PETA pede para que Leonardo DiCaprio resgate chimpanzé de “O lobo de Wall Street”

Por Rafaela Damasceno

O grupo ativista PETA está pedindo para que Leonardo DiCaprio, ator ambientalista e vencedor do Oscar, resgate o chimpanzé, Chance, que participou do filme “O lobo de Wall Street”.

Chance no colo de Leonardo Dicaprio

Foto: Livekindly

O filme recebeu muitas críticas na época de sua estreia, em 2013, com a organização em defesa dos direitos animais Amigos dos Animais pedindo um boicote. O grupo disse que o chimpanzé sofreria danos psicológicos permanentes por ser obrigado a atuar no filme.

Seis anos depois, Chance continua sofrendo. Agora ele pertence a um zoológico de beira de estrada, que o obriga a se apresentar e realizar truques. A ONG PETA pediu ajuda a DiCaprio e Martin Scorsese, o diretor do filme, para que o resgate seja possível.

A organização deseja que Chance seja realocado em um santuário, onde passaria o resto de sua vida sem ser forçado a entreter pessoas.

Explorar os animais em filmes, felizmente, parece algo que está diminuindo pouco a pouco, devido às tecnologias atuais. Jon Favreau, que dirigiu a adaptação do “Rei Leão” para uma versão mais realista, disse à Vanity Far: “O fato da tecnologia poder fazer parecer tão visualmente real torna mais e mais difícil precisar colocar animais em perigo para fazer um filme”.


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Leonardo DiCaprio lança ONG em defesa do meio ambiente

A nova organização, chamada de Earth Alliance, “trabalhará globalmente para proteger os ecossistemas e a vida selvagem, garantir a justiça climática, apoiar a energia renovável e garantir os direitos indígenas para o benefício de toda a vida na Terra”, segundo um comunicado.

A Earth Alliance fornecerá subsídios, oportunidades educacionais e campanhas e filmes para fundos de proteção ao planeta, além de trabalhar com organizações de base e indivíduos nos lugares mais afetados pela perda de biodiversidade e pelas mudanças climáticas, segundo, afirma a nota.

No comunicado, DiCaprio chamou a Earth Alliance de “uma nova plataforma, maior e ágil, que compartilha recursos e conhecimentos, ao mesmo tempo em que identifica os melhores programas para promover mudanças reais em todo o planeta”.

“O lançamento da Earth Alliance marca o próximo passo na evolução do LDF (sigla em inglês para a Fundação Leonardo DiCaprio) à medida que se ela une totalmente sob a nova estrutura de gestão e concessão de doações da Earth Alliance”, disse DiCaprio no comunicado. “Laurene e Brian são líderes cívicos incríveis que compartilham minha paixão e compreensão da urgência e escala dos desafios que enfrentamos”, concluiu ele.

Ainda segundo o comunicado, a Earth Alliance será liderada por uma equipe de gestão independente e recém-nomeada de todo o mundo, com renomados cientistas e conservacionistas.

DiCaprio há muito tempo promove o ambientalismo por meio de sua Fundação Leonardo DiCaprio, com foco na ecologia, oferecendo 100 milhões de dólares em subsídios para tudo, desde a recuperação de leões e a restauração de manguezais até a defesa dos direitos indígenas e melhor acesso à energia solar. Sua fundação funcionará em conjunto com a Earth Alliance.

Brian Sheth, co-fundador e presidente da Equity Partners, é presidente da Global Wildlife Conservation e fundou a The Sheth Sangreal Foundation com sua esposa para apoiar iniciativas ambientais e educacionais. A Sheth Sangreal Foundation financiará os custos operacionais e administrativos da Earth Alliance.

“Nosso planeta está em um ponto de virada crítico e nós temos uma oportunidade de fazer a transição de nossa sociedade em harmonia com toda a vida na Terra”, acrescentou Sheth.

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Leonardo DiCaprio lança mais um documentário sobre as mudanças climáticas

Por David Arioch

Documentário estreia na HBO no dia 11 de junho | Divulgação

O ator e produtor Leonardo DiCaprio está promovendo o seu mais recente documentário – “Ice on Fire”, que não apenas aponta os problemas gerados pelas mudanças climáticas como também apresenta soluções para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

Filmado na Noruega, Islândia, Suíça, Costa Rica e em estados dos EUA como Alasca, Colorado e Connecticut, o documentário oferece alguns relatos inéditos de trabalhos desenvolvidos por agricultores, cientistas e outros profissionais que estão buscando meios de minimizar o impacto ambiental das ações humanas.

Em “Ice on Fire”, dirigido por Leila Conners, DiCaprio divide a produção com o pai George DiCaprio e conta com o trabalho do roteirista Matthew Schmid. Leila trabalhou com Leonardo DiCaprio no documentário “The 11th Hour”, lançado no Brasil como “A Última Hora”, que também retrata a questão do aquecimento global e tem entre seus ilustres participantes o físico Stephen Hawking.

DiCaprio, Schmid e Conners também trabalharam juntos em outros filmes que abordam a questão ambiental – como “Green World Rising”, de 2014 – além do curta-metragem “We the People 2.0” e “Pollinators Under Pressure”, de 2018.

“O derretimento da neve e do gelo agora desencadeou múltiplos pontos de inflexão climática, especialmente o aumento dos níveis de metano. Os cientistas descobriram soluções, nos dando uma chance de reverter as mudanças climáticas, mas o tempo está passando”, diz DiCaprio no trailer de “Ice on Fire”.

Saiba Mais

“Ice on Fire” foi lançado no Festival de Cannes no último dia 22 e terá sua estreia na TV no dia 11 de junho na HBO.

Leonardo DiCaprio anuncia doação milionária para proteger o planeta e os animais

O ator Leonardo DiCaprio doará US $ 15,6 milhões para o financiamento de programas de proteção e conservação ambiental que visam combater as mudanças climáticas. A doação será feita por meio da fundação que leva seu nome e que atua na proteção do meio ambiente e de animais ameaçados de extinção.

Foto: United Nations

“Hoje estamos ampliando significativamente o nível dos nossos subsídios e nossas parcerias para resolver alguns dos problemas climáticos”, disse Leonardo DiCaprio.

De acordo com DiCaprio, “a mudança climática é uma realidade e está acontecendo agora. É o maior perigo que ameaça a humanidade. Nós não paramos de valorizar este planeta, assim como eu não paro de valorizar hoje à noite”.

Mais de 200 projetos em 50 países e cinco oceanos foram financiados pela Fundação Leonardo DiCaprio (LDF) de 1998 até hoje. São 132 organizações apoiadas pela entidade, que já fez doações no valor de US$ 59 milhões.

O ator se mobiliza contra a poluição causada pelo plástico, defende o fim das indústrias de óleo de palma na Indonésia, é contra o gasoduto Dakota – destinado a destruir terras indígenas -, e se comprometeu a lutar contra a extinção da vaquita, espécie que tem apenas 30 animais vivos.


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Leonardo DiCaprio apoia fundo de 150 milhões de dólares para a mudança climática

Foto: LiveKindly

A celebridade já mostrou que é mais do que um artista e há anos é um dos mais proeminentes defensores da conservação ambiental. Sozinho, ela já contribuiu com um total de 100 milhões de dólares (cerca de 400 milhões de reais) na luta contra o aquecimento global, através da Fundação Leonardo DiCaprio.

Agora, o ator e ativista ambiental apoiou um fundo de 150 milhões de dólares (aproximadamente 580 milhões de reais) para as mudanças climáticas. O Fundo de Tecnologia do Clima de Princeville é  o mais novo investimento da Princeville Capital – que aplica em empresas de tecnologia que se esforçam para enfrentar positivamente as questões climáticas.

Toda a equipe por trás do novo fundo climático – que tem escritórios em Amsterdã, Hong Kong e São Francisco – compartilha o “senso de urgência” de Leonardo DiCaprio para lidar com o problema mundial. As informações são do LiveKindly.

“A Princeville Capital vê a oportunidade de acelerar o crescimento de tecnologias disruptivas que podem resolver a crise climática.”

“O Sr. DiCaprio se juntará a uma equipe de especialistas em clima, tecnologia e mercados globais com uma paixão por impulsionar o impacto, bem como fortes retornos financeiros .”

Outros investimentos

Em 2017, o ator investiu na Beyond Meat , criadora do hambúrguer com base em vegetais que parece, cozinha e tem sabor semelhante ao da carne bovina.

Além de Beyond Meat, DiCaprio investiu na Hippeas – uma marca de salgadinhos à base de grão de bico – e na Califia Farms, que fabrica leite vegano.

Apoiando o Fundo de Tecnologia do Clima de Princeville, o ativista espera utilizar o setor de tecnologia na luta contra as mudanças climáticas.

Enfrentar a mudança climática requer uma mudança urgente e ampla em nosso uso de energia” , disse ele em um comunicado.

“Investimentos em tecnologia e no setor privado desempenharão um papel fundamental na garantia de um futuro mais saudável para o nosso planeta.”

“A visão da equipe da Capital de Princeville e as metas do Fundo são parte desse esforço e estou ansioso para trabalhar de perto com eles” , acrescentou.

 

 

 

Rússia ordena a libertação de 100 baleias após pressão de Leonardo DiCaprio

Cerca de 90 baleias beluga eram mantidas em condições cruéis | Foto: The Siberian TImes

Cerca de 90 baleias beluga eram mantidas em condições cruéis | Foto: The Siberian TImes

Autoridades russas ordenaram a libertação de 100 baleias orca e beluga que viviam em cativeiro após a pressão de Leonardo DiCaprio.

Fotos mostrando os animais imensos e majestosos, sendo mantidos presos em espaços apertados e pequenos na costa do pacífico na Rússia, se tornaram alvo de uma onda de críticas desde que apareceram pela primeira vez ano passado.

Dúzias de baleias orcas e beluga mantidas em cativeiros apertados em Nakhodka, Russia | Foto: AFP/Getty Images

Dúzias de baleias orcas e beluga mantidas em cativeiros apertados em Nakhodka, Russia | Foto: AFP/Getty Images

O Kremlin informou que cinco filhotes de morsas, 11 orcas e 90 filhotes de belugas foram mantidos em condições cruéis por proprietários que planejavam vendê-los a aquários chineses.

O serviço federal de segurança da Rússia, FSB, fez acusações formais contra quatro companhias por infração das leis de pesca do pais.

Contudo, as baleias ainda estão presas no cativeiro que foi batizado de “prisão de baleias” em Nakhodka (Rússia) enquanto as autoridades tentam seguir o protocolo para libertá-las.

O porta-voz do Kremelin, Dmitry Peskov disse semana passada que o presidente Valdimir Putin entrou no caso para cuidar pessoalmente do assunto.

“Estamos fazendo tudo que podemos”, disse o ministro da ecologia do país Dmitry Kobylkin, na quinta-feira.
“Ninguém está se colocando de forma contrária a libertação das orcas, mas o mais importante de tudo é libertá-las da forma certa”, ele disse.

O ator de Hollywood, Leonardo DiCarprio, já havia postado no Twitter uma convocação aos seus 19 milhões de seguidores para assinar uma petição online pela libertação dos animais.

“Por favor assinem essa petição e se juntem a mim em defesa das baleias e contra a captura desumana de orcas e belugas na Rússia, ele escreveu em 26 de fevereiro.

Desde então a petição recebeu mais de 900 mil assinaturas.

Semana passada, o presidente Putin ordenou que os ministérios da agricultura e meio ambiente “determinassem o destino” dos mamíferos marinhos até sexta-feira primeiro de março.

Leonardo DiCaprio endossa crítica ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho

“Isso acontece apenas três anos depois do maior desastre ambiental do país, quando outra barragem se rompeu” (Foto: Leonardo DiCaprio Foundation)

Ontem, o ator e produtor Leonardo DiCaprio lamentou no Instagram o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais, e endossou uma crítica feita originalmente pelo Greenpeace. A publicação já recebeu mais de um milhão de curtidas.

“Na sexta-feira passada, uma barragem de mineração desmoronou em uma pequena cidade no Brasil, liberando quase 13 milhões de metros cúbicos de lama tóxica e deixando para trás um rastro de morte e tristeza. Isso acontece apenas três anos depois do maior desastre ambiental do país, quando outra barragem se rompeu”, destaca a mensagem, acrescentando que já basta, e que governos e corporações devem parar de colocar o lucro acima da vida das pessoas e da natureza.

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Leonardo DiCaprio faz o #10YearChallenge com imagens da Amazônia

O ator e ativista Leonardo DiCaprio usou o #10YearChallenge para fazer um alerta sobre o desmatamento no Brasil.

Foto: Reprodução | Instragram

O ator comparou imagens aéreas da Floresta Amazônica. “Rondônia, no Brasil, originalmente tinha mais de 200 mil km² de floresta, mas se tornou um dos locais mais desmatados da Amazônia”, diz a legenda em inglês.

Além de DiCaprio, outros famosos estão aproveitando o desafio para chamar atenção do público. No Brasil, por exemplo, Anitta e Leandra Leal usaram a brincadeira para falar sério.

Foto: Reprodução | Instragram

Foto: Reprodução | Instragram

Conforme já noticiado pela ANDA, o desmatamento da Amazônia está prestes a atingir um determinado limite a partir do qual regiões da floresta tropical podem passar por mudanças irreversíveis, em que suas paisagens podem se tornar semelhantes as de cerrado, com vegetação rala e esparsa e baixa biodiversidade.

O alerta foi feito em um editorial publicado na revista Science Advances. O artigo é assinado por Thomas Lovejoy, professor da George Mason University, nos Estados Unidos, e Carlos Nobre, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas – um dos INCTs apoiados pela FAPESP no Estado de São Paulo em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – e pesquisador aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“O sistema amazônico está prestes a atingir um ponto de inflexão”, disse Lovejoy à Agência FAPESP. De acordo com os autores, desde a década de 1970, quando estudos realizados pelo professor Eneas Salati demonstraram que a Amazônia gera aproximadamente metade de suas próprias chuvas, levantou-se a questão de qual seria o nível de desmatamento a partir do qual o ciclo hidrológico amazônico se degradaria ao ponto de não poder apoiar mais a existência dos ecossistemas da floresta tropical.

Ameaçada de extinção, vaquita é tema de documentário com Leonardo DiCaprio e Sea Shepherd

Vaquita, o menor cetáceo do mundo – medindo um metro e meio e pesando cerca de 50 quilos (Acervo: WWF)

Ameaçada de extinção, a vaquita, também conhecida como boto-do-pacífico, é tema de documentário com Leonardo DiCaprio, presidente mexicano Enrique Peña Nieto e a organização Sea Shepherd, de conservação da vida marinha.

“Vaquita – Sea of Ghosts”, que está sendo produzido pela Terra Mater Factual Studios, sediada em Viena, na Áustria, é uma continuação do documentário indicado ao Oscar “The Ivory Game”, de 2016, que aborda o comércio ilegal de marfim. A previsão é de que o documentário seja lançado nos próximos meses.

Dirigido pelo austríaco Richard Ladkani, que traz no currículo mais de 50 documentários para cinema e TV, o filme discute a pesca ilegal e as tentativas e meios de salvar a vaquita, o menor cetáceo do mundo – medindo um metro e meio e pesando cerca de 50 quilos.

Segundo informações do Comitê Internacional para Recuperação da Vaquita (Cirva), atualmente restam apenas 30 vaquitas, espécie endêmica do Golfo da Califórnia, no Noroeste do México. E a má notícia é que elas podem ser extintas até 2022, o que endossa a urgência de um documentário sobre a realidade do boto-do-pacífico.

A maior causa do risco de extinção do animal é a pesca ilegal no Golfo da Califórnia, onde as vaquitas sempre foram visadas porque suas bexigas natatórias têm alto valor comercial na China – onde são vendidas por mais de 100 mil dólares cada unidade.

Snacks veganos de Leonardo DiCaprio arrecadam US $8 milhões

A marca – que ganhou fama depois que o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio ganhou o apoio com um investimento em 2017 – já arrecadou US $ 14 milhões. Entre os novos investidores estão o grupo de risco CAVU, o fundador da banda Thins, Scott Semel, bem como alguns dos próprios funcionários da Hippeas.

Foto: Reprodução | Instagram

Já conhecida pelos consumidores, a Hippeas está atualmente disponível em 40.000 lojas internacionais, incluindo a Target nos EUA, e a Tesco , a Sainsbury’s, a Asda e a Boots no Reino Unido.

Foi esta taxa de crescimento que encorajou a CAVU a participar na última ronda de angariação de fundos, de acordo com o parceiro de gestão do grupo, Brett Thomas. Ele disse a Nosh : “A coisa mais importante para nós é que nós vemos isso funcionando em todos os canais… as velocidades são tão fortes no convencional e no clube quanto no natural. Que diz que há algo que ressoa com o consumidor. ” As informações são do Live Kindly.

Foto: Reprodução | Instagram

Ele acrescentou: “Uma das coisas que observamos quando fazemos parcerias com empresas não é apenas ser específico do produto, mas a capacidade de ser uma marca e uma plataforma em potencial”.

A Hippeas já tem grandes planos para 2019; em janeiro, os puffs de grão-de-bico chegarão às prateleiras da Whole Foods Markets nos EUA e, mais tarde, no ano, pretende embarcar em um período de testes com a popular rede de lojas de conveniência 7-Eleven.

Novos produtos também estão no horizonte da marca, que planeja lançar nachos veganos com sal do Himalaia no próximo ano.

“O negócio fechou o ano com desempenho incrível, então em 2019 tivemos o financiamento para realmente continuar dirigindo, continuar impulsionando os negócios, continuar fazendo o que estamos fazendo”, explicou o fundador e chairman da Hippeas, Livio Bisterzo.

“Temos um caminho muito forte para ser o número um em puff natural.” No terceiro ou quarto trimestre de 2019, o fundador acrescentou que pretende que a marca seja rentável. Se a Hippeas conseguir atingir 5% dos petiscos, observou ele, estará a caminho de captar US $ 100 milhões.

“Temos um caminho claro para esse número de US $ 100 milhões e podemos realmente chegar lá” , observou ele. “Isso não é só eu dizendo isso. Mas não os dados estão mostrando que estamos a caminho. Isso é o que é muito excitante.