Caso raro: gato diagnosticado com raiva morre no interior de MG

Um gato morreu após ser contaminado pela raiva em Itaú de Minas (MG). O diagnóstico veio dias após a morte do animal. Antes disso, a tutora havia encaminhado o gato para uma clínica veterinária ao notar que ele estava agressivo, salivava em excesso e tinha dificuldades de locomoção – mas o animal foi liberado pelo veterinário e voltou para casa, sem diagnóstico fechado.

A mulher, que foi arranhada pelo gato, e o marido dela, que teve contato com a saliva do animal, receberam medicação. O caso é acompanhado pela prefeitura. Casos de raiva em gatos não eram registrados na cidade há mais de 16 anos. Na capital do estado não há registro da doença em gatos desde 1984 e último caso notificado em cães foi em 1989.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

“O gatinho faleceu em 19 de junho e as amostras de sangue foram enviadas ao Instituto Mineiro de Agropecuária. É raríssimo aparecer casos de raiva em felinos, há mais de dezesseis anos não temos um aqui. Para tentar resolver, fechamos o cerco na zona rural. O protocolo pede que todos os animais da região onde o animal morreu sejam presos por dez dias, para observamos o comportamento”, explica Maria Pimenta de Jesus, coordenadora do Programa de Saúde da Família e do Pronto Socorro Municipal de Itaú de Minas, em entrevista ao portal O Tempo.

Todos os animais da região onde o gato vivia receberam novas doses da vacina contra raiva. Um cachorro que vivia na zona rural também apresentou quadro sintomático semelhante ao da raiva. “Os moradores prenderam o animal para vigiá-lo, mas ele acabou fugindo nesse fim de semana. Nós achamos que o cachorro já deve ter morrido”, comenta Pimenta.

De acordo com a coordenadora do programa, o gato não foi vacinado na última campanha. “A tutora nos contou que ele ainda não tinha 90 dias quando aconteceu a campanha e animais com menos de três meses não podem receber a dose. Depois que passou a campanha, ela não procurou a rede privada para vaciná-lo. Às vezes passa despercebida a necessidade da prevenção, as pessoas às vezes acham que, por não haver muitos casos da doença, ela foi erradicada”, explica.

O fato de poucos gatos apresentarem a doença não significa que eles são mais resistentes a ela, segundo a professora de doenças virais da escola de Medicina Veterinária da UFMG, Maria Isabel Guedes. “Nós temos um bom controle da raiva urbana graças a uma taxa de cobertura vacinal acima de 80% nos últimos anos. É o sucesso da campanha de vacinação que garante a diminuição da transmissão da raiva nos municípios”, afirma.

Segundo ela, é preciso que a vacinação continue sendo realizada anualmente. “Estamos vendo um aumento no aparecimento de casos de morcegos no ambiente urbano, morcegos que se alimentam de insetos e de néctar que podem transmitir o vírus da raiva. Pode acontecer de o morcego se infectar e cair morto ao chão. Assim, cães e gatos por instinto podem querer brincar com ele e mordê-lo. Se o animal não estiver vacinado, ele pode vir a óbito”, comenta.

Morcegos hematófagos – que se alimentam de sangue – transmitem a raiva nas zonas rurais ao morder bovinos e equinos. “A raiva é invariavelmente fatal. Se o vírus chega ao sistema nervoso central, o ser humano ou o animal vem ao óbito. Existe apenas dois casos na literatura médica brasileira de pessoas que sobreviveram ao vírus”, alerta a professora.

“No início da doença, o animal apresenta alterações em seu comportamento. Se era mansinho, pode se tornar mais agressivo, atacar pessoas. Ele também apresenta salivação extrema e começa a espumar mesmo, dificuldade respiratória e falta de apetite. Mais para o final, o animal apresenta muita confusão mental e dificuldade para se locomover, muitos não conseguem mesmo andar”, explica Guedes.

É importante, portanto, vacinar os animais e levá-los para o veterinário caso sintomas apareçam. No caso dos morcegos encontrados mortos, a recomendação é acionar o Centro de Controle de Zoonoses para recolhê-los.

“O animal deve ser vacinado anualmente e, no caso dos filhotes, é preciso que estejam protegidos já aos quatro meses de vida. É importante que as pessoas se lembrem que não estamos livres da doença”, defende Guedes.


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Cão resgatado adota potrinho recém-nascido órfão

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

Com apenas 9 dias de vida, um potrinho chamado Tye perdeu sua mãe. Mas naquela mesma noite ele ganhou um amigo inesperado – um cão da raça pastor australiano chamado Zip.

Embora todos dividissem o mesmo lar, Zip nunca mostrou muito interesse em seus irmãos cavalos. “Sempre há potros nascendo por aqui todos os anos, ele dava uma espiada rápida para a porta do local onde ficam os animais e apenas olhava para eles e se afastava”, disse Karla Swindle, a mãe de Zip, ao The Dodo.

Mas naquela noite fatídica em março, era como se o cão resgatado, de 5 anos, soubesse que ele era necessário naquela situação.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

A mãe de Tye ficou doente dias após o parto e, apesar do tratamento, ela rapidamente piorou. Quando as coisas pareciam mais tristes para a mãe e o bebê, Karla permaneceu ao lado deles. Como sempre, o Zip acompanhava sua tutora.

“Eu passei a noite toda no celeiro cuidando do cavalo recém-nascido e da mãe, esperando que com minha presença eu pudesse ajuda-la,” Karla disse. “Zip ficou comigo no canto do celeiro a noite toda – o potro estava deitado no ali no cantinho, e ele apenas ficou lá ao lado do potrinho”.

“Ele estava choramingando e ganindo”, acrescentou Karla. “Você poderia dizer que Zip sabia que algo estava errado naquela noite.”

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

Na manhã seguinte, Tye perdeu sua mãe, mas ele não estava sozinho.

Zip insistiu em ficar o tempo todo ao lado do cavalo recém-nascido, confortando o pequeno animal com sua presença. Quando Zip estava por perto, Tye estava relaxado e feliz. “Pareceu-me que o potro sabia que o cão estava tentando ajudá-lo”, disse Karla, “o que é tão bonito e comovente de se ver”.

Por seis semanas, Zip não deixaria Tye fora de sua vista. Sempre que Karla ia alimentar o potro, Zip era o primeiro na fila para saudar o pequeno cavalo. “Toda vez que eu ia para o celeiro, Zip corria e ficava na frente da porteira esperando que eu chegasse lá”, disse Karla. “Ele me batia e chegava primeiro ao celeiro primeiro todas as vezes”.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

“Assim que eu abria a porta, ele quase me derrubava antes que eu pudesse entrar”, ela acrescentou. “Se o potro estivesse deitado, ele ia até lá e deitava a cabeça nele carinhosamente”.

Com o passar dos meses, Tye engordou rapidamente, tornando-se um jovem e saudável cavalo – em parte graças ao pai adotivo.

Agora, Tye passa a maioria dos dias no pasto com sua irmã mais velha, que está ensinando-lhe os prós e contras de ser um cavalo. E enquanto Zip ainda acompanha Karla até o celeiro, ele não implora mais para ir ao estábulo para ver Tye.

“O potro está um pouco rude agora”, disse Karla, “exaltado, tentando brincando, então Zip meio que fica longe dele agora”.

Foto: Facebook/Karla Swindle

Foto: Facebook/Karla Swindle

O pai orgulhoso entende que Tye precisa testar sua independência, e isso não torna o relacionamento deles menos especial.

“Você pode ter certeza que quando o potro precisava do Zip, o cão estava lá para ele o tempo todo”, disse Karla. “E agora que Zip sabe que o potro está bem, então eles seguiram caminhos separados”.

Mas parece que o pequeno cavalo abriu um espaço no coração do cachorro mais velho – espaço que ele já encheu com outro bebê.

“Ele ama minha neta”, disse Karla. “Sempre que ela vem aqui, ele vai diretamente para ela. Ele a trata como ele fez com o potro. Ele só gosta de estar perto dela”.

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Alpinista resgata dois filhotes de urso órfãos presos em árvore de mais de 20 m de altura

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

Imagens mostram momento comovente em que dois filhotes de urso órfãos são resgatados depois de ficarem presos no topo de uma enorme árvore de abetos no deserto canadense.

Os filhotes ficaram assustados após sua mãe ter sido morta por um veículo e correram até a árvore de 70 pés (cerca de 20m), onde os bebês ursos permaneceram presos por três dias.

Voluntários da Northern Lights Wildlife Society, em Smithers, na Colômbia Britânica (Canadá), contaram com a ajuda do alpinista local Stephen Bot, que destemidamente escalou a árvore para alcançá-los no topo.

No vídeo, os ursos assustados, um menino e uma menina, são vistos após o resgate em uma gaiola de metal com etiquetas (de identificação) nas orelhas.

Bot é então visto subindo na árvore para alcançar os ursos, um dos quais parece mostrar a língua para ele.

Os pequenos ursos estão assustados e amontoados um em cima do outro sobre em um aglomerado de galhos frágeis.

Uma sucessão de fotos mostra os ursos, que foram sedados antes de serem carregados, sendo retirados da árvore por Bot.

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

Embora não seja mostrado nas filmagens, ele as coloca em uma mochila nas costas antes de descer de volta.

Uma vez em segurança e já no chão, os ursos sedados são vistos com os olhos abertos e a língua para fora enquanto os voluntários os tratam e marcam suas orelhas para que possam ser identificados no futuro.

“Esses pequenos filhotes não vão descer por vontade própria, eles nem sabem como fazer isso”, disse Angelika Langen, que administra a Northern Lights Wildlife Society, com seu marido Peter.

Eles apenas se amontoaram um no outro, completamente apavorados.

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

“A árvore era enorme, tinha de ter entre 20 e 30 metros de altura, estávamos todos preocupados com a segurança de Stephen, estávamos gritando para que ele tomasse cuidado e não se colocasse em perigo também”.

“Nós até brincamos que precisaríamos de um helicóptero, enquanto ele estava lá em cima a uma altura tão vertiginosa se arriscando para salvá-los”.

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

“Foi uma coisa maravilhosa ver toda a comunidade se unir para ajudar esses filhotes”.

Os ursos foram finalmente trazidos de volta à segurança, o incidente ocorreu perto de Cecil Lake, British Columbia, em 15 de maio de 2019.

“Eu estava tão feliz de tê-los seguros e salvos no chão”, disse Angelika.

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

Os ursos serão atendidos pelo serviço de resgate da vida selvagem até que tenham idade suficiente para se defenderem na natureza, quando serão reinseridos em seu habitat natural.

Eles então serão libertados “ainda selvagens” perto de onde foram encontrados, mesma região.

Foto: Darcy Shawchek

Foto: Darcy Shawchek

A bem-sucedida e arriscada missão de resgate foi filmada por Darcy Shawchek, 44 anos, fotógrafo e cinegrafista profissional que vive em Fort St. John, também em British Columbia.

“Foi incrível assistir, esses filhotes escolheram uma das árvores mais altas da região para ficarem presos”, disse ele feliz com o resultado do resgate.

Gata idosa morre após ter sido atacada com spray de tinta

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Uma gata idosa morreu depois de agonizar durante três dias, após ter sido atingida com spray de tinta à prova d’água por um torturador de animais covarde e desumano que já atacou três vezes nos últimos dias.

Miggeli tinha 13 anos e era um alvo fácil para o torturador de gatos que supostamente já havia abusado de vários outros animais domésticos na região de Biel-Benken, no noroeste da Suíça.

Acredita-se que o agressor quebrou a mandíbula de um gato e raspou a pele de outros dois na área nas últimas semanas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

A tutora de Miggeli, Sina Kunz, disse ao Daily Mail: “Seu corpo inteiro e especialmente seu rosto foram borrifados com tinta amarela à prova d’água, ela estava irreconhecível”.

A gata morreu três dias depois de entrar em estado de saúde crítico e nunca mais se recuperar.

Kunz acrescentou que estava convencida de que um torturador de gatos que vem fazendo vítimas felinas na área era responsável pelo ataque e denunciou o incidente à polícia.

Outros incidentes envolvendo abuso de animais que foram denunciados incluem um ataque envolvendo um gato do sexo masculino de um ano de idade chamado Gringo, que havia tido to seu pelo raspado e além de ter sua mandíbula e pernas quebradas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Seu tutor em choque disse que parecia que as pernas tinham sido quebradas coma ferramenta de construção tipo um alicate.

Uma gata de seis anos de idade chamada Haxli também foi encontrada com a maior parte de seu pelo raspada, e suas garras e bigodes cortados.

Um veterinário que a examinou disse que a pele parecia ter sido cortada por uma tesoura e depois raspada com algum tipo de navalha.

O veterinário disse à mídia local: “Uma pessoa normal não faria algo assim. Acho que quem fez isso realmente precisa de ajuda psicológica séria”.

Um porta-voz da polícia disse que o departamento estava investigando se os três incidentes tinham ligação, embora tenham notado que o ataque fatal com tinta aconteceu a cerca de 7 quilômetros de onde os dois gatos foram raspados.

Após ser privada da liberdade por 8 anos, baleia morre no Sea World

Baleia-piloto Fredi em cativeiro | Foto: Sea World

Baleia-piloto Fredi em cativeiro | Foto: Sea World

A baleia-piloto que foi resgatada e realocada em um parque do SeaWorld após encalhar nas ilhas Florida Keys, no sudeste dos Estados Unidos oito anos atrás, morreu no último final de semana.

Responsáveis pelo SeaWorld Orlando publicaram no blog do parque a informação de que a baleia classifica como NOAA 301, mais conhecida como Fredi, morreu no sábado após uma longa luta contra uma doença infecciosa.

Fredi era parte de um encalhe coletivo de 23 baleias-piloto em 2011 perto de Cudjoe Key, na Flórida. Treze dessas baleias morreram.

Oito baleias, incluindo Fredi, foram inicialmente salvas e resgatadas após o incidente. Fredi foi considerada incapaz de ser libertada de volta à vida selvagem devido à sua pouca idade, então acabou sendo transferida para o Sea World Orlando.

Duas das oito baleias resgatadas foram tratadas e devolvidas à natureza.

“A baleia-piloto, NOAA 301, tinha problemas de saúde desde que foi resgatada”, escreveu o Sea World em seu blog.

“Através de um exame físico e amostras de outros exames de diagnóstico, os veterinários descobriram que ela tinham uma infecção. Apesar dos cuidados recebidos, a sua saúde e qualidade de vida continuaram a diminuir acentuadamente.

O resgate das baleias encalhadas nas ilhas Keys em 2011 levou dois meses para ser concluído

O jornal Orlando Sentinel relata que Fredi foi a segunda baleia morta no parque de Orlando este ano. Kayla, uma orca de 30 anos, morreu de causas desconhecidas em janeiro.

Fredi com outras baleias em cativeiro | Foto: Sea World

Fredi com outras baleias em cativeiro | Foto: Sea World

O SeaWorld tem passado por uma crescente e detalha investigação de ativistas pelos direitos animais nos últimos anos, em parte devido à divulgação do documentário “Blackfish”, que conta a história de uma orca que matou seu treinador no parque temático.

Já é do conhecimento público, graças a essas e outras iniciativas, que manter golfinhos e baleias em cativeiro é prejudicial para esses animais inteligentes.

O Sea World vem tendo quedas contínuas na audiência dos shows, são anos de queda nas vendas de ingressos depois que o documentário “Blackfish” foi lançado, de acordo com o Orlando Sentinel.

Em 2018, o Sea World pagou 5 milhões de dólares em multas para liquidar um S.E.C. processo alegando que a empresa enganou os acionistas sobre o impacto que o “Blackfish” teria em no desempenho financeiro do parque, de acordo com o New York Times.

Cão espera por tutor na porta de hospital sem saber que ele morreu

Foto CEN/Twitter

Foto CEN/Twitter

Um cão labrador ficou deitado do lado de fora de um hospital na Argentina por mais de uma semana, esperando que seu tutor voltasse, sem saber que ele havia morrido.

O cão de seis anos de idade, chamado Totó, teria ficado do lado de fora da porta do Hospital Pablo Soria, na cidade de San Salvador de Jujuy, segundo informações do jornal Daily Mail.

A mídia local relata que Totó vivia com seu tutor, que pediu que o cão fosse levado ao hospital para que ele pudesse se despedir dele.

Mas os parentes do homem se “esqueceram” de levar Totó embora e ele ficou na porta do hospital esperando por seu amigo.

Fátima Rodriguez, membro de uma ONG local de proteção animal, disse que está procurando um novo lar para Totó e avisou que “a pessoa que o adotar precisa ter uma casa cercada”, segundo ela, há um risco muito alto do cão escapar para voltar ao hospital para esperar por seu tutor”.

Relatos afirmam que o cão foi atendido por um veterinário da região e precisará passar por cirurgia em uma das patas. O cão também será castrado.

A mídia local relata que Totó é um cão gentil e doce e é amigável com todos que acariciam.

Um morador local que está ajudando a cuidar do cão disse que ele “parece acreditar que algum dia seu tutor vai sair por aquela porta levá-lo para casa”.

Não se sabe do que tutor do cachorro morreu.

Cães, assim como os demais animais, são seres sencientes: amam, sofrem, compreendem o mundo ao seu redor e reagem a situações de dor com tristeza e abatimento. Como Totó ao esperar indefinidamente por seu amigo que jamais voltaria.

Capazes de criar laços duradouros e responder com lealdade e coragem quando enfrentam situações adversas que envolvam seus entes amados, não são poucos os casos em que eles dão a vida por seus tutores ou os acompanham na morte, como os cães que se recusam a deixar os túmulos de seus donos em cemitérios.

Casos no Brasil

Apenas para citar alguns exemplos de amor incondicional, temos os casos noticiados pela ANDA sobre cães que fizeram plantão na porta de um hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí (SP), esperando pelo morador de rua, seu tutor; há outro caso, dessa vez ocorrido no Paraná, onde seis cães esperaram em frente a um hospital, até que seu tutor, também morador de rua, retornasse e por fim a história se repete em Santa Catarina: quatro fiéis cãezinhos (foto) permaneceram esperando ansiosos pelo retorno de seu tutor na porta do hospital onde ele precisou de atendimento.

Foto: Ana Cristina Mamfrim / Diário do Cotidiano

Foto: Ana Cristina Mamfrim / Diário do Cotidiano

Seres humanos poderiam aprender muito com os animais, os casos acima são lições de lealdade, fidelidade e amor incondicional.