Cadela morre dias depois de cair em galeria pluvial em Novo Horizonte (SP)

Uma cadela morreu dias depois de cair em uma galeria pluvial em Novo Horizonte (SP). No entanto, a queda, que aconteceu na última semana, não foi o que motivou a morte. Diagnosticada com cinomose, a cadela morreu por causa da doença.

Foto: Reprodução / Bom Dia Cidade Rio Preto / TV TEM

O acidente aconteceu no bairro Jardim das Oliveiras. A cadela caiu em uma galeria com mais de dois metros de profundidade. As informações são do G1.

Moradores da região ouviram latidos do animal e acionaram o Corpo de Bombeiros. Não se sabe por quanto tempo a cadela ficou presa no local.

“Ela tinha cinomose e chegou até nós muito debilitada. Tratamos os ferimentos nos olhos, mas ela teve várias convulsões por causa da doença e não resistiu”, afirmou ao G1 a veterinária Viviane Cristina da Silva, que socorreu o animal.

Os militares levaram quase uma hora para conseguir tirar a cadela da galeria. Para isso, eles precisaram usar uma ferramenta hidráulica para cortar barras de ferro existentes no local. Um dos bombeiros entrou na tubulação e pegou a cadela, que estava encolhida e assustada.

Foto: Kall Rigamonte


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Cadela abandonada para morrer em noite fria é resgatada e adotada por policial

Uma cadela foi abandonada para morrer, presa dentro de um saco de ráfia, amarrado por um fio, num canavial às margens da Rodovia General Euclides de Oliveira Figueiredo, a Rodovia da Integração (SP-563), em Tupi Paulista (SP). A vida, no entanto, havia reservado uma nova chance para o animal, que foi resgatado e encontrou um novo lar.

Casaco foi colocado em Vitória para aquecê-la (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Vitória, como passou a ser chamada a cadela, devido à garra que ela teve para sobreviver, foi encontrada no domingo (4) pelo produtor rural Marinho Zamonelo, de 44 anos. Ele passava de carro no local quando viu algo e decidiu parar e verificar.

“Só vi porque ela [cadelinha] levantou a cabeça, como se estivesse pedindo socorro, e no impulso fui tentar desamarrar. Mas ela começou a pular e rosnar, então, fiquei com medo e liguei para os bombeiros, que me orientaram a acionar a polícia local”, lembrou ao G1. “Não é meu costume parar ali, parece que foi uma luz”, completou.

Para Zamonelo, a pessoa que fez isso com a cadela não tem amor no coração. “Tem tanta coisa errada no mundo e isso prova que as pessoas não têm amor no coração, nem pelos animais”, disse. O produtor rural espera não vivenciar a mesma situação de novo, mas garante que irá ajudar caso aconteça.

Policiais salvaram a vida de Vitória (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

“Para fazer o bem, eu paro. O homem não vê, mas Deus vê o que a gente faz”, afirmou.

A cadela foi resgatada por policiais militares da 4ª Companhia de Tupi Paulista, pertencente ao 25º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I) e adotada por um dos agentes. Ao chegar no local da denúncia, os policiais encontraram a cadela dentro do saco, apenas com a cabeça para fora. Assustada, ela se debatia.

A Polícia Militar considera que o animal foi abandonado para morrer. “Com muito custo, os policiais conseguiram libertar o animal e constataram que se tratava de uma fêmea, contudo, encontrava-se muito debilitada e não conseguia se levantar, provavelmente por ter passado toda a noite exposta ao frio intenso que se registrou”, informou a Polícia Militar em nota oficial.

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam que entre 7h e 8h, horário em que o resgate foi solicitado, os termômetros marcavam entre 10,2°C e 11,1°C na região e que, um pouco antes, por volta das 6h, foi registrado 10,1°C.

Comovido com a situação da cadela, o cabo Paulo Barberino Filho tirou a própria jaqueta e colocou sobre Vitória, numa tentativa de aquecê-la. Além dele, participaram da ação os soldados Rodrigo Fernando Nascimento de Souza e Mailson Brito Meneghini e o cabo Fabiano Henrique Vello Rossaneli, que acabou adotando a cadela. O Corpo de Bombeiros e uma ONG de proteção animal de Dracena (SP) também foram acionados.

Vitória foi adotada pelo cabo Rossaneli (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Após o resgate, Vitória foi encaminhada para uma clínica veterinária, onde segue internada. Diagnosticada com hipotermia, ela recebeu os cuidados necessários e, por estar saudável, deve receber alta médica nesta terça-feira (6).

De acordo com o médico veterinário Colombo Guerra Carvalho Júnior, exames foram realizados, dentre eles um hemograma, e foi constatado que o animal está com boa saúde. “Estava somente com a temperatura baixa”, comentou. Vitória recebeu medicamentos, vitaminas e aquecimento. “Duas horas depois, já estava bem e comeu um monte de ração”, completou o profissional, que estima que a cadela tenha menos de um ano de idade.

Final feliz

Apesar da história de Vitória ter começado triste, a ação dos envolvidos no resgate e a atitude de Rossaneli, ao adotá-la, mudaram seu destino. Assim que for liberada da clínica, a cadela poderá viver uma nova vida ao lado de sua nova família.

O cabo da PM decidiu adotar Vitória após se comover com a situação em que ela foi encontrada. Ele conversou com a esposa, que concordou e, então, formalizou a adoção.

Rossaneli disse ao G1 que este foi o primeiro resgate de animal em situação de abandono no qual ele atuou. “Como uma pessoa dessa [que abandonou] dorme à noite?”, questionou o policial.

Cadela foi abandonada para morrer (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

O militar lembrou que, após encontrar a cadela graças à denúncia recebida pela PM, a equipe policial fez contatos para ajudar o animal. Dentre as pessoas contactadas está a protetor de animais Joisiany Ceber, que foi a responsável por encaminhar Vitória ao veterinário e a escolher o nome dela.

“Vou manter esse nome, porque ela foi forte. Na situação em que ela estava, não se sabe desde que horas, ela sobreviveu”, afirmou o cabo. “Me sinto agradecido por dar uma segunda chance para o bichinho”, acrescentou.

Repercussão 

Publicada na rede social da Polícia Militar do Estado de São Paulo, a história do resgate de Vitória alcançou, até a publicação desta reportagem, aproximadamente de 35 mil reações, 12,9 mil compartilhamentos e 7,9 mil comentários.

A repercussão foi tamanha que o caso chegou ao conhecimento da ilustradora Gisele Daminelli, de Santa Catarina. Comovida com o desfecho da situação, ela fez um desenho que retrata o momento em que Vitória foi aquecida pelo casaco de um dos policiais.

Ilustradora retratou resgate de Vitória em desenho (Foto: Reprodução/Instagram)

Rossaneli ficou surpreso com o alcance que o caso teve. “A gente tira foto para mostrar aos comandantes, no caso, para chamar a Joisiany”, comentou.

Nas redes sociais, a atitude daqueles que participaram do resgate foi elogiada. “Parabéns a todas as equipes pelo bom coração”, escreveu um internauta. “É assim que se demonstra o respeito a vida, pena que a maioria dos olhos não enxergam”, disse outro.

A Polícia Militar também parabenizou os agentes e as demais pessoas que se envolveram no resgate. “Parabéns aos guerreiros que participaram do atendimento e apoio. Não mediram esforços para amparar o próximo, ainda que este tivesse sido um animal indefeso”, incentivou a PM.

Cabo Barberino tirou sua jaqueta e colocou em Vitória para protegê-la do frio (Foto: Polícia Militar/Divulgação)


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Gata desliga despertador do celular da tutora e o caso viraliza na internet

Uma gata foi flagrada pelas tutoras desligando o despertador do celular delas. A situação foi registrada em um vídeo (confira abaixo) que, após ser divulgado, viralizou na internet. O casal Juliane Cristiane da Silva, de 28 anos, e Daniela Cristina Marinello, de 34, perdeu hora algumas vezes até descobrir o que estava acontecendo.

Joaquim desliga despertador do celular da tutora (Foto: Arquivo Pessoal)

Daniela deixou de escutar o despertador em algumas manhãs, segundo o relato da companheira Juliane. Ao acordar, ela encontrava o celular no chão e a gata em cima do criado mudo.

Desconfiado, o casal decidiu aproveitar as férias para fazer um teste. “Acordamos pela manhã, programamos o celular para despertar e comecei a gravar. Achei a situação bem engraçada”, disse Juliane ao G1.

O vídeo foi publicado por um amigo de Juliane em um grupo em rede social e viralizou. A repercussão surpreendeu a tutora da gata.

O animal, no entanto, já começou a perceber quando está sendo gravado pelo casal. “Ela sempre levanta, se não vai desligar o alarme, ela chama a atenção da gente, se esfrega no nosso rosto para desligarmos”, disse Juliana, que afirmou ainda que a gata fica brava quando não consegue desligar o despertador. “Acho que ela percebeu que a gente levanta e vai embora quando o despertador toca e ela, na verdade, quer que a gente fique lá. Ela é muito carinhosa e gosta de ficar dormindo com a gente”, explicou.

Daniela (à esquerda) e Juliane (à direita) com a gata Joaquim (Foto: Arquivo Pessoal)

A gata, de 7 anos, se chamava Maria Joaquina, mas teve seu nome mudado para Joaquim. Segundo Juliane, a mudança foi feita porque Joaquim é um nome mais fácil de pronunciar quando é preciso dar uma bronca na gata por alguma travessura dela.

O casal tutela outros cinco gatos, no entanto, a única que tem um comportamento inusitado é Joaquim. De acordo com Juliane, a gata é dominante e se considera dona do território.

“Ela é esperta, muito expressiva, impõe a personalidade. A gente sabe quando ela quer comer, dormir, quando quer que a gente fique quieta, é muito impositiva. Sempre foi assim”, disse Juliane.


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Cães estão abandonados há um mês em casa vazia e suja no interior de SP

Uma família mudou de endereço e abandonou dois cachorros em uma casa fechada em Araraquara, no interior de São Paulo. Os animais estão sozinhos no local, em meio à sujeira, há pelo menos um mês e só não morreram de fome e sede porque vizinhos, comovidos com a situação, passaram a dar água e comida para eles.

Tutores se mudaram e abandonaram os cachorros em casa vazia (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

A dona de casa Fabiana da Motta Gimenez denunciou o caso à Polícia Militar Ambiental, mas nenhuma providência foi tomada. Ela não mora no bairro, mas vai duas vezes ao dia no local para cuidar dos animais e dar carinho para eles. “Não é ser humano. É um animal, mas é uma vida”, disse Fabiana, em entrevista ao G1.

A Gerência de Zoonoses, da Prefeitura de Araraquara, disse que vistoriou o local na quinta-feira (1º) e que a família dos antigos moradores da casa foi orientada a ficar responsável pelos animais. A Zoonoses vai acompanhar a situação e, se os cães não receberem os cuidados devidos, os parentes serão responsabilizados por maus-tratos.

Ao ser questionada, a Polícia Militar Ambiental informou que foi chamada duas vezes ao local, mas que não possui registro de maus-tratos a animais.

Fabiana da Motta Gimenez cuida dos cachorros (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

A casa onde os cães, um macho e uma fêmea, estão abandonados fica na rua Comendador Pedro Morganti, no bairro São José. Vizinhos relatam que os moradores do local se mudaram e deixaram o portão trancado.

Além de Fabiana, a auxiliar de cozinha Silvana Sass de Souza também ajuda a cuidar dos cães. “Eles eram maltratados já com os donos na casa. Se nós não estivéssemos dando água e comida eles já estariam mortos”, lamentou.

A propriedade era alugada e, até o momento, o dono do imóvel não tomou qualquer atitude para resolver a situação. “Eles têm direito de ter um lar, amor”, disse Silvana.

Cães estão vivendo em meio à sujeira (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

O estudante Jhonatans Azevedo, que mora nos fundos, é irmão do homem que vivia na casa e se mudou. Ele afirma que tem pouco contato com o irmão, mas que telefonou para ele e questionou o motivo dos cães ainda estarem na residência.

“Doaram os cachorros, mas foi passado para gente que eles escaparam e voltaram aqui”, afirmou. Os cães teriam passado pelas grades do portão e entrado no quintal quando estavam mais magros.

“Queria entrar limpar, dar uma ajeitada e dar um lar para eles, para não ficarem assim”, disse Fabiana.


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Cachorro é resgatado após cair em poço de 5 metros de profundidade

Um cachorro caiu dentro de um poço em um terreno baldio na cidade de Araras, no interior de São Paulo. O acidente aconteceu na manhã de terça-feira (1º).

Foto: Beto Ribeiro Repórter

O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou uma equipe ao local para salvar o animal, que não se feriu. As informações são do portal G1.

De acordo com os militares, o acidente aconteceu em um terreno baldio na rua Irmã Diva Patarra, no Jardim Piratininga. O poço tem cinco metros de profundidade.

Para retirar o cachorro do buraco, a corporação precisou usar uma escada. Cinco bombeiros participaram da ação. Não há informações sobre o animal ter ou não um tutor responsável por ele.

Foto: Beto Ribeiro Repórter


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Suspeita de jogar gata em direção a cão é ouvida pela polícia no interior de SP

A suspeita de arremessar uma gata em direção a um cachorro da raça rotweiller prestou depoimento à polícia na quinta-feira (25). O crime de maus-tratos a animais aconteceu no Jardim Simus, em Sorocaba (SP), e foi flagrado por uma câmera de segurança.

Foto: Reprodução / TV TEM

O delegado Mário Ayres, que investiga o caso, afirmou que a jovem mora no bairro onde a gata vive e foi identificada pelas imagens da câmera e por testemunhas.

A tutora do animal, a advogada Regina Santos de Almeida, também foi ouvida pela polícia nesta quinta-feira.

“Nesta quinta-feira tivemos as oitivas e vamos dar prosseguimento com as investigações. A jovem pode responder por crueldade contra animais”, disse Ayres ao G1.

A tutora identificou a gata após ver as imagens registradas pela câmera. “Meu estado emocional está abaladíssimo. Só Deus sabe o que ela faz com outros animais, porque não respeita nem os animais dos outros. Mas meus animais são meus filhos e eu vou defender minha filha”, disse a advogada.

“A criação dessa menina é péssima. Se o cachorro pega teria estraçalhado a Bela. É muita maldade”, lamentou.

Foto: Regina Santos Ferreira de Almeida/Arquivo Pessoal

Entenda o caso

Uma câmera de segurança registrou o momento no qual dois jovens caminhavam com um cachorro na rua quando a mulher vê um gato na calçada. De acordo com informações da TV TEM, a jovem para, segura o animal no colo, faz carinho nele e, em seguida, o joga na direção do cão, que aparenta ser da raça rottweiler.

O cachorro avança na direção do gato, mas é segurado pelo rapaz, que quase é arrastado pelo animal. Assustado, o gato foge enquanto a dupla segue andando pela rua.


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Cachorro cai em rio e é resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Jundiaí (SP)

Um cachorro caiu no Rio Jundiaí, nas proximidades do Jardim Botânico, em Jundiaí (SP), e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

O acidente aconteceu na terça-feira (23) e os militares se deslocaram até o rio após moradores da região perceberem que o cachorro havia se acidentado e acionarem a corporação.

O Corpo de Bombeiros informou que dois agentes usaram uma corda para resgatar o cachorro. As informações são do portal G1.

Após ser salvo, o cachorro pulou nos militares, como se estivesse agradecendo-os por ter sido resgatado por eles.

A corporação afirmou que, apesar da queda, o cachorro não se feriu. O tutor dele não foi localizado.


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Cachorro assiste à missa e recebe cuidados de padre em Olímpia (SP)

Um cachorro passou a frequentar as missas da Igreja Matriz de São José, em Olímpia (SP). Zézinho, como é chamado, até levanta as patas na hora da entrega da hóstia.

Foto: Leonardo Concon

O animal foi flagrado na igreja pelo jornalista Leonardo Concon. “Acho que ele pensou que estava todo mundo comungando e queria comer a hóstia também”, brincou o jornalista.

O caso foi divulgado por Concon em rede social e viralizou. “Oh, meu Deus, que lindo! E o rabinho chega a balançar de alegria”, escreveu uma internauta. “Coisa mais linda amor de Deus que faz esse animal assistir missa”, disse outra. As informações são do G1.

O padre Ivanaldo Mendonça, responsável pela paróquia, cuidou do animal, oferecendo carinho e alimento pra ele. No entanto, segundo o sacerdote, o cachorro tem tutor.

De acordo com o padre, Zézinho chegou a ir à casa dele e depois o acompanhou até a igreja. “Ele é muito carinhoso, e como eu o agradei dando comida, água e carinho, ele ficou me seguindo ”, afirmou o padre.

Foto: Leonardo Concon


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Cidades do interior de SP estão sem vacinas contra raiva para animais

As cidades de Guararapes, Valparaíso, Auriflama e Pereira Barreto, no interior do estado de São Paulo, podem ter a campanha de vacinação antirrábica, destinada aos animais, cancelada este ano. Isso porque faltam doses da vacina nos municípios.

Foto: Reprodução/TV TEM

Em Guararapes, o estoque de vacina durou até maio. Desde então, o município, que aguarda um comunicado do Departamento Regional De Saúde (DRS), responsável por distribuir as vacinas, não recebeu novas doses. A campanha está prevista pra começar nas primeiras semanas de agosto, mas pode ser cancelada se as vacinas não forem entregues. A cidade não registrou nenhum caso de raiva este ano.

Valparaíso não tem vacinas desde o início de julho. Se as vacinas não forem entregues, a campanha prevista para a segunda quinzena de agosto não será realizada, assim como em Auriflama, que depende da distribuição das doses para realizar a campanha em agosto. As informações são do G1.

Em Pereira Barreto, a campanha foi iniciada na última semana, mas foi interrompida nesta quarta-feira (24) por falta de estoque.

O Ministério da Saúde afirmou que aguarda entrega do laboratório fornecedor, que afirmou ter encontrado problema técnicos na fase de produção das vacinas.

De acordo com o Ministério Público, a pasta está empenhada em resolver o problema e irá enviar as doses aos estados assim que a produção for normalizada.


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Câmara de Araras (SP) aprova projeto que permite entrada de animais em hospitais

A Câmara Municipal de Araras (SP) aprovou um projeto de lei, em votação realizada na segunda-feira (22), que permite a visita de animais a pacientes internados em hospitais da cidade.

Foto: Divulgação/PUCRS

O texto da proposta determina que a visita só poderá ser feita havendo autorização do médico responsável pelo paciente. Além disso, o animal deverá estar com a vacinação em dia e será preciso apresentar um laudo que ateste as boas condições de saúde e de higiene dele.

O projeto estabelece ainda que o animal seja colocado em caixa de transporte adequada. No caso de cachorros e gatos, será necessário o uso de coleira e guia e, se preciso, de focinheira. As informações são do G1.

As normas e procedimentos de visitas, como tempo e local, deverão ser estabelecidas pelos próprios hospitais, seguindo suas políticas internas.

O projeto de lei segue agora para análise do prefeito, que tem 60 dias para optar pela sanção ou pelo veto.


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