Festival de música anuncia shows dentro das instalações de zoológico

Lêmures em cativeiro | Foto: Tayto Park Zoo

Lêmures em cativeiro | Foto: Tayto Park Zoo

Grupos de defesa dos direitos animais condenam o zoológico e parque temático Tayto Park, na Irlanda, pelo impacto que os shows do festival que o parque irá abrigar, terão nos animais que vivem em cativeiro na instalação.

Como se não bastasse serem privados de sua liberdade e serem mantidos presos em cativeiros contra a sua vontade, distantes de seus habitats naturais e de suas famílias, sendo obrigados a servir de entretenimento humano, os animais agora tem que suportar barulho, bagunça e intrusos em sua hora de descanso noturna.

A ISPCA e a Born Free Foundation disseram que o evento no local, “anunciado como um festival de diversão para a família”, não seria “divertido para o os animais de maneira nenhuma”.

O evento está previsto para os dias 29 e 30 de junho, com apresentações ao vivo de artistas como Key West, Nathan Carter e Hudson Taylor.

Os grupos de defesa dos direitos animais disseram que o evento incluirá música alta nas duas noites do festival em “momentos em que os animais normalmente não são perturbados e estão descansando”.

Eles acrescentaram que é “irresponsável” que o evento continue, uma vez que “é muito provável que os animais sofram estresse considerável”.

Propaganda do Festival de música | Foto: Tayto Park Zoo

Propaganda do Festival de música | Foto: Tayto Park Zoo

Os grupos disseram que levantaram suas preocupações ao conselho regional, Meath County Council, que emitiu a permissão para o festival, mas que nenhuma exigência adicional de bem-estar em relação aos animais presentes no local foi acrescentada.

O porta-voz da ISPCA, Andrew Kelly, disse estar “muito desapontado” com o conselho “ignorar as preocupações dos especialistas em bem-estar animal e dar o aval para este tipo de evento”.

Ele acrescentou: “No mínimo, acreditamos que uma condição para a emissão da licença deveria incluir a presença de um veterinário especializado no zoológico para monitorar o bem-estar dos animais durante a realização do evento”.

O porta-voz da ONG Born Free, o Dr. Chris Draper, disse que uma vez que o festival comece, “haverá pouco que possa ser feito para proteger qualquer animal que esteja estressado”.

Ele acrescentou: “Os zoológicos e os conselhos locais devem pensar mais nos eventos que permitirem no futuro e priorizar o bem-estar animal em detrimento do lucro”.

Em resposta, um porta-voz do Tayto Park disse que “os guardiões e cientistas comportamentais monitoram os animais durante todos os nossos eventos para garantir seu bem-estar”.

O parque disse que seu plano de proteção ao beme-star animal garantirá que nenhum distúrbio aos animais do zoológico e que ele será fechado às 19h, sem mais acesso ao público.

O porta-voz disse que o palco não estava localizado no zoológico, mas fora do perímetro do parque e que os recintos mais próximos da área ficavam a pelo menos meio quilômetro de distância.

Ele acrescentou: “Os auto-falantes vão ficar pendurados para cobrir o público e reduzir o barulho no zoológico e nas áreas residenciais”.

Eles disseram que os níveis de ruído não excederiam seus protocolos e os níveis seriam monitorados com a assistência de veterinários e funcionários.

Shows dessa proporção, com palco, iluminação e projeção de som para platéia imensas podem ser ouvidos a quilômetros de distâncias, como mostram os eventos de cantores e andas famosos realizados em estádios.

Estrelas como os artistas convidados atraem multidões e com certeza os animais ficarão incomodados não só pelo som, como pelas luzes e o excesso de pessoas, males dos quais, em seus habitats naturais jamais encontrariam.

O irrefreável sede de lucro dos seres humanos triunfa uma vez mais sobre os animais indefesos perante sua ambição desmedida.

Zoológicos de Londres realizam festas noturnas chamadas de “Zoo nights”

“Zoo nights”- um evento apenas para adultos, onde o SLZ London Zoo (zoológico de Londres) serve álcool e toca música alta – foi criticado e acusado de representar um “flagrante crueldade contra animais”.

A vegana e ativista pelos direitos animais, Abbie Andrews, criou uma petição pedindo que o zoológico cancele o evento, que recebeu quase 500 assinaturas em menos de 24 horas.

“Este é um evento recorrente onde o zoológico é basicamente transformado em uma boate noturna, com música tocando alto e álcool sendo vendido, sem nenhum cuidado com os animais como mostram os incontáveis incidentes que ocorreram nos anos anteriores”, disse Andrews.

A petição afirma que incidentes anteriores ocorridos no zoológico incluem pessoas tentando entrar em locais cercados e protegidos, pessoas derramando cerveja sobre os tigres, pinguins sendo perseguidos e supostamente feridos, e borboletas sendo esmagadas.

Absolutamente nenhuma consideração pelo animais

“Não há absolutamente nenhuma consideração pelos animais que já são mantidos no zoológico contra sua vontade, é tudo para os consumidores e visando lucro e dinheiro”, diz o texto da petição.

“A última coisa que esses animais precisam é estar cercados de pessoas bêbadas e música alta. Esse evento foi renomeado várias vezes sem nenhuma indicação de que seja cancelado de uma vez por todas.”

Andrews está pedindo ao público para assinar a petição antes de junho, quando o evento ocorrerá todas as sextas-feiras do mês.

O ZLS London Zoo disse: “Temos medidas rigorosas em vigor e bem-estar animal é sempre uma prioridade ao planejar nossos eventos. Em todos os eventos Zoo Nights, temos um oficial de bem-estar animal junto com nossos tratadores especialistas que cuidam de nossos animais. Nós também monitoramos os níveis sonoros para garantir que sejam cumpridas todas as políticas relevantes.

“No Zoológico ZSL de Londres, nossos animais vêm em primeiro lugar. Durante o dia, ou em eventos especiais, nossos especialistas veterinários, funcionários do zoológico dedicados e especialistas em bem-estar animal são dedicados a garantir que fornecemos tudo o que precisam para se manter saudáveis, estimulados e em forma”.

O zoológico também alegou que os supostos incidentes foram “reportagens altamente sensacionalistas” e que “nenhum visitante jamais feriu um animal nem entrou em um cercado de animais”.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem exceções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como proteção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registrada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

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Senador defende uso de agrotóxicos genéricos para ampliar lucro dos produtores

Por David Arioch

Assunto vai ser debatido na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) na próxima quarta-feira (Fotos: Agência Senado/Getty)

O senador Lasier Martins (Pode-RS) solicitou uma audiência pública com a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) para a próxima quarta-feira (12), às 11h, com a finalidade de discutir o mercado de agrotóxicos, principalmente o impacto das políticas de propriedade industrial nesse segmento.

A reunião que vai ocorrer na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa foi justificada pelo senador como de grande importância porque, segundo ele, os agricultores que trabalham com as culturas de soja, milho e algodão não têm o poder de definir o preço de seus produtos porque dependem de fatores externos, como o mercado internacional.

Considerando isso, Lasier Martins defende que uma das formas de garantir maior rentabilidade ao produtor é reduzir custos de produção, o que, de acordo com o senador, seria possível com o uso de agrotóxicos genéricos, que chegam a ser até 25% mais baratos do que os oferecidos por grandes empresas multinacionais.

Conforme informações da Agência Senado, Lasier sustenta que maior competição nesse mercado, hoje concentrado nas mãos de poucas empresas, poderia vir pelo aumento da oferta de agroquímicos genéricos, possibilitando oferta de insumos mais baratos.

O senador aponta ainda que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) é moroso na análise dos pedidos de quebra de patentes nesse setor (requisito para a produção de genéricos) que, em alguns casos, chegou a superar 14 anos.

“Para se ter uma noção de valores, só em 2009 foram movimentados no mercado de defensivos agrícolas no Brasil R$ 12,9 bilhões. Segundo matéria divulgada no jornal O Estado de S. Paulo, em 2014, apenas três produtos — um herbicida e dois inseticidas — movimentaram cerca de R$ 300 milhões por ano, sendo que tais produtos ainda estavam protegidos por patentes”, informa Lasier Martins.

Foram convidados para o debate representantes da Secretaria de Governo da Presidência da República, do Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI).

Zimbábue, Botsuana e Namíbia pedem o fim da proibição da venda de marfim cru

Elefantes no parque nacional de Hwange no Zimbábue | Foto: Philimon Bulawayo/Reuters

Elefantes no parque nacional de Hwange no Zimbábue | Foto: Philimon Bulawayo/Reuters

Os países Zimbábue, Botsuana e Namíbia fazem um novo apelo a um órgão de fiscalização global para suspender as medidas restritivas ao comércio de marfim cru.

A convenção da Cites, proíbe o comércio não regulamentado envolvendo espécies ameaçadas de extinção em todo o mundo.

Os três países da África do Sul, que abrigam 61% dos elefantes do continente, farão sua solicitação para a mudança na próxima conferência da Cites, em Colombo, no Sri Lanka. O último apelo para a suspensão das medidas, na conferência Cites de 2016 na África do Sul, foi rejeitado.

De acordo com o Ministério da Informação do Zimbábue, são quase 13 anos desde a última venda comercial de marfim do país. “Nosso estoque de marfim vale mais de 300 milhões de dólares, o que não podemos vender porque países que não possuem elefantes estão dizendo àqueles que os tem, o que fazer com seus animais”, disse Nick Mangwana, secretário permanente do ministério.

Há um clamor crescente sobre a proibição, e os movimentos para suspendê-la alegam que vão conseguir fundos para a conservação das espécies.

Crianças locais perseguem um trator carregando um elefante morto para sua aldeia | Foto: Gemma Catlin/Rex Features

Crianças locais perseguem um trator carregando um elefante morto para sua aldeia | Foto: Gemma Catlin/Rex Features

O Zimbábue também fará um apelo separado na conferência para a permissão de vender alguns de seus elefantes, à medida que o conflito entre pessoas e a vida selvagem aumenta.

O país tem uma população de elefantes em expansão, que está cada vez mais em contato com as pessoas. Cerca de 200 pessoas morreram de ataques de elefantes nos últimos cinco anos.

Estima-se que 40% dos casos envolveram elefantes invadindo comunidades humanos em busca de água. Só neste ano, quatro pessoas foram pisoteadas, de acordo com o departatamento de Gestão de Parques e Vida Selvagem do Zimbábue (Zimparks).

O Zimbábue tem 85 mil elefantes, mas os parques nacionais e áreas de conservação do país só conseguem lidar com 55 mil.

Aldeias em áreas de baixa altitude perto de grandes parques de caça como Hwange e Gonarezhou reclamaram de incursões feitas por animais selvagens.

A Zimparks informou que fazendeiros que vivem perto de áreas de preservação perderam mais de 7 mil hectares de cultivos para elefantes que se desviaram.

Encurralados ao terem seus habitats naturais invadidos por ocupações humanas os animais são cada vez mais espremidos em terrenos menores o que causa o conflito humanos X elefantes.

Uma crescente população humana, por sua vez, levou as pessoas a invadirem parques de caça, florestas e outros ecossistemas em busca de terras.

Mokgweetsi Masisi, presidente de Botswana, entrega bancos feitos de pés de elefante aos seus partidários do Zimbábue, Zâmbia e Namíbia | Foto: The Guardian

Mokgweetsi Masisi, presidente de Botswana, entrega bancos feitos de pés de elefante aos seus partidários do Zimbábue, Zâmbia e Namíbia | Foto: The Guardian

O governo do Zimbábue está desenvolvendo uma política para limitar o conflito entre seres humanos e animais selvagens à medida que ele se move para aliviar o atrito sobre os recursos. As autoridades também querem ver as regras da Cites mais frouxas para que possam vender mais animais. Entre 2012 e 2018, o Zimbábue vendeu 98 elefantes, principalmente para a China.

Farawo disse que a seca induzida pelo El Niño estava ameaçando a vida selvagem, à medida que os veios de água se esgotavam. “Estamos enfrentando a seca. Como vamos cuidar desses elefantes? É por isso que estamos dizendo que os elefantes cuidem de si mesmos pedindo a suspensão da proibição do comércio”, disse ele.

Botswana também está considerando suspender a proibição de caçar elefantes para usar sua carne como fonte de alimentação. Enquanto o movimento foi recebido com críticas generalizadas de especialistas em conservação, o presidente do país, Mokgweetsi Masisi, diz que a caça impulsionaria o turismo ao mesmo tempo em que gerenciaria a população nacional de elefantes.

O elefante africano, o leão e o hipopótamo aparecem na “lista vermelha” da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) de animais em risco de extinção, e precisam de maior proteção para que continuem a andar sobre o planeta.

Aquário vai explorar animais em mergulhos com visitantes no RJ

O Aquário Marinho do Rio de Janeiro, conhecido como AquaRio, passará a explorar tubarões e outros animais em atividades de mergulho no tanque oceânico do estabelecimento. O objetivo do aquário é obter lucro às custas dos animais, já que o mergulho custará, inicialmente, em um preço promocional, R$ 250, e depois passará a ser comercializado a R$ 350.

O tanque oceânico no qual os mergulhos serão realizados abriga 2 mil animais em um espaço com sete metros de profundidade e 2,5 milhões de litros d’água. No local, há cardumes de peixes, raias, tubarões e outros animais, que poderão sofrer com estresse devido à presença humana dentro do aquário.

Foto: Marcos Serra Lima/ G1

O mergulho terá duração de 1h30, sendo 30 minutos para flutuação, e será realizado de terça a domingo, segundo informações do G1. Grupos de até quatro pessoas poderão participar em cada horário reservado. O longo período de duração e a frequência de mergulhos, que ocorrerão das 7h30 até às 13h45, quase todos os dias da semana, é preocupante. Isso porque os animais, que já são forçados a suportar a vida em cativeiro, privados da liberdade, terão que aguentar também o incômodo causado pelos visitantes.

A idade mínima para participar do mergulho é de 12 anos, o que demonstra que crianças serão ensinadas a desrespeitar os animais e a tratá-los como objetos de entretenimento humano. Elas precisarão, no entanto, de autorização de um responsável para a prática da atividade.

Exploração animal

Aquários são estabelecimentos que se sustentam com base na exploração animal. Manter animais aprisionados em ambientes com espaços reduzidos, especialmente se comparados ao habitat, é uma prática cruel e antiética.

Oferecer serviço de mergulho torna a situação ainda pior. Colocando em risco o bem-estar dos animais, os proprietários do aquário pensam apenas no lucro ao liberar a presença de visitantes dentro dos tanques.

Foto: Marcos Serra Lima/ G1

Peixes, tubarões e qualquer outro animal marinho devem viver em liberdade, na companhia de outros animais da espécie, para desfrutar da vida no habitat, sem que sejam explorados e aprisionados para entretenimento humano.

Vancouver vai libertar animais de aquário

Ao contrário do Brasil, que sequer cogita deixar de aprisionar animais, o Aquário de Vancouver, no Canadá, deixará de manter golfinhos e baleias em cativeiro, atendendo a um pedido de ativistas e da sociedade em geral.

Parques aquáticos que mantêm animais em cativeiro são considerados cruéis por muitos clientes, e, por isto, os lucros estão diminuindo rapidamente. E foi exatamente isso o que aconteceu em Vancouver.

“Nós certamente acreditamos no valor das baleias e golfinhos para o envolvimento das pessoas. Mas precisamos ser realistas, e chegou ao ponto em que o debate com a comunidade, com os advogados e com os políticos está debilitando a nossa missão,” afirmou o diretor-executivo do aquário, John Nightingale.

Em 2017, o Conselho Municipal de Vancouver votou pela proibição do aquário de manter em cativeiro novas baleias e golfinhos devido à questão ética. No início, Nightingale prometeu lutar contra a medida, mas cedeu meses depois.

Desde a vitória dos direitos animais na votação do conselho, dois dos mamíferos marinhos do aquário morreram, dentre eles um golfinho.

Mesmo tendo encerrado o programa de mamíferos marinhos em cativeiro, o parque afirmou que continuará resgatando baleias e golfinhos feridos e encalhados.

Snacks veganos de Leonardo DiCaprio arrecadam US $8 milhões

A marca – que ganhou fama depois que o ator e ambientalista Leonardo DiCaprio ganhou o apoio com um investimento em 2017 – já arrecadou US $ 14 milhões. Entre os novos investidores estão o grupo de risco CAVU, o fundador da banda Thins, Scott Semel, bem como alguns dos próprios funcionários da Hippeas.

Foto: Reprodução | Instagram

Já conhecida pelos consumidores, a Hippeas está atualmente disponível em 40.000 lojas internacionais, incluindo a Target nos EUA, e a Tesco , a Sainsbury’s, a Asda e a Boots no Reino Unido.

Foi esta taxa de crescimento que encorajou a CAVU a participar na última ronda de angariação de fundos, de acordo com o parceiro de gestão do grupo, Brett Thomas. Ele disse a Nosh : “A coisa mais importante para nós é que nós vemos isso funcionando em todos os canais… as velocidades são tão fortes no convencional e no clube quanto no natural. Que diz que há algo que ressoa com o consumidor. ” As informações são do Live Kindly.

Foto: Reprodução | Instagram

Ele acrescentou: “Uma das coisas que observamos quando fazemos parcerias com empresas não é apenas ser específico do produto, mas a capacidade de ser uma marca e uma plataforma em potencial”.

A Hippeas já tem grandes planos para 2019; em janeiro, os puffs de grão-de-bico chegarão às prateleiras da Whole Foods Markets nos EUA e, mais tarde, no ano, pretende embarcar em um período de testes com a popular rede de lojas de conveniência 7-Eleven.

Novos produtos também estão no horizonte da marca, que planeja lançar nachos veganos com sal do Himalaia no próximo ano.

“O negócio fechou o ano com desempenho incrível, então em 2019 tivemos o financiamento para realmente continuar dirigindo, continuar impulsionando os negócios, continuar fazendo o que estamos fazendo”, explicou o fundador e chairman da Hippeas, Livio Bisterzo.

“Temos um caminho muito forte para ser o número um em puff natural.” No terceiro ou quarto trimestre de 2019, o fundador acrescentou que pretende que a marca seja rentável. Se a Hippeas conseguir atingir 5% dos petiscos, observou ele, estará a caminho de captar US $ 100 milhões.

“Temos um caminho claro para esse número de US $ 100 milhões e podemos realmente chegar lá” , observou ele. “Isso não é só eu dizendo isso. Mas não os dados estão mostrando que estamos a caminho. Isso é o que é muito excitante.