Gangue de motociclistas se une para salvar animais vítimas de abuso

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Uma gangue de motoqueiros normalmente é acompanhada de muitos estereótipos negativos. Barulhentos, briguentos ou arruaceiros e chamarizes ambulantes de confusão só para citar alguns deles. No entanto, esse não é sempre o caso.

Como na maioria dos casos envolvendo estereótipos, isso simplesmente não é verdade. Ouvimos histórias sobre gangues de motoqueiros ajudando crianças vítimas de bullying, prestando tributo aos veteranos de guerra e muito mais. No entanto, esta gangue de motoqueiros se destaca por realmente amar os animais.

Apesar de suas tatuagens pelo corpo, motocicletas enormes e vestuário de roqueiro, a Rescue Ink é diferente. Eles são uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de salvar animais vítimas de abuso.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

O grupo varia em idade, sexo e profissão. Alguns são motociclistas em tempo integral, mas outros são levantadores de peso, veteranos, ex-policiais e advogados.

Eles invadem ringues de luta de cães para salvar os animais indefesos, mas não é só isso, a gangue entra em qualquer situação onde eles vêem um animal sendo abusado. E tem mais eles não salvam apenas cães. No passado, a gangue de motoqueiros Rescue Ink resgatou cavalos, porcos, peixes, galinhas e até mesmo uma jiboia.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Se eles têm evidências suficientes para ter certeza de que um animal está sendo ferido ou maltratado, eles o colocam sob seus cuidados pra receber amor e ser reabilitado. No entanto, às vezes eles vão além da jurisdição da polícia, e alguns têm um problema com isso (quebrar a lei para salvar os animais).

Mesmo que eles estejam fazendo isso pelas razões certas, para salvar os animais, a justiça legal é o curso correto de ação, dizem os policiais.

“A Rescue Ink faz o que for necessário dentro dos limites da lei – é o que nossos advogados nos dizem para dizer – para combater o abuso e a negligência de todos os tipos”, diz a declaração de sua missão.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

“Algumas pessoas gostam de pensar em nós como super-heróis”, dizem eles. “A verdade é que somos super amantes de animais (e protetores). Ao longo dos anos, e através de muitos casos, obstáculos e desafios complicados, continuamos fortes e dedicados à nossa missão”.

E o trabalho deles fez maravilhas. Eles invadiram ringues de luta de cães, impediram que um gato em situação de rua fosse morto e muito mais. Eles até ajudam aves em situação de perigo e entraram no esgoto para salvar os patinhos. A gangue de motoqueiros recebe cerca de 250 chamadas por dia para ajudar animais maltratados.

Eles podem parecer intimidantes, mas estão amando e se importando com o anos mais que muitos membros da sociedade tidos como “normais” e sua dedicação tem salvado muitas vidas.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cãozinho de moradora de rua é envenenado em BH

Foto: Arquivo pessoal

A dor e o desespero da moradora de rua Emilin Tuany, de 29 anos, pela morte de seu cãozinho Beethoven viralizaram nas redes sociais. O animal foi vítima de envenenamento no bairro Savassi, em Belo Horizonte (MG) e morreu nos braços de sua tutoram, que o encontrou agonizando.

Em uma entrevista exclusiva ao portal O Tempo, Emilin contou que vinha sofrendo assédio de um morador de um prédio próximo a onde ela costuma dormir. Ela relatou que o homem uma vez chegou a dizer que odeia negros, animais e moradores de rua.

Emilin contou ainda que viu o homem jogando alimento com veneno para Beethoven do terceiro andar do edifico. Imagens de monitoramento ainda não foram cedidas, mas o caso de maus-tratos está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Crimes contra a Fauna.

Beethoven era um labrador cor chocolate de apenas um ano de vida. Ele foi adotado por Emilin quanto tinha apenas 14 dias de vida. Ela o amamentou e cuidou dele da melhor forma possível. “Beethoven nem tinha sido desmamado. Era como um ratinho. Eu ferventava o leite, punha na luva e colocava na boca dele. Com 1 ano, mataram meu filho”, disse ao O Tempo.

Uma advogado, que preferiu não se identificar, se ofereceu voluntariamente para dar suporte jurídico. O cadáver de Beethoven será submetido a uma necrópsia. O procedimento, que custa R$100,00, foi pago por um benfeitor que preferiu se manter anônimo e será realizado no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O resultado saí em 30 dias.

Emilin recebeu a doação de um cachorrinho bebê sem raça definida para ajudar a superar a morte de Beethoven. Após a investigação, se o crime for comprovado, o responsável pode ser punido com até um ano de detenção, além de multa.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Tigre é acorrentado e forçado a posar para fotos com turistas em zoo

Foto: Mirror Online

Foto: Mirror Online

Ativistas afirmam que as imagens divulgadas nas mídias sociais mostrando o tigre acorrentado no zoológico de Phuket na Tailândia, mostram as reais condições do sofrimento e crueldade em que os animais são mantidos nas instalações do local.

Uma cena angustiante mostra um tigre majestoso do sexo feminino, incapaz de se mover de um pódio por causa de uma enorme corrente colocada em volta de seu pescoço, posta ali para que os turistas pudessem tirar fotos dela.

Agora, milhares de pessoas estão pedindo que o animal covardemente preso seja libertado, classificando o tratamento dado ao animal de “cruel e bárbaro”.

Ativistas dos direitos animais pediram aos turistas que evitem atrações “bárbaras e brutais” para acabar com cenas angustiantes como essas.

Uma investigação foi iniciada depois que o vídeo foi compartilhado online, junto com alegações de que o tigre foi drogado para que os visitantes pudessem tirar fotos dele, cobrando cerca de 10 dólares por cada foto.

Uma petição pedindo ao zoológico para libertar o tigre, filmado incapaz de sair do pódio por causa de uma corrente de 3 pés (em torno de 90 cm) presa ao pescoço, atraiu mais de 10 mil assinaturas.

Os responsáveis pelo zoológico reconheceram que alguns dos 15 tigres foram acorrentados, mas negaram tê-los drogados – e disseram que os animais não são tratados de maneira cruel.

Mas indignado Rob Osy, que criou a petição, escreveu: “Um tigre é acorrentado no zoológico de Phuket para que você possa tirar fotos dele por 300 baths (cerca de 10 dólares)”.

Um defensor dos animais postou: “Isso é cruel e bárbaro, nem deveria estar preso mas no mínimo, já que esta, não deveria ser acorrentando assim, o tigre deveria se mover livremente”.

Foto: Mirror Online

Foto: Mirror Online

Depois de ver o vídeo, Elisa Allen, diretora da PETA, disse ao Mirror Online: “A miséria documentada no Zoológico de Phuket não é única nem isolada, mas ela reflete as condições dos zoológicos em geral.

“Imagens recentes da PETA Ásia da fazenda de criação de crocodilos Samutprakarn Crocodile Farm e do zoológico na Tailândia mostram elefantes acorrentados com ferimentos sangrentos, tigres perseguidos e usados como adereços em fotos, e primatas mantidos em gaiolas extremamente lotadas, sem qualquer estimulação mental ou física”.

“Esses ‘lugares infernais’ permanecerão nos negócios enquanto as pessoas os apoiarem com suas carteiras (dinheiro), e é por isso que a PETA incentiva todos, em todos os lugares, a evitar qualquer estabelecimento que mantenha animais selvagens cativos para o chamado ‘entretenimento’”, disse a ativista.

De acordo com relatos na Tailândia, inspetores do departamento do governo responsável pela vida selvagem foram ao ao zoológico depois que as filmagens surgiram no fim de semana.

O gerente do zoológico, Pichai Sakunsorn, disse que defendeu as imagens para o Phuket News, afirmando: “A maioria dos clientes que vêm aqui querem tirar fotos com vários animais”.

“Aqueles que gostam de tirar fotos com animais, em sua maioria, não consideram acorrentar os animais como crueldade, mas sim como uma medida de segurança para proteger os turistas, especialmente dos tigres, porque os tigres são perigosos, instáveis e imprevisíveis”, disse Sakunsorn.

“É uma maneira de evitar que o animal prejudique os turistas”, afirmou o gerente do zoológico.

Os tigres não foram feitos para viver em cativeiros, e só oferecem “perigo” por estarem em locais inadequados servindo de entretenimento. Eles possuem seu habitat natural, na selva, onde podem viver como seu instinto permite e livres da exploração ambiciosa dos seres humanos.

Foto: Mirror Online

Foto: Mirror Online

Mas ele negou que os funcionários do zoológico drogassem animais.

O jornal relata ainda que os oficiais que foram até o zoológico depois de ver o vídeo não encontraram “evidências” de crueldade com animais.

A Mirror Online informa que entrou em contato com o zoológico de Phuket no sábado para comentar, mas ainda não recebeu uma resposta.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

ONG acusa a Grécia de acobertar tratamento cruel contra burros em Santorini

A organização internacional de proteção animal PETA acusou autoridades da Grécia de acobertarem o tratamento cruel ao qual burros são submetidos na ilha de Santorini e de impedir os esforços da entidade para chamar atenção para o sofrimento dos animais.

Foto: Reprodução / CNN

A ilha atrai milhares de turistas por ano. No local, burros e mulas são explorados para o transporte das pessoas. De acordo com a ONG, os animais são forçados a carregar visitantes e bagagens em colinas íngremes. As informações são da Reuters.

Imagens feitas em 2018 mostram animais sendo açoitados com varas e carregando pesos extremos. A PETA acusa as autoridades de barrar sua campanha em ônibus e táxis que expõe um burro exausto ao lado das palavras “Burros sofrem pelos turistas. Não os montem”.

“As autoridades gregas deveriam estar reagindo e impedindo que os burros sejam usados até a exaustão em Santorini, não acobertando a crueldade de forçá-los a carregar cargas pesadas de turistas”, disse Elisa Allen, diretora da Peta, em um comunicado.

Segundo a ONG, cerca de 100 dos 2 mil burros e mulas que vivem na ilha estão sendo explorados em passeios turísticos.

O prefeito de Santorini, Nikos Zorzos, afirmou que as autoridades se importam com o bem-estar dos animais, respeitam as leis gregas de proteção animal e que a municipalidade não tem jurisdição sobre campanhas em ônibus e táxis.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Cão é amarrado a linha de trem e maquinista freia veículo para salvá-lo

Um cachorro que foi amarrado para morrer em uma linha de trem no Chile teve a vida salva pelo maquinista do veículo, que efetuou uma frenagem de emergência, impedindo o atropelamento. O ato do homem fez com que ele passasse a ser tratado como herói pela população.

Foto: Reprodução / Instagram

Após parar o trem, o maquinista desceu da cabine para ajudar o animal. “Quem é que é capaz de ser tão mau a ponto de fazer uma coisa destas?”, questionou. “Espero que um dia a raça humana mude”, completou. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

O homem, então, caminhou até o cachorro e o soltou. Assustado, o animal saiu correndo e fugiu. O caso de crueldade contra o cão aconteceu na cidade de Llay.Lalay, na região de Valparaiso.

A administração local afirmou que a situação será investigada para que se tente descobrir quem cometeu o ato de abuso contra o animal e que uma queixa por maus-tratos será apresentada.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Portal T5 (@portalt5) em

//www.instagram.com/embed.js


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Vacas grávidas são mortas e fetos são jogados no lixo, denuncia ex-funcionário de matadouro

Os horrores provocados por matadouros foram expostos por um ex-funcionário de um dos maiores matadouros da França. Maurício García Pereira trabalhava retirando as vísceras dos corpos de animais mortos e o gatilho que o fez perceber a crueldade promovida por seu local de trabalho foi encontrar um feto, ainda com vida, entre os órgãos de uma vaca. Naquele dia, Maurício confrontou seu chefe, que ordenou que ele desse ao feto o mesmo destino que todos os outros tiveram: o lixo.

O ex-trabalhador fez as primeiras denúncias sobre o caso em 2016, gerando uma onda de indignação na França. De origem espanhola, Maurício expôs as crueldades promovidas pelo matadouro de Limoges. Durante quase sete anos de trabalho no local, ele filmou e fotografou cenas que comprovam os maus-tratos. A câmera usada por ele foi fornecida pela L214, entidade que luta pelos direitos animais desde que foi fundada, em 2008. As imagens foram divulgadas e repercutiram em todo o mundo. O espanhol também escreveu o livro, em francês, “Maus-tratos Animais, Sofrimento Humano”, que foi lançado em 4 de junho de 2018 na França – não há versão em português.

Fetos são jogados no lixo em matadouro (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

“Quem vem trabalhar para aqui não pode ter escrúpulos”, disse Maurício, em certa ocasião, ao diretor do matadouro.

No entanto, a repercussão do caso não impediu que a crueldade continuasse a ser cometida no matadouro. “Falei com antigos colegas do matadouro e pouco mudou. Fizeram obras para melhorar a maneira de receber e matar os animais, mas a cadência é a mesma e continuam a matar vacas prenhas”, denunciou.

Mauricio afirmou, em entrevista ao jornal Público, que durante os anos em que trabalhou no matadouro entre 20 a 30 bezerros, ainda dentro das placentas de suas mães, eram mortos diariamente. Ter feito essa denúncia lhe custou seu emprego. Ele, no entanto, disse que não se arrepende e que faria tudo novamente.

Em entrevista ao jornal El Mundo, Maurício contou que passou a lutar contra as atrocidades cometidas pelos matadouros. E embora trabalhe em prol da redução do sofrimento dos animais explorados para consumo humano, ele admite que não é possível matar animais de forma ética.

No matadouro em que trabalhava, 35 vacas eram mortas por hora. “Soava um ruído e o tapete avançava. Recordo o som e o odor de sangue seco que te obrigam a aprender a respirar pela boca”, disse. Além de tirar as vísceras dos animais, Maurício também furou a cabeça de bezerros com uma pistola de ar comprimido para que os corpos flutuassem na água fervente.

Animal entra em desespero e tenta fugir ao perceber que será morto (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

Os horrores presenciados pelo ex-trabalhador do matadouro o afetou psicologicamente, fazendo com que ele fosse obrigado a recorrer a remédios para dormir e, quando os medicamentos não funcionavam, a bebidas alcoólicas. “Tinha de tomar remédios e álcool, sobretudo álcool, para poder dormir sem pesadelos durante sete horas seguidas”, contou.

“Nem todos podem trabalhar num matadouro. Você pode tapar os ouvidos, mas acaba sempre ouvindo os gritos dos animais, o ruído das mães a chamar pelos bezerros (…) e os gritos agudos dos porcos”, relatou ao portal Público.

Restaurante vegetariano

Depois de tudo que viveu, Maurício decidiu abrir um restaurante vegetariano em Limoges. No cardápio, não haverá carne. “A Transição” foi o nome escolhido por ele para o local, devido a todo o processo vivido por aquele que um dia trabalhou limpando corpos de animais mortos e que hoje luta contra as atrocidades da indústria alimentícia.

Feto é retirado de placenta (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

“A minha mentalidade deu uma volta enorme”, disse ao ser questionado sobre voltar a trabalhar num matadouro – o que, segundo ele, não faria novamente.

Atualmente, Maurício dá palestras pela Europa e se considera otimista em relação às consequências que o consumo desenfreado de carne têm sobre o meio ambiente. “Os jovens têm uma consciência ecológica que não existia antigamente. A sociedade começa a perceber que ou mudamos as coisas ou a este ritmo não veremos o próximo milênio.”

Confira, abaixo, as imagens feitas por Maurício no matadouro. O vídeo contém cenas fortes.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


Cães estão abandonados há 3 meses em casa vazia sem água e comida no Tocantins

Cachorros estão abandonados em uma casa vazia, sem água e comida, em Palmas, no Tocantins. O caso foi denunciado à Polícia Militar nesta quarta-feira (19). Os animais foram deixados no local há três meses.

Vizinhos, comovidos com o sofrimento dos cães, passaram a jogar comida para eles por cima do muro para impedir que morressem de fome. As informações são do G1.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado. A residência na qual os cães estão abandonados fica na quadra 507 Sul. A Polícia Militar Ambiental esteve no local.

Os policiais tentam agora contato com os proprietários da casa e com os tutores dos animais. Caso seja preciso, uma ordem judicial permitirá que os cachorros sejam resgatados.

O crime foi registrado na Delegacia Especializada de Repreensão aos Crimes de Meio Ambiente. Abandonar animais é passível de multa que varia de R$ 500 a R$ 3 mil, além de detenção de até um ano. No entanto, por ser infração de menor potencial ofensivo, a detenção costuma ser revertida em penas alternativas, como prestação de serviços à comunidade.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Comissão Nacional da OAB diz que explorar cães na caça ao javali é inconstitucional

Em audiência pública realizada na última terça-feira (18) na Câmara Federal, o presidente da Comissão Nacional de Proteção e Defesa dos Animais da OAB, Reynaldo Velloso, afirmou que a norma do Ibama que autoriza a exploração de cachorros na caça ao javali é inconstitucional.

Foto: Reprodução / Fauna Comunicação / JusBrasil

“A Instrução Normativa não só contraria o ordenamento descrito pela Constituição Federal, mas também a própria Lei de Crimes Ambientais. Estamos diante da terceirização da morte. Ao invés de promover o controle, o governo fomenta a matança, sem critérios, bastando apenas um simples cadastro. É a delegação do poder estatal sem maiores cerimônias. Um absurdo”, disse Velloso. As informações são do portal Fauna Comunicação, do JusBrasil.

“A Constituição Federal veda qualquer exposição dos animais às crueldades e a Lei de Crimes Ambientais tutela os animais contra maus-tratos. Como é possível o IBAMA fomentar esta prática? Deveriam se preocupar com o tráfico de animais e não apoiar a matança de cães.”, continuou.

O diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do IBAMA, João Riograndense, defendeu a norma e disse que o órgão está finalizando um sistema para controle do manejo do javali. Ele disse ainda que a instrução normativa foi analisada e aprovada pela AGU.

Durante o debate, Velloso questionou se o Ibama tem detalhes sobre os prejuízos causados, a quantificação dos danos, os impactos e a quantidade aproximadamente de javalis que vivem no Brasil. “Sem estas premissas não há o que se falar em”praga”ou discursos de prejuízos, pois nem se sabe onde acontece. Onde estão os gráficos pormenorizados e detalhados?”, disse o presidente da Comissão, referindo-se ao argumento do Ibama de que o javali é uma “praga” que deve ser combatida.

“Não estão controlando a entrada de cervos. Daqui há uns 10 anos teremos novamente o discurso de praga. Qual a intenção? Realizar um controle ou preparar um entretenimento?”, reforçou Velloso, que questionou ainda sobre quem introduziu o javali no Brasil. “A lei é permissiva. E as responsabilidades? Temos javali na Ilha Bela. Eles não voam nem nadam. Como foram parar lá?”, completou. O diretor do Ibama não respondeu aos questionamentos.

O biólogo Frank Alarcón, que também participou da audiência, afirmou que “estamos de volta aos tempos medievais, com estas práticas inconsequentes”. O gerente da Word Animal Protection, Maurício Forlani e a presidente da ONG Peludos, Arlene Lazzari, também estiveram presentes no debate, presidido pelo deputado Ricardo Izar (SP), que convocou a reunião. Outro debate deve ser convocada para agosto.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


‘Adote uma Castração’: empresas custeiam cirurgia para animais abandonados

Para diminuir o número de animais submetidos a maus-tratos e ao abandono, uma empresária de Jundiaí, no interior de São Paulo, criou a campanha “Adote uma Castração”. O objetivo é encontrar empresas dispostas a custear castrações de animais abandonados.

Doze empresas da região e uma da capital já apoiaram a causa. O projeto será colocado em prática em julho.

Foto: Arquivo pessoal

“A expectativa é alcançar o número de 200 castrações até o fim da campanha”, disse a idealizadora ao portal G1.

Empresas interessadas em participar da campanha podem fazer inscrições gratuitas, até 7 de julho, na página oficial do projeto.

Para participar, a empresa tem que doar um pacote de ração ou algum objeto de utilidade para os animais, como cobertores e mantas. Cada empresa pode custear uma castração ou mais.

Com a adesão das primeiras empresas, a castração de 15 animais já foi agendada. “Estes animais aguardam em lares solidários até o momento da cirurgia, que será feita por uma clínica apoiadora da causa na cidade”, comentou a empresária.

Após a castração, os animais serão levados para uma feira de adoção em uma pet shop localizada  na Rua Barão de Teffé, 933, no Parque do Colégio, em Jundiaí. Não há, no entanto, data definida para o evento ainda.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cavalo ferido desmaia de exaustão enquanto puxa carroça em MS

Um cavalo desmaiou de exaustão enquanto puxava uma carroça em Dourados, no Mato Grosso do Sul. O animal transportava peso excessivo, levando cinco pessoas na carroça, e estava com diversos machucados pelo corpo. Os sinais de maus-tratos e de cansaço eram aparentes no animal.

Foto: Reprodução / Correio do Estado

O caso aconteceu no último domingo (16) e foi flagrado por um membro da Associação Amigos dos Animais (AAMA). As informações são do Correio do Estado.

O cavalo ficou desfalecido por 30 minutos, de acordo com registro feito em boletim de ocorrência. Pessoas que moram nas proximidades do local onde o cavalo desmaiou tentaram ajudá-lo oferecendo capim e água para o animal.

A entidade afirmou que o cavalo três baldes de água e comeu todo o capim que lhe deram. Ele foi socorrido e ficou sob a responsabilidade da ONG, que pede que a guarda dele seja retirada de sua tutora.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.