Bezerro é poupado do matadouro e recebe o nome de Oreo

Por David Arioch

Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário (Foto: Unity Farm Sanctuary/ivulgação)

Na semana passada, um bezerro foi poupado do matadouro depois de pular de um reboque em movimento em Hopkinton, uma cidade de pouco menos de 15 mil habitantes em Massachusetts, nos Estados Unidos.

O animal da raça escocesa Belted Galloway, criado como “gado de corte”, estava correndo pelo arborizado subúrbio da cidade quando alguém achou que seria uma boa ideia ligar para Tyla Doolin, do santuário de animais Unity Farm, de Sherborn, a cerca de 16 quilômetros de Hopkinton.

Tyla conseguiu encontrar o bezerro, que logo recebeu dos moradores da cidade o nome de Oreo, em referência às suas cores que lembram o biscoito recheado.

Encaminhado para o santuário, o animal já está se familiarizando com os outros moradores. “Ele está morando com uma alpaca no momento (e os dois parecem confusos sobre isso)”, informou a Unity Farm em tom bem-humorado em sua página.

“Nosso veterinário o avaliou e ele parece saudável, e está se recuperando do estresse. Ele é apenas um cara de seis meses, realmente um bebê”, enfatizou a direção do santuário.

Vaca apavorada chora ao ser resgatada pensando que vai para o matadouro

Foto: Denis Vila

Foto: Denis Vila

Apesar de serem tratadas como produtos, exploradas por seu leite e por sua carne, viverem cativas a maior parte de suas vidas, e diferente do que muitos acreditam, as vacas (e os bois) são animais extremamente inteligentes e emocionais.

Como os humanos, vacas e bois desenvolvem fortes laços com seus filhos e têm até melhores amigos. Esses animais inteligentes e complexos tem chamados (mugidos) especiais para aqueles que eles amam – da mesma forma que os seres humanos fazem com amigos e familiares.

Infelizmente como esses animais são tipicamente considerados “alimentos” e tratados como comodities em vez de indivíduos, a maioria nunca tem a oportunidade de experimentar esses laços profundos e necessários ao seu desenvolvimento saudável. Em vez disso, são sujeitos a uma vida cheia de medo, estresse e tristeza.

Emma, a vaca mostrada neste vídeo, é um exemplo perfeito das habilidades emotivas desses animais. Ela não sabe para onde está indo, mas tendo visto outros animais como ela antes de serem levados para o matadouro, o medo e o desespero são evidentes em seus olhos.

Para a maioria das vacas, o final que Emma antecipa no olhar é inevitável, no entanto, graças a equipe do santuário de animais da fazenda Kuhrettung em Rhein-Burg, na Alemanha, sua história tem um final feliz.

Muitos dos animais que chegam ao santuário estão muito assustados no início, tendo apenas conhecido abuso e crueldade dos seres humanos em suas vidas, mas através do amor e da bondade, esses seres puros aprendem a confiar novamente.

Foto: Denis Vila

Foto: Denis Vila

Essas vacas e bois que habitam o santuário são a nova família de Emma e ela aprenderá todas as maravilhas de ser um animal que vive em liberdade.

Uma vez tendo sido uma fazenda familiar de laticínios, os fundadores do santuário adquiriram a propriedade do dono original, juntamente com as 25 vacas que estavam morando lá na época, oferecendo-lhes um lugar para viver e descansar pelo resto de suas vidas.

Ex-funcionária de matadouro conta porque virou vegana e ativista pelos direitos animais

O trabalho no matadouro quase destruiu a vida de Susana | Foto: Livekindly/Reprodução

O trabalho no matadouro quase destruiu a vida de Susana | Foto: Livekindly/Reprodução

A ex-funcionária de um matadouro Susana Soto costumava matar galinhas para ganhar a vida, mas agora ela mudou totalmente e luta pelos direitos animais.

Originalmente na Cidade do México, Soto era funcionária de matadouro que matou “milhares de frangos”. Agora, uma ativista em defesa dos direitos animais, ela usa “todas as oportunidades para falar em apoio aos que são abusados”.

Susana conta que podia ver o medo nos olhos das aves, o clima no ambiente era pesado e triste. Todos os funcionários se sentiam mal trabalhando ali.

Em um vídeo no Facebook, Soto conta sua história. Ela explica que não foi apenas o abuso de animais – que incluia pendurar as aves de cabeça para baixo para que eles não pudessem lutar quando chegasse a hora de cortar seus pescoços – o que tornou o trabalho insuportável.

Violência contra os animais gera violência contra humanos, o que Soto explica que foi o caso com o proprietário do matadouro, que abusava diariamente da esposa dele com agressões verbais e físicas. Percebendo o impacto que o trabalho teve em sua filha, os pais de Soto recomendaram que ela se mudasse para a Califórnia.

Soto agora vive com seus filhos, a quem ela ensina o poder da compaixão e faz campanha por “um mundo melhor [para eles]”.

Mudança radical na indústria agropecuária

Soto não está sozinha em virar as costas à agricultura animal. Muitos pecuaristas, criadores e trabalhadores da indústria de animais estão optando por sair do ramo; há até um site inteiro dedicado a contar histórias da vida real daqueles que escolheram um estilo de vida mais ético.

A organização de defesa dos animais Free From Harm publica uma seção separada em seu site chamada “Sowing Change”. Ela apresenta perfis sobre os agricultores que costumavam dirigir ou trabalhar em fazendas de carne e laticínios, mas agora optam por cultivar somente as lavouras. O site observam que “[os perfis] são provas cheias de esperança de que mesmo aqueles que mais perdem ao renunciar à exploração animal são capazes de uma enorme mudança de opinião”.

Abraçando um futuro vegano

Independentemente de terem rejeitado totalmente a indústria de carne e laticínios ou não, muitos agricultores reconhecem que a demanda do consumidor por mais alimentos à base de vegetais está crescendo.

Recentemente, uma votação na Oxford Farming Conference revelou que 40% dos agricultores acreditam que a comida vegana é o futuro.

O produtor de leite irlandês Darragh McCullough é particularmente vocal sobre a inovação na indústria agrícola. Em um editorial para o Irish Independent, ele escreveu: “Eu não tenho tempo para a comunidade agrícola se interessar pelo veganismo”.

Ele acrescentou: “qualquer um que ignora os enormes problemas enfrentados pela pecuária não deveria estar no gado. As forças combinadas da mudança climática, do bem-estar animal e das preocupações com a saúde sobre os altos níveis de consumo de carne são impossíveis de evitar ”.

Ativistas australianos deixam matadouro depois de receberem três cordeiros vivos

Por David Arioch

A ação foi realizada em uma madrugada no matadouro da Carey Bros, onde 20 manifestantes se acorrentaram aos equipamentos (Foto: Green Shirts Movement QLD)

No mês passado, durante manifestação em um matadouro em Yangan, a 100 quilômetros de Toowoomba, no estado de Queensland, na Austrália, ativistas dos direitos animais receberam três cordeiros vivos para que fossem embora do local.

A ação foi realizada em uma madrugada no matadouro da Carey Bros, onde 20 manifestantes se acorrentaram aos equipamentos como forma de protesto contra a exploração de animais para consumo.

O protesto teve duração de duas horas até que um porta-voz da Carey Bros disse que dariam a eles três cordeiros vivos para que deixassem a propriedade. Os ativistas foram embora do matadouro por volta das 5h30, e nenhuma prisão ou acusação foi feita até as 7h, segundo o Brisbane Times. Além dos 30 ativistas que entraram no matadouro, havia mais de 100 do lado de fora.

O deputado James Lister do Partido Nacional Liberal de Queensland, defendeu que os ativistas deveriam “enfrentar a prisão” por suas ações. “Greg e Mark Carey têm um grande negócio, empregam pessoas, pagam impostos e nos alimentam. Esses manifestantes não têm o direito de fazer o que fizeram e precisam ser presos”, declarou o deputado.

Lister exigiu também que a premier de Queensland, Annastacia Palaszczuk, defenda prioritariamente as indústrias e não as “preferências verdes”. Na semana seguinte ao protesto, 11 ativistas foram acusados de transgressão e multados pela ação.

Segundo o Brisbane Times, a premier anunciou que embora não tenha intenção de prender os ativistas, eles serão multados por suas ações que envolvem invasão de propriedade.

Brad King, do santuário Farm Animal Rescue em Dayboro, que participou da manifestação em Yangan, disse que o documentário vegano “Dominion” mudou a sua forma de ver os matadouros:

“Depois de ver esse filme ficou absolutamente claro para mim que o medo e o sofrimento são inerentes aos matadouros. Há várias ocasiões em que eles [os animais] não são atordoados corretamente, mas, mesmo quando são, as imagens mostram inequivocamente que é impossível matar ‘de forma humanizada’ um animal que não quer morrer.”

Família resgata porco de um matadouro e agora corre o risco de perder a própria casa

Tivemos que convencê-lo a nos deixar acariciá-lo” (Foto: Georgie Williams)

Uma família que resgatou um porco de um matadouro em Crowborough, na Inglaterra, tem um prazo de duas semanas para se desfazer do animal. Do contrário, pode perder a casa subsidiada onde vive. O risco surgiu após denúncia de um vizinho.

Em edição de hoje do jornal britânico Metro, Georgie Williams, uma ativista dos direitos animais, disse que encontrou Arlo em um lastimável chiqueiro onde porcos são vendidos como carne ou animais de estimação.

Ciente de que ele poderia ser abatido em breve, assim como tantos outros, Georgie preferiu pagar para garantir que o animal pudesse viver. Mas não imaginava que seria denunciada por dar um lar a um porco que já apresentava diversos traumas:

“Quando chegamos com Arlo em casa, não consegui me aproximar dele porque ele estava petrificado. Apenas olhava para a parede e, se você se aproximasse, ele fugia, gritava ou recuava como se estivesse se protegendo de ser agredido. Tivemos que convencê-lo a nos deixar acariciá-lo”, relatou Georgie ao Metro.

Mas a situação mudou, e hoje Arlo já se entrega a abraços e se sente confortável em dividir uma cama – pelo menos com a família de Georgie. “Passou por tantos traumas e ainda não está pronto para um santuário. Ele não é emocionalmente estável ainda, e vai gritar se você andar atrás dele”, alertou.

No dia do resgate de Arlo, Georgie Williams disse que no chiqueiro os animais eram levantados pelas patas traseiras e jogados de volta às gaiolas, e estavam todos muito assustados. Depois de comprá-lo, ela conseguiu uma licença para que pudesse levá-lo para a sua casa em Crowborough. No entanto, no conselho residencial onde vivem, não são permitidos animais como suínos.

Arlo já se acostumou com os cães que vivem na casa, e inclusive tenta imitar seus latidos. “Ele se tornou tão confortável e confiante. Ele acabou de descobrir como escavar e adora jogar futebol “, frisa Georgie que espera encontrar uma solução antes do fim do prazo de 14 dias.

Polícia exige que homem devolva bezerro que seria enviado ao matadouro

Warden lamentou que a polícia em vez de reconhecer que o animal merece um tratamento mais digno prefere enviá-lo para a morte (Foto: DxE)

A polícia australiana está exigindo que James Warden, um ativista vegano do grupo Direct Action Everywhere (DxE) devolva um bezerro “que ele furtou” esta semana, evitando que fosse abatido em um matadouro na região sudoeste do país.

Warden, que desenvolveu uma relação afetuosa com o animal, disse em publicação do DxE que tirou “Theo” de uma fazenda onde bezerros são criados e vendidos para a indústria da carne porque percebeu que o animal estava doente e precisando de atendimento médico de emergência.

O ativista, que se recusa a devolvê-lo, ainda que isso tenha implicações legais, lamentou que a polícia em vez de reconhecer que o animal merece um tratamento mais digno prefere enviá-lo para a morte.

Cresce número de animais fugindo dos matadouros em Nova York

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina” (Foto: Centro de Cuidados Animais de Nova York)

Desde março, Nova York tem registrado crescimento do número de animais fugindo dos matadouros. Em 2018, o Centro de Cuidados Animais da cidade registrou 11 casos de fuga.

Já este ano, só em um período de dez dias do mês passado, foram encontrados quatro animais que escaparam de serem reduzidos a pedaços de carne. Segundo o Centro de Cuidados Animais, é difícil explicar o que está acontecendo, mas parece que os animais estão se antecipando ao triste destino planejado para eles.

Bois, vacas, bezerros, cabras, cordeiros, porcos estão entre os animais que tem ganhado às ruas de Nova York, na tentativa de encontrar abrigo seguro ou alguém que possa zelar por eles.

E as fugas continuam, superando facilmente em um trimestre o total registrado pelo Centro de Cuidados Animais ao longo de 2018. Outra observação feita pelo órgão é que os animais encontrados normalmente são jovens.

Uma das mais recentes resgatadas foi a bezerra Major Deegan, nome que recebeu do Departamento de Polícia de Nova York após ser retirada da via expressa Major Deegan. Com uma etiqueta plástica na orelha, ela conseguiu escapar do matadouro e foi encontrada ofegante, assustada e bastante estressada.

Após ser encaminhada para o santuário Skylands, em Wantage, no condado de Sussex, a bezerra recebeu o nome de Kristin, mas acabou não gozando da merecida liberdade.

Embora recebesse cuidados médicos diários, no final do mês passado, os funcionários do santuário estavam realizando algumas atividades agrícolas quando retornaram e a encontraram sem vida, em decorrência de falência de rins.

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina”, lamentou o santuário em sua página.

Há dois anos, “Os Seis de Saint Louis” escaparam do matadouro e deixaram uma grande lição

A história gerou tanta repercussão nos Estados Unidos que o santuário Gentle Barn conseguiu arrecadar mais de 400 mil dólares para comprá-los e garantir um lar e todos os cuidados necessários (Foto: The Gentle Barn Missouri)

Na semana passada completou dois anos que seis bois escaparam de um matadouro da Star Packing Co., em Saint Louis, no estado do Missouri (EUA), e deram uma lição de luta pela vida. Em 30 de março de 2017, Chico, Eddie, Houdini, Roo, Johnny Cash e Spirit arrebentaram três cercas, inclusive uma de ferro, e correram pelas ruas da cidade em busca de um refúgio seguro.

Durante a fuga, que foi transmitida por helicópteros de emissoras de TV, os animais conseguiram escapar da polícia e dos agentes de controle animal por cinco horas. Até a SWAT foi convocada para dar assistência na captura dos “Seis de Saint Louis”. Corajoso e demonstrando muita vontade de viver, Chico guiou seus irmãos o máximo que pôde, sempre cuidando para que nenhum deles fosse deixado para trás.

O seu interesse em evitar que fossem reduzidos a pedaços de carne chamou a atenção até mesmo de um público de consumidores de carne que durante as horas de fuga torceu para que os bovinos não fossem capturados. A operação mobilizou tantos profissionais que, mesmo depois de escaparem de várias situações em que a fuga parecia impossível, os animais acabaram definitivamente encurralados.

Com destino incerto, e ainda apontando para a probabilidade de serem abatidos, eles foram mantidos em confinamento em uma fazenda por algumas semanas, até que a intervenção popular e compassiva falou mais alto. A história gerou tanta repercussão nos Estados Unidos que o santuário Gentle Barn conseguiu arrecadar mais de 400 mil dólares para comprá-los e garantir um lar e todos os cuidados necessários.

Infelizmente, Spirit ficou bastante ferido ao final da fuga e faleceu pouco tempo depois. Em sua homenagem, os voluntários do santuário Gentle Barn Missouri plantaram um pessegueiro, perto de um lago que recebeu o nome de Lake Spirit, onde os outros animais do bando se reúnem.

Hoje, os sobreviventes, que têm três anos de idade e podem chegar facilmente aos 15 anos, vivem com galinhas, perus, porcos e cabras. “Chico foi corajoso, sábio, forte e mostrou ao mundo que quando lhes é dada uma chance, os bois sempre escolhem a vida”, destaca a gerente do santuário, Michelle Robertson, acrescentando que a cada ano realizam uma festa para comemorar o aniversário da grande fuga.

Cabra é enviada para santuário depois de fugir do matadouro

Cabra recebeu o nome de Gênesis e foi enviada para um santuário em Nova Jersey (Foto: ABC)

No mês passado, uma cabra foi encontrada em um domingo vagando pelas ruas do Bronx, em Nova York.

Quando muitos imaginavam que ela seria devolvida para o matadouro de onde escapou, o destino lhe trouxe a salvação.

Os policiais que a retiraram das ruas em conjunto com o Centro de Cuidados Animais de Nova York conseguiram garantir que ela não fosse abatida. Na realidade, fizeram mais do que isso.

Também deram à cabra o nome de Gênesis e a encaminharam para um santuário de Nova Jersey, onde agora ela pode viver em paz, segundo informações da ABC.

Animais escapam de matadouros e são resgatados das ruas de Nova York

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

Tem sido um mês movimentado em Nova York (EUA) – embora por razões louváveis – para organizações de resgate de animais e policiais, já que vários animais, felizmente, têm conseguido escapar dos matadouros onde se encontravam presos.

Graças aos esforços combinados de ONGS e de oficiais da polícia, foi possível salvar inúmeras vidas, incluindo a de um bezerro, uma cabra e um cordeiro, apenas nos últimos 10 dias.

“Que dia. Primeiro uma vaca, agora uma cabra”, foi a frase que o Centro de Assistência Animal de Nova York (NYCACC, na sigla em inglês) postou em sua página do Facebook ontem à noite (20), expressando gratidão aos santuários de animais, Santuário Animal Skylands e Santuário da Fazenda, onde os animais que conseguiram fugir, foram acolhidos.

“Um grupo de trabalhadores da construção civil da cidade foi pego de surpresa quando um visitante inesperado entrou na obra onde eles trabalhavam, que fica bem em frente a um matadouro”, dizia o post do Santuário da Fazenda em sua página do Facebook, feito durante o resgate.

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

“Eles conseguiram se aproximar a guiar a cabra, agora chamada Alondra, para dentro de um dos escritórios e pedir ajuda da polícia para lidar com a situação”.

De acordo com a Farm Sanctuary, Alondra, que agora reside no abrigo em Watkins Glen, tinha marcas de tinta e cola pelo corpo, o que a ONG chama de “sinais típicos de animais que vieram de instalações de assassinato de animais ou de mercados de criaturas vivas”.

Em um post anterior na página do NYCACC no Facebook, a ONG compartilhou a imagem de um bezerro macho aterrorizado, com menos de um ano de idade, que foi encontrado perto da Major Deegan Expressway, uma estrada movimentada no Bronx.

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

“Apenas mais um dia ajudando os animais”, o NYACC comentou em outro post. “Este adorável bezerrinho, chamado Major Deegan, estava no meio do tráfego de veículos na via expressa, então a polícia levou-o para a única organização que acolhe a todos eles, a NYACC!”.

Major Deegan foi posteriormente transferido para o Santuário Animal Skylands. No início deste mês, o santuário também recebeu um jovem cordeirinho resgatado de um matadouro, Little Palmer, que foi salvo depois de correr desabalado pela via expressa Gowanus, no Brooklyn.

Embora seja reconfortante saber sobre esses resgates de sucesso, eles também servem como um lembrete dos horrores associados às fazendas industriais e aos matadouros.

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

Foto: NYACC e Farm Sanctuary

“Existem mais de 80 matadouros com fachadas de lojas comuns em todos os bairros da cidade. Fugas são inevitáveis para os animais aterrorizados que vivem nestas instalações, e é fácil torcer para aquele único animal em fuga, enquanto fechamos os olhos para as centenas de milhares de animais deixados a portas fechadas aguardando a morte. É falar das questões que realmente estão em jogo; crueldade contra animais e saúde pública”.

O grupo Voters for Animal Rights publicou em um post na sua página do Facebook: “Estamos trabalhando com autoridades da cidade e do estado para acabar com a proliferação de matadouros com fachadas de loja e tornar nossos bairros mais seguros, saudáveis e mais compassivos para todos”.

Esperamos que esses resgates, entre outros como eles, incentivem mais pessoas a escolherem a compaixão em seus pratos e renunciarem a comer carne mudando para um estilo de vida vegano.