Três razões pelas quais o veganismo é mais próximo das pessoas do que elas acreditam

Foto: Adobe

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Muitas pessoas estão começando a entender que o veganismo, mais do que uma mera escolha alimentar, é uma maneira de pensar e viver.

Aqui estão três razões pelas quais você já pensa como um vegano e não sabe disso:

1. Você ama animais

Você tem grande admiração por animais que conhece pessoalmente: seu gato é mais zen do que você jamais poderia imaginar e o cachorro de seu amigo está sempre atraindo seus carinhos.

Em algum momento de sua vida, você sentiu uma conexão comovente com seu animal de companhia ou cm o animal doméstico de outra pessoa. Uma conexão profunda que é mais facilmente descrita como “amor”, mas que, de certa forma, vai além dessa palavra usada em excesso; é um tipo de amor puro e reverente que não se importa com reciprocidade: incondicional.

Você descobriu que, ao observar animais – selvagens ou domésticos, na vida real ou mesmo através de uma grade ou janela – você está testemunhando uma vida interior complexa.

Quando você vê um vídeo de um humano intervindo para salvar um tubarão encalhado, seu coração se enche de alívio e orgulho na raça humana. Mesmo que no caso seu instinto seria nadar em outra direção se você visse um tubarão nadando ao seu lado.

Foto: Adobe

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2. Você se sente frustrado com a falta de ação contra a mudança climática

Você entende perfeitamente que o tempo está passando e nós temos que encontrar soluções rápidas e poderosas para consertar os danos que já causamos como espécie.

Você deseja que seus os seres humanos mostrem um sinal de união coletiva voltada para o cuidado com o planeta, nosso lar compartilhado.

Você não consegue nem imaginar a catástrofe que nos espera se não agirmos todos juntos.

3. Você está exausto por todo o sofrimento do mundo

Evitar ler as notícias porque sabe que o conteúdo delas vai trazer tristeza e preocupação é sinal de que você esta antenado com a situação do mundo.

Você se desespera porque a paz parece tão ilusória no mundo e você sonha com um futuro em que as coisas sejam diferentes.

Você teme em pensar nos animais sendo abusados e mantidos em gaiolas.

Da mesma forma, você fica enojado ao ouvir sobre seus outros companheiros animais humanos que sofrem fome ou abuso.

Em tempos difíceis, você tem empatia consigo mesmo e se sente solitário ou incompreendido.

Você sente todas essas coisas porque a empatia está arraigada em todos nós. Esse sentimento está no coração da experiência humana; quando deixamos de abordar emoções que ela invoca em nós, nos desumanizamos.

Flexibilidade psicológica

“Quando você olha pra si mesmo de um modo compassivo, bondoso e amoroso, a vida se abre e então você consegue se voltar para o significado e propósito da vida e percebe como você é capaz de trazer amor, contribuição, beleza e bondade para a vida dos outros.”

Essas palavras são proferidas pelo professor de psicologia Dr. Steven Hayes em sua palestra no TED de 2016. Como o amor transforma a dor em propósito. Hayes considera a capacidade de se envolver e responder ativamente às emoções dos outros de “flexibilidade psicológica”.

“Basicamente, isso significa permitir que pensamentos e sentimentos apareçam, depois, de forma ponderada, atentar para o que o ajuda a se mover na direção que valoriza”.

Mova-se na direção que você valoriza

Se você já está pensando como um vegano, tente viver como um por um mês ou dois e veja se você desenvolve um relacionamento melhor consigo mesmo.

Pode parecer impossível no começo, mas é fácil quando você já sabe como agir. Você logo descobrirá que há muito mais a ser ganho do que sacrificado.

Se você está procurando orientação, pesquise no Facebook por uma comunidade vegana local. Os veganos adoram compartilhar dicas e quase todos começaram não-veganos, para que eles saibam de onde você está vindo.

Ninguém espera que você faça isso e se transforme de uma vez, e partindo do nada. Mas você aprenderá muito ao longo do caminho, e um dia, muito em breve, olhará para trás e terá orgulho de ter sido corajoso o suficiente para se apropriar de seus valores em um mundo que não o encoraja a fazer isso.

Cãozinho de moradora de rua é envenenado em BH

Foto: Arquivo pessoal

A dor e o desespero da moradora de rua Emilin Tuany, de 29 anos, pela morte de seu cãozinho Beethoven viralizaram nas redes sociais. O animal foi vítima de envenenamento no bairro Savassi, em Belo Horizonte (MG) e morreu nos braços de sua tutoram, que o encontrou agonizando.

Em uma entrevista exclusiva ao portal O Tempo, Emilin contou que vinha sofrendo assédio de um morador de um prédio próximo a onde ela costuma dormir. Ela relatou que o homem uma vez chegou a dizer que odeia negros, animais e moradores de rua.

Emilin contou ainda que viu o homem jogando alimento com veneno para Beethoven do terceiro andar do edifico. Imagens de monitoramento ainda não foram cedidas, mas o caso de maus-tratos está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Crimes contra a Fauna.

Beethoven era um labrador cor chocolate de apenas um ano de vida. Ele foi adotado por Emilin quanto tinha apenas 14 dias de vida. Ela o amamentou e cuidou dele da melhor forma possível. “Beethoven nem tinha sido desmamado. Era como um ratinho. Eu ferventava o leite, punha na luva e colocava na boca dele. Com 1 ano, mataram meu filho”, disse ao O Tempo.

Uma advogado, que preferiu não se identificar, se ofereceu voluntariamente para dar suporte jurídico. O cadáver de Beethoven será submetido a uma necrópsia. O procedimento, que custa R$100,00, foi pago por um benfeitor que preferiu se manter anônimo e será realizado no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O resultado saí em 30 dias.

Emilin recebeu a doação de um cachorrinho bebê sem raça definida para ajudar a superar a morte de Beethoven. Após a investigação, se o crime for comprovado, o responsável pode ser punido com até um ano de detenção, além de multa.


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Vacas grávidas são mortas e fetos são jogados no lixo, denuncia ex-funcionário de matadouro

Os horrores provocados por matadouros foram expostos por um ex-funcionário de um dos maiores matadouros da França. Maurício García Pereira trabalhava retirando as vísceras dos corpos de animais mortos e o gatilho que o fez perceber a crueldade promovida por seu local de trabalho foi encontrar um feto, ainda com vida, entre os órgãos de uma vaca. Naquele dia, Maurício confrontou seu chefe, que ordenou que ele desse ao feto o mesmo destino que todos os outros tiveram: o lixo.

O ex-trabalhador fez as primeiras denúncias sobre o caso em 2016, gerando uma onda de indignação na França. De origem espanhola, Maurício expôs as crueldades promovidas pelo matadouro de Limoges. Durante quase sete anos de trabalho no local, ele filmou e fotografou cenas que comprovam os maus-tratos. A câmera usada por ele foi fornecida pela L214, entidade que luta pelos direitos animais desde que foi fundada, em 2008. As imagens foram divulgadas e repercutiram em todo o mundo. O espanhol também escreveu o livro, em francês, “Maus-tratos Animais, Sofrimento Humano”, que foi lançado em 4 de junho de 2018 na França – não há versão em português.

Fetos são jogados no lixo em matadouro (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

“Quem vem trabalhar para aqui não pode ter escrúpulos”, disse Maurício, em certa ocasião, ao diretor do matadouro.

No entanto, a repercussão do caso não impediu que a crueldade continuasse a ser cometida no matadouro. “Falei com antigos colegas do matadouro e pouco mudou. Fizeram obras para melhorar a maneira de receber e matar os animais, mas a cadência é a mesma e continuam a matar vacas prenhas”, denunciou.

Mauricio afirmou, em entrevista ao jornal Público, que durante os anos em que trabalhou no matadouro entre 20 a 30 bezerros, ainda dentro das placentas de suas mães, eram mortos diariamente. Ter feito essa denúncia lhe custou seu emprego. Ele, no entanto, disse que não se arrepende e que faria tudo novamente.

Em entrevista ao jornal El Mundo, Maurício contou que passou a lutar contra as atrocidades cometidas pelos matadouros. E embora trabalhe em prol da redução do sofrimento dos animais explorados para consumo humano, ele admite que não é possível matar animais de forma ética.

No matadouro em que trabalhava, 35 vacas eram mortas por hora. “Soava um ruído e o tapete avançava. Recordo o som e o odor de sangue seco que te obrigam a aprender a respirar pela boca”, disse. Além de tirar as vísceras dos animais, Maurício também furou a cabeça de bezerros com uma pistola de ar comprimido para que os corpos flutuassem na água fervente.

Animal entra em desespero e tenta fugir ao perceber que será morto (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

Os horrores presenciados pelo ex-trabalhador do matadouro o afetou psicologicamente, fazendo com que ele fosse obrigado a recorrer a remédios para dormir e, quando os medicamentos não funcionavam, a bebidas alcoólicas. “Tinha de tomar remédios e álcool, sobretudo álcool, para poder dormir sem pesadelos durante sete horas seguidas”, contou.

“Nem todos podem trabalhar num matadouro. Você pode tapar os ouvidos, mas acaba sempre ouvindo os gritos dos animais, o ruído das mães a chamar pelos bezerros (…) e os gritos agudos dos porcos”, relatou ao portal Público.

Restaurante vegetariano

Depois de tudo que viveu, Maurício decidiu abrir um restaurante vegetariano em Limoges. No cardápio, não haverá carne. “A Transição” foi o nome escolhido por ele para o local, devido a todo o processo vivido por aquele que um dia trabalhou limpando corpos de animais mortos e que hoje luta contra as atrocidades da indústria alimentícia.

Feto é retirado de placenta (Foto: Reprodução / YouTube / L214)

“A minha mentalidade deu uma volta enorme”, disse ao ser questionado sobre voltar a trabalhar num matadouro – o que, segundo ele, não faria novamente.

Atualmente, Maurício dá palestras pela Europa e se considera otimista em relação às consequências que o consumo desenfreado de carne têm sobre o meio ambiente. “Os jovens têm uma consciência ecológica que não existia antigamente. A sociedade começa a perceber que ou mudamos as coisas ou a este ritmo não veremos o próximo milênio.”

Confira, abaixo, as imagens feitas por Maurício no matadouro. O vídeo contém cenas fortes.


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Égua explorada ao extremo de suas forças desmaia e morre durante corrida

Foto: CBS News

Foto: CBS News

Um cavalo cruelmente explorado além do limite de suas forças nas cruéis pistas de corrida, desmaiou e morreu pouco depois de assumir a liderança durante uma “competição” em Maryland (EUA) no fim de semana, se tornando pelo menos o 12º cavalo de corrida a morrer este ano no estado.

Follow the Petals, uma égua de 5 anos de idade, aparentemente sofreu um ataque cardíaco, de acordo com o jornal Baltimore Sun.

Autoridades aguardam a realização de uma necropsia. A morte de domingo leva o número de cavalos que morrem durante uma corrida só no estado para pelo menos 10, informou o jornal, citando a Comissao de Corridas de Cavalo, Maryland Racing Commission.

Considerado um “esporte” pelos exploradores e apostadores envolvidos no negócio, as corridas não passam de palcos de horror e sofrimento onde os animais são obrigados a correr até o limite de suas forças enquanto o público aposta dinheiro nos cavalos e os empresários lucram com o desempenho dos animais.

Foto: Maryland State Archives

Foto: Maryland State Archives

Muitos morrem vítimas dessa situação horrível, só nessa competição dois outros cavalos morreram durante o treinamento. Um vídeo postado no YouTube pelo Maryland Jockey Club mostra Follow the Petals, liderando a corrida de 1,6 km no Laurel Park, enquanto os seis cavalos passam pelo trecho.

O vídeo então corta para a linha de chegada com o locutor observando que a égua Follow the Petals entrou em colapso e desmaiou. O jóquei Frankie Pennington não se feriu no incidente, disse um porta-voz da pista ao jornal Sun.

A égua venceu duas das sete corridas que correu este ano e ficou em segundo lugar em mais duas corridas, segundo o jornal. Follow the Petals havia sido obrigada a corrrer 35 corridas durante sua carreira rendendo cerca de 200 mil dólares ao seu explorados.

A morte de domingo ocorreu após 29 cavalos terem morrido no parque Santa Anita, na Califórnia, desde dezembro. O Grupo Stronach é dono do Laurel Park e Santa Anita.

O grupo pede – em uma infrutífera tentativa de defesa própria – que as regras de medicação em corridas de cavalo sejam reformadas. Na semana passada, Santa Anita anunciou a formação de uma equipe de revisão de cinco membros para avaliar cavalos antes das corridas finais da temporada e decidir se eles são saudáveis o suficiente para competir.

A temporada de Santa Anita termina no domingo. Em uma declaração ao jornal Sun, o grupo de defesa de direitos animais, PETA, solicitou a Maryland que seguisse o exemplo do sul da Califórnia.

“Cavalos mortos não serão mais ignorados pelo público”, disse a vice-presidente da PETA, Kathy Guillermo.

Repeito e dignidade – Follow the Petals

Cavalos não são produtos para serem vendidos, comprados e explorados em corridas. Esses animais são seres sencientes, capazes de amar, sofrer, criar vínculos e entender o mundo ao se redor.

Abusados ao extremo eles morrem em silêncio vítimas da ganância e crueldade humana. Vidas preciosas e belas perdidas por interesse e ignorância.

Follow the Petals jamais vai poder ter os bebês potros que poderia, ou amamentá-los e assisti-los crescer, ela jamais vai correr livre pelas planícies e montanhas como nasceu para fazer, nunca mais vai sentir o vento em sua crina e o sol em seu pelo novamente. Durante os cinco anos em que viveu ditaram o seu destino e decidiram sua vida.

Follow the Petals esta finalmente livre.

Foto: Wallhere

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Macacos, morcegos e cobras vendidos e espancados até a morte junto com cães e gatos

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Imagens fortes e tocantes revelam a crueldade praticado no comércio de cães, gatos e animais raros em um mercado de carne no norte da Indonésia.

O Tomohon Extreme Market, localizado na ilha de Sulawesi, é conhecido amplamente pela crueldade com os animais, incluindo cães e gatos que são mantidos em pequenas jaulas antes de serem espancados até a morte e vendidos.

O norueguês Alf Jacob Nilsen, de 64 anos, visitou o mercado e disse que sentia que o abuso estava sendo cometido por trabalhadores como parte de uma “performance distorcida” destinada a atrair turistas.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

O biólogo aposentado e fotógrafo amador, natural de Hidra, na Noruega, disse: “Devo admitir que tinha sentimentos pesados no mercado – é muito difícil de descrever o que vi”.

“Centenas de residentes locais ofereciam ‘carne da floresta’ (carne de animais selvagens), havia carne de cachorro, de morcegos, galinhas e de peixes à venda”.

“O tratamento e a morte de cães da forma como isso acontece em Tomohon deveria, do meu ponto de vista, parar definitivamente”.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

“Não só porque os pobres animais são tratados de maneira mais brutal possível e definitivamente sofrem horrores, mas também porque deve haver claramente um risco de disseminação de parasitas e doenças graves quando se lida com cães e carne de cachorro dessa maneira.

“É terrível ver cães enjaulados sendo retirados de sua gaiola e espancados até a morte com bastões de madeira”.

“Senti que, de certa forma, isso era feito propositadamente quase que como uma ‘atração extra’ para atrair mais turistas”.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

“Outro aspecto que me preocupou muito quando estive lá foi que acreditava estar vendo espécies ameaçadas de extinção oferecidas para venda, como macacos, morcegos, pássaros, cobras e outros répteis”.

O Tomohon Extreme Market costumava ser listado como uma das principais atrações turísticas do TripAdvisor até que ativistas pelo bem-estar animal reclamaram e o derrubaram.

Mas o comércio ainda continua lá com a benção das autoridades regionais, que se recusaram a se reunir com os ativistas e ouvir suas preocupações.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Entre muitas das ofertas perturbadoras do mercado estão cachorros e gatos, muitos dos quais, segundo ativistas, foram roubados de suas famílias e tutores antes de serem transportados ilegalmente pelo país para chegar até aqui.

Trancados em pequenas gaiolas de metal, os animais são freqüentemente forçados a assistir enquanto seus companheiros de cativeiro são espancados até a morte com grandes pedaços de madeira, sabendo que eles são os próximos.

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Foto: Alf Jacob Nilsen/Solent News

Seus corpos – muitas vezes ainda em movimento – são então queimados para remover a pele antes de serem vendidos.

Além da crueldade contra os animais, ativistas dizem que mercados como o Tomohon são um terreno fértil para doenças potencialmente fatais como a raiva.

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Número de porcos mortos devido à peste suína sobe para 3.638 milhões na Ásia

O número de porcos mortos devido à peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) na Ásia subiu para 3.638.592, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), contabilizados até 14 de junho. São 300 mil animais a mais do que a quantidade registrada em 7 de junho.

Foto: Pixabay

O levantamento da organização compila dados de órgãos federais dos países. O aumento se deve ao número de casos registrados no Vietnã, onde a quantidade de porcos mortos passou de 2,2 milhões para 2,5 milhões. A epidemia atingiu mais duas províncias no país, que já tem 56 regiões afetadas desde 19 de fevereiro, segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural local. As informações são da Isto É.

A China, porém, é o país com a situação mais crítica, em termos de extensão. Com um novo foco da doença identificado, o território chinês conta com 139 focos em 32 províncias, incluindo a região administrativa de Hong Kong. Desde agosto de 2018, quando o surto foi identificado, 1,133 milhão de porcos foram mortos, de acordo com o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país.

Um único foco foi identificado na Coreia do Norte, em 23 de maio, em uma província do país, levando 77 porcos à morte. Na Mongólia, 11 surtos já foram registrados em seis províncias e em uma cidade, o que fez com que 3,1 mil animais fossem mortos. Com um foco detectado, em 2 de abril, em uma província, 2,4 mil porcos foram mortos no Camboja. Em todos esses países, os números se mantiveram estáveis em relação aos resultados anteriores.

Os dados da organização da ONU divergem das estimativas de mercado. Isso porque o levantamento contabiliza apenas números divulgados por órgãos oficiais dos países.


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Fotógrafo flagra em imagem a triste situação dos elefantes mortos por caçadores de marfim

Foto: Justin Sullivan

Foto: Justin Sullivan

O fotógrafo Justin Sullivan tirou recentemente uma fotografia que deixou o mundo atordoado. A imagem forte e chocante captada pelo talentoso fotógrafo, mostra um elefante africano morto por caçadores que buscavam o marfim de suas presas no norte de Botsuana. A foto expõe de forma inequívoca a situação desses paquidermes gigantes, gentis e inteligentes e como seu número tem diminuído de forma acentuada devido à caça.

Segundo o autor da foto, intitulada de “Desconexão” a imagem “não mostra apenas o quão isolado e desconectado o elefante esta naquele momento comovente, mas como nós todos estamos da situação como um todo”.

“Mantive essa imagem por meses, aguardando a oportunidade certa para compartilhá-la. É um processo emocional para mim, mas ter minha foto de “Desconexão “anunciada como finalista no Concurso Stenin é emocionante e ao mesmo tempo desolador. É emocionante ver que uma questão importante será manchete em todo o mundo e despertará interesse novo nas conversas em torno da caça a elefantes. Também é algo que parte o coração, um lembrete da perda ecológica que enfrentamos atualmente. Esse elefante específico foi morto de uma maneira extremamente desumana não é uma imagem fácil de ser digerida”, disse Sullivan.

“Espero que esta imagem e a publicidade que ela esta recebendo do Stenin Contest World Tour reacenderão as conversas de que tanto precisamos, para evoluir nessa questão”, diz.

Justin Sullivan nasceu na pequena cidade de Eshowe, na África do Sul. O fotógrafo é formado em Geografia e Estudos Ambientais, Gestão Pública e Desenvolvimento, e mestre em Sociologia.

Justin tem explorado a fotografia nos últimos 3 anos, ampliando sua especialização em fotografia documental e se especializando em incêndios florestais no Cabo.

O foco de seu trabalho é destacar questões contemporâneas na África do Sul, usando a fotografia para exibir insights sobre um mundo muitas vezes “invisível”, segundo ele.

O fotógrafo se descreve como um apaixonado pelo meio ambiente e por estar ao ar livre. Os planos de Justin incluem fotos que documentem incêndios florestais em todo o mundo para aumentar a conscientização sobre as mudanças climáticas e os impactos socioeconômicos desses desastres.

Na imagem finalista do concurso, os caçadores usavam uma motosserra para cortar a tromba e as presas, a apenas 20 minutos de distância de um acampamento nas proximidades. A caça em Botswana está aumentando rapidamente, com um aumento estimado de cadáveres em 593% nas regiões do norte do país entre 2014 e 2018.

Ameaçados e perseguidos

Uma pesquisa realizada por cientistas das universidades de Freiburg, York e da Convenção para o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES), revela um declínio na taxa anual de mortalidade de elefantes proveniente da caça saindo de um pico estimado de mais de 10% em 2011 para menos de 4% em 2017.

Estima-se que haja cerca de 350 mil elefantes restantes na África, mas aproximadamente de 10 a 15 mil são mortos a cada ano por caçadores.

Nas atuais taxas de caça, os elefantes correm o risco de serem praticamente eliminados do continente, sobrevivendo apenas em bolsões pequenos e fortemente protegidos.

Um dos autores do estudo, o Dr. Colin Beale, do Departamento de Biologia da Universidade de York, disse: “Estamos vendo uma queda na caça, que é obviamente uma notícia positiva, mas o número de mortes ainda está acima do que pensamos ser sustentável, então as populações de elefante populações estão em declínio”.

“As taxas de caça parecem responder principalmente aos preços do marfim no sudeste da Ásia e não podemos esperar ter sucesso sem atacar a demanda naquela região.”
A equipe de pesquisa diz que é impossível dizer se a proibição do comércio de marfim introduzida na China 2017 está tendo um impacto nos números, já que os preços do marfim começaram a cair antes da proibição e podem refletir uma desaceleração mais ampla na economia chinesa.

“Precisamos reduzir a demanda na Ásia e melhorar o sustento das pessoas que convivem com elefantes na África; esses são os dois maiores alvos para garantir a sobrevivência dos elefantes a longo prazo”, acrescentou Beale.

“Embora não possamos esquecer o combate à caça e a aplicação da lei, melhorar apenas esses pontos isoladamente não resolverá o problema da caça em si”, acrescentou Beale.

Os cientistas analisaram dados do programa MIKE (Monitoramento do Abate Ilegal de Elefantes), que registra dados de cadáveres fornecidos por guardas florestais em 53 locais protegidos em toda a África.

O Dr. Beale acrescentou: “Os elefantes são a própria definição da megafauna carismática, mas também são importantes engenheiros do cerrado africano e dos ecossistemas florestais e desempenham um papel vital na atração do ecoturismo para que a sua conservação seja uma preocupação real”.

Lisa Rolls Hagelberg, diretora de Relações com a Vida Silvestre e Relações com Embaixadores da ONU, disse: “Garantir um futuro que conte elefantes selvagens e uma série de outras espécies exigirá leis e esforços mais rigorosos e envolvimento genuíno da comunidade; no entanto, desde que haja demanda as pessoas vão encontrar uma maneira de supri-la.

“Apenas cerca de 6% do financiamento atual para combater o comércio de animais selvagens é direcionado para a comunicação.

Para o sucesso a longo prazo, os governos precisam priorizar intervenções abrangentes de mudança social e comportamental para prevenir e reduzir a demanda. Nós temos o know how (como fazer), agora precisamos investir para realmente influenciar a consciência ambiental”.

Severin Hauenstein, da Universidade de Freiburg, acrescentou: “Esta é uma tendência positiva, mas não devemos ver isso como um fim para a crise da caça”.

“Depois de algumas mudanças no ambiente político, o número total de elefantes mortos na África parece estar caindo, mas para avaliar possíveis medidas de proteção, precisamos entender os processos locais e globais que impulsionam a caça de elefantes”.

O estudo foi publicado na Nature Communications.

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Autorização para extermínio de capivaras gera críticas em Itatiba (SP)

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente autorizou o extermínio de capivaras que vivem em um condomínio de Itatiba, no interior de São Paulo, após um morador morrer por febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela, que tem a capivara como hospedeira. A medida cruel, no entanto, gerou críticas de moradores e levou órgãos de proteção animal a recorrerem ao Ministério Público.

“Em função deste óbito que ocorreu, em janeiro do ano passado, os órgãos estaduais determinaram que a gente, por ser agora uma área de transmissão de febre maculosa, fizéssemos o sacrifício de todas as capivaras do condomínio”, explicou à TV TEM o síndico José Augusto da Silva. Das cerca de 40 capivaras que viviam no local, 13 já foram mortas.

Foto: Reprodução/TV TEM

Uma das pessoas que é crítica da decisão da secretaria é a aposentada Sueli Fassio, que mora no condomínio há 22 anos. “Quando não tiver mais nenhuma capivara, os carrapatos vão continuar. Aí não vão poder jogar veneno nessa grama, porque vão matar os peixes e os gansos que temos aqui”, disse.

A castração e a esterilização são as práticas mais adequadas para solucionar o problema, segundo o médico veterinário Paulo Anselmo Felippe, que estuda manejos de capivaras. O especialista explicou que a bactéria permanece por apenas 15 dias no organismo do animal e, depois, não aparece nunca mais no sangue.

“Porque o sistema imunológico dela se organiza e ela não vai ter mais essa riquetsemia, essa bactéria circulando. Então, ela não infecta novos carrapatos. Sempre que a riquétsia circulou naquela população, você retira os animais e vêm novos, vai acontecer riquetsemia nesses novos, porque eles não tiveram contato anterior com a bactéria”, afirmou.

A diretora da Secretaria do Meio Ambiente,Vila Geraldi, discorda do veterinário e afirma que após a capivara ficar imune, os carrapatos infectados vão continuar transmitindo a doença pela picada.

Capivaras já foram mortas em condomínios fechados de outras sete cidades, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O órgão argumenta que não é viável levar as capivaras para outros locais porque isso só mudaria a área de transmissão da doença.

“O critério é o do risco da saúde pública e esse critério é previsto na constituição federal e estadual. Embora ele seja um animal silvestre, que tem toda a proteção, se ele tem essa condição de risco à saúde pública, nós temos que analisar a situação e ver o que temos que fazer para que esse risco deixe de existir. Não podemos ignorar esse risco”, concluiu a diretora da Secretaria do Meio Ambiente.

Nota da Redação: com o crescimento urbano, seres humanos têm habitado, cada vez mais, regiões que eram originalmente ocupadas apenas por animais, como frequentemente acontece com condomínios fechados construídos em áreas verdes. Não é justo, portanto, que o animal, que já teve que se adaptar a um habitat desfragmentado graças à presença humana, tenha sua vida tirada. Além disso, o argumento de que transportar as capivaras para outros locais é inviável devido à mudança da área de transmissão da doença não se sustenta, já que basta levar esses animais para locais de mata, afastados de regiões urbanas. Matar esses animais é uma prática cruel, antiética e injustificável. 


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Tutor faz tatuagem de cachorro após animal morrer em acidente trágico

Um homem decidiu homenagear seu cachorro após o animal morrer em um acidente trágico. O caso foi divulgado na internet por Alice Dawe, que trabalha levando cães para passear e que era a responsável pelos passeios do cão que morreu. O caso aconteceu na Inglaterra.

Facebook/ Alice Dawe

Dawe decidiu divulgar o caso porque ficou comovida com a atitude do tutor do animal. Ela não contou qual foi o acidente que tirou a vida do cão, mas disse que ele morreu de forma trágica.

A inglesa falou sobre a história em um grupo do Facebook e publicou uma foto do cachorro e outra da tatuagem que o tutor fez para homenageá-lo. As informações são do portal O Documento.

A fotografia do animal que deu origem à tatuagem foi tirada por Dawe. “Me sinto muito honrada por ele ter escolhido a foto que tirei”, escreveu.

Dawe disse ainda que o cachorro era um dos favoritos entre os quais ela levava para passear e que a coleira que ele usava permanece em sua bolsa desde que ele morreu, há dois anos.

“Você ainda passeia com seus amigos”, disse Dawe, querendo dizer que o cão que morreu continua fazendo os passeios porque no momento em que eles ocorrem, a inglesa leva a bolsa dela, com a coleira do animal dentro.


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Maior levantamento sobre vegetação do mundo revela taxa de extinção alarmante

Foto: Design Pics/Shutterstock

Foto: Design Pics/Shutterstock

As plantas produtoras de sementes do mundo têm desaparecido a uma taxa de quase três espécies por ano desde 1900 – o que representa até 500 vezes maior do que o esperado como resultado se considerada apenas a ação das forças naturais, informa a maior pesquisa de extinção de vegetação já realizada.

O projeto analisou mais de 330 mil espécies e descobriu que as plantas nas ilhas e nos trópicos tinham mais probabilidade de serem declaradas extintas. Árvores, arbustos e outras plantas perenes lenhosas tinham a maior probabilidade de desaparecer, independentemente de onde estavam localizados. Os resultados foram publicados em 10 de junho na Nature Ecology & Evolution1.

O estudo fornece evidências concretas valiosas que ajudarão nos esforços de conservação, diz Stuart Pimm, cientista de conservação da Duke University em Durham, Carolina do Norte. A pesquisa incluiu mais espécies de plantas em uma ordem de grandeza do que qualquer outro estudo, diz ele. “Seus resultados são extremamente significativos”.

Uma compilação cuidadosa

O trabalho se baseia em um banco de dados compilado pelo botânico Rafaël Govaerts no Royal Botanic Gardens, Kew, em Londres. Govaerts iniciou o banco de dados em 1988 com intenção de rastrear o status de todas as espécies de plantas conhecidas.

Como parte desse projeto, ele procurou por toda a literatura científica e criou uma lista de espécies de plantas que produzem sementes que foram extintas, e observou quais espécies de cientistas consideraram extintas, mas que mais tarde foram redescobertas.

Em 2015, Govaerts se uniu à bióloga evolutiva de plantas Aelys Humphreys, da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e a outros mais para analisar os dados. Eles compararam taxas de extinção em diferentes regiões e características, tais como se as plantas eram anuais (que dão sementes a cada ano) ou perenes que perduram ano após ano.

Os pesquisadores descobriram que cerca de 1.234 espécies haviam sido extintas desde a publicação do compêndio de espécies de plantas de Carl Linnaeus, Species Plantarum, em 1753. Mas mais da metade dessas espécies foram redescobertas ou reclassificadas como outra espécie viva, significando que 571 ainda são presumidas. extinto.

Um mapa de extinções de plantas produzido pela equipe mostra que a flora em áreas de alta biodiversidade e populações humanas florescentes, como Madagascar, as florestas tropicais brasileiras, Índia e África do Sul, estão em maior risco (ver “Padrão de extinção”).

Humphreys diz que as taxas de extinção nos trópicos estão além do que os pesquisadores esperam, mesmo quando são responsáveis pela maior diversidade de espécies nesses habitats. E as ilhas são particularmente sensíveis porque provavelmente contêm espécies que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo e são especialmente suscetíveis a mudanças ambientais, diz Humphreys.

Escala de destruição em massa

Embora os pesquisadores tenham curado (analisado) cuidadosamente o banco de dados de extinção de plantas, os números do estudo são quase certamente uma subestimava do problema, diz Jurriaan de Vos, um filogeneticista da Universidade de Basel, na Suíça. Algumas espécies de plantas são “funcionalmente extintas”, observa ele, e estão presentes apenas em jardins botânicos ou em números tão pequenos na natureza que os pesquisadores não esperam que a população delas sobreviva.

“Você pode dizimar uma população ou reduzir uma população de mil até um apenas e dizer que a coisa ainda não está extinta”, diz de Vos. “Mas isso não significa que está tudo bem”.

E poucos pesquisadores têm o dinheiro ou tempo suficientes para iniciar um esforço abrangente na intenção de encontrar uma espécie de planta que eles acham que pode ter sido extinta. As paisagens podem mudar muito em um período de tempo relativamente curto, por isso é difícil saber se uma espécie realmente desapareceu sem um acompanhamento extenso, diz De Vos.

Ele se lembra de sua própria caça por Camarões para reunir espécies de begônias de flores amarelas para sequenciamento de DNA. De Vos visitou vários locais onde os registros indicaram que outros pesquisadores haviam coletado as plantas em décadas passadas. Mas às vezes ele chegava a um local apenas para encontrar uma paisagem radicalmente alterada.

“Você sabe que é uma espécie de floresta tropical, mas você está em uma cidade”, diz de Vos. “Então você percebe o quão massiva foi a escala de destruição ou mudança no uso da terra nos últimos 50 ou 80 ou 100 anos”.

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