Cãozinho é encontrado com corpo coberto de piche em Barretos (SP)

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Um cãozinho foi resgatado após ter seu corpo coberto de piche de asfalto na cidade de Barretos, no interior de São Paulo. O responsável pelo crime foi identificado como um homem de 49 anos que foi multado em R$ 3 mil por crime de maus-tratos contra animais. Durante seu depoimento à polícia, o acusado afirmou que tentava tratar um quadro de sarna do cachorro e não tinha intenção de maltratá-lo.

O cãozinho, agora carinhosamente chamado de Chocolate, foi resgatado pela protetora de animais Mirella Assef após a denúncia de um vizinho. Ele foi levado para uma clínica veterinária emergencialmente. Chocolate sentia tanta dor que para tomar banho para a retirada da substância tóxica ele precisou ser sedado com morfina para suportar o procedimento.

As luvas usadas para a retirada do piche da pele do cãozinho derreteram durante o procedimento. O momento foi registrado em um vídeo pela médica veterinária e enviada para a protetora. “O piche é um produto químico tão forte que chegou a derreter a luva durante o banho. Imagina isso na pele do cachorro?”, disse Mirella em entrevista ao G1.

Estima-se que o cãozinho tenha ficado com a substância no corpo por dois dias até ser resgatado. Além dos maus-tratos, Chocolate também não recebia alimento há muito tempo. Após ser sedado, o cãozinho vomitou ossos, pedaços de plástico e de alumínio usados em embalagens de quentinhas. Agora, Chocolate está internado sem previsão de alta.

O cãozinho ainda será submetido a exames e quando se recuperar será disponibilizado para adoção responsável. O suposto tutor do cão responderá pelo crime de maus-tratos contra animais e não poderá criar mais nenhum animal nos próximos cinco anos.

Proprietário de zoo no Canadá é acusado de crueldade contra animais

Foto: Humane Society International

O dono do Zoológico St-Édouard, em Quebec, foi acusado na última terça-feira (21) de crueldade e negligência contra os mais de 100 animais que são mantidos aprisionados no local. Entre as vítimas há leões, tigres, zebras, ursos, lobos, cangurus e macacos. A investigação teve início após a Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA, na sigla em inglês) receber inúmeras denúncias de visitantes frequentes e turistas.

A organização sem fins lucrativos realizou uma visita ao local em agosto do ano passado (2018) e flagrou diversas irregularidade, além de “vários problemas significativos em relação ao estado físico dos animais e suas condições de vida”. Na ocasião, duas alpacas, mamíferos sul americanos, foram resgatados em condições severas de debilidade, e quatro animais foram encontrados mortos, incluindo dois tigres.

Foto: Humane Society International

O proprietário do local, Norman Trahan, enfrenta duas acusações e poderá cumprir até cinco anos de detenção e está proibido de manter animais em cativeiro para o resto da vida, se tornando o primeiro dono de zoológico a ser preso por este crime no Canadá. A SPCA e a Humane Society International montaram um hospital de campanha e estão avaliando a condição dos animais do zoo. Neste momento estão sendo feitos contatos com santuários para encontrar abrigo para os animais, que atualmente estão sob a guarda de autoridades locais.

O Zoológico St-Édouard, a 100 km de Montreal, existe há 30 anos e estava prestes a abrir temporada de visitações.

1,4 mil marrequinhos são incinerados vivos em Santa Catarina

Por David Arioch

Letícia Filpi: “A Cidasc agiu de forma inconstitucional, foi contra a lei de crimes ambientais” (Foto: Reprodução)

Um caminhão-baú foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Ponte Alta (SC) em uma fiscalização conjunta entre vários órgãos de governo estadual de Santa Catarina.

Ali, haviam 1,4 mil filhotes de marreco e, devido à falta de documentação de procedência dos animais e as rígidas normas de vigilância sanitária, os animais foram incinerados vivos. O caso aconteceu no dia 10 de abril, mas só veio à tona agora.

Sabemos que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) tem amparo legal para a procedência, mas tratam-se de vidas.

O deputado Marcius Machado se mostrou indignado em suas redes sociais e declarou que irá propor uma alteração na Lei para que, ao invés de abater esses animais que viajam sem procedência, sejam doados para assentamentos e/ou para os agricultores da subsistência familiar.

O deputado declarou ainda que, neste projeto também fez as alterações para que os animais não sejam enterrados ou incinerados, só que em outra legislação. “Altera a Lei nº 10.366, de 1997, que instituiu a Lei sobre a fixação de política de defesa sanitária do animal, visando proibir o enterro ou incineração de animais de produção vivos sem indicação de patologia emitida por autoridade competente e estabelece outras providências.”

O Projeto de lei está com o deputado Mocellin como relator e foi enviado para a Cidasc para se manifestar sobre o PL (confira aqui).

Para a advogada animalista, Letícia Filpi, a Cidasc está tratando os animais como coisas inanimadas. O correto seria entrar em contato com órgãos ambientais para saber como destinar os patinhos. Além disso, não havia prova do risco desses animais. A única coisa que tinha era falta de documentação, mas nada indicava que havia motivo para justificar a morte de 1,4 mil animais.

“A Cidasc agiu de forma inconstitucional, foi contra a lei de crimes ambientais. Na minha opinião de jurista, isso configura 1,4 mil crimes de maus-tratos com mortes, porque você só abate o animal quando você tem certeza de que isso é estritamente necessário”, destacou.

E acrescentou: “A Cidasc é um órgão da agropecuária, mas não pode se sobrepor a um órgão ambiental. O Brasil possui o princípio da não crueldade e o princípio do in dúbio pró natura. Os animais antes de ser propriedade humana, são bens ambientais.”

*Colaboração de Luciane Pires, publicitária, brander, ativista, infoativista pelo direito dos animais e formadora de opinião no Instagram @luhpires_

Cães explorados para comércio são resgatados após maus-tratos no PR

Nesta segunda-feira (20), 17 cachorros da raça yorkishire, explorados para reprodução e venda, foram encontrados em situação de maus-tratos em um canil clandestino no bairro Santa Cândida, em Curitiba (PR). Eles foram resgatados pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e pela Rede de Proteção Animal.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

O proprietário do local foi multado em R$ 12,5 mil e autuado por comércio ilegal e maus-tratos. Ele foi levado à delegacia e assinou um termo circunstanciado de ocorrência. As informações são do G1.

No local, foram encontrados machos, fêmeas grávidas e filhotes que eram vendidos pela internet. O caso foi descoberto após uma denúncia ter sido feita pelo telefone 156 da Prefeitura de Curitiba.

Os cachorros foram entregues a protetores de animais independentes do grupo Cãopanheiro.

De acordo com a administração municipal, mais de 200 animais foram resgatados e mais de R$ 250 mil em multas foram aplicados nos três primeiros meses das operações da Rede de Proteção Animal e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Milhares de pessoas marcham pelos direitos animais pedindo por penas mais duras

South China Morning Post

Foto: South China Morning Post

Milhares de pessoas enfrentaram o calor escaldante de Hong Kong, na tarde de domingo para protestar pelos direitos dos animais, pedindo por punições mais duras para os agressores de animais, de acordo com informações do South China Morning Post.

Alguns manifestantes trouxeram seus animais de estimação, enquanto outros carregavam cartazes com slogans que diziam “parem com o abuso de animais” e “10 anos de prisão”, enquanto caminhavam num calor de quase 33ºC do Chater Garden, na Central, para a sede do governo no Almirantado.

Os organizadores afirmaram que cerca de 6 mil pessoas participaram do protesto, enquanto a polícia estimou a participação em 900 pessoas.

O parlamentar do Partido Democrata Roy Kwong Chun-yu, que ajudou a organizar o evento, disse que o comparecimento foi maior que o esperado.

“Isso nos dá um impulso enorme”, disse ele. “Agora podemos mostrar à comunidade internacional que estamos prontos e vamos tomar medidas para proteger os animais”.

Outro organizador, Mark Mak Chi-ho, presidente executivo do grupo de bem-estar animal sem fins lucrativos, a Veterinary Services Society (Sociedade de Serviços Veterinários, na tradução livre), também disse: “Os abusadores de animais devem ser presos por 10 anos. Eles estão tirando vidas”.

Uma participante, Lily Chung, que levou seu cão à marcha, disse: “Trata-se de respeitar a vida. O governo não deveria mais continuar ignorando a questão. É hora de agir”.

A preocupação pública com o abuso de animais aumentou recentemente após um caso terrível de crueldade em um abrigo de animais em Ta Kwu Ling, onde um quarto dos cerca de 150 cães e gatos morreram de fome.

A marcha de domingo coincidiu com uma consulta pública em andamento com duração de três meses sobre a alteração das leis para melhorar o bem-estar animal.

Crueldade animal que envergonha Hong Kong

A lei proposta define a obrigação dos tutores de animais domésticos de cuidar deles, sejam essas pessoas, detentores ou criadores, bem como os trabalhadores que manipulam animais vivos em locais públicos como mercados.

Estes cuidados incluem levar os cães para caminhar regularmente, vacinar os animais domésticos e levar os animais doentes ao veterinário provendo os medicamentos e tratamento adequado e necessário.

As autoridades também terão poderes extras para intervir em casos de suspeita de abuso, incluindo aqueles que exigirem inspeção e supervisão. A lei proposta prevê aumentar as penas, como os prazos de prisão, para até 10 anos.

A Lei de Prevenção contra a Crueldade Animal, promulgada em 1935 e atualizada em 2006, é a principal legislação de proteção animal em Hong Kong.

A pena máxima é atualmente de três anos de prisão e multa de HK $ 200.000 (cerca de 25 mil dólares) por atos de crueldade contra animais. De 2016 a 2018, o governo recebeu uma média de cerca de 300 casos suspeitos de crueldade com animais por ano, e houve um total de 47 casos de acusação bem-sucedidos (denúncia e acusação legal). A sentença mais pesada proferida pelo tribunal desde 2006 foi de 16 meses de prisão.

Em seu discurso político no ano passado, a líder da cidade, Carrie Lam Cheng Yuet-ngor, prometeu alterar a lei para proteger o bem-estar animal.

Em Hong Kong, uma em cada 10 famílias mantêm animais domésticos. De acordo com uma pesquisa realizada pela Secretaria do Conselho Legislativo em 2017, o número de cães e gatos mantidos por famílias aumentou 40%, de cerca de 297 mil para mais de 400 mil entre 2005 e 2010.

Vândalos pintam suástica no corpo de burros

Foto: Polícia de Israel

Foto: Polícia de Israel

Uma suástica foi encontrada recentemente pintada a spray em um burro na cidade de Be’er Sheva, no sul do país.

A polícia abriu uma investigação sobre o caso, que ganhou notoriedade nas mídias sociais. Um residente de 40 anos da cidade vizinha de Tel Sheva, foi detido e levado para prestar esclarecimentos. Foram encontrados vários burros na propriedade do suspeito marcados com a suástica.

A associação “Let the Animals Live” respondeu duramente aos relatórios, conclamando as autoridades a processar os responsáveis em toda a extensão da lei.

“Esperamos que a polícia lide com a gravidade aqueles que zombaram do Holocausto e torturaram um animal”, disse o fundador da Let the Animals Live, Eti Altman.

“Como filha de um sobrevivente do Holocausto, fiquei chocado. A justiça deve ser feita e esses criminosos devem ser punidos severamente.”

Burros em Israel

De acordo com informações do Ali Findlay, gerente de programas do Oriente Médio da ONG internacional, World Society for the Protection of Animals (WSPA), para o Telegraph, os burros que vivem em Israel precisam de muita ajuda: os animais continuam desempenhando seu papel tradicional de transporte para aqueles que não podem pagar carros, caminhões ou motocicletas. Burros carregam carroças lotadas de suprimentos e pesadíssimas, outros mal conseguem caminhar, cheios de caixas e sacolas nas costase a amarradas às laterais de seus corpos.

“Eu até vi um pobre burro lutando para carregar um homem adulto a pleno galope ao longo do acostamento de uma rua movimentada ao sol do meio da tarde”, conta Findlay.

Lucy's Sanctuary for Holy Land Donkeys

Foto: Lucy’s Sanctuary for Holy Land Donkeys

Com o aumento do custo do combustível, os jumentos são mais procurados do que nunca, não apenas em Israel, mas em todo o mundo em desenvolvimento explica o ativista. “Eles são frequentemente negligenciados: quando as pessoas acham difícil sustentar suas famílias, o bem-estar animal diminui a lista de prioridades”.

Fatos pouco conhecidos sobre os burros

De acordo com informações do santuário Lucy’s Sanctuary for Holy Land Donkeys que resgata e abriga burros abusados vítimas de maus-tratos em Israel e também na Palestina com unidades móveis de tratamento “in loco”, esses animais são muito mais inteligentes e amorosos do que a maioria das pessoas imagina.

Os burros são provavelmente os animais mais subestimados do mundo. Com seu comportamento silencioso e estoico, muitas pessoas não percebem que pequenas criaturas inteligentes, sensíveis, sábias e leais elas realmente são.

Conheça 16 características dos burros:

1. Esses animais têm excelentes memórias, eles são capazes de se lembrar de um lugar onde estiveram ou de outros burros que encontraram há 25 anos.

2. Um burro nunca se envolverá em uma atividade se considerá-la insegura.

3. Com o devido cuidado e amor, um burro pode viver por mais de 40 anos.

4. Os burros não são teimosos em tudo. No caso de sentirem algo de errado durante a viagem, eles simplesmente não seguirão em frente e começarão a estacar. Este é um comportamento que demonstra de sua inteligência. Esse comportamento fez as pessoas pensarem que os burros são teimosos.

5. Os burros são originários das áreas desérticas do Oriente Médio e da África e estão anatomicamente bem equipados para sobreviver nessas condições.

6. Um burro é capaz de ouvir outro burro a uma distância de 97 km em condições adequadas no deserto. Isso é possível por causa de suas orelhas grandes e audição poderosa.

7. Suas orelhas grandes também ajudam a mantê-los frescos no clima quente e árido do deserto.

8. Comparados aos cavalos, os burros são muito mais capazes de pensar e tomar decisões independentes, garantindo sua segurança.

9. Burros odeiam chuva. Sua pelagem não é à prova d’água e permanecer na chuva por um longo período na verdade prejudica a sua saúde.

10. Assim como com chimpanzés e macacos, os jumentos em um rebanho se cuidam e se mantêm limpos.

11. Os burros são capazes de utilizar 95% de toda a refeição que comem. Isso é porque eles são basicamente animais do deserto. Em áreas de deserto, a comida é escassa e desperdiçar comida não é um luxo possível nessas áreas.

12. Burros ficam deprimidos com muita facilidade quando deixados sozinhos. Essa é a razão pela qual eles vivem em grupos.

13. Burros e cavalos têm a mesma marcha, mas os burros raramente são vistos correndo. Sendo os desertos o seu clima nativo, os burros provavelmente entenderam que correr como uma atividade desnecessária em altas temperaturas. Este instinto de não correr ficou com eles desde a sua evolução.

14. Ao contrário dos cavalos, um burro dificilmente mostra dor até que seja tarde demais. É por isso que eles são frequentemente tão maltratados. Como tutor de um burro, você deve sempre observar mudanças de comportamento para não perder sinais de doença ou desconforto.

15. Um burro não deve carregar mais do que aproximadamente 20 a 25% do seu próprio peso corporal para se manter saudável.

16. Os burros podem construir um relacionamento muito forte com outro amigo burro. Se um parceiro morre, o outro pode sofrer por muito tempo.

Vaquinha resgatada conhece o amor após ser adotada por família

Carly Henry

Foto: Carly Henry

A vaquinha de apenas duas semanas estava doente e faminto quando foi resgatada. Confiscada durante uma investigação de negligência e maus-tratos contra animais, ela precisava de um novo lar.

Quando Carly Henry ouviu falar dela, ela achou que a vaquinha era perfeita. “Eu estava pronta para adotá-la”, Henry disse ao The Dodo. “Eu realmente queria a companhia de uma vaca! Eu ouvi pessoas dizerem que o amor de uma vaca é a melhor coisa que podemos experimentar”.

Henry dirige Carly’s Critter Camp, um santuário de animais próximo de Austin, Texas (EUA). Ela já salvou todos os tipos de animais que vivem hoje em sua fazenda, mas este bezerro do sexo feminino, sendo tão jovem, exigiria cuidados atenciosos e constantes.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

A bebê vaca precisaria morar na casa de Carly ao lado do santuário, com os cães, gatos e o marido dela.

Então essa parte ia demandar um pouco de trabalho de convencimento. “O que é mais uma criatura de quatro patas em necessidade afinal, certo?”, conjecturou Carly.

“Eu disse ao meu marido: ‘Ei, olha só para esse bebê lind'”, disse Carly. “Mostrei a ele uma foto da vaquinha toda coberta com cobertores no lar temporário. Eu disse: “Eu realmente quero trazê-la para cá e dar mamadeira pra ela!”

Carly disse que o marido pensou sobre isso por um minuto, olhou para ela e respondeu: “Oh meu Deus, você é louca, mas tudo bem, vamos lá!”

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Ela estava muito excitada e ansiosa. A diretora do santuário entrou em contato com o responsável pelo lar temporário que também ajudou no resgate da vaquinha e, em janeiro, fez todos os preparativos para a adoção.

Carly a chamou de Tulipa e, assim que chegou, o marido dela foi conquistado. “Ele a amava”, disse Carly. “Nós estávamos todos apaixonados em menos de 30 segundos. Ela estava nos beijando e amando com todo o seu coração. Logo percebemos que ela adorava que coçássemos e esfregássemos a parte de trás de suas orelhas.

Tulipa se deu bem com todos os outros animais da casa, se encaixando perfeitamente na família de Carly, e ela se sentiu em casa – tirando uma soneca nas camas dos cachorros.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Desde o início, ela veio para dentro de casa, explorar, e ela escolheu dormir direito conosco em nosso quarto”, disse Carly.

Tulipa experimentou cada uma das camas de cachorro da casa, e muitas vezes ficou tão a vontade que se aconchegou no meio dos cães.

O marido de Carly estava bastante entretido com o ajuste instantâneo da vaquinha na vida doméstica da família. Ele gravou um vídeo de Tulipa sendo acariciada enquanto descansa em uma das camas e você pode ouvir o tom divertido em sua voz: “Apenas um bebê no nosso quarto”.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Como Tulipa amava as camas dos cães, Carly comprou para ela sua própria cama de cachorro, só que bem maior que as demais. “Levou um minuto e ela descobriu que era dela, e pendurou as patas da frente do lado da caminha”, disse Henry.

Com o passar dos meses, Carly continuou a dar mamadeira à Tulipa e a oferecer muito amor e carinho para a vaquinha órfã. Quando ela foi resgatada de sua primeira casa, Tulipa estava doente, com pneumonia – mas agora ela estava ficando cada vez mais forte a cada dia que passava. “Ela está crescendo”, disse Carly.

Agora a tutora está tirando a mamadeira dela, mas Tulipa ainda lembra quando é hora de comer. “Ela quer ser alimentada a cada poucas horas. Eu sei porque eu a ouço mugindo. Eu estou na agenda desta vaca“, disse divertidamente Carly.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Tulipa tornou-se a estrela social da fazenda. Ela fez amizade com todos os outros animais resgatados.

E Tulipa fica bastante animada quando grupos de crianças visitam o santuário.

“Ela é tão boa com as crianças”, disse Carly. “Eles amam tocá-la, abraçá-la. Algumas crianças até ajudaram a dar mamadeira quando ela era mais jovem, Tulipa é a coisa mais fofa de todas”.

Então, o que Carly pensa agora sobre o que as pessoas lhe disseram antes de adotar o Tulipa – que “o amor de uma vaca é a melhor coisa de todas”?

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Oh meu Deus, é verdade”, disse ela. Eu também a amo demais. Ela esta maior, ela esta muito mais saudável agora. Eu estava tão preocupado com ela quando ela chegou aqui pela primeira vez. Eu a amo mais do que as palavras podem dizer”.

E amor cura dos dois lados: humanos e animais.

Cão é resgatado com grave ferimento após ser baleado no focinho no PR

Um cachorro foi resgatado neste domingo em um terreno no Santa Felicidade, em Cascavel (PR), com um grave ferimento no focinho.

Reprodução / CGN

Ele foi levado por protetores dos animais para uma clínica, onde um raio-X indicou que ele teria sido vítima de um tiro. Houve fratura na mandíbula, nariz, corte na língua e perda de dentes.

Não há nenhuma pista de quem fez isso com o cachorro que, ao que tudo indica, é um animal em situação de rua.

As pessoas que o resgataram precisam agora de auxílio para arcar com custos do tratamento que ficou, inicialmente, em R$ 600. Como será necessário atendimento ortopédico especializado, mesmo com descontos, o custo pode passar de R$ 2.000.

As doações podem ser entregues diretamente na clínica veterinária Vida Pets.

Fonte: CGN

Manifestantes protestam contra comércio de animais em Belo Horizonte (MG)

Ativistas protestaram contra o comércio de animais e os maus-tratos, na manhã de domingo (19), na região central de Belo Horizonte (MG).

Inicialmente, o ato seria realizado na calçada em frente ao Mercado Central. Impedidos de executar esta ação devido a uma liminar na Justiça, os manifestantes caminharam da Avenida Amazonas, na porta do estabelecimento, até a Praça Sete.

(foto: Túlio Santos/EM/D.A PRESS)

“Pela vida, a favor dos animais”, gritavam os ativistas, que fizeram o ato em prol dos animais domésticos e silvestres e carregaram uma grande faixa com os dizeres “crueldade nunca mais”. As informações são do Estado de Minas.

“O objetivo é conscientizar a população para a crueldade envolvida no comércio de animais domésticos e silvestres. Tanto antes, quanto durante e depois desse comércio”, diz Adriana Araújo, coordenadora do Movimento Mineiro Pelos Direitos dos Animais. A entidade, segundo ela, recebe denúncias de maus-tratos.

Segundo ela, as condições impostas por traficantes aos animais são degradantes. Os domésticos, por sua vez, sofrem ao serem explorados para reprodução e venda. “No caso dos domésticos, as matrizes são mantidas em fundos de quintal até a exaustão, sendo exploradas até não darem conta mais de reproduzir”, afirma.

“Por si só o fato de serem colocados como objeto, como mercadoria e como produto já é suficiente para estarmos nas ruas”, acrescenta Adriana. O protesto foi acompanhado pela Polícia Militar.

Desempregada, mulher se vira com o namorado para cuidar de animais resgatados das ruas

Mesmo sem emprego há dois anos, uma mulher cuida de animais retirados das ruas de Alagoas. Salete Barros mora no bairro Cacimbas em Arapiraca, onde vive com boa parte dos animais. O restante fica em uma outra casa em um bairro de Maceió, que o namorado dela ajuda a cuidar.

Foto: Arquivo Pessoal/Salete Barros

Para tentar arrecadar dinheiro e continuar com a causa, Salete vai fazer um bazar solidário nos dias 25 e 26 de maio na capital, onde vai vender roupas e artigos para casa que ela mesma faz.

“Os animais que tenho são todos das ruas, venho desempregada há quase dois anos, lutando duro para ajudar nas despesas junto com ele. O bazar é para dar assistência a alguns que aguardam castração, tratamento, vacinas e alimentação, que são muito caros”, disse.

Ela conta que na casa dela casa tem 4 cachorros e 23 gatos. Já na casa de Maceió tem 15 cachorros e 7 gatos. “Só de ração eu devo gastar por mês R$ 1.500. Colocando as outras despesas eu nem sei calcular”, afirmou.

Salete ressalta que é protetora independente de animais, que é uma voluntaria que mantém sob sua responsabilidade animais retirados de situações de abandono e maus-tratos e promovendo o bem-estar dele. O cuidado pode ser feito em casa, ou em imóveis de apoio, como ONGs, por exemplo.

Ela relembra que tudo começou com poucos animais. “Eu já tinha [animais], porém eram apenas uma cachorra e três gatos, e em três anos o número subiu muito. Inclusive agora, dei uma parada nos resgates, pois não posso salvar uns e empurrar com a barriga outros que chegaram primeiro”, falou a protetora.

Bazar

O bazar solidário vai acontecer em Maceió em 2 dias distintos:

Evento 1

Dia: 25/05
Hora: 11h às 19h
Local: Posto 7, Jatiúca
Evento 2

Dia: 26/05
Hora: 11h às 19h
Local: Praça Gogó da Ema, Ponta Verde

Fonte: G1