Cadela é resgatada após ser agredida pelo tutor em Patos de Minas (MG)

Uma cadela foi resgatada na última quarta-feira (17) após ser agredida pelo tutor em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. A agressão foi registrada por câmeras de segurança.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O resgate foi feito pela Associação de Proteção Animal e Ambiental (ASPAA). A presidente da entidade, Neicy Milila Barros de Moraes, relevou que as imagens mostram a cadela sendo agredida repetidas vezes pelo tutor. A advogada da entidade teve acesso ao vídeo e, em seguida, acionou o Ministério Público de Minas Gerais.

Um mandado de busca e apreensão foi expedido pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Vinicius de Ávila Leite, em atendimento a um pedido do promotor do Meio Ambiente, José Carlos de Oliveira Campos Júnior.

A Polícia Militar foi até a casa do tutor do animal, com a ordem judicial em mãos, e resgatou a cadela, que foi entregue à entidade. As informações são do portal G1.

“Ela estava muito magra, com lesões e muitos problemas na pele. Já levamos no veterinário e fizemos os exames necessários”, contou Neicy.

O tutor da cadela, segundo a presidente da entidade, não estava na casa no momento em que a polícia esteve no local. A esposa dele atendeu os policiais e, ainda segundo Neicy, teria mentido o nome do marido, usando o nome do cunhado.

“A mulher disse que ele se entregaria em breve, o que indicou que ele seria foragido da Justiça”, constatou.

O tutor do animal e o advogado de defesa dele não foram encontrados para dar entrevista. O processo segue em andamento e a cadela ficará com a ONG até que a decisão definitiva da Justiça sobre a guarda dela seja divulgada.

“Caso continue com a gente, a cadela continuará recebendo os cuidados necessários até procurarmos alguém de bem para adoção”, finalizou.

Gato morre após ser abandonado por motorista contratado para socorrê-lo

Um gato doente morreu após um motorista do aplicativo Uber, contratado para socorrê-lo, abandoná-lo na rua. O animal doente estava no bairro Barreiro, em Belo Horizonte (MG), quando foi encontrado pela supervisora de call center Liamara Silva, de 28 anos, na última segunda-feira (15). Comovida com o sofrimento do gato, ela entrou em contato com o técnico em zootecnia e diretor da ONG Aliança Pró Via Animal (Aprova), Arley Ferreira Fulco, de 38 anos, que indicou que ela contratasse um motorista para que ele levasse o animal até o Pet Shop Ebenézer, na rua Tupã, 55, no bairro Lagoa Azul, em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Foto: Arley Fulco/Divulgação

Devido a um erro de digitação, o motorista foi levado pelo aplicativo até o número 555, onde abandonou o gato, sem se preocupar em tentar descobrir a localização correta da clínica veterinária. O animal foi deixado sob forte chuva. As informações são do portal O Tempo.

Ao telefonar para o motorista, Liamara soube do abandono e avisou os funcionários da clínica, que, com a ajuda de clientes, procuraram o gato, que foi encontrado morto.

Arley conta que Liamara entrou em contato com ele por volta das 13 horas. “Ela disse que havia um gato caído do lado de fora da empresa, mas eu disse que estava em Belo Horizonte. Então, eu a pedi para que encaminhasse o animal para a clínica em Ibirité, para que o mesmo recebesse atendimento do veterinário. Eu falei que buscaria o animal na clínica assim que voltasse para Ibirité, ou a clínica o levaria de carro a minha casa”, contou Arley. Segundo ele, Liamara não poderia sair do serviço para socorrer o gato por conta própria, mas ligou para a clínica e combinou a entrega do animal. “Ela chamou o Uber, botou o endereço da clínica e pagou pela corrida. O percurso seria de apenas 15 minutos. Mas, depois de 30 minutos, o animal ainda não havia sido entregue”, completou.

“Liamara me telefonou preocupada. Depois, ela ligou para o motorista do Uber e foi informada por ele que o número da clínica estava errado e que ele havia largado o animal próximo ao número 555. Agora, eu pergunto: se fosse uma televisão de 50 polegadas ele deixaria na rua?”, questionou.

De acordo com Arley, o motorista deveria ter telefonado para Liamara e informado que não havia encontrado a clínica. “Como a corrida já estava paga, simplesmente largou o animal na rua, como se fosse lixo, e foi embora”, lamentou. “No dia, estava caindo um chuvão. Com muito custo, acharam o animal. Mas, ele já estava sem vida”, acrescentou.

Morto, o corpo do gato foi levado para a clínica para que um laudo fosse feito. “O animal já estava em estado de choque. Dois minutos a mais, ou a menos, fariam muita diferença. Ele poderia ter sido salvo”, disse.

Segundo Arley, uma reclamação foi feita à Uber e a resposta foi que o “objeto” de Liamara não havia sido encontrado. “É crime abandonar o animal. Se o gato não poderia ter ido sozinho de Uber, o motorista tinha que ter falado. O motorista também deveria ter voltado com o gato para a empresa onde a funcionária contratou a corrida”, reclamou Arley, que citou ainda leis de proteção animal, como a de Crimes Ambientais (9.605/1998) e a Lei Estadual (22.231/2016).

O técnico em zootecnia disse que vai buscar o laudo na clínica veterinária para registrar um boletim de ocorrência. “Vamos entrar com um processo contra a Uber para que isso não venha a acontecer de novo. Um absurdo”, explicou.

A Uber, por sua vez, disse lamentar profundamente o caso e lembrou que abandono de animais é crime. “A Uber não é conivente com esse tipo de conduta”, afirmou a empresa, que disse também que “o serviço do aplicativo é de intermediação para o transporte de pessoas, não sendo apropriado para o transporte de animais desacompanhados.”

Polícia investiga morte de cadela por atropelamento em Minas Gerais

O caso de uma cadela que morreu após ser atropelada está sendo investigado pela Polícia Civil em São João del Rei, no estado de Minas Gerais. A tutora do animal conta que estava na calçada, no bairro Fábricas, quando um veículo com a inscrição de um supermercado foi na direção dela e atropelou a cadela. O caso aconteceu no último sábado (13).

Foto: Arquivo Pessoal

A Secretaria da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil afirmou, em nota, que o delegado Luiz Carlos Pereira irá desmembrar o procedimento e que, além de maus-tratos animais, consta na ocorrência crimes de agiotagem e lesão corporal. As informações são do G1.

A tutora da cadela apresentou à polícia um atestado médico, pois também ficou ferida. Ela alega que o responsável por atropelar o animal cumpre pena em regime aberto, mas isso ainda não foi confirmado pelas autoridades. O homem será intimado a depor na delegacia. O G1 tentou entrar em contato com ele, mas não obteve sucesso.

Após o atropelamento, a mulher acionou a Polícia Militar e informou aos policiais que o proprietário de um supermercado da cidade deu marcha ré em um veículo e atropelou a cadela. Em seguida, ela foi perguntar ao motorista o que estava acontecendo. Segundo a vítima, o homem abriu a porta de forma brusca e disse que queria que ela pagasse os R$ 300 que deve a ele.

A polícia tentou rastrear o veículo, mas não teve êxito. Não foi possível, também, ir até o supermercado, porque ele já estava fechado. Os agentes, então, orientaram a mulher sobre as providências que deveriam ser tomadas.

Galinha é salva após ficar 3 dias presa entre duas paredes em Ibirité (MG)

Uma galinha ficou presa entre duas paredes por três dias em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros, numa ação que durou uma hora. O acidente aconteceu no bairro Durval de Barros. O local em que o animal estava preso tinha menos de 50 centímetros.

Foto: Corpo de Bombeiros de MG/Divulgação

Como ficou dias sem receber água e comida, a galinha estava visivelmente debilitada no momento do resgate. O caso indignou o pedreiro Daniel Machado, que chamou os bombeiros.

“É uma sacanagem deixar a bichinha lá. Se não tem amor ao animal, porque que cria? Judiação”, disse Daniel, que mora em frente à casa do tutor da galinha, que não foi encontrado para comentar o caso.

Foi a primeira vez que o sargento Gleison de Freitas Minelli, há 29 anos no Corpo de Bombeiros, resgatou uma galinha. As informações são do portal G1.

“Já participei de resgate de cachorro, de gato. A gente estava no pelotão, no nosso dia-a-dia, à espera dos chamados. Foi aí que veio esse resgate da galinha. A gente achou estranho, mas fomos cumprir com o nosso dever”, disse Minelli, que participou da ação com o Cabo Milagre e o Cabo Bosque.

Foto: Corpo de Bombeiros de MG/Divulgação

Para salvar o animal, os bombeiros tiveram que tirar três tijolos do uro da marcenaria vizinha. “Eu até me prontifiquei a consertar a parede. Mas deixar ela lá é uma sacanagem”, disse o pedreiro.

Viva, porém faminta, a galinha foi retirada do local. “Os tutores não apareceram. Um senhor chegou e disse que a entregaria para os tutores. Aí fomos embora”, contou Minelli.

Daniel também não sabe o que aconteceu com a galinha, pois teve que trabalhar e, por isso, não conseguiu acompanhar o final do resgate. O medo, agora, é que ela tenha caído em mãos erradas que possam mata-la, já que na mesma rua onde ela foi resgatada há um matadouro de aves.

“Espero que ela esteja bem. Sofreu muito”, disse Daniel.

Um cão e três gatos buscam adoção após morte de tutor em Belo Horizonte (MG)

Um cachorro e três gatos estão à procura de novos lares em Belo Horizonte (MG). O tutor deles morreu recentemente e eles foram levados para um lar temporário. No entanto, os animais não poderão ficar por muito tempo onde estão e, por essa razão, buscam novos tutores com urgência. Todos estão vacinados e castrados.

Eles eram tratados com muito amor e carinho pelo tutor e precisam encontrar agora alguém que cuide deles com a mesma dedicação e nunca os abandone ou os negligencie.

Interessados em adotá-los devem entrar em contato com a pessoa responsável por eles através do WhatsApp no número 31 988419430.

Em prol dos animais, lei proíbe fogos barulhentos em Araguari (MG)

Um projeto de lei que proíbe a queima de fogos de artifício barulhentos foi sancionado em Araguari (MG). De autoria do vereador Jander Patrocínio (PSB), a lei foi publicada no Correio Oficial. O objetivo é proteger os animais, que sofrem com o barulho dos fogos, e também pessoas idosas e bebês. A lei passará a ser aplicada em 2020, com multa para reincidentes na infração.

(Foto: Pixabay)

No dia da votação do projeto, o parlamentar levou cachorros ao plenário para tentar conscientizar os demais vereadores a respeito do estresse que o barulho dos fogos causa neles devido à audição mais aguçada. Jander lembrou também do sofrimento dos autistas.

“As pessoas com autismo têm muitas dificuldades. Com barulho intenso precisam de acompanhamento”, afirmou o vereador. As informações são do portal G1.

O vereador lembra que a lei não impede o uso de qualquer explosivo, apenas os barulhentos. Sendo assim, os fogos com efeitos visuais, sem estampidos, permanecem liberados, assim como os que produzem pouca intensidade de barulho.

De acordo com a medida, os fogos exclusivamente do tipo colorido, com baixo impacto sonoro, poderão ser usados em comemorações esportivas e religiosas, festas juninas e similares, desde que, em nenhuma hipótese, ultrapasse o tempo máximo de duas horas, com intervalos mínimos.

A lei, segundo o prefeito Marcos Coelho, atende a recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirma que sons com mais de 55 decibéis podem estressar e prejudicar a saúde. Os que estão acima de 85 decibéis podem causar perda da audição, especialmente acima de 120 decibéis. Os fogos de artifício com estampidos ultrapassam 150 decibéis.

Punição

Em caso de descumprimento da lei, a Polícia Militar Ambiental comparecerá ao local de soltura dos fogos e aplicará uma advertência. Em caso de reincidência, será aplicada multa de R$ 1 mil por cada fogos usado.

O dinheiro arrecadado será direcionado ao Conselho Municipal de Proteção aos Animais. “Até que a lei passe a valer, estamos trabalhando na conscientização”, completou Jander.

Cadela precisa encontrar um lar para não voltar pra rua em Itajubá (MG)

A Mel foi abandonada recentemente perto da Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá (FEPI), no município de Itajubá, em Minas Gerais. Passou fome, sentiu frio, mas foi resgatada para que não acabasse tendo filhotes, já que estava no cio e cinco cachorros tentavam cruzar com ela. Será castrada nos próximos dias e está à procura de um tutor. Caso não seja adotada, voltará a viver na rua.

Interessados em adotá-la devem entrar em contato com Karen Thalita através do Facebook.