Família adota um menino e um cão no mesmo dia

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Jessica Banzhof estava fazendo suas obrigações diárias, tarefas cotidianas como devolver comida a uma loja de animais, quando viu Cupido.

O pit bull de pelo tigrado usava um suéter de malha e parecia tão adorável, sorridente e carismático que ela não resistiu em se aproximar dele.

“Eu perguntei [ao tutor] se poderia acariciá-lo e então percebi que ele não era realmente o cachorro dele”, disse Jessica ao The Dodo. “Eu acho que foi realmente o destino que me fez conhecê-lo.”

Cupido estava passeando na loja de animais graças ao Dogs on the Town (Cachorros na Cidade, na tradução livre), um programa iniciado pelo abrigo Lucas Canine Care e Control em Ohio (EUA), para ajudar os cães do abrigo a serem notados pela comunidade.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Jessica imediatamente mandou uma mensagem ao marido com uma foto de Cupido: “Eu escrevi: conheci esse cachorro e o amo. Ele é tão doce, amigável e calmo”.

“Meus garotos estão implorando por um cachorro maior”, acrescentou ela. “Quando vi o Cupido, pensei: ‘Ele é perfeito’”.

Na época, a família de Jessica já estava no processo de adicionar outro membro às suas fileiras. O filho dela, Gabe, de 10 anos, estava sendo adotado como filho oficialmente pelo padrasto.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

“Por muito tempo, quando Gabe era pequeno, éramos só ele e eu”, disse Jessica. “Eu era uma mãe solteira e nós lutamos muito, mas quando meu marido apareceu foi instantâneo para ele. Meu filho sempre foi o filho do meu marido também, a família dele sempre aceitou meu filho dizendo: “Esse é apenas nosso neto”.

Jessica trouxe sua família para conhecer Cupido e, como ela esperava, o filhote se deu bem com todos – incluindo seus três cachorrinhos. Mas depois de pagar a taxa de adoção do cachorro, Jessica ainda queria deixar passar uma noite pra pensar bem na decisão.

Quando o dia de adoção de Gabe, o filho de Jessica, chegou, ninguém antecipou o quão emocionante seria o caminho até o tribunal.

“A juíza perguntou ao meu filho: ‘É isso que você quer?’ E ele disse: ‘Absolutamente'”, conta a mãe emocionada. “Então ela perguntou por que e ele disse: ‘Porque eu tenho sido parte da vida dessas pessoas por tanto tempo e realmente quero pertencer oficialmente a uma família que me queira de verdade, me ame e me aceite. E eu faço parte dessa família e estou pronto para o meu sobrenome ser o mesmo que o deles’”.

Foto: Jessica Banzhof

Foto: Jessica Banzhof

Depois de finalizar a adoção de Gabe, a família saiu para comemorar e comer fora. Jessica não queria que a diversão terminasse, então ela deixou o filho escolher a próxima atividade: “Eu perguntei ao meu filho: ‘Bem, não podemos parar de comemorar, então o que você quer fazer a seguir?’ E ele disse: “Vamos pegar meu cachorro”.

Quando chegaram ao abrigo, apenas a excitação de Cupido foi capaz de se comparar a alegria Gabe. “Ele entrou e ficou tipo: ‘É um dia de adoção dupla!'”, disse Jessica. “Foi o melhor dia que já vivemos”.

Cupido e Gabe posaram para fotos orgulhosamente com seus certificados de adoção. E assim, a família cresceu – e depois cresceu ainda um pouco mais.

Cupido não perdeu tempo se instalando em sua nova casa. Ele gosta de brincar com seus irmãos, correr no quintal e se aconchegar no sofá.

“Cupido ainda está em seu estágio de filhote, mas ele muito tão bem-comportado”, disse Jessica. “Ele ouve perfeitamente e obedece, ele senta, fica, ele é ensinado por nós e nos sentimos mais seguros com relação a ele agora também”.

Depois de apenas uma semana juntos, há um novo status de “normal” na casa – e a família Banzhof não poderia estar mais feliz.

“Tudo parece perfeito, recuperamos nossa satisfação”, disse Jessica. “É a forma que temos de fazer isso. Somos uma família. Somos um todo agora”.

“E, em seguida, com a chegada de Cupido, sinto como como se ele fosse aquela pequena peça que faltava para deixar o quebra-cabeça completo”.

“Agora meus meninos têm seu companheiro cachorro”, acrescentou. “É simplesmente perfeito”.

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Mais de 400 cães são regatados no maior flagrante policial de luta com animais

Humane Society of Missouri

Foto: Humane Society of Missouri

A luta de cães é proibida nos Estados Unidos e é crime previsto em lei em 50 estados. Há penas severas para as pessoas que criam cães para lutar.

No entanto, isso ainda acontece e muitas vezes é difícil de se infiltrar nesse meio, já que essas operações de luta de cães geralmente ocorrem em áreas remotas e envolvem uma enorme rede de criminosos.

Respondendo a várias denúncias, os agentes do bem-estar animal no Missouri (EUA) passaram 12 meses investigando até que finalmente conseguiram resgatar esses animais indefesos e torturados.
É supostamente é o maior flagrante de operação de luta de cães na história dos EUA.

Os policiais esperavam resgatar mais de 200 cães, mas acabaram tendo 400 cães de luta, todos em péssimas condições.

No vídeo abaixo, os oficiais do departamento de bem-estar animal estavam tomados de emoção, ao relatar o estado desses animais. Posteriormente será revelado o que aconteceu depois que eles os resgataram dessas condições desumanas.

"O que você vê aqui fica aqui" | Foto: Humane Society of Missouri

“O que você vê aqui fica aqui” | Foto: Humane Society of Missouri

A descoberta desta operação criminosa de luta com animais levou 12 meses de investigação, mas os agentes do departamento de bem-estar animal estavam cientes do problema há uma década.

“Nos últimos dez anos, a ONG Humane Society foi informadas de que a briga de cães estava crescendo no Missouri”, disse Debbie Hill, vice-presidente de operações da Humane Society of Missouri.

“Como a luta de cães é uma atividade criminosa secreta e habilmente escondida, é extremamente difícil se infiltrar nesses grupos e reunir as provas em primeira mão necessárias para levá-los à justiça.”

Quando descobriram os animais, muitos deles não tinham membros, olhos e orelhas e estavam acorrentados com coleiras pesadas em partes remotas de uma floresta, cobertos de ferimentos e cicatrizes, alguns infectados com doenças.

“Esses cães explorados em lutas com animais são literalmente torturados todos os dias para forçá-los a lutar por suas vidas simplesmente pelo entretenimento e ganância de seus donos e isso acontece repetidas vezes”, disse Debbie.

Por causa da natureza dessa operação, eles tinham que garantir um lugar para esses cães em segredo.

Recomeço

“Tivemos a difícil tarefa de criar um abrigo para pelo menos 250 pit bulls usados nos combates, no final trouxemos 407 desses cães, e literalmente tivemos que fazer tudo de improviso”, explicou Debbie.

Disseram-lhes que talvez de 5 a 10% desses animais pudessem ser reabilitados e encontrassem lares amorosos, mas os oficiais conseguiram determinar quase 60% que poderiam ser adequadamente restaurados à saúde mental e física.

Debbie pediu ajuda para os centros de resgate em todo o país e agora mais da metade desses animais têm a chance de encontrar os lares amorosos que merecem!

O vídeo abaixo conta a história do flagrante à fazenda de luta com cães, imagens fortes:

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Mulher prende cão e gato em compartimento de depósito alugado

Foto: Ermolaev Alexander/Shutterstock

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Ermolaev Alexander/Shutterstock

Infelizmente, são inúmeros os casos em que animais são submetidos a condições terríveis por seres humanos. Para citar apenas alguns deles noticiados recentemente: Cala, uma cadela mista de pit bull era mantida em uma coleira tão curta, que sufocava sempre que se sentava. Liam, foi abusado, negligenciado e mantido em uma corrente por anos.

Outro cão lindo e saudável foi mantido acorrentado a uma parede por 15 anos a quem nunca foi dado sequer um nome. E agora um cão e um gato foram descobertos em Calgary, no Canadá, em uma unidade de armazenamento, mais especificamente um depósito alugado, onde estavam sendo mantidos por seu tutor.

Uma mulher de 21 anos de idade, residente da cidade Calgary, no Canadá, prendeu um cachorro e um gato em uma unidade de armazenamento de compartimentos por locação remunerada.

Eles estiveram lá fechados por pelo menos um dia inteiro antes de um funcionário das instalações do depósito ouvir os gritos e ganidos dos animais vindos dos compartimentos internos.

A polícia chegou para atender ao chamado de emergência e encontrou um cão misto de pit bull em uma caixa e um gato doméstico de pêlo curto em outra. A boca e a cabeça do gato estavam presas com fita adesiva, presumivelmente para impedir que o animal fizesse barulho.

Ambos estavam desidratados e o gato teve uma lesão na córnea causada pela fita, ou provavelmente por tentar tirar a fita. Felizmente, os animais receberam tratamento médico, melhoraram e foram adotados algumas semanas depois.

Recentemente, a mulher recebeu a punição pelo tratamento cruel desses animais. Ela esta proibida de possuir qualquer animal por 15 anos e deve pagar uma multa de 250 dólares. Embora a multa seja muito baixa, a proibição de 15 anos é muito mais alta do que essas proibições de sentenças costumam ser, que é de cerca de três a cinco anos.

Brad Nichols, da ONG em defesa dos direitos animais Calgary Humane Society, diz: “Que o gato tenha sido encontrado já é um milagre, quanto mais ter sobrevivido a este incidente enterrado sob os pertences pessoais da ex-tutora, preso em um recipiente de plástico, com a cabeça colada por fitas, é inacreditável. A proibição total de possuir, cuidar ou residir com animais por 15 anos é significativa. Minha esperança é que o julgamento de Zychowski melhore significativamente nesse período”.

Espera-se que a criminosa aprenda algo com a punição e que a sentença dada sirva de exemplo e impeça outros de fazerem coisas semelhantes, mostrando a todos que os animais devem ser tratados com respeito e dignidade.