Cão agredido com frequência por tutora morre após ser espancado

Um cachorro que era constantemente agredido pela tutora na casa onde morava morreu após ser espancado na noite de terça-feira (12) em Valença, no Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/Redes Sociais

A Polícia Militar foi até a residência, localizada na área central do município, após receber denúncias anônimas. As informações são do portal G1.

A protetora de animais Michelle Vieira Cabral da Silva e a médica veterinária Maria Antônia estiveram no local, junto da polícia. Ao chegarem na casa, a equipe encontrou o cachorro já sem vida.

Há uma suspeita de que, além de ter sido agredido, o cachorro tenha sido afogado pela tutora, que é uma idosa de 60 anos. Isso porque o corpo do animal estava molhado do tronco para cima.

A mulher confessou ter agredido o cachorro com um chinelo. Ela foi encaminhada para a 91ª Delegacia de Polícia de Valença, onde foi autuada pelo crime de maus-tratos e liberada em seguida.

‘Extrema crueldade’, diz tutora sobre cadela morta a tiro por vizinho

Uma cadela de sete meses de idade foi morta na noite de domingo (10) por um tiro. O agressor, de 50 anos, é vizinho da tutora do animal. O crime aconteceu dentro de um condomínio residencial na avenida Cosme Ferreira, no bairro Colônia Antônio Aleixo, em Manaus, no Amazonas.

Chocolate, como era chamada, passeava solta, sob a supervisão da tutora, pelas ruas do condomínio quando foi morta. Durante o passeio, testemunhas disseram à jovem que o homem tinha arremessado uma pedra na direção do animal. “Após os vizinhos me alertarem que ele havia jogado a pedra, chamei meu animal para perto”, explicou a estudante universitária Tamara Radzinsky, de 18 anos. As informações são do portal A Crítica.

Foto: Arquivo Pessoal

Em seguida, o homem saiu de dentro de casa com uma arma de pressão e atirou em Chocolate, atingida na pata esquerda. “Perguntei a razão de ele ter feito aquilo. Ele simplesmente me ignorou. Meu irmão chamou a Polícia Militar (PM), mas, ainda assim, ele afirmava que o caso não daria em nada, justamente, por se tratar de um animal”, disse.

A universitária afirma que o vizinho lavava o carro na companhia das filhas quando o crime aconteceu. As crianças brincaram com a cadela, o que teria irritado o homem. “Ele agiu com extrema crueldade. No momento fiquei em choque, pensei até que o ferimento não tinha sido tão grave, mas ela saiu correndo, gritando de dor. Quando consegui pegar a Chocolate, ela já estava morrendo”, lamentou.

Ao ser questionado pelos moradores do condomínio, o homem afirmou que matou a cadela porque ela estava no terreno dele e disse que com uma arma de pressão ele poderia caçar qualquer animal. A tutora, porém, desmente o vizinho. “Ela não estava no terreno dele. Estava na área pública do condomínio, as imagens das câmeras comprovam isso”, explicou.

O caso foi registrado como danos morais no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A arma do crime não foi apresentada pelo homem. “O escrivão disse que não poderia fazer muita coisa, por se tratar de um animal. Mas, hoje já registramos na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema) o caso como maus-tratos seguido de morte”, declarou.

O projétil foi removido do corpo da cadela para ser submetido à exame de balística, conforme solicitado na delegacia especializada. De acordo com a titular da Dema, a delegada Carla Biaggi, o homem será intimado a comparecer na delegacia para realização de oitivas e terá que apresentar a arma do crime. O caso segue sob investigação.

Segundo laudo assinado pela médica veterinária Gabriela Imakawa, Chocolate apresentava uma lesão cutânea sem perfuração muscular no lado esquerdo do tórax. A lesão, de acordo com a profissional, era arredondada e com bordas bem definidas.

O caso é acompanhado pela deputada Joana Darc (PR), que é presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa. “É mais um caso que não deixaremos passar em branco. O que essa pessoa fez é um crime, um atentado contra a vida de um animal dócil e inocente. Estou dando todo o suporte possível, para que essa senhora consiga ver esse criminoso pagando por seu ato”, disse a parlamentar.

Cadela raquítica agredida por tutores é resgatada em Sete Barras (SP)

Uma cadela da raça pit bull foi resgatada após ser encontrada bastante debilitada, repleta de carrapatos, muito abaixo do peso, com sinais de agressão, em Sete Barras, no interior de São Paulo. Após o resgate, o animal foi encaminhado para o Grupo de Proteção aos Animais (GPA) do Vale do Ribeira e os tutores foram multados em R$ 6 mil.

Foto: Divulgação/Polícia Ambiental

O resgate foi realizado pela Polícia Ambiental no bairro Vila São João, após denúncias de maus-tratos. No local havia ainda três pássaros silvestres mantidos em cativeiro. As aves foram soltas na natureza. O casal que mora na casa foi autuado em R$ 3 mil por cada pássaro. As informações são do portal G1.

Resgatada, a pit bull foi levada para a clínica Belas Artes do GPA, em Registro (SP), onde recebeu o nome de Azumi. Ela permanece internada, recebendo os cuidados necessários.

“Fizemos uma avaliação da saúde do animal e ela precisou ser internada para recuperação. Depois de recuperada, ela ficará disponível para adoção. Mas, antes mesmo disso, muitas pessoas já nos procuraram para ficar com a Azumi”, explicou a presidente do GPA, Márcia Colla.

A cadela foi submetida a exames de sangue. Os médicos veterinários aguardam os resultados.

“Queremos transformar uma história de maus tratos em uma de alegria, amor, cuidados e dignidade!”, publicou a ONG em rede social.

Cadela ferida é encontrada dentro de mala no Distrito Federal

Uma cadela ferida, vítima de maus-tratos, foi encontrada dentro de uma mala no Lago Norte, região administrativa do Distrito Federal. O animal foi resgatado pela Polícia Militar após uma denúncia.

Foto: Reprodução / YouTube / Correio Braziliense

A cadela tinha um marcas na lateral do peito e no rabo que aparentam ter sido provocadas, respectivamente, por tiro e golpes de faca. As informações são do Correio Braziliense.

Os policiais afirmam que tentaram contato com o Centro de Controle de Zoonoses, mas não obtiveram sucesso. Em seguida, acionaram protetores de animais independentes, que se comprometeram em resgatar a cadela. No entanto, diante da gravidade do quadro de saúde do animal, os policiais decidiram levá-lo imediatamente para uma clínica veterinária.

Os militares se uniram para fazer uma vaquinha para arrecadar fundos para arcar com os custos do tratamento da cadela. No entanto, o médico veterinário que prestou socorro ao animal decidiu não cobrar pelo atendimento.

Após ser examinada, a cadela ficou internada na clínica veterinária em observação. Há suspeitas de que ela esteja prenha e com uma fratura na coluna. O animal será submetido a novos exames na segunda-feira (11).

Cão é resgatado após ficar 5 dias sem água e comida em MS

Um cachorro da raça pastor alemão foi encontrado em situação de maus-tratos em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O animal foi resgatado na terça-feira (5).

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Mantido em uma casa há cinco dias sem água e alimentação, o cachorro estava bastante debilitado. O caso aconteceu no bairro Maria Leite. As informações são do portal Mídia Max.

O resgate aconteceu após a polícia ser avisada, durante rondas no bairro, sobre o caso de maus-tratos. Diante da situação, os policiais acionaram os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município.

Na residência, o cachorro foi encontrado sem água e comida. A informação de que ele era mantido naquela situação há cinco dias foi repassada por testemunhas.

O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Corumbá e o cachorro foi resgatado e encaminhado para receber os cuidados necessários.

Mulher resgata gato para protegê-lo de maus-tratos e tutor aciona a polícia

Uma mulher que participava de uma festa em uma casa em Londrina, no Paraná, decidiu ir embora e levar consigo o gato que vivia na casa. Ela alega que o animal estava sofrendo maus-tratos dos participantes da festa e que o levou para protegê-lo.

(FOTO: REPRODUÇÃO)

O caso aconteceu na noite de segunda-feira (4) e no dia seguinte, após receber uma negativa ao pedir o gato de volta, o tutor do animal acionou a polícia. As informações são do portal RIC Mais.

A jovem, que preferiu não ser identificada, conta que esta foi a segunda vez em que ela esteve na casa, mas que nesta ocasião se surpreendeu ao perceber que o gato estava sendo maltratado.

“Assim que cheguei lá, já havia várias pessoas no local e o gato estava deitado no sofá. Uma das meninas (eu não sei o nome, não conheço) começou a cutucar o gato, muito bruscamente, enquanto as pessoas do lado riram. Eu já fiquei meio de olho, mas não me pronunciei, quando vi o gato achei que ele estava dormindo. Porque inclusive quando ela cutucou o animal, ele não teve reação, ela então pegou ele no colo e chacoalhou muito forte, e disse ‘eu quero saber se ele ainda está vivo’. Daí em diante eu fiquei de olho nele, as pessoas ‘tacavam’ ele de um lado pro outro, assopravam a brasa de narguilé nele, aí, um dos meninos pegou ele, eu falei ‘me dá aqui o gato’”, contou.

Protetora de animais, ela afirma que só retirou o gato do local porque considerou que ele estava sofrendo abusos. Relatos chegaram até ela de que, inclusive, tinham dado bebida alcoólica para o animal.

O tutor do gato, porém, discorda da atitude da jovem. “Ele é um gato muito manhoso, muito carinhoso. Onde a gente ‘tá’, ele ‘tá’. E como eu não podia deixar o gato fechado, eu deixei ele solto. Eu não sei em que momento viram ela maltratando o gato. Eu não vi isso. Ela deveria ter me informado, mas o que aconteceu foi o seguinte: ela entrou na minha casa, eu não conheço, convidada por outra pessoa, pegou o gato e levou embora”, afirmou Clayton Muriel Striker.

A protetora, no entanto, dá outra versão sobre o caso e diz que avisou que estava levando o gato embora. “Chegou uma altura em que eu falei ‘estou indo embora e vou levar o gato’, alguns deram risada, abriram a porta pra mim, e eu saí, chamei um Uber e vim pra a minha casa. Cheguei e falei para minha mãe sobre os maus-tratos e falei pra a gente cuidar e no outro dia ver se iríamos ficar com ele ou colocar para doação”, disse a jovem, que, inclusive, fez fotos do gato no momento em que o resgatou para mostrar que ele não estava bem. Nas imagens, o animal aparece parcialmente molhado e aparentemente desacordado.

Boletim de ocorrência

Após tentar, sem sucesso, ter o gato de volta, Clayton decidiu acionar a polícia. “A gente entrou em contato com ela, ela confessou que estava com o gato. A gente tentou fazer um pedido formalmente para ela devolver, ela falou que não ia devolver. Eu liguei na Polícia Militar, eles me indicaram para eu ir fazer um boletim de ocorrência, eu fui fazer e eles me falaram que eu poderia ir até a residência dela e pedir o apoio de uma viatura, para eu recuperar o animal que era meu. Chegando lá, ela não quis entregar, falando que realmente o animal estava lá e ela não ia entregar”, contou.

(FOTO: REPRODUÇÃO/RICTV)

A protetora de animais confirmou a situação e reforçou que agiu pensando no bem-estar do gato. “Quando polícia chegou na minha casa, a primeira coisa que eu disse foi ‘sim ele está aqui e se quiserem podem entrar pra ver’. Eu avisei que estava trazendo ele, eu não escondi em momento nenhum, eu só disse que eu não iria devolver para maus-tratos. E não o fiz”, relatou.

Levados para a delegacia, os dois assinaram um termo circunstanciado – o tutor pelo crime de maus-tratos a animais e a jovem pelo ato infracional de uso arbitrário da força, por ter levado o gato sem permissão do tutor.

“Eu não me arrependo do meu ato, faria novamente, não negaria socorro a um animal indefeso, como eu disse em momento nenhum furtei, retirei o animal avisando que eu estava retirando. Não havia motivo para falar de furto, quando eu mesma mandei a foto do gato para que ele visse que o animal estava bem e propus que conversássemos no outro dia”, concluiu.

O gato foi levado para uma clínica veterinária, onde permanecerá até que uma audiência, que será realizada em abril, decida se o animal voltará para o tutor ou ficará sob a tutela da protetora que o resgatou.

Cadela desnutrida que vivia acorrentada e filhotes são resgatados em SC

A Diretoria do Bem-Estar Animal (DIBEA), da Prefeitura de Florianópolis (SC), resgatou uma cadela e seis filhotes que viviam em situação de maus-tratos. Extremamente magra, a cadela era mantida acorrentada e corria risco de morte, devido à desnutrição severa ocasionada por falta de alimentação.

PMF/ Divulgação

O resgate foi realizado após uma denúncia. Ao chegar no local, na região do Rio Vermelho, a diretora do DIBEA, Fabrícia Costa, conta que a equipe encontrou a cadela em situação crítica, sem água e alimento. Os filhotes resgatados estão em fase de amamentação.

“A denúncia continha fotos, ponto de referência do local onde o animal estava e isso foi primordial para a avaliação de urgência do caso”, relatou Fabrícia. As informações são do portal De Olho na Ilha.

Após o resgate, todos os cães foram levados para o canil da prefeitura, onde receberam alimentação e cuidados veterinários. Eles serão submetidos a tratamento por um período de 30 dias e, depois, serão disponibilizados para adoção.

O tutor dos animais responderá judicialmente pelo crime de maus-tratos e será multado. O valor da multa administrativa varia de R$ 500 a R$ 3 mil por animal maltratado.

Para adotar esses ou outros animais do canil municipal é necessário comparecer ao DIBEA, que está localizado ao lado do Cemitério Itacorubi, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, munido de carteira de identidade e comprovante de residência atualizado. O canil mantém atualmente cerca de 100 animais resgatados de situações de abandono e maus-tratos.

Cavalo debilitado abandonado ao relento morre após ser resgatado

Um cavalo morreu após ser resgatado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Goiânia, em Goiás. Ele havia sido abandonado, com a saúde debilitada, no Setor Madre Germana 2.

(Foto: Reprodução/Instagram)

Testemunhas contam que o animal foi deixado ao relento no local, no sábado (3). Apesar dos cuidados recebidos, ele não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (4).

O resgate do animal foi feito após moradores da região usarem as redes sociais para denunciar o caso de abandono. Acionados, o Corpo de Bombeiro e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar estiveram no local. Devido ao estado de saúde do cavalo, foi necessário levá-lo ao CCZ. As informações são do portal Mais Goiás.

A morte do animal foi confirmada pelo vereador Zander Fábio, que esteve no Centro de Controle de Zoonoses para acompanhar o caso. Através das redes sociais, o parlamentar lembrou que o cavalo foi deixado em um pasto sob chuva e sereno e que ele estava com a saúde fragilizada.

“Estivemos no CCZ hoje pela manhã em companhia da médica veterinária @carla_m_amorim, na tentativa de levar alguma ajuda a esse animal. Infelizmente não havia mais o que fazer para salvar este”, lamentou o vereador.

Mais de 700 cães são resgatados em péssimas condições em canil na Georgia do Sul

As organizações Releash Atlanta, Atlanta Humane Society e outros grupos locais compartilharam fotos dos cães.

“Estes cães estavam vivendo em condições imundas. Muitos têm problemas de saúde e ferimentos”, disse a Releash Atlanta em um post no último sábado (2) .

A Atlanta Humane Society contou que a maioria dos cães vivia em pequenas caixas durante toda a vida.

“Obrigado à USA Rescue Team por trabalhar incansavelmente no local e à Humane Society de Valdosta Lowndes County por trazer esses animais para Atlanta”, continuou a organização.

A Humane Society de Valdosta Lowndes County teve grande participação no resgate, levando cerca de 250 animais para uma área de preparação.

“Muitos dos cães estavam cobertos de fezes e muito machucados. Eles nunca conheceram uma vida tranquila de amor fora da gaiola apertada”.

“Eles eram incrivelmente confiantes e calmos, como se dissessem ‘obrigado por me salvar’. Eu sei que você está aqui para ajudar”.

 

De acordo com a equipe de resgate dos EUA, não foram permitidas fotos das instalações, mas eles compartilharam que o ‘criador’ chamou as autoridades na quinta-feira pedindo ajuda para fechar sua operação. As informações são do Daily Mail.

“Nós não entraremos em detalhes da operação ou como as autoridades estão lidando com isso, porque nosso foco estava na remoção, colocação e no cuidado dos animais”, disseram eles no post no sábado.

No Brasil

Um caso parecido aconteceu no interior de São Paulo, no mês passado. Mais de 1.700 cães em situação de maus-tratos foram resgatados de um canil clandestino.

Além dos animais, os policiais encontraram medicamentos com as datas vencidas, um incinerador para queimar os cães mortos.

Imagens feitas dentro do canil mostram as condições críticas em que os cachorros eram mantidos. Parte deles vivia em baias, outros estavam em gaiolas. Algumas delas, inclusive, ficavam dentro de um banheiro sujo.

A dona do canil foi multada pela Polícia Militar Ambiental em 5.124.000 milhões de reais, o equivalente a 3 mil reais por cada cachorro mantido em condições de maus-tratos no local. Nena Miyazaki Kubaiassi deve ser autuada ainda em mais 13.240 mil pelo Procon.

Documentos encontrados no canil Céu Azul, em Piedade comprovam que os animais eram revendidos pela loja Petz. Um prontuário que estava no local registrava, inclusive, a devolução de filhotes não vendidos ao criador, demonstrando que os animais eram tratados como objetos.

Após a enorme repercussão, a Petz anunciou através de um pronunciamento feito pelo presidente da companhia, Sérgio Zimerman, que as 82 lojas da rede não venderão mais filhotes de cães e gatos.

Cão que apanhava de tutor é resgatado da casa onde vivia

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Após inúmeras denúncias de maus-tratos a um cachorro, em Campo Grande, Recife-PE, a vereadora da causa animal, Goretti Queiroz (PSC), enviou sua equipe para resgatar o cão da residência onde ele vinha sendo maltratado.

O caso veio à tona, após vizinhos enviarem vídeos do cão apanhando na cara, amarrado a uma pequena coleira, exposto ao sol e a chuva durante dias. Com a divulgação dos vídeos, a população pediu ajuda a vereadora para auxiliar com o resgate do animal.

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O primeiro procedimento realizado na casa onde vivia o cachorro foi uma conversa da equipe Patrulha Animal com os tutores para explicar como eles deviam proceder para que não virasse caso de polícia e para que o animal não sofresse mais maus-tratos.

Porém, mesmo após a primeira abordagem, o cachorro continuou preso a uma corrente pequena e sob forte sol, o que levou a equipe de Goretti Queiroz a retornar a casa e pegar o animal.

“Fizemos todos os procedimentos necessários, conversamos com os tutores e mostramos a eles o que significava maus tratos, como vimos que a situação não iria mudar e que o animal iria continuar vivendo acorrentado nós entramos em acordo e eles, amigavelmente, nos deram a guarda do animal”, explicou Goretti Queiroz.

Após dois dias do episódio, Marley (nome do cachorro) foi adotado por uma nova família e agora estará sob supervisão e cuidados necessários para que não volte a sofrer.

Goretti Queiroz lembra que sua equipe não tem poder de polícia e foi criada para dar suporte em casos de maus tratos. “Nós mostramos aos tutores que eles estão infringindo as leis e denunciamos os infratores. É necessária deixar claro que não temos o poder de prender e muito menos de invadir residências”, disse.

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Em casos de maus-tratos e abandono a denúncia deve ser feita na delegacia mais próxima, baseada na Lei Federal n. 9.605, de 12.02.1998. (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Brasileira, de 05 de outubro de 1988.