Porquinha de 50 quilos é criada como membro da família no interior de SP

Biju é o nome da porquinha que vive na casa da empresária Joana D’Arc Fontes, em Itapetininga (SP). Ela pesa mais de 50 kg e é da raça minipig. Quando filhotes, os animais são menores que outros leitões, mas crescem normalmente com o passar dos anos. Ainda mais se forem bem alimentados.

Foto: Reprodução/ TV TEM

A porca come três vezes ao dia, em média são dois quilos por refeição. Frutas, legumes e verduras fazem parte do cardápio.

Biju tem amigos de várias espécies: uma cachorrinha, um gato, tartaruga e algumas galinhas. Todos se entendem muito bem.

O veterinário Renato Santos Reis explica que dá para criar porcos em ambiente doméstico, desde que o animal tenha espaço para se desenvolver. Assim, ele não fica estressado e evita fugas.

A alimentação precisa ser balanceada, à base de vegetais e pouco calórica. A pele também necessita de cuidados. Renato diz que os porcos claros, como a Biju, precisam passar protetor solar para não descascar.

E, como se não bastasse o tratamento de primeira, ela ainda é uma estrela nas redes socais. Tem mais de mil seguidores. Joana diz que já está aprendendo inglês para se comunicar com os fãs internacionais da porquinha.

Fonte: G1

Tutora muda de endereço e abandona mais de 10 gatos em casa vazia

Cerca de 15 gatos foram abandonados, há dois meses, em uma casa vazia no Jardim Vieira de Moraes, em Itapetininga, no interior de São Paulo. Vizinhos afirmam que a tutora dos animais mudou de endereço e deixou os gatos no imóvel.

Foto: Reprodução/TV TEM

“Abandonaram. Alugaram a casa, fecharam com os gatos e foram embora. Nesse calor eles passam sede, fome. Então, a gente tem que ficar dando comida para eles. Uns estão doentes e com sarna. É uma judiação”, diz Gilma Gomes da Silva Galão.

“A gente não sabe como é a saúde desses animais. Às vezes com sarna, às vezes com outras doenças que a gente não sabe”, diz Luiz Anunciato Leite. As informações são do portal G1.

Devido a casos como esse, o casal Adriana e Mauro Plens decidiu se dedicar aos animais abandonados. Eles estabeleceram uma parceria com a Zoonoses da cidade e atualmente cuidam de mais de 50 cães e 27 gatos.

“Sempre tem alguém cuidando deles, porque os animais podem se estranhar e brigar entre eles. E também tem a questão do barulho. Se deixarmos sozinhos o barulho é insuportável e não há vizinho que aguente”, explica Mauro.

Foto: Reprodução/TV TEM

Após serem resgatados, os animais são submetidos a atendimento veterinário, castração, vacinação e, depois, são disponibilizados para adoção.

“Hoje nossa maior dificuldade é com os gastos veterinários, porque tudo é muito caro. Não recebemos nenhum recurso público, trabalhamos com nosso próprio recurso e com arrecadações que fazemos com vendas de pizza, de bolo, de rifas. Assim como todo protetor se vira”, afirma Adriana.

O maior sonho do casal, segundo Adriana, é encontrar um lar para todos os animais. “Eu queria muito que esse canil estivesse vazio. O nosso sonho é que eles encontrem um lar de amor, um lar responsável que os ame, porque eles ainda não tiveram essa oportunidade”, diz.

Foto: Reprodução/TV TEM

O tenente Felipe José Leme lembra que abandonar animais é crime, assim como “deixar sem alimentação e atos de mutilação configuram o crime”.

“O indivíduo vai incorrer em crime na esfera penal e administrativa com multa no valor de R$ 3 mil por animal, além do crime que tem pena de três meses até um ano de detenção. E a pena é aumentada caso ocorra a morte do animal”, explica.

O setor de Zoonoses da cidade diz que o órgão não tem a função de resgatar animais, mas de cuidar de doenças que podem ser transmitidas a humanos e realizar palestras e ações na área urbana e rural para repassar informações sobre guarda responsável e dicas para que os animais tenham boa saúde.