Evento beneficente em prol dos animais traz música, circo e dança para Campinas (SP)

Na trilha do grande sucesso de público e metas organizacionais em suas três edições anteriores (2014 e 2015 e 2017), nas quais se arrecadou em média 1,5 toneladas de ração, além de outros produtos, que foram doados a protetoras e protetores independentes de animais, o SOS Animal Show está de volta, com a meta de superar esses dados extraordinários obtidos anteriormente. Soma-se a isso o surpreendente resultado da grande quantidade de adoções de gatos e cachorros realizadas durante cada um dos eventos, que beiraram os 100% dos animais disponibilizados.

11 de agosto, domingo, na Estação Cultura de Campinas, mediante parceria com a Secretaria de Cultura, das 11h as 21h, com um total de 10 horas de duração, durante as quais será distribuída a extensa grade com as atrações musicais e artísticas em geral.

O objetivo do evento é arrecadar ração e outros bens para serem destinados a cães e gatos em situação de abandono, abrigados e mantidos por protetoras e protetores independentes da causa animal, que via de regra padecem de condições para aquisição desses bens. Essa é a proposta do SOS ANIMAL SHOW, que pretende unir música com outras diversas vertentes da arte e muita solidariedade, inclusive por parte do público que será convocado a abraçar a causa, com doações de gêneros afins e compra dos “vales-ração”.

O eixo central básico de arrecadação se dá mediante a venda antecipada de tickets de “vale-ração”, através de dezenas de voluntárias e voluntários simpatizantes da causa animal e que atuarão também durante a realização do evento oferecendo e estimulando a compra dos “vales-ração” pelo público presente. Por outro lado também as pessoas que estarão expondo produtos no setor de bazares e brechós assumem o compromisso de venda antecipada dos vales.

Com o total arrecadado através das ações acima, a organização do evento irá adquirir rações para gatos e cachorros, a preço de custo, das empresas de ração patrocinadoras.

Serão elencados para serem beneficiários dos produtos arrecadados protetoras/es independentes sérias/os, dentre as/os mais necessitadas/os da cidade de Campinas, cadastrados antecipadamente pela organização.

Atrações artísticas

Este projeto tem como ponto de indução, em torno do qual se aglutina outros atrativos, a realização de shows de bandas e artistas da cena musical local que se apresentam regularmente em casas noturnas e grandes eventos da cidade, abrangendo, entre outros, mpb, reggae, rock e soul, complementados por intervenções culturais de diversos matizes, como dança, circo, mágica, declamação de poesia, apresentados por grandes nomes da cena artística/cultural local.

Outras atrações

Será organizada paralelamente, como uma das grandes atrações dentro do evento, uma feira responsável de adoção de animais sob responsabilidade de pessoas sérias e conscientes que atuam na proteção animal, já devidamente engajadas e com larga experiência nestes procedimentos.

Uma praça de alimentação, com barracas de pastel, lanches, crepe, churros, bebidas, pipoca, também será agregada ao evento. E não poderia faltar o setor de brinquedos para a criançada, com pula-pula, piscina de bolinhas, pintura estilizadas de animais no rosto, entre outros. Haverá também um setor de bazares e brechós de produtos diversos, organizado por protetoras e expositores particulares.

Produção

A realização, coordenação e produção é assinada pelo Mopemuca – Movimento Permanente Musicália Campinas, com coordenação geral do músico e produtor Maks Tiritan, que desde 2006 vem proporcionando espaços e visibilidade aos músicos e bandas autorais de Campinas, realizando eventos nos principais bares de música ao vivo, assim como também festivais de bandas na Concha Acústica do Taquaral, Estação Cultura, Barracão de Lemos e outros locais.

GRADE DE ATRAÇÕES ARTÍSTICAS

Música: Niba Rock, S.E.T.I. Motherfolk, Doc Miranda, João Prado, Deh DeMarco. Edh Lorran, Pizza Câncer, Scrap Metal Yard.

Artes gerais: Circo Tomara Que Não Chova, Viviane Hayan (dança ATS), Ma Carvalho, Adriana Toledo e Carina Merheb (tecido acrobático), Cisne Negro (dança do ventre), Grupo de dança rockabilly.

Serviço

Evento: SOS Animal Show.
Objetivo: Arrecadar ração para protetoras de animais.
Local: Estação Cultura de Campinas (Pça. Mal Floriano Peixoto, s/n.
Data: 11 de agosto/2019.
Hora: 11h às 21h.
Atrações: Feira de adoção de animais, shows de música, circo, dança, etc…
Organização: MoPeMuCa – Movimento Permanente Musicália Campinas.
Produção: Maks Tiritan.


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Vacas se aproximam para ouvir saxofonista tocar ao ar livre

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Richard Herrmann, vive em Oregon, no Estados Unidos esta aprendendo a tocar saxofone há sete meses e está melhorando a cada dia. Ele nem sempre tem a chance de tocar para um público, e recentemente, quando ele e sua esposa estavam viajando juntos, eles tiveram uma ideia perfeita.

“Minha esposa e eu viajamos juntos para o campo ocasionalmente”, Herrmann disse ao The Dodo. “As vacas sempre parecem curiosas. Eu perguntei a minha esposa: “Eu me pergunto se elas gostariam ou se aproximariam se eu tocasse o saxofone?”, ela disse então: “Vamos tentar.”

Há vídeos por toda a internet de pessoas tocando música para animais, e Herrmann decidiu que era sua vez de tentar. Ele e sua esposa foram para o campo e saíram do carro, e Herrmann rapidamente se posicionou para iniciar a sessão de música.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

“Na verdade, esta é a minha primeira apresentação para uma audiência ao vivo”, disse Herrmann para a câmera quando sua esposa começou a gravar. “Vamos ver como vou me sair!”

Herrmann decidiu começar com “Isn’t She Lovely”, de Stevie Wonder – e no momento em que ele começou a tocar, todas as vacas no campo pararam o que estavam fazendo.

“Eles estavam andando em uma direção e quando eu comecei a tocar, você podia vê-las parar por alguns segundos, prestar atenção e, em seguida, começar a caminhar até a cerca para o ponto onde eu estava”, disse Herrmann.

Foto: Richard Herrmann

Foto: Richard Herrmann

Não demorou muito para que todas as vacas no campo estivessem próximas e enfileiradas na cerca como se estivessem em um show de rock. Empurrando uma à outra para tentar chegar o mais perto possível da música.

Após sua primeira música, Herrmann passou a tocar “Whisper Careless”, de George Michael, e “Tequila”, do The Champs. As vacas ficam completamente paradas durante todo o tempo em que ele estava tocando e coisa toda foi muito melhor do que ele poderia ter imaginado.

Depois de ver os vídeos, a filha de Herrmann decidiu compartilhá-los online – e, é claro, todos rapidamente se apaixonaram pelo adorável pai que conquistou um grupo de vacas com um saxofone.

Isso apenas mostra que a música realmente pode reunir todos os tipos de pessoas e criaturas. Se você está passando por um campo de vacas e tem algum talento, por que não tentar fazer um show? Você nunca sabe o que pode acontecer!

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Festival de música anuncia shows dentro das instalações de zoológico

Lêmures em cativeiro | Foto: Tayto Park Zoo

Lêmures em cativeiro | Foto: Tayto Park Zoo

Grupos de defesa dos direitos animais condenam o zoológico e parque temático Tayto Park, na Irlanda, pelo impacto que os shows do festival que o parque irá abrigar, terão nos animais que vivem em cativeiro na instalação.

Como se não bastasse serem privados de sua liberdade e serem mantidos presos em cativeiros contra a sua vontade, distantes de seus habitats naturais e de suas famílias, sendo obrigados a servir de entretenimento humano, os animais agora tem que suportar barulho, bagunça e intrusos em sua hora de descanso noturna.

A ISPCA e a Born Free Foundation disseram que o evento no local, “anunciado como um festival de diversão para a família”, não seria “divertido para o os animais de maneira nenhuma”.

O evento está previsto para os dias 29 e 30 de junho, com apresentações ao vivo de artistas como Key West, Nathan Carter e Hudson Taylor.

Os grupos de defesa dos direitos animais disseram que o evento incluirá música alta nas duas noites do festival em “momentos em que os animais normalmente não são perturbados e estão descansando”.

Eles acrescentaram que é “irresponsável” que o evento continue, uma vez que “é muito provável que os animais sofram estresse considerável”.

Propaganda do Festival de música | Foto: Tayto Park Zoo

Propaganda do Festival de música | Foto: Tayto Park Zoo

Os grupos disseram que levantaram suas preocupações ao conselho regional, Meath County Council, que emitiu a permissão para o festival, mas que nenhuma exigência adicional de bem-estar em relação aos animais presentes no local foi acrescentada.

O porta-voz da ISPCA, Andrew Kelly, disse estar “muito desapontado” com o conselho “ignorar as preocupações dos especialistas em bem-estar animal e dar o aval para este tipo de evento”.

Ele acrescentou: “No mínimo, acreditamos que uma condição para a emissão da licença deveria incluir a presença de um veterinário especializado no zoológico para monitorar o bem-estar dos animais durante a realização do evento”.

O porta-voz da ONG Born Free, o Dr. Chris Draper, disse que uma vez que o festival comece, “haverá pouco que possa ser feito para proteger qualquer animal que esteja estressado”.

Ele acrescentou: “Os zoológicos e os conselhos locais devem pensar mais nos eventos que permitirem no futuro e priorizar o bem-estar animal em detrimento do lucro”.

Em resposta, um porta-voz do Tayto Park disse que “os guardiões e cientistas comportamentais monitoram os animais durante todos os nossos eventos para garantir seu bem-estar”.

O parque disse que seu plano de proteção ao beme-star animal garantirá que nenhum distúrbio aos animais do zoológico e que ele será fechado às 19h, sem mais acesso ao público.

O porta-voz disse que o palco não estava localizado no zoológico, mas fora do perímetro do parque e que os recintos mais próximos da área ficavam a pelo menos meio quilômetro de distância.

Ele acrescentou: “Os auto-falantes vão ficar pendurados para cobrir o público e reduzir o barulho no zoológico e nas áreas residenciais”.

Eles disseram que os níveis de ruído não excederiam seus protocolos e os níveis seriam monitorados com a assistência de veterinários e funcionários.

Shows dessa proporção, com palco, iluminação e projeção de som para platéia imensas podem ser ouvidos a quilômetros de distâncias, como mostram os eventos de cantores e andas famosos realizados em estádios.

Estrelas como os artistas convidados atraem multidões e com certeza os animais ficarão incomodados não só pelo som, como pelas luzes e o excesso de pessoas, males dos quais, em seus habitats naturais jamais encontrariam.

O irrefreável sede de lucro dos seres humanos triunfa uma vez mais sobre os animais indefesos perante sua ambição desmedida.

Zoológicos de Londres realizam festas noturnas chamadas de “Zoo nights”

“Zoo nights”- um evento apenas para adultos, onde o SLZ London Zoo (zoológico de Londres) serve álcool e toca música alta – foi criticado e acusado de representar um “flagrante crueldade contra animais”.

A vegana e ativista pelos direitos animais, Abbie Andrews, criou uma petição pedindo que o zoológico cancele o evento, que recebeu quase 500 assinaturas em menos de 24 horas.

“Este é um evento recorrente onde o zoológico é basicamente transformado em uma boate noturna, com música tocando alto e álcool sendo vendido, sem nenhum cuidado com os animais como mostram os incontáveis incidentes que ocorreram nos anos anteriores”, disse Andrews.

A petição afirma que incidentes anteriores ocorridos no zoológico incluem pessoas tentando entrar em locais cercados e protegidos, pessoas derramando cerveja sobre os tigres, pinguins sendo perseguidos e supostamente feridos, e borboletas sendo esmagadas.

Absolutamente nenhuma consideração pelo animais

“Não há absolutamente nenhuma consideração pelos animais que já são mantidos no zoológico contra sua vontade, é tudo para os consumidores e visando lucro e dinheiro”, diz o texto da petição.

“A última coisa que esses animais precisam é estar cercados de pessoas bêbadas e música alta. Esse evento foi renomeado várias vezes sem nenhuma indicação de que seja cancelado de uma vez por todas.”

Andrews está pedindo ao público para assinar a petição antes de junho, quando o evento ocorrerá todas as sextas-feiras do mês.

O ZLS London Zoo disse: “Temos medidas rigorosas em vigor e bem-estar animal é sempre uma prioridade ao planejar nossos eventos. Em todos os eventos Zoo Nights, temos um oficial de bem-estar animal junto com nossos tratadores especialistas que cuidam de nossos animais. Nós também monitoramos os níveis sonoros para garantir que sejam cumpridas todas as políticas relevantes.

“No Zoológico ZSL de Londres, nossos animais vêm em primeiro lugar. Durante o dia, ou em eventos especiais, nossos especialistas veterinários, funcionários do zoológico dedicados e especialistas em bem-estar animal são dedicados a garantir que fornecemos tudo o que precisam para se manter saudáveis, estimulados e em forma”.

O zoológico também alegou que os supostos incidentes foram “reportagens altamente sensacionalistas” e que “nenhum visitante jamais feriu um animal nem entrou em um cercado de animais”.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem exceções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como proteção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registrada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

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Conheça o cachorro que só come após o tutor dele cantar uma música

É hora da refeição. Mikenelson, um golden retriever de seis anos, recusa-se a jantar. Seu meio irmão, Diamante, e uma das irmãs felinas comem. Ele olha a comida, bebe água e deita no chão. Mesmo com a sua tutora falando para ele comer a ração, ele espera por algo. É só depois que seu tutor começa a bater palmas e se aproximar que ele levanta. Mikenelson tem um hábito peculiar: ele só come a ração quando Luiz canta uma música.

Mike foi adotado por Carla quando tinha 2 anos (Foto: Carla Altman)

Carla Altman, moradora de Toledo, no Paraná, tutora de Mike, contou essa história em um grupo do Facebook na última semana. A história viralizou, tendo mais de 7 mil compartilhamentos. “Juro para vocês! Se não cantar, ele não come”, dizia na postagem. Nos comentários, os usuários comentavam como era engraçado o ritual do golden e pediam um vídeo mostrando. Foi aí que Carla gravou a cena que viralizou.

Mikenelson — nome usado apenas em ocasiões em que Carla está irritada com ele — sempre foi muito enjoado para comer. Biscoitos e patês eram misturados à comida para que ele se alimentasse. Após começar o relacionamento com Luiz Felipe Turmina, que é adestrador de cães, ele sugeriu tentarem uma alternativa mais saudável, para que o golden não ficasse tão “mimado”.

Em entrevista para GaúchaZH, Carla contou que eles começaram a mexer no pote, bater palmas, fazer “festa” durante as refeições. Perceberam que deu resultado e continuaram a experiência. Um dia, Luiz começou a brincar e a cantar para Mike. E acabou dando mais certo do que ele imaginava.

— Com a repetição, ele começou a se acostumar. Entendeu aquela dinâmica. Eu, o pote e a musiquinha significava que era hora de comer — explica Luiz, acrescentando que a música nunca é a mesma.

E quando o tutor não canta, ele sente que um dos elementos de sua rotina está faltando, e aí não come. Carla até pode tentar cantar, e se ele estiver com muita fome, pode se alimentar, mas não é o que ele quer.

Adoção

O cachorro foi doado por um conhecido a um ex-namorado de Carla, que a presenteou com o animal. Apesar de sempre querer um golden retriever, ela ficou um pouco insegura no começo. Grande, de porte adulto, Mike já tinha as manias dele.

— Ele era outro cachorro quando eu o peguei. Muito assustado, fazia xixi com qualquer movimento que eu fazia — diz Carla.

Conversando com o homem que doou o golden, Carla descobriu que ele nasceu em uma fazenda que explorava os animais para vendê-los. Como Mike não tinha os traços bem definidos da raça, acabou ficando para trás. Quando cresceu, o tutor tentou se desfazer dele de todas as maneiras, até chegar em Carla.

— Ele é um cachorro traumatizado por causa dessa experiência. Tem muitas cicatrizes no rabo, tem medo de trovões e muito, muito medo de homens. Não sei bem o que aconteceu — conta a tutora.

Mas o carinho da Carla foi essencial para o cachorro, que logo começou a melhorar e se tornou um animal extremamente dócil. A convivência também era essencial para a tutora:

— Ele foi um dos remédios para não entrar em depressão e não ter crises de pânico.

Depois de um tempo solteira, ela conheceu o Luiz no Instagram. Ele curtiu umas fotos do Mike para chamar a atenção dela. Começaram a se falar, saíram e estão juntos desde então.

— Normalmente, quando as pessoas começam a morar juntas, a gente diz que elas juntam as escovas. Nós juntamos os cachorros — brinca Luiz.

Além de Mikenelson, Luiz Felipe trouxe um cachorro chamado Diamante, e, juntos, eles adotaram três gatos (Coiso, Brigitte, Jaguara), um spitz alemão chamado Noah e a pitbull Flor.

Aos poucos, Luiz foi conquistando Mike e usando seus dotes como adestrador para ajudá-lo a perder um pouco o medo de homens.

— Somos uma família feliz, todos os bichinhos têm vida de rei aqui — afirma Carla.

Veja o vídeo:

Fonte: GauchaZH


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Camelo é vestido com roupas extravagantes e obrigado a circular em festival musical

Foto: LEAH INGHAM/FACEBOOK

Foto: LEAH INGHAM/FACEBOOK

Um festival musical conhecido como Land Beyond Festival – que tem como tema os instrumentos bateria e baixo – e acontece na Inglaterra anualmente, foi classificado como “nauseante” por vestir e enfeitar um camelo e obrigá-lo a desfilar pelo local.

Imagens do festival, realizadas em Brighton, Sussex, mostraram o animal vestido com uma capa vermelha brilhante e repleto de enfeites pelos rosto e corpo enquanto era conduzido através de um campo barulhento e lotado.

Daniel James, que participou do festival no domingo, descreveu que viu claramente o camelo se incomodar e demonstrar sofrimento por causa da música alta.

Ele disse: “O animal foi exposto a pessoas bebendo álcool e a música estava extremamente alta, como seria de esperar aliás de um festival de Drum and Bass (bateria e baixo).

Foto: soroat6/ Instagram

Foto: soroat6/ Instagram

“Havia pessoas que estavam noriamente bêbadas correndo e tirando fotos com seus telefones pra lá e pra cá, que assustaram o camelo algumas vezes”, conta um expectador do festival.

“Ele (o camelo) estava cercado por seis seguranças, então eles claramente sabiam que estavam colocando o animal em risco.”

Daniel, um expectador que do festival que trabalha com eventos, disse que ele e seu parceiro saíram do local assim que viram o camelo, acrescentando: “Eu nunca vi nada como na minha vida”.

Ele twittou um pequeno vídeo do animal com a seguinte legenda:“Por Deus, por que trazer um camelo para o festival e explorá-lo dessa forma é nojento. Crueldade animal nos dias modernos”.

Outros usuários das mídias sociais responderam ao vídeo com surpresa e revolta, um dos comentários dizia: “Absolutamente repugnante e vergonhoso! Os animais não estão aqui para entretenimento”.

Outro disse: “Abuso e exploração animal repugnantes por si mesmos. Por favor, não use os camelos dessa maneira”.

“Eles têm que ter sua vontade quebrada com espancamentos para se submeterem e estarem a salvo”.

Um terceiro acrescentou: “Estamos em 2019. Por que apoiar a crueldade contra os animais com o uso de um camelo em seus eventos?”.

“Certamente o evento e a música ja se bastam, o animal não deveria jamais ser usado para entretenimento. Que vergonha!”.

O camelo foi alugado da empresa Joseph’s Amazing Camels em Warwickshire.

A companhia disse que os camelos foram “domesticados por mais tempo que os cavalos” e enfatizou que o animal foi colocado em uma cela protetora durante seu tempo no festival.

Mas um porta-voz da RSPCA disse que a entidade ficaria preocupada com qualquer animal que aparecesse em um festival e questionaram a “necessidade” de trazer o camelo para o evento.

Eles disseram: “A grande multidão de pessoas festejando, dançando e bebendo e a música alta em tais eventos, como também o transporte de ida e volta, causam muito stress ao animal”.

“Nós questionamos a necessidade de levar um camelo para um evento como este. Além disso, animais como os camelos são naturalmente sociais, portanto, ser exibido sozinho, sem um animal de companhia adequado, aumenta o estresse”.

Um porta-voz do festival alegou em sua defesa que o animal tem uma licença de performance e foi visto em filmes como Aladdin e uma série de outras produções.

Como se uma exploração previamente realizada fosse permissão ou justificativa para que novas explorações aconteçam.

“Land Beyond é um festival de nome e um de nossos objetivos é nos esforçar para levar experiências incomuns para nossos eventos”.

“Nunca foi nossa intenção ofender ninguém e gostaríamos de agradecer a todos pelo feedback”.

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Cachorro ouve as pessoas cantando e se junta a elas toda semana

Um cachorro na Índia tornou-se uma espécie de lenda por sua participação, cheia de entusiasmo, em uma das cerimônias mais importantes da região.

De acordo com um amigo do tutor do cachorro, que conseguiu capturar algumas filmagens do peludo em ação, o cão ouviu uma música vindo de um templo vizinho de sua casa há um tempo atrás – e então ele decidiu participar do canto.

E não foi apenas uma coisa de uma vez só.

“Esse cachorrinho devoto fica na fábrica do meu amigo”, escreveu Sushma Date no Twitter. “Toda quinta-feira à noite, sem falta, ele caminha até o templo ao lado e se junta ao keertan (canto religioso)”.

O keertan, ou kirtan, é uma espécie de narrativa religiosa tradicional musicada e remonta a centenas de anos.

O cachorro certamente não percebe a história do que ele está cantando – mas algo sobre a narrativa ressoa claramente dentro dele enquanto ele segue cantando, uivo após o uivo.

Enquanto as pessoas estão cantando e tocando seus instrumentos, elas parecem ter se acostumado à participação do cachorro e até mesmo lhe darem algumas palmadinhas encorajadoras na cabeça.

Talvez uma das coisas que mantém o cachorro voltando à cerimônia assiduamente seja a comida envolvida: “Então ele tem sua cota de prasad e caminha de volta para casa”, escreveu Date.

O prasad é uma variedade de lanches tipicamente vegetarianos que são abençoados e depois compartilhados entre as pessoas durante essas cerimônias – neste caso, compartilhadas entre pessoas e um único animal.

As tradições, sejam elas religiosas ou culturais, são importantes porque encorajam a união e dão às pessoas algo em que confiar, uma esperança. E parece que essa necessidade não é exclusivamente humana.

O cão continua voltando fielmente para mais cantos no templo, sempre de acordo com a data: “Toda quinta-feira”.

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Festas noturnas em zoos são flagrantes de mais crueldade contra os animais

ZSL London Zoo | Foto: secretldn

ZSL London Zoo | Foto: secretldn

Como se não bastasse serem privados de sua liberdade e presos em cativeiros, distantes de seus habitats naturais e de suas famílias, sendo obrigados a servir de entretenimento humano, os animais agora tem que suportar barulho, bagunça e intrusos em sua hora de descanso noturna.

“Zoo nights”- um evento apenas para adultos, onde o SLZ London Zoo (zoológico de Londres) serve álcool e toca música alta – foi criticado e acusado de representar um “flagrante crueldade contra animais”.

A vegana e ativista pelos direitos animais, Abbie Andrews, criou uma petição pedindo que o zoológico cancele o evento, que recebeu quase 500 assinaturas em menos de 24 horas.

Sem consideração pelos animais

“Este é um evento recorrente onde o zoológico é basicamente transformado em uma boate noturna, com música tocando alto e álcool sendo vendido, sem nenhum cuidado com os animais como mostram os incontáveis incidentes que ocorreram nos anos anteriores”, disse Andrews.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A petição afirma que incidentes anteriores ocorridos no zoológico incluem pessoas tentando entrar em locais cercados e protegidos, pessoas derramando cerveja sobre os tigres, pinguins sendo perseguidos e supostamente feridos, e borboletas sendo esmagadas.

Absolutamente nenhuma consideração

“Não há absolutamente nenhuma consideração pelos animais que já são mantidos no zoológico contra sua vontade, é tudo para os consumidores e visando lucro e dinheiro”, diz o texto da petição.

“A última coisa que esses animais precisam é estar cercados de pessoas bêbadas e música alta. Esse evento foi renomeado várias vezes sem nenhuma indicação de que seja cancelado de uma vez por todas.”

Convite do evento | Foto: ZSL Zoo

Convite do evento | Foto: ZSL Zoo

Andrews está pedindo ao público para assinar a petição antes de junho, quando o evento ocorrerá todas as sextas-feiras do mês.

O ZLS London Zoo disse: “Temos medidas rigorosas em vigor e bem-estar animal é sempre uma prioridade ao planejar nossos eventos. Em todos os eventos Zoo Nights, temos um oficial de bem-estar animal junto com nossos tratadores especialistas que cuidam de nossos animais. Nós também monitoramos os níveis sonoros para garantir que sejam cumpridas todas as políticas relevantes.

“No Zoológico ZSL de Londres, nossos animais vêm em primeiro lugar. Durante o dia, ou em eventos especiais, nossos especialistas veterinários, funcionários do zoológico dedicados e especialistas em bem-estar animal são dedicados a garantir que fornecemos tudo o que precisam para se manter saudáveis, estimulados e em forma”.
O zoológico também alegou que os supostos incidentes foram “reportagens altamente sensacionalistas” e que “nenhum visitante jamais feriu um animal nem entrou em um cercado de animais”.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem exceções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como proteção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registrada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

Flautista toca para vacas em santuário e elas se aproximam para apreciar a música

Foto: PETA

Foto: PETA

Em um santuário na Índia, equipes de resgate recebem alguns dos animais mais negligenciados do mundo: bois, burros e outros tantas vítimas dos seres humanos, muitos deles forçados a realizar trabalhos pesados, transportando cargas imensas, durante dias e anos seguidos nas comunidades agrícolas e pobres da Índia.

Os amigos da ONG PETA no abrigo Animal Rahat (“rahat” significa “alívio”) conhecem muitos desses animais há um longo tempo: os funcionários saem para as comunidades vizinhas e tratam animais que sofrem de desidratação, desnutrição, tensões musculares, claudicação (mancam) e lesões não tratadas.

Eles estão de prontidão para emergências envolvendo animais de qualquer tipo, seja de dia ou de noite, o ano todo. Muitas vezes, eles conseguem persuadir um proprietário a deixar um animal idoso ir viver no santuário de animais, Animal Rahat.

Lá, os animais de trabalho aposentados têm a liberdade de fazer o que quiserem e podem viver seus dias como bem desejarem.

Eles gostam da companhia de amigos, lambem blocos de sal, mastigam a grama verde fresca, comem iguarias deliciosas como bolo de amendoim e grão de bico, nadam ou rolam nas caixas de areia.

Ou eles apenas descansam na sombra, livres da ameaça de chicotes e outros instrumentos de tortura pelo resto de suas vidas.

E às vezes, os animais recebem um tratamento muito especial

Animal Rahat convidou o tocador de flauta Rasul Mulani para dar a todos os residentes do santuário um relaxante e belíssimo concerto privado. Um membro da equipe gravou o vídeo, e as images impressionam pela pureza, sensibilidade e gratidão dos animais.

Quando se trata de apreciar música, formar vínculos e amizades duradouras, nadar, brincar, relaxar ao sol e apenas apreciar a liberdade de fazer nossas próprias escolhas, todos os animais – incluindo humanos – são muito parecidos.

Reconhecer aos outros animais como indivíduos e permitir que eles sejam livres e vivam em paz é o mínimo que se pode esperar de uma escolha moral condizente com o status de espécie racional que a humanidade ostenta.

Mais de 100 celebridades lançam música sobre a mudança climática

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

Em homenagem ao Dia da Terra, o rapper Lil Dicky se reuniu a outros cantores, atores e celebridades influentes – além de Barack Obama, para “unir suas vozes e pensamentos em prol da Terra”.

Cada celeb aparece como um animal ou planta de algum tipo; Ariana Grande é uma zebra, Snoop Dogg, naturalmente, é uma planta de maconha, Bieber é um babuíno e Cyrus é um elefante.

Kevin Hart interpreta Kanye West – Lil Dicky deixou ficar “tarde demais” para pedir que West aparecesse – e DiCaprio aparece como uma versão em CGI de si mesmo.

O A-Lister constantemente aumenta a conscientização sobre as mudanças climáticas e as atuais ameaças ao meio ambiente. Mais recentemente, ele apoiou um fundo de 150 milhões de dólares em mudanças climáticas e investiu em várias marcas veganas, incluindo Beyond Meat e Hippeas.

“Gente, todo mundo olha para o que o Leonardo DiCaprio e vê que ele está sempre lutando por alguma coisa”, diz Lil Dicky. “Porque eu sinto que esse cara sabe mais sobre a Terra e como nós estamos destruindo o planeta mais do que qualquer um.”

O vídeo “Terra” de Lil Dicky é “belíssimo e muio bem produzido”, mas, como observa a MTV, “há uma mensagem importante a ser retirada dele”. O clip aborda os incêndios na Califórnia, como o planeta está se aquecendo rapidamente e imagina um futuro poluído e coberto de lixo.

A mensagem geral é que não é tarde demais para mudar, mas todos os países deves se unir para forçar ativamente que essa mudança aconteça. No final do vídeo, Bieber pergunta: “vamos morrer?”

Lil Dicky responde: “Você sabe do que mais, Bieber? Nós podemos morrer. Eu não vou mentir para você. Quero dizer, há muitas pessoas aqui fora que não acham que o aquecimento global é uma coisa real. Você acredita nisso?”

“Temos que salvar este planeta. Estamos sendo idiotas ”, continua ele. “A menos que comecemos a consertar nosso estrago imediatamente”, canta Grande.

Reduzindo o impacto ambiental

Reduzir deslocamentos desnecessárias nos voos de avião e viagens de carro pode ajudar a reduzir seu impacto ambiental, além de comer mais alimentos à base de vegetais.

No ano passado, a maior análise de produção de alimentos já realizada concluiu que a melhor coisa que uma pessoa pode fazer para reduzir seu impacto no meio ambiente é adotar uma alimentação vegana.

“A agropecuária é um setor que abrange toda a multiplicidade de problemas ambientais”, disse Joseph Poore, o principal pesquisador do estudo da Universidade de Oxford. “Realmente são produtos de origem animal que são responsáveis por muito disso.”

Ele acrescentou, “evitar o consumo de produtos de origem animal traz benefícios ambientais muito maiores do que tentar comprar carnes e laticínios sustentáveis”.

Música e Consciência: evento leva arte, direitos animais e veganismo para a periferia

O evento será realizado na Praça Benedita Maria Pereira, no Capão Redondo, em SP

“Bom dia Capão, bom dia Vietnã”, assim o escritor Ferréz, um dos maiores nomes da literatura marginal do país apresentou internacionalmente o bairro onde nasceu ao mundo. Marcado pela miséria, violência e insegurança, o bairro Capão Redondo, na zona Sul de SP, está prestes a mostrar que sua realidade está em constante transformação e pode ser pintada em muitas cores e telas.

A palavra Capão tem origem tupi e significa “porção de floresta isolada no meio do campo, ilha de mato”. Infelizmente, por uma coincidência negativa, o bairro, que hoje abriga 300 mil habitantes, é considerado um dos mais cinzas de SP.

No entanto, em suas ruas e casas pulsa vida, arte e força. Matéria-prima eficaz para transformar o mundo em lugar melhor. Toda essa potencialidade não passou despercebida e um sonho antigo está prestes a se realizar: levar o veganismo e a conscientização sobre os direitos animais à periferia. Assim nasceu o evento Música e Consciência, graças a uma parceria inédita entre a ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) e a Cooperativa de Músicos da Periferia (COOPERMUSP).

Em uma entrevista à ANDA, o diretor artístico da COOPERMUSP, Marcos Tecora Teles, explica porque o Capão foi a escolha ideal. “O evento ser no Capão, periferia, é também por questões sociais que atingem tanto humanos quanto animais. Coisas como, abandono, maus-tratos, preconceitos. O que fazemos aos animais, acabamos fazendo aos humanos”, disse.

Marcos explica também que a introdução do veganismo na periferia precisa vir acompanhada de educação e conscientização. “A gente sabe que nas periferia, nos lugares mais carentes, comer carne é ostentação, demonstração de poder. O pobre é quem mais consome carne. Acredito que o assunto veganismo pode ser inserido em ‘doses homeopáticas’. Primeiro precisamos conscientizar as pessoas sobre amar os animais, falar sobre compaixão, isso vai fazer muita gente refletir sobre do que vai se alimentar”, acredita.

Atualmente, um dos principais obstáculos do veganismo é superar a inconsciência humana, que subjuga e escraviza os animais, e derrubar o mito de que um estilo de vida livre de crueldade animal é caro e elitista. Uma dieta vegetariana estrita é mais barata e saudável do que produtos com ingredientes de origem animal. Para adotá-la, basta superar o comodismo e ter consciência que libertar os animais é o primeiro passo para a construção de uma mundo mais justo e compassivo, além de um requisito fundamental para garantir a sobrevivência do planeta e da própria espécie humana.

O diretor artístico da COOPERMUSP vislumbra uma mudança no relacionamento entre animais e moradores da periferia. “Quase toda casa na periferia tem um animal. Mas antigamente havia algo cruel, as pessoas achavam que animais, cachorros, deveriam ficar presos, acorrentados. Hoje, os animais começam a conviver mais livres dentro das casas e sabemos que em muitas casas, são a única companhia para idosos e crianças que ficam sozinho durante o dia. Mas falta campanha de conscientização na periferia, principalmente no direito e cuidado animal”, esclarece.

Para a presidente da ANDA, Silvana Andrade, conscientizar é fundamental. “Falta informação e é isso que o Música e Consciência quer levar gratuitamente, através de apresentações musicais, intervenções artísticas, roda de conversa sobre proteção e direito animal, oficina sobre alimentação vegetariana estrita, exposição de maquetes, distribuição de mudas e ervas medicinais e muitas outras atividades”, afirmou.

E completa: “Saia da zona de conforto e no próximo domingo (17), a partir das 09h, venha encontrar com a gente na Praça Benedita Maria Pereira, na divisa entre os bairro Jardim Ângela e Capão Redondo, zona Sul de SP. Traga sua família, amigos e animais domésticos. Não perca essa oportunidade única de brindar à diversidade e compartilhar essa mensagem de amor, compaixão e respeito pelos animais”.

Atrações

O Música e Consciência contará com a participação do músico vegano e ativista em defesa dos direitos animais Marcos Favela, Davizeira, Gilberto Costa e Giuliano e as bandas New Handlers e Walking Lions.

Haverá também instalações de reciclagem do artista Tubarão Dulixo, além de marcação de castração, vacinação e vermifugação de animais, RG Animal e muito mais. Tudo gratuito e feito com muito carinho.

Apoios

O evento será realizado pela ANDA e COOPERMUSP com o apoio da Prefeitura de São Paulo, CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim), Silk Attack, Celebridade Vira Lata, Clube do Patê Vegetariano, Movimento Afro Vegano, Vereador Police, Delegacia Regional de Educação, Parque Linear Feitiço da Vila, CET, Polícia Militar, GCM, Prefeitura Regional do Campo Limpo, Secretaria de Saúde e Centro de Controle de Zoonoses de SP.