Tigre é espancado até a morte por moradores de vilarejo indiano

Tigre em um parque nacional em Bhopal | Foto: Sanjeev Gupta / EPA

Tigre em um parque nacional em Bhopal | Foto: Sanjeev Gupta / EPA

A polícia indiana prendeu quatro pessoas depois que uma multidão de moradores espancou brutalmente até a morte um tigre. O animal acuado e na defensiva teria atacado residentes locais.

A constante ocupação humana dos habitats de animais selvagens leva a confrontos frequentes entre as duas espécies.

Imagens de celular do incidente se tornaram virais nas mídias sociais, e autoridades disseram que uma das nove pessoas feridas pelo animal morreu no hospital.

Este é o mais recente de um número crescente de confrontos entre animais e humanos na Índia, que os especialistas culpam pela diminuição dos habitats e pela escassez de alimentos para a vida selvagem.

O tigre atacou pessoas depois de se afastar da reserva de tigres Pilibhit, no estado de Uttar Pradesh, no norte do país, disse à AFP o magistrado do distrito, Vaibhav Srivastava.

Dezenas de pessoas armadas cercaram o animal depois que ele entrou na aldeia, o perseguiram e espancaram até a morte com bastões de madeira e lanças, ele disse.

Trinta e três pessoas foram procuradas pelo assassinato do tigre e quatro foram presas até agora, acrescentou o magistrado, dizendo que os aldeões estavam assustados e com raiva após os ataques aos humanos.

O vídeo gravado do telefone mostrava aldeões espancando o animal enquanto ele estava quase imóvel no chão.

Seu cadáver foi cremado para que os órgãos do animal não caíssem nas mãos de contrabandistas, disseram autoridades.

Cerca de 30 pessoas foram mortas por tigres na Índia em 2018, e mais de 60 tigres morreram ou foram mortos até agora este ano em todo o país.

Em um caso no mês passado, um tigre e dois filhotes morreram depois que os aldeões envenenaram o cadáver de uma vaca que os animais haviam caçado um dia antes.

Os tigres estavam perto da extinção na Índia há alguns anos devido à caça. Mas o país agora abriga mais da metade da população de tigres do mundo, com mais de 2.220 encontrados em reservas em um censo feito em 2014.

A população global de tigres foi reduzida de cerca de 100 mil indivíduos no início do século 20 para apenas 4 mil , de acordo com o World Wildlife Fund.

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Focas apavoradas se ferem e morrem ao fugir de turistas que invadem seu habitat

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Focas apavoradas foram filmadas saltando e se arriscando em penhascos em uma tentativa desesperada de evitar que turistas chegassem perto demais delas.

Vídeos mostram as focas caindo de costões rochosos no mar, muitas vezes se machucando no caminho para baixo.

Outras imagens capturaram uma debandada de focas provocada pelo aparecimento de um drone, e outra mostra um animal flagrado tentando escapar de um cachorro depois dele ter sido solto pelo tutor.

Um aumento acentuado no número de incidentes como este levou a realização de um relatório chamado “Não perturbe! A crescente ameaça às nossas focas”.

O relatório – publicado pelo Seal Protection Action Group e pelo Cornwall Seal Group Research Trust – afirma que as focas são frequentemente perturbadas por embarcações motorizadas, jet-skis, caiaques, paddle boarders, passeios de observação da vida selvagem em terra ou mar, bem como por pescadores e caminhantes.

As pessoas que tentam alimentar focas também são motivo de crescente preocupação.

Andy Ottaway, do Action Group, disse que as focas já enfrentam ameaças suficientes em problemas de habitat e excesso de pesca nas águas, e precisam ser deixadas em paz.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

“Nossas focas estão sob ameaça crescente de mortes deliberadas, mudanças climáticas, pesca, poluição tóxica, emaranhamento de redes, ingestão de plástico e ferimentos graves causados por colisões com navios”, disse ele.

“Precisamos dar a todos os nossos preciosos animais marinhos, incluindo as focas, mais espaço”.

“O impacto cumulativo de todas essas ameaças, juntamente com esses crescentes problemas de perturbação, está colocando esses maravilhosos animais em sério risco.”

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Com o início das férias de verão, milhões de visitantes viajam para a costa e a superlotação aumenta a pressão sobre a fauna marinha, incluindo focas.

O relatório destaca o crescente impacto prejudicial que a atividade humana pode ter sobre essa vida selvagem.

A análise também documenta estudos de caso em torno da costa britânica, onde populações de focas protegidas estão sofrendo distúrbios crônicos causados por atividades humanas.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

As ONGs dizem que tais atividades podem causar ferimentos graves e ter conseqüências potencialmente fatais.

O relatório cataloga graves incidentes no sudoeste da Inglaterra; North-West Wales; Nordeste da Inglaterra e nordeste da Escócia em locais de importância crítica.

Foto: The Seal Alliance

Foto: The Seal Alliance

Os pesquisadores encontraram evidências de que a população de focas está sofrendo por causa da intrusão humana por meio de atividades recreativas.

O relatório adverte que a perturbação repetida pode causar sérios danos aos animais individualmente, por meio de estresse e até mesmo de ferimentos graves.

A perturbação também pode afetar a população local e nacional, reduzindo o sucesso reprodutivo, causando abandono de filhotes dependentes e até a morte prematura.

Sue Sayer, do Cornwall Seal Group Research Trust, disse: “Muitas comunidades se beneficiam financeiramente do turismo e do tipo de vida selvagem confiável (não-agressiva) que as focas proporcionam.

“No entanto, precisamos tomar cuidado e reduzir os já altos níveis de perturbação caso contrário, esses benefícios ambientais, sociais e econômicos poderão desaparecer em breve, junto com as focas”, concluiu Sayer.

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Urso abre as portas de carro para procurar comida

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

As imagens flagram o momento em que um urso apoiado apenas nas patas traseiras desliza e abre as portas da mini-van de uma família e entra no carro para procurar comida.

O curiosa animal pode ser visto caminhando até a van estacionada do lado de fora de uma casa em Gatlinburg, Tennessee, EUA, antes de abrir as portas traseiras e dianteiras do veículo ao mesmo tempo.

Uma mulher que tinha ido fazer uma inspeção na casa disse que viu o urso se aproximando do carro e ligou sua câmera imediatamente.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

Ela disse: “Eu ia fazer uma inspeção de rotina quando vi o urso andando em direção ao carro. Ela abriu a minivan como se fosse uma pessoa, na verdade, duas portas de cada vez.

O episódio ocorreu em 1º de julho em Gatlinburg, uma área conhecida por sua proximidade com o Parque Nacional Great Smoky Mountains, de 520.000 acres, onde vivem aproximadamente 1.600 ursos negros.

Não é inédito que os ursos se aventurem do Parque Nacional até a cidade de Gatlinburg para explorar e procurar acesso fácil à comida, com muitos deles parecendo já ter dominado a abertura de uma porta de carro.

A Tennessee Wildlife Resources Agency alertou o público para não se aproximar ou alimentar os ursos, para que eles não percam o medo natural dos humanos e se mudem para a cidade a partir do parque nacional.

No vídeo, o urso pode ser visto tentando abrir o carro com a boca antes de se levantar sobre as duas patas traseiras e usar as patas.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

A mulher que filmou o animal, que estava em segurança dentro de outro carro, pode ser ouvida dizendo: ‘”Ela está tentando abrir o carro, agora mesmo, lá vai ela, meu deus. Ela acabou de abrir o carro como uma pessoa”.

Muitos ursos negros se tornaram “condicionados” a buscar comida em lugares habitados por pessoas devido a interação humana.

Aqueles que aprenderam que humanos freqüentemente têm comida disponível e passam a depender deles para seu sustento pois entendem que é “comida fácil”.

Esse hábito é nocivo para os animais que abrem mão de seu instinto natural de caça e se colocam em risco ao se aproximar de humanos sem temor.

Muitos deles terminam mortos.

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Três elefantes são encontrados mortos por envenenamento

Foto: AFP

Foto: AFP

Acuados e espremidos pela invasão humana em seus habitats naturais os elefantes acabam entrando nas plantações de alimentos cultivados que encontram por seu caminho, inocentes e herbívoros os animais querem apenas se alimentar.

Suspeitas apontam que esse pode ter sido o caso dos três elefantes que foram mortos por envenenamento nos arredores de uma plantação de óleo de palma na Malásia, conforme informações das autoridades do país divulgadas na sexta-feira (7).

Este é o último caso de que se tem notícias envolvendo esses belos animais, que estão ameaçados de extinção, sendo mortos perto de assentamentos humanos.

A polícia local do estado de Johor, no sul do país, encontrou os cadáveres dos animais e alertou os oficiais da vida selvagem na terça-feira, disse à AFP o diretor-geral do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais, Abdul Kadir Abu Hashim.

Acredita-se que os animais mortos façam parte de um grupo de 30 elefantes que vivem na reserva florestal próxima.

“Fizemos um exame ‘post mortem’ nos três elefantes do sexo feminino com idade entre 18 e 22 anos, e o resultado revelou que eles foram envenenados”, disse Abdul Kadir.

“Estou chocado e triste com este incidente. Se esta tendência continuar, todos os nossos elefantes selvagens serão exterminados.”

“As cercas elétricas usadas para manter os elefantes longe das plantações da aldeia não estavam funcionando e permitiam que os animais invadissem a área”, disse Abdul Kadir.

As amostras de fígado e rim dos elefantes estavam sendo examinadas para determinar o tipo de veneno usado, disse o ministro do departamento de Recursos Naturais, Xavier Jayakumar Arulanandam.

A Malásia tem sido palco de uma série de mortes de elefantes como consequência de assentamentos humanos ou plantações agrícolas se expandindo para os habitats das criaturas.

Ano passado, seis elefantes pigmeus foram encontrados envenenados em plantações de óleo de palma no leste do estado de Sabah.

Conservacionistas estimam que há apenas cerca de 1.500 elefantes selvagens na Malásia.

A Malásia abriga vastas áreas de floresta tropical e uma variedade de espécies exóticas da vida selvagem, que vão desde elefantes a orangotangos e tigres, mas o número de representantes de muitas espécies raras caiu drasticamente nas últimas décadas.

Muitos animais em extinção também são covardemente caçados pelas partes de seus corpos que são vendidas por valores elevados para o uso na medicina tradicional chinesa e em outros lugares da Ásia.

Abdul Kadir disse que o último incidente foi um ato criminoso de crueldade.

“Culpados neste incidente de envenenamento, cuidado. Vamos ‘caçar’ você”, avisou Kadir.

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Imprensa internacional noticia aumento do desmatamento na Amazonia

Reuters/Nacho Doce

Reuters/Nacho Doce

O desmatamento na Amazônia aumentou em 20% no ano passado, revelam informações da entidade ambientalista Imazon, que não possui ligação com governo e monitora a floresta tropical há duas décadas, informa o jornal inglês The Independent.

A extração descontrolada de madeira e a invasão de terras foram atribuídas pelos analistas como responsáveis por grande parte da perda, algumas das quais ocorreram em áreas protegidas e reservas indígenas.

O grupo ambientalista afirmou que imagens de satélite mostraram que a região perdeu 2.169 km² de florestas entre agosto e abril. Este número corresponde a 1,807 km² perdidos a mais em relação ao mesmo período do ano anterior.

O ano-base de monitoramento do grupo começa em agosto, para coincidir com a estação seca do Brasil, quando as taxas de extração são geralmente mais altas.

O presidente do país, Jair Bolsonaro, e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo de Aquino Salles, questionaram a realidade da mudança climática e falaram a favor da expansão da mineração e da agricultura industrial na Amazônia e em áreas protegidas.

Ambos os políticos acreditam que as leis ambientais e os grupos ativistas freqüentemente trabalham para impedir o potencial econômico do Brasil.

Salles disse no início do mês que queria reformar o Fundo Amazônia, uma iniciativa criada para conter o desmatamento em uma área de quase sete milhões de quilômetros quadrados.

O ministro agendou uma reunião com representantes dos governos alemão e norueguês, dois dos principais contribuintes do fundo, esta semana.

Salles disse que seu ministério revisou 103 contratos concedidos pelo fundo a grupos sem fins lucrativos, cerca de um terço de todos os contratos assinados desde o seu lançamento em 2008. Ele disse que a investigação encontrou “irregularidades” em todos os 103 contratos, mas ele não deu quaisquer casos específicos, citando cláusulas de confidencialidade até revisão pelos auditores.

Ele reiterou sua intenção de “sacudir” o fundo apertando regras e a supervisão sobre a alocação de contratos e a escolha de projetos que possam obter financiamento, em uma recente entrevista à TV Globo.

“Queremos melhores resultados para reverter o aumento do desmatamento”, disse Salles, acrescentando que queria resultados “mensuráveis” e um “retorno sobre o investimento”.

Ele não pôde dar mais detalhes sobre as mudanças propostas pelo ministério antes de discuti-las com a Noruega e a Alemanha, disse ele. A estatal brasileira de petróleo, a Petrobras, é o terceiro maior contribuinte do fundo.

O fundo foi criado para receber doações para ajudar a prevenir, monitorar e combater o desmatamento na floresta amazônica, uma vasta área rica em biodiversidade e cuja preservação é vista como essencial para conter a mudança climática.

Ativistas veganos são acusados criminalmente de invadir fazendas e roubar animais

Foto: Direct Action Everywhere

Foto: Direct Action Everywhere

Quatro mulheres e dois homens, todos ativistas em prol dos direitos animais, foram acusados dos crimes de invasão e arrombamento decorrentes de supostas entradas sem autorização em várias fazendas da Austrália durante um período de seis meses.

A polícia disse que os crimes aconteceram entre agosto de 2018 e fevereiro deste ano em propriedades em Nambeelup, Hopeland, West Pinjarra, Benger e Mundijong.

Uma vaca e um porco morto foram roubados em incidentes separados em Pinjarra e Benger, mas a vaca, infelizmente, teve que ser devolvida aos seus exploradores com a saúde perfeita.

Foto: Direct Action Everywhere

Foto: Direct Action Everywhere

Uma mulher de 36 anos também acolheu uma vaca em um santuário de Waroona, mas a polícia afirmou que ela não era membro de nenhum grupo ativista.

Os ativistas, com idades entre 21 e 36 anos, devem aparecer no Tribunal de Magistrados de Mandurah em 30 de abril.

Dois ativistas veganos James Warden, 25 anos, e Katrina Sobianina, 24 da ONG Direct Action Everywhere, que invadiram uma área de criação de porcos em larga escala e transmitiram a ação nas redes sociais, foram multados no mês passado em 7 mil e 3 mil dólares respectivamente.

O Comandante da Polícia de Washington, Allan Adams, disse que as pessoas têm o direito de protestar, desde que isso seja legal e não impeça o direito de outras pessoas de conduzirem seus negócios.

Num arroubo de autopromoção súbito, o comandante disse que qualquer pessoa que for confrontada por manifestantes foi instruída a chamar a polícia e denunciar os ativistas e as placas dos veículos usados por eles.

Como se estas pessoas compassivas, que nada mais fazem do que defender e salvar as vidas de animais condenados, fossem criminosos perigosos que oferecem algum risco à população.

“Mantenham a compostura. Mas sem dúvida, as pessoas que invadiram sua terra são preocupantes”, disse Adams na sexta-feira.

O policial afirma que eles tem sido muito claros com a indústria e a indústria que têm sido muito receptiva a eles sobre a orientação de “manter a calma”. Provando que o status quo estabelecido, de crueldade, exploração e aceitação do sofrimento animal não só predomina como contamina a sociedade como um todo

Ocorre que outra ativista vegana, Marilyn Orr, de 64 anos, disse ter recebido ameaças de morte depois que ela e outras 100 pessoas invadiram uma fazenda de criação de porcos em Beerburrum, Queensland.

A sra. Orr afirma que foi identificada por meio de filmagens que os manifestantes postaram online quando invadiram a fazenda em 1 de dezembro do ano passado, de acordo com o Sunshine Daily Coast.

Ela se declarou culpada de entrar ilegalmente em fazendas de criação de gado para carne, no tribunal de Maroochydore Magistrates na quarta-feira, onde as ameaças à sua segurança foram reveladas.

Foto: Marilyn Orr/Direct Action Everywhere

Foto: Marilyn Orr/Direct Action Everywhere

A corte do tribunal ouviu como a Sra. Orr sofreu com as ameaças de morte depois que o número de telefone do marido foi postado online.

O advogado da sra. Orr disse que ela nunca feriu ou roubou nenhum porco e afirmou também queela nunca havia sido acusada de um delito anteriormente.

O magistrado Andrew Walker disse que ela deveria ter usado sua experiência para servir de exemplo para os outros protestarem dentro da lei.

Ele acrescentou que estava apenas focado nas ações da Sra. Orr e a controvérsia e a polêmica criada pela mídia em torno do recente ativismo vegano não seria levado em consideração em sua decisão.

A sra. Orr foi colocada em um programa de bom comportamento por um período de seis meses e pagou uma multa de 600 dólares.

É uma pena que o juiz acredite que a experiência da sra. Orr foi usada como mau exemplo para os demais, pois uma senhora de 64 anos, vegana, ativista, que deixa sua casa para agir em defesa dos direitos animais e salvar vidas é um belo e único exemplo, que se seguido por todos, não só salvaria milhões de vidas, como também ajudaria o planeta.

Nosso reconhecimento e admiração para a sra. Orr.