Homem atira cachorro de penhasco em direção ao mar

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

As imagens chocantes que se tornaram virais nas redes sociais mostram um homem atirando covardemente um cachorro de um penhasco em Falmouth, na Cornualha (Inglaterra) em direção ao mar enquanto outra pessoa filma a cena cruel.

O animal indefeso, que pode ser visto usando coleira e guia, se debate afoitamente nos braços do agressor e logo após sua queda nas águas é registrada em toda a sua extensão até que o cão atinge o mar e nada desesperado em direção à praia.

A polícia da região está tentando localizar as pessoas envolvidas na filmagem, as imagens provocaram indignação depois de terem sido postadas nas redes sociais.

Os responsáveis pela investigação estão em uma verdadeira caçada ao responsável por jogar o cão da imensa altura até o mar enquanto seu amigo ria e filmava o ato cruel e covarde em seu celular.

Imagens do incidente chocante foram publicadas on-line e amplamente compartilhadas antes de serem excluídas.

A pessoa que filma o vídeo pode ser ouvida rindo no penhasco que fica bem acima de uma praia, que se acredita ser próximo a Falmouth, onde algumas falésias se elevam a mais de 100 pés de altura.

“Este assunto está sendo investigado, mas por favor, entenda que precisamos fazer isso efetivamente, sem intrusão ou comentários inapropriados”.

O cachorro é visto nadando desesperadamente para chegar até à costa em terra firme.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

De acordo com o Cornwall Live, a polícia local disse: “Estamos investigando um relatório contendo uma denúncia de infração às leis de bem-estar relacionada a um cão vítima de maus-tratos em Falmouth na tarde de quarta-feira, 1º de maio”.

“As informações se referem ao vídeo de um cachorro que jogado no mar. O cão foi verificado e não está ferido”.

“A investigação está em andamento e as buscas continuam. Pedimos que as pessoas, incluindo os usuários das mídias sociais, não especulem em torno das circunstâncias desse incidente ou do indivíduo envolvido”.

No Brasil

Um caso semelhante de violência contra cachorros aconteceu no estado do Rio de Janeiro, no município de Barra Mansa, em março último, onde um cão teria sido jogado do segundo andar de um dos prédios de uma universidade mas felizmente também sobreviveu.

O Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), instituição de ensino do município de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, promoveu uma entrevista coletiva na quarta-feira (20) para dar explicações sobre o caso do cachorro que teria sido jogado por um funcionário do segundo andar de um dos prédios da universidade. O UBM nega os maus-tratos e afirma que o animal está vivo e passa bem.

O suposto caso de maus-tratos chegou a ser notificado por veículos de comunicação, que afirmaram que o cachorro havia morrido após ser arremessado do prédio. Foi noticiado ainda que o animal teria sido encaminhado para a Clínica de Pequenos Animais do UBM, onde teria sido atendido, o que a universidade também nega. As informações são do jornal A Voz da Cidade.

O que se sabe até o momento, segundo o centro universitário, é que pessoas ouviram um cachorro chorar e depois o viram correr para fora da universidade. As testemunhas teriam afirmado que viram funcionários do UBM enxotando o animal. As câmeras de vídeo monitoramento do local, que poderiam auxiliar na apuração dos fatos, não estariam funcionando há algum tempo.

O UBM investiga o caso para tomar as medidas cabíveis. Para isso, foi criada uma Comissão Interna que conta com integrantes da comunidade acadêmica, administrativa, estudantes e representantes de instituições da sociedade civil.

A direção do centro universitário declarou ser contra qualquer tipo de maus-tratos a animais e repudiou o ato. Disse ainda que a presença de cachorros na universidade é comum e que, inclusive, eles são alimentados por funcionários.

Tartarugas são soltas no mar após passarem por tratamento

Duas tartarugas-verdes foram soltas no mar de Santos, no litoral de São Paulo, após serem tratadas por veterinários, informou a prefeitura nesta sexta-feira (5).

Foto: Isabela Carrari/Prefeitura de Santos

Segundo a municipalidade, a ação ocorreu em conjunto com a gestão do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, na última quinta-feira (4), e os animais foram soltos na região já que são espécies habituadas as ilhas oceânicas.

Ainda de acordo com a prefeitura, o tratamento das tartarugas durou cerca de três meses e consistiu na remoção de resíduos plásticos ingeridos pelos animais e na cura de tumores de pele.

A Prefeitura de Santos lembra que atualmente há outras 14 tartarugas em recuperação no município.

Fonte: G1

Boi é resgatado do mar em Santa Catarina após denúncia de maus-tratos

Um boi foi resgatado do mar em uma praia de Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, após denúncias anônimas de maus-tratos. Segundo a Polícia Militar, a suspeita é que o animal estaria sendo explorado em uma prática ilegal da farra do boi. Os trabalhos para retirar o animal da água levaram mais de 3 horas e ocorreram na tarde de quarta-feira (3).

Foto: Grupo de Operações e Resgate (GOR)

Equipes da Polícia Militar, Ambiental, do Grupo de Operações e Resgate (GOR) e da Fundação do Meio Ambiente de Bombinhas (Famab) participaram da ação para retirar o animal da água.

De acordo com a PM, o animal estava assustado, não apresentava ferimentos e foi levado para uma avaliação veterinária.

O boi, que não estava com brincos de identificação para bovinos, foi levado para a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Crime

A farra do boi é considerada crime, de acordo com o artigo 32 da Lei n. 9.605/1998, conforme acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF). A pena para quem comete é de três meses a um ano de detenção, com aumento de um terço da pena em caso de morte do animal.

Fonte: G1

Campanha mapeia rede de santuários para proteger 30% dos oceanos até 2030

Daniel Beltrá/Greenpeace

Foto: Daniel Beltrá/Greenpeace

Acadêmicos mapearam uma rede de santuários que, segundo eles, são urgentemente necessários para salvar os oceanos do mundo, proteger a vida selvagem e combater o colapso climático.

O estudo, que chega logo antes de uma votação histórica na ONU, estabelece o primeiro plano detalhado de como os países podem proteger mais de um terço dos oceanos até 2030, uma meta que cientistas e políticos dizem ser crucial para proteger ecossistemas marinhos e ajudar a combater os impactos de um mundo em aquecimento acelerado.

“A velocidade com que o alto-mar teve destruídos alguns de suas espécies mais espetaculares e icônicas, pegou o mundo de surpresa”, disse o co-autor do mapeamento Prof Callum Roberts, da Universidade de York.

“Este relatório mostra como áreas protegidas podem ser estabelecidas em águas internacionais para criar uma rede de proteção que ajudará a salvar espécies da extinção e a sobreviver em nosso mundo que tem passado por mudanças rapidamente”.

A campanha criada para proteger 30% dos oceanos do mundo até 2030 foi apoiada pelo governo do Reino Unido no ano passado. O secretário de Meio Ambiente, Michael Gove, saudou o relatório, que é o resultado de uma colaboração de um ano entre acadêmicos das universidades de York e Oxford e do grupo ambientalista Greenpeace.

“Das mudanças climáticas à pesca excessiva, os oceanos do mundo estão enfrentando um conjunto de desafios sem precedentes”, disse Gove.

“Agora é mais importante do que nunca tomar medidas e garantir que nossos mares sejam saudáveis, abundantes e resilientes. Eu me junto ao Greenpeace pedindo que o Reino Unido e outros países trabalhem juntos para um Tratado das Nações Unidas sobre o Alto-Mar que abrirá caminho para proteger pelo menos 30% do oceano mundial até 2030”.

Especialistas dizem que, além da riqueza da vida marinha e dos ecossistemas complexos, os mares altos – aquelas águas além das fronteiras dos países – desempenham um papel fundamental na regulação do clima da Terra, impulsionando a bomba biológica do oceano que captura enormes quantidades de carbono na superfície e armazena nas profundezas dos oceanos. Sem esse processo, eles alertam que a atmosfera conteria 50% a mais de dióxido de carbono e se tornaria quente demais para sustentar a vida humana.

No entanto, nas últimas décadas, os oceanos têm enfrentado uma exploração crescente de algumas nações principalmente as mais ricas que praticam pesca industrial e mineração profunda dos leitos marítimos, que combinadas com mudanças climáticas, acidificação e poluição colocam os ecossistemas marinhos sob séria ameaça – com consequências potencialmente devastadoras para a sobrevivência da humanidade.

O relatório divide oceanos globais – que cobrem quase metade do planeta – em 25 mil quadrados de 100×100 km, e mapeia 458 diferentes características de conservação, incluindo a vida selvagem, habitats e principais características oceanográficas. Finalmente, os acadêmicos modelaram centenas de cenários para o que seria uma rede de santuários oceânicos em todo o planeta, livre de atividades humanas prejudiciais.

O movimento ganha força a medida que a ONU elabora os detalhes de um novo Tratado Global dos Oceanos – um marco legal que permitiria a criação de santuários em alto-mar. A primeira das quatro reuniões da ONU foi realizada em setembro de 2018, e uma decisão final sobre o tratado é esperada para o próximo ano.

O coautor do relatório, Alex Rogers, da Universidade de Oxford, disse: “A criação de reservas marinhas é fundamental para proteger e conservar a diversidade da vida nos mares. O relatório apresenta um projeto confiável para uma rede global de áreas marinhas protegidas em alto mar com base no conhecimento acumulado ao longo dos anos por ecologistas marinhos sobre a distribuição das espécies, incluindo aquelas ameaçadas de extinção, habitats conhecidos por serem pontos altos de biodiversidade e ecossistemas únicos.

Falando sobre as negociações na ONU, a Dra Sandra Schoettner, da campanha global dos santuários oceânicos do Greenpeace, disse que a mudança climática, a acidificação oceânica, a pesca excessiva e a poluição significam que os oceanos “estão sob ameaça como nunca antes”.

“Precisamos urgentemente proteger pelo menos um terço dos nossos oceanos até 2030, e o que é tão interessante nesta pesquisa é que isso mostra que é inteiramente possível projetar e criar uma rede robusta de santuários oceânicos em todo o planeta”, disse ela.

“Este é um projeto para a proteção dos oceanos que salvaguardaria todo o espectro da vida marinha, ajudaria a enfrentar a crise que nossos oceanos enfrentam e possibilitaria sua recuperação.”

Schoettner disse ainda que aprovar o Tratado Oceânico das Nações Unidas no próximo ano seria um grande passo para a criação de um planeta sustentável, contanto que “tenha a capacidade de criar uma rede de santuários oceânicos” que estejam “fora dos limites das atividades humanas prejudiciais”.

“Isso daria à vida selvagem e aos habitats espaço não apenas para se recuperar, mas para florescer”, disse Schoettner. “Nossos oceanos estão em crise, mas tudo o que precisamos é de vontade política para protegê-los antes que seja tarde demais.”

Plástico é encontrado no interior de animais que vivem nas profundezas do mar

Foto: Pixabay

Os limites do poder destrutivos dos seres humanos são desconhecidos. Uma prova disto foi um estudo realizado recentemente pela Royal Society Open Science (Sociedade Real de Ciência Aberta, em tradução literal e livre), que atestou que até animais que vivem a 10 mil metros abaixo da superfície do mar estão sendo afetados pela poluição plástica.

Segundo os pesquisadores, é possível afirmar que atualmente, em todo o planeta, não exista mais nenhum ecossistema livre da poluição e da ação danosa dos seres humanos. Fibras de plásticos foram encontradas no interior de crustáceos que vivem em profundidas que poucas espécies conseguem sobreviver.

Os cientistas acreditam que isso significa que provavelmente todos os seres vivos possuam quantidades significativas de plástico em seu organismo, notadamente a espécie humana. A sentença está intrinsecamente ligada ao consumo de animais e a cadeia e teias alimentares. Em espécies marinhas os materiais mais encontrados por pesquisadores são o náilon, polietileno e álcool polivinílico.

Idoso mergulha no mar para salvar cãozinho que caiu na água

Um vídeo mostra o momento surpreendente em que um idoso mergulha sob o píer para resgatar seu cão na Califórnia.

Ele então desaparece sob a água para procurar seu cachorro e vêm à tona momentos depois com o pequeno filhote branco em seus braços.

Um homem que passava tentou recuperar o animal, que pulou no mar e ficou preso embaixo da doca minutos antes.

Levou alguns instantes para o salvador agarrar firmemente seu cachorro em pânico antes que fosse capaz de retirá-lo da água.

Seu tutor continuou se agarrando na madeira do píer enquanto o cão em choque era verificado por espectadores e sacudia a água do seu pelo.

O homem então se move até a frente do píer para descansar na superfície de madeira.

A mulher que filmou a operação de resgate do outro lado do porto disse: “Ele está vivo! Eles o pegaram, ó meu Deus”.

Tartarugas-verdes reabilitadas são devolvidas ao mar

Tartarugas minutos antes de serem soltas no mar na tarde de terça-feira (15). — Foto: Divulgação/Gremar

Duas tartarugas-verdes (Chelonia mydas) resgatadas em praias da região foram devolvidas ao mar nesta terça-feira (15), em Guarujá, no litoral de São Paulo. Reabilitadas pelo Instituto Gremar em ações do Projeto de Monitoramento Praias (PMP), conduzido pelo Ibama, elas foram soltas na Praia da Enseada.

Os animais foram resgatados no dia 4 de dezembro de 2018, em praias da cidade de Bertioga (SP). O Instituto, responsável pela reabilitação e resgate de seres marinhos na região, informou que uma das tartarugas havia sido encontrada na Praia da Enseada e a outra na Praia de Riviera.

De acordo com os biólogos que cuidaram dos animais, ao serem resgatados, eles estavam com fraturas e debilitados. Após receberem cuidados diários na base de reabilitação e passarem por exames, foi comprovada a recuperação e elas foram devolvidas ao mar.

O projeto é responsável por avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos. Além disso, também realiza a necropsia dos animais encontrados mortos.

O Instituto Gremar funciona 24h e os banhistas podem acionar as equipes pelo telefone 0800-642-3341 ao localizarem animais encalhados nas praias da região.

Fonte: G1