Garotinha de 9 anos pede aos vândalos que parem de matar os patos do lago

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

Uma menina ficou desolada depois de ter se deparado com três latas de lixo, enormes e lotadas, jogadas por vândalos em um lago do parque onde ela costuma ir.

Yaela Crane, de 9 anos, passou seu feriado de páscoa arrastando com varas de pescar e retirando o lixo do lago e colocando cartazes de conscientização em volta do parque, incentivando as pessoas a reciclarem seu lixo em dispensadores especializados nessa operação, em vez de jogá-lo no lagos.

Apesar de todo o seu trabalho duro e dedicação, os cartazes foram rasgados e despejados junto com as lixeiras na noite de segunda-feira.

As lixeiras estavam cheias de porcarias que são tóxicas para a vida selvagem, incluindo detergentes, sacos de lixo para recolher coco de cães, alimentos para animais em decomposição, bandejas usadas em refeições para viagem e xícaras de café, junto com garrafas e latas de plástico.

Acredita-se que um grupo de jovens arrastou as lixeiras por uma longa distância até o People’s Park, em Grimsby (Inglaterra), antes de levá-las deliberadamente e jogá-las na água.

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

Yaela disse: “Eles têm que parar isso ou para de frequentar o parque”.

“Não queremos pessoas assim em nosso parque. As pessoas querem poder ver os patos e os cisnes. Esta é a casa deles. Nós não queremos que eles morram”.

Sua mãe, Nicola Bainbridge, disse: “As crianças testemunharam tantas coisas no parque, incluindo patos e cisnes sendo massacrados ao longo dos anos”.

“As crianças visitam os animais todos os dias. Elas fizeram cartazes e os colocaram em árvores com a ajuda do meu irmão que mora em frente ao parque”, disse a mãe de Yaela.

Mas até isso esse vândalos foram capazes de destruir. “É um parque tão bonito. Mas as pessoas fazem essas coisas horríveis”.

“É constante e não é justo que as crianças vejam isso”.

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

Foto: Grimsby Telegraph / BPM Media

O vereador Matthew Patrick disse que conversou com oficiais da polícia para garantir que o lixo seja limpo. “É horrível”, concordou ele.

Parques são espaços abertos para todos desfrutarem. Eles estão abertos a pessoas que os respeitam.

“Espero que quem fez isso seja pego pela polícia. Esta é a minoria que estraga um espaço comunitário para a maioria”.

Tartaruga é encontrada morta em meio à poluição de canal no RJ

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta no último sábado (23) em meio à poluição do Canal da Ogiva, no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro.

Foto: Internet / Reprodução Inter TV RJ

A poluição do local onde o animal foi encontrado morto serve de alerta para a sociedade e os governantes, já que é o uso e descarta inadequado do que é consumido pela população, somado ao descaso do governo, que leva lixo para regiões habitadas por animais.

Ao ser encontrado, o corpo da tartaruga já estava em estado avançado de decomposição. As informações são do portal G1.

O animal foi entregue à Guarda Marítima Ambiental por um morador da região que o encontrou. O órgão, por sua vez, encaminhou o corpo para a CTA – Serviço de Meio Ambiente, ligada à empresa Petrobras.

Como havia muito lixo no local em que a tartaruga foi localizada, existe a possibilidade, segundo a Guarda Marítima Ambiental, do animal ter morrido asfixiado devido à ingestão de plástico. No entanto, a causa da morte ainda não foi identificada.

Toneladas de lixo plástico ameaçam a vida no maior atol do mundo

O lixo plástico vem do continente e acaba no atol de Aldabra | Foto: Sky News/Reprodução

O lixo plástico vem do continente e acaba no atol de Aldabra | Foto: Sky News/Reprodução

Cientistas estimam que pode haver mais de mil toneladas de plástico no distante atol de corais de Aldabra, no arquipélago de Seychelles.

Considerado um dos patrimônios da humanidade, o belíssimo atol declarado reserva natural, lar de diversas espécies raras, recebe lixo do continente trazido pelas correntes marinhas e marés altas.

A ilha, conhecida como “Galápagos do Oceano Índico” pela enorme variedade de vida da região, fica a mais de 640 quilômetros da presença (social) humana mais próxima.

Mas a sua posição em relação as correntes oceânicas, resulta, que a cada maré alta, mais plástico será trazido para o atol.

O acesso ao atol, parte das ilhas Seychelles, é estritamente controlado por razões de biossegurança, cientistas que vivem na estação de pesquisa da ilha relatam a ameaça que o plástico representa para a vida selvagem do lugar.

Eles contam à equipe do Sky News que já chegaram a ver tartarugas rastejando sobre garrafas plásticas e outros detritos para conseguir por seus ovos na areia.

Cheryl Sanchez, a coordenadora de ciências da estação, disse: “Elas são muito fortes. Elas têm que empurrar o lixo pro lado, o que elas conseguem fazer. Mas isso depende também de quanto lixo plástico está acumulado ali e é preciso pensar nesses filhotes que logo estão chegando também”

“Eles são muito menores e precisarão rastejar sobre tudo isso”.

Perigo sedutor

As tartarugas gigantes de Aldabra também estão em risco.

Elas se recuperaram de uma quase extinção, chegando a uma população que agora atingiu de cerca de 150 mil habitantes, mas o plástico é uma nova ameaça.

As tartarugas acham o plástico irresistível, dizem os cientistas, particularmente os amarelos e vermelhos, possivelmente porque elas confundem com frutas.

Jessica Moumou, pesquisadora da Fundação Ilhas Seychelles, disse: “Eles comem pedaços e, às vezes, chinelos, garrafas plásticas e escovas de dentes inteiros.

“Você puxa o plástico e agarra pra tomar delas, mas eles não largam.”

Uma equipe conjunta da fundação científica e do The Queen’s College, da Universidade de Oxford, está agora limpando a costa sul de Aldabra.

Eles removeram até agora 22 toneladas de plástico.

Foto: Sky News/Reprodução

Foto: Sky News/Reprodução

Cordas de plástico e redes de pesca representam a maioria dos detritos por peso, mas garrafas, isqueiros e particularmente chinelos também são muito comuns em meio a todo o lixo encalhado.

Jeremy Raguain, um dos organizadores do Projeto de Limpeza Aldabra, disse que espera que a equipe colete pelo menos de 50 a 60 mil chinelos.

“Eles são bem duráveis”, disse ele. “As correntes podem levá-los para longas distâncias.

“Que nosso lixo termine aqui está errado.

“Aldabra é uma área protegida maravilhosa, mas há limites sobre o quanto podemos protegê-lo, seja da mudança climática ou da poluição de plástico.

“As imagens mostram que você pode estar a um milhão de quilômetros de distância e você ainda pode ter um impacto sobre este lugar.”

Os cientistas estão preocupados que o plástico possa trazer com ele espécies invasoras.

Lindsay Turnbull, do The Queen’s College de Oxford, e administradora do SIF, conta que encontrou um sapato de espuma que estava na água há tanto tempo que estava incrustado com enormes percebes (crustáceos que destroem corais).

“O plástico está trazendo isso pra cá”, disse ela.

Temos em Aldabra uma espécie marinha invasora que costumava ser encontrada apenas na ilha de Guam. Aos poucos, ela se espalhou pelo Oceano Índico.

“Esta espécie é conhecida como um assassino de corais. Nós não queremos isso aqui.”

Homem abandona filhotes de cachorro em saco de lixo e é preso nos EUA

Robert Wild, de 56 anos, foi preso após colocar oito filhotes de cachorro dentro de uma sacola plástica e abandoná-los no lixo. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Marshfield Police Department

A prisão aconteceu após moradores da cidade de Marshfield, no estado americano do Wisconsin, ouvirem choro de animais. A princípio, eles acreditaram que o barulho fosse de gatos e acionaram as autoridades. As informações são do jornal Extra.

Ao chegar no local, a polícia descobriu que, na verdade, o choro vinha de oito cachorros recém-nascidos abandonados dentro de uma sacola no lixo.

Após ser questionado pelos agentes, Wild confessou ter abandonado os cães. Ele foi preso e será indiciado pelo crime de maus-tratos e abandono de animais.

Os filhotes foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal da cidade. De acordo com a entidade, eles passam bem e serão disponibilizados para adoção futuramente, assim que estiverem maiores.

Cachorro mantido acorrentado em meio ao lixo é resgatado no Paraná

Um cachorro que era mantido acorrentado em meio ao lixo em uma casa em Curitiba, no Paraná, foi resgatado na terça-feira (12). O animal vivia no bairro Fazendinha.

Foto: Reprodução / Portal Massa News

O resgate foi realizado em uma ação conjunta entre a Rede de Proteção Animal, a Prefeitura de Curitiba e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) da Polícia Civil. As informações são do portal Massa News.

O caso foi descoberto pela polícia após uma denúncia ser feita pelo telefone através da Central 156. Ao chegar no local, as equipes constatara a situação de maus-tratos.

O dono da residência e tutor do animal foi multado e encaminhado à delegacia para prestar depoimento. No entanto, como o crime de maus-tratos é considerado de menor potencial ofensivo, não cabe prisão em flagrante.

O cachorro foi resgatado e levado para um lar temporário, onde permanecerá para que seja castrado e vacinado e até que encontre um novo lar após ser disponibilizado para adoção.

Para denunciar casos de maus-tratos a animais em Curitiba, basta ligar para o número 156. Maus-tratos é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição detenção de até um ano, além de multa. No entanto, a pena costuma ser revertida em penas alternativas, como prestação de serviços comunitários.

Poluição plástica nos oceanos tende a dobrar até 2030

A análise também revela que o dióxido de carbono liberado pela queima do material irá triplicar até 2030 e que os compostos plásticos da incineração estam ligados a doenças cardíacas. A WWF quer que plásticos de uso descartáveis, como sacolas de compras e canudos, sejam eliminados até 2030.

A cada minuto, mais de nove milhões de toneladas de plástico entram no oceano – o equivalente a 1,4 milhão de garrafas plásticas de meio litro.

Por serem mais baratos, os produtos plásticos são descartados com menos de três anos de uso e segundo a WWF, apenas 20% deles são coletados para reciclagem em todo o mundo, enquanto mais da metade é queimada ou enviada para aterros sanitários.

“O plástico está sufocando o planeta, das emissões causadas em sua produção aos animais prejudicados quando vazam em nossos oceanos”, disse Lyndsey Dodds, chefe de política marinha do WWF.

“A natureza não é descartável, é essencial – precisamos dela para nossa saúde, riqueza e segurança. Este é um problema global que requer uma solução global e é por isso que estamos pedindo um acordo legal das Nações Unidas para impedir o despejo de plásticos nos oceanos do nosso planeta até 2030”.

Segundo a organização, quase metade dos resíduos de plástico na Terra atualmente foi produzida depois do ano 2000, principalmente para embalagens e indústrias de construção e automóveis.

O WWF diz que mais de 270 espécies de animais foram prejudicadas por detritos plásticos, o que significa que pelo menos 1.000 tartarugas marinhas morrem a cada ano. Além disso, focas e golfinhos morrem presos a redes de pescas ou a outros pedaços de plásticos e amimais maiores como baleias engolem quantidades assustadoras destes materiais.

Segundo a Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), o número de animais mortos ou feridos por lixo plástico não para de cresce e atingiu a maior alta de todos os tempos.

Os autores do relatório afirmam: “Todos os anos, humanos e outras espécies animais ingerem mais e mais nano-plásticos a partir de alimentos e água potável, com os efeitos completos ainda desconhecidos.

Marco Lambertini, diretor geral da WWF International, disse: “Nosso método atual de produzir, usar e descartar o plástico está fundamentalmente quebrado. As informações são do Daily Mail.

“É um sistema sem responsabilidade, e atualmente opera de uma maneira que praticamente garante que volumes cada vez maiores de plástico vazem para a natureza.”

Iniciativas

A atriz de cinema Bonnie Wright está se unindo a cientistas e ativistas para lançar uma pesquisa nacional sobre poluição de plástico em rios do Reino Unido e ajudará a coletar amostras de água de três pontos ao longo do rio Wye.

Amostras de rios de toda a Grã-Bretanha serão analisadas pela Universidade de Exeter para os níveis de microplásticos.

Redes de supermercados também estão direcionando seus esforços para acabar com o uso de plásticos em seus produtos.

A “Islândia” pretende eliminar completamente o plástico descartável de seus produtos de marca própria até 2023 e os testes serão lançados na loja-conceito Food Warehouse, uma das maiores lojas abertas pela empresa, em North Liverpool.

Ela não é a única a trabalhar para eliminar o plástico. No mês passado, a varejista Marks & Spencer anunciou que testaria 90 linhas de produtos sem embalagem em sua loja em Londres. O varejista também trocou adesivos de código de barras por uma opção ecologicamente correta, eliminou 75 milhões de peças de talheres e substituiu os canudos de plástico por alternativas de papel.

Além disso, Lisboa proibirá o uso de copos plásticos até 2020, o Reino Unido planeja banir completamente o uso de material descartável nas escolas até 2022, a Austrália cortou, 80% do uso de sacolas plásticas em apenas 3 meses e, no Brasil, a ilha Fernando de Noronha (PE) proibiu a venda e o uso de itens descartáveis.

Recentemente, companhia aérea portuguesa Hi Fly tomou medidas sem precedentes para melhorar a sustentabilidade, eliminando o plástico descartável em seus voos.

A empresa lançou um teste sem plástico em quatro voos no fim do passado, substituindo os talheres por xícaras e colheres de bambu. Saleiro e pimenteiro, pratos, potinhos de manteiga, garrafas de refrigerante e escovas de dentes foram trocados por alternativas mais sustentáveis.

Plástico transforma o oceano em um campo minado para os animais

O plástico é responsável por causar um imenso dano aos animais marinhos e ao meio ambiente. O albatroz morto com o estômago repleto de detritos, a tartaruga presa em anéis de latas de cerveja, a foca emaranhada em uma rede de pesca são alguns dos casos de animais prejudicados pelo plástico.

Foto: JORDI CHIAS

Num vídeo divulgado no YouTube, um biólogo em um barco ao largo da Costa Rica usa um alicate suíço para retirar um canudo da narina de uma tartaruga-oliva. O animal se debate, aflito, sangrando. As imagens foram vistas mais de 20 milhões de vezes. O canudo media 10 centímetros. As informações são do National Geographic Brasil.

Os danos aos animais, porém, nem sempre são tão visíveis como no caso da tartaruga. Prova disso é o que acontece com as pardelas-de-patas-rosadas, aves marinhas que nidificam em ilhas perto da costa da Austrália e da Nova Zelândia. A espécie é a que mais ingere mais plástico, em proporção à massa corporal, entre todos os animais marinhos. De toda a população numerosa dessa ave, 90% dos filhotes já ingeriram algum tipo de plástico. Se o material perfura o intestino da ave, a morte é certa. Quando o animal sobrevive, ele enfrenta a fome crônica.

Foto: JOHN CANCALOSI

“O mais triste de tudo é que estão ingerindo plástico pensando que é comida”, afirmou o biólogo marinho Matthew Savoca. “Imagine que você acaba de almoçar e depois continua se sentindo fraco, letárgico e esfomeado pelo resto do dia. Isso seria muito confuso”, completou.

Desnutridas e com pouca energia, as aves voam cada vez mais longe, realizando grandes esforços na tentativa de encontrar alimentação nutritiva, mas só conseguem plástico para alimentar os filhotes.

Peixes como as anchovas também sofrem com o plástico. Quando os detritos estão recobertos por alga, eles têm o mesmo cheiro do alimento normal desses peixes, e os atrai.

Foto: SHAWN MILLER

O plástico é resistente, tem alta durabilidade e boa parte ele flutua. “Os objetos de uso único são os piores. Nada se compara a eles”, afirmou Savoca ao se referir a canudos, garrafas de água e sacolas de compras.

Apesar dos estudiosos ainda não terem compreensão total do impacto a longo prazo do plástico na fauna silvestre, sabe-se que cerca de 700 espécies de animais marinhos já ingeriram material plástico ou ficaram presas nele. Os primeiros casos documentados da ingestão de plástico por aves marinhas são de 74 filhotes de albatroz-de-laysan encontrados, em 1966, em um atol do Pacífico. Na época, a produção mundial de plástico era aproximadamente um vigésimo da atual.

Cadela jogada no lixo precisa de resgate e lar temporário em Poá (SP)

Fausto Vigino
fausto.vigino@uol.com.br

Essa cadelinha foi abandonada num terreno baldio em meio ao lixo. Ela não consegue andar e está cheia de bichos. Uma pessoa deu um comprimido de capstar e improvisou uma casinha, mas já tem mais de 40 Animais em casa e não pode resgatá-la. Ela está na Rua Campos do Jordão, Jardim Ivonete, Poá – SP.

Quem puder ajudar essa pobre menina pode entrar em contato com o Fausto pelo e-mail fausto.vigino@uol.com.br

Gata e filhotes são abandonados dentro de saco de lixo no interior de SP

Uma gata e três filhotes foram abandonados dentro de um saco de lixo no bairro Rios de Itália, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Os animais foram encontrados por uma moradora da região no domingo (17).

Foto: Marcia Silva

A assessora comercial Márcia Silva, de 41 anos, passeava com cachorros quando encontrou os animais. Ela percebeu que havia algo de errado com o lixo quando os cães avançaram no saco. Ao abri-lo, ela encontrou a gata e os filhotes.

“É muito desumano o que fizeram com eles, eu trouxe para minha casa, mas não tenho condições de ficar porque já tenho outros sete animais”, disse Márcia, que lançou uma campanha nas redes sociais para encontrar novos lares para os gatos. As informações são do G1.

“É com muita dor no coração, uma mistura de tristeza e alegria que posto este vídeo pra conhecerem o tamanho da maldade humana e também pedir ajuda para que possamos doá-los. Os encontrei aqui de frente ao meu condomínio. Um cena triste e cruel”, escreveu a mulher em rede social.

Abandono de animais é crime e a pena pode chegar a seis meses de detenção. Porém, por ser crime de menor potencial ofensivo, o infrator não vai preso.

Márcia contou que não registrou boletim de ocorrência sobre o caso.

Voluntários se reúnem para recolher o lixo da praia e encontram mais de 400 itens

Poluição em todas suas formas é uma catástrofe que devasta o planeta e a plástica está se espalhando para o meio dos oceanos. Em registros de 5.010 mergulhos diferentes, 3.425 itens de detritos feitos pelo homem foram contados. Mais de 33% dos detritos eram de plástico, seguidos de metais (26%), borracha (1,8%), utensílios de pesca (1,7%), vidro (1,4%), tecido / papel / madeira (1,3%) e “outros” itens antropogênicos (35%).

Empresas e pessoas ao redor do mundo lutam contra essa catástrofe e fazem sua parte na conservação do planeta.

Um grupo de voluntários se reuniu na costa da Grã-Bretanha para tentar limpar a sujeira humana na areia de praia. Em apenas uma hora, eles coletaram mais de 400 itens.

Cerca de 80 crianças locais – entre dois e oito anos de idade – e cerca de 20 adultos vasculharam a areia na praia de Mablethorpe, no dia 21 de janeiro.

Entre os resíduos recolhidos pela equipe de Lincolnshire estavam pedaços de balões, sacolas plásticas, cotonetes, pontas de cigarro, redes de plástico e até calcinhas.

Cerca de 13 peças foram encontradas, incluindo duas calcinhas femininas, várias sacolas com cocô de cachorro e uma fralda suja.

O grupo vasculhou um trecho de praia com cerca de 800 metros de comprimento e 33 metros de largura, enchendo 27 sacos com cerca de 15 quilos cada.

Alison Green, 63 anos, é voluntária de marketing da Mablethorpe in Bloom e organizou o mutirão.

“É chocante quando você olha para ela. Os sacos plásticos poderiam ter entrado na boca dos animais e eles morreriam”, disse a professora aposentada.

“Pegamos sacos cheios de cocô de cachorro. As pessoas recolheram as fezes mas as colocaram na sacola mas depois jogaram na praia. Fico muito frustrada com isso”.

Os voluntários também encontraram inúmeras garrafas de plástico, de vidro e latas de alumínio.

Green, que mora na cidade vizinha de Theddlethorpe desde 1994, acrescentou: “A quantidade de lixo na praia está piorando. As pessoas estão ficando mais preguiçosas para levarem seu lixo”.

“Quando cheguei aqui, costumava descer e a praia era bastante agradável e limpa.Mas agora, quando você vê pessoas saindo da praia, você as vê deixando o lixo em pilhas e isso é algo que você não via há 20 anos”.

“Estamos em uma luta muito difícil, mas chegaremos lá.”

Green disse que o grupo planeja limpar a praia a cada três meses.

“Vamos fazer outro depois do feriado bancário de maio para comparar o quanto de lixo os turistas nos deixaram”.

“Isso é importante porque mostrará a quantidade de lixo há na praia que não pertence a ela”.

As crianças da creche Smarty Pants, nas proximidades, e da Mablethorpe Primary Academy enfrentaram os ventos de 3°C no dia da limpeza da praia.

“Fiquei muito impressionada como quanto as crianças sabiam sobre lixo e reciclagem”, disse Green.