Cães são resgatados após passarem fome a ponto de praticar canibalismo

A Polícia Ambiental resgatou seis cachorros em Pirassununga (SP) nesta terça-feira (13). Os animais estavam debilitados por falta de alimentação e viviam em uma casa no Jardim Margarida. O tutor foi multado em R$ 24 mil.

Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

O caso foi descoberto após denúncia. Ao chegar no imóvel, a polícia descobriu que dois filhotes foram comidos pelos outros animais tamanha era a fome que sentiam. As informações são do G1.

O tutor alegou, de acordo com a polícia, que está desempregado, vive de bicos e só alimentava os cachorros à noite. Disse também que tentou doar os filhotes, mas não teve êxito.

Os seis cachorros foram resgatados e encaminhados para uma clínica veterinária.


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Tutores de cão denunciam policial por matar o animal após se incomodar com latidos

Tutores de Hulk, um cachorro da raça boxer, denunciam um caso de violência que levou o animal à morte. Segundo eles, o cão foi morto a tiros na terça-feira (13) em Belém (PA) após latir no portão da casa de um policial militar que, irritado com os latidos, atirou nele.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no bairro Cabanagem e foi denunciado por meio de um boletim de ocorrência.

O relato dado à polícia indica que o policial se irritou com os latidos e atirou três vezes contra Hulk. A assessoria de imprensa da PM não se pronunciou sobre o caso até a publicação desta notícia.

A tutora do cachorro disse que o filho, de 14 anos, passeava com o cão na rua quando os dois passaram em frente à casa do policial. Segundo ela, os cães do PM latiram de dentro de casa e Hulk se aproximou do portão.

“Ele (o atirador) deu o primeiro tiro de dentro da casa dele e mandou meu filho se afastar. Ele gritava pra não matarem o cachorro, mas aí ele veio e deu mais dois tiros”, afirmou.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial não estava fardado. Após matar o cão, ele teria puxado o corpo para manchar de sangue o espaço de dentro da casa, de acordo com a denúncia. Vizinhos teriam visto a ação do militar.


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Cães explorados para venda são encontrados dentro de gaiolas sujas em canil em SP

A Polícia Civil encontrou 14 cachorros explorados para venda presos em gaiolas sujas, em meio aos seus próprios excrementos, em um canil clandestino em Diadema, na Grande São Paulo.

Reprodução/RecordTV

O caso foi descoberto graças a uma denúncia anônima. De acordo com o denunciante, o proprietário do canil visita o local apenas uma vez por mês para alimentar os animais, que eram mantidos atrás de um tapume de madeira.

Os filhotes apresentavam quadro de anemia, infecção no ouvido e na pele e um deles estava cego de um olho. As informações são da Record TV.

No local, havia marcas de sangue no chão, animais com patas feridas e princípios de tumores na barriga – problemas de saúde comuns em casos de maus-tratos e em animais resgatados de canis.

Reprodução/RecordTV

Laudos da perícia criminal e da veterinária do Centro de Controle de Zoonoses confirmaram os maus-tratos. Das raças maltês, bulldog inglês e shih tzu, os cães foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal. Após receberem os cuidados necessários, eles serão doados.

Maltratar animais é crime e tem como punição detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço.


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Homem mata cão com golpe de foice após animal comer galinha no Paraná

Um homem de 70 anos foi detido na segunda-feira (12) após matar um cachorro com golpes de foice em Ponta Grossa (PR). Ele afirmou, segundo a Guarda Municipal (GM), que o animal era da família e foi morto porque estava comendo galinhas que vivem na propriedade da irmã dele.

Imagens registraram a agressão (Foto: Guarda Municipal/Divulgação)

A Guarda Municipal foi acionada pela filha do acusado e um boletim de ocorrência foi registrado. As informações são do G1.

Ao chegar no local, os guardas descobriram que o cachorro já havia sido enterrado. O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Ponta Grossa e foi liberado após prestar depoimento.

Aos policiais, o homem contou que não conseguia ter um cachorro que matava galinhas porque gastou dinheiro para tê-las. De acordo com a Polícia Civil, o acusado demonstrou que não sabia que matar o cão era errado. Ele responderá pelo crime de maus-tratos a animais.

Por meio de rede social, o prefeito Marcelo Rangel (PSDB) afirmou que a Prefeitura de Ponta Grossa vai autuar o homem por crime ambiental.

A Guarda Municipal informou que 193 casos de maus-tratos foram registrados em 2019 na cidade.


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Dois coiotes são enforcados e pendurados em poste

Por Rafaela Damasceno

Dois coiotes foram enforcados e pendurados em um poste em uma casa na estrada principal de Bloomfield, em Vermont, nos Estados Unidos. As autoridades estaduais disseram que há pouco que possam fazer.

Os dois coiotes pendurados em um poste de cabeça para baixo

Foto: vtdigger

Brenna Galdenzi, presidente da Protect our Wildlife (Proteja nossa Vida Selvagem, disse que ficou profundamente triste ao ver as fotos do horror. “Eu não consigo imaginar que tipo de mentalidade alguém tem que ter para fazer uma coisa dessas, ainda mais sabendo que crianças verão”, declarou.

Caçar coiotes não é proibido em Vermont, então as autoridades dizem que o assassino não infringiu nenhuma lei. Em junho, o Conselho de Pesca e Vida Selvagem votou contra uma petição de um grupo de estudantes de direito de Vermont que pedia o fim da caça aos coiotes.

“Não podemos mudar o que aconteceu, os coiotes estão mortos. Tudo o que podemos fazer é aumentar a conscientização e tentar mudar as leis para evitar que aconteça novamente”, afirmou Brenna. Ela ainda disse que o caso mostra o quanto as coisas estão ruins para a vida selvagem em Vermont, que não pune atrocidades como essa.


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Cuidar de animais exige cautela com a saúde mental para não desencadear transtornos psicológicos

O trabalho exercido pelos defensores dos animais e pelos veterinários é exaustivo e, em muitos casos, causador de transtornos psicológicos como a depressão. A empresária e ativista pelos direitos animais Andressa Ciccone, 29 anos, é uma das pessoas que vivenciam a dor que a luta pelos animais traz devido aos tantos casos de maus-tratos, descaso, exploração e morte envolvendo cães, gatos, bois, vacas, galinhas e outros.

Doenças mentais atingem pessoas que cuidam de animais (Foto: Getty Images)

“Muitas vezes, você está de frente a animais que sabe que não tem como salvar e que vão morrer. Você fica de olhos com olhos com aqueles animais. Nossa, isso é muito triste e frustrante. Machuca”, desabafou Andressa. Vegana, ela se considera “ativista independente” e participa há 10 anos de ações como invasões a matadouros de porcos para registrar o horror promovido contra os animais, manifestações contra a exportação de bois vivos e resgate de animais vítimas de abandono e de maus-tratos.

“Pessoas veganas e que lutam pelos animais costumam ser mais sensíveis, empáticas. Como tem muita maldade no mundo, essas coisas afetam muito a gente. Nas transmissões ao vivo que faço, às vezes não consigo falar, de tanto chorar”, contou. As informações são da BBC News Brasil.

“Sabemos que isso afeta, mas o amor fala mais alto. Eles (os animais) precisam da nossa ajuda, não podemos simplesmente cruzar os braços. A força também vem da empatia: não tem nada no mundo que pague salvar vidas”, completou.

Em tratamento para a depressão – doença causada, em parte, pelas experiências vividas no ativismo animalista -, Andressa toma alguns cuidados para suavizar as emoções difíceis de lidar.

Estudos

Os efeitos psicológicos da atuação das pessoas em casos difíceis e tristes envolvendo animais foi tema da convenção anual da Associação Americana de Psicologia, realizada no último fim de semana em Chicago.

Durante o evento, estudos sobre o assunto foram apresentados, como uma revisão de pesquisas feitas e reunidas por Angela Fournier, pesquisadora da Universidade de Bemidji, em Minnesota.

“Pessoas que trabalham com animais ou se voluntariam para isso são muitas vezes motivadas por que veem (isso) como uma missão de vida”, explicou Fournier em um comunicado à imprensa no qual são expostos os riscos para a saúde mental da pessoa, que pode sofrer com problemas como a ansiedade e a depressão.

“A força também vem da empatia: não tem nada no mundo que pague salvar vidas”, afirmou a ativista Andressa Ciccone (Foto: Arquivo pessoal)

“No entanto, elas encaram rotineiramente o sofrimento e a morte de animais, o que pode levar ao burnout (síndrome despertada por um esgotamento físico e mental), à dita fadiga por compaixão e a outras questões de saúde mental”, completou.

“Estudos sugerem que pessoas dedicadas ao bem-estar animal carregam um peso ainda maior do que outras pessoas que trabalham com algum tipo de assistência por conta de particularidades do trabalho com animais, como a possibilidade de sacrifício e o contato com seres que viveram dor e sofrimento, mas não podem comunicar suas necessidades e experiências”, explicou.

A especialista sugere que pacientes e terapeutas busquem estratégias para reenquadrar experiências negativas e para criar uma fronteira saudável entre a vida pessoal e o trabalho ou ativismo.

“Pode ser importante fazer com que o paciente se concentre no quadro geral do quanto estão fazendo a diferença e nos animais que foram salvos, em vez de focar em histórias individuais de crises e perdas”, disse Fournier.

Dentre as estratégias executadas por Andressa para cuidar da própria saúde mental estão: exercícios físicos; pausas no uso das redes sociais, que no seu caso têm muitos pedidos de ajuda e de imagens de animais maltratados; e conversas com outros ativistas e veganos para buscar apoio e compreensão.

Transtornos psicológicos

Dentre os transtornos que a imersão na luta pelos direitos animais pode causar, estão a ansiedade, a fadiga por compaixão, a depressão e o burnout. Entenda, abaixo, o que é cada um deles, de acordo com informações fornecidas pelo Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA e pela Organização Mundial da Saúde.

Compaixão move o cuidado dispensado aos animais (Foto: Pixabay)

Ansiedade: quando sentimentos de apreensão e nervosismo passam a ser frequentes na vida de uma pessoa, eles podem se transformar em um distúrbio. A rotina, situações determinadas – como estarem uma multidão e encontrar um animal -, ou uma imprevisibilidade – muitas vezes relacionada a temores pré-existentes – podem gerar cansaço, mente agitada, palpitações, dificuldades de respirar, suor, rubor e sensação de descontrole.

A ansiedade, segundo classificações internacionais se dividem em vários tipos, como ansiedade generalizada, fobias e transtorno de pânico.

Burnout: Ligada ao mundo do trabalho, essa síndrome pode ser fonte para um estresse crônico que leva à exaustão, distanciamento e sentimentos negativos em relação à função exercida e queda na eficiência.

Depressão: Trata-se de um estado contínuo de incômodo e perda de interesse por coisas da vida, afetando questões básicas do dia a dia, como dormir, comer e se relacionar.

Estimativas indicam que mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofram de depressão atualmente, o que representa um aumento de 18% entre 2005 e 2015. A World Mental Health Survey realizou uma pesquisa em 17 países e revelou, em 2012, que 1 a cada 20 pessoas, em média, relatou ter tido depressão em algum momento do ano anterior.

Entre os tipos de depressão estão: a distimia, pós-parto e depressão psicótica. Episódios e sintomas depressivos também fazem parte do transtorno bipolar. Além disso, ansiedade e depressão se associam.

Fadiga por compaixão: Apesar de não estar consolidada na literatura científica ou em classificações internacionais, essa denominação é defendida por pesquisadores norte-americanos como Charles Figley, especialista em trauma.

A fadiga de compaixão seria uma combinação entre características do burnout com o trauma “vicárioou secundário”, que nada mais é do que o momento em que uma pessoa se sensibiliza com o testemunho ou narrativa de dor alheia, como profissionais da saúde ou agentes da Justiça.

Incidência de suicídio entre veterinários é alta

Estimativas de vários países já mostraram que veterinários têm uma propensão maior ao suicídio. Um estudo publicado no periódico Journal of the American Veterinary Medical Association revelou que, nos Estados Unidos, a incidência de suicídio entre veterinários foi de 2 a 35, vezes maior, entre 1979 e 2015, do que na população norte-americana em geral.

Uma monografia apresentada em 2012 por Tatiana Guimarães, então graduanda orientada pelo sociólogo Ignacio Cano, estudou dados sobre suicídio em profissões que, na literatura científica mundial, tendem a apresentar maior incidência. Dentre elas, os veterinários, que registraram incidência duas vezes maior na comparação com a população brasileira em geral.

“Mais pesquisas estão sendo feitas para compreender melhor por que os veterinários podem ter este risco aumentado, mas uma combinação de traços de personalidade, demandas profissionais e o ambiente de aprendizado da veterinária podem contribuir”, explicou a veterinária Katherine Goldberg durante a convenção da Associação Americana de Psicologia.

Ajuda a animais abandonados pode afetar saúde mental do protetor , ativista ou veterinário quando cuidados não são tomados (Foto: Pixabay)

Essa maior propensão ao suicídio entre os profissionais da medicina veterinária também pode ser explicada pelo contato frequente com o sacrifício de animais; o acesso a fármacos; uma rotina intensa de trabalho, muitas vezes sem remuneração e benefícios à altura das expectativas do profissional.

Especializado no atendimento a animais em estado crítico, o médico veterinário intensivista Rodrigo Cardoso Rabelo estuda e escreve sobre saúde mental na medicina veterinária e implementa ações na Intensivet, clínica na qual ele atende em Brasília.

Dentre as ações, estão a aplicação periódica de um formulário que pode detectar o burnout e que, segundo o veterinário, tem três indicadores principais: realização profissional; despersonalização (distanciamento que o profissional mantém do paciente); e esgotamento emocional.

Segundo Rabelo, ao se debruçar sobre as respostas dos formulários é possível concluir que o esgotamento tende a pesar mais entre os veterinários brasileiros.

“O veterinário lida não só com os animais, mas com seu tutor (humano). Diferente dos europeus e americanos, nós brasileiros, latinos, temos uma relação muito mais próxima da família e dos animais. Às vezes deixamos a parte profissional e financeira de lado, de tanto que nos envolvemos emocionalmente. Isso fica difícil em uma rotina diária, considerando o volume de pacientes que a gente recebe”, explicou.

“Eu mesmo cheguei a um nível de estresse muito alto. O luto que via no consultório acabava se refletindo em um medo de perder pessoas queridas em casa. Somente neste ano, perdi amigos (veterinários) neste tipo de situação (suicídio)”, relatou.

“Hoje, reduzi o número de pacientes, inclusive para prestar um atendimento de melhor qualidade a eles e também para estar bem comigo mesmo”, completou.

Para o veterinário, alguns cuidados com a saúde mental podem ser tomados por aqueles que cuidam de animais. Rabelo recomenda evitar jornadas longas de trabalho e prezar por intervalos; realizar uma rotatividade de funções no trabalho; praticar exercícios físicos; ter uma alimentação e hidratação equilibradas; manter um hobby e apoio emocional, como em terapias e práticas espirituais; conversar com pessoas próximas e colegas; e reduzir o uso de celular e redes sociais.


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Cadela é baleada na cabeça e filhote é ferido com golpe de facão no RJ

Uma cadela foi baleada na cabeça e um filhote sofreu um ferimento causado por um golpe de facão no bairro Duarte da Silveira, em Petrópolis (RJ). Encontrados por moradores, os animais foram resgatados e internados em uma clínica veterinária. O estado de saúde deles é estável.

Reprodução/RJ Inter TV

O crime aconteceu, segundo a prefeitura, na quarta-feira (7). Ninguém foi preso. Agentes da Coordenadoria de Bem-Estar Animal confirmaram os maus-tratos. As informações são do G1.

O veterinário Luis Antonio Bento explicou que a cadela foi alvejada com um tiro a uma curta distância. “Havia uma queimadura no local de entrada dessa munição, o que faz a gente pensar que tenha sido a um curta distância. À queima-roupa, porque como essa munição dispersa, se fosse a uma distância razoável, a munição teria espalhado”, disse.

Segundo o profissional, por muito pouco o tiro teria matado a cadela. “Sorte porque pegou em tecido mole. Se pega um pouquinho mais centralizado, ia pegar no crânio e ia ser fatal”, explicou.

Reprodução/RJ Inter TV

O filhote, contou o veterinário, tem um corte nas costas com cerca de 20 centímetros.

Dois suspeitos da agressão promovida contra os cães foram denunciados por moradores. O caso foi registrado pela prefeitura na 105ª Delegacia de Polícia e será encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.


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Gato é encontrado com flecha atravessada no corpo em Palmas (TO)

Um gato foi vítima de uma violência brutal em Palmas (TO). Ele foi encontrado com uma flecha atravessando seu corpo. Com dor, ele estava acuado na rua, foi socorrido e internado em uma clínica veterinária.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Heitor, como passou a ser chamado, foi encontrado na quarta-feira (7) no Lago Norte pela voluntária Lilian Castilho. “Quando a gente chegou ele estava acuado em um cantinho, com a flecha ainda enfiada, e um senhor vizinho se ofereceu para cortar e tirar. A gente, a princípio, achou que ele estaria amedrontado do ser humano, mas não, ele precisava de socorro”, contou ao G1.

O animal se recupera das lesões e dos traumas na clínica. Ele chegou ao local gravemente ferido. “A gente está tentando levantar a imunidade dele, matando os parasitas intestinais, dando suporte nutricional bom, bem calórico para ele, e tratando a desidratação”, explicou a médica veterinária Ana Paula Lima.

Quando se recuperar, o gato será disponibilizado para adoção. O tratamento dele deve durar 30 dias. “Ele é um guerreiro. Sobreviver nas ruas não é fácil. Por esse motivo nós colocamos o nome do guerreiro de Tróia, que é Heitor”, explicou Lilian. “Logo logo ele vai estar pronto para viver uma vida normal”, completou.


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Cadela debilitada é resgatada de casa onde ficava sem comer em Goiás

A Polícia Civil resgatou, após denúncia anônima, uma cadela da raça dogue alemão que vivia em condição de maus-ratos em Morrinhos (GO). Examinada por um veterinário, ela foi diagnosticada com desnutrição.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Muito debilitada, a cadela foi resgatada na quarta-feira (7). A responsável por ela foi buscada pelos policiais no trabalho para abrir a casa, permitindo que o animal fosse examinado. Não foi encontrada ração ou qualquer alimento para ela no local.

“Ela estava muito magra. O veterinário que agora está cuidando dela disse que ela está mal de saúde, pode estar até com pneumonia. Além disso, a mulher contou que outro cachorro da mesma raça, um macho de cor preta, havia morrido dias antes. Acreditamos que também por falta de comida”, avaliou o delegado Fabiano Jacomellis.

A mulher prestou depoimento em uma delegacia e, após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), foi liberada. As informações são do G1.

“Ela negou que deixava eles sem comida, não queria colaborar muito. Nesses casos, ela pode pegar pena de até um ano que geralmente é convertida em algum serviço comunitário ou multa”, detalhou o delegado.

A cadela está sob os cuidados do veterinário em uma clínica veterinária, onde foi internada para ser submetida a exames.


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Suspeito de atirar em cachorros é baleado pela polícia em Jangada (MT)

Um homem denunciado por maus-tratos a animais foi baleado pela polícia na sexta-feira (9) no município de Jangada, a 82 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

Dorvalino Silva Paes, de 29 anos, foi baleado ao apontar uma arma para os policiais. Ele recebeu os primeiros socorros, foi levado para o Pronto Socorro de Jangada e depois foi preso. As informações são do G1.

A arma usada por Dorvalino foi apreendida. Ele a apontou para os policiais no momento em que os agentes investigavam a denúncia de que ele havia atirado em cachorros.

O atual estado de saúde do homem não foi informado.


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