Disque-denúncia contra maus-tratos e abandono de animais é lançado em Cubatão (SP)

Um disque-denúncia contra maus-tratos e abandono de animais foi lançado na quarta-feira (24) em Cubatão (SP). O lançamento foi realizado no gabinete do prefeito Ademário Oliveira. As denúncias devem ser feitas através do número 0800-1216246.

Foto: Marcus Cabaleiro/PMC

O serviço contará com uma médica veterinária da prefeitura, que irá atender às denúncias, que poderão ser feitas das 9h às 12h e das 13h às 16h, de segunda a sexta-feira. Foi estabelecido um prazo de até 48 horas para que a fiscalização seja feita. Os responsáveis pelos casos de maus-tratos poderão ser punidos com notificações, multas e até prisão.

“A pessoa que comete abuso animal fatalmente comete ou cometerá uma agressão a outro ser humano, geralmente um parente”, afirmou o prefeito ao lembrar que os casos de maus-tratos são alarmantes não só pela crueldade promovida contra os animais, mas também pela relação entre a violência promovida contra animais e humanos. Ademário embasou sua fala num estudo, feito com dados da Polícia Militar, que mostra que um terço das pessoas autuadas após terem maltratado animais também possui outros registros criminais, principalmente envolvendo violência contra pessoas.

Além disso, o disque-denúncia também é uma ferramenta de política pública de saúde, conforme lembrou a secretária de Saúde do município, Andréa Pinheiro Lima. “Um animal maltratado provavelmente também não é vacinado e, assim, poderá se tornar vetor de doenças para os humanos. Esse é um grande passo para a Saúde Pública”, explicou ao portal Sistema Costa Norte Comunicação.

Autor da lei que cria o disque-denúncia, o vereador Anderson de Lana considera a implementação do serviço um “marco importante para a causa animal em Cubatão”. O parlamentar elogiou o empenho do Serviço de Zoonoses ao montar a estrutura do disque-denúncia e lembrou que as feiras de adoção promovidas pelo setor garantiram que o número de animais abrigados na unidade caísse de 188 para 88 desde janeiro, quando o incentivo à adoção começou a ser promovido através desses eventos.

O prefeito falou ainda sobre uma parceria feita pela administração municipal, com recursos de emendas parlamentares, para a instalação de dois castramóveis no município.

As denúncias poderão ser feitas sob sigilo e apenas por meio do 800, não sendo aceitas denúncias via redes sociais. Após denunciar, a pessoa receberá um número de protocolo para acompanhar o caso.

O serviço levará em consideração a classificação de maus-tratos definida pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. No município, já existe uma lei que proíbe práticas cruéis cometidas contra animais.


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Jovem dá brinquedos para cachorro de vizinha para que ele não se sinta sozinho

A estudante de pedagogia Nichole Carvalho decidiu ajudar sua vizinha Maria Luiza Valcazara e o cachorro dela, que chorava muito quando a tutora saía para trabalhar. Maria Luiza fechava a porta e o pequeno Chips, de 5 meses de idade, começava a latir e a chorar, deixando claro que não gosta de ficar sozinho. Para tentar solucionar o problema, Nichole comprou brinquedos e presenteou o animal, na tentativa de distraí-lo e ajudá-lo a ficar bem na ausência da tutora.

Maria Luiza e Chips (Foto: Arquivo pessoal)

“Ele sentia falta, queria atenção. Era só fechar a porta e ele ficava chorando”, disse ao G1 a estudante de contabilidade.

Nichole decidiu ajudar a vizinha, que mal conhecia, após ver outros moradores do condomínio reclamando do choro do cachorro em um grupo criado num aplicativo de troca de mensagens.

“Eles comentavam que tinha um cachorro chorando no prédio. E eu comecei a pensar o que podia fazer para tentar ajudar. Eu passei pela mesma situação quando meu cachorro era filhote”, comentou.

Nichole, então, foi à região central de Marília e comprou brinquedos de cachorro. Em seguida, escreveu uma carta endereçada ao cão e colocou em uma sacola, junto com os presentes. Tudo foi deixado em frente à porta de Maria Luiza.

Foto: Reprodução/Redes sociais

A sacola foi encontrada por uma colega de apartamento de Maria Luiza, que entregou os presentes e a carta para ela. A tutora do cachorro ficou emocionada com a atitude de sua vizinha.

“Eu até chorei. Fiquei em choque. Achei a atitude muito bonita. Tem gente que reclama e não pergunta se o outro precisa de ajuda. Foi surpreendente”, afirmou.

E não foi só Maria Luiza que aprovou a atitude de Nichole. Nas redes sociais, a estudante também foi bastante elogiada. “Muita gente que nem conheço elogiou minha atitude. Eu acho que não adianta a gente criar intriga. Conversar é o melhor caminho”, contou.

A ação da vizinha levou as duas a se aproximarem. Com isso, os cachorros delas também puderam se conhecer. “Ela é um amor de pessoa. Eu mandei uma mensagem agradecendo e combinamos de marcar um dia para eles se encontrarem. Eles se deram muito bem. Parecia que já se conheciam há muito tempo”, afirmou Maria Luiza.

Chips e Corote se tornaram amigos (Foto: Arquivo pessoal)

Segundo ela, Chips tem chorado bem menos quando fica sozinho. “Vou trabalhar tranquila agora. Ele não larga os brinquedos que ganhou da Nichole. Eles ajudam a distrair muito. E ele também se acostumou com a rotina, percebeu que a gente sai, mas sempre volta”, disse.

Com a nova amizade entre as vizinhas, passeios que envolvem os cachorros têm sido marcados com frequência. “É muito bom para o Chips porque ele ama companhia. Quando solta os dois, eles brincam muito. O Chips volta para casa morto de cansado”, concluiu Maria Luiza.

Corote e Nichole (Foto: Arquivo pessoal)

Confira a íntegra da carta escrita por Nichole:

“Oi, aumigo

Tenho percebido que você anda chorando bastante quando fica sozinho, e eu já passei por essa fase. Conversei com a minha mamãe ontem e decidimos juntas lhe presentear com esses brinquedinhos, assim você pode se distrair quando se sentir só. Aproveito aqui para te fazer um convite: eu moro só com a mamãe e, por isso, tenho um quarto só meu para bagunçar o quanto quiser, então você pode passar um tempo aqui comigo! Faremos muita festa juntos!!! Esperamos que você goste do que escolhemos para você!

Muitos lambeijos da Corote e da minha mamãe Nichole (ap. 41)”


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Câmera flagra jovem arremessando gato em direção a cachorro em SP

Uma jovem foi flagrada por uma câmera de segurança enquanto jogava um gato na direção de um cachorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. O caso de maus-tratos aconteceu na segunda-feira (22) no bairro Jardim Simus.

Foto: Reprodução/TV TEM

O vídeo mostra dois jovens caminhando com um cachorro na rua quando a mulher vê um gato na calçada. Ela para, segura o animal no colo, faz carinho nele e, em seguida, o joga na direção do cão, que aparenta ser da raça rottweiler.

O cachorro avança na direção do gato, mas é segurado pelo rapaz, que quase é arrastado pelo animal. Assustado, o gato foge enquanto a dupla segue andando pela rua. As informações são da TV TEM.

Foto: Reprodução/TV TEM

Submeter um animal a uma situação de risco, causando sofrimento psicológico a ele, configura maus-tratos, crime previsto na Lei Federal nº. 9.605/98, com pena de até um ano de detenção, além de multa.

Denúncias sobre maus-tratos a animais, em situação emergencial ou de flagrante, devem ser feitas à Polícia Militar (190) ou à Guarda Civil Municipal (153).


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Polícia salva 20 cães que viviam presos em caixas e multa mulher em R$ 60 mil

A Polícia Militar Ambiental aplicou uma multa de R$ 60 mil a uma mulher de 52 anos que manteve 20 cachorros em situação de maus-tratos em uma chácara em Álvares Machado, no interior de São Paulo. Os cães eram mantidos presos dentro de caixas pequenas feitas de madeira.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida

O caso foi registrado na sexta-feira (19) quando os policiais foram averiguar uma denúncia de maus-tratos. Além da multa, os agentes lavraram um auto de infração ambiental. As informações são do G1.

ONGs de proteção animal de Presidente Prudente, cidade próxima à localidade onde o crime foi registrado, também participaram da ação de resgate.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida

Os policiais autuaram a mulher segundo o artigo 29 da Resolução SMA – 48/2014, que determina que “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A multa é de R$ 3 mil por animal maltratado.

Após serem resgatados, os cachorros foram levados para uma ONG de Martinópolis para receberem os cuidados necessários.

Foto: Polícia Ambiental/Cedida


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Campus da USP em Bauru (SP) inicia ação para combater abandono de animais

O campus da USP em Bauru, no interior de São Paulo, realiza um projeto para combater o abandono de animais no local. A ação, criada em 2018, tem focado no momento nos gatos e é executada por representantes da Prefeitura do Campus (PUSP-B), da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) e do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC).

Foto: Denise Guimarães

O projeto gira em torno de questões como o abandono, o manejo, a importância do CED (capturar, esterilizar, devolver) e da alimentação coordenada e organizada de animais ferais – isso é, que não estão domesticados.

“As ações propostas são baseadas em experiências de outros campi, trabalhos acadêmicos e parcerias com a Prefeitura Municipal de Bauru, entre outras. Foi entendido que o controle populacional organizado é a melhor solução para o caso”, informa o arquiteto Vítor Locilento Sanches, chefe Técnico da Divisão de Manutenção e Operação da PUSP-B e presidente da Comissão de Manejo de Animais do Campus USP de Bauru.

Desde que o projeto foi iniciado, não foram encontradas novas ninhadas no campus, nem ocorreu aumento populacional dos animais. Sanches considera o resultado positivo e defende que o trabalho continue sendo realizando. As informações são de Luis Victorelli, do Jornal da USP.

“É importante ressaltar que o grupo não completou um ano de trabalho e, segundo relatório realizado pela Esalq [Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP], a experiência de resultados em ação similar na Universidade da Flórida (EUA) levou 11 anos para ser considerada com sucesso”, comenta.

A comissão não executa ações, mas assessora dirigentes em decisões sobre a definição de metodologias. “O trabalho de alimentação, cuidados com água e captura dos animais para castração é feito por voluntários que já realizavam essas atividades antes da comissão”, diz Sanches, que lembra ainda que o campus não é o local adequado para os gatos viverem.

A alimentação dos animais está sendo custeada por voluntários que se sensibilizam com a situação de abandono. De acordo com o presidente da comissão de manejo, não impedir o aumento da população dos animais somente sobrecarregaria os custos que essas pessoas têm.

Ao encontrar cachorros, gatos ou outros animais precisando de ajuda, a comissão recomenda que a pessoa os encaminhe para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ou para ONGs para que situações de doença e abandono sejam resolvidas e os animais sejam disponibilizados para adoção.

Orientados pela comissão, os voluntários passaram a oferecer apenas ração seca aos animais e a dispor os potes com o alimento em pontos pré-estabelecidos para evitar acidentes entre eles e automóveis das pessoas que circulam pelo estacionamento. Eles também mantêm as vasilhas de água limpas para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

Capturar, esterilizar e devolver

Uma metodologia internacional de controle populacional de gatos, denominada “capturar, esterilizar e devolver (CED)”, está sendo utilizada no campus. Marcações são feitas, como forma de controle, na orelha dos gatos castrados – sem dor ou prejuízo ao animal – para que ele não seja capturado duas vezes para castração.

Por não estarem domesticados, alguns animais são extremamente ariscos e não podem ser encaminhados para adoção. Por isso, após serem castrados, são devolvidos ao campus. Por serem territorialistas, os gatos não permitem novos membros no grupo com facilidade e, por isso, após serem feitas as esterilizações que impedem a procriação, o número de animais tendem a se manter fixo.

Parte dos animais foi castrada por meio de financiamento coletivo feito pelos voluntários que os alimentam e o restante através de parceria entre a USP, em Bauru, e o Centro de Controle de Zoonoses de Bauru, sem qualquer custo.

Nos edifícios da universidade que estão voltados para a rua foram afixadas placas que alertam que o abandono de animais configura crime e está previsto na Lei Federal nº 9605/1998, com punição de detenção de até um ano, além de multa.


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Égua explorada por carroceiro é forçada a carregar montanha de mato

Uma égua explorada por um carroceiro foi forçada a transportar uma montanha de mato em Urupês (SP). O caso aconteceu no Jardim Novo Mundo e foi flagrado por uma moradora, que se revoltou com a cena de maus-tratos e questionou o tutor do animal.

A moradora afirmou à TV TEM que um carroceiro colocou o mato sob a égua e que ao questioná-lo sobre o peso e a quantidade do material carregado pelo animal, recebeu a resposta de que a égua é idosa e que ele já iria descarregar os restos de podas.

Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a mulher, que não quis ser identificada, além de ser forçada a carregar o mato, a égua também estava com uma pata machucada.

A Polícia Militar foi procurada pela reportagem e afirmou que não recebeu nenhuma denúncia, mas que vai tentar identificar e localizar o carroceiro. De acordo com a PM, o homem pode responder pelo crime de maus-tratos a animais.

A Prefeitura de Urupês disse que o caso está sendo investigado e que providências serão tomadas. Ainda de acordo com a administração municipal, o carroceiro estava desrespeitando as leis que estabelecem regras para o trânsito de carroças na cidade.

Casos de maus-tratos promovidos contra animais podem ser denunciados pelos moradores de Urupês através do telefone (17) 3552-1282.


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Cachorro fica famoso na internet após destruir cama da tutora

Um cachorro ficou famoso na internet após a tutora dele divulgar imagens que mostram a destruição que ele fez na cama dela e em um controle remoto de televisão. O caso, que aconteceu em Bauru (SP), repercutiu em rede social na quinta-feira (18). Chico, como é chamado, tem oito meses de idade e foi adotado pela gerente de uma empresa de telefonia Patrícia Rodrigues Barros, de 48 anos, para fazer companhia a Luke, outro cachorro da família.

Foto: Arquivo Pessoal

No momento em que gravava o vídeo, Patrícia afirmou que ia devolver o cachorro. Depois, no entanto, ela justificou que estava apenas brincando e que não irá se desfazer do animal, muito menos abandoná-lo.

A tutora contou ao G1 que os cachorros ficam no quintal durante o dia e dormem dentro de casa à noite.

No dia em que destruiu parte do quarto, Chico foi encontrado deitado na cama, com parte da espuma destruída, a roupa de cama rasgada e um controle remoto parcialmente destruído. Luke, o outro cachorro da família, não apareceu nas imagens, mas estava embaixo da cama no momento em que Patrícia flagrou a destruição. Tudo aconteceu enquanto a tutora ia ao cinema.

Foto: Arquivo Pessoal

“Fiquei chocada, quase enfartei. Fiz o vídeo, coloquei toda a espuma para conseguir dormir e no outro dia comprei um protetor de colchão”, disse. “Estou tipo marido que não quer encarar a mulher e fica no bar e não quer ir para a casa. Neste caso eu sou o marido e o Chico é a mulher. Adotei cachorro e cresceu dinossauro”, brincou.

Patrícia contou ainda que já está acostumada a ter a casa revirada por Chico, que já destruiu quatro caminhas de cachorro, as almofadas da sala, roupas penduradas no varal e vasos de planta, além da cama da tutora e do controle remoto. Uma casinha de papelão que Patrícia deu para o cão, no entanto, ele ignorou. “A gente quer agradar, mas parece que não gosta. O mais simples e mais fácil de destruir foi o que gostou”, afirmou.

Foto: Arquivo Pessoal

A filha mais velha de Patrícia, de 25 anos, decidiu adotar Chico em uma feira de adoção em Bauru para fazer companhia para Luke, de 7 anos. “Tinha uns trinta cachorros que pareciam loucos. Acredite, ele era o único, no cantinho, com carinha de dó. Eu mal sabia que estava se passando de vítima. Pegamos um cão e virou um furacão, mas carinhoso”, afirmou a tutora.

Com a grande repercussão do vídeo, que teve milhares de visualizações, Patrícia teve que explicar, em rede social, que não irá deixar ou abandonar Chico e que tanto ele quanto Luke continuarão morando com ela.

“Vai ficar dentro de casa, tenho dó. A gente fala que vai devolver, mas é só brincadeira”, concluiu.

Veja o vídeo:

Nota da Redação: filhotes tem muita energia para gastar, assim como alguns cachorros adultos também têm. É importante, portanto, que essa energia seja gasta para que o animal não se torne destrutivo. A ANDA recomenda aos leitores que façam passeios diários com os animais até que eles estejam cansados e que brinquem bastante com eles. Além disso, reforçamos a necessidade de adotar animais de forma responsável, sabendo que mesmo com passeios eles podem vir a destruir algum objeto da casa e que isso jamais deve ser justificativa para devolvê-los, doá-los ou abandoná-los. Animais são vidas e devem ser tratadas com respeito, amor e compreensão.


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Animais são encontrados mortos dentro de sacos plásticos em Presidente Prudente (SP)

Corpos de animais mortos foram encontrados dentro de sacos plásticos em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O caso foi denunciado à Delegacia Participativa.

De acordo com um boletim de ocorrência registrado, é possível que os animais tenham vindo de clínicas veterinárias. Eles foram encontrados no Parque Alexandrina. As informações são do G1.

Foto: Sandro Bittencourt/TV Fronteira

O parque, que é uma área de preservação ambiental próxima a um rio, tornou-se um cemitério a céu aberto. No local, foram localizados inúmeros animais envoltos em sacos plásticos.

Em depoimento à polícia, um funcionário afirmou que descobriu que uma das pessoas envolvidas no caso trabalha em uma clínica veterinária.

De acordo com a Prefeitura de Presidente Prudente, a situação será levada ao conhecimento do Ministério Público e da Polícia Ambiental.


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Touro morre após ser torturado em Festa do Leite de Batatais (SP)

Um touro morreu após ser torturado durante a Festa do Leite de Batatais, no interior de São Paulo. O evento é realizado do dia 5 a 14 de julho e conta com shows musicais e com exposição de animais.

Foto: Reprodução

Na última terça-feira (9), um dos touros explorados pelo evento se negou a entrar em um caminhão de transporte após ser retirado do recinto principal do local. O animal deitou no chão e, desse momento em diante, passou a ser torturado.

Os responsáveis por retirar o animal do recinto passaram a dar choques nele usando um bastão elétrico e a chutá-lo para tentar fazê-lo levantar do chão. Um dos homens chegou a tapar o nariz do touro com as duas mãos para que ele sentisse falta de ar, ficasse incomodado e se levantasse.

Após ser agredido, o boi levantou assustado e correu em direção ao caminhão de transporte. Em seguida, o animal bateu a cabeça no veículo e morreu.

A morte foi confirmada pela prefeitura da cidade, que divulgou uma nota sobre o caso. No comunicado, a prefeitura tratou de culpabilizar o animal pela própria morte, retirando a responsabilidade da equipe pela tortura promovida contra o touro.

“A Prefeitura vem publicamente lamentar o fato ocorrido. O animal, que estava em exposição no evento 44ª Festa do Leite de Batatais apresentava comportamento agressivo e, por essa razão, foi solicitada a retirada do recinto. O proprietário foi acionado e, acompanhado de sua equipe, fez a retirada do animal. No momento do embarque, o boi investiu contra a carroceria do veículo de transporte, colidindo a cabeça nas ferragens e o levando a óbito”, diz a nota.


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Prefeitura de Taubaté (SP) aumenta multa para abandono de animais em vias públicas

A Prefeitura de Taubaté, no interior de São Paulo, aumentou as multas para tutores que abandonarem animais de grande porte em vias públicas e tornou as regras sobre o tema mais rígidas. As mudanças foram aprovadas pela Câmara Municipal, sancionadas e promulgadas pelo Executivo Municipal no final de junho. As novas normas entraram em vigor neste mês de julho.

Foto: Divulgação/PMT

O artigo 444-A da Lei Complementar 442, de 28 de junho de 2019, proíbe o abandono de animais de grande porte – equinos, muares, bovinos, caprinos, ovinos, bubalinos, suínos – nas vias públicas, em áreas verdes, nos logradouros públicos ou em locais de livre acesso ao público. Soltos nesses locais, os animais podem se envolver em acidentes de trânsito que podem ferir e tirar a vida deles e dos motoristas. As informações são do portal O Vale.

No que se refere à rigidez das novas regras, a lei estabelece, em parágrafo único do artigo 565, que o tutor terá que comprovar a tutela do animal, mediante apresentação do registro do animal nos órgãos competentes, carteira de vacinação ou outro documento que possa comprovar a tutela para poder retirar o animal do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), para onde ele será levado após ser resgatado pela administração municipal. Além de comprovar a tutela, o animal só sairá do CCZ se o tutor pagar a taxa de resgate, no valor de cinco UFMTs (R$ 973,35) e a taxa de permanência, no valor de uma UFMT (R$ 194,67) a cada três dias.

Em 2018, 31 animais de grande porte foram resgatados pelo CCZ. No primeiro semestre de 2019, foram 9.

Ao encontrar um animal de grande porte abandonado em via pública, o morador deve acionar a Secretaria de Mobilidade Urbana da cidade, para que medidas de reforço à segurança no trânsito sejam tomadas, e o CCZ. A Secretaria deve ser comunicada através do telefone 156. O contato do CCZ, que funciona das 8h às 17h, é o 5704-8048, e o endereço é Estrada Particular dos Remédios, nº 2.764, Bairro dos Remédios.


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