Pássaro explorado para entretenimento morre durante gravação de filme

Um pássaro explorado para entretenimento humano morreu durante as gravações do filme “Them That Follow”. A ave morreu nas mãos da atriz Alice Englert, deixando-a abalada.

(Foto: Pixabay/Ilustrativa)

O longa-metragem, de suspense, foi lançado nos cinemas neste final de semana e participou do Festival de Sundance em janeiro. A denúncia da morte do animal foi feita pelo portal de notícias TMZ.

O site obteve imagens que mostram Alice no momento em que a atriz percebe que há algo errado com o pássaro. Ela entrega, então, a ave à pessoa responsável por submeter a ave a treinamentos anti-naturais para explorá-la para entretenimento. Em seguida, a atriz confirma a morte do animal e fica completamente atordoada com o fato.

O TMZ afirmou que os produtores do filme confirmaram e lamentaram a morte da ave. Eles dizem que não sabem o que levou o animal a perder a vida e alegam que não houve “maltrato ou falta de cuidado com a ave”.

Alice Englert (Foto: AMANDA EDWARDS / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)

Nota da Redação: havendo ou não maus-tratos e negligência, treinar animais para forçá-los a aprender truques e a desenvolver comportamentos anti-naturais para que ele sejam explorados para entretenimento humano, com o objetivo de gerar lucro aos treinadores e produtores dos filmes, é uma prática inaceitável. Atualmente, a tecnologia está extremamente avançada, o que permite que animais sejam criados por meio de programas de computador, não havendo, portanto, desculpa que justifique a exploração animal em filmes e similares. Recentemente, o filme “O Rei Leão” deu exemplo ao não envolver nenhum único animal real nas gravações, tendo recorrido integralmente à tecnologia para a produção das imagens.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Ameaçado de extinção, lobo-guará morre após atropelamento no RJ

Um lobo-guará foi encontrado morto no domingo (4) às margens da RJ-106, a Rodovia Amaral Peixoto, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. Vítima de atropelamento, o animal pertence a uma espécie ameaçada de extinção.

O lobo foi encontrado pela Guarda Ambiental no km 155 da rodovia. Acionado pelos guardas, um biólogo do Parque Natural Municipal Atalaia, com sede em Macaé (RJ), esteve no local para analisar o corpo do animal e encaminhar amostras para o Laboratório de Zoologia do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Sócio-Ambiental de Macaé (Nupem) da UFRJ.

Foto: Alexandre Bezerra/Parque Natural Municipal Atalaia

O biólogo Alexandre Bezerra, chefe do parque, afirmou que o lobo tinha cerca de um metro e meio de comprimento, contando com a cauda. As informações são do G1.

De acordo com o profissional, esta foi a primeira vez que a presença de um lobo-guará foi registrada em Rio das Ostras. A população da espécie, ainda segundo Bezerra, está sendo estudada por especialistas do Nupem.

“É importante que as pessoas saibam que existem esses animais na nossa região pra que tenham atenção também na estrada porque pode causar graves acidentes”, disse o biólogo.

Não há placas de sinalização indicando a presença de animais silvestres no trecho da rodovia em que o atropelamento foi registrado.

De acordo com a prefeitura, a situação é atípica e a instalação da placa de sinalização está sendo providenciada. Ao ser questionada sobre a construção de travessias subterrâneas para que os animais possam transitar em segurança, a administração municipal afirmou que está em contato com o Governo do Estado para que as medidas necessárias sejam avaliadas.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Apresentador André Marques é criticado após postar foto com polvo morto

O apresentador André Marques foi criticado após publicar uma foto segurando um polvo que foi morto para consumo humano. Internautas ficaram chocados com a triste imagem do animal sem vida.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques

“Acredite se quiser. Esse polvo português pesou 6,7 kg que o amigo Luiz Fernando Albuquerque trouxe! Então… vamos comer!”, escreveu André.

Animais explorados para consumo, como o polvo exibido pelo apresentador, são submetidos a intenso sofrimento para que sejam mortos. Além disso, eles têm o direito à vida usurpado a troco de poucos minutos de satisfação para o paladar humano. E foi essa realidade que levou internautas a criticarem a foto publicada por André Marques.

“Ele poderia estar em seu habitat tranquilo”, escreveu um internauta.”Sim, os inocentes que morrem todo dia também!”, respondeu o apresentador, deixando claro que não se importa com o sofrimento do polvo.

A resposta de André foi dada para tentar justificar o ato de matar um animal para consumo, mas não justifica. Isso porque inocentes morrerem não dá a ninguém o direito de tirar vidas. Inocentes morrem, de fato, todos os dias, mas essa realidade deve ser encarada apenas para ser combatida, jamais para ser usada como uma desculpa torpe para infligir sofrimento aos animais.

Foto: Reprodução/Instagram/@euandremarques


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Mais de 500 baleias morrem na caçada anual das Ilhas Faroe

Por Rafaela Damasceno

As Ilhas Faroe, na Dinamarca, estão na metade de seu massacre de baleias. Durante os meses mais quentes de cada ano, os habitantes da região matam centenas de baleias para estocar a carne e a gordura para o inverno.

O mar tingido de vermelho pelo sangue, enquanto as pessoas olham e os cadáveres são colocados na praia

Foto: ANDRIJA ILIC/AFP/Getty

Segundo o The Mirror, 23 baleias-piloto (incluindo uma grávida) foram recentemente levadas por um barco até a costa, onde foram mortas. As águas do mar passaram de um azul bonito para o vermelho sangue.

A instituição Sea Shepherd UK, que luta pela conservação da vida marinha, acredita que esta é a décima caça nas Ilhas Faroe apenas este ano. O total de baleias mortas na região em 2019 chegou a 536.

Para os habitantes das ilhas dinamarquesas, as caças são como um evento (chamadas de grinds pelos moradores), e a Sea Shepherd UK declarou sua preocupação sobre o que eles chamam de tradição estar se tornando um espetáculo.

“As ilhas Faroe costumam falar da tradição e do respeito demonstrado às baleias-piloto. Vídeos e fotografias da 10° edição de 2019 mostram que isso não é verdade”, afirmou um porta-voz da instituição. As imagens divulgadas mostram crianças brincando com os corpos, turistas tirando fotos e famílias rindo entre o massacre.

O porta-voz acrescentou que a instituição acredita que a caça é cruel e brutal. As baleias são capturadas de maneira exaustiva e muitas vezes mortas lentamente. A Sea Shepherd UK também se preocupa com o impacto que as caças causam à população de baleias-piloto.

Um relatório publicado no ano passado chamado Pequenos Cetáceos, Grandes Problemas, do Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-Estar Animal), informou que o governo das Ilhas Faroe não estabelece limites para a captura de nenhuma espécie e há poucos estudos científicos sobre a quantidade de baleias existentes na região, o que levanta preocupações em relação às caças.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Oito baleias são encontradas mortas em apenas dois meses no Oceano Atlântico

Por Rafaela Damasceno

Ambientalistas canadenses estão preocupados com a sobrevivência das baleias-francas do Oceano Atlântico Norte, que já constituíram uma numerosa espécie na costa leste dos Estados Unidos e do Canadá.

Uma cauda de baleia saindo da água

Foto: Getty Images

Em junho deste ano, seis baleias morreram, seguidas de mais duas em julho – para uma espécie que atualmente é constituída por 400 animais ao todo, as mortes são devastadoras.

A taxa de mortalidade aumentou consideravelmente nos últimos tempos, fator atribuído aos barcos e equipamentos de pesca, que causam grande parte das mortes.

As baleias-francas normalmente se alimentam de Calanus finmarchicus, uma espécie de copépode (crustáceo) presente em abundância no Golfo do Maine. Mas as mudanças climáticas estão reduzindo sua quantidade, forçando as baleias a nadarem mais para o norte em busca de comida, segundo um artigo publicado na revista Oceanography. O Golfo de St. Lawrence, região para onde elas estão sendo obrigadas a se deslocar, possui uma enorme quantidade de barcos.

Em 2003, o governo canadense e a indústria naval negociaram um acordo para redirecionar as rotas dos barcos, desviando do caminho das baleias. Essa mudança reduziu o risco dos acidentes em até 90% e ajudou a população dos mamíferos a crescer de 350 a 500, entre 2000 e 2010. Infelizmente, as novas rotas parecem não estar mais conseguindo evitar os mamíferos.

As mortes recentes incluem uma fêmea de 40 anos que os especialistas monitoravam desde 1981. Ela deu à luz a oito filhotes em sua vida, dois dos quais tiveram seus próprios bebês. Os especialistas concluíram que a causa de sua morte foi o choque com um navio.

As necrópsias realizadas indicam que quatro, das oito baleias, morreram devido a traumatismos cranianos resultantes das colisões com navios. Outras duas morreram ao se emaranhar em equipamentos de pesca (como redes e fios).

Em resposta às mortes, as autoridades canadenses impuseram uma velocidade máxima de 10 nós (18,5 km) para as embarcações medindo 20 metros ou mais. Os que não cumprirem estão sujeitos a multas de até 25.000 dólares (quase 100.000 reais).

“Qualquer perda de uma baleia-franca é prejudicial para a população. É uma espécie em extinção”, lamentou a bióloga Stephanie Ratelle, em entrevista à CBC.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Empresário morre durante participação em vaquejada na Paraíba

Por David Arioch

Na vaquejada, dois homens montados em cavalos perseguem um boi com o objetivo de derrubá-lo puxando-o pelo rabo (Imagem: TV Cabo Branco/Reprodução)

No domingo (28), em Catingueira (PB), um empresário morreu depois de cair de cavalo enquanto participava de uma vaquejada. Felizardo Félix se desequilibrou e foi o chão após o equino se chocar contra o boi.

Com o impacto, o cavalo caiu sobre o empresário que teve uma parada cardíaca e faleceu a caminho do Hospital Regional de Patos, em Patos (PB).

Na vaquejada, dois homens montados em cavalos perseguem um boi com o objetivo de derrubá-lo puxando-o pelo rabo.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Filhote de baleia é encontrado morto em praia em Santa Catarina

Um filhote de baleia-franca-austral foi encontrado morto na sexta-feira (2) na Praia do Sul, em Laguna (SC). Uma necrópsia irá investigar as causas da morte.

Foto: PMP-BS/ Udesc

O corpo foi avaliado por uma equipe técnica e veterinária. A avaliação obedeceu aos protocolos da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APA) da baleia franca. As informações são do G1.

De acordo com o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), trata-se do primeiro registro de encalhe na região de uma baleia-franca-austral em 2019. O animal era uma fêmea.

Ao encontrar um animal marinho nas praias da região, morto ou vivo, a pessoa deve ligar para o número 0800 642 3341.

Quando o animal é encontrado morto, estudos são feitos para identificar as causas da morte e também para propor ações de proteção ao restante da fauna marinha da região. Se o animal estiver vivo e debilitado, ele recebe tratamento veterinário e, após se recuperar, é devolvido à natureza.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Lixo plástico é encontrado dentro de baleia

Por Rafaela Damasceno

Uma baleia cachalote-pigmeu foi encontrada morta com lixo plástico em seu estômago na área costeira de Barangay Matna Aplaya, em Davao, nas Filipinas. Segundo Darrell Blatchley, biólogo marinho, ela tinha cerca de 3 metros de comprimento e pesava entre 100 e 200 quilos. Ela morreu por volta de dois dias antes de ser encontrada.

Vários lixos plásticos dispostos em uma bandeja

Foto: Hernel Tocmo, ABS-CBN News

As baleias cachalote-pigmeu, ao contrário das cachalotes (que podem chegar a 20 metros de comprimento), medem em geral 4 metros.

A necrópsia concluiu que ela estava em estado crítico de desidratação devido o plástico ingerido, que bloqueava seu trato gastrointestinal. As cachalotes comem, principalmente, polvos e lulas, e podem facilmente confundir o plástico com alimento.

Darrell afirmou que 63 baleias e golfinhos foram encontrados mortos no Golfo de Davao desde 2009. Desse total, 47 tinham plástico em seus estômagos.

O biólogo postou e suas redes sociais fotos e vídeos da poluição dos canais em Davao, e pediu para que as autoridades tomassem alguma medida. Ele também pediu ao público que descarte seu lixo adequadamente e não jogue plástico nos oceanos.

Sua publicação viralizou na internet, e alguns dias depois o governo local de Davao limpou os canais.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Gatinha em luto pela morte de tutor só consegue comer se tiver alguém ao seu lado

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

A gatinha Samara conheceu a beleza do amor e a tristeza da perda – não apenas uma vez, mas duas vezes já em sua vida.

Sua vida primeiro virou de cabeça para baixo em 2016, quando seu amado tutor morreu, e a família dele se desfez dela e a deixou em um abrigo lotado em Michigan, nos EUA.

“Não são muitos os resgates que recorrer a esse abrigo, então eles têm uma taxa de mortalidade muito alta”, disse Sasha Oza, diretora executiva da Michigan Cat Rescue, ao The Dodo. “Mas Nancy [Hutchinson], que é a presidente [da Michigan Cat Rescue], vai para lá sempre que pode e tira gatos dali o mais rápido que pode.”

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Em uma visita casual, os olhos de Hutchinson pousaram em Samara.

“Ela tinha apenas oito meses e sua morte por indução já estava agendada”, disse Oza. “Então nós a pegamos e a trouxemos para o abrigo”.

Não demorou muito para que Samara encontrasse uma nova casa – e uma casa especial e maravilhosa que a acolheu com muito amor.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Ela foi adotada por uma moça realmente maravilhosa chamada Joyce”, disse Oza. “Joyce tornou-se realmente um grande doadora e companheira de nós todos. Ela vinha aos nossos eventos, nos apoiava, estava sempre presente, ela era uma pessoa realmente maravilhosa ”.

“Ela amava de verdade aquele gata“, acrescentou Oza. “Eu guardei algumas fotos de sua página no Facebook, com legendas dizendo: ‘O amor da minha vida’”.

Mas há três semanas, a tragédia aconteceu novamente na vida de Samara.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Joyce faleceu inesperadamente em sua casa”, disse Oza. “Então esta pobre gatinha teve dois de seus tutores morrendo”.

Devido à natureza inesperada da morte de Joyce, a polícia fez uma investigação em sua casa. Quando descobriram Samara, chamaram o controle de animais para buscá-la e levá-la ao abrigo. Felizmente, Hutchinson interveio e convenceu as autoridades a deixá-la levar Samara de volta ao abrigo que ela gerenciava.

“Nancy foi até lá para buscá-la, mas demorou cerca de 24 horas porque Samara estava escondida e aterrorizada”, disse Oza. “Nancy finalmente conseguiu, e nós a acolhemos por cerca de dois dias, e ela estava realmente muito retraída e triste.”

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Samara se recusou a comer por dias, então ela foi levada ao veterinário – mas nada estava medicamente errado com ela.

“Fizemos exames de sangue completos, o médico a examinou e tudo estava bem com ela”, disse Oza. “Ela literalmente teve um coração partido e não estava comendo de tristeza”.

Oza decidiu levar Samara para casa e cuidar dela pessoalmente – e isso ajudou muito a gatinha.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Ela realmente começou a comer, mas só quando estava sendo acariciada ou quando havia alguém ao seu lado”, disse Oza. “Você precisava estar com ela e sentar com ela enquanto ela comia. Então foi o que fizemos”.

Por fim, Samara começou a comer sozinha, mas ela não perdeu seu amor pela atenção que recebeu.

“Agora que ela saiu de sua concha, ela anseia por contato humano”, disse Oza. “Ela é muito doce e muito mansinha. Ela adora que esfreguem sua barriga – e os gatos geralmente são bem peculiares em relação à barriga deles – mas ela rola pra cima como um cachorro para ter sua barriga acariciada, e ela simplesmente fica deitada lá. Ela ama isso”.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Samara também adora brincar com seus brinquedos e perseguir seu próprio rabo – mas acima de tudo, ela anseia por carinho.

“Ela é tão feliz quanto poderia ser agora”, disse Oza. “Ela é uma gatinha muito doce e carente.”

“Talvez por causa do passado dela, Samara tenha se tornado mais ligada às pessoas porque ela está preocupada aqueles que ama deixando-a sozinha”, acrescentou Oza.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

“Quando a vemos, ela está bem ao nosso lado. Ela quer estar conosco o tempo todo. Se não a acariciamos, ela vai dar um jeito de nos deixar saber que ela quer ser acariciada”

Agora que Samara está se sentindo melhor, ela está pronta para uma nova casa – mas Oza e a equipe do Michigan Cat Rescue querem ter certeza de encontrar a família certa.
“Ela viveu tantas tragédias em sua vida que só queremos que ela seja feliz daqui em diante”, disse Oza.

“Queremos encontrar alguém que lhe dê muita atenção porque ela realmente precisa disso. Ela definitivamente é um gatinho carente. Ela só quer estar com você”, concluiu ela.

Foto: Michigan Cat Rescue

Foto: Michigan Cat Rescue

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

 

Cantor Ed Sheeran faz homenagem a seu gato após morte do animal

Ed Sheeran fez uma publicação no Instagram em homenagem ao gato Graham, que morreu após ser atropelado. O cantor publicou uma foto do animal, na qual ele aparece em cima de uma guitarra, com um coração partido na legenda.

Foto: Reprodução/Instagram/@teddysphotos

Quando o cantor precisava se ausentar, o gato ficava sob a responsabilidade de Liberty Shaw e do empresário de Ed, Stuart Camp. Foi Shaw quem deu mais informações sobre a morte do animal. As informações são do portal EOnline.

“Nosso amável pequeno broto, Baby Ba Boo, também conhecido como Graham, o gatinho, morreu ontem à noite depois de ser atropelado por um carro. Nós estamos absolutamente de coração partido. Ele era um cara tão legal. Engraçado, esperto e o melhor amigo de um enorme pastor alemão. Nós vamos sentir muito a sua falta. Obrigado por toda a diversão”, escreveu Shaw.

Foto: Reprodução/Instagram/@teddysphotos

Por estar fora de casa frequentemente, devido à sua profissão, Ed afirmou durante uma entrevista em 2014 ao Stars at Joiz que sentia falta de ver o gatinho crescendo.

Além de Graham, Ed também é tutor dos gatos Calippo e Dorito e sempre publica fotos dos animais em suas redes sociais.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.