Cachorro encontrado agonizando em casa vazia morre após ser resgatado

Um cachorro morreu após ser resgatado pela Polícia Militar Ambiental em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul. Ele foi deixado em uma casa vazia pela tutora, que estava viajando, junto de um papagaio. Os dois animais estavam sem água e alimento e foram resgatados no sábado (28). Devido ao estado grave do cão, que estava agonizando quando foi encontrado pelos policiais, não foi possível garantir sua sobrevivência.

Foto: Pixabay

A mulher, de 28 anos, foi multada em R$ 6 mil e autuada pelos crimes de maus-tratos a animais, com pena de três meses a um ano de detenção, e de cativeiro de animal silvestre, com pena de seis meses a um ano de detenção. As informações são do G1.

O caso foi descoberto após a polícia receber uma denúncia, feita por uma ONG de proteção animal, que relatou aos agentes que um cão estava debilitado, sem água e sem alimento em uma casa da cidade. Ao chegar no local indicado, os militares confirmaram a denúncia. Eles encontraram o cachorro deitado no chão, extremamente fraco, agonizando em meio a fezes, num ambiente insalubre.

O papagaio estava em uma área dos fundos da casa, também sem água e alimento. Ele foi resgatado e ficou sob a responsabilidade do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), com sede em Campo Grande. O cão também chegou a ser resgatado, mas morreu, devido à desnutrição, logo ao chegar em uma clínica veterinária.

Foto: Divulgação/PMA


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Justiça absolve acusada de maltratar cão que participou de julgamento na Costa Rica

Uma mulher acusada de maltratar um cachorro na Costa Rica foi absolvida pela Justiça. O julgamento repercutiu por ter sido o primeiro na América Latina em que um animal esteve no tribunal na condição de vítima.

Foto: Ezequiel Becerra/AFP

As audiências foram realizadas na segunda-feira (22) e na sexta-feira (26). Campeão, como é chamado, foi mantido em uma sala, na cidade de Atenas, ao lado de várias pessoas, e se manteve de maneira dócil e comportada.

O cão foi resgatado pela presidente da Fundação Ateniense de Ajuda a Animais Abandonados, Dora Castro, quando tinha seis meses de idade. Desnutrido e repleto de pulgas, ele foi encontrado preso em uma corda que estava bastante apertada no pescoço. As informações são da agência AFP.

O resgate foi realizado após o irmão da ex-tutora do cachorro acionar a ONG. O depoimento dele, no entanto, que era considerado fundamental no julgamento, não ocorreu porque ele não compareceu à audiência.

O juiz Mario Rodríguez reconheceu que o cachorro sofreu maus-tratos, mas afirmou que não havia elementos suficientes para condenar a acusada.

Na Costa Rica, um lei que entrou em vigor recentemente pune casos de crueldade cometidos contra animais com prisão de seis meses a dois anos, além de multa. Segundo a imprensa local, a punição é aumentada para três anos de prisão caso o animal morra.


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United Airlines para de vender atrações do SeaWorld

Por Rafaela Damasceno

Mais uma empresa entrou para a lista das companhias que cortaram parceria com o SeaWorld. United Airlines se juntou a Virgin Holidays, Delta, JetBlue, SouthWest, Spirit, Sunwing e WestJet depois de uma campanha organizada pela organização PETA.

Baleias performando em um show no SeaWorld

Foto: SeaWorld

Além de deixar de vender qualquer coisa relacionada ao parque, a empresa ainda retirou todas as menções do SeaWorld de seu site United Vacations.

“United Airlines fez a coisa certa ao cortar laços com um parque que confina orcas e golfinhos em tanques de concreto que, para eles, são como banheiras”, afirmou a vice-presidente da PETA, Lisa Lange, em entrevista a Plant Based News.

A organização disse que, na natureza, as orcas nadam cerca de 140 milhas (mais de 225 quilômetros) por dia, e os golfinhos-nariz-de-garrafa costumam nadar até 60 milhas (96,5 quilômetros). No SeaWorld, tudo o que podem fazer é nadar em círculos por um espaço pequeno, e 140 golfinhos são distribuídos em apenas 7 pequenos tanques.

Foto: Golfinhos performando no SeaWorld

Foto: SeaWorld

No início deste mês, dois ex-treinadores do parque denunciaram diversos casos de maus-tratos, inclusive o uso de drogas para acalmar os animais, o que causava úlceras em seus estômagos e outros ferimentos ocasionados por autoagressão.

Apesar de o SeaWorld negar todas as acusações, é fato que manter as orcas e golfinhos em espaços pequenos, forçar os animais a realizar truques e afastá-los da liberdade não é correto. Além de estressados e sob intensa pressão psicológica, eles ainda vivem assustados e depressivos.

As atitudes tomadas pelas empresas demonstram um avanço no pensamento do público, que enxerga cada vez mais os impactos da exploração animal e não compactua mais com a crueldade.


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Cachorro que teve duas patas cortadas por antigo tutor ganha novo lar

Por Rafaela Damasceno

Um cachorro que foi cruelmente maltratado por um tutor abusivo teve uma segunda chance de encontrar carinho e amor. Seu antigo guardião, que deveria cuidar dele, amputou suas duas patas como forma de castigo por ter cavado um buraco no quintal.

True, que era apenas um filhote na época, conseguiu se arrastar até a casa vizinha, onde o morador chocado rapidamente o levou até um abrigo. Lá, True começou seu tratamento e sua recuperação. As coisas foram muito difíceis, mas o bravo cachorrinho enfrentou tudo com determinação, e sobreviveu. Aos dois anos de idade, ele se curou fisicamente. Seu antigo tutor, que era usuário de drogas, morreu de overdose.

O abrigo, então, compartilhou sua história nas redes sociais e pediu ajuda a uma ONG parceira do Canadá (Cause 4 Paws), para receber ajuda nas contas médicas de True. Foi assim que Erin Blaak e Romain Avril conheceram a história do cachorrinho e se apaixonaram por ele.

True deitado em um sofá

Foto: MDWfeatures

True foi levado para Toronto, no Canadá, onde encontrou a nova família. O casal já possuía outro cachorro, então True ganhou, da noite para o dia, uma mãe, um pai, um irmão e amor. Muito amor.

Na maior parte do tempo, o cachorrinho precisa ser carregado e se cansa rapidamente, mas o casal se certifica que ele faça exercícios regularmente para se manter forte e saudável. Em seu novo lar, ele até mesmo aprendeu a andar se apoiando somente nas patas traseiras e a pular no sofá e na cama. Mas quando sai, ele se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas projetada para ele.

True usando as rodas para se locomover ao lado de sua nova família

Foto: MDWfeatures

“True se encaixou muito bem na nossa família e ama todas as pessoas e cachorros. Ele só quer ser amado de volta”, declarou Erin ao Daily Mail.

Erine e Romain tiveram um triste exemplo de maus-tratos aos animais, que os motivou a ajudá-los ainda mais. Hoje em dia, se esforçam para arrecadar fundos que ajudem cachorros que sofreram abuso no passado.

True fazendo fisioterapia

Foto: MDWfeatures

A aquisição da cadeira de rodas foi feita recentemente, no começo de 2019, e ainda é um desafio para True. Mesmo assim, ele demonstra gostar dela e se esforça para aprender a usá-la. Ele também está testando próteses temporárias para usar futuramente.

Erin demonstrou preocupação com a falta de punições para os maus-tratos aos animais. “Matar por esporte, crueldade ou entretenimento deveria ser acabar. Deveria haver mais consequências”, disse ela. “É triste o quanto de abuso e crueldade contra os animais existe. Há uma falta de leis em relação a isso”.

“Temos muita sorte de ter cachorros em nossas vidas e não merecemos o amor incondicional deles”, concluiu.


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Parlamento proíbe a exploração de animais silvestres em circos na Inglaterra

Por Rafaela Damasceno

Após anos de protestos de organizações em defesa dos direitos animais – inclusive a PETA -, o Parlamento do Reino Unido aprovou um projeto de lei para proibir a exploração dos animais silvestres em circos na Inglaterra. A lei começa a valer para todo o país a partir do dia 19 de janeiro de 2020.

Ativistas protestam contra a exploração dos animais em circos e seguram cartazes

Foto: PETA

Circos não são lugar para animais silvestres em pleno século 21 e estou feliz que essa legislação colocará um fim nessa prática”, declarou o secretário do Meio Ambiente, Michael Gove.

A campanha contra os animais em circos incluiu ações por e-mail, segundo a PETA, em que a organização contatou parlamentares em 2011, 2014, 2016 e 2017. Até mesmo celebridades protestaram no Parlamento, o que foi difícil de ser ignorado.

A petição da PETA teve dezenas de milhares de assinaturas, a prova de uma mudança na visão da população em relação a exploração dos animais. A organização também fez anúncios ao longo dos anos, que foram apoiados por artistas como a banda Little Mix.

Em 2012, a PETA também divulgou uma imagem do primeiro ministro David Cameron, maquiado como um palhaço. O anúncio pedia para que ele parasse de fazer palhaçada e aprovasse a lei que havia prometido, que livraria os animais dos circos.

Foram anos de luta, mas a lei finalmente entrará em vigor. Os animais silvestres não pertencem aos circos. Forçá-los a realizar truques é uma prática cruel e bárbara, além de toda a pressão psicológica e estresse a que são submetidos. Eles não devem viver enjaulados, assustados e abusados.

No Brasil, há diversas leis locais para a proibição da prática, mas a federação nunca emitiu uma lei válida para todo o país. Alguns estados que adotam a proibição são Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná etc. O projeto de lei 7.291, que visa erradicar a prática em todo o Brasil, corre no Congresso desde 2009.


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Drone mostra beagles explorados para testes vivendo em condições precárias

Por Rafaela Damasceno

Reprodução | YouTube

O grupo SHARK (Showing Animals Respect and Kindness – Mostrando aos Animais Respeito e Gentileza) gravou, com um drone, cachorros criados para serem explorados em pesquisas vivendo em celas sujas, superlotadas e cruéis na Virgínia, Estados Unidos.

“A primeira coisa que você percebe é o choro, os lamentos, a dor. Terrivelmente triste”, disse Stuart Chaifetz, um dos investigadores que gravou as centenas de cachorros mantidos na instalação da Covance Research Products.

“As gaiolas eram imundas, cobertas de fezes e urina”, contou à KSN, dizendo que gravaram um dos cachorros até mesmo comendo a sujeira. O vídeo publicado já rendeu muito debate e preocupações em relação à proteção dos animais.

Vários cachorros gravados demonstraram comportamentos repetitivos, como andar em círculos repetidamente. Segundo o SHARK, isso pode ser um indicador de um colapso mental causado pelas condições extremamente precárias em que eram obrigadas a viver.

A Covance pertencia à empresa LabCorp. Em um comunicado ao 8News, a LabCorp afirmou que a Covance “leva muito a sério nossas responsabilidades éticas para tratar os animais de pesquisa com cuidado e respeito”. Além disso, a empresa também disse que as imagens fornecem uma visão incompleta da instalação. Segundo ela, os animais possuem acesso a outros lugares muito confortáveis, o que é difícil de acreditar, visto as condições em que eram mantidos.

Em 2006, a Covance foi multada em quase 10 mil dólares (30,5 mil reais) depois que uma investigação da PETA descobriu macacos sendo abusados em um laboratório. Também recebeu uma multa de 32,5 mil dólares (quase 121,9 mil reais) em 2016, depois que 13 macacos morreram. As autoridades ainda investigam o ocorrido atual.


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Laudo aponta que elefante sofre maus-tratos em zoo de João Pessoa (PB)

Por Rafaela Damasceno

Um laudo técnico feito recentemente aponta que a elefante Lady, que vive no Parque Zoobotânico Arruda Câmara em João Pessoa (PB), sofreu maus-tratos. A perícia foi realizada por especialistas vindos dos Estados Unidos e da Universidade do Paraná, após denúncia do Núcleo de Justiça do Animal da UFPB, junto com o Ministério Público Federal.

A elefante no zoológico

Foto: Secom/JP

Diversas irregularidades foram constatadas, como desidratação, doenças, negligência crônica – pela falta de tratamento de uma inflamação grave na pata, que pode até mesmo causar a morte de Lady.

Além de todos os maus-tratos físicos no período de três anos, a elefante também foi afetada psicologicamente. Quando colocada na presença de seu antigo tratador, Lady se mostrava muito abalada e perturbada.

Segundo o PortalT5, o laudo também aponta que o zoológico não tem as menores condições de fornecer os tratamentos que Lady precisa, incluindo a administração terapêutica adequada para os traumas psicológicos da elefante.

A organização sem fins lucrativos Santuário de Elefantes Brasil, na Chapada dos Guimarães (MT), abriu um procedimento no Ministério de São Paulo sobre todos os impactos – físicos e psicológicos – causados na elefante. A ONG, que se dedica a cuidar de animais vítimas de maus-tratos, ainda se propôs a cuidar de Lady e resgatá-la sem cobrar nem um centavo. O santuário aguarda a permissão da Prefeitura de João Pessoa e do Ibama para realizar o resgate.


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Cão tem a vida transformada após ser agredido e viver acorrentado por anos

Um cachorro que viveu acorrentado no quintal de uma casa nos Estados Unidos por cinco anos e foi agredido diversas vezes por seu tutor teve uma nova chance na vida ao ser resgatado pela PETA, uma organização internacional de proteção animal.

Foto: PETA

Marley não recebia alimentação adequada e tinha apenas uma água suja para beber. Cheio de energia, às vezes ele tentava brincar quando via seu tutor, mas apanhava quando fazia isso.

Desde que o cão era um filhote, a PETA acompanhou o caso dele. Os membros da organização ofereciam comida de qualidade para Marley e iam até sua casa para brincar com ele e lhe dar carinho – o único gesto de afeto que ele recebia. As informações são do portal I Love My Dog So Much.

Com o tempo, a entidade conseguiu convencer o tutor de Marley a doá-lo. Resgatado, ele foi levado para uma clínica veterinária e iniciou um tratamento. Ele ganhou peso, recuperou-se e foi disponibilizado para adoção.

Foto: PETA

Depois do resgate, o cão que conhecia apenas a palavra “não”, dita frequentemente por seu antigo tutor, aprendeu muitas coisas novas e fez várias descobertas: como entender que podia correr livremente e que havia pessoas dispostas a tratá-lo com amor.

A mudança em sua vida, no entanto, não se restringiu às ações da entidade. Isso porque, após ser colocado para adoção, o cachorro encontrou um novo lar. Atualmente, ele mora em uma casa com um quintal grande, onde corre e brinca com Kyah, o outro cão da família.

O passado de violência e sofrimento foi superado e deu lugar a uma vida feliz, com direito a uma cama confortável, brinquedos e petiscos.

Foto: PETA


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Sem água e comida, macaco é encontrado preso em gaiola em Sorriso (MT)

Um macaco-prego foi encontrado preso em uma gaiola, exposto ao sol, sem água e comida, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, no Mato Grosso. O animal silvestre vítima de maus-tratos foi resgatado por fiscais da prefeitura nesta sexta-feira (26).

Foto: Bruno Bortolozo/TVCA

O animal foi flagrado pelo Núcleo Integrado da Fiscalização (NIF) fazendo movimentos repetitivos. Segundo o coordenador do NIF, Reinaldo Nunes, o comportamento do macaco caracteriza estresse. As informações são do G1.

Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, mantinha o macaco-prego em cativeiro em uma propriedade na região industrial da cidade. Ela afirmou à polícia que o animal foi encontrado por um colega, em uma região de mata, ao lado da mãe, que estava morta.

A mulher alegou que o homem ficou com pena do animal e o levou para ser criado na propriedade onde ela vive. O macaco viveu no local por oito anos.

“Quando encontrou o animal, o indivíduo deveria ter procurado um órgão ambiental para que as providências fossem tomadas”, ressaltou Reinado, que lembrou ainda que as condições as quais o macaco foi submetido configuram maus-tratos.

Manter animais em cativeiro e maltratá-los são crimes ambientais que podem ser punidos com detenção de até um ano, além de multa.

Após o resgate, o macaco-prego foi levado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na cidade de Sinop. No local, ele será submetido a um período de quarentena e, depois, será inserido em um grupo de macacos para que possa se readaptar. Quando estiver reabilitado e curado, o animal poderá ser devolvido à natureza.


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Tutor justifica abandono de cão doente dizendo que ‘não tinha tempo para cuidar’

Um cachorro doente foi abandonado ao relento em Amambai, no Mato Grosso do Sul. Segundo a presidente de uma ONG de proteção animal, que resgatou o cão, o tutor disse a ela que abandonou o animal porque não tinha tempo para cuidar dele. O cachorro foi resgatado na quinta-feira (25).

Foto: PMA/Divulgação

A mulher, que preferiu não ser identificada, contou que localizou o tutor do cão e o questionou sobre o abandono. “Tenho dois empregos, chego em casa depois de meia-noite, não tenho tempo para cuidar”, teria respondido o homem.

Segundo ela, o tutor afirmou que duas irmãs deram paracetamol ao animal. O remédio combate dores e febre, mas não trata nenhuma doença específica. As informações são do portal G1.

Após resgatar o cão, a mulher o encaminhou para receber atendimento veterinário e acionou a Polícia Militar Ambiental (PMA).

O tutor do cachorro foi multado pela polícia em R$ 500 e responderá pelo crime ambiental de maus-tratos a animais, com pena de até um ano de detenção, além de multa. Os agentes efetuaram um auto de infração administrativo.

Após ser levado para receber os cuidados de um veterinário, o cachorro foi sacrificado por estar com uma doença em estágio avançado. De acordo com o especialista, o animal não sobreviveria e, por isso, o sacrifício foi optado como forma de por fim ao seu sofrimento.


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