Filhote de poucos dias sobrevive após a mãe ser atingida por flecha e morrer

Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Dois cangurus foram atingidos por flechas, um deles era uma mãe carregando um filhote em sua bolsa. Ela sofreu ferimentos tão graves que teve que ser sacrificada.

A Rede de Proteção à Vida Selvagem Macedon Ranges foi chamada após um canguru do sexo feminino ter sido flagrada com uma flecha no peito no sábado em Greenvale (Austrália), cidade localizada a uma hora a noroeste de Melbourne.

A entidade de não conseguiu pegar o animal ferido, voltando no dia seguinte para tentar capturar e tratar o animal quando encontraram um canguru diferente também ferido, um macho com uma flecha nas costas.

O canguru macho só sofreu ferimentos leves, mas recebeu um sedativo e foi levado para tratamento.

As autoridades de proteção à vida selvagem, temem que os criminosos tenham atirado em mais animais, equipes de resgate e salvamento, continuaram as buscas na área.

Canguru fêmea com flecha no peito | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Canguru fêmea com flecha no peito | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

A mãe canguru estava carregando um filhote que foi levado para ser cuidado do santuário da vida selvagem.

“É doentio e nos deixa incrivelmente tristes. Estes são atos deliberados e desnecessários de crueldade ”, disse Mel Fraser, da Macedon Ranges Wildlife Network.

Bebê canguru órfão | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Bebê canguru órfão | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

“Eu já estive envolvida em casos de flechas atingindo animais antes. Nossa equipe não é nova nisso, mas nunca fica mais fácil ”, disse ela.

O comportamento doentio e criminoso vem a tona apenas duas semanas depois de um canguru ser encontrado decapitado em Adelaide.

Outro canguru foi encontrado em Sydney com uma flecha na cabeça em dezembro do ano passado.

A polícia de Victoria disse estar conduzindo uma investigação sobre os ataques.

Canguru macho com flecha nas costas | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Canguru macho com flecha nas costas | Foto: Macedon Ranges Wildlife Network

Outro caso de mãe morta por flechada deixando filho órfão na Austrália

Também na Austrália, e vítima de uma flecha, um gambá do sexo feminino teve que ser sacrificado deixando seu filhote órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana.

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Gato é encontrado morto com sinais de facadas e de abuso sexual em MT

Um gato foi encontrado morto, com sinais de facadas e de abuso sexual, em uma casa em Rio Brilhante, a 163 quilômetros de Campo Grande, no estado do Mato Grosso. O caso aconteceu no bairro Pró Moradia XIV e é investigado pela Polícia Civil.

(Foto: Rio Brilhante em Tempo Real / Olimar Gamarra)

O corpo do animal foi encontrado pelos tutores, que chegaram de viagem e se depararam com uma das portas da residência arrombada e o local revirado. O gato estava morto em cima da cama. As informações são do portal Rio Brilhante em Tempo Real.

Ao lado do gato foram encontrados um preservativo e uma faca, usada para matar o animal. Ainda não há suspeito de ter praticado o crime de maus-tratos.

Outro caso

Não é a primeira vez que um crime brutal contra um animal é registrado em Rio Brilhante. Em janeiro, um jovem de 18 aos matou três cachorros a facada em sua casa.

No dia seguinte ao crime, o agressor se apresentou à delegacia e disse que matou os cães porque estava sob efeito de álcool. Ele prestou depoimento, foi multado pela Polícia Militar Ambiental em R$ 4,5 mil, mas foi liberado em seguida, já que o crime de maus-tratos é considerado de menor potencial ofensivo e, por isso, não cabe prisão.

De acordo com o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), casos de maus-tratos a animais silvestres, domésticos ou domesticados configuram crime e podem ser punidos com detenção de três meses a um ano, além de multa. Os criminosos, no entanto, costumam ter as penas substituídas, por exemplo, por prestação de serviços à comunidade.


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Ativistas socorrem cães com sinais de maus-tratos e mais de 100 carrapatos

Ativistas da causa animal socorreram três cachorros com sinais de maus-tratos e mais de 100 carrapatos em Bariri (SP). Segundo as ativistas, um dos animais não sobreviveu, pois estava bastante debilitado.

Os animais foram retirados de uma residência no bairro Jardim Santa Rosa, no fim da tarde de sexta-feira (31), após denúncia e levados para uma clínica.

Foto: Arquivo Pessoal

Segundo a presidente da associação Focinho Carente, Letícia Fanton Cantazini, que participou da ação, todos os animais apresentavam sinais de maus-tratos.

“Em cada um dos cachorros tinham mais de 100 carrapatos. O veterinário deu uma injeção com medicação, porque não tinha condições de retirar manualmente, eram muitos. Também estavam com sinais de desnutrição e muita sede”, conta.

Letícia contou ao G1 que ainda encontrou outros dois filhotes mortos no quintal e que entrou na residência com a ajuda da Polícia Militar. Os tutores dos animais negaram que os animais sofriam maus-tratos. No local, não foi encontrado bebedouro de água, nem vasilha com comida, informou a ativista.

Foto: Arquivo Pessoal

As duas cadelas receberam atendimento veterinário e foram levadas para um espaço onde funciona a sede da associação.

“Como fizemos o transporte no carro, depois tinha carrapato até no teto do veículo, nunca tinha visto tantos assim. O pior é que todo dia estamos recebendo denúncia de maus-tratos, aumentou muito o número de casos”, comenta.

Foto: Arquivo Pessoal

Fonte: G1


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Matança de animais: mais de 20 cães amanheceram envenenados em Urucânia (MG)

A Associação Urucanense de Proteção Animal denunciou o envenenamento de mais de 20 cães na quinta (29), em Urucânia, na Zona da Mata de Minas Gerais. Oito deles não resistiram e morreram. A matança deixou ativistas e moradores assustados. Não é a primeira vez que cães são mortos na cidade. Episódios de envenenamento já aconteceram outras vezes, de acordo com os ativistas. Todos os animais vivem nas ruas e não têm tutores. Eles foram encontrados, numa mesma região da cidade, nas calçadas com sinais de envenenamento.

(foto: Associação Urucanense/Divulgação)

A advogada Val Consolação, da organização não-governamental Vida Animal Livre de Belo Horizonte, esteve em Urucânia para tratar do assunto com o prefeito, secretário de saúde, Polícia Militar e Câmara Municipal. “Este é um crime covarde, um dos piores. É muito difícil encontrar o criminoso. Há suspeitas, mas ainda não conseguimos identificar quem foi. Vamos continuar investigando”, informou a advogada.

Os ativistas pedem que se alguém tiver pistas sobre quem cometeu o crime entrar em contato. O artigo 32 da lei federal 9.605, de 2018, determina pena de detenção, de três meses a um ano, e multa para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A lei estadual 22.231, de 2016, prevê multa de até R$ 3 mil para quem comete maus-tratos aos animais.

Os ativistas acreditam que os animais ingeriram chumbinho, veneno de elevada toxidade. “São pessoas maldosas que não suportam ver os animais nas ruas. Eles colocam chumbinho na carne para atrair e envenenar os cães”, diz Val.

Os animais salvos foram levados para veterinário em Ponte Nova e, depois, seguiram para um lar temporário para que possam se recuperar. “Se alguém souber quem fez isso, seria bom entrar em contato com a gente. A polícia também está investigando”, diz. Os animais esperam por adoção.

Fonte: Estado de Minas

Caminhão carregado com bois tomba na BR-365 em Uberlândia (MG)

Um caminhão que transportava cerca de 60 bois da raça nelore tombou na madrugada deste sábado (1º), por volta das 4h30, no km 585 da BR-365, próximo à Usina de Miranda, em Uberlândia (MG). O motorista estava sozinho e não ficou ferido. Ao menos 20 animais morreram.

Foto: Michele Ferreira/MG1

O caminhão saiu de Montes Claros em direção ao município de Fronteira, que fica na divisa com São Paulo. A carreta ficou atravessada na pista. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a pista teve que ser interditada nos dois sentidos.

O motorista do caminhão disse à Tenente Grazielle Ferreira, do Corpo de Bombeiros, que saiu da pista para tentar desviar de outra carreta e acabou tombando o veículo.

Fonte: G1


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Jovem é suspeita de matar cachorro em petshop de Assis Chateaubriand (PR)

Uma funcionária de uma pet shop é suspeita de matar um cachorro da raça Yorkshire em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, na quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, a jovem, de 19 anos, disse que teve uma crise nervosa.

“Ela alegou que ficou nervosa quando dava banho no animal porque teria sido mordida. Ela pegou o cachorro e bateu a cabeça dele em um balcão”, contou o delegado André Mendes.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A jovem suspeita do crime, a proprietária do pet shop e a tutora do animal prestaram depoimento à Polícia Civil ainda na quinta-feira. Os nomes das três mulheres não foram divulgados pela polícia.

Depois de prestar depoimento, a jovem assinou um Termo Circunstanciado por maus-tratos contra animais com agravante de morte, e foi liberada. Ela deve participar de uma audiência no fórum criminal de Assis Chateaubriand.

A Polícia Civil solicitou imagens de câmeras de segurança da petshop para poder concluir o inquérito.

Esse foi o segundo caso de crime de maus-tratos investigado pela Polícia Civil em um período de 15 dias. Há duas semanas, um homem matou um cachorro para se vingar da ex-mulher. Ele alegou que estava drogado quando decidiu enforcar o animal dentro de casa. O caso foi encaminhado à Justiça.

Fonte: G1


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Ornitorrinco é sacrificado após ser encontrado preso em elástico de cabelo

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Um filhote de ornitorrinco do sexo feminino teve que ser sacrificada depois de ter sido encontrada presa e toda enrolada em elásticos de cabelo jogados no lixo.

Bushwalkers Gill e Steve Bennett viram o pequeno pássaro claramente em perigo enquanto caminhavam em Bright, Victoria (Austrália).

Acredita-se que ela só tenha deixado seu ninho há cerca de dois meses e estivesse “vivendo em agonia” desde que se envolveu nos quatro elásticos.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Eles se enrolaram e ficaram presos em torno de seu pequeno corpo frágil de forma tão apertada que seu pescoço e uma de suas pernas estavam feridas até o osso.

O abrigo Staghorn Wildlife Shelter e a ONG especializada em ornitorrincos Geoff Williams da Austalian Platypus Conservancy juntos decidiram que a recuperação das lesões seria impossível.

“Logo ficou claro que esse belo e pequeno animal, tão jovem teria que ser sacrificada”, disse Jo Mitlehner, do abrigo Staghorn Wildlife Shelter.

Um veterinário local abriu sua clínica em um sábado, apenas para “fornecer uma morte assistida rápida e humanitária”.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Mitlehner disse que o desfecho trágico para este ornitorrinco bebê destaca os perigos que as espécies enfrentam na vida cotidiana.

As principais ameaças ao ornitorrinco são a mudança de habitat, a poluição, a mudança dos fluxos do rio, as redes de pesca, o atropelamento nas margens dos rios e o emaranhamento no lixo”, disse ela.

Apesar de todos esses obstáculos, o ornitorrinco consegue sobreviver em cursos de água próximos aos humanos.

“É essencial aprendermos a parar de jogar lixo em nossos cursos d’água”.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

A vítima mais recente é o terceiro ornitorrinco a ser retirado do rio Ovens, em Bright, com ferimentos que ameaçam sua vida, causados por lixo e elásticos de cabelos.

Talvez a sinalização que descreve essa questão seja apropriada em lugares especialmente onde os turistas se reúnem?

Ornitorrincos

O Ornitorrinco é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia, ele possui hábito crepuscular e/ou noturno. Preferencialmente carnívoro, a sua dieta baseia-se em crustáceos de água doce, insetos e vermes.

O animal que é um ícone e símbolo australiano possui diversas adaptações orgânicas para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras.

O ornitorrinco é uma animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não têm dentes.

A fêmea não possui mamas, e o leite destinado aos filhotes é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais.

Os machos têm esporões venenosos nas patas, que são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores. Os ornitorrincos possuem também uma cauda similar à de um castor.

É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Em 2008 pesquisadores começaram a sequenciar o genoma do ornitorrinco e descobriram vários genes compartilhados tanto com os répteis como com as aves, mas cerca de 82% dos seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cão, a ratazana e até o homem.

Adolescente salva burrinho bebê órfão da morte e se torna sua mãe

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

É correto afirmar que Payton Dankworth nunca pensou que um dia ela se tornaria a mãe adotiva de um burro solitário – mas também é a mais puta verdade que este é um papel que ela está abraçando com todo o seu coração.

E sua bondade já mudou uma vida.

Duas semanas atrás, Dankworth, uma estudante do ensino médio do Texas (EUA), recebeu uma ligação de um amigo que mora em uma fazenda. Enquanto saiu para um passeio, ele encontrou um burro faminto e sozinho, que evidentemente foi abandonado pela mãe.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Incapaz de cuidar do bebê órfão, o amigo de Dankworth procurou ajuda.

“Ele perguntou se eu ao menos gostaria de tentar manter o burrinho vivo”, disse Dankworth ao The Dodo. “Ele me disse que o pequeno não estava com boa saúde e que provavelmente não conseguiria sobreviver a noite toda. Sou tão apaixonada pelos animais, e não havia como deixar o bebê morrer”.

Foi assim que Dankworth conheceu Jack.

A primeira noite de Jack na casa da adolescente foi realmente preocupante. Tudo que ela fez foi abraçar e cuidar do animal abandonado.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Dankworth ficou acordada a noite toda para se aconchegar a Jack e fazer com que ele sentisse seu corpo e sua presença, lentamente ela apresentava-lhe alguma comida, aos poucos, pois ele estava há muito tempo sem se alimentar.

Logo, um elo intenso e profundo começou a se formar. Jack encontrou seu lugar. “Esta foi a primeira vez que cuidei de um burro”, disse Dankworth.

“Jack me mostrou o quanto ele dependia de mim, e ele realmente dependia”, disse Dankworth. “Ele recebe uma mamadeira a cada duas horas, e quando eu o alimento isso só me faz bem, eu me sinto feliz de verdade”.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Graças a essas mamadas regulares e muito amor e carinho, Jack começou a florescer.

Agora, apenas algumas semanas depois de ser resgatado a beira da morte, o entusiasmo de Jack pela vida é incontestável.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Por mais improvável que possa parecer a princípio, Jack é agora um membro fidedigno da família de Dankworth.

“Ele está se encaixando muito bem” Dankworth disse. “Eu levo Jack para pessear comigo e ele também sai de carro comigo. Ele é como um cachorro e me segue em todos os lugares”.

Felizmente, embora a família de Dankworth não tenha pretendido adotar um burro, eles têm muito espaço em sua propriedade para acomodá-lo por toda a vida.

Mas Dankworth não mudou só o destino de Jack, como ele está ajudando a transformar a vida dela também.

Até recentemente, Dankworth não tinha certeza sobre o campo de estudo que gostaria de seguir depois de se formar no ensino médio.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Agora, como resultado de sua experiência salvando a vida de um burro bebê, ela gostaria de trabalhar ajudando outros animais como profissão.

“Jack realmente me inspirou a escolher essa profissão porque eu simplesmente amo animais”, ela disse.

“Ver o quão longe ele chegou – quando no início mal tinha força suficiente para ficar em pé enquanto agora corre atrás dos meus cães – é uma das melhores coisas que eu poderia pedir. Estou muito orgulhosa dele”.

“Somos inseparáveis”, conclui orgulhosa a mamãe de primeira viagem.

Cinco tartarugas ficam presas a redes de pesca e três delas morrem

Cinco tartarugas foram encontradas presas a redes de pesca em Itapema, no litoral norte de Santa Catarina. Os animais estavam enroscados na malha de redes denominadas “feiticeiras”, colocadas por pescadores nas proximidades do costão.

Foto: Prefeitura de Itapema/ Divulgação

As tartarugas foram retiradas do local na madrugada de segunda-feira (27). A ação foi realizada pela Fundação Ambiental Área Costeira de Itapema (Faaci) e pelo Instituto Anjos do Mar, que tem parceria firmada com a prefeitura. As informações são do G1.

Duas delas estavam vivas e foram encaminhadas ao Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP), da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que ficará responsável por reabilitá-las para, depois, devolvê-las ao mar.

As outras três tartarugas já foram encontradas mortas. As redes de pesca nas quais os animais marinhos ficaram presos foram recolhidas pela Fundação Municipal do Meio Ambiente.

Foto: Prefeitura de Itapema/ Divulgação

Foto: Reprodução/ NSC TV

Jacaré-açu passará a ser morto para consumo humano no Amazonas

Uma população de jacaré-açu, que vive no lago da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, no Amazonas, passará a ser explorada e morta para consumo humano. No local, vivem pelo menos cinco mil animais considerados em idade adequada para serem mortos, além das fêmeas e dos filhotes.

Jacarés no lago da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá (Foto: Marcelos Ismar Santana/Instituto Mamirauá)

Mais de cem pessoas estão envolvidas na contagem dos animais na comunidade São Raimundo do Jarauá. Os animais devem começar a ser mortos no final deste ano e a carne deles deve passar a ser comercializada em 2020. As informações são do portal Amazonas Atual.

De acordo com o pesquisador Robinson Botero-Arias, que coordena o projeto de manejo experimental de jacarés no Instituto Mamirauá, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), inicialmente até cem animais devem ser mortos.

“Cumprimos as etapas de contagem da população saudável e identificação dos locais onde jamais faremos extração de jacaré, como aqueles pontos onde os animais colocam ovos, para garantir a sobrevivência da espécie a longo prazo”, explica Botero-Arias. Segundo ele, a carne provavelmente será vendida a R$ 15 o quilo para hotéis, supermercados e pousadas. A chamada Planta de Abate Remoto (Plantar) já foi instalada em São Raimundo do Jarauá.

Além da carne, o couro dos jacarés também será comercializado. A iniciativa partiu do Programa de Pesquisa em Conservação e Manejo de Jacaré, que visa gerar informações biológicas e ecológicas das quatro espécies de jacarés amazônicos: Melanosuchus niger (jacaré-açu), Caiman crocodilus (jacaretinga), Paleosuchus palpebrosus (jacaré-paguá) e Paleosuchus trigonatus (jacaré-coroa).

Nota da Redação: a ANDA lamenta que um programa que se denomina como responsável pela conservação de espécies decida matar animais sencientes, desrespeitando o direito deles à vida. A solução para o crescimento populacional de uma espécie não pode, nunca, passar pelo extermínio. É preciso que todos os seres vivos sejam respeitados e possam viver de forma digna, sem que sejam objetificados e tratados como alimento para a população.