Cadela é queimada com óleo quente e caso é investigado pela polícia

Uma cadela foi queimada com óleo quente no município de Piripiri, a 166 quilômetros de Teresina, no Piauí. O caso de maus-tratos é investigado pela Polícia Civil.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

De acordo com o delegado Jorge Terceiro, a polícia foi acionada por membros da Associação de Amparo e Defesa dos Animais, ONG da cidade, que encontraram a cadela agonizando na rua. As informações são do portal G1.

“Eles pegaram a cadela e trouxeram até a delegacia para mostrar a situação do bichinho. Nós instauramos um inquérito policial para averiguar o que aconteceu. De imediato, sabemos que a tutora não é suspeita de ter jogado jogar óleo quente no animal, mas uma vizinha dela”, contou o delegado.

Segundo o delegado, a tutora do animal foi chamada para prestar depoimento na delegacia, apontou como responsável pelo crime uma vizinha e auxiliou os policiais a descobrirem o que motivou o crime.

“A cadela foi encaminhada para receber tratamento com um médico veterinário, que deve expedir um laudo para informar o tamanho da lesão. O certo é que o animal sofreu bastante, porque teve o couro cabeludo arrancado e quem fez isso deve responder”, afirmou Jorge.

Universidade nega que cão tenha sido jogado do segundo andar de prédio

O Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), instituição de ensino do município de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, promoveu uma entrevista coletiva na quarta-feira (20) para dar explicações sobre o caso do cachorro que teria sido jogado por um funcionário do segundo andar de um dos prédios da universidade. O UBM nega os maus-tratos e afirma que o animal está vivo e passa bem.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O suposto caso de maus-tratos chegou a ser notificado por veículos de comunicação, que afirmaram que o cachorro havia morrido após ser arremessado do prédio. Foi noticiado ainda que o animal teria sido encaminhado para a Clínica de Pequenos Animais do UBM, onde teria sido atendido, o que a universidade também nega. As informações são do jornal A Voz da Cidade.

O que se sabe até o momento, segundo o centro universitário, é que pessoas ouviram um cachorro chorar e depois o viram correr para fora da universidade. As testemunhas teriam afirmado que viram funcionários do UBM enxotando o animal. As câmeras de videomonitoramento do local, que poderiam auxiliar na apuração dos fatos, não estariam funcionando há algum tempo.

O UBM investiga o caso para tomar as medidas cabíveis. Para isso, foi criada uma Comissão Interna que conta com integrantes da comunidade acadêmica, administrativa, estudantes e representantes de instituições da sociedade civil.

A direção do centro universitário declarou ser contra qualquer tipo de maus-tratos a animais e repudiou o ato. Disse ainda que a presença de cachorros na universidade é comum e que, inclusive, eles são alimentados por funcionários.

Denúncias de maus-tratos a animais aumentam no Rio de Janeiro

O número de denúncias de maus-tratos a animais feitas no mês de janeiro de 2019 na cidade do Rio de Janeiro mais do que dobrou em comparação ao mesmo período do ano passado. Este ano foram registradas 643 denúncias, contra 312 em 2018.

As denúncias de janeiro de 2019 já correspondem a cerca de 16% do total registrado em 2018, e 4019 denúncias. As informações são da revista Época.

Cão desnutrido e com problemas de pele no abrigo da Fazenda Modelo, em 2013 Foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo

Apesar do número alto, o fundo responsável por receber os valores das multas aplicadas em casos de maus-tratos a animais não recebeu nenhum centavo em 2018, de acordo com o sistema informatizado corporativo da Prefeitura do Rio de Janeiro. Criado em 2017, o fundo tem o objetivo de financiar campanhas de castração, vacinação, conscientização, promover atendimentos de saúde e arcar com os gastos da construção de um abrigo para animais.

Além de receber os valores das multas, o fundo deveria receber recursos de outras fontes também. Isso, no entanto, não tem acontecido. A justificativa para o não recebimento desses recursos, segundo a Subsecretaria de Bem Estar Animal da Prefeitura do Rio, é de que o fundo ainda está em processo de regulamentação. De acordo com a pasta, trata-se de um “um processo burocrático”, mas “necessário”, e que “demanda tempo, porque são vários setores envolvidos”. A Vigilância Sanitária, assim como a Subsecretaria, também é responsável pela aplicação de multas.

O vereador Marcos Paulo (PSOL), responsável pelo levantamento sobre o repasse dos recursos ao fundo, argumenta que há uma falta de interesse da prefeitura sobre o assunto. Na última terça-feira (19), ele apresentou um projeto na Câmara do Rio de Janeiro para tentar colocar o fundo em funcionamento.

“O prefeito prometeu cuidar das pessoas, mas não cuida de nenhum dos dois”, criticou Paulo. Segundo o parlamentar, o prefeito Crivella reduziu, assim que assumiu a prefeitura, em 2017, de dez para três os minicentros de castração gratuita do município. “Alegou falta de recursos. Mas até hoje não se preocupou em fazer funcionar o Fundo que ele mesmo criou para financiar ações de Proteção Animal”, cobrou.

Fundo de proteção animal não recebeu recursos em 2018 Foto: Reprodução / Revista Época

Em resposta ao vereador, a Subsecretaria afirma que avanços foram promovidos em relação ao fundo e cita o decreto de junho de 2018, que regulamenta o fundo e cria o seu Conselho Curador. De acordo com a pasta, em outubro do ano passado, o “conselho se reuniu para elaboração do estatuto, que será aprovado em reunião agendada para abril de 2019.”

Tirar políticas públicas para animais do papel não é, porém, um problema só da capital carioca. Iniciativas país afora tentam resolver a questão. No Estado de São Paulo, por exemplo, uma delegacia especialização em proteção animal foi criada e os testes de laboratório em animais para fabricação de cosméticos foram proibidos.

Em Osasco (SP), um fundo semelhante ao criado no Rio de Janeiro será implementado pela prefeitura. Nele, o Carrefour se comprometeu em depositar R$ 1 milhão. A multa é referente ao caso de espancamento e morte da cadela Manchinha por um segurança do supermercado no final de 2018.

Dupla é detida pela morte de sete animais por envenenamento em MG

Mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil de Passos, em Minas Gerais, durante a Operação Patas Amigas, que tem o objetivo de frear a matança de animais no município, levaram um tenente da Polícia Militar e a mãe dele a serem detidos pela morte de sete animais, entre cães e gatos, por envenenamento com chumbinho. Outros quatro animais também foram envenenados, mas sobreviveram.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A mãe do policial, encontrada na casa dela no bairro Novo Mundo, foi filmada praticando o crime e confessou ter matado os animais. No imóvel, foram encontradas duas armas de fogo sem registros e munições. Com isso, a mulher foi detida não só por maus-tratos a animais, mas também por posse ilegal de armas. As informações são do jornal Estado de Minas.

Ao mesmo tempo em que a mulher era detida, outro grupo de policiais se dirigia à casa do tenente, na rua Itaipu, no bairro Jardim Vila Rica. Porções de chumbinho foram encontradas no local. O uso do veneno é proibido por lei. Apesar disso, a Polícia Civil não prendeu o tenente sob a alegação de que o flagrante não poderia ocorrer já que seria necessário enviar o material apreendido para Belo Horizonte para que o Instituto de Criminalística o analisasse.

“A Polícia Civil verificou que nessas duas zonas quentes (os bairros do tenente e da mulher são vizinhos) foram envenenados 11 animais, quatro gatos e sete cães. Foram sete óbitos. Então, nós encaminhamos o material para necrópsia, na qual foi verificada a presença de chumbinho no vômito, nas fezes e no intestino dos animais”, explica o delegado Marcos Pimenta, responsável pelo caso.

A mãe do policial pagou fiança após ser levada para a delegacia e foi liberada.

Lei prevê multa de até R$ 200 mil para maus-tratos a animais em Aparecida de Goiânia (GO)

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), sancionou o Projeto de Lei n° 3.456, que estabelece penalidades para casos de maus-tratos a animais. A medida prevê multas que variam de R$ 200 a R$ 200 mil, dependendo da gravidade do crime.

Foto: Pixabay

A proposta define ainda que animais vítimas de maus-tratos sejam registrados em um cadastro e os custos do tratamento veterinário sejam de responsabilidade do agressor. As informações são do portal Mais Goiás.

De autoria do vereador Helvecino Moura (PT), a nova lei determina a perda da guarda do animal por parte do agressor e o encaminhamento para adoção. No caso de animais silvestres, a destinação será o habitat ou fundações, santuários e entidades em caso do animal não ter condições de ser solto imediatamente na natureza.

A fiscalização será feita pela Agência Municipal do Meio Ambiente do município, com a ajuda da Secretaria Municipal de Saúde, da Agência da Guarda Civil Metropolitana e de demais órgãos e entidades públicas.

O texto classifica como maus-tratos todas ações que causem transtorno físico,  mental e natural aos animais, nas quais se enquadram privá-los de água ou comida, deixá-los sem abrigo ou em local desproporcional ao porte deles, agredi-los e abandoná-los em qualquer circunstância. Além disso, consta na lei como maus-tratos obrigar os animais a realizarem trabalho superior à capacidade física deles, castigá-los de forma física ou mental, mantê-los em locais privados de higienização, explorá-los em lutas, envenená-los e estuprá-los.

As multas serão aplicadas da seguinte forma: infração leve, de R$ 200 a R$ 2 mil; infração grave, de R$ 2 mil a R$ 20 mil; e infração muito grave, de R$ 20 mil a R$ 200 mil. Para aplicá-las, a Agência Municipal irá considerar a gravidade dos fatos, os motivos da agressão e as consequências para o animal e a saúde pública, além dos antecedentes, a capacidade econômica e o porte do empreendimento ou atividade do infrator.

O agressor também terá suspensos os serviços de cunho municipal, como a suspensão de registro, licença, permissão, autorização ou alvará para qualquer finalidade, sendo impedido de realizar contratações com a administração pública em um período de três anos.

Cão resgatado aprende a dormir em pé após anos de abuso

O cão de dois anos comoveu sua tutora enquanto tentava dormir em pé ao lado de uma cama de cachorro vazia, em Roswell na Georgia (EUA), semana passada, pois nunca havia se deitado para dormir antes.

Melissa Lentz, que resgatou o poodle branco, disse que ele só viveu em gaiolas superlotadas, onde o chão era coberto de fezes.

O vídeo perturbador mostra o cão magro, tremendo e se inclinando para a direita enquanto tenta dormir.

O pobre animal é visto ainda sobre as quatro patas enquanto permanece ao lado de uma confortável cama de cachorro no chão de madeira, sem se arriscar a usá-la.

Melissa, que batizou o cãozinho de Jordan Knight em homenagem ao cantor do grupos New Kids on the Block, disse ter pensado que o cachorro estava doente no início.

“Eu não compreendi o que ele estava fazendo no no começo, sua cabeça estava curvada para baixo e ele estava balançando para os lados, o que eu achei muito estranho”, conta ela.

“Demorei um minuto e então percebi: oh meu deus ele está dormindo em pé, bem ao lado da cama de cachorro!”, disse Melissa.

A tutora conta que ficou muito abalada ao vê-lo agindo daquela forma, o comportamento do cão mostrava a negligência e abuso que ele havia sofrido por toda a sua vida. “Eu não esperava isso, meus olhos se encheram de lágrimas”, desabafa ela.

“Ele foi encontrado em condições deploráveis, o canil era um verdadeiro inferno, as gaiolas estavam superlotados de cães cobertos de urina e fezes, pois eles não tinham para onde ir e ninguém para limpá-las”.

Melissa acredita que por causa da imundície, do frio e da superlotação, Jordan nunca se deitou, “ele não sabia como”, diz ela.

Ela começou então a transmitir segurança ao cão, mostrando a Jordan que era seguro ali e encorajá-lo a aconchegar-se na cama que ela havia comprado especialmente para ele.

Apesar da aproximação gentil e cuidadosa de Melissa, o pobre poodle estava aterrorizado demais para ficar perto dela e fugiu.

A tutora conta que naquela noite, ele estava com tanto medo dela que se afastou e se escondeu e como ela não queria mais assustá-lo, deixou que ele fosse pra longe.

“Eu tentei mostrar a ele como se deitar e gentilmente empurrei suas pernas, mas ele estava com muito medo. Por mais que eu quisesse que ele se deitasse, eu não podia força-lo a isso”.

O vídeo também mostra o cachorro andando pela grama pela primeira vez e explorando uma porta da casa.

Jordan se move lentamente ao redor do jardim farejando o chão e balançando a cauda, antes de ser recebido por um dos outros cachorros de Melissa.

Ele então se detém farejando a porta aberta, anda para trás e para frente, antes de decidir que não quer entrar mesmo e vai embora.

O cão também é mostrado explorando um pátio coberto do lado de fora da casa antes de subir o degrau dando lentamente um passo adiante para dentro.

Melissa, que já ajudou com lar temporário mais de 500 cães em oito anos, contou que Jordan adora a companhia de outros cães e está começando, aos poucos, a se acostumar com a presença de humanos.

Ela conta que notou sua cauda abanando com mais frequência desde que foi resgatado na semana passada.

A tutora conta que Jordan adora interagir com outros cães e agora já se deita para dormir, foi assim que aprendeu: copiando os outros.

“Ele nunca tinha andado na grama antes, não sabia o que era um degrau e como escalá-lo antes de vir para cá e agora ele conseguiu resolver isso”, disse orgulhosa a tutora.

“Ele está aprendendo a ser um cachorro normal, é gratificante assistir a isso. Derramo lágrimas de alegria todos os dias, observando suas conquistas”, elogia ela.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

Melissa trabalha como voluntária na ONG Releash Atlanta desde 2011, e conta que apesar de as vezes ser dolorosa a experiência de adotar cães de resgates, é algo que nos modifica.

O primeiro cão adotado por ela, um Cavalier King Charles Spaniel, tinha cinco anos de idade quando os dois se conheceram.

“Ele não havia saído de sua gaiola por meses, mas quando finalmente o fez, conseguiu outras pequenas vitórias também”, foi incrível.

“Os animais que a ONG resgata estão doentes, traumatizados, com medo ou qualquer combinação disso tudo”.

“A melhor parte é vê-los florescer de animais apavorados e doentes em cães felizes e seguros que serão em breve membros de uma família”

Um porta-voz da Releash Atlanta disse que a entidade se sente honrada em ter esses cães sob seus cuidados.

“Eles estão em lares seguros, calorosos, amorosos e experientes que estão trabalhando com eles para ensiná-los que ser membro de uma família é algo bom e que nem todos os seres humanos são maus”, declarou ele.

Vídeo viral flagra crueldade em suposto “treinamento” com cobra

Foto: Louis Ng Kok Kwang/Facebook

Foto: Louis Ng Kok Kwang/Facebook

Especialistas e ativistas pelos direitos animais de Cingapura incluindo o membro do parlamento, Louis Ng, expressaram horror e asco a um vídeo que se tornou viral mostrando crueldade explícita contra uma cobra.

O sr. Ng, que também é fundador e chefe executivo do grupo pelo bem-estar animal, Animal Concerns Research and Education Society (Acres, na sigla em inglês), compartilhou o vídeo em sua página pessoal no Facebook na segunda-feira última (11).

“Quando você assiste ao vídeo, sente náuseas é absurdamente cruel e o que é feito ao animal e completamente inaceitável”, disse Ng, representa o partido do distrito eleitoral de Nee Soon Group.

“O treinamento para lidar com cobras é importante, mas não deve, jamais, comprometer o bem-estar do animal.”

Ele observou também que a maioria dos usuários da rede que comentaram o vídeo postado por ele, concordaram com sua manifestação de repúdio ao ocorrido, incluindo aqueles que não gostavam de cobras.

“Algumas pessoas tem medo de cobras e mesmo assim condenavam o tratamento dado ao animal. E isso diz muito sobre esse ato covarde”, acrescentou ele.

De acordo com informações do jornal TodayNews, os manipuladores de serpentes mostrados no vídeo são funcionários da empresa de controle de pragas PestBusters. Ele foram contatados para comentar o assunto.

Respondendo ao questionamento feito pelo jornal, a entidade responsável pela empresa, a Autoridade Agroalimentar e Veterinária de Cingapura (AVA, na sigla em inglês) disse ja ter iniciado uma investigação sobre o assunto. Eles também emitiram e divulgaram um conjunto de diretrizes sobre o cuidado adequado com cobras para todas as agências de controle de pragas e gestão da vida selvagem em Cingapura.

“Cobras não podem ser prejudicadas por pessoas incapazes em lidar com elas, equipamentos apropriados devem ser usados para capturá-las em caso de necessidade”, disse a autoridade.

Pisar em um animal é totalmente inaceitável

O incidente flagrado no vídeo foi “definitivamente um caso de abuso”, disse o vice-presidente-executivo da ACRES (grupo de defesa de bem-estar animal), Kalaivanan Balakrishnan, que supervisiona todos os trabalhos de resgate de animais silvestres realizados pelo grupo em Cingapura, incluindo o resgate de cobras e outros répteis.

Classificando as ações do homem no vídeo como “abomináveis”, o Sr. Kalaivanan também observou vários pontos de preocupação.

“Primeiro, a cobra não foi manuseada corretamente. Eles foram extremamente cruéis na forma como lidaram com o animal, pisando nela e jogando-a daquele jeito. Jogar um animal é totalmente inaceitável ”, disse o vice-presidente dp grupo.

“As cobras são animais silvestres protegidos por lei, assim como pinguins e lontras. Eles deveriam receber o mesmo tipo de proteção e respeito” declara Kalaivanan.

O vice presidente da ACRES também disse que acredita que esta não seja a primeira vez que os manipuladores de serpentes tratavam o animal daquela maneira. Em sua opinião, a cobra havia sido usada para “treinamentos repetidos” com base nas conversas dos funcionários no vídeo, acrescentando que isso “causa fadiga e sofrimento” ao animal.

A grupo ACRES não usa animais vivos quando realiza programas de treinamento, no lugar deles são usados brinquedos ou imitações nos vídeos produzidos para educar a população, segundo informações de Kalaivanan, representante do grupo.

“Lidar com animais não se trata apenas de como pegá-los. É necessário ter compaixão, respeito e responsabilidade. Você precisa saber com que tipo de animal você está lidando”, acrescentou.

Especialistas em lidar em répteis declararam ao jornal TodayNews que o profissional mostrado no vídeo não soube se portar em relação ao animal.

“O que eles fizeram no vídeo, não está certo”, disse Shawn Seah, 27 anos, gerente de operações da Top Pest Control.

Ele conta que como sua empresa não executa programas de treinamento, contrata técnicos experientes que são treinados especificamente para isso e possuem as qualificações adequadas para lidar com animais como cobras.

Cuidados especiais para lidar com animais selvagens

Quando questionado sobre o que poderia ser feito para prevenir que esses casos de maus-tratos com animais se repitam, o Sr. Ng disse que estava “investigando o assunto seriamente”, uma vez que ele próprio reconheceu as limitações da legislação do país, a Wild Animals and Birds Act.

Ng disse que embora existam leis para proteger o bem-estar animal, elas só surtem efeito quando a crueldade já aconteceu: “Precisamos ser mais proativos e resolver o problema desde a raiz”, declarou ele.

O membro do parlamento acrescentou que ele vai propor emendas à lei, como licenças exigidas para empresas que lidam com animais silvestres como as cobras.
“A população está mais consciente e pede punições mais sérias para esses crimes”, de acordo com ele.

Segundo o sr, Ng o vídeo viral não foi a primeira denúncia contra empresas que manipulam indevidamente cobras e outros animais: “Às vezes, esses animais precisam ser removidos por segurança, mas isso tem que ser feito eticamente”, finalizou ele.

Gato é morto a pauladas e agressor é detido em Conceição da Barra (ES)

Um gato foi morto a pauladas no bairro Cobraice, em Conceição da Barra, no Espírito Santo. O agressor, um homem de 57 anos, que é vizinho da tutora do animal, foi detido pela polícia.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O caso foi denunciado à Polícia Militar pela irmã do autor do crime. Ela conta que o homem a avisou que mataria o gato minutos antes de começar a agredi-lo. Ela tentou impedir e pediu que o irmão não fizesse o que havia prometido. As informações são do jornal Gazeta Online.

Os apelos da mulher, no entanto, foram ignorados e, momentos depois, o agressor saiu de casa e golpeou o gato diversas vezes com um pedaço de madeira. Devido à gravidade dos ferimentos, o animal não resistiu e morreu.

Indignada com a atitude do homem, a irmã dele o repreendeu e os dois iniciaram uma discussão. Disposta a fazê-lo ser responsabilizado pelo crime que cometeu, a mulher imobilizou o irmão e chamou a polícia, que se deslocou ao local e encaminhou o agressor a uma delegacia.

Após dar explicações para a Polícia Civil, o homem assinou um termo de compromisso de comparecimento ao Juizado Especial Criminal e foi liberado. Ele responderá pelo crime de maus-tratos a animais em liberdade.

Homem flagrado agredindo cão diz que ganhou R$ 10 para matar o animal

Um homem de 27 anos afirmou, após ser flagrado apedrejando um cachorro, que recebeu R$ 10 da tutora do animal para matá-lo. O crime de maus-tratos aconteceu em Santa Cruz do Sul, no Rio Grane do Sul, no domingo (17), no bairro Faxinal Menino Deus. O caso foi registrado em uma delegacia.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

De acordo com o boletim de ocorrência, a Brigada Militar foi acionada na noite de domingo para atender a uma ocorrência de maus-tratos a animais. Foram moradores do bairro que, após flagrar a agressão contra o animal, acionaram a polícia. As informações são do portal GAZ.

Uma moradora, que preferiu não ser identificada, disse que os vizinhos ouviram gritos do cachorro e foram investigar o que estava acontecendo. Em um espaço com mato, ao final da rua, eles encontraram o homem agredindo o cão. O agressor foi contido pelos moradores e a polícia foi acionada.

Ao ser questionado pela polícia, o agressor indicou o local onde enterraria o cachorro vivo. Ele disse ainda que recebeu R$ 10 da tutora do animal, que pediu para que ele “desse um fim” no cachorro. Quando a polícia chegou, o animal já não estava no local, pois havia sido levado pela mulher que o tutela.

O agressor, então, levou os policiais até a casa da mulher, que confessou ter pedido para o homem dar um sumiço no cachorro sob a alegação de que ele estava doente. A dupla, que foi levada à delegacia para registro e ocorrência, deve responder criminalmente pelo crime de maus-tratos.

O Canil Municipal de Santa Cruz do Sul foi acionado, mas não foi possível salvar o animal, que acabou morrendo.

Jovem é preso após amarrar cão a moto e arrastá-lo

Foto: Polícia Militar/Divulgação

Um rapaz de apenas 16 anos foi detido como suspeito de arrastar um cãozinho preso a uma moto na cidade de Jataí, em Goiás. Ele confessou ter maltratado o animal em troca de R$3.

O caso foi denunciado por um caminhoneiro que flagrou o cãozinho sendo arrastado e depois abandonado pelo rapaz e por um homem. O motorista chamou a Polícia Militar que prendeu os agressores em flagrante.

Os responsáveis responderão por crime de maus-tratos contra animais. Os dois já possuíam passagem por outras práticas ilegais. O homem mais velho alegou ser o tutor do cão.

O cachorrinho foi resgatado e submetido à avaliação veterinária, que constatou que além de ter sido brutalmente arrastado, também foi envenenado. O cão está sob a guarda de uma Organização Não Governamental (ONG) de proteção animal.