Cadela morre após ser agredida com chutes por dentista em Maceió (AL)

Foto: Arquivo pessoal

Uma cadelinha da raça shar-pei morreu após ter sua mandíbula fraturada por chutes. O caso aconteceu no bairro Ponta Verde, em Maceió (AL). A cachorra foi atacada durante um passeio. Ela estava com a secretária de sua tutora e interagiu com a cadela do dentista M.T.R., uma buldogue francês. Para desvencilhá-los, o homem agrediu a shar-pei com fortes chutes. A agressão causou a fratura da mandíbula do animal em duas partes.

A shar-pei, que possuía cerca de dois anos, recebeu atendimento veterinário emergencial e foi submetida a um procedimento cirúrgico de cinco horas, mas, infelizmente, não sobreviveu. Segundo informações do portal Cada Minuto, o veterinário que atendeu a cadelinha informou que as agressões ocasionaram possíveis sequelas no tórax, no pescoço e sangramentos internos. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Ambientais de Alagoas.

A tutora da cadela, a enfermeira Andreia Oliveira, a frieza do agressor impressionou. “Acredito que os dois animais se estranharam por algum motivo que desconheço. Foi uma ação brusca e rapidamente controlada, bastante comum entre cachorros ou gatos. O que ele fez é inadmissível. Todos gritaram para ele parar. Foi desumano e após todo o caso ele teve muito sangue frio para sair caminhando normalmente”, disse.

Em um vídeo publicado em uma rede social, o dentista M.T.R. afirmou que o episódio foi uma fatalidade e que sua atitude foi motivada pelo instinto de proteger sua cadelinha buldogue chamada Mel. Ele afirma ainda que sua cadela também ficou ferida e ele temeu que a cadela shar-pei pudesse matá-la. Ele finaliza o vídeo se desculpando e lamentando o ocorrido.


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Falta de recursos pode levar animais de abrigo para a rua em Maceió (AL)

O Centro de Recuperação Animal Esperança (Crae), de Maceió (AL), pode encerrar as atividades devido à falta de apoio financeiro. O local abriga 270 animais, sendo 216 cães e 50 gatos, e funciona há cinco anos no bairro do Village Campestre II.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Representante do abrigo, Mary Nogueira afirma que o local necessita do apoio da população e de entidades públicas para se manter aberto. As informações são do portal Gazeta Web.

“Os animais precisam todos os dias se alimentar, precisam de remédio, de cuidados, não adianta acumular animais sem ter condições de mantê-los. Nós não temos condições nem de comprar remédio e nem dar comida de qualidade”, lamentou Mary.

No abrigo, são gastos cerca de R$ 11 mil mensais. Porém, Mary tem conseguido arrecadar por mês no máximo R$ 2 mil e, segundo ela, “às vezes nem isso”.

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Sem ajuda para manter o abrigo, a fundadora do local lembra que os cães e gatos podem acabar voltando para as ruas. Ela critica o descaso da população e dos órgãos públicos diante do caso.

“Uma grande parte das pessoas não castra seus animais e acha que jogá-los nas portas do abrigo é uma solução. Conseguimos recursos para pelo menos transformar o Crae em instituto, mas não temos recursos para manter os cuidados dos animais. Já fomos no Ministério Publico, na prefeitura, já fui em todos os lugares”, disse.

Interessados em fazer doações ao abrigo, diretamente na unidade da entidade ou através de transferência bancária, pode entrar em contato com Mary através do número (82) 9929-0761.


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Tartaruga é encontrada morta no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió (AL)

Uma tartaruga foi encontrada morta na manhã deste sábado (4) no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió, no estado de Alagoas.

Foto: Arquivo Pessoal/Carlos Eduardo Costa

O animal é da espécie Verde e estava em avançado estado de decomposição.

Técnicos do Instituto Biota de Conservação foram ao local para recolher o animal e fazer a perícia para identificar a causa da morte.

Fonte: G1

Gata é resgatada após ter pele arrancada em Maceió (AL)

Projeto Acolher

Uma gata, batizada de Melissa, foi resgatada pelo Projeto Acolher após ter o couro do corpo arrancado e o rabo cortado. O animal foi encontrado esta semana no bairro do Vergel do Lago e desde então está em tratamento em uma clínica no bairro da Serraria.

A história de Melissa ganhou as redes sociais esta semana e sensibilizou tanto os alagoanos como ativistas em defesa dos direitos animais. A gatinha segue internada em estado grave após apresentar um quadro de desidratação, infecção e extensa lesão.

Pelo Instagram, o Projeto Acolher atualiza os seguidores sobre o estado de saúde de Melissa e pede para que a população denuncie o acusado de tamanha crueldade. “Eu peço perdão a todos os animais que estão diariamente expostos a esse tipo de atrocidade! Me envergonho de pertencer a uma raça que faz esse tipo de coisa com os animais. Imploro a Deus justiça. Esse criminoso está longe dos nossos olhos, e em partes até agradeço, pois eu me tornaria uma humana bem pior, pq eu faria o mesmo com quem fez isso. Esse gato tá miando alto de dor, todo encolhido. Arrancaram o rabo e o couro (Sic)”, relata a ONG em um dos posts.

O Projeto Acolher solicita ainda doações de alimentos e medicamentos para Melissa. Aqueles que desejam ajudar a ONG podem realizar um depósito de qualquer valor nas contas bancárias listadas abaixo:

CAIXA ECONÔMICA
AG: 1557 OP: 013
CONTA: 88103-5
NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA

BRADESCO
AG:2250
CONTA:30102-7
NAÍNE TELES BARRETO DE LIRA

BANCO DO BRASIL
AG: 3393-6
VARIAÇÃO: 51
CONTA POUPANÇA: 43277-6
LÍVIO RÔMULO SILVA OLIVEIRA

Além disso, as doações podem ser feitas pela Vakinha, que aceita cartão de crédito e boleto. Mais informações, pelo telefone( 82) 98759.5424.

Fonte: Alagoas 24 Horas