Polícia apura caso de cachorro arrastado por carro em Jaguariúna (SP)

O caso do cachorro arrastado por um carro em Jaguariúna, no interior de São Paulo, está sendo investigado pela Polícia Civil, que abriu um procedimento policial na segunda-feira (11). O animal foi socorrido por pedestres e ciclistas.

Foto: Reprodução/EPTV

A opção por abrir um procedimento ao invés de um inquérito se deu pelo crime ser de menor potencial ofensivo. O boletim de ocorrência foi registrado como “abuso contra animais”, mas ainda assim o cachorro foi devolvido ao tutor, que o arrastou, por não constarem indícios, segundo a corporação, de um histórico de maus-tratos.

O próximo passo é ouvir as testemunhas do caso e o tutor do animal, que devem prestar depoimento em breve para que os policiais possam concluir qual a gravidade do crime. As informações são do G1.

Maus-tratos a animais é crime e tem como pena detenção de três meses a um ano, além de multa.

Entenda o caso

O tutor do animal afirmou à polícia que buscou o cão na rua após ele fugir de casa e que, ao levá-lo de volta para a residência, optou por deixá-lo do lado de fora do carro após prendê-lo à coleira, para que ele acompanhasse o veículo que, segundo o homem, estava em baixa velocidade.

Ele afirma que o cachorro teria tropeçado sem que ele percebesse. Foi então que ciclistas e pedestres chamaram a atenção do motorista e disseram que ele estava arrastando o animal no asfalto.

“Eu vi que o cara estava segurando a guia do cachorro dentro do carro e o cachorro enroscado na roda, sendo arrastado com tudo”, afirma Valter Araújo, ciclista que prestou socorro ao animal.

O cachorro foi levado pelo próprio tutor até a Faculdade de Jaguariúna (FAJ), onde foi medicado na clínica veterinária do local e liberado, sem ferimentos graves.

Polícia procura responsável por matar cão esfaqueado em Ituiutaba (MG)

As autoridades de Ituiutaba, em Minas Gerais, estão investigando o caso de um cachorro morto a facada no bairro Platina. A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMA) está analisando imagens de câmeras de segurança para tentar identificar o responsável pelo crime.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

O médico veterinário Carlos Alves da Silva Filho examinou o corpo do cão. “Entraram em contato comigo relatando que o animal havia sido morto por perfuração de objeto cortante. O golpe atingiu o coração e havia um corte no pescoço muito profundo”, comentou. As informações são do portal G1.

O animal, no entanto, não foi o único a sofrer maus-tratos recentemente na cidade. Em menos de um mês, outros dois animais foram esfaqueados no bairro Independência. “Um morreu no momento em que eu achei. O outro morreu poucos dias depois”, acrescentou o veterinário.

O profissional lembrou que maus-tratos não se restringem a agressões. Deixar o animal sem alimentação adequada também é crime. Neste ano, o veterinário atendeu um cachorro muito magro no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade. No dia, outros dois cães que estavam junto ao animal também foram atendidos, mas não sobreviveram.

“Se o animal em alguma fase da vida o animal passou fome, sede, entre outros, isso vai acarretar no desenvolvido dele, com trauma, ou até infelizmente vai acabar morrendo”, disse o veterinário.

Em 2018, segundo a PMMA, 15 ocorrências de maus-tratos foram registrados e 131 cães resgatados. No abrigo da Sociedade Protetora dos Animais de Ituiutaba (SPAI) vivem mais de 200 cachorros, muitos deles com histórias tristes.

“Infelizmente a gente já venceu todo tipo de maus-tratos possíveis, desde mutilações a práticas horrendas de zoofilia, animais muito machucados, anêmicos, desidratados”, lamentou Mariana Santana, presidente da Associação Protetora dos Animais.

Há animais, no entanto, que conseguem ter um final feliz. Adotados, eles são tratados com amor e responsabilidade pelos tutores. É o caso dos cachorros e gatos que vivem na casa da operadora de caixa Scarlet O’Hara Borges.

“Tem muita gente que já tem consciência, mas infelizmente muitos ainda não têm sobre o cuidado e amor para com os animais”, disse Scarlet.

Fundação de Saúde apura se macacos morreram por febre amarela no Piauí

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está investigando se macacos encontrados na Zona Leste de Teresina (PI) morreram em decorrência da febre amarela. Os corpos estavam na região do condomínio residencial Mirante dos Lagos e no Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal do Piauí.

Foto: Pixabay

Dez amostras de sangue dos macacos foram encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas, no Pará. Testes realizados em Teresina descartam a raiva como causa da morte, segundo a gerente da Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra. As informações são do portal Cidade Verde.

“Como as amostras deram negativas para raiva nos teste feitos pela FMS, elas foram encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas para identificar se os animais tinham arboviroses, dentre elas febre amarela. Estamos cumprindo um protocolo do Ministério da Saúde”, explica Oriana. Segundo ela, não há notificação de mortes de macaco por febre amarela em Teresina até o momento.

Desde o ano passado, segundo a gerente, casos da doença voltaram a preocupar as autoridades, que reforçaram os trabalhos de vigilância, prevenção e controle. “Quando houve boom da febre amarela a gente sensibilizou muito os órgãos e a população para que informasse se vissem algum macaco morto. Reforça que nossas ações estão corretas”, afirma Oriana.

Não há previsão para divulgação do resultado dos exames feitos com amostras de sangue dos macacos.

Oriana faz um apelo à população para que não mate macacos. Ela lembra que eles são vítimas da doença e não a transmitem. A febre amarela é transmitida exclusivamente através da picada dos mosquitos Aedes Aegypti, Haemagogus e Sabethes.

Maycon do BBB tem audiência marcada sobre apologia a maus-tratos a animais

Após ativistas acionarem o Ministério Público do Rio de Janeiro para que Maycon, o quinto participante eliminado do Big Brother Brasil 19, seja investigado por apologia a maus-tratos a animais e por zoofilia, uma audiência sobre o caso foi marcada. Uma investigação está sendo feita pelo XVI Jecrim – Juizado Especial Criminal, da regional de Jacarepaguá.

(Foto: Reprodução/Globo)

“O caso está sendo investigado pelo XVI Jecrim e apura crime previsto no artigo 287 do CP (fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime). Uma audiência preliminar está marcada para o dia 15/04/2019”, informa a assessoria de imprensa do Ministério Público, por meio de nota.

As declarações de Maycon no BBB 19 foram alvo de repúdio de ativistas e protetores de animais. As informações são do portal Extra.

“Não podemos permitir que isso continue. Querendo ou não, acaba incentivando outras pessoas de maneira negativa. Ele precisa ser responsável pelo que diz. Maus-tratos e zoofilia não têm graça. Estamos aqui para garantir o direito e o respeito aos animais”, diz o ativista Randel Silva, que mantém uma ONG de proteção animal.

Maycon também é investigado pelo delegado Maurício Mendonça, titular da 32ª DP (Taquara) – Rio de Janeiro. Recentemente, o delegado encaminhou ofício à TV Globo solicitando imagens de Maycon no BBB para apurar o caso.

No mês passado, Maycon contou no programa que perdeu a virgindade ao estuprar um animal. Outra declaração dele rendeu até uma campanha de Tatá Werneck e Luisa Mell para eliminá-lo do reality. O participante disse: “Já viu gato? Você coloca um adesivo do lado aqui no gato e ele fica andando assim… Nunca fez isso? Já amarrou bombinha no rabo dele?”. Diante da resposta negativa dos colegas, afirmou que “não tiveram infância”.

Após sair da casa, Maycon disse que as declarações foram brincadeiras, desmentiu o caso de zoofilia e afirmou que não quer ser mal interpretado. “Isso foi uma brincadeira e tenho a humildade de reconhecer que falei coisas erradas no programa”, disse.

Polícia investiga motorista que matou cão ao atropelá-lo em Fortaleza (CE)

A Polícia Civil está investigando o motorista que atropelou e matou o cão Jacó, da raça border collie, no sábado (23), nas areias da Praia de Porto das Dunas, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. O tutor do animal, Vladinir Maciel, afirma que um carro atropelou o cachorro de propósito e “fugiu sem prestar socorro”. Um boletim de ocorrência foi registrado na segunda-feira (25).

Foto: Divulgação/Cão Gentil

O caso de atropelamento é investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). “A Polícia Civil trabalha com o objetivo de identificar e localizar o condutor do veículo”, explicou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, que disse ainda que a fiscalização de circulação nas praias é de responsabilidade do município, conforme estabelecido pelo art. 24 inciso VI e VII do Código de Trânsito Brasileiro. As ações contam com o apoio do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran), segundo o portal O Povo.

Denúncias

Informações que possam contribuir com as investigações sobre o caso do cão Jacó podem ser repassadas à polícia através dos telefones da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente: (85) 3247.2630 / 3247.2637, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). As denúncias são sigilosas e anônimas.

Campanha contra carros na praia

Após a morte de Jacó, Vladinir Maciel iniciou uma campanha contra a circulação de veículos na areia da praia. “A praia não é rua para ter carro. É um local para sair com a sua família, com seu cachorro”, disse em entrevista ao Diário do Nordeste. “Hoje foi meu cachorro, amanhã pode ser você, o seu filho, a sua esposa. Então, carro na praia, não. Praia não é local para ter carro. Essa é minha bandeira agora”, acrescentou.

Maciel conta que o atropelamento aconteceu enquanto Jacó passeava com a família na praia, onde costumavam ir três vezes na semana. “De repente, quando eu olho, veio uma picape Amarok cinza em alta velocidade. Só que ele não alcançava a minha pessoa ou o Jacó. Mas, ele mudou a direção do carro e foi em direção ao Jacó. Atropelou o Jacó e foi correndo em alta velocidade”, afirmou. “Na hora, você fica sem saber o que fazer. Você fica meio que em pânico”, completou.

Após o cão ser atropelado, o tutor o pegou no colo, ligou para o veterinário que o acompanhava e o levou para a clínica 24 horas mais próxima do local. “Eu acho que ele chegou lá já sem vida. Dr. Daniel e Dr. Gustavo, do qual sou muito grato, fizeram de tudo para tentar reanimá-lo, para tentar salvar ele, mas não deu”, contou.

“Vou tentar ficar com as boas lembranças, foi um cachorro incrível, um cachorro magnífico”, lamentou.

Caso de cão morto com perfurações no corpo é investigado no Paraná

O caso de um cachorro da raça poodle encontrado morto com perfurações no corpo em Maringá (PR) está sendo investigado pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema) do município. O animal foi encontrado em frente a um terreno na rua Rio Tigre, no Jardim Novo Oásis.

Moradores da região que encontraram o corpo acionaram a Ouvidoria Municipal para solicitar que o animal fosse retirado do local. Quando a equipe chegou no terreno e avaliou a situação, foi levantada a hipótese de que o cão tenha sido morto a tiros. As informações são do Maringá Post.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

“Constatamos três perfurações. Uma delas atravessava o corpo e as outras duas só tinham o sinal da entrada. Levamos o cachorrinho para a avaliação de uma veterinária, para termos a certeza sobre a causa da morte”, afirmou o fiscal da Diretoria de Bem-Estar Animal, Ivan Zakaluk, que atendeu a ocorrência.

Apesar de a avaliação preliminar ser de que o animal foi morto a tiros, o fiscal afirma que é preciso aguardar o laudo veterinário para afirmar o que, de fato, ocorreu.

Os tutores do cão registraram um boletim de ocorrência na Delegacia de Maringá. Eles viram o animal pela última vez, segundo Zakaluk, por volta de meia noite de segunda-feira (18). “Pela manhã desta terça, a família viu a comoção nas rede sociais sobre a morte do cachorro no bairro e só ai percebeu que era o animal deles”, explicou.

A Polícia Civil também esteve no bairro para colaborar com as investigações. A principal busca é por imagens de câmeras de videomonitoramento que possam identificar o responsável pela morte de Spike, como era chamado o cão. Para que a identificação seja possível, Zakaluk pede a colaboração de moradores do bairro. “Se tiver alguma informação, entre em contato com a gente no 156”, afirmou.

Caso o agressor seja identificado, ele será multado pelo crime de maus-tratos a animais. Zakaluk explicou que, ao encontrar animais mortos, a orientação é que a pessoa ligue para a Ouvidoria da Prefeitura de Maringá, como fizeram os moradores que localizaram Spike. “Fazemos o recolhimento. É mais indicado do que enterrar”, disse.

Uma nova proposta de lei, que foi aprovada pela Câmara de Maringá e aguarda avaliação do prefeito, que decidirá pela sanção ou pelo veto, estabelece multa de até R$ 10 mil para casos de maus-tratos a animais que resultem em morte.

Ativistas veganos protestam contra o uso de lã na semana de moda de Londres

Foto: PETA

Três ativistas vendadas seguraram um cordeiro ensanguentado e cartazes dizendo: “Não tape os olhos sobre a lã” e “A lã é tão cruel quanto a pele”.

O protesto segue uma série de cruéis revelações da PETA sobre esta indústria. A organização visitou 99 instalações em quatro continentes. As investigações incluíram a primeira exposição da indústria britânica de lã.

As filmagens feitas em fazendas britânicas mostraram ovelhas aterrorizadas por trabalhadores usando tosquiadeiras elétricas, batendo suas cabeças no chão, chutando-as e jogando-as para fora de reboques.

A British Wool, uma organização de propriedade de agricultores, divulgou um comunicado em resposta à gravação dizendo: “Estamos chocados e tristes com o comportamento dos dois empreiteiros filmados secretamente”.

Roupas veganas

“A lã de ovelha, assim como a pele de raposa, não é um ‘tecido’, e não pertence a nós – pertence aos animais que nasceram com ela”, disse a diretora da PETA, Elisa Allen, em um comunicado.

“Sempre que os animais são vistos como nada mais que mercadorias para serem transformados em cachecóis de lã ou casacos de pele, o abuso sempre será parte do processo de produção”.

“A única maneira de ter certeza de que não estamos engajados na crueldade é deixar roupas de lã – e todas as outras roupas feitas de animais – fora dos nossos guarda-roupas”.

Na semana passada, a gigante global da moda Boohoo anunciou que também deixaria de usar lã como resultado das investigações da PETA.

Outras investigações

A PETA revelou os horrores cometidos em fazendas africanas produtoras de pelo de cabras. Com a investigação, a ONG combateu a produção de mohair na África do Sul, fonte de mais de 50% do produto no mundo.

Durante janeiro e fevereiro de 2017, investigadores visitaram 12 fazendas na África do Sul e descobriram uma série de abusos, incluindo trabalhadores arrastando cabras pelos chifres e pernas e levantando-as do chão pela cauda, ​​o que poderia quebrar suas espinhas.

Além disso, de acordo com a PETA, testemunhas oculares viram as orelhas de cabra sendo mutiladas com alicates, deixando-as gritando de dor.

Após a divulgação, diversas marcar abandonaram o uso do tecido feito à base de pelo de cabra, como a Topshop, H & M, Gap, Anthropologie, ASOS, Diane Von Furstenberg, Banana Republic, Zara e Royal Collection Trust, uma instituição beneficente britânica fundada em 1993 pela Rainha Elizabeth II, a pedido do príncipe de Gales.

 

 

Polícia procura responsável por matar cão de forma brutal em MG

Um cachorro de pequeno porte foi morto de forma brutal no bairro Platina, em Ituiutaba, no estado de Minas Gerais. A Polícia Militar de Meio Ambiente tenta identificar o responsável pelo crime.

Foto: PM Meio Ambiente/Divulgação

O animal foi encontrado com vários ferimentos pelo corpo feitos com objeto cortante. A polícia acredita que o cão foi esfaqueado. As informações são do portal G1.

Segundo informações do 3º Grupamento de Polícia Militar de Meio Ambiente, o corpo do cachorro foi encaminhado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município para que exames possam ser realizados com o intuito de atestar a causa real da morte.

Depois que o resultado dos exames estiverem prontos e um laudo sobre a causa da morte for emitido, um Boletim de Ocorrência será redigido para que a Polícia Civil passe a investigar o caso.

A Polícia Militar de Meio Ambiente pede que quem tiver informações sobre o paradeiro do agressor do animal faça uma denúncia através do Disque Denúncia 181. A ligação não tem custos e é anônima.

Quarto golfinho morre em aquário dos Estados Unidos em menos de 2 anos

Kai’nalu. Foto: Dolphinaris

O Animal Welfare Institute (AWI) está pedindo ao Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) do USDA para realizar uma investigação completa no aquário, que tem um histórico de quatro mortes de golfinhos em menos de dois anos.

“Estamos escrevendo com urgência para solicitar que o Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) realize uma inspeção imediata de Dolphinaris no Arizona para revisar os registros clínicos e os relatórios de necropsia dos animais”, disse Dra. Naomi Rose, bióloga de mamíferos marinhos.

Ela também solicitou que uma equipe externa, incluindo um veterinário especializado em APHIS e um outro em ONGs, bem como outros profissionais externos com quem a Dolphinaris trabalha, conduzam uma investigação sobre as condições do local.

“Nós insistimos veementemente que os quatro golfinhos restantes nesta instalação sejam apreendidos e devolvidos às suas instalações de origem”, escreveu Rose. As informações são do World Animal News.

“O Animal Welfare Institute e várias outras organizações de proteção animal se opuseram à construção do aquário desde o início, mas apesar de nossos protestos, o Dolphinaris foi inaugurado em outubro de 2016. Solicitamos transparência e a liberação dos relatórios de necropsia, para obter respostas. Sempre tivemos duas preocupações: os golfinhos não pertencem ao deserto. O ambiente é simplesmente inadequado e inóspito para essas criaturas do oceano. A outra é com a febre do vale, uma infecção fúngica que é prevalente no Arizona e a capacidade dos golfinhos para lidar com este e outros patógenos”.

O histórico de mortes no Dolphinaris

Bodie, um golfinho de 7 anos de idade, morreu em 23 de setembro de 2017, vítima de uma doença muscular rara, de acordo com funcionários da instalação. Mais tarde naquele ano, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica divulgou um relatório à ativista Laurice Dee que disse que Bodie morreu de uma infecção por fungos, levando os ativistas a especular se as condições do deserto são apropriadas para os golfinhos. A porta-voz do Dolphinaris Arizona, Jen Smith, disse à The Arizona Republic em junho de 2018 que a doença muscular era secundária a uma infecção fúngica.

Alia, um golfinho de 10 anos morreu em 22 de maio de 2018, de uma infecção bacteriana aguda que, segundo autoridades, se espalhou rapidamente por todo o corpo. O Dolphinaris Arizona atraiu críticas e protestos de ativistas.

Khloe, uma roaz do Atlântico de 11 anos, morreu no dia 30 de dezembro de 2018, por uma doença crônica. Responsáveis pelo aquário afirmaram que antes de Khloe chegar às instalações em 2016, ela já lutava contra este problema causado pelo parasita Sarcocystis.

De acordo com o AZ Central, o local tem um habitat de 900 mil litros de água salgada onde ficam os golfinhos que a instalação garante que já nasceram em cativeiro.

Críticos dizem que mamíferos marinhos grandes e inteligentes, como os golfinhos, não devem ser explorados para entretenimento humano.

 

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.