Tutores de cão denunciam policial por matar o animal após se incomodar com latidos

Tutores de Hulk, um cachorro da raça boxer, denunciam um caso de violência que levou o animal à morte. Segundo eles, o cão foi morto a tiros na terça-feira (13) em Belém (PA) após latir no portão da casa de um policial militar que, irritado com os latidos, atirou nele.

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no bairro Cabanagem e foi denunciado por meio de um boletim de ocorrência.

O relato dado à polícia indica que o policial se irritou com os latidos e atirou três vezes contra Hulk. A assessoria de imprensa da PM não se pronunciou sobre o caso até a publicação desta notícia.

A tutora do cachorro disse que o filho, de 14 anos, passeava com o cão na rua quando os dois passaram em frente à casa do policial. Segundo ela, os cães do PM latiram de dentro de casa e Hulk se aproximou do portão.

“Ele (o atirador) deu o primeiro tiro de dentro da casa dele e mandou meu filho se afastar. Ele gritava pra não matarem o cachorro, mas aí ele veio e deu mais dois tiros”, afirmou.

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial não estava fardado. Após matar o cão, ele teria puxado o corpo para manchar de sangue o espaço de dentro da casa, de acordo com a denúncia. Vizinhos teriam visto a ação do militar.


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Homem mata cão com golpe de foice após animal comer galinha no Paraná

Um homem de 70 anos foi detido na segunda-feira (12) após matar um cachorro com golpes de foice em Ponta Grossa (PR). Ele afirmou, segundo a Guarda Municipal (GM), que o animal era da família e foi morto porque estava comendo galinhas que vivem na propriedade da irmã dele.

Imagens registraram a agressão (Foto: Guarda Municipal/Divulgação)

A Guarda Municipal foi acionada pela filha do acusado e um boletim de ocorrência foi registrado. As informações são do G1.

Ao chegar no local, os guardas descobriram que o cachorro já havia sido enterrado. O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Ponta Grossa e foi liberado após prestar depoimento.

Aos policiais, o homem contou que não conseguia ter um cachorro que matava galinhas porque gastou dinheiro para tê-las. De acordo com a Polícia Civil, o acusado demonstrou que não sabia que matar o cão era errado. Ele responderá pelo crime de maus-tratos a animais.

Por meio de rede social, o prefeito Marcelo Rangel (PSDB) afirmou que a Prefeitura de Ponta Grossa vai autuar o homem por crime ambiental.

A Guarda Municipal informou que 193 casos de maus-tratos foram registrados em 2019 na cidade.


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Caçadores celebram e se parabenizam mutuamente após matar leão

Imagens recentemente divulgadas nas redes sociais mostram um grupo de caçadores se cumprimentando com “tapinhas nas costas” e elogiando um ao outro depois de caçar e matar um leão em conjunto.

O leão foi morto quase que imediatamente quando foi baleado à queima-roupa enquanto avançava em direção ao grupo de caçadores. O vídeo foi compartilhado pela namorada do primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e também ativista anti-caça Carrie Symonds.

Ela disse: “Desculpe por compartilhar um vídeo tão angustiante no #WorldLionDay (Dia do leão). Não há qualquer justificativa ou desculpa para tal crueldade. Acredita-se que existam apenas 20 mil leões deixados em liberdade. Nós precisamos agir”.

“Você pode imaginar os caçadores do vídeo lutando contra esses animais majestosos sem precisar se esconder atrás de uma rocha e sem precisar usar uma arma enorme?”

“Claro que não. É por isso que não é apenas cruel além de tudo que se possa imaginar, mas “tão covarde que assusta”.

As pessoas responderam ao vídeo, criticando o assassinato sem sentido do leão, que é classificado como uma espécie “vulnerável”.

Um usuário disse: “Qual é o sentido de matar um leão? Eu nunca entendi como se pode ter prazer em prejudicar ou matar animais apenas por diversão. Essas pessoas estão doentes”.

Outro disse que os caçadores representam uma “mancha em nossa sociedade” antes de os identificar como “psicopatas selvagens e bárbaros que matam belos animais por diversão”.

Foto: Twitter/James Melville

Foto: Twitter/James Melville

“Não há desculpa para a crueldade da caça ao troféu”.

“Mas como eu sempre digo, agora coloque-os desarmados e nus na savana e veja o que acontece. O justo é o justo, afinal”.

De acordo com o Daily Mirror, a agência ProStalk de Derek Stocker oferece aos ricos britânicos a chance de matar uma variedade de diferentes espécies africanas, incluindo babuínos, girafas, elefantes e macacos.

As pessoas podem caçar troféus na África do Sul, Namíbia e Zimbábue, com preços os variando de £ 47 (cerca de 225 reais) para macacos a £ 6,422 (em torno de 30 mil reais) para um hipopótamo.

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Proposta prevê liberação do aumento de porcos mortos nas fazendas de criação

Foto: Adobe

Foto: Adobe

As instalações e fazendas de criação de porcos nos Estados Unidos preparam-se para exceder o número de porcos que podem ser legalmente mortos por hora sob uma nova proposta de regulamentação.

O governo federal tem recebido as demandas de fazendas de criação em larga escala de porcos para reduzir o número de inspeções e remover os “limites de velocidade” possibilitando a morte de mais porcos por hora.

Atualmente, as fazendas e matadouros não podem exceder 1.106 porcos mortos por hora, pois os inspetores devem examinar os corpos dos animais e remover quaisquer peças que possam causar danos aos consumidores.

Os defensores da nova proposta argumentam que os porcos criados para o mercado de carne têm cerca de seis meses de idade e pesam 250 e são “geralmente saudáveis”, por isso não precisariam de inspeção.

Eles disseram ao New York Times que: “A eliminação das velocidades máximas acrescentaria flexibilidade aos cronogramas de produção das fábricas e aos níveis de pessoal”.

“Paradoxo”

Preocupações têm sido levantadas, particularmente sobre os efeitos que o aumento de velocidade poderia ter sobre os trabalhadores e a saúde pública, com pessoas argumentando que a nova proposta está “agindo para o benefício financeiro dos gigantes do processamento de carne”.

Foto: Philiplymbery

Foto: Philiplymbery

“O fato de que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) seja responsável pela segurança alimentar é um paradoxo”, disse Deborah Berkowitz, ex-oficial sênior da Administração de Segurança e Saúde Ocupacional.

“Os USDA sempre esteve ali para promover a indústria. Seu foco principal é aumentar os lucros do setor de frigoríficos e aves que eles regulam”.

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Ativistas protestam contra a temporada de caça de perdiz

Por Rafaela Damasceno

A última segunda-feira (12) marcou o início da temporada de caça de perdiz, que atrai muitos turistas, principalmente na Inglaterra e Escócia. A temporada dura 16 semanas.

Um homem segurando um perdiz morto. Ao seu lado está um cachorro

Foto: Press Association

Este ano, o Partido Trabalhista está pedindo uma revisão do “esporte” sangrento, influenciado pelas alegações de que ele é a causa de muitos danos ao meio ambiente.

Durante a caça às perdizes, os animais são direcionados até um campo aberto, onde são mortos quando tentam sobrevoar os caçadores. Antes da temporada, é necessário preparar o local, o que normalmente é feito queimando os campos de urze – planta que cresce em formato de arbusto, muito comum na Escócia.

Ambientalistas e ativistas em defesa dos direitos animais argumentam que os tiroteios, que conduzem os animais para a morte, são cruéis e deveriam ser banidos. Eles ainda dizem que predadores naturais, como raposas e arminhos, são mortos para manter o número de perdizes. Os ativistas ainda demonstraram preocupação com o desaparecimento de diversas aves de rapina nos últimos meses.

Os defensores da caça alegam que a queima proposital da urze diminui os riscos de incêndio acidental, além de criar um habitat ideal. A Sociedade Real de Proteção aos Pássaros (RSPB, na sigla em inglês) discorda. Para a RSPB, a prática é perigosa para o meio ambiente porque destrói o habitat e mata diversas aves de rapina.

“A obsessão de perseguir um número cada vez maior de perdizes é um desastre para as pessoas e para a natureza”, afirmou Martin Harper, diretor de conservação da RSPB. “As aves estão sendo mortas e os habitats queimados, liberando toneladas de gás carbônico no ar”, concluiu.


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Filhotes de tigre órfãos são acolhidos em reserva após sua mãe ser morta por caçadores

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

A dedicação ilimitada dos guardas florestais na Índia é demonstrada pela forma como eles lutam para conservar a população de tigres selvagens do país

Um dos cuidadores de animais da Reserva de Tigres de Bandhavgarh, Yogendra Singh, adotou dois jovens filhotes de tigres órfãos abandonados, Bhandhav e Bhandavi, cuja mãe deve ter sido morta por caçadores em busca de sua pele.

Os filhotes tinham apenas 10 dias de idade quando foram encontrados lutando contra o fio do inverno e a beira da morte, quando foram levados para a Reserva de Tigres de Bandhavgarh, no centro da Índia.

Como os filhotes não estão fora de perigo até os 180 dias de idade, Yogendra decidiu assumir o desafio de criá-los manualmente, levantar-se a cada poucas horas para alimentá-los e cuidar deles “como se fossem seus próprios filhos”.

Cenas comoventes mostram Yogendra cuidando dos bebês, brincando com eles e alimentando-os a cada duas horas, como é necessário uma vez que que os jovens tigres ainda estão vulneráveis.

E seus esforços parecem estar valendo a pena, já que uma contagem de números feita por conservacionistas, da população de tigres selvagens realizada a cada quatro anos mostra que eles finalmente subiram – para 700.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

A contagem, realizada pela Autoridade Nacional de Conservação do Tigre da Índia, é a primeira pesquisa totalmente científica da população de tigres indianos já realizada.

Seus resultados mostram que o número de tigres selvagens no país subiu de 2.226 há quatro anos para 2.967 – um aumento de 741. É entendido como o maior aumento no número de tigres na natureza desde que os registros começaram.

Um momento alegre capturado em vídeo mostra o Dr. Yadvendradev Jhala, do Instituto de Vida Selvagem da Índia, e cientista-chefe na contagem oficial de tigres, compartilhando as descobertas.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Ele exclama: “A população subiu! Nós não esperávamos isso, mas aconteceu, e isso é incrível. Eu acho que o aumento está nas áreas onde os números de tigres já eram altos. Isso é algo que é difícil para nós absorvermos”.

“Estávamos pensando que eles haviam atingido a capacidade máxima, mas muitas dessas áreas subiram e é isso que aumentou o número, basicamente.”

Martin, que acompanha a contagem, responde à notícia de que os números aumentaram, dizendo: “Eu tenho que dizer que quando cheguei aqui eu estava tão preocupado com o que a contagem iria revelar”.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

“Mas tendo visto o que está acontecendo, vendo os números, eu estou calmo e confiante, apesar de todos os desafios que este animal enfrenta, o tigre vai continuar a sobreviver aqui na Índia. Então eu posso ir para casa tranquilamente feliz”.

Acredita-se que atualmente existam menos de 4.000 tigres selvagens em todo o mundo, e a Índia abriga cerca de 60% dos que restam. Se os números da Índia caíssem este ano, poderia ter soado a sentença de morte para estes felinos que são um dos mais icônicos da natureza.

Caçadores de troféus, caçadores em busca de partes de corpo para tráfico e expansão humana básica devastaram todas as populações de tigres, acabando com os habitats em que eles vivem. Estima-se que o número de tigres no planeta tenha diminuído em mais de 95% no último século.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Atualmente, dois tigres são mortos a cada semana por caçadores, e muitas vezes seus filhotes são deixados órfãos para se defenderem na natureza, com poucos chegando à idade adulta.

Seguindo o trabalho de guardiões e cientistas nas belas paisagens da Índia, a Martin Hughes-Games acompanha a nova contagem do início ao fim, pois usa a mais recente tecnologia para determinar números.

Ele diz: “A Índia é um país que está se industrializando incrivelmente rápido. Existem estradas e linhas ferroviárias e indústrias em todos os lugares que você procura e, é claro, as necessidades humanas sempre virão antes das da vida selvagem. Assim, as populações de tigres estão sendo isoladas cada vez mais. Então está ficando mais difícil para o tigre sobreviver neste país”.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

As armadilhas fotográficas capturam mais de 30 mil imagens de tigres, suas listras, como impressões digitais, são usadas para identificar cada tigre individual, enquanto aplicativos especiais de mapeamento de telefones celulares e análise de DNA também são empregados.

Martin também explora o território dos tigres – e contá-los pode ser um negócio perigoso. Nos manguezais de Sunderbans, os tigres adaptaram-se para tornar-se mais leves e pisar “como se flutuassem”. Os guardas do parque podem facilmente ficar presos nos pântanos lamacentos e se tornarem presas. Mais de 30 pessoas morrem a cada ano como resultado de ataques de tigres de pântano.

Ele descobriu que em pelo menos um dos 50 parques de conservação da Índia, o tigre está tragicamente extinto, e só pode esperar que alguns dos outros parques tenham mostrado um crescimento nos números para compensar essas perdas.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special

Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Os caçadores furtivos geralmente capturam um tigre adulto pela sua pata em uma armadilha com mandíbulas de metal e, enquanto esta incapacitados, o tigre é então espetado pela boca e por trás, para evitar danificar sua valiosa pele. Mas os caçadores não estão apenas atrás da pele – há uma enorme demanda por produtos de tigre na China e no Sudeste Asiático.

Debbie Banks, da Environmental Investigation Agency, explica o apelo por alguns produtos de tigre.

Ela diz: “Quase toda parte do corpo do tigre infelizmente tem valor no mercado. As peles são usadas como decoração de luxo para colocar no chão, na parede, no sofá.

“É um mercado que atende àqueles que querem mostrar seu poder, sua riqueza e seu status. O osso do tigre é usado na medicina chinesa para tratar o reumatismo e a artrite, mas também é usado para fazer um vinho que “funciona” como um tônico de reforço ósseo.

“Muitas vezes o item é comprado como um presente de prestígio, se você quiser subornar um funcionário ou ganhar um contrato, você pode dar de presente uma garrafa de vinho de osso de tigre”.

“Em alguns lugares, é vendido como produto que estimula a virilidade. Já seus dentes e garras, são valorizados como itens de joalheria. Mais uma vez é tudo puro luxo. Não há absolutamente nenhuma razão essencial para que uma parte do corpo do tigre seja comercializada”.

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Coala órfão ganha bicho de pelúcia que simula ser sua mãe

Por Rafaela Damasceno

Recentemente, um bebê coala e sua mãe caíram de uma árvore de uma madeireira na Austrália. O filhote quebrou um dos braços e a mãe, infelizmente, faleceu. Ele foi levado ao Werribee Range Zoo, onde está recebendo tratamento.

Os coalas são marsupiais, ou seja, as fêmeas possuem uma pequena bolsa onde o filhote permanece até crescer e se desenvolver. O pequeno bebê tem apenas meio quilo e 150 dias, e ainda deveria estar na bolsa de sua mãe. Normalmente os filhotes nessas condições não têm uma grande taxa de sobrevivência sem suas mães.

Mas o bebê está lutando bravamente, mesmo com o mini-gesso que teve que ser colocado em seu braço (quebrado na queda da árvore). Um coala de pelúcia também foi dado a ele para simular sua mãe, já que vínculo e companhia são duas coisas muito importantes para coalas dessa idade.

O pequeno coala usando um gesso menor ainda e abraçado no coala de pelúcia

Foto: PR image

Frequentemente coalas resgatados são presenteados com brinquedos para ter um maior conforto e aprender a se pendurar como fariam se estivessem com suas mães.

Estima-se que o pequeno animal será liberado na natureza daqui um ano, quando estiver forte o suficiente para ser reintroduzido em seu habitat.


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Cachorro explorado pela PM para procurar vítimas morre em Ribeirão Preto (SP)

Uma briga entre cachorros matou Apache, um cão explorado pela Polícia Militar para busca de vítimas. O animal morreu na sexta-feira (9), em Ribeirão Preto, após ser mordido no pescoço. A morte aconteceu devido ao rompimento de uma artéria.

Foto: Reprodução/EPTV

O cachorro esteve envolvido nas buscas pelo menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que foi morto em novembro de 2013. O caso repercutiu nacionalmente.

Da raça bloodhound, Apache tinha 8 anos e tinha, enfim, se libertado da exploração promovida pela polícia no ano passado, quando foi adotado pelo treinador, o cabo da PM Ataíde Andrade dos Santos.

“O que o ocorreu foi inesperado, pois a gente espera que eles vão embora velhinhos. Mas, aí, acontece esse incidente, e é muito triste”, declarou Santos. O corpo do cachorro foi enterrado nas proximidades do canil no batalhão da PM em Ribeirão.

Exploração animal

Os cachorros do canil da Polícia Militar são explorados para benefício humano. Exploração, é importante frisar, independe de maus-tratos. Um animal não precisa ser maltratado para ser explorado, basta que ele seja forçado a realizar atividades anti-naturais em prol de terceiros, como aconteceu com Apache.

Cães da polícia são obrigados a aprender comandos anti-naturais para executá-los em benefício dos seres humanos. Muitos deles são colocados em situação de risco – como acontece em operações de combate ao tráfico. O faro aguçado desses animais existe para que eles usem esse faro para a própria sobrevivência deles, não para que isso seja visto como um item a ser desfrutado por humanos.

Animais existem por propósitos próprios e não podem ser tratados como objetos a serviço dos seres humanos.


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Ameaçados de extinção, cachorros-vinagre morrem atropelados em MS

Raros e ameaçados de extinção, dois cachorros-vinagre morreram após serem atropelados por um veículo na BR-262, no trecho entre os municípios de Aquidauana e Miranda, no Mato Grosso do Sul. O acidente aconteceu no sábado (10).

(Foto: Divulgação/Projeto Bandeiras e Rodovias)

Outros dois cachorros-vinagre, um filhote e um adulto, provavelmente da mesma família, foram encontrados próximo ao local do acidente por uma equipe do Projeto Bandeiras e Rodovias, que monitora atropelamentos de tamanduás-bandeira e outras espécies nas rodovias.

Mário Alves, representante do projeto, explica que há fazendas na região, o que ameaça o desenvolvimento dos animais. As informações são do portal G1.

A espécie é encontrada na América do Sul e em praticamente todas as regiões do Brasil, com exceção do Bioma Caatinga. No entanto, a aparição do animal é rara, já que ele está ameaçado de extinção.

Predominante marrom-avermelhada, o cachorro-vinagre pesa cerca de 5 kg e é bom nadador. Ele vive em gupos que podem variar de dois a 12 animais, nos quais apenas o casal dominante reproduz.


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Elefantes explorados por circo separados por 22 anos se reencontram

Imagem ilustrativa | Foto: Shutterstock

Imagem ilustrativa | Foto: Shutterstock

Dois elefantes do sexo feminino que foram explorados por um circo juntas, Shirley e Jenny, não haviam olhado um para o outro em mais de duas décadas. Quando as duas elefantas asiáticas finalmente ficaram cara a cara depois de todo esse tempo, a conexão entre elas foi imediata. A reunião das duas foi emocionante. Essa foi provavelmente a primeira vez que uma reunião emocional entre elefantes foi capturada em vídeo.

A reunião aconteceu na noite de 6 de julho de 1999, no The Elephant Sanctuary, no Tennessee, nos Estados Unidos. Fazia mais de duas décadas desde que Shirley e Jenny se conheceram no circo em um inverno de 1973. Na época, Jenny, uma elefantinha nascida selvagem em Sumatra em 1972, ainda era uma criança. Então, Shirley naturalmente assumiu o papel de mãe substituta para ela na nova e estranha terra.

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Costuma-se dizer que “um elefante nunca se esquece”. É verdade. Quando Shirley e Jenny finalmente se reuniram após 22 anos de separação, as velhas amigas estavam tão determinados a se abraçar que até mesmo amassaram as barras de aço, que as mantinham separadas.

Depois que os guardiões abriram os portões de aço, Shirley permaneceu ao lado de Jenny. O par foi visto tocando ums a outro com suas trombas. Com as trombas entrelaçadas, os gritos de excitação das duas podiam ser ouvidos.

Todos os repórteres, cinegrafistas e outros que tiveram a sorte de testemunhar este momento precioso foram tocados pela cena, com muitos derramando lágrimas – especialmente o guardião que cuidara de Shirley durante todos esses anos.

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Jenny veio para o Santuário de Elefantes em 1996, bastante doente, com cicatrizes sofridas por abuso no circo, de acordo com a Nature. Ela sofria de tuberculose. Além disso, ela tinha uma das pernas de trás aleijada causada por um elefante macho quando ela era explorada para reprodução na Hawthorn Corporation em Illinois, de acordo com o site The Elephant Sanctuary.

Shirley, que chegou ao santuário anos depois, em 1999, e ela talvez fosse a coisa mais próxima de uma família que Jenny jamais conheceria. Com Shirley ao seu lado, Jenny cencontrou algum conforto.

As velhas amigas frequentemente passam o tempo juntas com suas trombas enroladas uma na outra, tocando e, sem dúvida, relembrando juntas, após 22 anos de separação.

É incrível como os anos de separação não fizeram nada para diminuir sua forte amizade, como pode ser testemunhado em sua reunião no vídeo enviado pela EVOLVE Campaigns no YouTube.

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

“Tão surpreendentemente tocante – a história de Shirley e Jenny, dois elefantes aleijados reunidos no The Elephant Sanctuary no Tennessee depois de uma separação de 22 anos. A ligação foi imediata, intensa e inesquecível entre as duas ex-elefantas de circo ”, escreveu a EVOLVE Campaigns.

“É muito raro os elefantes exibirem esse tipo de emoção em cativeiro, e é provavelmente a primeira vez que isso é documentado em vídeo”.

A cena da reunião entre Shirley e Jenny já rendeu mais de 23 milhões de visualizações, emocionando os usuários das mídias sociais em todo o mundo.

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

“Esta é uma das coisas mais bonitas e tocantes que já vi”, comentou um usuário. Outro disse: “Eu sou um cara de 1,80m de altura e 70kg e estou chorando como um bebê por causa disso.”

“Esta é uma história tão linda e comovente. Eu também estou chorando. Uma amizade tão maravilhosa e que reunião” – comentou outro.

As duas elefantas viveram juntas até que Jenny adoeceu. Infelizmente, Jenny faleceu em 17 de outubro de 2006. Carol Buckley, a diretora executiva do santuário, descreveu como os últimos momentos de Jenny foram.

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

“No dia anterior à sua morte, Jenny tinha caído e ela não se levantou. Shirley ficou ao lado dela e insistiu que Jenny se levantasse. Jenny simplesmente não conseguia se levantar. Então Jenny se levantou, mas teve que se apoiar em Shirley para continuar”, disse Buckley, de acordo com a Nature.

“Se você olhasse para o rosto de Shirley, veria que ela sabia que Jenny estava morrendo. Jenny caiu no chão e Shirley entrou na floresta” – acrescentou Buckley.

Shirley ficou na floresta até que Jenny faleceu. Ela lamentou por dias após a morte de Jenny, recusando toda a comida. “Foi muito difícil para todos e especialmente difícil para Shirley. Toda a vida de Shirley girava em torno de cuidar do bebê Jenny. Era como uma mãe perdendo o bebê”, disse Buckley.

Felizmente, Shirley vive uma vida longa. Ela ainda está vivendo no Santuário de Elefantes no Tennessee, e em 6 de julho de 2019 celebrou seu 71º aniversário!

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Foto: The Elephant Sanctuary in Tenesse

Nascida na Sumatra em 1948, Shirley sobrevive à maioria dos elefantes asiáticos e é o terceiro elefante mais velho da América do Norte. “Shirley passou por tanta coisa em sua vida. É incrível a rapidez com que ela confia nas pessoas”, disse a Kaitlin Stocks, cuidadora responsável, ao Nashville Tennessean. “Ela emana amor e bondade.”

Como os humanos, os elefantes são capazes de uma gama de emoções, pensamentos complexos e sentimentos profundos. O amor e a amizade entre Jenny e Shirley é um testemunho disso. A bela ligação entre esses dois elefantes nos lembra como a vida é preciosa e que devemos respeitar e cuidar de nossos semelhantes neste planeta, pois eles também têm sentimentos.

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