animais apenas esperando pela oportunidade de ganhar um novo lar.

Artista cria ilustrações de momentos ao lado de seu cão

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

A intimidade e o amor que surgem entre tutor e cão após uma vida inteira de momentos compartilhados pode ser difícil de ser traduzida em palavras, mas com certeza é algo que vale a pena ser contado. Se não em texto, por que não em imagens?

A artista Yaoyao Ma Van As, de Los Angeles (EUA), conta a história dela e de seu cachorro em belíssimas ilustrações no Instagram.

Ma Van As and Parker (Instagram)

Ma Van As and Parker (Instagram)

As ilustrações criadas por Ma Van As são simples, possuem estilo próprio e são ricamente coloridas, elas transmitem sentimentos reconfortantes mostrando situações corriqueiras do dia a dia que certamente serão reconhecidas por quem já teve um companheiro canino ao seu lado.

Atualmente Van Ma As é casada e vive com o marido, mas a maioria de seus desenhos retrata uma vida a sós com seu cachorro, Parker. Ela diz ao Huffington Post que quando vivia sozinha não achava a situação tão assustadora quanto imaginava, haviam momentos em que ela sentia-se solitária, mas também momentos bons e que deixam boas recordações.

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

“Você sabe que está sozinho e cada decisão tomada afeta diretamente a maneira como você avança com sua vida. Cada dia você aprende a ser mais independente do que no dia anterior. É definitivamente uma experiência que deve ser abraçada”, declara ela.

De qualquer forma, quando se tem um companheiro canino ao lado, nunca se esta sozinho.

Ma Van As conta uma história m imagens com a qual muitos estão familiarizados. Os altos e baixos de viver uma vida compartilhada com um companheiro canino.

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Muitos de seus desenhos ao lado do cão, são de momentos que podem ser dados como certos pela maioria das pessoas, como uma recepção calorosa ao chegar em casa após um dia fora, ou até considerar algo incômodo quando o cansaço é um fator presente ao fim de um dia de trabalho e não há disposição para brincadeiras.

O fato é que os tutores tendem a não valorizar esses pequenos momentos quando estão passando por eles. Mas são estes também os momentos que serão perdidos quando os cães partirem.

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Ela mostra esses momentos de uma forma que enternece pelo reconhecimento e inspira uma reflexão sobre como esses companheiros caninos se fazem sempre presentes, oferecendo amor e carinho incondicionais

Ma Van As se tornou famosa pelo trabalho que ela postou no Instagram, mas também trabalhou para a Disney TV Animation, Rick & Morty e Warner Brothers Animation, entre outros.

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Foto: Ma Van As and Parker/Instagram

Parker é um cão sem raça definida, uma mistura de Chihuahua e Cocker Spaniel, segundo sua e foi adotado há quatro anos.

Ele não aparece em todas as imagens, mas com certeza acrescenta algo maravilhoso quando o faz.

Cão nasce com nariz em formato de coração e encanta a todos

O dálmata Wiley desfila com um coração na sua manga, ou melhor, no seu nariz. Agora com 1 ano completo, o filhote ganhou fama na internet pela forma única desenhada em seu rosto. O cachorro já chegou aos 120 mil seguidores no Instagram.

Lexi Smith, tutora de Wiley, descreve o dálmata como “24 quilos de brincadeiras, ele é desajeitada, danada, comilona, carinhosa, curiosa, doida, boba, feliz e amada”. Ela completou dizendo que nenhum foto pode descrever o quanto o cãozinho significa para ela. “É o meu melhor amigo”, explicou.

Para encontrar Lexi, que mora no Colorado, Wiley teve que sair de Oklahoma. Eles se reuniram no dia de São Patrício e, mesmo que a marca em seu nariz chame atenção, a tutora afirma que esse não foi o motivo que a levou a adotar o cãozinho.

“Ele veio de uma ninhada de 11, onde 8 eram meninos. Então foi difícil escolhê-lo. Sua marca de coração estava lá, mas não completamente formada a ponto de acreditar que ficaria, já que as marcas de um dálmata mudam conforme o tempo. Eu o escolhi porque o criador me disse que ele só dormia, se aninhava nos irmãos e comia, então já tínhamos algumas coisas em comum”, disse Smith.

Aquele pequeno filhote agora cresceu. “Wiley tem mais personalidade em seu corpinho que qualquer cachorro que eu já conheci”, defendeu a tutora.

Felizmente para o filhote, a dupla vive em uma área em que ele pode se divertir e gastar energia.

Smith disse que caminhar é uma das atividades favoritas do cão. “Nós temos tanta sorte por viver no Colorado e ter os lugares mais bonitos para brincar e explorar. Ele ama fazer caminhadas e ir aos grandes parques de cachorro daqui”.

“Ele também gosta de passear de carro, quando ele pode olhar pelo vidro da frente como um copiloto. Mas quando fica com sono, ele ama demais receber carinhos”

Quando Wiley não está se aconchegando, a tutora disse que ele pode ser um pouco teimoso, o que é comum para dálmatas.

“O traço mais forte de dálmata que Wiley tem é me fazer rir o tempo todo. Normalmente, é um sorrisinho enquanto em balanço a cabeça em negativo, rindo em total frustração com a teimosia, mas isso faz parte. Se você não consegue rir disso e não tenta ser criativo para solucionar as situações e treiná-los para parar de serem sapecas, a vida com um dálmata será um desafio”, explicou Smith.

Para Smith, ela não trocaria as teimosias de Wiley por nada no mundo. “Eu fui tão sortuda com o Wiley. Ele tem o melhor coração, e eu nem estou falando do nariz dele. Ele ama todos que conhece e sempre está animado para fazer amigos. Está sendo até fácil treiná-lo e ele vem sendo o melhor companheiro de aventuras que eu poderia pedir. Ele necessita de bastante atenção e é praticamente grudado nos meus pés, mas é isso que eu amo dele”.

Lexi não é a única que entende o quanto o cão é especial. Graças ao seu Instagram, o dálmata chega a ser reconhecido nas ruas.

“Algumas pessoas o reconhecem nas ruas como ‘o cachorro da intenet’. Muitas percebem o nariz de coração, mas a maioria se choca ao ver um dálmata.’Eu não vejo um dálmata há tanto tempo’ ou ‘Nunca vi um dálmata de perto’ são os comentários mais repetidos quando estou com Wiley”, explica Smith.

A decisão de compartilhar Wiley na internet começou com o amor de Lexi por fotografia. “Fotografia sempre foi algo que eu brincava e experimentava e, de repente, eu tinha um filhote lindo que fazia o melhor modelo Eu tinha uma conta pessoal, mas criar uma dedicada exclusivamente ao Wiley me parecia uma ótima alternativa para manter todas as fotos dele”.

“Eu realmente comecei como algo só para mim e talvez para meus amigos verem e criarem memórias de todas as fases do Wiley. Quando a conta começou a crescer, eu me lembro de pensar ‘Eita, e se ele conseguir 5 mil seguidores!’. Nunca imaginei que poderia ser o que é hoje. E continua a crescer! Eu fico chocada constantemente, mas muito grata. Está sendo uma excelente aventura, com certeza”, disse Smith.

“E ai, mãe, se eu jogar uma bola você vai embora e me deixa brincando com o mordedor?”

“Meus planos para hoje? Os mesmos de sempre: morder tudo e ficar sexy”

“É quinta, ou como eu gosto de falar… dia 4 da situação de refém”

“Esse foi um ótimo final de semana”

“Minha mãe me diz para ser humilde, então eu digo ‘pegue o meu melhor lado’, como se eu tivesse um lado ruim”

 

“Me jogue aos lobos que eu volto liderando o banco. To brincando, volto para o jantar”

“Quanto tempo até eles perceberem que nós somos os presentes? Feliz Natal dos seus melhores amigos!”

“É o aniversário dela e é bom ela dividir o bolo”

“Não há nada melhor que se aconchegar com a mamãe perto da lareira quentinha nas festas de final de ano. Infelizmente, nem todo animal tem essa habilidade. É por isso que a mamãe tem aquele bracelete super fofo. Não é um petisco, eu provei. Esse bracelete funda os resgates e casas para animais em abrigos de animais”

“Se faz alguma diferença, eu achei a bolinha”

 

 

Instagram bloqueia conta da ativista mirim Genesis Butler

No ano passado, a ativista mirim conseguiu fundar a Genesis for Animals, a sua própria organização para ajudar santuários de animais (Foto: Genesis Butler/Instagram)

O Instagram bloqueou esta semana a conta da ativista vegana Genesis Butler, estrela da campanha “The Million Dollar Vegan”, da organização Veganuary. Na campanha, Genesis pede ao Papa Francisco para se abster do consumo de alimentos de origem animal durante a Quaresma. Caso ele aceite, a Fundação Blue Horizon vai doar um milhão de dólares para uma instituição de caridade de escolha do papa.

Se por um lado, a iniciativa trouxe bastante visibilidade positiva para a campanha e também para Genesis. Por outro lado, atraiu atenção para o fato de que a ativista mirim tem apenas 12 anos. Como é preciso que o usuário tenha pelo menos 13 anos para utilizar o Instagram, de acordo com as normas da mídia social, Genesis teve sua conta bloqueada. Mas o seu trabalho continua sendo promovido por outros meios, inclusive a campanha “The Million Dollar Vegan”.

No ano passado, a ativista mirim conseguiu fundar a Genesis for Animals, a sua própria organização para ajudar santuários de animais que não estão conseguindo custear despesas com cuidados veterinários e gerais, alimentação, abrigo e transporte.

“Escolhi o nome Genesis for Animals porque meu nome significa um novo começo e quero ajudar a dar aos animais um novo começo. Agora estou começando a arrecadar fundos para santuários e abrigos de todo o país”, anunciou em novembro do ano passado no Instagram. As doações para a Genesis for Animals são dedutíveis do imposto de renda. Genesis se tornou vegana aos seis anos e, desde então, ganhou dois prêmios por seu ativismo em prol dos animais.

Fonte: Vegazeta

Miley Cyrus diz: “Você não pode dizer que se importa com animais se você os come”

Com 82 milhões de seguidores no Instagram, a celebridade vegana Miley Cyrus usou a rede para compartilhar uma mensagem vegana .

Ela postou uma foto em seu storie dizendo: “O chá do dia: você não pode dizer que se importa com animais se os come”.

Imagem: Instagram

Esta não é a primeira vez que Cyrus usa sua influente rede social para promover o veganismo.

A artista, que foi eleita uma das mais influentes veganas em 2017, recebeu o ‘Celebrity Advocate Award’ da The Animal Rights National Conference.

Os organizadores do evento elogiaram Miley por dar “uma forte voz  para os animais” e disseram que ela “não apenas fala, mas caminha no estilo de vida vegano”.

Foto: Instagram

Celebridades veganas

Miley é uma das muitas celebridades que promove o veganismo entre seus seguidores.

Will. I. Am., do Black Eyed Peas, também é um importante ativista da causa nas redes sociais. Ele já reconheceu publicamente os benefícios, em todos os aspectos, de ser vegano. Recentemente, ele lançou o rap vegano “Vibrations pt.1 pt.2”

O clipe tem um foco simples na natureza, perdendo os elementos futuristas e tecnológicos dos anteriores, com cachoeira, fotos da banda em colinas verdes e Will.i.am comendo uma maçã.

“Você come um peixe, eu como plantas”, ele canta.

“Não estou mastigando uma comida com dois olhos e um rosto”, continua ele.  “Tenho uma nova atitude, tenho que estar elevado.”

Boo, o cachorro mais fofo do mundo, morre aos 12 anos

O pequeno Boo, um dos cachorros mais populares na internet, morreu ontem (19).

Foto: Reprodução | Facebook

Já velhinho – tinha 12 anos – Boo havia ficado famoso por causa das fotos e vídeos fofos, postados por seus tutores, em que ele estava tosado como um ursinho.

A sua raça, spitz alemão anão, também é conhecida como “lulu da pomerânia”, e tem uma pelagem bem longa.

Os tutores de Boo disseram que o cachorro começou a ter problemas no coração desde que seu melhor amigo e companheiro – outro spitz alemão chamado Buddy – morreu em 2017.

“Acho que seu pequeno coração literalmente partiu quando Buddy nos deixou”, escreveram os tutores em sua página no Facebook.

Foto: Reprodução | Facebook

Com 16 milhões de seguidores no Facebook, Boo também já fez inúmeras aparições na TV e tinha até um livro sobre ele publicado: Boo – The Life of the World’s Cutest Dog.

O cãozinho era famoso na internet desde 2008, quando tinha 2 anos.

Boo e seu amigo Buddy viveram juntos por 11 anos, até Buddy morrer de velhice em setembro de 2017, aos 14 anos.

Seus tutores, que são americanos, disseram que Boo morreu na manhã de ontem e que estavam de coração partido.

“Mas temos o conforto de saber que ele não tem mais nenhuma dor ou desconforto”, escreveram.

“Sabemos que Buddy foi o primeiro a cumprimentá-lo do outro lado da ‘ponte do arco-íris’, e provavelmente foi o momento de maior alegria para eles em um longo tempo.”

Foto: Reprodução | Facebook

Eles disseram também que amavam Boo com todas as forças e que sentiriam sua falta até o dia em que se encontrassem de novo.

“Se divirta correndo com Buddy e sejam levados onde que que vocês estejam.”

Além de publicar um livro, Boo também já se encontrou com celebridades como Seth Rogan, foi garoto-propaganda de uma companhia aérea americana e esteve em muitos programas de TV.

Ao longo dos anos, os tutores de Boo receberam muitas mensagens de pessoas falando sobre a fofura dele nas redes sociais “iluminava seus dias e ajudava a trazer um pouco de luz para suas vidas em tempos difíceis”.

“E esse foi realmente o propósito de tudo isso… Boo trouxe alegria para pessoas no mundo todo”, disseram.

 

Fonte: Terra