Ex-participante de reality show lança linha de bolsas veganas

 

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Tiffany Watson se juntou a dezenas de outras celebridades que lançaram linhas de produtos veganos como, Kendall e Kylie Jenner, Rihanna e Stella McCartney.

No ano passado, ela apresentou uma linha de cadernos com capa de couro vegana e agora ela expandiu oferta com diversos outros itens. Suas novas bolsas vêm em um design quadrado, têm um zíper e alça de ombro removível. A nova linha também inclui acessórios de viagem, incluindo uma bolsa de maquiagem e um suporte para passaporte.

“Estamos muito entusiasmados em anunciar que amanhã (25) lançaremos nossa nova linha de bolsas de couro vegano”, ela escreveu no perfil do Instagram de sua empresa, no último domingo (24).

“Elas estão disponíveis em cinco cores, neon rosa, neon amarelo, cinza pedra, laranja e azul.”

“Além disso, estaremos lançando nosso conjunto de viagem, uma carteira, porta-passaporte e bolsa de maquiagem. O conjunto obrigatório para todos os tipos de viagem e para a cidade.”

Outro empreendimento

Em maio do ano passado, as irmãs Lucy e Tiffany Watson abriram o restaurante ‘Tell Your Friends’, em Parsons Green, no oeste de Londres, junto com seu pai Clive – um veterano da indústria da hospitalidade.

O cardápio apresenta versões veganas de comfort food classics, incluindo fish and chips e hambúrgueres. O bar oferece uma variedade de mocktails e coquetéis, incluindo um Rose Petal Martini.

Nova York implementa a Segunda Sem Carne em todas as escolas públicas

Foto: LiveKindly

Nova York não para de criar esforços para melhorar a vida da população e o futuro do planeta. Além disso, a cidade tem tomado importantes decisões pelo bem-estar animal ao longo dos anos.

Agora, todas as escolas públicas da cidade – o maior sistema de escolas públicas do mundo – oferecerão segundas-feiras sem carne durante o ano letivo de 2019 em uma tentativa de melhorar a saúde dos estudantes.

O programa foi anunciado pelo prefeito de Nova York Bill de Blasio, pelo chanceler Chard A. Carranza e pelo atual presidente do Brooklyn e ex-capitão de polícia Eric Adams, que vai concorrer ao cargo de prefeito de Nova York em 2021.

Opções vegetarianas de café da manhã e almoço serão servidas todas as segundas-feiras. A iniciativa segue um projeto piloto liderado por Adams em 15 escolas do Brooklyn na primavera de 2018, seguido por um teste realizado nas mais de 1.700 escolas públicas da cidade no ano passado.

“Cortar um pouco a carne vai melhorar a saúde dos nova-iorquinos e reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, disse o prefeito Bill de Blasio. “Estamos expandindo as segundas-feiras sem carne para todas as escolas públicas para manter nosso almoço e o planeta verde para as próximas gerações”. As informações são do LiveKindly.

Recentemente, Nova York aprovou o projeto de lei que prevê refeições à base de vegetais também em todos os hospitais da cidade.

“Graças ao membro da Assembleia do Estado de Nova York, Richard N. Gottfried, Nova York está a um passo de garantir que os pacientes do hospital tenham acesso a refeições que os ajudarão a combater doenças cardíacas, diabetes e obesidade”, disse Susan Levin, diretora de educação nutricional do Physicians Committee.

Escolas vegetarianas

NYC não está sozinha em servir almoços mais saudáveis aos alunos. No mês passado, a Califórnia apresentou um projeto de lei que prevê refeições e leite à base de vegetais diariamente para os seis milhões de alunos das escolas públicas do estado.

No Reino Unido, o empresário Dale Vince também pretende levar almoços à base de plantas para alérgenos nas escolas através de sua fábrica de alimentos baseada em Gloucestershire.

Já no Brasil, em 2018, a primeira escola vegana começou a funcionar em João Pessoa (PB).
A escola, fundada por pessoas envolvidas diretamente com ONGs de proteção animal, respeita os preceitos do veganismo, apresentando às crianças uma visão de mundo na qual os animais não são tratados como objetos e que o respeito a eles é um dos pilares da educação. A Nativa Escola tem ainda musicalização, acompanhamento de fonoaudióloga e todo o cardápio é montado por uma nutricionista especializada em alimentação vegana.

Nova York aprova projeto de lei que prevê refeições à base de vegetais em todos os hospitais

“Graças ao membro da Assembleia do Estado de Nova York, Richard N. Gottfried,  Nova York está a um passo de garantir que os pacientes do hospital tenham acesso a refeições que os ajudarão a combater doenças cardíacas, diabetes e obesidade”, disse Susan Levin, diretora de educação nutricional do Physicians Committee.

Benefícios financeiros

O St. Joseph Health System em Sonoma County, Califórnia, onde uma lei semelhante foi aprovada no ano passado, disse: “As entradas vegetarianas custam cerca de 50% menos do que as entradas de carne”. As informações são do Plant Based News.

Projeto piloto

Ano passado, a NYC Health + Hospitals em Bellevue, Nova York criou um programa com dietas baseada em vegetais que está usado para melhorar e, em alguns casos, reverter condições de doenças como alterações cardíacas, diabetes, obesidade, colesterol alto e pressão alta.

Dr. Neal Barnard é o fundador do Centro Médico Barnard e enfatizou a melhoria da saúde do paciente através da prevenção e nutrição baseada em plantas.

“Este Programa de Medicina Baseado em Vegetais é apenas a receita que os pacientes de Nova York precisam para ajudar a prevenir e reverter doenças cardíacas e diabetes”, disse ele.

O projeto piloto de 400 mil dólares (cerca de 1,5 milhão de reais), financiado pela NYC Health + Hospitals, foi oferecido a pelo menos 100 pacientes de todos os cinco distritos da cidade.

Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows

Foto: Pixabay

Mais uma importante vitória na luta contra a exploração animal acaba de acontecer. A Câmara Municipal de Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows aprovou o projeto de Lei 1233 que proíbe a exibição de animais selvagens ou exóticos para entretenimento humano. A lei é de autoria dos membros do conselho Rosie Mendez e Corey Johnson.

“Eu estou impressionada. Estive lá há 11 anos, quando este projeto de lei foi introduzido pela primeira vez por Rosie Mendez. Isso é revolucionário. Uma mensagem enorme que estamos enviando não apenas para outras cidades na América, mas para o resto do mundo! Abusar e explorar animais silvestres para entretenimento não será mais tolerado em Nova Iorque. A comunidade de proteção animal aqui está muito feliz, desmoronando em lágrimas pelo grande momento e da situação dos animais selvagens. O mundo presta atenção ao que acontece em Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows e quando algo histórico como esse acontece para os animais, isso cria ondas que causam grande impacto e facilitará que outras cidades proíbam animais selvagens em entretenimento. Os circos terão que evoluir e tirar os animais do ato ou, como os irmãos Ringling, fecharem os negócios”, disse Edita Birnkrant, diretora executiva da NYCLASS.

O Conselho de Nova York proíbe animais selvagens em circos e shows reconheceu que os circos itinerantes são prejudiciais ao bem-estar dos animais devido aos efeitos adversos do transporte, longos períodos de confinamento e técnicas de treinamento fisicamente abusivas. O longo período de tempo em veículos e instalações temporárias utilizadas pela indústria circense restringem os comportamentos naturais e causam sofrimento aos animais e são propensos a problemas de saúde, comportamentais e psicológicos. Truques que animais exóticos e selvagens são forçados a executar requerem técnicas extremas de coerção física, incluindo a restrição de alimentos, choques elétricos, barras de metal e chicotes. As informações são do World Animal News.

“Vamos olhar para trás neste dia e acredito que será um momento seminal em que o maior município da América disse ‘suficiente’. Vamos parar de explorar animais selvagens. Eles estão perdendo seus habitats, estão sendo caçados ou capturados e depois vendidos para fins de entretenimento e usados nos Estados Unidos. Nós os valorizamos e acreditamos que eles devem ser respeitados e tratados com humanidade. Este é um passo em direção a uma sociedade e uma sociedade mais justas e humanas, com compaixão”, disse Corey Johnson.

A luta pela proibição

Em 2018, Nova Jersey e Havaí se tornaram os primeiros estados a banir o uso de animais selvagens e exóticos nestes locais e uma legislação semelhante está sendo considerada em Illinois, Massachusetts e na Califórnia. Os governos locais em toda a Califórnia já implementaram proibições ou restrições ao uso de animais selvagens em circos, incluindo Corona, Encinitas, Huntington Beach, Irvine, Los Angeles, Condado de Marin, Oakland, Pasadena, Rohnert Park, Santa Ana, e West Hollywood.

O ator Joaquin Phoenix se uniu a PETA para pressionar o governo a acabar com a cruel prática de abusar e explorar animais em circos. Em uma manifestação pacífica com dezenas de outros ativistas, o ator segurava um cartaz pedindo a aprovação do projeto N°313.

Nova York está prestes a proibir o foie gras

Foto: Pixabay

A cidade vem promovendo esforços contra a crueldade animais ao londo dos anos e, com mais esta iniciativa, pode acabar com uma das mais terríveis práticas humanas de exploração animal.

Se aprovado, o projeto de lei, apresentado pela vereadora Carlina Rivera (D-Lower Manhattan), proibirá a produção e comercialização do produto e quem a descobrir será culpado por contravenção, que inclui uma multa de até US$ 1.000 e um ano de prisão por cada ofensa.

Foie gras não faz parte da dieta diária dos nova-iorquinos. Menos de 1% de todos os restaurantes de Nova York servem. Este é realmente um item de luxo”, disse Rivera ao New York Post.

Ela acredita que esta é o momento certo, considerando que a Suprema Corte recentemente derrubou um desafio para reverter a proibição do foie gras na Califórnia.

“A cidade de Nova York tem uma longa história de oposição à crueldade contra os animais mas ainda existem práticas agrícolas industriais cruéis”, disse Allie Feldman Taylor, chefe do grupo Voters for Animal Rights. As informações são do LiveKindly.

O projeto de lei de proibição do foie gras de NYC está sendo revisado pelo presidente da Câmara, Corey Johnson. Eric Phillips, porta-voz da prefeitura, disse que o gabinete de Blasio “certamente revisará” o projeto.

A proibição de foie gras no mundo

Como a ANDA vem noticiando, projetos de leis e algumas iniciativas buscam o fim deste absurdo gastronômico.

Países, celebridades e empresas lutam contra a produção, comércio e consumo do “fígado doente dum ganso ou dum pato, engordado de maneira forçada, várias vezes por dia, com um tubo de metal preso em suas gargantas até que o órgão se expanda”.

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Devido à sua crueldade inerente, a Califórnia o proibiu desde 2004. Em dezembro do ano passado, a gigante do e-commerce Amazon anunciou que não comercializaria mais o produtos após ter violado a lei durante um bom tempo.

Os Postmates também concordaram em interromper as entregas de foie gras.

Proibições de produção já estão em vigor em vários países, incluindo Argentina, Austrália, Alemanha, Reino Unido e outras nações da UE.

Foie gras vegano

Alguns chefs encontraram uma maneira de fazer uma versão livre de crueldade. O restaurante francês vegano Delice & Sarrasin, com sede em Nova York, serve um foie gras à base de tahine. O chef francês de formação clássica Alexis Gauthier, proprietário do Gauthier Soho de Londres, faz foie gras vegan de uma mistura de lentilhas, nozes, chalotas e cogumelos.