Internet muda a vida de cachorro abandonado em abrigo que adoeceu de tristeza

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando a família de Ritter infelizmente perdeu sua casa, eles não podiam mais cuidar dele ou de seu irmão cachorro, Corky. Mesmo que isso tenha partido seus corações, eles tiveram que entregar ambos os cães ao abrigo da Humane Society para Hamilton County, em Indiana, nos Estados Unidos – e assim que sua família o deixou para trás, o pobre Ritter simplesmente não conseguiu conter sua tristeza.

“Como acontece com muitos cães, ele estava petrificado, nervoso e muito triste”, disse Megan Bousley, especialista em comunicação e marketing da Humane Society, em Hamilton County, ao The Dodo. “Eles não entendem onde sua família foi e estão confusos e assustados com o ambiente novo e barulhento.”

Assim que ficou sozinho em seu canil, tudo que Ritter pôde fazer foi sentar-se encostado na parede, olhando para o chão, muito chateado e confuso com sua nova realidade.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

É claro que todos no abrigo fizeram o possível para que Ritter se sentisse tão amado quanto era humanamente possível – mas ainda assim não é o mesmo que ter um lar e uma família.

“Ele recebeu muito amor e atenção da equipe”, disse Bousley. “Enquanto ele está acuado e nervoso em seu canil, ele fica cheio de alegria lá fora, apenas querendo brincar e ser amado.”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Todos no abrigo puderam ver como Ritter estava de coração partido e não aguentavam vê-lo assim, e então postaram sua foto no Facebook, esperando que alguém o visse e abrisse sua casa para o doce e triste filhote.

O post foi compartilhado mais de 3 mil vezes – e em pouco tempo, uma mulher viu o rosto doce de Ritter e soube imediatamente que tinha que adicioná-lo à sua família.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Sophie Spenia estava querendo adotar um cachorro há algum tempo, mas estava esperando até que tivesse uma casa e mais espaço, porque sabia que provavelmente queria um cachorro grande. Assim que ela comprou sua primeira casa, ela começou a olhar na página da Humane Society for Hamilton County e a página do Facebook todas as manhãs, e quando ela viu a foto de arrancar o coração de Ritter, ela soube que ele tinha sido o escolhido.

“Quando vi a foto e a descrição de Ritter postadas às 6 da manhã, eu mandei uma mensagem para minha irmã e disse que precisávamos buscá-lo logo depois do trabalho”, disse Spenia ao The Dodo. “Duas horas depois, minha irmã me mandou uma mensagem sobre o post do Facebook avisando que ela notou que ele estava se tornando viral. Então eu disse ao meu chefe a situação e ele me disse para sair e ir até o abrigo! Ele é amante de cães também”.

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Quando Spenia chegou ao abrigo, ela estava um pouco nervosa porque sabia o quão triste e confuso Ritter estava após perder sua família, e ela não sabia como ele reagiria a sua presença – mas assim que ele entrou na sala, tudo se encaixou.

“No minuto em que ele chegou na área de visitantes, ele correu até mim e colocou sua cabeça grande e fofa no meu colo e eu poderia dizer que ele estava me dando um recado: quero ir com você”, disse Spenia. “Eu tinha que tê-lo ao meu lado!”

Foto: Sophie Spenia

Foto: Sophie Spenia

Spenia imediatamente se candidatou para adotar Ritter, e na quinta-feira ela finalmente conseguiu pegá-lo e trazê-lo para sua nova casa. Ele não conseguia parar de sorrir para sua nova mãe no caminho de casa, e agora está se adaptando maravilhosamente a sua nova vida.

Ritter era o filhote mais triste do mundo quando chegou ao abrigo, mas em poucos dias ele encontrou a melhor tutora que poderia desejar, alguém que se certificaria de que ele esteja feliz e amado o tempo todo pelo resto de seus dias.

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Hamburgueria causa revolta ao oferecer hambúrguer de papelão aos veganos

Por Rafaela Damasceno

Uma hamburgueria de Sorocaba (SP) gerou revolta ao postar em seu Facebook uma foto de um hambúrguer de papelão e oferecer aos veganos.

A foto da postagem do Facebook

Foto: Facebook

“Só assim para agradar”, disse a postagem. O estabelecimento ainda alegou possuir um hambúrguer vegano em seu cardápio, mas desabafou na rede social após um cliente ter pedido para que a chapa e todos os utensílios que tiveram contato com a carne fossem lavados antes que o hambúrguer vegetal fosse feito.

Depois dos protestos dos usuários da rede, o local apagou a postagem e publicou um esclarecimento direcionado ao público vegano, não menos desrespeitoso que o primeiro.

“Agora parem de nos encher e nos deixe comer cadáver, afinal estamos ultrapassados na evolução humana, e ainda somos o homem primitivo, em pensamento, em atitudes, em dinheiro. Os veganos são superiores em todos os aspectos, menos no cada um cuida da sua vida”, disse a hamburgueria na nova publicação.

O estabelecimento pediu desculpas, entretanto, para aqueles que não podem comer produtos de origem animal, seja por alergia ou intolerância. “Não foi a intenção em magoar”, explicou a nota.

Ignorando os protestos em suas publicações, o local ainda fez outra postagem, afirmando não atender veganos “sem caráter, que usam droga”, com muitos parceiros sexuais etc. Eles foram denominados pela hamburgueria como “escória da escória”.

Segundo o G1, o estabelecimento continuou com as publicações polêmicas, postando uma foto de um de seus hambúrgueres com a frase “a morte do boi é nossa alegria”.

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) lamentou o ocorrido, afirmando que os vegetarianos e veganos de Sorocaba podem saber quais estabelecimentos apoiam a causa, entrando em contato com a organização.


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Gata desliga despertador do celular da tutora e o caso viraliza na internet

Uma gata foi flagrada pelas tutoras desligando o despertador do celular delas. A situação foi registrada em um vídeo (confira abaixo) que, após ser divulgado, viralizou na internet. O casal Juliane Cristiane da Silva, de 28 anos, e Daniela Cristina Marinello, de 34, perdeu hora algumas vezes até descobrir o que estava acontecendo.

Joaquim desliga despertador do celular da tutora (Foto: Arquivo Pessoal)

Daniela deixou de escutar o despertador em algumas manhãs, segundo o relato da companheira Juliane. Ao acordar, ela encontrava o celular no chão e a gata em cima do criado mudo.

Desconfiado, o casal decidiu aproveitar as férias para fazer um teste. “Acordamos pela manhã, programamos o celular para despertar e comecei a gravar. Achei a situação bem engraçada”, disse Juliane ao G1.

O vídeo foi publicado por um amigo de Juliane em um grupo em rede social e viralizou. A repercussão surpreendeu a tutora da gata.

O animal, no entanto, já começou a perceber quando está sendo gravado pelo casal. “Ela sempre levanta, se não vai desligar o alarme, ela chama a atenção da gente, se esfrega no nosso rosto para desligarmos”, disse Juliana, que afirmou ainda que a gata fica brava quando não consegue desligar o despertador. “Acho que ela percebeu que a gente levanta e vai embora quando o despertador toca e ela, na verdade, quer que a gente fique lá. Ela é muito carinhosa e gosta de ficar dormindo com a gente”, explicou.

Daniela (à esquerda) e Juliane (à direita) com a gata Joaquim (Foto: Arquivo Pessoal)

A gata, de 7 anos, se chamava Maria Joaquina, mas teve seu nome mudado para Joaquim. Segundo Juliane, a mudança foi feita porque Joaquim é um nome mais fácil de pronunciar quando é preciso dar uma bronca na gata por alguma travessura dela.

O casal tutela outros cinco gatos, no entanto, a única que tem um comportamento inusitado é Joaquim. De acordo com Juliane, a gata é dominante e se considera dona do território.

“Ela é esperta, muito expressiva, impõe a personalidade. A gente sabe quando ela quer comer, dormir, quando quer que a gente fique quieta, é muito impositiva. Sempre foi assim”, disse Juliane.


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Cão com ferimento grave mobiliza campanha em prol de seu tratamento

Um cachorro resgatado da rua com uma ferida grave no pescoço está comovendo internautas e mobilizando uma campanha em prol de seu tratamento. Pescocinho, como passou a ser chamado devido ao local do ferimento, foi encontrado no bairro Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

“Queriam matá-lo, porque ele estava pelas ruas com mau cheiro. Por isso eu estava apavorada querendo achá-lo pela cidade para que ele não fosse sacrificado”, contou Carol Midori ao G1.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

Após uma semana de buscas, o cão foi resgatado no dia 24 de julho. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com infecção, anemia e doença do carrapato.

Pescocinho está internado, sem previsão de alta, para tratar o ferimento e os demais problemas de saúde. Apesar do estado em que foi encontrado, ele tem apresentado melhora.

O ferimento, segundo Carol, pode ter sido causado por uma briga com outro cachorro. “Ela [a ferida] foi infeccionando, até que ficou desse jeito ou pode ter sido algum impacto forte que ocasionou em algum ferimento e foi se agravando, conforme o tempo, por falta de tratamento”, disse.

Através das redes sociais, Carol conseguiu ajuda para arcar com os gastos do tratamento de Pescocinho.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

“Sem a ajuda deles eu não ia conseguir cuidar dele, nem arcar com as despesas sozinha. Estamos conseguindo cuidar do Pescocinho e de tantos outros animais graças à colaboração de cada um, a ajuda das pessoas é muito importante para essa causa”, contou.

“Ele está sendo muito bem tratado, já está até comendo. Quando eu o levei para o veterinário, ele não comia nada e estava com medo e dor”, completou a protetora, que lembrou ainda que Pescocinho será vacinado, castrado e disponibilizado para adoção quando receber alta médica.


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Cachorro pede carinho com a pata e vídeo da cena viraliza na internet

Um cachorro usou a pata para pedir mais carinho a estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) logo após os jovens pararem de fazer cafuné no animal. A cena foi registrada em um vídeo (veja abaixo), que viralizou na internet.

Foto: Reprodução / Twitter / @mazolha

Nas imagens, três garotos fazem carinho no cachorro. Eles param quando a professora pede para que prestem atenção na aula. Insatisfeito, o cachorro levanta a pata para um dos jovens para mostrar que quer mais cafuné.

O vídeo, publicado no Twitter, foi visto por mais de 1,43 milhão de pessoas e compartilhado 30 mil vezes. As informações são do Portal do Animal.

“Esse vídeo é muito perfeito, a cara que o doguinho faz de que ‘ok prof, vou prestar atenção mas coleguinha só coça aqui rapidinho’”, disse uma internauta. “Essa reação [dos estudantes] é o mínimo que eu espero das pessoas quando um cachorro respira. Amo demais!”, comentou outra ao se referir ao carinho dos jovens com o cão.

Usuários do Twitter aproveitaram a publicação para relatar casos semelhantes que presenciaram. “Este doguinho apareceu na minha sala. Alguns o apelidaram de Dentinho, outros de Serotonina porque ele traz felicidade”, disse um internauta ao publicar a foto de um cachorro. “Esse é o cachorrinho que mora lá na minha escola, super carente, uma gracinha”, afirmou outro.

Confira o vídeo abaixo:

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Ex-dono da empresa Ceratti investe mais de R$ 1 milhão em comida vegana

O ex-proprietário da empresa Ceratti, Mário Ceratti, de 65 anos, decidiu apostar em alimentos veganos. A Ceratti é conhecida por comercializar produtos de origem animal. No entanto, o ex-dono da empresa está, agora, focado no mercado vegano.

O empresário investiu pouco mais de R$ 1 milhão na empresa paulistana Beleaf, uma startup que comercializa refeições veganas pela internet e que, até julho, deve vendê-las no supermercado Pão de Açúcar.

Mário Ceratti (à esquerda) investiu pouco mais de R$ 1 milhão em startup que vende comida vegana (Foto: Reprodução / Valor Econômico)

Mário acredita que a busca por uma alimentação saudável e sustentável do ponto de vista ambiental veio para ficar. “Acho que é uma tendência. E não precisa ser vegano. Pode querer comer bem de vez em quando”, disse o empresário ao jornal Valor Econômico. Segundo ele, um de seus filhos é vegano.

O montante usado pelo empresário para investir na alimentação vegana é pequeno diante da fortuna da família. A empresa norte-americana Hormel pagou cerca de R$ 350 milhões pela Cerrati, que fatura aproximadamente R$ 400 milhões anuais.

De acordo com Mário, o investimento na Beleaf é o que mais o entusiasma. “Tenho feito alguma coisinha, mas nada tão perto do coração [como a Beleaf]”, disse.

O empresário investiu na startup por intermédio da Rise Ventures, que captou investidores-anjo para a Beleaf. “Mário Ceratti não é um anjo. É um santo”, afirmou Pedro Vilela, fundador da Rise. A Beleaf foi avaliada em aproximadamente R$ 8 milhões e captou cerca de R$ 2,5 milhões.

Os produtos da Beleaf não tem ingredientes de origem animal e a linha de refeições foi batizada de VeganJá, que é produzida em uma cozinha industrial no bairro Chácara Santo Antonio, em São Paulo.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

A startup foi fundada em 2015 por Fernando Bardusco, Fábio Biasi e Jonatas Mesquita. Os três cursam administração na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e têm menos de 30 anos. A expectativa da Beleaf é vender, neste ano, 150 mil refeições, sendo mais de 90% pela internet, e faturar aproximadamente R$ 3 milhões. Em 2021, com entrada no varejo, o objetivo é comercializar 400 mil refeições, obtendo um lucro de R$ 8 milhões, segundo Bardusco. Para o futuro, o intuito é vender 50% dos produtos via internet e os outros 50% em supermercados.

Com a captação de recursos, para a qual Mário Ceratti atuou como âncora, a Beleaf investiu em uma câmara de ultracongelamento para viabilizar o atendimento do contrato com o Pão de Açúcar. O objetivo da empresa é chegar ao Rio de Janeiro em 2020.

“Conseguimos levar [os produtos] com distribuição refrigerada para o Rio. Só teremos estoque lá e venderemos pelo site, quase sem custo fixo”, afirmou Vilela, da Rise.

Caso as metas da Beleaf sejam atingidas nos próximos anos, a startup poderá fazer uma nova rodada de captação, dando saída aos investidores-anjo que investiram nela. Atualmente, os fundadores da Beleaf detém quase 55% do capital da startup, outros 16,5% são da Rise, que investe mensalmente R$ 20 mil para o pagamento dos funcionários da companhia. A família Ceratti detém 15% do capital.


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Professor dá aula com cadela no colo e o caso viraliza na internet

Um professor deu aula segurando uma cadela no colo e a cena repercutiu na internet. Nesta segunda-feira (1), a foto do professor com o animal já tinha alcançado 18 mil compartilhamentos e 97 mil curtidas, ultrapassando 2 milhões de visualizações. O caso aconteceu no Cursinho Comunitário Caiçara, em São Vicente (SP).

Foto: Arquivo Pessoal/Amanda Pessoa

A aluna Amanda Pessoa, de 17 anos, foi quem fotografou o professor com o animal nos braços e divulgou o registro. “Todo mundo achou a cena muito engraçada. Foi muito espontâneo”, disse ao G1. “Ele levou a cachorrinha dele para a aula e, depois de um tempo, ela passou a ficar agitada. Então ele abaixou, pegou ela no colo e continuou com a aula normalmente. Todos ficaram muito surpresos, começaram a gritar e a tirar foto. Foi muito fofo”, acrescentou.

A repercussão do caso assustou Amanda. “Fiquei bem chocada. Raramente uso minha conta, inclusive tenho há pouco tempo. Aproveitei para reforçar a importância da adoção. Está sendo muito legal a forma como as pessoas acolheram a ideia”, afirmou.

O professor também não esperava que a foto viralizasse. “É uma coisa natural para a gente. Na faculdade, os alunos levam os animais de estimação e é muito tranquilo, então como estávamos na última semana de aulas do cursinho, decidi levar a minha cachorrinha, até para criar uma dinâmica diferente com os alunos”, disse Jorge Fernando Jacob, de 21 anos, que além de professor é coordenador do cursinho.

“Eu sempre quis ter um cachorro, mas era difícil por conta da correria da faculdade. Agora que tive a oportunidade, adotei a Inca, ela tem quatro meses e vai comigo para todos os lugares. Como ela tinha que passear e eu precisava dar aula, levei ela comigo para o cursinho. Os alunos adoraram e acabou sendo uma aula muito boa, mas achei que ficaria por aí”, afirmou.

Segundo ele, a presença da cadela foi benéfica para a aula porque atraiu a atenção dos alunos. “Esses pequenos atos agregam aos alunos, fazem com que eles absorvam o conteúdo, acabam tornando as aulas muito mais divertidas e dinâmicas, ainda mais numa fase de desgaste tão grande quanto é a época de vestibular”, explicou.

“Acho toda essa repercussão sensacional, não só pelo ‘meme’, mas por levantar uma discussão de que os alunos da universidade estão dispondo do próprio tempo para dar aula no cursinho, ajudando outros alunos que buscam o sonho de ingressar na universidade, e de como essa colaboração é importante”, completou.


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Foto de flor exótica cujas pétalas se parecem com um beija-flor fascina internautas

Foto: D. Blumer

Foto: D. Blumer

A Internet está repleta de maravilhas, que vão desde memes criativos a fotografias impressionantes, um oceano sem fim de tweets humorísticos a manifestos políticos. As pessoas são livres para compartilhar praticamente qualquer coisa, e enquanto algumas usam a rede para compartilhar coisas que provavelmente deveriam manter para si mesmas, outras às vezes divulgam algum material que absolutamente hipnotiza o público online.

Foto: Atlas of Living Australia

Foto: Atlas of Living Australia

Um usuário do Reddit com o nome fictício de “OctopusPrime” recentemente compartilhou uma fotografia que não apenas confundiu o público, mas também fascinou os usuários das redes sociais. A foto mostrava uma flor belíssima cujas pétalas lembravam uma coleção de pequenos beija-flores. A polêmica girou inclusive em torna se era real ou falsa a imagem.

Foto: australianseed

Foto: australianseed

O autor da postagem comentou: “Confira essas flores que parecem beija-flores minúsculos!” E as pessoas realmente as observaram. Um usuário compartilhou recentemente essa imagem para um grupo inteiro formado só de pessoas fascinado por ela. Na verdade, muitos estavam tão fascinados pela imagem que, em apenas um dia, o post alcançou 47,5 mil likes com impressionantes quase 400 comentários.

Foto: Cressflower

Foto: Cressflower

A maioria dos comentários na postagem era do tipo questionador, enquanto os demais tentavam dar algumas respostas para o fenômeno. E quando alguém queria saber por que exatamente a flor era daquele jeito, aparecia uma outra outra pessoa que queria ter todas as respostas.

A planta que chamou a atenção de todos é, na verdade, Crotalaria cunninghamii, como o nome em latim possa ser um grande desafio tanto para pronunciar como memorizar, as pessoas também se referem a ele como birdflower (flor de pássaro) verde ou birdflower real.

Foto: -OctopusPrime

Foto: -OctopusPrime

A flor é uma espécie nativa do interior do norte da Austrália. Esta planta cresce bem em áreas arenosas, por isso é encontrada principalmente em dunas de areia, praias e comunidades Mulga. A birdflower era muito usada pelos aborígenes para tratar infecções oculares.

A natureza mais uma vez deslumbra o ser humano com sua capacidade inigualável de criar beleza em forma de vida.

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Cachorra perdida reencontra tutores após oito anos de separação

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Sophia Hanson tinha o hábito de deixar seus dois cães da raça pit bull, Laila e seu irmão Blake, saírem para brincar no quintal.

Quando ela foi ver como eles estavam pouco tempo depois, os cachorros haviam desaparecido. “Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque não havia porta aberta – não havia nada”, Hanson disse ao The Dodo. “Os dois apenas sumiram”.

Depois de um ano de busca, Hanson e seu marido encontraram um post em um site na internet, o Craigslist. Alguém que morava não muito longe de seu bairro em San Antonio, Texas (EUA), estava vendendo um pit bull por 500 dólares que parecia de uma forma muito suspeita com Blake.

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

“Então resolvemos nos aproximar do vendedor fingindo um falso interesse: ‘Oh, vamos comprar apenas um cachorro’. Nosso dinheiro estava pronto”, disse Hanson. “Quando fomos nos encontrar e confirmamos que era ele, vimos que eles o colocaram na maior corrente que eu já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, Hanson acrescentou. “Toda essa reabilitação foi um processo, mas agora ele é o maior ursinho de pelúcia”.

Vendo o estado em que Blake estava, os Hanson temiam que coisa pior tivesse acontecido com a doce e desajeitada Laila. Ainda assim, durante anos, Hanson continuou a procurar nos abrigos locais, e na internet, na esperança de ver o rosto de sua filhinha de quatro patas novamente.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

O que Hanson não sabia era que Laila tinha um anjo da guarda cuidando dela.

Quando Janice Rackley viu Laila pela primeira vez em 2018, a cachorrinha estava sozinha em um campo, sofrida e desnutrida ela era apenas pele e osso. Ficou claro que ela estava sozinha há algum tempo já, provavelmente se amor ou cuidados.

Rackley sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Ela só precisava de ajuda e ninguém iria ajudá-la”, disse Rackley ao The Dodo. “Eu apenas sinto que eu estava ali e a encontrei por um motivo e a razão disso era que eu tinha que ajudá-la. Ela dependia de mim naquele momento.

Todos os dias, Rackley saía para o campo, carregando pesados jarros de água e comida.

A princípio, a cachorra ficou tão aterrorizada que correu na direção oposta assim que viu Rackley se aproximando – mas, eventualmente, Rackley ganhou sua confiança.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Eu acho que demorou cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e chegar mais perto, então ela finalmente me deixou acariciá-la”, disse Rackley. “Naquele momento eu pensei: ‘Talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e posso ficar com a coleira enquanto a alimento’. Mas sempre que ela via essa coleira, a cachorrinha saía correndo”.

Quando a véspera de Ano Novo se aproximou e o tempo ficou frio, Rackley sentiu que poderia ser sua última chance de resgatar a cachorra – então ela decidiu fazer algo imprudente.

“Acabei de pegá-la, joguei-a por cima do meu ombro e caminhei por ela por 40 pés nesse campo para levá-la até o meu carro”, disse Rackley. “Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, ela era tão doce como eu jamais imaginei que seria”.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Durante um mês, Laila recusou-se a deixar a casa de Rackley. Quando a personalidade da cachorrinha começou despontar, Rackley percebeu que o passado do cachorro perdido tinha mais segredos do que ela pensara anteriormente.

“Levou um tempo para ela voltar ao normal, mas uma vez que ela conseguiu, Laila se mostrou o cão mais doce do mundo”, disse Rackley. “Ela sabia sentar, sabia dar a pata, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘nossa, alguém realmente ensinou tudo isso a ela.

Alguém deve sentir falta dela.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Rackley levou Laila para ser examinada pelo controle de animais e, descobriu que ela tinha um microchip.

A apenas 40 milhas de distância, era apenas mais uma noite normal para Hanson e seu marido. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhotes estavam na cama”, disse Hanson. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: “O que ?! Você pode repetir isso? “E ele colocou no viva-voz e nós ficamos tipo,”Isso é verdade mesmo?!”.

Oito anos ja haviam se passado, mas Hanson não podia esperar nem mais um minuto para ver Laila novamente, então ela pulou com tudo no carro. Quando Rackley trouxe Laila para fora, e ela pôs os olhos em sua mãe, todos os presentes ficaram comovidos pela reunião emocionante das duas.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

“Ela apenas respondeu imediatamente, como se dissesse, ‘é você mesmo?’ “, Disse Hanson. “E então todos cmeçaram a chorar e doi um momento muito delicado”.

Embora Laila tivesse mudado de muitas maneiras, ela deixou claro para seus pais que se lembrava de sua antiga vida e de ambos.

“Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Hanson. “Meu marido fazia brincadeiras imitando o desenho animado: ‘Scooby Doo! Scooby Doo! E ela reconheceu a brincadeira imediatamente”.

Agora em uma casa com três outros cães de resgate todos sênior, incluindo seu irmão Blake, Laila está se acostumando aos poucos à sua “nova vida antiga”.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

Enquanto ela ainda se sente um pouco cautelosa em torno de seus novos irmãos, ela não poderia estar mais feliz por estar em casa. E os pais dela são tão gratos que a família deles está reunida novamente.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma olhada pra nos certificarmos de que é tudo verdade mesmo. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição doce de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – eu nem consigo imaginar o que ela passou”.

“Mas o que importa é que ela esta de volta: em casa.”

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Gatinho com Síndrome de Down conquista milhões de fãs no mundo todo

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

A história de Monty começou na Dinamarca, onde ele passou três anos em um abrigo esperando por uma família para adotá-lo.

Mas as pessoas costumavam rejeitá-lo porque sua aparência física era um pouco diferente dos demais gatos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Até que um dia, Mikala Klein e Michael Bjorn se apaixonaram pelo gatinho assim que o viram e decidiram torná-lo parte de sua família. Ele parecia muito especial e muito doce e eles não hesitaram um segundo em adotá-lo.

Os dias passaram e eles perceberam que algo estranho estava acontecendo, o gatinho não conseguia controlar seus esfíncteres enquanto dormia e urinava com frequência.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Eles então o levaram ao veterinário para examiná-lo e disseram-lhe que isso era normal para os gatos mais velhos, mas Monty ainda era jovem demais para que isso acontecesse com ele.

Como eles tinham mais gatos em casa e pensaram que Monty queria marcar o território em relação aos outros e depois pensaram em mandá-lo para uma casa onde ele não teria outros gatos para competir por atenção (caso esse fosse o problema).

Mas essa decisão os entristeceu muito e a casa não era a mesma sem ele.

Mas essa decisão os deixou solitarios e vazios. Então eles voltaram para procurá-lo e decidiram continuar investigando até que ele descobriu que Monty tinha um problema genético semelhante ao da síndrome de Down em humanos.

Foto: Facebook/Monty

Foto: Facebook/Monty

Essa foi a verdadeira causa do estranho comportamento e da aparência de seu rosto.

Monty é muito brincalhão, sempre expressa sua alegria e se sente feliz com sua família.
Toda noite ele quer dormir perto de Michael, porque ele lhe dá muita segurança.

Desde que eles compartilharam sua história na internet, o gatinho se tornou um fenômeno das mídias sociais. Atualmente, Monty tem uma página no Facebook com mais de 300 mil seguidores e que pode ser visitada clicando aqui.

Monty também tem uma marca de brinquedos e outros produtos, e tudo o que é coletado na venda dos itens é destinado ao abrigo onde Monty estava antes de ser adotado.

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