Animais são brutalmente mortos em festival anual muçulmano

Foto: Reuters

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Muçulmanos de todo o mundo celebram o Eid al-Adha, a festa do sacrifício, o segundo de dois feriados islâmicos celebrados todos os anos, marcando o fim da peregrinação anual ou Hajj para a cidade sagrada saudita de Meca.

Em todo o mundo, homens, mulheres e crianças fazem orações e sacrificam animais como parte das celebrações.

Eid al-Adha no entanto, é o mais sagrado dos dois feriados muçulmanos celebrados todos os anos. Fotos do Paquistão mostram homens na rua matando cabras, camelos, vacas e ovelhas como parte das festividades.

Foto: AFP/Getty Images

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Cerca de 10 milhões de animais são sacrificados durante o festival, segundo a Associação de Curtumes do Paquistão.

Foram feitas orações em Mianmar, no Azerbaijão e no Iraque, enquanto na Índia a polícia revistava fiéis quando entravam em mesquitas, em meio a críticas crescentes ao tratamento dado aos muçulmanos sob o regime nacionalista hindu de direita do primeiro-ministro Modi.

Alguns muçulmanos matam um animal em forma de sacrifício e dividem a carne em três partes, uma para a família, uma para amigos e parentes e outra para os pobres.

Foto: AFP/Getty Images

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O ato é feito para honrar a disposição de Ibrahim de sacrificar seu filho como um ato de obediência ao mandamento de Deus, como dito no Alcorão. No entanto, antes que ele pudesse sacrificar seu filho, Deus lhe forneceu uma ovelha para matar.

Abuso e maus-tratos

Enquanto a população muçulmana da Índia se prepara para celebrar o Eid-al-Adha, o festival islâmico do sacrifício, popularmente conhecido como Bakrid, a organização sem fins lucrativos que atua pelos direitos dos animais PETA visitou um abatedouro em Deonar, em Mumbai, revelando crueldades inimagináveis praticadas com os animais na véspera do Eid.

Foto: EPA

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A entidade visitou um matadouro na região de Deonar em Mumbai, onde supostamente milhares de cabras e ovinos e cerca de 2.700 búfalos chegaram de várias cidades indianas para serem vendidos para o sacrifício.

Um vídeo compartilhado pela ONG mostra como os animais transportados para o matadouro foram submetidos a horríveis atrocidades, em desacordo com as leis de transporte de animais, conforme mandado por uma ordem de 2017 da Suprema Corte da Índia.

O vídeo revela a dura realidade e a selvageria sofrida pelos animais durante o transporte para os matadouros e o subsequente tratamento cruel que tira suas vidas. Como pode ser visto nas imagens, um trabalhador no matadouro admite que os animais habitualmente morrem no transporte devido à superlotação e falta de cuidados por parte dos transportadores. Os corpos de animais que morrem em trânsito são tratados com insensibilidade notória, esteiras rolantes são usadas para descartar os corpos dos animais mortos.

Foto: AFP/Getty Images

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Cartas mencionando as denúncias foram escritas aos altos funcionários do governo do estado de Maharashtra, da Polícia de Mumbai, da Corporação Municipal de Brihanmumbai, do Conselho de Bem-Estar Animal do Estado de Maharashtra, da Sociedade para a Prevenção da Crueldade aos Animais, do Conselho de Bem-Estar Animal da Índia e da Food Autoridade de Segurança e Normas da Índia pedindo que eles apurem as acusações.

Em todo o mundo, milhões de animais entre bois e vacas, a maioria deles cabras e ovelhas são mortos no dia de Bakrid como uma marca do sacrifício feito ao Todo-Poderoso. PETA apelou aos muçulmanos para se absterem de sacrificar animais e pediu-lhes que concedam a misericórdia a estes seres sem voz, celebrando um Eid sem sangue. A ONG pediu ainda aos muçulmanos que distribuam alimentos veganos, ofereçam ajuda à instituições de caridade e dediquem-se a tudo que não envolva matar animais.

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Ameaçados de extinção, cachorros-vinagre morrem atropelados em MS

Raros e ameaçados de extinção, dois cachorros-vinagre morreram após serem atropelados por um veículo na BR-262, no trecho entre os municípios de Aquidauana e Miranda, no Mato Grosso do Sul. O acidente aconteceu no sábado (10).

(Foto: Divulgação/Projeto Bandeiras e Rodovias)

Outros dois cachorros-vinagre, um filhote e um adulto, provavelmente da mesma família, foram encontrados próximo ao local do acidente por uma equipe do Projeto Bandeiras e Rodovias, que monitora atropelamentos de tamanduás-bandeira e outras espécies nas rodovias.

Mário Alves, representante do projeto, explica que há fazendas na região, o que ameaça o desenvolvimento dos animais. As informações são do portal G1.

A espécie é encontrada na América do Sul e em praticamente todas as regiões do Brasil, com exceção do Bioma Caatinga. No entanto, a aparição do animal é rara, já que ele está ameaçado de extinção.

Predominante marrom-avermelhada, o cachorro-vinagre pesa cerca de 5 kg e é bom nadador. Ele vive em gupos que podem variar de dois a 12 animais, nos quais apenas o casal dominante reproduz.


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Galos explorados em rinha são mortos na Bahia após decisão judicial

Galos resgatados após serem explorados em uma rinha em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, foram mortos na sexta-feira (9). Noventa aves tiveram suas vidas tiradas por determinação da Justiça. Eles foram resgatados no dia 26 de julho e desde então estavam sendo mantidos no antigo pátio da delegacia do município.

A autorização para matá-los foi solicitada sob a justificativa de que não havia condição de mantê-los no pátio. Apesar de existir a possibilidade de buscar lares para eles, inclusive em santuários, optou-se por retirar deles o direito à vida.

Foto: Blogbraga

O juiz Flávio Ferrari justificou que tentou de várias formas evitar que os galos fossem mortos, mas que órgãos como o Ibama e a Secretaria do Meio Ambiente não tinham onde colocá-los. As informações são do G1.

O Ministério Público havia solicitado que os animais fossem levados para uma comunidade terapêutica da cidade para que eles fossem mortos e consumidos no local. No entanto, um parecer técnico apresentado por um veterinário concluiu que isso não poderia ser feito porque a carne dos animais não estava apta para consumo devido ao estresse continuado, traumas, ferimentos e procedimentos veterinários inapropriados aos quais eles foram submetidos e os hormônios que receberam. Todo esse sofrimento, porém, não impediu que a Justiça impedisse que esses animais tivessem um final feliz. Na decisão judicial, foi usada o argumento injustificável de que os galos não poderiam ser doados para ONGs porque foram treinados para matar.

O delegado Leonardo Mendes, titular da delegacia do município, afirmou inicialmente que cerca de 200 galos foram resgatados na ação policial. No entanto, posteriormente o delegado Rivaldo Luz, coordenador da Polícia Civil na região disse que não se sabe o número exato de animais.

Foto: Blogbraga

Outros galos resgatados na ação foram entregues para ONGs. Não há informações, porém, da quantidade de aves salvas.

No dia do resgate, cerca de 150 pessoas foram presas na rinha. Os policiais apreenderam R$ 30 mil no local, além de biqueiras de metal, esporas e medicamentos para os animais – como anti-inflamatórios e hormônios injetáveis.

Os tutores dos galos e o dono da rinha respondem em liberdade por abuso e maus-tratos contra animais.


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Filhote de baleia é cortado do ventre da mãe na caçada anual das Ilhas Faroe

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma baleia grávida morta na caça anual das ilhas Faroe teve o filhote cortado fora de seu útero, uma cena forte e comovente, registrada por ativistas. A temporada de caça é comumente referida pelos locais como uma “rotina” da região.

A caça, que pode ser descrita como um verdadeiro mar de sangue, dada a cor que ficam águas após a morte dos animais, levou a morte de 23 baleias, assassinadas friamente por sua carne e gordura. Mas o governo das ilhas Faroe afirmam que a atividade é “sustentável” e “regulada por lei”.

A organização ambientalista Sea Shepherd compareceu ao local da matança na baía de Hvalvik para documentar o massacre descrito pela entidade como “bárbaro”.

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma visão angustiante

“Como de costume, o processo descrito como “humanitário” pelos caçadores, para matar as baleias-piloto estava longe disso, com várias tentativas frustradas de paralisar os animais com a lança sendo observadas em vários grupos”, disse um porta-voz da entidade.

“Tendo observado anteriormente outras baleias pilotos, nossa tripulação notou que este grupo de baleias estava claramente desgastado ou resignado ao seu destino tanto que muito pouco ou nenhum grito foi ouvido das baleias.

“Enquanto as famílias se deitava nas docas, imagens ternas e ao mesmo tempo perturbadoras de crianças saltando e brincando com os animais mortos podiam ser vistas. À medida que o processo continuava, a tripulação testemunhou uma baleia jovem sendo perseguida até a morte e a angustiante visão de um filhote não nascido sendo cortado do ventre de sua mãe”.

‘Semanas antes de nascer’

A Sea Shepherd afirma que o filhote parecia estar a “meros dias ou semanas apenas de nascer” – e, portanto, seria “despejado sem a menor cerimônia” de volta ao mar.

“As Ilhas Faroe costumam falar da tradição por trás da rotina de morte e, especificamente, do respeito mostrado às baleias-piloto”, acrescentou a instituição.

“Vídeos e fotografias mostram claramente que isso não é o caso, com imagens de pessoas e turistas tirando selfies com as baleias assassinadas.

Foto: Environmental Investigation Agency

Foto: Environmental Investigation Agency

“As crianças brincavam com barbatanas, chutavam e socavam os corpos, andando sobre elas e, despreocupadamente, podiam ser vistas correndo pelo cais carregando as facas tradicionais que são usadas como parte da matança”.

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Filhotes de leões e tigres são encontrados mortos em freezer de fazenda de caça

Foto: NSPCA

Foto: NSPCA

Ao total vinte filhotes de leões e tigres foram encontrados mortos em um freezer em durante uma inspeção surpresa em uma fazenda de caça na África do Sul.

Um vídeo com imagens fortes mostra dois filhotes de leão fatalmente doentes trancados dentro de uma aulade metal na Fazenda Pienika, na África do Sul.

Os jovens felinos foram encontrados estavam sofrendo de condições neurológicas graves e tiveram que ser sacrificados no local, de acordo com a LIO.

Incentivados a investigar mais, os inspetores da NSPCA descobriram os corpos sem vida de outros 20 leões e tigres de idades variadas em um freezer.

Cinco cadáveres foram removidos para exames post-mortem para determinar a causa da morte.

A NSPCA disse que eles vão adicionar mais acusações de abuso de animais às já existentes, contra os proprietários da fazenda.

A descoberta segue um incidente repugnante ocorrido em abril na mesma fazenda, na província do Noroeste.

Oficiais da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra os Animais da África do Sul descobriram 108 leões, tigres, leopardos e caracais negligenciados, vivendo em condições descritas por eles como “absurdamente terríveis”.

Os animais eram mantidos em pequenos recintos imundos, superlotados e privados de água.

Alguns dos animais estavam totalmente sem pelo por causa de infecções parasitárias e dois sofriam de condições neurológicas “susceptíveis de serem o resultado de reprodução” ou endogamia.

O inspetor da NSPCA, Douglas Wolhuter, disse: “Com o lançamento de O Rei Leão e a homenagem aos leões durante o Dia Mundial do Leão neste mês, o resto do mundo está celebrando essas criaturas majestosas.

Foto: NSPCA

Foto: NSPCA

“Aqui na África do Sul, onde os leões são endêmicos e uma parte enorme de nossa herança, estamos condenando milhares de leões a uma vida de cativeiro, onde suas necessidades básicas não estão sendo supridas, e estamos submetendo aquele que é mundialmente conhecido como “o rei” do reino animal a uma vida patética em uma gaiola, à espera da morte.

O chefe de Política da Fundação Born Free, o Dr. Mark Jones, disse Metro: “Os leões da África estão enfrentando uma crise sem precedentes. Há agora quase três vezes mais leões em cativeiro do que na natureza”.

“Esses animais têm uma vida curta e traumática resultado de uma indústria incrivelmente cruel e cínica”.

Falando ao The Sun, Eduardo Gonçalves, fundador da Campanha para Proibição da Caça ao Troféu, revelou que os grandes felinos estavam sendo criados em cativeiro para que pudessem ser acariciados por turistas, alimentados com mamadeira e, eventualmente, assassinados por troféus.

Gonçalves, disse: “A fazenda está em Lichtenburg, na Província Noroeste da África do Sul.

“Há cerca de 60 dessas instalações na África do Sul, criando grandes felinos para as pessoas acariciarem os animais, tirarem fotos dando mamadeiras para eles e depois matarem em troca de um troféu”.

“Os ossos desses animais são frequentemente vendidos a comerciantes desonestos na Ásia que fabricam medicamentos falsificados. Esta é a realidade da indústria de criação de felinos de grande porte na África do Sul”.

“É simplesmente obsceno. Os animais são mantidos em condições terríveis e seus exploradores fazem uma fortuna de seu sofrimento”.

Fazendas de criação de grandes felinos

Investigações denunciam que leões e tigres estão nascendo com deformidades dolorosas em centros de reprodução industrial, provavelmente causadas por endogamia. Nesses centros os animais são criados com o único objetivo de terem partes de seus corpos extraídas para serem vendidas no comércio abastecido pela demanda da “medicina” tradicional asiática, revelaram investigadores.

Grandes felinos foram encontrados com anormalidades no rosto, pés e pernas, e também podem vir a sofrer problemas de visão, audição, respiração e mastigação, segundo as informações contidas em um relatório detalhado.

Os animais estão entre os milhares de tigres e leões confinados em minúsculos cercados dentro de fazendas industriais, onde são mortos e têm partes de seu do corpo extraídas, que são fervidas ou picadas para fazer vinho de osso de tigre e remédios para condições de saúde que vão de artrite a meningite, expõe o documento.

O primeiro estudo global sobre a cadeia de suprimentos da “medicina” chinesa mostra como a fé em tratamentos não comprovados está causando diretamente o sofrimento e a morte de grandes felinos cativos em grande escala e também ameaçando sua existência na natureza.

Foto: Anonymous/Blood Lions

Foto: Anonymous/Blood Lions

Populações cada vez mais ricas na China e no Vietnã estão impulsionando a demanda por produtos de “medicina tradicional”, diz o relatório – e à medida que o tigre selvagem é levado à extinção, também leões, onças e leopardos estão sendo mortos pelo o mesmo fim.

As pessoas acreditam que remédios feitos a partir de partes de grandes felinos podem tratar doenças como artrite e reumatismo, promover força e aumentar o vigor sexual.

A maioria dos entrevistados em ambos os países prefere que os animais sejam tirados da natureza em vez de criados em cativeiro, acreditando que os produtos são mais eficazes, de acordo com a World Animal Protection (WAP), que produziu o relatório.

Os pesquisadores também encontraram evidências de que a endogamia e reprodução em alta velocidade deixam alguns animais com problemas de saúde dolorosos, incluindo deformidades, e podem também sofrer problemas de visão, audição, respiração e mastigação.

A China tem até 6 mil tigres à espera da morte, a África do Sul até 8 mil leões e a Tailândia 1.500 tigres. O Laos e o Vietnã também criam e reproduzem leões e tigres em fazendas, afirma a ONG.

Os grandes felinos são arrancados de suas mães na natureza ou nascem em fazendas de reprodução – uma tendência crescente, uma vez que a demanda por produtos de tigre aumentou muito nos últimos anos.

Foto: World Animal Protection

Foto: World Animal Protection

Na China, os investigadores encontraram longas filas de gaiolas ao estilo de fazendas de criação em larga escala, abrigando centenas de tigres e leões e fornecendo apenas comida e água mínimas. Muitos animais estavam desnutridos, com suas costelas e coluna vertebral altamente visíveis, disseram as testemunhas.

O maior centro tinha mais de mil grandes felinos em “gaiolas mínimas, sombrias e de concreto – ambientes hostis e distantes, tão distantes de seus lares naturais e selvagens”. Muitos andavam de um lado para o outro, demonstrando estresse.

O relatório também destaca como os “medicamentos” ameaçam a existência de grandes felinos, dizendo: “É provável que leões selvagens sejam ilegalmente traficados por sindicatos do crime organizado para a África do Sul a partir de países vizinhos como Zimbábue e Botsuana e adicionados às populações de fazendas de leões”.

Populações de tigres selvagens estão à beira da extinção, com menos de 4 mil restantes em todo o mundo.

Foto: World Animal Protection

Foto: World Animal Protection

Especialistas há muito alertam que “medicamentos tradicionais” não têm benefícios médicos comprovados.

Mas as pesquisas da ONG WAP descobriram:

• No Vietnã, quase 90% dos consumidores de tais medicamentos acreditam em sua eficácia, e um quarto da população usa produtos feitos com membros da vida selvagem, como “emplastros de tigre”.

• Um número similar de consumidores preferem produtos de animais capturados na natureza

• Na China, duas em cada cinco pessoas já usaram drogas ou produtos para a saúde que continham produtos feitos de grandes felinos.

Mas a pesquisa também descobriu que dois terços dos entrevistados vietnamitas estavam dispostos a tentar alternativas herbáceas ou sintéticas, com metade dizendo que isso dependia do preço.

O relatório, que será lançado em uma importante reunião da Cites no mês que vem, descreve as leis internacionais e domésticas como “inadequadas”.

Segundo as leis vigentes fazendas de criação de animais da África do Sul, que abastecem a indústria de caça “enlatada”, são perfeitamente legais, e ossos de animais são exportados dentro de cotas.

Foto: Getty

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O dr. Jan Schmidt-Burbach, consultor de fauna silvestre da WAP, disse: “Esses grandes felinos são explorados por ganância e dinheiro – para remédios que nunca foram comprovados como tendo propriedades curativas. Só por essa razão, é inaceitável”.

“Mas, dado o fato que eles sofrem imensamente durante toda a sua curta vida – isso torna-se um ultraje absoluto”.

“Muitos desses animais só verão o mundo através de barras de metal, eles apenas sentirão o concreto duro sob suas patas e nunca poderão experimentar seu instinto predatório mais básico – uma caçada.

“Esses animais são majestosos – eles não são brinquedos – nem são remédios”.

No ano passado, a World Animal Protection descobriu que onças-pintadas estavam sendo caçadas na América do Sul para abastecer o comércio de itens medicinais.

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Oito cavalos são sacrificados após descoberta de caso severo de negligência

Foto: MEN Media

Foto: MEN Media

Os oito cavalos tiveram que ser sacrificados depois de terem sido encontrados aleijados em um estábulo minúsculo “amontoados” uns nos outros e com estrume por todo lado em um caso criminoso de negligência .

Oficiais de bem-estar animal descobriram dez animais que vivem em um estábulo imundo cercado por suas próprias fezes e urina, em um caso de negligência que o inspetor do departamento disse ser “o pior que já viu”.

Para chegar até dois dos cavalos os funcionários tiveram que escavar a sujeira, pois os dejetos estavam bloqueando a porta do estábulo.

Os cavalos não tinham um ferrador para aparar os cascos por pelo menos 12 meses, quando isso deveria acontecer a cada seis semanas.

Isso fez com que os cascos dos animais crescessem descontroladamente, deixando os cavalos aleijados e tendo que lutar para conseguir se locomover.

Foto: MEN Media

Foto: MEN Media

Cinco cavalos estavam em tal estado de sofrimento que um veterinário independente decidiu que a melhor coisa era sacrificá-los imediatamente.

Outros três foram encaminhados para uma cirurgia de emergência antes de ser decidido que eles também precisavam ser sacrificados para acabar com seu sofrimento.

Um tribunal proibiu o homem responsável pelos cavalos de manter todos os animais em seu poder depois que sua negligência foi descoberta.

Carl Kawka, 57 anos, de Greenbank Road, na cidade de Rochdale, Inglaterra se declarou culpado de duas acusações de crueldade e atentado ao bem-estar animal quando compareceu ao tribunal de magistrados de Tameside na última quinta-feira.

O tribunal ouviu como a RSPCA (ONG que atua em defesa dos direitos animais) foi enviada para investigar Kawka devido a preocupações sobre 10 cavalos que ele tinha sob seus cuidados em seus estábulos em Oldham.

Foto: MEN Media

Foto: MEN Media

O inspetor Danni Jennings e os oficiais do World Horse Welfare descobriram que oito cavalos tinham cascos enormes e deformados que os deixaram aleijados.

Em mitigação, o tribunal ouviu que Kawka estava com dificuldades devido a problemas de saúde.

Felizmente, após um longo tratamento, dois dos cavalos estão a caminho da recuperação.

Um deles, chamado Ronnie, agora foi realocado, e outra égua chamada Celine está se recuperando bem e deve voltar para casa em breve.

Kawka foi proibido de manter todos os animais, recebeu uma sentença de 18 semanas de prisão suspensa por 12 meses e um toque de recolher de cinco meses entre as 19h e as 7hs da manhã.

“Este é o pior caso de negligência que já vi em minha carreira de 11 anos como inspetor da RSPCA.

“Os cavalos estavam claramente sofrendo e estavam aleijados, lutando para andar e se mexer e era óbvio que não tinham visto a luz do dia por um longo período de tempo.

“O modo como foram negligenciados foi horrível – foi um dia muito triste e deprimente para todos os envolvidos”.

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Governo faz churrasco na Esplanada dos Ministérios com mais de 4 mil peixes mortos

O governo promove nesta quarta-feira (7) um churrasco na Esplanada dos Ministérios. Mais de 4 mil peixes foram mortos para o evento.

Tambaquis mortos para consumo humano (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM/Imagem Ilustrativa)

Da espécie tambaqui, os animais marinhos foram doados ao governo por uma associação de criadores de Rondônia que os explora para consumo humano.

O evento tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que é conhecido por apoiar práticas que exploram, maltratam e matam animais – como a caça, o rodeio e a vaquejada. De acordo com informações oficiais do governo, a presença do presidente no churrasco foi confirmada.

Os peixes serão cortados, assados e distribuídos à população, o que incentivará o consumo de peixe, condenando-os ainda mais a uma vida de muito sofrimento.


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Vacas e bois são amarrados e içados por guindaste nas ruas do Paquistão

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Imagens fortes divulgadas recentemente mostram vacas e bois sendo içados de grandes alturas até o chão, numa operação arriscada e improvisada. Os animais estão sendo levados pelos agricultores paquistaneses, que mantêm seu rebanho no telhado, para o mercado da região de Karachi.

Nas fotos pode-se ver homens sobre os animais enquanto eles são movimentados por um guindaste, presos a cordas e mal acomodados, eles pousam no chão muitas vezes de forma abrupta e mal planejada, causando sofrimento aos animais.

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Embora aparentemente incomuns, essas visões são comuns em Karachi, a maior cidade do país, onde a falta de terrenos agrícolas e uma população volumosa significam que os agricultores optam por manter seus animais em cima dos telhados.

Fazendo uso de um guindaste, os fazendeiros desceram seus animais enquanto uma aglomeração de pessoas assiste à operação arriscada, as vacas e bois são transportados de uma altura correspondente a de um prédio de quatro andares.

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Os animais estavam sendo enviados para o mercado antes da festa muçulmana do Eid al-Adha, que começa no próximo domingo.

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Considerado um dos dias mais sagrados do calendário, o festival marca a disposição do profeta Ibrahim de sacrificar seu filho por Allah, mas seu filho foi então substituído por um cordeiro.

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

Em comemoração à data, um animal é sacrificado e dividido em três partes.

Uma parte é dada aos pobres e necessitados, outra é reservada para casa e uma terceira é dada à família.

O festival dura quatro dias, mas alguns países muçulmanos observam um feriado mais longo.

Foto: Anadolu Agency via Getty Images

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Desrespeitados e ignorados os animais padecem sob as condições mais desumanas

Foto: Mercy for Animals

Foto: Mercy for Animals

O Dia Nacional da Saúde é celebrado anualmente em 5 de agosto no Brasil, a data foi escolhida em homenagem ao médico sanitarista Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi pioneiro no estudo de moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) saúde é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.

Enquanto a data serve de alerta para a importância dos cuidados com a saúde dos seres humanos, outras vidas perecem silenciosamente sem que sua saúde seja sequer considerada como algo a ser protegido, avaliado ou mantido.

Foto: Trendsmap

Foto: Trendsmap

Assim como nós, seres humanos, os animais têm a capacidade de compreender o mundo ao seu redor, são capazes também de amar, sofrer, criar vínculos e responder a estímulos. Assim como a nossa, sua saúde sofre os impactos do meio em que vivem ou são submetidos a viver.

Milhares de animais padecem fechados em compartimentos ou gaiolas minúsculas, muitas vezes superlotados, servindo apenas a propósitos humanos que exploram seus corpos em busca de carne, leite, ovos ou o que mais puderem roubar dos animais.

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Sua saúde mental é ignorada, e a física só é levada em consideração no intuito de que a exploração possa continuar ocorrendo. Esses seres sencientes passam seus dias privados do sol, não podem caminhar na grama ou conviver com os demais. Muitas vezes passam a vida inteira olhando para uma parede de concreto e quando não servem mais aos interesses de seus explorados são descartados e mortos.

Assim ocorre com os elefantes que apanham violentamente para que levem turistas nas costas ou façam truques antinaturais para uma plateia de turistas. Com as vacas, porcos, galinhas que vivem vidas solitárias tendo como companheiro apenas o sofrimento, os ursos no Vietnã que são criados e capturados apenas para que seu fígado seja perfurado e sua bile removida, por anos e anos.

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Leões na África do Sul criados em cativeiro apenas com o objetivo de serem vendidos para “caçadas enlatadas” onde serão soltos em um local cercado para serem perseguidos, mortos e terão seus corpos expostos como troféus.

Como está a saúde desses animais?

Enquanto a sociedade estiver dominada e cega pela visão especista de que os animais são inferiores ao ser humano e que podem ser submetidos à sua vontade por este motivo, a injustiça vai vigorar sobre todas essas vidas inocentes e indefesas.

Se a definição de saúde corresponde ao bem-estar físico, mental e social de um ser e não apenas a ausência de doenças como diz a Organização Mundial da Saúde, então muitos desses animais jamais conheceram o que é estar saudável. E, infelizmente, jamais conhecerão.

Foto: Animal Rescue Algarve

Foto: Animal Rescue Algarve

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Incêndio em pet shop mata mais de 30 cães e gatos no Japão

Um incêndio destruiu uma pet shop e matou mais de 30 animais, entre cachorros e gatos, no Japão. A loja atingida pelas chamas fica em Yashiro, na cidade de Gifu, e o caso aconteceu nesta sexta-feira (2).

Foto: Pixabay

O fogo foi descoberto por um dos familiares do proprietário da Pet Shop Amin. Morador de um imóvel localizado nas proximidades da loja, ele percebeu que o local sofria um incêndio por volta das 5h30 e acionou o Corpo de Bombeiros.

A pet shop fica em um sobrado de madeira de dois andares que foram completamente consumidos pelas chamas. As informações são da CBC TV e da CTV.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e levou cerca de uma hora para conseguir apagar o fogo. Foram localizados oito focos de incêndio na loja. Apesar da ação dos bombeiros, não foi possível salvar a vida dos mais de 30 animais que estavam no local. Não houve vítimas humanas.

A corporação acredita que o fogo tenha se iniciado no primeiro andar, já que essa foi a área da loja que sofreu maior destruição. A causa do incêndio será investigada por peritos e pelo Corpo de Bombeiros.

Os bombeiros perceberam que o primeiro andar queimou mais, por isso, levam em consideração que tenha começado nesse piso.


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